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Veja ! Importancia de Vacinar!, Curiosidades, Hidromel, Conheça as Plantas Forrrageiras, Insetos Nocivos e Úteis, Equinos, Curiosidades sobre Sexo no Reino Animal... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 03 de Outubro de 2014 09:40

Quais, como e quando utilizar as vacinas


Vacinação é sinônimo de lucro para o criador e a não-vacinação pode resultar em graves prejuízos.

 

 

 

O correto manejo sanitário torna-se imprescindível para o sucesso dos criatórios de caprinos e ovinos, em virtude dos altos custos da produção e da competitividade dos mercados mundiais. Este controle é possível a partir da adoção de medidas preventivas para uma série de enfermidades dos animais (Langoni, 2004), que ressaltam a importância da vacinação no manejo dos rebanhos.

Vacinas são produtos biológicos que servem para a imunização contra diversas doenças causadas por vírus e bactérias, conhecidos como micróbios, ou seja, organismos vistos no microscópio (Instituto Fiocruz, do Rio de Janeiro). Os chamados antígenos representam os constituintes ativos das vacinas e são os responsáveis pela imunidade. As vacinas são produzidas e classificadas de acordo com os tipos de antígenos, representados pelos próprios micro-organismos, ou por suas partes estruturais e produtos de seu metabolismo.

Um programa efetivo de imunização deve propiciar a proteção para controlar, ou prevenir as moléstias infecciosas que naturalmente ocorrem nos rebanhos (Brumbaugh & Hjerpe, 1993).

A vacinação de pequenos ruminantes não é obrigatória, segundo a Instrução Normativa n° 87 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que estabelece as diretrizes do Programa Nacional de Sanidade dos Caprinos e Ovinos (PNSCO). A vacinação não é realizada, mesmo contra a febre aftosa, responsável por prejuízos devido às condições internacionais para a exportação. Algumas vacinas são proibidas para ovinos e caprinos, segundo o “Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa” (PNEFA, 2007) do MAPA. A vacinação, no entanto, é uma das práticas mais garantidoras da sanidade e, por consequência, do lucro.

Algumas vacinas são essenciais como medida preventiva. As doenças no rebanho causam um impacto econômico negativo para o criador. Os tópicos abaixo ilustrarão as principais e os métodos de vacinação.

 

Raiva

 

 

A raiva representa uma doença causada por vírus que acomete diversos animais e também o homem. O cão é o principal reservatório da doença para disseminação nas áreas urbanas e em ambiente rural são os morcegos hematófagos (Desmodus rotundus).

Esta doença manifesta-se com uma gama de sinais clínicos, citados a seguir:

1 - isolamento do rebanho;

2 - apatia;

3 - perda do apetite e dor;

4 - excitabilidade;

5 - salivação abundante e dificuldade de deglutição;

6 - incoordenação motora e tremores;

7- paralisia respiratória.

Estes sintomas podem evoluir até a morte dos animais.

 

Clostridioses

 

Medidas preventivas devem ser adotadas, pois é uma doença de caráter agudo e há dificuldade em estabelecer tratamentos para ela. A vacina é a principal estratégia para combater a clostridiose (Lobato et al., 2004).

Na clostridiose há uma variedade de manifestações clínicas causadas por diferentes bactérias anaeróbicas (produtoras de toxinas) que acometem diferentes espécies.

Os principais sinais clínicos apresentados por ovinos e caprinos acometidos incluem:

1 - dificuldade de locomoção;

2 - aumento de volume dos membros posteriores;

3 - excitabilidade;

4 - desvio lateral de cabeça;

5 - morte súbita.

 

Ovinos podem contrair o carbúnculo sintomático, tipo de clostridiose causada pela bactéria Clostridium chauvoei, através da contaminação de ferimentos. Estes podem ser causados durante o parto, castração, ou lesões de umbigo (Riet-Correa, 2001).

 

Linfadenite Caseosa

 

A linfadenite caseosa, ou mal- do-caroço é uma enfermidade contagiosa causada pelo Corynebacterium pseudotuberculosis, atingindo preferencialmente ovinos e caprinos. Causa perdas econômicas por condenação de carcaças (Riet-Correa, 2001). A doença é caracterizada pela formação de abscessos em diferentes partes do corpo dos animais, podendo levar a: emagrecimento progressivo e deficiência respiratória, ou hepática (abscessos nas vísceras).

 

Ectima Contagioso

 

O ectima contagioso, ou dermatite pustular, é infecto-contagiosa causada pelo vírus Parapoxvirus e também afeta os pequenos ruminantes. A enfermidade é caracterizada por: desenvolvimento de lesões na pele do focinho e formação de bolha, úlceras e crostas grosseiras no úbere e boca do animal.

Borregos ou cabritos não recebem anticorpos contra esta doença junto ao colostro materno (Barros, 2001). Os animais afetados podem perder peso pela dificuldade de alimentação, sendo que em jovens as lesões na língua impedem a amamentação. É prejuízo ao criador e uma alerta para a importância da vacinação em surtos.

A Tabela ilustra as principais vacinas e a vacinação indicada para a prevenção de doenças dos pequenos ruminantes.

 

Leptospirose

 

Caprinos e ovinos são susceptíveis aos mesmos sorovares (variedades) de leptospiras que acometem os bovinos (Langoni, 2005), motivo que preconiza a utilização das mesmas vacinas após a identificação sorológica da variedade de leptospira .

Os ovinos correspondem ao grupo de animais domésticos menos susceptíveis à doença, embora a leptospirose possa manifestar-se na forma aguda ou crônica . Esta doença pode ter as seguintes manifestações: quadros de septicemia, ou infecção generalizada; hemorragia; problemas renais; mastite sanguinolenta; retorno ao cio; abortamento e morte precoce de cordeiros (Hermann et al., 2004).

Após a identificação do surto preconiza-se a vacinação com duas doses em intervalos de 3 a 5 semanas e reaplicação semestral. O tratamento sistêmico com antibióticos também é recomendado.

 

Foot Root

 

Caracteriza-se por uma doença bacteriana, contagiosa, que afeta todos os aspectos do ciclo produtivo da ovinocultura. Pode levar à inflamação dos cascos e laminite (Burke & Parker, 2007). Vacinação estratégica é indicada coincidindo com os períodos favoráveis dos surtos.

A prevenção da doença no outono, segundo Ribeiro (2001), é recomendada com vacinação em fevereiro e reforço em maio. Já na primavera, indica-se a aplicação em julho e a revacinação em agosto. Os animais já imunizados, incluindo fêmeas em gestação, passam por manutenção anual. Trabalhos recentes exploram o efeito da raça, categoria e grau de acometimento dos animais sobre a resistência e sua herdabilidade na produção.

 



Cuidados com vacinas - Representam fatores que devem ser evitados para o sucesso dos programas de vacinação:

- conservação inadequada (temperatura de estocagem ideal é entre 2 a 8°C);

- aplicação após o vencimento;

- dose incorreta ou insuficiente;

- falta de assepsia ou limpeza no local de aplicação.

 

 

 

 

Considerações finais

 

As boas práticas aliadas às vacinas de qualidade representam o primeiro passo para o manejo sanitário dos criatórios de caprinos e ovinos, merecendo, portanto, total atenção dos produtores e técnicos envolvidos nessa cadeia produtiva.


Curiosidades

 
VARIEDADES

Você sabia...?

... que as fezes do caprino apresentam entre 40 a 45% de água?

... que as cabras em pastoreio, podem gastar de 7 a 10 horas por dia nesta tividade?

... que, durante as secas, um caprino é capaz de aproveitar a água bebida, resistindo de 3 a 4 dias sem beber? Mesmo sem beber nesse período, perderá menos de 4% do peso total corporal.

... que as cabras descansam entre 4 a 6 horas por dia?

... que os caprinos geralmente dormem em duplas, encostando-se uns aos outros pelos flancos? Normalmente adotam essa posição

em decúbito esternal.

 

 

Hidromel, a bebida dos bárbaros volta ao mercado

 

Bebida sagrada dos vikings e que deu origem ao termo lua de mel, está de volta e promete aumentar a renda do apicultor

 

Editora Globo

As noites nas tavernas medievais dos séculos V ao XV, diz a história, eram de pura anarquia. Homens imensos, ornamentados com peles de animais, chapéus com chifres e tacapes, ora festejavam, ora se engalfinhavam por qualquer motivo. Os relatos da época contam que toda e qualquer manifestação pedia um item, indispensável para eles em qualquer ocasião: a bebida. E engana-se quem pensa que a preferência dos povos bárbaros era a cerveja (ela só chegou tempos depois). O que eles tomavam era uma beberagem doce, sagrada e “meio mágica”, o hidromel.

A mistura de mel e água, fermentada, ninguém sabe quem inventou ou como surgiu, mas durante séculos foi essencial à dieta medieval. Dela também surgiu a expressão lua de mel, pois os casais tomavam essa bebida durante um ciclo lunar após o casamento para gerar filhos varões. A receita sobreviveu tímida aos séculos, ao surgimento do vinho de uvas e da cerveja, mas há quatro anos foi parar nas mãos de Samir Kadri, zootecnista e apicultor do interior de São Paulo que está tornando o hidromel um habitué nas prateleiras de apreciadores, degustadores de bebidas e lojas especializadas. E o melhor: com a bebida, Kadri aumentou a rentabilidade de sua atividade e abriu uma nova possibilidade de ganho no mercado apícola.

Revista assim_Portal liberal.com.br
"A produção de hidromel abre uma nova possibilidade de renda na apicultura", diz Orsi, da Unesp

A fábrica de Kadri fica no sítio da família em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, e ainda é informal. Ele conta que está pelejando para obter o registro formal do empreendimento e produzir o hidromel em escala comercial. Por enquanto, é o interesse de quem já provou a bebida que está fazendo a sua fama. “Donos de lojas especializadas souberam da produção e fizeram pequenos pedidos. Geralmente, são estabelecimentos que trabalham com diversos tipos de bebidas artesanais.” A fabricação do hidromel elevou os ganhos da produção de Kadri e de todos os apicultores que resolveram investir na fabricação da bebida, um processo que demora no mínimo dois meses para ser finalizado.

A bebida é vendida a R$ 15 por garrafa de 500 mililitros, quase cinco vezes mais. “O custo de produção do hidromel é baixo e o valor agregado na fabricação permite que o apicultor diversifique a atividade e aumente a rentabilidade”, afirma Orsi. “Na maioria das vezes, é feito a partir de mel de abelhas silvestres, das floradas de eucalipto ou de laranjeiras, mas é possível fabricar essa bebida a partir de qualquer tipo de mel. É somente neste caso que o custo de produção aumenta, pois o mel de jataí ou de mandassaia, por exemplo, tem o preço mais elevado”.

O custo de produção, segundo Orsi, gira em torno de R$ 14,40 por litro de hidromel produzido.

Editora Globo
A bebida medieval foi redescoberta pelo zootecnista e apicultor Samir Kadri

Em Mogi das Cruzes, Samir Kadri tem um apiário com 30 enxames, e cada um deles possui, em média, 40 mil abelhas, que produzem de 23 a 25 quilos de mel por florada. Para dar conta da produção, que gira entre 45 e 50 litros de hidromel por mês, ele compra mel de outros apicultores, principalmente na entressafra do produto (o auge da safra do mel no Estado de São Paulo, com 6% da produção total do país, ocorre em dezembro).

 “Também é uma forma de estimular pequenos agricultores a investir na atividade”, diz ele, que mantém o padrão semisseco para as suas bebidas. “Assim como o vinho, é possível fabricar o hidromel com maior ou menor teor alcoólico, e isso é definido no processo de fermentação. Méis com mais açúcar resultam em uma bebida suave e os méis com menos açúcar em um hidromel seco”.

  A produção da bebida também segue a classificação dos vinhos (suave, semisseco ou seco), o que implica em diferentes colorações, que vão do amarelo bem claro ao castanho (cor de conhaque), com o mel, também já produziu cerveja. “É um processo mais complicado que a produção de hidromel, mas é possível de ser feito por quem quer se dedicar e investir na atividade.”

NÉCTAR DOS DEUSES

INGREDIENTES
1 litro de mel
2 litros de água
10 gramas de fermento biológico

COMO FAZER
Misturar todos os ingredientes com uma colher. Colocar o líquido em um recipiente próprio para fermentação. O recipiente deve ser totalmente vedado, para não entrar ar, mas deve ter uma válvula de escape para a saída do gás carbônico resultante da fermentação. Essa saída deve ficar imersa em água para evitar a entrada de oxigênio. Se isso acontecer, seu hidromel vai virar um vinagre de mel, que também é muito gostoso”.

 

Conhecendo as Plantas Forrageiras



São assim chamadas as plantas que servem para a alimentação dos animais herbívoros (boi, vaca, cabra, cavalo, etc.).
        Podem ser utilizadas de várias maneiras: a) pastejo direto - capins das pastagens, naturais ou cultivadas; b) fornecida pelo homem na forma natural - forragem verde, cortada de capineiras; c) forragem conservada em silos - silagem ( milho ); d) forragem seca - feno ( alfafa ) ou palha ( milho ).
        Tais alimentos, ricos em fibras e pobres em nutrientes digestíveis, são chamados  volumosos, em oposição aos alimentos concentrados ( grãos, farelos, ração, etc.
        As plantas forrageiras utilizadas em pastagens e capineiras são geralmente gramínea - capins gordura, jaraguá, colonião, etc. As plantas forrageiras utilizadas para corte verde podem ser gramíneas ( capim-elefante, cana-de-açúcar,etc.) ou leguminosas ( soja perene, guandu,etc. ). O milho é utilizado como silagem e na forma de palha. A alfafa é utilizada para o preparo de feno ( forragem seca ).


Conhecendo os Insetos Nocivos e Úteis

 




  Os insetos constituem a classe mais numerosa do reino animal, sendo conhecidas cerca de 1 milhão de espécies!
  O conjunto das outras espécies animais e vegetais, reunidas, não atinge esse número!
        Os insetos podem ser nocivos ou prejudiciais ao homem de várias maneiras: a) por sua picada venenosa ( vespa, marimbondo, etc.; b) como vetores de doenças ( paludismo, peste bubônica, tifo, etc.; c) como pragas de plantas cultivadas (saúva, gafanhoto, brocas, lagartas,etc. ); d) como parasitas de animais domésticos ( berne,barbeiro ou chupança, piolho, etc.; e) como parasitas do próprio homem ( bicho-do-pé, piolho, pulga, etc.).

      Por outro lado, muitos insetos devem ser considerados úteis ou benéficos, por várias razões: a) polinização das flores ( borboleta, libélula, abelha, etc. ); b) destruição de outros insetos ( joaninha, louva-a-Deus, besouros caçadores, etc.); c) produção de sed ( bicho-da-seda );d) produção de mel e cera ( abelha ).

 

Equinos: Habronemose Cutânia - Ferida de Verão

 


A habronemose cutânea, também conhecida como ferida de verão, acomete equinos de todas as regiões do Brasil. Sua incidência está relacionada à deposição de larvas do nematódeo adulto Habronema spp e Drashia megastoma na pele do animal pelas moscas do gênero Musca Domestica e Stomoxys calcitrans, que fazem o papel de hospedeiro intermediário do parasita.

As larvas adultas são encontradas normalmente no estômago, onde depositam ovos e larvas imaturas que são excretadas juntamente com as fezes do animal. No ambiente, estas larvas são ingeridas por larvas do hospedeiro intermediário, ocorrendo o desenvolvimento de ambas concomitantemente. O hospedeiro intermediário adulto pode depositar a larva infectante ao redor da boca do equino, que deglute o parasita. No estômago do animal, a larva infectante amadurece e novamente chega ao estágio adulto.

Na forma cutânea da doença, as larvas são depositadas em feridas superficiais da pele, onde são incapazes de completar o ciclo evolutivo, no entanto, supõe-se que as larvas mortas desencadeiam um processo de hipersensibilidade no organismo do animal. As lesões cutâneas são geralmente encontradas em locais que apresentam maior ocorrência de traumas, como nas partes inferiores dos membros, canto medial do olho e uretra. A ferida caracteriza-se por grânulos ulcerativos com múltiplos focos de necrose coagulativa, causando intenso prurido, ou coceira, que pode levar ao auto traumatismo.

O diagnóstico da habronemose cutânea pode ser realizado a partir do histórico do animal e dos achados clínicos, assim como pelo encontro e identificação de larvas em raspado de pele ou biópsia. Para o diagnóstico diferencial devem ser consideradas principalmente lesões ulcerativas não cicatrizantes, carcinoma de células escamosas, sarcóide e tecido de granulação exuberante.


Para o tratamento e profilaxia da afecção deve-se minimizar o quadro inflamatório instalado na ferida, eliminar o Habronema adulto do estômago e reduzir a população de moscas hospedeiras. O uso de corticoides tem sido utilizado sob diversos protocolos com sucesso para o tratamento da inflamação local. Considerando que a enfermidade é sazonal e usualmente inicia na primavera, com o aumento da população de moscas, o controle dos parasitas é de extrema importância.

A terapia endectocida sistêmica deve ser realizada com intuito de eliminar o verme adulto do estômago, diminuindo desta forma o risco de reinfecção. Alguns ativos como moxidectina, ivermectina e abamectina são eficientes para realizar este controle. Os produtos Moxi Duo, Iver Gel Composto e Aba Gel Composto da linha Equinos OF são eficazes no combate à Habronemose, como também às principais verminoses dos equinos, mantendo os animais sempre sob as melhores condições sanitárias.

Além da prática regular de vermifugação, é importante adotar hábitos que diminuam a prevalência de parasitas na propriedade. A rotação de pastagens, limpeza de piquetes e baias e ausência de superpopulação de animais estão associadas ao maior sucesso no controle das verminoses em equinos de qualquer faixa etária. Na figura abaixo é possível observar uma sugestão para controle antiparasitário, incluindo rotação de princípio ativo, a ser utilizado durante o ano todo em seu animal.

 

 

13 curiosidades sobre sexo no Reino Animal


Você com certeza já ouviu falar da Viúva Negra, a aranha que mata seu parceiro depois da copulação. No Reino Animal o sexo pode ser um bocado estranho, é verdade, mas este não é nem de longe o exemplo mais esquisito da vida sexual dos não-humanos. Conheça 13 animais que têm hábitos de reprodução um tanto curiosos:

 

1. Abelhas


Já ouviu falar que as fêmeas das abelhas só ferroam uma vez? Ao picar alguém, o ferrão da doce ofensora se desprende do corpo, causando sua morte. A natureza foi cruel com o gênero feminino, mas espere até ficar sabendo o que acontece com o macho. Dica: ele não tem ferrão, mas tem um orgão reprodutor. Acertou quem imaginou que o sexo entre abelhas não termina bem – ao se afastar do corpo da fêmea após a penetração, o macho perde seu aedaegus (equivalente a um pênis), que permanece dentro do corpo da companheira. Seu fim não poderia ser mais trágico: ele sangra até a morte. Não está fácil pra ninguém.

 

2. Ácaros (Red Velvet Mites)

 

Sexo é um ato solitário (e esquisito) para os ácaros Trombidiidae. O macho procura o ninho perfeito para o acasalamento, com muitas folhas e galhinhos, para criar a perfeita atmosfera para o casal. E então, ele espalha seu sêmem por todo o lugar. Depois de completar o serviço, o próximo passo é atrair uma fêmea – com suas fezes. Ela segue o rastro deixado pelo macho e, chegando ao ninho “cuidadosamente” preparado, deve se virar sozinha para ser inseminada.

 

 

3. Antequino-Marrom

 

O vício em sexo não é um problema enfrentado apenas por humanos. A condição também atinge esse pequeno marsupial. O Antequino-Marrom é tão frenético que, durante o período reprodutivo, chega a passar até 12 horas se acasalando com apenas uma parceira. Como é insaciável, passa de fêmea pra fêmea, até seu sistema imunológico começar a falhar. Ele geralmente desenvolve úlceras graves e contrai infecções de parasitas, e morre não muito tempo depois da sessão de acasalamento.

 

4. Argonautas


Os argonautas são um gênero de polvo bastante comum, que habita águas tropicais e subtropicais de todo o mundo. Seu momento de reprodução, no entanto, está longe do “regular”: a fêmea desenvolve uma concha gigante para abrigar e proteger os ovos e embriões, enquanto os machos – que também possuem uma concha, mas em tamanho significativamente menor – começam a acumular uma bola de espermatozóides em um tentáculo especial. Quando, passeando por aí, o macho encontra uma fêmea por quem se interessa, o tentáculo se destaca do corpo e sai nadando sozinho até a fêmea.

 

5. Caracóis 

 

O caracol é um dos favoritos na disputa de localização mais bizarra do pênis: seu órgão reprodutivo fica no pescoço. Os caracóis são hermafroditas e precisam de um companheiro para conseguirem se reproduzir. E para convencer o parceiro, eles costumam “flertar” apunhalando um ao outro com dardos constituídos de carbonato de cálcio ou quitina e usados para injetar no receptor hormônios que estimulam os órgãos genitais femininos.

 

6. Hienas


As fêmeas representam o gênero dominante entre as hienas. Mais agressivas que os machos, no momento de escolher um parceiro elas não dão bola para os esquentadinhos, preferindo aqueles que se mostram mais submissos. O companheiro terá então um desafio à frente: habilidosamente inserir seu pênis no pseudo-pênis da fêmea, que esconde sua vagina. Contorcionismo no mundo animal.

 

7. Hipopótamo

 

O hipopótamo macho possui uma forma bastante diferente de chamar a atenção de uma fêmea. Ele se coloca em lugar de destaque, defeca em si mesmo e utiliza a sua cauda como uma espécie de hélice, espalhando as fezes por todos os lados na tentativa de encontrar uma parceira. E o mais incrível: funciona.

 

 

 

 

8. Macaco-rhesus

 

O primata, também conhecido como Reso, tem muitos motivos para ser um tanto paranoico. No Reino Animal é bem comum que as disputas entre os machos por uma companheira acabem sendo um tanto violentas. Mas poucas espécies são tão cruéis (e, ao mesmo tempo, espertas): os macacos-rhesus atacam seus oponentes no momento em que eles estão tendo um orgasmo. Sim, é isso mesmo. Um estudo  apontou que mais da metade dos encontros sexuais dos macacos reso terminam com o macho sendo brutalmente atacado. Até 9 macacos podem se aproveitar da vulnerabilidade do coleguinha para tentar roubar sua fêmea.

 

9. Marreca-pé-na-bunda


A marreca-pé-na-bunda, também conhecida como Oxyura vittata, possui orgãos reprodutores mais estranhos do que seu nome. Além de ser dono de um pênis de aproximadamente 40 centímetros de comprimento, o orgão do macho tem formato de saca rolhas e possui uma espécie de ~pincel~ na ponta. A vagina da fêmea também é em espiral, mas no sentido oposto – o que permite o encaixe. Durante o ato sexual, o macho utiliza a sua “escova” para remover qualquer esperma deixado por um macho anterior.

 

10. Morcegos (Chinese Fruit Bat)

 

Cientistas do Guangdong Entomological Institute in Guangzhou, na China, descobriram que os morcegos da espécie Cynopterus sphinx usam o sexo oral para prolongar o ato sexual. A descoberta é um tanto inusitada, já que se pensava que somente humanos tinham essa prática. Mas o que é ainda mais curioso é que, através de um grande contorcionismo, a fêmea consegue agradar o macho enquanto ainda estão envolvidos no ato sexual. Provavelmente não é seguro tentar isso em casa.

 

 

11. Peixe actinopterígeo


Estes peixes, que habitam exclusivamente ambientes marinhos, redefinem o conceito de namorado folgado. Alguns machos do subgênero, bem mais franzinos que suas companheiras de espécie, nascem com sistema digestivo rudimentar, que logo passa a dificultar sua alimentação. Para contornar este problema quase-fatal, os peixes usam de seu olfato apurado para encontrar uma fêmea no oceano. No primeiro encontro, nada de rituais de acasalamento: o macho logo morde a fêmea e libera uma enzima digestiva que corrói a pele de sua boca e o corpo da companheira, fundindo o par para toda a vida. Conectado ao sistema circulatório da fêmea, o corpo do macho se atrofia. Sua única função agora é liberar esperma sempre que hormônios na corrente sanguínea de sua “parceira” indicam que ela está ovulando. Ah, o amor… Não bastasse apenas um namorado parasita, é comum que a fêmea da espécie seja mordida por múltiplos machos.

 

12. Peixe-palhaço

 

 

Descobrir a verdade sobre a reprodução dos peixes-palhaço vai ajudar a entender melhor o filme Procurando Nemo. Em um núcleo familiar, a fêmea é sempre o maior membro do grupo. Quando ela morre, o maior macho assume seu lugar – literalmente. Como estes peixes são hermafroditas, isso significa que o macho muda de papel. Ou seja: o pai de Nemo, na verdade, passaria a ser a mãe do Nemo.

 

 

13. Percevejos


A reprodução dos percevejos pode ser comparada a um ato de violência sexual. Os machos das espécies costumam possuir um pênis tão afiado que, na hora de se reproduzirem, praticamente dão diversas “facadas” no corpo da fêmea até conseguirem depositar o seu esperma. Já que a espécie não está em extinção, presume-se que a fêmea sobrevive ao traumático ataque.

 
Veja ! Parto de Égua, Manejo de Bezerros, Fisioterapia Equina, Composição do Leite de Égua e Cor do Ovo de Galinha... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 02 de Outubro de 2014 11:19

Parto de Égua: Sequência Fotográfica

 


1. Secreção de leite momentos antes do parto



2. Início das contrações e busca por local para parir.



3. Rompimento da bolsa e visualização normal do feto.



4. Escolhendo o local do parto.



 

 

 

 

 

5. Início da saída do potro, apresentação dos membros anteriores e cabeça. Note um membro sempre mais na frente que o outro.



6. Auxiliando a passagem do potro através do canal do parto.



7. Primeiro contato.

 

 

 



8. reconhecimento materno-fetal.



9. Primeiros passos...


10. Exteriorização natural da placenta e envoltórios fetais após o parto.

11. Visualização da placenta e cordão umbilical após sua expulsão.

 

 

 

 

 

 

 

Úlceras Gástricas em Cavalos

 


“Não existe cura total para esta síndrome, mas alguns métodos preventivos poderão manter o seu cavalo livre de úlceras gástricas.”

O que as três situações abaixo tem em comum:

1)      Você volta com o seu cavalo de uma prova após uma competição frustrante. O seu cavalo de elite não correspondeu ás expectativas. Durante a  prova olhava raramente para os flancos e sentia-se desconfortável.
2)      A sua potra preferida acabou de ser desmamada. Antes forte e robusta, agora está magra e fraca, e sem apetite.
3)      O seu cavalo de passeio, mesmo em bom pasto, teve início de laminite que foi resolvida com tratamento. Sempre dedicado, agora ele mostra sinais de dor quando é montado, a pelagem feio e aparenta estar deprimido.
O que é mais surpreendente é que apesar de todos estes sinais apontarem uma série de problemas, estes três animais podem ser diagnosticados com a mesma doença: a síndrome da úlcera gástrica equina. Cerca de 92% dos cavalos de corrida são acometidos desta síndrome e 25% dos potros antes dos 2 meses de idade.


Histórico e sinais
 
Estômago normal
As úlceras gástricas não se restringem apenas ao estômago mas também afetam o intestino delgado. Elas ocorrem quando partes destes órgãos se tornam muito ácidas, causando lesão nas células. O ácido para digestão no cavalo é produzido constantemente, ao contrário de nós, que o produzimos apenas quando comemos. O cavalo produz em média 1,5 litros deste ácido por hora, devido a ser um animal de pastoreio, que deve comer constantemente.
Ulcera
Os cavalos submetidos a mais estresse são os mais acometidos. Os sintomas são os mais variados, como perda de apetite, bruxismo, salivação excessiva e diarreia em potros e anorexia, perda de peso, diminuição do desempenho, tendência a permanecer deitado, pelo arrepiado e episódios de cólica em adultos.
O diagnóstico é feito através de endoscopia gástrica, onde são visualizadas as úlceras e pelos próprios sintomas.

Causas
Existem várias causas que predispõem os cavalos a úlceras gástricas. Algumas podem ser manejadas, outras são de origem genética e muito difíceis de tratar. Os três principais fatores são:
1)      O regime alimentar, como o tipo de alimento e frequência de fornecimento. Cavalos que tem poucas refeições diárias e ricas em carboidratos são mais susceptíveis, pois grãos como milho e aveia levam a grande produção de ácido para sua digestão. Cavalos a pasto ou que comem livremente tem menos incidências de úlceras.
2)      O treinamento e exercício também podem contribuir com a presença de úlceras gástricas. O exercício intenso também leva á produção excessiva de ácido gástrico. Isto ocorre, pois ocorre uma diminuição do fluxo sanguíneo no estômago, associado a uma pressão abdominal, levando o conteúdo gástrico a subir para as partes desprotegidas do estômago. O aumento muito rápido da atividade física do cavalo também leva á mesma situação, já que causa altos níveis de estresse, que aumentam a produção de ácido, diminuem o fluxo sanguíneo e o esvaziamento gástrico, causando úlceras.
3)      Algumas medicações causam úlceras, como os antinflamatórios (fenilbutazona, flunixim meglumine), pois diminuem a produção do muco protetor da parede do estômago.

Tratamento
Existem vários medicamentos que podem ser utilizados para tratar as úlceras, entre eles os que bloqueiam a produção de ácido (ranitidina, cimetidina), os inibidores da bomba de prótons, que também bloqueiam a produção de ácido, mas por tempo mais prolongado (omeprazole).
O melhor tratamento nos primeiros dias é utilizar ambos e após apenas o omeprazole, que é o mais eficaz para o tratamento da úlcera gástrica.
Medicamentos antiácidos e protetores de mucosa podem ser usados juntos com o omeprazole, pois promovem alicio contra a acidez e protegem a mucosa contra o ácido.
Alterar a alimentação também é uma forma de tratamento. Dietas ricas em fibras e baixas em carboidratos promovem um pH apropriado no estômago. Manter alimento constante durante o dia também reduz as chances de úlcera. O uso de feno de alfafa é ótimo para a proteção gástrica. Cavalos que necessitem de mais calorias para trabalho deverão utilizar dietas ricas em óleos e gorduras, pois diminuem a acidez estomacal.

Prevenção
As úlceras são essencialmente uma doença de manejo. No entanto, os cavalos mantidos na mais ideal das condições podem adquirir úlceras. O melhor manejo a ser feito é manter os animais a pasto o mais permanentemente possível e/ou manter uma dieta rica em feno. As refeições diárias deverão ser no maior número possível dentro da condições de cada proprietário.
Quanto aos animais em treinamento, bons programas de adaptação e transportes são fundamentais, assim como evitar o overtrainning, evitando consequentemente o uso de medicação antinflamatória.
Alguns cavalos são mais predisponentes do que outros. As úlceras podem ser evitadas com condições alimentares e de treinamento corretas, cabe a cada responsável utilizar os métodos adequados para não ocorrer esta síndrome, que mesmo tratada, pode voltar sempre pelos mesmos motivos.
 

 

 

O manejo correto do nascimento e da desmama dos bezerros

 

Para o bom desempenho de um rebanho, o produtor rural deve realizar a programação adequada para o nascimento e desmama dos bezerros, visando uma produção saudável e lucrativa. As pesquisas indicam que o período mais propício para o nascimento é na seca, quando as incidências de doenças e de parasitos são baixas. Já a desmama, aos 6-7 meses de idade, pode ser realizada próximo ao início do período seco. As recomendações quanto à melhor época de nascimento e de desmama de bovinos valem para pequenos, médios e grandes produtores.

 O criador deve começar esta programação definindo o período da estação de monta, uma vez que a gestação tem duração definida e os bezerros nascem nove meses depois.  “Quando se estabelece a estação de monta, estamos pensando na época em que as vacas estão no período mais férteis, com mais cios, e também na época do ano mais favorável para o nascimento dos bezerros”.

 Outros benefícios da programação  do nascimento dos bezerros. Com a estação de monta planejada para que os nascimentos ocorram no verão, pode-se dizer que o produtor terá benefícios para a saúde do recém-nascido, pois a seca dificulta a vida das bactérias e parasitas que provocam diarréias, verminosres e bicheiras nos bezerros”.

 A programação da desmama dos bezerros deve ser realizada levando-se em conta três aspectos:  o descanso das vacas, para que possam engravidar com mais facilidade na próxima estação; o não prejuízo do crescimento dos bezerros; e a redução do tamanho do rebanho na época da seca, quando há menos pasto disponível.

 

 

Fisioterapia Equina, O Futuro da Reabilitação do Cavalo de Esporte


FISIOTERAPIA E REABILITAÇÃO EQUÍNA
 

No meio esportivo equino, por vezes, falta o elo na cadeia de eventos que se inicia com a lesão do atleta e termina com o retorno á atividade física. Este elo representa a reabilitação planejada do cavalo de esporte e as terapias secundárias direcionadas em cada caso específico.
As consequências da inclusão deste elo são uma recuperação em curto prazo, com encurtamento das fases inflamatórias da lesão, aceleração da cicatrização, não formação de reações cicatriciais e evitar a perda de massa muscular e amplitude dos movimentos, temas comuns nos cavalos em recuperação.
As grandes equipes hípicas mundiais já iniciaram esse projeto á décadas, tendo obtido resultados muito além dos esperados em competição. Exemplo disso são as equipes de enduro do estado do Kentucky e alguns haras de PSI como da família Maktoum, os maiores criadores do mundo.
Existem várias terapias não invasivas que vem sendo utilizadas á décadas em atletas humanos que agora são empregadas no cavalo atleta de alta performance.  Estas terapias incluem:
- Agentes térmicos
- Eletricidade (TENS, FES)
- Som
- Luz (fototerapia)
- Campos magnéticos
- Compressão
- Movimento
O programa de fisioterapia equina é muito abrangente, desde potros recém-nascidos a cavalos idosos, sendo o objetivo principal a terapia de problemas musculoesqueléticos e a restauração do movimento adequado do cavalo.


CONDICIONAMENTO FISICO

O condicionamento físico de um cavalo atleta poderá ser maximizado através de programas planejados de fisioterapia respiratória e manual.
O objetivo de qualquer condicionamento básico é aumentar a resposta fisiológica e física ao exercício. As respostas psicológicas são maior confiança e desejo em realizar exercício e fisicamente adquirindo maior força e resistência com redução do risco de lesões.
O programa de condicionamento é específico a cada tipo de atleta, ou seja, em cavalos de corrida ou velocidade, por ser uma atividade quase que anaeróbia, a capacitação deverá ser voltada para essa característica e não somente capacitação aeróbia de resistência.
No programa de condicionamento aplicado serão trabalhadas as capacidades do atleta de:
- Aumentar a captação de oxigênio com diminuição da ventilação durante o exercício.
- Diminuição dos batimentos cardíacos durante exercício, aumento da dimensão cardíaca e da circulação sanguínea.
- Aumento da capacidade muscular aeróbia, mais rapidez na contração muscular, aumento da massa muscular.
- Maior alongamento e resistência de tendões e ligamentos
-Melhora da qualidade óssea e sua remodelação face ao exercício
 
 
 

Composição do Leite da Égua: Diferenças Entre as Raças

 


Muitos pensam que a produção de leite de uma égua se limita á égua ser boa ou ruim “de leite”. O leite da égua não deve ser subestimado, sobretudo por ser o alimento inicial da vida de um potro e seu principal alimento durante os três primeiros meses de vida.
A égua precisa produzir leite suficiente para dobrar o peso do potro em 60 dias,com o risco de haver um crescimento fora de padrão.
Comparado com as outras espécies, o leite da égua é consideravelmente baixo em alguns componentes, como segue:

Espécie animal
Água (%)
Matéria seca (%)
Proteína (%)
Gordura (%)
Lactose (%)
Matéria mineral (%)
Vaca
87,8
12,2
3,5
3,5
4,5
0,8
Égua
90,0
10,0
2,2
1,1
6,1
0,5
Ovelha
82,5
17,5
6,5
6,1
4,5
1,0

O artigo tem como objetivo auxiliar o criador e principalmente quem se utiliza do programa de transferência de embriões, para ajustar receptoras ás necessidades nutritivas de cada raça específica.

A glândula mamária
A égua possui quatro glândulas mamárias ligadas ao corpo por ligamentos de sustentação. Elas não possuem pelos e são extremamente sensíveis para responderem á sucção do potro. Ao contrário dos outros mamíferos, o leite é secretado apenas por duas tetas ao invés de quatro como a vaca, ou seja, apenas uma saída para cada duas glândulas mamárias.
No seu interior, a glândula mamária é composta por alvéolos que produzem o leite e vários ductos ramificados e interligados entre si, que o depositam e armazenam logo abaixo, numa câmara, enchendo o úbere da égua. O leite é aí mantido por um esfíncter muscular que o impede de sair, somente no processo de mama pelo potro.
Durante a gestação, as glândulas mamárias se desenvolvem sob a ação do hormônio progesterona, até ao momento do parto, onde a produção de colostro torna o úbere visível. Elas seguem se desenvolvendo até seu nível máximo oito semanas após o parto, aumentando assim a produção de leite proporcional ao crescimento do potro.

A Formação do leite
Os constituintes do leite são captados da circulação sanguínea pelas células mamárias. Nestas células, estes componentes são transformados em lactose, gordura e proteínas e armazenados nos alvéolos junto com água. Á medida que a câmara de armazenamento se enche, aumenta a pressão dos ductos, deixando assim o leite pronto para o potro.
A taxa de produção é controlada por hormônios, que por sua vez são controlados pela quantidade de leite que o potro mama. Quando o potro começa a comer pasto ou ração, diminui a ingestão do leite e assim a sua produção também cai. Se o potro ficar sem mamar por 24 horas, a glândula mamária inicia seu retrocesso e mesmo voltando a mamar após esse período, os níveis de produção já não serão os mesmos.

A curva de lactação

A quantidade e a concentração de todos os componentes do leite afetam diretamente a intensidade e o crescimento correto dos potros. Durante toda a lactação, o leite da égua sofre variações de acordo com seu status fisiológico, como gestação e cio.
A produção de leite aumenta em quantidade até os 60 dias de lactação, onde ocorre o pico lactacional. Após esse período, a produção de leite começa a cair juntamente com sua quantidade de nutrientes até atingir níveis mínimos de qualidade, ocasionando o desmame e o cessamento na produção.
Quanto mais cedo o potro iniciar a comer, também mais cedo diminui a produção do leite.

Os nutrientes do leite

Os nutrientes do leite variam na sua concentração de égua para égua e de raça para raça. Vários são os constituintes do leite, mas o foco deste artigo serão apenas os principais, sendo matéria seca, gordura, proteínas (caseína), lactose (principal açúcar) e matéria mineral (Cálcio e Fósforo).
Abaixo segue tabela comparativa entre as diversas raças encontradas no Brasil e as mais utilizadas para transferência de embriões.

Raça
Produção (Kg/dia)
Matéria Seca (%)
Gordura (%)
Proteína (%)
Lactose (%)
Matéria Mineral (%)
Cálcio (mg/Kg)
Fósforo (mg/Kg)
Quarto-de-Milha
11,8
10,8
1,4
2,4
5,8
0,6
787
504
Puro Sangue Inglês
14,9
11,8
2,1
2,3
6,52
0,68
843
543
Puro Sangue Lusitano
12,2
12,8
2,4
2,00
5,5
0,4
962
580
Puro Sangue Árabe
9,2
11,1
1,74
2,76
6,2
0,32
913
732
Mangalarga
9,5
10,2
1,6
1,9
6,5
0,35
-
-
Bretão
17,7
11,3
3,4
2,3
6,9
0,2
102
63

 



 

Curiosidades do Reino Animal

 

Mais antigos

Os animais passaram do mar à terra há 414 milhões de anos. Os primeiros animais terrestres do mundo incluem dois tipos de centípedes e uma pequena aranha encontrada entre restos de plantas.

Mais barulhento

O mais barulhento dos animais terrestres é o bugio das Américas Central e do Sul. Os machos possuem uma estrutura óssea na parte superior da traquéia que permitem que o som reverbere. Seus gritos assustadores foram descritos como um misto de latido de cão e zurro de asno, ampliado mil vezes, seus gritos podem ser ouvidos a até 5 Km de distância.

Mais fortes

Em proporção ao seu tamanho, os animais mais fortes são os besouros gigantes, encontrados principalmente nos trópicos. Testes realizados com o besouro-rinoceronte demonstravam que pode suportar em seu dorso 850 vezes o próprio peso. Para efeito de comparação, um homem pode levantar (com um auxílio de suporte) apenas 17 vezes o próprio peso.

Mordida mais forte

Um tubarão pardo de 2 m de comprimento pode exercer uma força de 60 Kg entre suas mandíbulas, o equivalente a uma pressão de t/cm2 nas pontas dos dentes. Apesar de não terem medido as mordidas de tubarões maiores, como o tubarão branco, deve ser ainda mais forte.

Olfato mais aguçado

O olfato mais aguçado existente natureza é o do macho da mariposa imperador que segundo experimentos feitos na Alemanha em 1961, pode detectar a substância sexual produzida pela fêmea virgem à distância de 11 Km, contra o vento. Os receptores localizados nas antenas do macho são tão sensíveis que são capazes de detectar uma única molécula de substância.

Mais venenosos

Os pequenos e brilhantes sapos das Américas Central e do Sul secretam algumas das toxinas biológica mais mortais conhecidas. A espécie é tão perigosa que os cientistas precisam usar luvas grossas para manipulá-la, no caso de eles terem cortes ou arranhões em suas mãos.

 

Mais curiosidades...

MAMÍFEROS

Maior
O maior mamífero do planeta é a baleia azul.

Mais pesado
Uma baleia fêmea pesando 190 t e medindo 27,6 m de comprimento foi capturada na Atlântico Sul.

Mais longo
O mais longo exemplar já registrado foi uma baleia fêmea medindo 33,58 m que encalhou na praia de Grytvi, Geórgia do Sul, em 1909.

Maior terrestre
Em média, os elefantes machos atingem a altura de 3 a 3,7 e pesam de 4 a 7 t. O maior exemplar já registrado foi um macho morto a tiros em Macusso, Angola. Deitado de lado, o elefante media 4,16 m em uma linha projetada do ponto mais alto do dorso até a base da para dianteira, indicando uma altura de 3,96 m quanto em pé. Seu peso foi calculado em mais de 12,24 t.

 

NO BRASIL

O maior mamífero terrestre brasileiro, a anta ou tapir, mede 2,01 m, de comprimento e pesa cerca de 250 Kg, atingindo 1,08 m de altura.

Maior Marinho
O maior mamífero dotado de dentes é o cachalote, sua mandíbula interior mede 5 m aproximadamente. Com um comprimento de 25,6 m.

Mais alto
O mais alto animal vivo é a girafa, encontrada em apenas na savana seca e em áreas semi-desérticas da África, ao sul do Saara.

Menores
O morcego possui uma envergadura de cerca de 16 cm e comprimento entre 2,9 e 3,3 m, pesando de 1,7 a 2,0 g. Esse tipo de espécie é encontrada apenas em cerca de 21 cavernas calcárias do Rio Kwae Roi, no sudoeste da Tailândia.

Marinho mais rápido
A baleia orca, chega a atingir uma velocidade de 55,5 Km/h, com cerca de 6,1 a 7,6 m de comprimento.

Mais lento
A preguiça de três dedos, desenvolve uma velocidade média de 1,8 a 2,4 m/min (0,1-0,6 Km/h). Porém, sobre as árvores, pode “acelerar” para 4,6 m/min (0,27 Km/h).

Mais sonolentos
Alguns tatus e preguiças passam até 80% de suas vidas dormindo ou cochilando.

Maior ninhada
O maior número de filhotes de um animal selvagem em uma só ninhada foi de 31, no caso de um tenrec encontrado em Madagascar.

 

CARNÍVOROS

Maior terrestre
O maior carnívoro terrestre é o urso polar, cujos machos pesam de 400 a 600 Kg e medem de 2,4 a 2,6 m do focinho à cauda.

Mais pesado
Um urso polar com supostos 907 Kg e cerca de 3,5 m do focinho à cauda foi abatido a leste de Kotzebue, Alasca, EUA.

Menos pesado
A doninha anã possui corpo de 11 a 26 cm, cauda de 1,3 a 8,7 cm e pesa de 30 a 200 g, sendo os menores indivíduos são as fêmeas que habitam a Sibéria e os Alpes.

No Brasil
O menor carnívoro brasileiro é a doninha amazônica, também chamada de furão, medindo 26 cm em média.

 
 


De que depende a cor do Ovo da Galinha?

 

A cor da casca do ovo é uma característica genética ligada à raça da galinha. As aves de plumagem branca colocam ovos brancos, enquanto as vermelhas (ou amarronzadas) põem ovos nesses tons. "A origem do pigmento não é conhecida, mas os cientistas acreditam que ele provenha de células presentes no útero, órgão em que é formada a casca", diz o médico-veterinário Ismar Araújo de Moraes, da Universidade Federal Fluminense (UFF). Ao contrário do que muita gente pensa, a cor da casca do ovo não tem nada a ver com a alimentação que a galinha consome - a dieta da ave só influencia a coloração da gema. Do ponto de vista nutricional, não há diferença entre os ovos brancos e os vermelhos. Ambos são igualmente ricos em proteínas, vitaminas e sais minerais e contêm por volta de 220 miligramas de colesterol. A diferença de preço entre eles - os vermelhos são normalmente mais caros - é determinada pelo mercado, já que eles são mais procurados pelos consumidores, que acreditam, erradamente, que os ovos escuros têm mais vitaminas na gema.
 
Veja ! Requejão, Capivara, Tipos de Sorvete, Vozes dos Animais, Curiosidades do Reino Animal, Regiões Polares Coletivos de Plantas... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 01 de Outubro de 2014 08:46

Requejão Cremoso Orgânico

 

Pastagens naturais e livres de agrotóxicos ou adubos químicos servem de alimento para um plantel de vacas girolandas, nascidas do cruzamento do gado holandês (altamente produtivo, embora sensível ao manejo extensivo) com o gado gir (um gado mais rústico, porém melhor adaptado aos climas tropicais). É assim que o Laticínio Nata da Serra produz o leite orgânico, que é um leite puro, natural e produzido de maneira ecologicamente correta,tornando possível o surgimento de um requeijão cremoso orgânico de excelente qualidade.Além de suas vacas serem criadas soltas, sem stress, recebem uma alimentação 100% natural, sem agrotóxicos, aditivos químicos, nem hormônios. 
Os bezerros são mantidos junto às mães, pois existe uma real preocupação com o lado afetivo do animal. O tratamento de saúde dos animais dispensa o uso de antibióticos, vermífugos, inseticidas, carrapaticidas e outras drogas, sendo unicamente utilizado o sistema homeopático, feito de forma preventiva. O resultado é esse: um leite muito mais puro e saudável, e que carrega consigo a responsabilidade na preservação do meio ambiente e o respeito ao consumidor.O leite orgânico Nata da Serra é certificado pela A.A.O (Associação de Agricultura Orgânica) e é inspecionado pela Vigilância Sanitária, através do Serviço de Inspeção (órgão governamental).
 
 

Capivara

Rústico e resistente a doenças, o roedor tem fácil adaptação à vida em cativeiro e pode gerar lucros com produção de carne, couro e gordura

 

Editora Globo

Há pouco mais de uma década, as carnes exóticas eram uma novidade encontrada especialmente em restaurantes mais refinados dos grandes centros urbanos. Em alguns anos, a proteína animal alternativa tornou-se mais fácil de ser comprada até no varejo, embora ainda não esteja disponível em todos os açougues e cidades do país. Entre as que ganham espaço nos pratos dos brasileiros, a carne de capivara é uma das que mais têm se popularizado por aqui, a ponto de o pequeno número de criadores comerciais autorizados não dar conta do abastecimento regular do mercado.

Como se adapta bem à vida em cativeiro e é fácil de reproduzir, além da boa aceitação pelo consumidor, a capivara pode render lucros a quem se dispõe a criá-la. Rústica, resistente a doenças e sem muitas exigências para o manejo, pode ser abatida até os 18 meses de vida, embora entre 10 a 12 meses seja o período em que apresenta carne magra e macia, mais valorizada pela indústria e o varejo. Paleta, lombo e pernil são alguns dos cortes preferidos da carne do animal, que também é excelente fonte de vitaminas do complexo B e tido como iguaria nativa de sabor diferenciado pelos chefs de cozinha.

Dotado de características adequadas para a fabricação de artefatos, o couro elástico, resistente e suave da capivara também é excelente matéria-prima para a produção de cintos, sapatos e luvas. O material também tem boa demanda para a confecção de acessórios específicos para jogos de golfe e beisebol, esportes mais populares no exterior, onde o insumo é pago a preços mais atraentes. A gordura é outro subproduto do animal, pois dela é possível extrair um óleo que tem utilidade na industrialização de produtos farmacêuticos e de cosméticos.

Simples, as instalações para criar capivaras têm custo de implantação baixo, e os criadores podem aproveitar espaços já existentes na propriedade. A atividade pode ser consorciada com criações de gado, peixes e aves aquáticas, além de emas e galinhas. A engorda das capivaras segue um cronograma com cuidados necessários para cada fase de vida até atingir o peso de abate, em torno de 35 a 40 quilos. O preço pago pelo abatedouro ao criador varia de R$ 10 a R$ 12 o quilo vivo.

Roedor herbívoro fácil de lidar, a capivara tem porte médio, com 1,30 metro de comprimento e altura que pode variar de 0,50 a 0,60 metro. Em média, a fêmea pesa 50 quilos, enquanto o macho pode chegar a 60 quilos. Há exemplares, no entanto, que chegam a 100 quilos. Com habilidade para nadar e saltar, a capivara é mais ativa nas primeiras horas do dia e no fim da tarde, marca território e tem o hábito de viver em grupos, respeitando posições hierárquicas.

 

 

3 sorvetes que vão deixar o verão bem brasileiro

Pitanga, araticum e outras frutas prometem refrescar o calor durante a estação

 

Após uma extensa pesquisa, a sorveteira Rita Medeiros chegou ao livro Sorbets e sorvetes: uma festa de frutas brasileiras, lançado este ano pela editora Terceiro Nome. Em sua sorveteria, em Brasília, a Sorbê, a autora desenvolve os mais diferentes gelados e foca na diversidade de produtos brasileiros para fazer suas experiências. Cagaitas, barus, jenipapos, macaúbas, açaís, cupuaçus desfilam pelo lugar e despertam a atenção e o paladar dos clientes.

O livro de Rita apresenta várias receitas, mas também mostra a exuberância das matas brasileiras e desbrava o Cerrado e a Caatinga em busca de frutos ainda pouco conhecidos. Informações científicas e curiosidades também estão na publicação. Para dar um gostinho, selecionamos três receitas irresistíveis que vão deixar o verão mais prazeroso.

 

Divulgação/Terceiro Nome
O preparo dos sorvetes é simples e valoriza as frutas regionais

RECEITA BÁSICA PARA SORBETS E SORVETES
Ingredientes para sorvete
1 litro de leite
2 xícaras de açúcar refinado
2 xícaras de creme de leite
Castanhas, doce de leite ou polpas concentradas de frutas (escolha a polpa que desejar)

Ingredientes para sorbet
1 litro de suco de fruta batido com água
1 xícara de açúcar refinado

Como preparar


Cada fruta tem sua particularidade, mas o modo básico de produzir sorvetes e sorbets não muda. Comece batendo o açúcar com o líquido escolhido (suco ou leite e creme) no liquidificador por alguns minutos. Depois, despeje a mistura numa tigela, misture castanhas, pedaços de frutas ou outros ingredientes e leve tudo ao freezer por cerca de 40 minutos. Em seguida, bata a mistura na batedeira por cerca de 4 minutos e leve a mistura de volta ao freezer, por outros 40 minutos. Repita a operação, lembrando que quanto mais vezes a massa for do freezer à batedeira e da batedeira ao freezer, melhor. Por cima do sorvete ou do sorbet é ótimo colocar castanhas picadas, caldas, frutas em calda ou pedaços de chocolate.

DICAS
Sorvete ou sorbet, ambos são muito fáceis de fazer. Uma dica importante: seja qual for a mistura escolhida, quanto mais vezes ela for do freezer à batedeira e da batedeira ao freezer, mais ar será incorporado, e quanto mais aerada a massa, melhor. Outra dica importante é que, quanto mais forte o suco, mais sabor ele irá introduzir na receita, ou seja, dose a quantidade de suco em relação à quantidade de água de acordo com o sabor mais ou menos marcante que você deseja.

 

Divulgação/Terceiro Nome


SORVETE DE ARATICUM
Ingredientes
3 litros de leite integral
1 colher de sobremesa de emulsificante
1 quilo de açúcar
600 gramas de polpa de araticum
1 pitada de sal
Cravo a gosto

Como preparar


Deixe o leite ferver durante mais ou menos 1 hora em fogo baixo junto com o açúcar, o sal e o cravo. Acrescente então a polpa de araticum. Espere engrossar um pouco e retire do fogo. Para transformar esta receita em sorvete, basta acrescentar mais 1 litro de leite a 400 gramas do doce. Bata bem no liquidificador para dissolver quaisquer grumos. Transfira a combinação para uma batedeira. Adicione uma colher de sobremesa de emulsificante. Bata por pelo menos 10 minutos. Leve ao freezer por 40 minutos. Retire e volte a bater na batedeira por mais 10 minutos. Leve ao freezer por duas horas em uma tigela, envolta em filme plástico. Retire e sirva.

 

Divulgação/Terceiro Nome

SORBET DE PITANGA
Ingredientes
1 quilo de pitangas maduras
400 gramas de açúcar
1/2 litro de água

Como preparar


Passe as pitangas por um processador para retirar os caroços. Misture a água com o açúcar e leve ao fogo até que derreta totalmente. Deixe esfriar. Em seguida, adicione as pitangas, mexendo bem por um minuto. Leve ao freezer por 40 minutos. Retire. Transfira para uma tigela e use a batedeira por 10 minutos. Leve ao freezer novamente e repita a operação de congelar e bater a mistura por pelo menos três vezes ou até quando achar que a massa do sorbet ganhou ar suficiente. Deixe então no refrigerador até a hora de servir. Embora dê um pouco de trabalho, é muito melhor retirar as sementes uma a uma, na mão. Assim, o aproveitamento da fruta é maior.

 

 CONHECENDO AS VOZES DOS BICHOS

As vozes dos bichos recebem os seguintes nomes:

 

 Voz Animais Lingua Portuguesa Onomatopeias Som Palavras

Arrulho: pombo
Balido: ovelha, carneiro
Barrido: elefante
Berro: cabra, carneiro
Cacarejo: galinha
Chilrear: pássaros
Coaxar: sapo, rã
Cricri: grilo
Ganido: cachorro
Gorjeio: pássaros
Grunhido: porco, javali
Guincho: macaco, gavião
Latido: cachorro

 Voz Animais Lingua Portuguesa Onomatopeias Som Palavras

Miado: gato, onça
Mugido: boi
Relincho: cavalo
Rosnado: cachorro, lobo, raposa
Uivo: cachorro, lobo
Zumbido: abelha, vespa
Zurro: burro

 

 

 

CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL

a) Um camelo consegue beber 120 litros de água em 10 minutos. Ele retém água para 8 dias. Porém, a girafa e o rato podem viver sem água mais tempo que o camelo.
b) As girafas atingem 7 metros de altura. Apesar do tamanho, o seu pescoço tem apenas 7 ossos, o mesmo número de ossos que o pescoço do homem. A cabeça da girafa fica a mais de 2 metros de distância do coração. Para fazer o sangue subir, o coração precisa ser muito forte. O coração da girafa é 43 vezes maior que o do homem.
c) O porco-espinho tem, em média, cerca de 30.000espinhos. Ele é um excelente nadador, porque os espinhos o ajudam a flutuar.
d) As grandes orelhas do elefante servem para resfriar o animal. Quando o sangue
passa pelos vasos próximos à superfície das orelhas, se resfria com o vento. Além disso, abanar as orelhas também ajuda a refrescar.
e) A carapaça das tartarugas é a própria pele que engrossou e ficou dura. Elas não
conseguem sair da carapaça, mas colocam a cabeça e as patas para fora.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL 

 

a) A anta é maior mamífero terrestre do Brasil. Pode atingir até 2 metros de comprimento e 1 metro de altura, chegando a pesar 300 quilos.
b) Cada salto em distância do canguru alcança 10 metros, enquanto o sapo pula até 5,5 metros. Em termos de altura, o canguru alcança 2,7 metros, menos que o puma, que atinge 3,1 metros.
c) O beija-flor bate as asas 90 vezes por segundo, quatro vezes mais que a libélula.
Ele voa de frente, de costas e até de ponta-cabeça. Procura néctar em cerca de 2.000 flores
por dia.
d) A preguiça movimenta-se lentamente durante a noite e dorme de dia ( mais de 18 horas ). Tem um pescoço que pode até 180 graus. Assim, não precisa mexer o corpo para olhar o que está acontecendo ao seu redor.
e) Os morcegos são os únicos mamíferos que sabem voar. Eles não são cegos, embora tenham dificuldade de enxergar em locais mal-iluminados, mesmo sendo animais de hábitos noturnos. Usam o nariz em forma de ferradura para emitir ultra-sons que os ajudam a detectar obstáculos em sua trajetória de vôo e desviar-se deles.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL



a) Os dois únicos mamíferos ovíparos, isto é, que botam ovos, são o ornitorrinco e a equidna, os quais vivem exclusivamente na Austrália.
b) Outro animal exclusivo da fauna australiana é o casuar, uma ave corredora, com asas curtas e patas fortes, semelhante ao avestruz.
c) A preguiça é um mamífero curioso, que tem o corpo coberto por pelos grossos e
longos, que vive nas matas, movimentando-se nas árvores muito lentamente ( daí o seu nome ). Dorme de dia e movimenta-se à noite, alimentando-se de folhas das árvores.
d) Os morcegos são os únicos mamíferos que voam. Eles não são cegos, embora tenham dificuldade de enxergar e tenham hábitos noturnos. Eles usam o nariz para emitir ultrassons que os ajudam a detectar obstáculos em sua trajetória. Essas vibrações atingem os objetos e voltam em sua direção, permitindo avaliar o seu tamanho e localização.
e) O pica-pau é uma ave com ouvido muito apurado, que consegue localizar as larvas de insetos dentro do tronco e galhos das árvores. Então fura a árvore no ponto certo, dando repetidas bicadas e abrindo um buraco, que lhe permite introduzir a língua e apanhar a larva



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL 



a) O maior ovo é o do avestruz, que mede 15 - 20 cm e pesa 1,2 kg, equivalente a duas dúzias de ovos de galinha; enquanto o menor ovo é o do beija-flor, com 1,2 cm.
b) As cobras comem a cada 15 dias, em média. Elas demoram todo esse tempo para comer de novo porque a sua digestão é muito lenta, já que elas engolem suas presas inteiras,sem mastigar.
c) Conforme a espécie, uma lacraia ou centopéia tem de 28 a 354 patinhas!
d) Testes feitos por cientistas com diversos animais, mostram que o chimpanzé e o golfinho são os mais inteligentes.
e) O falcão voa bem alto e possui excelente visão. Quando ele avista uma presa, se lança sobre ela num vôo tão rápido que chega a atingir 300 km/hora!
f) As formigas-correição são conhecidas por saírem de seu ninho em bandos enormes, que caminham em fileira, atacando e devorando todos os pequenos animais que encontram, tais como: lagartas, lesmas, grilos, baratas, aranhas, escorpiões, etc.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL



a) As formigas-correição costumam sair do formigueiro em bandos enormes, com milhares de indivíduos que desfilam, durante horas, atacando e devorando todos os pequenos animais que encontram, tais como: lagartas, lesmas, grilos, baratas, aranhas, escorpiões, etc.

b) O cavalo-marinho é um pequeno peixe com aparência de um cavalo. Curiosamente, a fêmea deposita os ovos ( em número de 200 - 400 ) em uma bolsa ou saco abdominal do macho, onde são incubados. Portanto, o macho é que fica grávido.


c) O louva-deus, apesar da sua atitude que lembra uma pessoa em oração, é um inseto predador de outros insetos. Algumas espécies chegam a praticar o canibalismo, não sendo raros os casos em que a fêmea, de tamanho maior, devora o macho após a cópula.


d) Quando em perigo, os elefantes formam um círculo, com os mais fortes na frente,
protegendo os mais fracos.
e) Toda as cobras produzem uma substância tóxica, porém poucas espécies possuem a capacidade de injetá-la porque não possuem dentes para isso. O veneno misturado à saliva ajuda na digestão das presas engolidas. As cobras que conseguem injetar o seu veneno são consideradas peçonhentas. No Brasil, a jararaca é responsável por 85% dos casos de picada em seres humanos. Depois, vêm a cascavel e a coral.



CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL




Fotos de Stock: Reino animal. Imagem: 14225143

a) O animal que vive mais tempo é a tartaruga de Galápagos, que pode viver até 360
anos.
b) O animal mais veloz na terra é o guepardo, que pode atingir a velocidade de 100 Km/hora. O mais veloz no ar é o falcão peregrino, capaz de mergulhar à velocidades de 300 Km/hora.


c) O animal de língua mais comprida é o tamanduá, cuja língua pode medir até 50 centímetros. Ela libera um líquido doce que serve de isca para atrair formigas e cupins. Sua boca, no entanto, tem apenas 2,5 centímetros de largura.
d) O animal mais fedido é o zorrilho africano; quando se sente ameaçado, ele esguicha um líquido mal-cheiroso que provém de suas glândulas anais.
e) A rêmora é um pequeno peixe que possui, na parte superior da cabeça, uma placa com várias ventosas, utilizadas para sua fixação em animais maiores ( baleia, tartarugas e outros peixes, como cação e tubarão ) e até mesmo em barcos. As rêmoras são assim transportadas sem despender nenhum esforço.



CONHECENDO AS REGIÕES POLARES



Chamam-se pólos terrestres cada um dos pontos em que o eixo de rotação da Terra
encontra sua superfície. Distinguem-se os pólos norte e sul.
Na região polar norte não há continente, somente uma área do Oceano Ártico permanentemente congelado, apesar de incluir parte da Groenlândia. Já na região polar sul fica a Antártida, um continente maior que o Brasil. No inverno, por causa do congelamento do mar vizinho, a parte sólida aumenta de tamanho, ficando quase do tamanho da África.
Na região polar norte vive uma pequena população humana nativa - os esquimós, que constroem casas com blocos de gelo, chamadas iglus. Nessa região também vivem ursos polares, assim como focas, morsas e baleias.
Em contraste com a região polar norte, a Antártida é um continente gelado rodeado pelo oceano, em parte também congelado. Aí vivem os pingüins, assim como o krill, semelhante ao camarão, que serve de alimento para animais maiores, como focas e baleias.
Na região polar sul praticamente não há noites no verão. Já no inverno, é o dia que
não amanhece. Nas áreas próximas ao pólo sul, o sol brilha por seis meses consecutivos; mas em compensação, escurece em maio e só amanhece em outubro.
Por outro lado, no pólo norte o sol nasce em março e só se põe em setembro.



CONHECENDO SUBSTANTIVOS COLETIVOS DE PLANTAS



O substantivo representa a palavra que nomeia os seres de uma forma geral1. Algodoal - algodoeiros
2. Arboreto - árvores cultivadas
3. Bananal - bananeiras
4. Cacho - uvas, bananas
5. Cafezal - cafeeiros
6. Eucaliptal - eucaliptos
7. Feixe - capins
8. Flora - plantas
9. Floresta - árvores
10. Folhagem - folhas
11. Gramado - gramas
12. Laranjal - laranjeiras
13. Penca - flores, frutas
14. Pomar - árvores frutíferas
15. Raizame - raízes
16. Ramagem - ramos
17. Ramalhete - flores
18. Renque - árvores enfileiradas
19. Réstia - alhos, cebolas
20. Trigal - plantas de trigo

 
Veja ! Intalações para Caprinos, Colostro, Conhecimentos Gerais em Crosta Terrestre, Mamiferos Aquaticos, Bananeiras, Plantas com Espinhos, Plantas Têxteis, Comportamento Animal, Maracujá, Terrariums e Anemia em Equinos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 30 de Setembro de 2014 08:34

Instalações e Fases de Criação dos Caprinos

 



O chiqueiro recomendado para a criação de caprinos deve ser rústico, destinado ao abrigo e manejo dos caprinos. Deve ser construído utilizando materiais existentes na propriedade, tais como madeira redonda e palha de babaçu ou carnaúba para a cobertura, com piso de chão batido.

O tamanho do chiqueiro deve ser definido de acordo com a dimensão do rebanho, recomendando-se uma área útil de 0,8 m2 a 1,0 m2, para cada animal adulto. É importante que o chiqueiro apresente, internamente, pelo menos quatro divisões, destinadas para lotes de animais nas seguintes fases de desenvolvimento.
  • Cabras em estado avançado de gestação (próximas à parição) e cabras recém-paridas.
  • Animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores).
  • Cabriteiro (animais em lactação).
  • Cabritos desmamados.

A primeira divisão deve dar acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada. Esta área permite manejar adequadamente as cabras próximas à parição e as cabras recém-paridas, evitando a ação de predadores e a ocorrência de miíases (bicheiras) nos animais recém-nascidos.

Em cada uma das divisões reservadas tanto aos lotes de cabras próximas à parição e as recém-paridas, quanto para os animais em reprodução e desmamados, devem ser colocados cochos para sal mineral para a suplementação dos animais.

Os cochos podem ser feitos de pneus, de tábuas ou de troncos ocos encontrados na propriedade e devem ficar posicionados a uma altura de 0,50 m do solo, podendo, sobre eles, ser colocado um protetor, constituído por ripa ou arame, a uma altura de cerca de 0,30 m acima da altura do cocho, para evitar a entrada de animais.

 

 

Bezerros Leiteiros: Colostro e Colostragem

 


O que é Colostro?

Colostro é a primeira secreção da glândula mamária obtida na primeira ordenha pós-parto. Até dois a três dias após o parto, a vaca produz o leite de transição e, a partir deste momento, segue-se a produção de leite. [1]
O colostro é uma secreção amarelada e viscosa, distinguindo-se consideravelmente do leite, como pode ser observado na figura 1. As diferenças entre leite e colostro não se restringem aos aspectos físicos, facilmente visualizados, mas também à composição nutricional dos dois produtos. A tabela abaixo demonstra algumas características nutricionais do colostro e do leite. [1]

Tabela 1 - Composição nutricional do colostro (duas ordenhas) e do leite


Fonte: adaptado de A Guide to Colostrum and Colostrum management for dairy calves, 1995.

O colostro é um alimento altamente nutritivo, rico em substâncias imprescindíveis para a saúde do neonato. A densidade e a percentagem de sólidos totais estão intimamente relacionadas, sendo que, quanto maior a quantidade de sólidos, maior será a densidade da secreção e maior a quantidade de nutrientes na solução. As gorduras serão utilizadas pelo neonato principalmente como fonte energética para a manutenção do seu metabolismo e temperatura normais. As proteínas além de participarem do metabolismo e desenvolvimento do animal, conferem proteção contra doenças. Percebe-se que, a quantidade dos nutrientes que compõem o colostro reduz continuamente, com o tempo e com o número de ordenhas, até atingir a composição do leite. [2]

Qual a importância do colostro para os bezerros?

O colostro, além de ser o alimento ideal para os neonatos, devido às suas características nutricionais, também possui diversas outras funções. É fonte de células de defesa maternas, hormônios, fatores de crescimento e fatores antimicrobianos que atuam no desenvolvimento do sistema digestivo do bezerro e o protegem contra doenças. [2]

O fornecimento do colostro ao bezerro a uma temperatura adequada auxilia na manutenção da temperatura corporal do neonato e evita a ocorrência de doenças subsequentes. A grande quantidade de gordura presente no colostro é a principal responsável pela manutenção da temperatura corporal, pois a partir da sua queima há a produção da energia necessária para esta função.

Assegura-se, porém, que a função de maior importância desempenhada pelo colostro seja a transferência de imunidade passiva.
 
 
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Conhecendo a Crosta Terrestre

 




A crosta terrestre, também chamada litosfera, é a camada externa e sólida do nosso planeta, em grande parte recoberta por água  e envolvida por uma camada gasosa (atmosfera ). Assim, distinguem-se duas partes: a crosta  continental e a crosta oceânica.
   A crosta continental ou emersa tem espessura variável, podendo chegar a 70km; a crosta oceânica ou submersa tem espessura menor, porém abrange área maior ( cerca de 71% da superfície total ).
    Em muitos locais da crosta continental, as rochas que a compõem se encontram expostas ( afloramentos rochosos ); mas freqüentemente estão cobertas por uma capa de material não consolidado, de espessura variando de alguns centímetros até dezenas de metros, que recebe o nome de regolito ou manto de intemperismo. A porção superior do normalmente  se apresenta diferenciada em camadas ( horizontes ), as quais são exploradas pelas raízes das plantas, constituindo o solo.
   A crosta continental se encontra repartida entre os continentes e ilhas. A sua superfície possui relevo irregular, apresentando montanhas, vales, planaltos, planícies, etc. Em vários pontos é penetrada pela hidrosfera, através de lagos, lagoas, rios e afluentes, sendo que  nas regiões polares se apresenta coberta  por geleiras.
    Por outro lado, no interior da crosta freqüentemente se encontram aqüíferos ou lençóis de água subterrâneos, bem como jazidas de petróleo.
 

Conhecendo os Mamíferos Aquáticos

 
 


  Embora a maioria viva em terra firme, muitos mamíferos se adaptaram à vida na  água, seja no mar, seja em rios e lagos.
        Entre os mamíferos marinhos, destacam-se os pertencentes à ordem dos Cetáceos,
cujas patas dianteiras se transformaram em  nadadeiras, as patas traseiras estão ausentes, apresentando também uma nadadeira caudal. Os representantes típicos são as baleias, os maiores de todos os animais. Existem várias espécies, tais como: baleia azul ( a maior ), baleia comum, jubarte, cachalote, rorqual, etc. Em seguida vêm as focas, mamíferos muito numerosos. Depois, seguem-se: lontra marinha, peixe-boi  ou vaca-marinha, leão-marinho, elefante-marinho, morsa, golfinho, dugongo, orca e toninha.
         Entre os mamíferos de água doce, destacam-se: boto, tucuxi, hipopótamo, lontra e ariranha. Existem ainda, mamíferos que podem ser considerados semi-aquáticos, como o castor e a capivara.
 

Conhecendo a Bananeira

 


A bananeira, pertencente à família das Musáceas, é uma planta curiosa. O caule verdadeiro é um rizoma, horizontal e subterrâneo. O que parece ser um caule vertical é um pseudocaule, formado por bainhas das folhas. O fruto é um cacho, com várias pencas de bananas, sem sementes. Após a colheita do cacho, o pseudo-caule deve ser cortado, ou morre naturalmente. O rizoma possui gemas, das quais brotam novas folhas, originando novos pseudocaules, ou seja, novas bananeiras. Assim, forma-se  uma touceira, com tendência a aumentar lateralmente.
 

Curiosidades do Reino Animal

 




          a) Ninho do joão-de-barro.
          b) Teia da aranha.
          c) Chocalho da cascavel.
          d) Tromba do elefante.
          e) Bico do ornitorrinco.
          f) Bolsa do canguru.
          g) Beija-flor, que para no ar.
          h) Morcego: único mamífero que voa e que dorme pendurado de cabeça para baixo.  
 


Conhecendo as Plantas com Espinhos

 



Espinhos são apêndices que se desenvolvem nos caules, ramos ou folhas de plantas pertencentes a diversas famílias botânicas. Fazem parte da estrutura do vegetal, sendo lignificados ( endurecidos ) e pontiagudos, como os da laranjeira. Não é possível removê-los sem causar lesões nos tecidos subjacentes.
Os espinhos não devem ser confundidos com os acúleos, que são formações epidérmicas ( superficiais ) e facilmente destacáveis, como os da roseira. Outra diferença é que os espinhos estão ligados ao sistema vascular, ao passo que os acúleos não possuem elementos condutores de seiva.
As plantas espinhentas ocorrem principalmente nas regiões áridas ( desertos ) e semi-áridas (estepe, caatinga), onde predominam plantas das famílias Cactáceas - cacto, mandacaru, xique-xique; e Bromeliáceas - ananás, gravatá, caroá, macambira.
Outras plantas com espinhos, de diferentes famílias, são: faveleira, arranha-gato, primavera, joá-bravo, urtiga-brava, etc.
Entre as planta frutíferas providas de espinhos, podem ser citadas: laranjeira, limoeiro, abacaxi, figo-da-Índia, etc.
Entre as plantas espinhentas usadas para cercas vivas, destacam-se: coroa-de-Cristo, espinho-de-cerca, pinhão-bravo, etc.
 

Conhecendo as Plantas Têxteis

 
 

Fonte:portugaldigital
O termo têxtil é usado para designar todos os tipos de fibras, fios e tecidos , naturais ou sintéticos, que servem para a fabricação de uma grande variedade de produtos. Podem ser de origem animal ( lã, seda ), vegetal ( algodão, linho ) ou artificial ( náilon, poliéster ). As fibras de origem vegetal são, sem dúvida, as mais importantes.
Chamam-se plantas têxteis aquelas que fornecem fibras para a produção de artefatos tais como: tecidos, vassouras, redes, tapetes, etc.
De acordo com a parte da planta de onde provêm as fibras vegetais, podem ser sub-divididas em: a) fibras de sementes; b) fibras de entrecasca; c) fibras de palmeiras.
1. Fibras de sementes. Muitas sementes possuem um revestimento piloso que facilita o seu transporte pelo vento. Algumas, porém, são providas de quantidade tão grande que podem ser empregadas na indústria têxtil. Como exemplos, podem ser citadas: algodão, paina, taboa, etc.
2. Fibras de folhas. Outras plantas possuem folhas ricas em fibras, que também são empregadas na indústria têxtil. Exemplos: sisal ou agave, caroá, guaxima, etc.
3. Fibras de entrecasca. Neste caso, as fibras se localizam no líber ou floema. Exemplos: linho, cânhamo, juta, rami, etc.
4. Fibras de palmeiras. Grupo heterogêneo, no qual se incluem fibras procedentes de várias partes da planta: a) frutos - coqueiro-da-bahia; b) folhas - piaçava, carnaúba, buriti, etc.


Conhecendo o Comportamento Animal

 



Para sobreviver e crescer, os animais executam uma série de atividades que caracterizam o seu comportamento: defender o seu território, acasalar-se, busca de alimentos, ataque e defesa, formação de grupos, etc.
Chama-se território a área que o animal utiliza para obter os recursos vitais que necessita. Geralmente, o macho procura se acasalar com uma ou mais fêmeas. Algumas espécies são polígamas, outras são monógamas. De qualquer modo, há necessidade de construir ninho ou toca para abrigar os filhotes.
Muitas espécies se organizam em grupos, seja do tipo familiar ou social. A vida em grupo facilita tanto a caçada ( leões ) como a defesa ( búfalos ). As organizações mais complexas são as dos chamados insetos sociais, que formam grandes colônias, como as abelhas, vespas, formigas e cupins.
Encontrar comida adequada e em quantidade suficiente é uma tarefa essencial a todos os animais. Alguns possuem dieta especializada - os coalas se alimentam exclusivamente de folhas de eucalipto e os pandas comem principalmente brotos de bambu. Muitos animais são herbívoros, como os ruminantes; outros são carnívoros, como os felinos e as aves de rapina. Existem ainda animais de dieta generalizada (onívoros), como os macacos, os ratos e os porcos.
Numerosas são as adaptações para ataque:dentes e garras (felinos), bicos e garras ( aves de rapina), órgão inoculador de veneno (aranhas, escorpiões, cobras ), etc.; e também para defesa: carapaças (caracóis, conchas, tartarugas, etc.), espinhos (ouriço, porco-espinho, etc.).
Várias são as táticas de ataque (emboscada, caça em grupo, etc.) e de defesa (camuflagem, mimetismo, entrar na toca ou subir em árvore.
Há ainda animais migradores, como os gnus; e os que hibernam, como o urso polar.
 
 

 

 

Produtores começam a descobrir a prodção da cultura do maracujá

 


O Brasil produz 85% do maracujá consumido no mundo e a fruta é a terceira mais consumida, perdendo apenas para a laranja e o caju. Só o Estado do Rio de Janeiro tem sete agroindústrias de suco e polpa de maracujá. Todas operam de forma ociosa e importam frutos de outros Estados como Bahia, Espírito Santo e São Paulo para atender boa parte da demanda.

De acordo com dados do pesquisador  Eder Resende, da UENF, o Estado do Rio de Janeiro produz sete mil toneladas de maracujá/ano. Cerca de 2,4 ton viram suco e geram R$ 9,8 milhões na economia local. Se a totalidade da pectina da casca fosse aproveitada outros R$ 6,3 milhões seriam gerados. Na produção de óleo, algo em torno de 64 ton comercializados a R$ 15 o quilo, outros R$ 972 mil. “Isso mostra o potencial da região que ainda não está sendo aproveitado”.

“O maracujá exige cuidados como a escolha correta de mudas (enxertadas se necessário), adubação, irrigação, polinização e poda. Mas é uma cultura que dá muito retorno”, afirmou José Roberto. Uma das técnicas de produção que estão sendo testadas e adotadas pelos produtores é a enxertia de mudas sobre a cultivar de maracujá doce. A prática garante maior sobrevivência da planta em função da resistência aos ataques de doenças do solo. A Pesagro e a Embrapa, em parceria com produtores, criou quatro unidades demonstrativas no Rio de Janeiro para avaliar os resultados.

As pesquisas para novas cultivares não levam em consideração apenas os aspectos agronômicos (boa produtividade e resistência a pragas e doenças), mas também características que interessam ao mercado como frutas com propriedades funcionais, ornamentais, doces ou azedas.

Um produtor que acabou de ter a sua primeira experiência com a cultura revela surpresa. José Roberto de Oliveira, dono de uma pequena área de meio hectares, em Ubá, no Rio de Janeiro,  consorciou maracujá com laranja. “Eu não tinha experiência com maracujá e tratei de aproveitar os espaços e seguir as recomendações técnicas. Também plantei do tipo comum para comparar com o maracujá da Embrapa. Estou muito satisfeito com os resultados”. Ele diz que em 420 pés deverão ser produzidos 20 t/ha  o que oferecerá uma renda aproximada de R$ 35mil.

A estratégia adota por José Roberto faz parte do projeto APL Maracujá que prevê a recuperação da cultura na região por meio de trabalhos em rede com instituições de pesquisa, ensino e extensão, com o objetivo de fomentar a cooperação técnica, a promoção da inovação mais o diálogo permanente para superar os gargalos da cadeia produtiva.

 

 

TERRARIUMS

 

 
 
Um  recipiente   fechado   ou   semifechado onde  seja  possível  cultivar  plantas é denominado terrarium  ou  terrário  e fornece  um  excelente  meio  para cultivo de jardins  em  escala  miniatura. É  possível  desfrutar  das  belezas de  uma  pequena floresta,  num  ambiente  fechado, que complemente  com  um  toque  de natureza qualquer  canto  de  um  ambiente, quer  seja  numa sala de  estar, num  terraço ou varanda.
 
Solo

Mistura esterilizada de solo para plantas, disponível em lojas especializadas ou no campo natural.

Brita, cacos de telhas ou argila expandida para drenagem.
Carvão ativado.

Recipiente
Pode-se usar garrafas de diversos tamanhos e formatos com tampas ou rolhas, aquários, recipientes diversos, transparentes ou de cor clara. Entretanto, é bom verificar a largura da abertura do recipiente, para que se possa introduzir as plantas com facilidade.


Observar um terrarium é uma atividade relaxante.


 
 


Tente, invente. Como adoro plantas, meu olhar investigador, sempre vê possibilidades para uma mudinha crescer nos mais improváveis recipientes.
Com carinho, tudo brota.
 
 
 
 
 


ORAÇÃO PELA TERRA
 

Agradecemos-te Senhor,
Pelo nosso pequenino planeta terra
Que tu fizeste azul para espelhar o céu,
Pela energia viva que dele emana
E pelas primaveras que, deveras,
Veraneiam os invernos de nossos outonos.
Entristecemo-nos Senhor,
Pela fumaça profana que faz arder este santuário
Pela crueldade fétida impingida aos rios e oceanos,
E pelos desertos áridos tornados terras malditas.
Ajuda-nos Senhor,
Em nome do arco-da-íris do nosso olhar,
Em nome dos animais que ainda pastam solenemente,
E em nome da nuvem que navega no vento,
A trabalhar como irmãos do Sol e da Lua
Para que toda a natureza volte a ser o rosto risonho de Deus.
E assim,
Quando voltarmos um dia para o seio da mãe-terra,
Pois de lá viemos e para lá retornaremos,
Possamos nós ter deixadas vivas a esperança e a saudade
De quem buscou constantemente o novo céu e a nova terra.
 
 
 

Controlar a anemia infecciosa valoriza a criação de cavalos

 

Roberto Pinheiro/DivulgaçãoEvitar a reutilização de seringas e quaisquer outros objetos que possam ter sido contaminados com sangue é uma das principais estratégias para se evitar a transmissão da AIE (Anemia Infecciosa Equina), uma doença infectocontagiosa que atinge eqüídeos, além de cavalos,também pode atingir muares e asininos, e que provoca a destruição maciça de hemácias, as células vermelhas do sangue.

Os fazendeiros que conseguiram o controle a AIE, conseguem ainda  valorizar a equideocultura.  A principal precaução tomada por estes fazendeiros é evitar o contato de um equídeo com o sangue de outro, já que o sangue contaminado é a principal fonte de infecção desta enfermidade. A medida não só evita que a AIE se espalhe, caso algum animal seja infectado, como também previne o contágio por outras doenças que podem ser transmitidas desta mesma forma.

Na prática, isto significa utilizar agulhas hipodérmicas e seringas estéreis, preferencialmente descartáveis, esporas não pontiagudas e higienizar freios e quaisquer outros utensílios que possam ter tido contato com o sangue do animal. Esta é a tecnologia proposta pela Embrapa Pantanal para a prevenção e o controle das doenças transmitidas pelo sangue de equídeos infectados a equideos sadios, com ênfase na prevenção e controle da AIE. Um aspecto também muito importante a ser considerado nesta tecnologia é o descarte apropriado das agulhas após a sua utilização.

 
Veja ! Conhecimentos Gerais em Bonsai, Animais com Chifre, Saprófitos, Poluição, Plantas Têxteis, Fauna Marinha, Reino Vegetal, Hortaliças, Insetos Sociais, Aves Aquáticas, Flores Ornamentais, Animais que Voam e Animais Quadrúpedes... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 27 de Setembro de 2014 08:35

Conhecendo a Arte do " BONSAI "

 


" Bonsai " é uma palavra japonesa que designa a arte de cultivar árvores mantendo-as anãs guardando, porém, todas as características da árvore de tamanho normal. As miniaturas de árvores como carvalho, pinheiro, cerejeira, cedro, etc. são plantadas em vasos e usadas como ornamento. Em seu estado natural, essas árvores alcançariam vários metros de altura.
O segredo para controlar o seu desenvolvimento é submetê-las a podas periódicas e adubá-las com fertilizantes apresentando deficiências de certos nutrientes, em ambientes com escassez de água e de luz.
O seu sistema radicular permanece reduzido e dotado de pequenos troncos retorcidos e folhas minúsculas. Quanto menores forem,mais tortuosas se tornarão, dando a impressão de serem plantas velhas; e mais apreciadas serão. Algumas dessas árvores mirradas chegam a durar mais de um século.
Os japoneses praticam a arte do bonsai há muitos séculos, a qual vem se expandindo para outros países do Ocidente, principalmente os Estados Unidos.




Conhecendo os Animais com Chifres

 


Chifres são protuberâncias rijas inseridas na cabeça de certos animais, principalmente mamíferos, que lhes servem de arma de ataque e defesa.
Os chifres dos mamíferos podem ser de 4 tipos:
a) Apêndices ósseos derivados do osso frontal, cobertos por uma bainha córnea de ceratina, como nos bovinos, caprinos e ovinos.
Tanto as protuberâncias ósseas como as bainhas são permanentes e de crescimento lento.
b) O segundo tipo é exclusivo do antílope americano, no qual a bainha córnea cai e se renova anualmente.
c) O terceiro tipo ocorre nos cervídeos ( veados em geral ), nos quais os apêndices ósseos são ramificados e revestidos de pele macia e vascularizada, sendo mais propriamente chamados de galhada. Ao completar o crescimento, a pele seca, fende-se e cai em tiras, deixando livre a parte óssea, que acaba por se desprender também. São chifres anuais.
d) A girafa e o ocapi apresentam o quarto tipo, formado também por osso, que é
curto e revestido por pele e pelos; tanto o cerne de osso como o revestimento são permanentes.
Nos rinocerontes existe , sobre o focinho, uma ou duas protuberâncias formadas exclusivamente por fibras aglutinadas longitudinalmente.
Em geral, apenas os machos possuem chifres e, quando ambos os possuem, nas fêmeas eles são mais fracos.
 
 
 

Conhecendo os Saprófitos

 



Denominam-se saprófitos os vegetais heterótrofos, isto é, incapazes de produzir compostos orgânicos a partir de inorgânicos ( fotossíntese ) e que se alimentam de restos de organismos mortos. Não confundir com parasitas, que obtêm alimento de organismos vivos.
Como exemplos de saprófitos podem ser citados a maioria dos fungos e bactérias e
algimas plantas superiores desprovidas de clorofila, como a Neótia - uma orquidácea saprófita.
São os saprófitos que, por fermentação em cadeia , decompõem os excrementos e os restos vegetais e animais, devolvendo ao solo os nutrientes minerais necessários à nutrição das plantas verdes ( providas de clorofila ); e devolvem à atmosfera o gás carbônico que essas plantas assimilam por fotossíntese. Portanto, os saprófitos desempenham papel ecológico muito importante, permitindo a reciclagem dos nutrientes minerais.
 

Conhecendo a Poluição

 


O termo poluição designa o conjunto de compostos tóxicos introduzidos no ambiente, que alteram as condições ecológicas naturais, de modo a prejudicar os recursos biológicos, ou seja, a flora, a fauna e o próprio homem. Os agentes que causam essas alterações são chamados poluentes. Estes são, em geral, substâncias sólidas, líquidas ou gasosa que poluem o ar, a água e o solo.
Os poluentes podem ser naturais, como as erupções vulcânicas, que lançam cinzas e gases tóxicos, ou decorrentes da atividade humana, como o aumento do teor de gás carbônico na atmosfera, em conseqüência do uso de combustíveis.
O homem sempre poluiu a natureza, o problema é que, nos últimos anos, a intensida-
de de poluição vem aumentando progressivamente.
As principais fontes de poluição são: a) produção e utilização de combustíveis, incluindo vazamentos e lançamentos na atmosfera, de diversos compostos tais como: gás carbônico, óxidos de enxofre, óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos; b) atividades da indústria química, fonte de numerosos poluentes, alguns de difícil decomposição ( plásticos, pneus velhos, pilhas usadas, etc.); c) atividades agrícolas, pelo uso de fertilizantes, principalmente nitratos; e uso de agrotóxicos ou defensivos agrícolas ( inseticidas, fungicidas, herbicidas, etc. ).
Os poluentes atmosféricos podem passar para a água e o solo, através da chamada chuva ácida. Os óxidos de enxofre, em contato com a água da chuva, são convertidos em ácido sulfúrico; do mesmo modo, os óxidos de nitrogênio são convertidos em ácido nítrico


Conhecendo as Plantas Têxteis

 
 
 
 
Dá-se o nome de plantas têxteis àquelas que produzem fibras que podem ser convertidas em fios para tecelagem. Além das fibras vegetais há também fibras animais, como a lã e a seda, e fibras artificiais, como rayon, nylon, etc.
As fibras vegetais podem proceder: a)das sementes ( algodão, paina ); b) das folhas (sisal, caroá ); c) da entrecasca ( linho, cânhamo, juta, rami ); d) de palmeiras (piaçava, tucum ).
O cultivo das plantas têxteis está relacionado com as condições climáticas, o que explica a sua localização nas regiões tropicais e subtropicais ( algodão, juta ) ou nas regiões temperadas ( linho, cânhamo ).
Cultivam-se dois tipos de algodoeiro; a) herbáceo e anual, de clima tropical úmido; b) arbóreo e perene, de clima semi-árido, como o Nordeste brasileiro. Existem diversas variedades sendo que o algodão mais valorizado é o de fibra longa. Estima-se que 50% da produção mundial de fibras provém do algodoeiro.
O linho é uma planta têxtil de cuja entrecasca é extraído um óleo secativo ( linhaça ), assim como as sementes de algodão fornecem óleo para culinária. São ao mesmo tempo, plantas têxteis e oleaginosas.
Além das fibras para tecidos, são produzidas também fibras para artefatos como esteiras, tapetes, vassouras, cordas, etc. Entre as plantas utilizadas para estas finalidades podem ser citadas: rami, fórmio, juta, piaçava, etc.  
       
 
 

Conhecendo a Fauna Marinha




Os mares e oceanos são meios privilegiados para várias formas de vida. Aliás, admite-se que a vida iniciou-se no mar.
            Como meio favorável para a vida, as águas salgadas do mar abrigam maior número de organismos do que os meios terrestres, por diversas razões: a) temperaturas menos instáveis; b)suprimento de água muito mais fácil; c) suprimento de oxigênio e dióxido de carbono necessários à sua existência; d) suprimento de sais minerais indispensáveis ao seu crescimento; e) voracidade com que os animais maiores devoram os menores.
            De modo geral, existem vários grupos de animais marinhos, dentre os quais se destacam os seguintes:
          a) Peixes, com milhares de espécies, incluindo: atum, bacalhau, sardinha, cavalo-marinho, tubarão, etc.
         b) Mamíferos aquáticos, tais como baleia, orca, foca, golfinho, etc.
         c) Moluscos: ostra, polvo, lula, etc.
          d) Crustáceos: caranguejo, camarão, lagosta, etc.
          e) Equinodermas: estrela-do-mar, ouriço-do-mar, etc.
          f) Celenterados: anêmona-do-mar,coral, medusa, etc.
          g) Espongiários: esponjas
              h) Anelídeos: vermes segmentados
              i) Platielmintos: vermes achatados
              j) Nematelmintos: nematóides
              k) Animais microscópicos que constituem o zooplâncton.
      A comunidade  dos animais marinhos distribui-se por três ambientes distintos:
a) camada superficial das águas marinhas, habitada por numerosos animais microscópicos  e plantinhas flutuantes que constituem o plâncton; b) zona costeira ou litorânea, onde se encontram vermes, moluscos ( caracol, lesma ), corais e esponjas, crustáceos (caranguejo, camarão) e a maior parte dos cardumes de peixes comerciais; c) zona do mar alto, onde vivem peixes, lulas e polvos, tartarugas marinhas e cetáceos (baleia, golfinho) .
 

Curiosidades do Reino Vegetal

 




a) Os cactos são plantas adaptadas às regiões áridas, podendo passar longos períodos sem água. São plantas suculentas, geralmente desprovidas de folhas. Em vez de folhas normais, que transpiram muito, possuem espinhos ou simples escamas, que não só evitam a
perda de água, mas também protegem essas plantas do assédio dos animais.
      b) Cipós e lianas. O termo cipó se aplica às plantas trepadeiras, isto é, capazes de se distribuírem no espaço usando como suportes os caules e os ramos de outras plantas. Por lianas são conhecidos os cipós de consistência lenhosa. As lianas ou cipós também podem escorar-se sobre rochas ou suportes metálicos como pérgulas, caramanchões, colunas, etc. São muito comuns nas florestas das regiões tropicais e subtropicais.
        c) O guaranazeiro é um arbusto trepador, que ocorre naturalmente na Bacia Amazônica. Também é cultivado para a produção de guaraná, uma bebida estimulante extraída de suas sementes. A ação estimulante do guaraná é devido ao seu alto conteúdo de cafeína.
          d) As micorrizas são associações simbióticas entre as raízes de muitas plantas superiores e determinados fungos do solo. As micorrizas proporcionam às plantas maior absorção dos nutrientes minerais, através das hifas ou micélios dos fungos; e estes, por sua vez, retiram nutrientes orgânicos da seiva elaborada das plantas. 
 

Curiosidades do Reino Vegetal




a) O girassol é uma planta anual que se caracteriza por apresentar uma  grande inflorescência ( reunião de flores ) com 10 a 15cm de diâmetro, a qual possui  heliotropismo positivo, isto é, gira lentamente, acompanhando o movimento do sol.
            b) A era é uma planta trepadeira  que possui raízes adventícias fixadoras,  que permitem o seu crescimento até em muros e paredes.
             c) O estranho baobá, árvore típica das savanas africanas, é a árvore mais volumosa: apesar de não ultrapassar 30m de altura, possui tronco bastante engrossado, chegando a medir 20m de diâmetro, na base.
              d) A jaca é uma fruta exótica, de grande tamanho, chegando a pesar até 20kg. Na realidade, é uma infrutescência, isto é, um agregado de frutas, que nasce no tronco e nos galhos mais grossos da jaqueira.  
 

Curiosidades do Reino Vegetal

 





a) Líquen: associação de  alga com fungo
 b) Drosera: planta carnívora, com armadilhas para pegar insetos.
 c) Indaiá: palmeirinha  sem caule, comum no cerrado.
 d) Bananeira: planta com pseudocaule  formado por pecíolos foliares.
  e) Caju: fruta cuja parte comestível é o pedúnculo.       
 
 
 
 
 
 

Conhecendo as Hortaliças

 




 Hortaliças é a designação dada às plantas cultivadas em hortas, as quais  desempenham papel de grande importância na alimentação humana como fontes de vitaminas e sais minerais. Muitas delas são chamadas de verduras e outras, impropriamente de " legumes ", termo que em Botânica tem um significado preciso, aplicando-se aos frutos secos e deiscentes ( tipo vagem ), característicos  das plantas da família Leguminosas, que inclui a soja, o feijão e o amendoim.
       As hortaliças podem ser melhor classificadas em 4 grupos: a) hortaliças tuberosas, que produzem bulbos, tubérculos ou raízes tuberosas, tais como: batatinha, cebola, beterraba, cenoura, mandioca, rabanete, etc.; b) hortaliças herbáceas, das quais se consomem as folhas, caule ou inflorescências, cozidas ou como salada, exemplificadas por: agrião, alface,couve, couve-flor, espinafre, repolho, etc.; c) hortaliças de frutos, das quais se consomem os frutos ou sementes, tais como: abóbora, abobrinha, chuchu, berinjela, ervilha, feijão-de-vagem, pepino, pimentão, tomate, etc.; d) hortaliças de condimento, usadas como tempero, tais como: alho, cebolinha, hortelã, pimenta, orégano, etc.

Conhecendo os Insetos Sociais




Denominam-se insetos sociais os que vivem em colônias, formando sociedades organizadas, com várias castas de indivíduos que diferem tanto na função como na estrutura. Os indivíduos não sobrevivem fora da colonia, cujo desenvolvimento é controlado por um ou mais indivíduos reprodutores.
         São representados por duas ordens da classe Insetos: a) Himenópteros - abelhas, vespas e formigas; b) Isópteros - cupins.
        1. Abelhas. Formam colonias que vivem em ninhos chamados colméias, produzindo mel e cera. Numa colônia de abelhas encontram-se indivíduos de três castas: uma rainha, numerosas operárias e vários zangões.
       A rainha é responsável pelo desenvolvimento da prole; sua única função é por ovos. As operárias sâo fêmeas estéreis, que se encarregam de todos os trabalhos da colméia: limpeza das células, construção de favos, alimentação da rainha e das larvas que darão origem a novas operárias. Também defendem a colméia e fazem a coleta de pólen e néctar.
     2. Vespas e marimbondos.Constroem ninhos de arquitetura variada, desde células individuais conjugadas até vespeiros  enormes, com grandes populações.Possuem um ferrão venenoso, cuja picada é muito dolorosa.
      3. Formigas. Formam colônias que vivem em formigueiros, onde se encontram  fêmeas fecundas, machos e operárias ( fêmeas estéreis ). Seus ninhos podem estas localizados no solo, com várias câmaras ou " panelas " ligadas por galerias subterrâneas, ou em ocos de paus, troncos de árvores ou embaixo de pedras. Existem vários tipos de formigas: cortadeiras (saúvas, quenquens), lava-pés, caseiras correição, etc.

      4. Cupins.Também chamados térmitas, apresentam castas reprodutoras – casal real, e não-reprodutoras - operárias e soldados. Distinguem-se: a) cupins de madeira, na qual escavam galerias; b) cupins de solo, no qual  erguem ninhos em forma de montículos, chamados cupinzeiros ou " murundus ".

 

 

 

Conhecendo as Aves Aquáticas

 


A maioria das aves tem habitat terrestre, seja no solo, como o avestruz e a ema, seja nas árvores, como o tucano, o papagaio e os pássaros. Porém, existem muitas aves adaptadas à vida aquática.
Em primeiro lugar, devem ser citados os pinguins, cujos membros anteriores se transformaram em aletas que lhes permitem nadar. Habitam a Antártida e regiões vizinhas, alimentando-se de peixes e um pequeno camarão chamado krill.
Um grupo de aves aquáticas é constituído pelas aves marinhas, que possuem
os dedos das patas unidos por uma membrana natatória, como a gaivota, o albatroz, a fragata e o pelicano, que se alimentam de peixes apanhados no mar.
Outro grupo de aves aquáticas são as chamadas palmípedes, isto é, que possuem as patas palmadas, como: pato, ganso, marreco, cisne, etc., que se alimentam de peixes, rãs, moluscos, crustáceos, etc.
Outro grupo de aves aquáticas é representado pelas pernaltas, isto é, aves que têm pernas e pescoço compridos, como: flamingo, garça, cegonha, jaburu, etc. Sem serem exclusivamente aquáticas, freqüentam os pântanos e beiras de rios e lagos, sendo chamadas "aves ribeirinhas". Alimentam-se de animais que vivem nos alagadiços: peixinhos, rãs, caranguejos, lesmas, tatuzinhos, etc.

Conhecendo as Flores Ornamentais


FloresEm mensagem anterior, focalizamos as flores do ponto de vista botânico. Além de serem os órgãos reprodutores das plantas superiores, as flores são admiradas pela beleza de suas formas e cores e se perfume, sendo utilizadas para ornamentação.
As plantas floríferas são cultivadas em floriculturas e jardins, públicos ou residenciais.
As floriculturas geralmente são administradas por profissionais e visam o abastecimento dos mercados floristas. Os amadores cultivam flores em jardins residenciais ( canteiros ) ou em vasos.
As plantas floríferas podem ser de ciclo curto ou longo. As de ciclo curto vivem desde 1 ano até 3 anos; florescem uma ou mais vezes e necessitam ser plantadas de novo. Exemplos: amor-perfeito, petúnia, margarida, boca-de-leão, ervilha-de-cheiro, etc. As floríferas de ciclo longo têm um ciclo de vida superior a 3 anos, tais como: roseira,primavera, angélica, camélia, violeta, etc.
O plantio das plantas floríferas pode ser feito de várias maneiras: sementes, mudas, estacas, bulbos, etc.
Muitas plantas floríferas são trepadeiras, tais como: alamanda, maracujá ( flor-da- paixão ), roseira, primavera, etc.; algumas são epífitas, como as orquídeas; e outras são aquáticas, como: nenúfar, vitória-régia, etc.
 

Conhecendo a Dispersão das Sementes


  Fotos de floresAs sementes são os órgãos de reprodução das plantas superiores, isto é, que produzem flores (Fanerógamas). Elas resultam do amadurecimento do ovário da flor e precisam ser dispersadas para garantir a sobrevivência das plantas. A disseminação das sementes é feita por vários agentes, tais como: vento, água, animais e o próprio homem.
Algumas sementes, como as das orquídeas, são tão pequenas e leves que basta ma ligeira brisa para dispersá-las. Outras plantas desenvolveram estruturas apropriadas para facilitar o seu transporte pelos agentes de dispersão.
Muitas sementes dependem dos animais para a sua distribuição. Neste caso, apresentam ganchos ou espinhos, como o picão e o carrapicho, os quais se prendem aos pêlos dos animais ou à roupa do homem. Outras desenvolveram expansões finas e dilatadas que funcionam como pára-quedas, como é o caso da paineira e da barba-de-bode.
Algumas leguminosa, como a ervilha, quando as vagens secam, se abrem e lançam as sementes à certa distacia da planta.
Animais frugívoros (que comem frutas), como o esquilo, também contribuem para espalhar as sementes de certas plantas.
Outras sementes, como as do lótus, flutuam na água, graças aos espaços cheios de ar que possuem.
A erva-de-passarinho é uma planta parasita, cujas sementes viscosas são dejetadas por passarinhos e grudam nos ramos da p lanta hospedeira, onde germinam.
 
 

Conhecendo os Animais que Voam

 
 


Os animais que voam são aqueles providos de asas, a saber: a) aves; b) insetos adultos; c) morcego.
As asas são apêndices torácicos que funcionam como órgão motor e como superfície de sustentação, que permitem a certos animais locomover-se no ar ( voar ) ou manter-se no ar flutuando ( planar ).
No caso das aves, são duas as asas, constituídas pelos membros anteriores modificados: os dedos têm tamanho reduzido e os ossos do pulso são alongados e soldados, formando uma estrutura de apoio para as penas de vôo. As asas são ligadas ao esqueleto por articulações móveis. A força necessária para voar é dada por dois músculos peitorais, que agitam as asas.
No caso dos morcegos, as asas são os membros anteriores modificados, formados por uma membrana coberta de pêlos, que une os quatro dedos muito alongados de cada mão; só os polegares ficam fora da asa, sendo usados pelo morcego para se dependurar.
Dentre as aves, possuem excelente aptidão para o vôo: a) as aves marinhas ( albatroz, gaivota, pelicano ); b) as aves de rapina (águia, falcão, gavião); c) a maioria dos pássaros (andorinha, beija-flor, pombo ). O beija-flor é a única ave que paira no ar, agitando as asas, para sugar o néctar das flores.
Dentre as aves que não voam, destacam-se os pingüins, cujas asas foram transformadas em nadadeiras; e as ratitas ou aves corredoras ( avestruz, ema, casuar ). Possuem baixa aptidão para o vôo: galinha, peru, pavão, codorna.
No caso dos insetos, só as formas adultas aladas (com asas) voam, podendo ter um único par de asas ( mosca, mosquito ) ou dois pares de asas ( cigarra, gafanhoto, besouro ). Não voam os insetos adultos desprovidos de asas ( traça, formiga, cupim ) e as formas lar-
vais ( lagartas ).
Dentre os mamíferos, à rigor só os morcegos conseguem realizar vôo autêntico. Porém, existem várias espécies que se deslocam pelo ar, planando ou saltando de um galho para outro. Assim, os chamados esquilos-voadores e lêmures-voadores, na realidade não voam mas planam no ar, flutuando com o auxílio de membranas que unem os membros anteriores aos posteriores.
 

Conhecendo os Animais Quadrúpedes

 



O termo quadrúpedes é usado para designar os animais que têm quatro patas, em contraposição aos bípedes ( duas patas ) e aos ápodes ( sem patas ). As aves, o canguru e o homem são exemplos de bípedes, enquanto a baleia, os peixes e as cobras são ápodes.
Entre os mamíferos quadrúpedes, distinguem-se dois tipos de patas: a) com garras; b) com cascos.
São quadrúpedes possuindo patas com garras: a) desdentados - tatu, tamanduá, etc.; b) insetívoros - ouriço, toupeira, etc.; c) roedores - rato, paca, capivara, etc.; d) felinos - gato, leão, tigre, onça, etc.
São quadrúpedes possuindo patas com cascos: a) perissodáctilos - cavalo, burro, anta, elefante, etc.; b) artiodáctilos - boi, cabra, carneiro, veado, etc.
Além dos citados mamíferos, também são quadrúpedes: a) anfíbios - sapo, rã, perereca, etc.; b) lacertílios - lagarto, camaleão, jacaré, crocodilo, etc.; c) quelônios - cágado, jabuti, tartaruga,etc.
Os quadrúpedes de patas com cascos abrangem diversos animais domésticos, quer ruminantes - boi, cabra, carneiro, etc., quer não-ruminantes - cavalo, burro, porco, etc.
 
Veja ! Conhecendo as Linhas Imaginarias, Plantas que Produzem Flores, Flotesta Amazônica, Solo, Reino Animal, Animais Aquáticos, Idade das Arvores, Qualidade das Águas, Georreferenciamento, Curiosidades Geográficas, Reino Animal, Simbiose e Parasitismo,, PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 26 de Setembro de 2014 08:39
“Sou dono das minhas
 
ideias e não me permito andar por outras pernas”.

 
"Flexível sim, não manobrável"

 

CONHECENDO AS LINHAS IMAGINÁRIAS DA TERRA

 



a) Equador. Círculo máximo, situado no meio do globo terrestre, dividindo-o em dois hemisférios: norte e sul.
b) Paralelos. Linhas orientadas na direção leste-oeste ( horizontais no mapa ), perpendiculares ao equador, que servem para determinar as latitudes. O equador corresponde ao ponto zero e os pólos, a 90 graus, norte ou sul. Um grau de latitude corresponde a 111 quilômetros.
c) Meridianos. Linhas situadas na direção norte-sul ( verticais no mapa ), perpendiculares ao equador, que servem para determinar as longitudes. O ponto correspondente a zero graus de longitude fica na cidade inglesa de Greenwich. A longitude é usada juntamente com a latitude para localizar, no seu cruzamento, qualquer ponto da superfície da Terra.
d) Trópico de Câncer. Linha paralela de latitude que marca 1/4 da distância entre o
equador e o pólo norte.
e) Trópico de Capricórnio. Outra linha paralela de latitude que indica 1/4 da distância entre o equador e o pólo sul. No Brasil, o Trópico de Capricórnio passa pelos estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul.
f) Círculo Polar Ártico. Círculo paralelo ao equador que indica 3/4 da distância entre o equador e o pólo norte.
g) Círculo Polar Antártico. Círculo paralelo ao equador que marca 3/4 da distância
entre o equador e o pólo sul.


CONHECENDO AS PLANTAS QUE PRODUZEM FLORES

 




As plantas que produzem flores, chamadas Fanerógamas, abrangem as formas vegetais mais evoluídas; são as plantas predominantes, com mais de 250.000 espécies. Compreendem dois grandes grupos: a) Ginospermas; b) Angios-´permas.
As Angiospermas distinguem -se das Ginospermas ( como as Coníferas ), por produzirem uma ou mais sementes abrigadas dentro de um ovário transformado em fruto; enquanto as Ginospermas produzem sementes nuas, isto é, presas a folhas modificadas, como acontece nas araucárias, pinheiros, etc.
As plantas floríferas se distribuem por quase todos os habitats, exceto geleiras e oceanos, compreendendo a maioria das plantas cultivadas. Apresentam grande diversidade de formas e tamanhos, com alturas variando desde alguns centímetros até cerca de 100 metros ( sequóia, eucalipto ), sendo que alguns exemplares de baobá, na África, chegam a medir mais de 20 metros de circunferência.
A flor completa é composta por uma série de estruturas concêntricas, incluindo: sépalas, pétalas, estigmas com ovário contendo óvulos e estames com bolsa de grãos de pólen. Os óvulos são os gametas femininos e os grãos de pólen, os gametas masculinos.
A polinização ocorre quando um grão de pólen, proveniente dos estames da própria planta ou de flores de plantas vizinhas da mesma espécie, transportado pelo vento ou por insetos, é depositado no estigma e estende o tubo polínico até o ovário. Após a fecundação, o ovário se desenvolve formando o fruto, dentro do qual estão uma ou mais sementes, contendo o embrião de uma nova planta.

CONHECENDO A FLORESTA AMAZÔNICA

 


A floresta amazônica é a maior floresta tropical do mundo, ocupando cerca de 40% do território brasileiro, além de partes expressivas de outros países - Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela e Guianas.
Nela se encontra a maior rede fluvial do mundo, constituída pelo Rio Amazonas e seus numerosos afluentes.
Também chamada de Hiléia Amazônica, ela pode ser dividida em três partes: a) mata de igapó; b) mata de várzea; c) mata de terra firme.
A mata de igapó fica inundada cerca de 10 meses durante o ano e é rica em palmeiras, como a açaí.
A mata de várzea só é inundada por ocasião das enchentes dos rios; tem muitas espécies de valor comercial e de madeiras brancas, destacando-se a seringueira, o cacaueiro, a copaíba, a sumaúma e o gigantesco acaçu. Esses dois últimos tipos de florestas possuem árvores de folhas perenes.
Os rios e igapós são habitados por abundante fauna de peixes e animais aquáticos,
dos quais os mais conhecidos são o pirarucu, o tucunaré e o peixe-boi, este último um mamífero aquático em vias de extinção. Acrescentando-se as várzeas, devem ser incluídos os répteis anfíbios, como o jacaré, as tartarugas ( também ameaçadas de extinção ) e certas serpentes, como a sucuri.
A mata de terra firme nunca fica inundada, correspondendo a mais de 90% da área total da Hiléia. Essa mata é composta por 3 ou 4 andares de vegetação, além de cipós e epífitas ( como as orquídeas ) e vegetais inferiores - cogumelos, liquens, fungos e musgos. Entre as árvores, destacam-se a castanheira, a balata, o mogno e o pau-rosa. É habitada por: a) mamíferos - onça, jaguatirica, macacos, preguiça, quati, roedores, etc.; b) aves - arara, papagaio, tucano, periquito, gavião, etc.; c) répteis - cobras, como a jibóia, lagartos, etc.; d) outros pequenos animais, principalmente insetos

CONHECENDO O SOLO

 



Solo é um corpo natural desenvolvido na porção superior do regolito ou manto de intemperismo. Se a rocha subjacente está próxima da superfície, o solo corresponde a todo o regolito.
A conceituação de solo não é fácil, ficando na dependência do ponto de vista considerado, que pode ser: físico, químico, biológico, pedológico.
Do ponto de vista físico, solo é um corpo sólido, poroso e trifásico. Seu volume se distribui quase quase igualmente entre matéria sólida e poros. Além da fase sólida, o solo contém uma fase líquida ( água ) e uma fase gasosa ( ar ). A fase sólida consta de partículas minerais originadas do intemperismo das rochas, as quais podem se apresentar na forma de grãos simples ( areia, seixos ) ou reunidas em agregados ( argilas ). Os poros compreendem: a ) macroporos, ocupados pelo ar ; b ) microporos, que retêm a água, ou melhor, a solução do solo.
Do ponto de vista químico, solo é uma associação de: a) minerais primários - remanescentes da rocha que lhes deu origem; b ) minerais secundários - formados no solo. Os primeiros compõem principalmente a fração areia; e os segundos, a fração argila. À parte mineral acrescentam-se proporções variáveis de matéria
orgânica, constituída por restos vegetais e animais em diferentes graus de decomposição. A
fração argila tem propriedades coloidais, sendo a sede de uma infinidade de reações químicas.
Do ponto de vista biológico, solo é o ambiente para o desenvolvimento das raízes, permitindo a fixação das plantas e a absorção de água e nutrientes minerais, necessários á nutrição das plantas.
Do ponto de vista pedológico, solos são corpos naturais diferenciados em camadas ou horizontes apresentando propriedades diferentes no tocante a: espessura, cor, textura, fertilidade, etc., disso resultando diferentes capacidades de uso agrícola.


CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL

 



a) Um camelo consegue beber 120 litros de água em 10 minutos. Ele retém água para 8 dias. Porém, a girafa e o rato podem viver sem água mais tempo que o camelo.
b) As girafas atingem 7 metros de altura. Apesar do tamanho, o seu pescoço tem apenas 7 ossos, o mesmo número de ossos que o pescoço do homem. A cabeça da girafa fica a mais de 2 metros de distância do coração. Para fazer o sangue subir, o coração precisa ser muito forte. O coração da girafa é 43 vezes maior que o do homem.
c) O porco-espinho tem, em média, cerca de 30.000espinhos. Ele é um excelente nadador, porque os espinhos o ajudam a flutuar.
d) As grandes orelhas do elefante servem para resfriar o animal. Quando o sangue
passa pelos vasos próximos à superfície das orelhas, se resfria com o vento. Além disso, abanar as orelhas também ajuda a refrescar.
e) A carapaça das tartarugas é a própria pele que engrossou e ficou dura. Elas não
conseguem sair da carapaça, mas colocam a cabeça e as patas para fora.

CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL



a) A anta é maior mamífero terrestre do Brasil. Pode atingir até 2 metros de comprimento e 1 metro de altura, chegando a pesar 300 quilos.
b) Cada salto em distância do canguru alcança 10 metros, enquanto o sapo pula até 5,5 metros. Em termos de altura, o canguru alcança 2,7 metros, menos que o puma, que atinge 3,1 metros.
c) O beija-flor bate as asas 90 vezes por segundo, quatro vezes mais que a libélula.
Ele voa de frente, de costas e até de ponta-cabeça. Procura néctar em cerca de 2.000 flores
por dia.
d) A preguiça movimenta-se lentamente durante a noite e dorme de dia ( mais de 18 horas ). Tem um pescoço que pode até 180 graus. Assim, não precisa mexer o corpo para olhar o que está acontecendo ao seu redor.
e) Os morcegos são os únicos mamíferos que sabem voar. Eles não são cegos, embora tenham dificuldade de enxergar em locais mal-iluminados, mesmo sendo animais de hábitos noturnos. Usam o nariz em forma de ferradura para emitir ultra-sons que os ajudam a detectar obstáculos em sua trajetória de vôo e desviar-se deles.

CONHECENDO OS ANIMAIS AQUÁTICOS

 


O meio aquático se caracteriza pela: a) ausência quase completa de peso, não ultrapassando a densidade dos seres vivos a da água, donde a " moleza " de muitos animais sem esqueleto e a facilidade de deslocamentos verticais sem pontos de apoio; b) inexistência de evaporação exceto na superfície, o que permite aos seres aquáticos utilizar grandes superfícies de troca ( brânquias ).
Os principais animais aquáticos são:
1. Cetáceos. São mamíferos marinhos, com as patas anteriores transformadas em
nadadeiras, corpo pisciforme e liso, sem membros posteriores. Nadam admiravelmente bem e, apesar da sua respiração pulmonar, suportam mergulhos prolongados. Exemplos: golfinho, boto, cachalote, baleia, etc.
2. Peixes. Possuem corpo alongado, freqüentemente coberto de escamas e número variável de barbatanas. Respiram por meio de brânquias, podendo viver em meio aquático: a) marinho - arenque, atum, bacalhau, tubarão, etc.; b) de água doce ( rios e lagos ) - carpa, dourado, piranha, salmão, etc.
3. Moluscos. Têm corpo mole, geralmente provido de concha dorsal e pé ventral que pode estar dividido em tentáculos. Alguns podem viver em terra, como o caracol e a lesma, mas a maioria dos moluscos possui respiração por brânquias e vive em ambiente marinho - mexilhão, lula, polvo, etc.
4. Crustáceos. São Artrópodes geralmente marinhos, mas alguns vivem em terra,
como os tatuzinhos e certos caranguejos. Mas a maioria dos crustáceos tem respiração por
brânquias, tais como: camarão, lagosta, siri, etc.
5. Vermes. Animais de corpo alongado, inteiramente mole, desprovido de patas.
Alguns são terrestres, como a minhoca; outros são parasitas, como a tênia; mas a maioria é
marinha ou de água doce, como poliquetas e sanguessuga.
6. Equinodermas. São muito diferentes dos outros animais, pois apresentam simetria axial, como: pepino-do-mar, ouriço-do-mar, estrela-do-mar, etc.
7. Celenterados. Também apresentam simetria axial, tendo como exemplos os
pólipos, as medusas e a anêmona-do-mar.



CONHECENDO A IDADE DAS ÁRVORES

 



É possível saber a idade de uma árvore examinando-se o número de anéis anuais de
crescimento do seu tronco. O crescimento transversal do tronco de uma árvore se dá numa delgada camada de células que há entre o lenho e a casca, chamada câmbio.
O cerne do tronco, constituído de lenho maciço, não pode expandir-se. É evidente que o crescimento também não poderá realizar-se na casca da árvore. A camada intermediária de câmbio produz células dos dois tipos, isto é, células de lenho, voltadas para dentro; e células de casca, voltadas para fora. Assim,o lenho vai se tornando cada vez mais largo, enquanto a casca vai se afastando progressivamente do centro.
Em regiões de clima com inverno frio ou com uma estação seca, as árvores têm uma fase de repouso, na qual o crescimento em espessura do tronco cessa durante a estação desfavorável. Assim, durante um ano, formam-se dois anéis, um delgado e outro mais espesso. Examinando a sequência de anéis anuais do tronco, os especialistas conseguem avaliar a idade da árvore. Na Califórnia ( Estados Unidos ), por exemplo, existem sequóias com mais de 3.000 anos de idade.
Por outro lado, nas regiões de cima tropical úmido sem estação seca definida, como na floresta amazônica, o crescimento do tronco em espessura é relativamente uniforme e os anéis pouco nítidos, o que dificulta a avaliação da idade das árvores.
 
 

Técnica simples e eficiente para melhorar a quantidade de água na propriedade

 

É a integração de barraginhas e lagos, uma técnica capaz de garante água em propriedades rurais.  Esse integração de barraginhas e lagos de múltiplo uso permite aumentar a disponibilidade de água nas propriedades rurais. O uso complementar das duas tecnologias sociais permite aos agricultores amenizar problemas causados por estiagens e ter reservatórios para irrigação, abastecimento ou criação de peixes.

O sistema de barraginhas consiste em construção de miniaçudes em áreas de pastagens, lavouras e beiras de estradas. Essas covas de captação de água de chuva ficam distribuídas na propriedade de modo que retenham as enxurradas, evitando erosões e amenizando enchentes. O sistema ajuda aproveitar, de forma eficiente, a água das chuvas irregulares e intensas. Ao barrar as enxurradas, as barraginhas darão tempo para que a água se infiltre no solo recarregando o lençol freático. A recarga do lençol freático abastece os mananciais, permitindo a revitalização de córregos; eleva o nível de cisternas e umedece o solo, podendo propocionar o aparecimento de minadouros.

O aproveitamento da maior quantidade de água disponível na propriedade pode se dar com o abastecimento de pequenos lagos. Os lagos são impermeabilizados com lona plástica, a construção é de custo baixo e podem ser utilizados como reservatório para irrigação de hortas, abastecimento de comunidades e como criatório de peixes.

 


 

Novos Prazos para o Georreferenciamento dos Imóveis Rurais

 


 
O Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (CNIR) foi criado pela Lei nº 10.267 de 28 de agosto de 2001, regulamentada pelo decreto 4.449 de 30 de outubro de 2002 que foi alterado pelo decreto 5.570 de 31 de outubro de 2005. Esta referida lei torna obrigatório o georreferenciamento do imóvel para inclusão da propriedade no CNIR, condição esta necessária para que se realize qualquer alteração cartorial da propriedade.

O georreferenciamento de imóveis rurais tem como principal objetivo a descrição dos limites e confrontações do imóvel, através da coleta das coordenadas de todos os vértices e georreferenciando-os ao sistema geodésico brasileiro com precisão posicional fixada pelo Instituto Nacional de Reforma Agrária - INCRA.

Este procedimento é obrigatório para os proprietários que detêm o domínio direto e útil dos imóveis rurais que desejarem realizar alterações cartoriais como desmembramento, parcelamento, remembramento, qualquer tipo de transferência ou em caso de utilização da propriedade para fins de financiamento e hipoteca.

As propriedades que não possuírem o georreferenciamento no prazo determinado em lei não poderão realizar qualquer transcrição de matrícula do imóvel. Além disso, as propriedades que não tiverem o georreferenciamento poderão ter seus imóveis incluídos na lista de imóveis passiveis de incorporação para ações de reforma agrária, de acordo com o item 1 do artigo 2º da Instrução Normativa do INCRA n°9 de 13/11/02.

Os prazos para realização deste procedimento em propriedades rurais com área inferior a 500 hectares foram prorrogados pelo Decreto nº 7.620/2011.

O decreto traz prazos diferenciados pelo tamanho dos imóveis rurais, tais como:

• Para os imóveis com área entre 250 a 500 hectares o prazo termina em novembro de 2013;

• Os imóveis com área de 100 a menos de 250 hectares são de treze anos expirando em novembro de 2016;

• O prazo é de dezesseis anos para os imóveis com área de vinte e cinco a menos de cem hectares, ou seja, até novembro de 2019;

• O maior prazo é dos imóveis com área inferior a vinte e cinco hectares, sendo necessário o georreferenciamento a partir de novembro de 2023;

Para os imóveis com área superior a 500 hectares não houve alteração nos prazos, permanecendo os mesmos fixados pelos Decretos nº 4.449/2002 e 5.570/2005. Ressalta-se que esses prazos já expiraram, ou seja, para qualquer alteração na matrícula desses imóveis é obrigatório o georreferenciamento do imóvel rural.
 
 
 CURIOSIDADES GEOGRÁFICAS

 



a) As Ilhas Hawaí são um arquipélago situado no meio do Oceano Pacífico e que constituem um estado dos Estados Unidos. Suas origens estão ligadas a erupções vulcânicas da plataforma submarina. As ilhas do arquipélago correspondem aos cones emersos de uma cadeia de vulcões.
b) O Krakatoa, um vulcão situado numa pequena ilha entre Sumatra e Java, é um vulcão do tipo explosivo, isto é, o material expelido consiste principalmente de gases misturados com cinza, sem derramamento de lava. Em 1.883, entrou em violenta erupção que eliminou todas as formas de vida da pequena ilha.
c) Tomando como referência o nível do mar, o ponto culminante da crosta terrestre é o pico do Everest, localizado na Cordilheira do Himalaia, na Ásia Central, com 8.880 metros de altitude. Por outro lado, a fossa submarina mais profunda fica no Oceano Pacífico, à leste da Ilha de Mindanao, nas Filipinas, que atinge 11.200 metros de profundidade.
d) O Mar Cáspio é um mar fechado ( sem comunicação com o oceano ), localizado na região fronteiriça entre Rússia, Irã e Casaquistão. Apesar de ser um dos maiores mares fechados e receber as águas de grandes rios como o Volga, vem diminuindo paulatinamente, em consequência de forte evaporação
 

 

 
CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL

 



a) O maior ovo é o do avestruz, que mede 15 - 20 cm e pesa 1,2 kg, equivalente a duas dúzias de ovos de galinha; enquanto o menor ovo é o do beija-flor, com 1,2 cm.
b) As cobras comem a cada 15 dias, em média. Elas demoram todo esse tempo para comer de novo porque a sua digestão é muito lenta, já que elas engolem suas presas inteiras,sem mastigar.
c) Conforme a espécie, uma lacraia ou centopéia tem de 28 a 354 patinhas!
d) Testes feitos por cientistas com diversos animais, mostram que o chimpanzé e o golfinho são os mais inteligentes.
e) O falcão voa bem alto e possui excelente visão. Quando ele avista uma presa, se lança sobre ela num vôo tão rápido que chega a atingir 300 km/hora!
f) As formigas-correição são conhecidas por saírem de seu ninho em bandos enormes, que caminham em fileira, atacando e devorando todos os pequenos animais que encontram, tais como: lagartas, lesmas, grilos, baratas, aranhas, escorpiões, etc.
 

 CONHECENDO SIMBIOSE E PARASITISMO

 



Do grego " syn " = junto e " bios " = vida, é um termo usado para designar a vida em comum de duas plantas, ou de uma planta e um animal. Neste tipo de associação, também chamado mutualismo, os organismos que dela participam são chamados simbiontes e, ao contrário do parasitismo, se beneficiam mutuamente,
O exemplo clássico é representado pelos liquens, que são uma associação de um
fungo com uma alga, para formar um novo ser simbiótico.
Outro exemplo é o das bactérias do gênero Rhizobium, que vivem em simbiose nas raízes das plantas da família Leguminosas e são responsáveis pela fixação biológica do nitrogênio atmosférico, elemento necessário à nutrição das plantas.
Por outro lado, parasita ( do grego" para " = sobre e " sitos " = comida ) é o nome dado ao organismo que vive associado a outro ser vivo, de espécie diferente, denominado hospedeiro, do qual depende para retirar o seu alimento - seiva das plantas ou sangue dos animais.
O parasitismo pode ocorrer tanto entre vegetais como entre animais. No caso dos vegetais, os parasitas são plantas heterótrofas, isto é, incapazes de realizar a fotossíntese, ou seja, de produzir compostos orgânicos a partir de inorgânicos; portanto, devem recebê-los de outras plantas capazes dessa função ( plantas autótrofas ).
As plantas parasitas desenvolvem haustórios, isto é, raízes sugadoras, que penetram nos tecidos das plantas parasitadas, chamadas plantas hospedeiras, dela retirando os elementos que necessitam. É uma situação diferente da planta heterótrofa que obtém seu alimento de organismos mortos e que é chamada saprófita; e contrapõem-se à simbiose, pelo fato de a parasita prejudicar a hospedeira.
Como exemplo de parasita entre os vegetais,pode ser citado o cipó-chumbo. As ferrugens do cafeeiro e da cana-de-açúcar são causadas por fungos que parasitam essas plantas. Como exemplos de parasitas entre os animais, podem ser citados: protozoários, vermes, pulgas, carrapatos, etc.
 

 CONHECENDO AS ROCHAS


Vulgarmente chamadas pedras, as rochas são agregados naturais, compactos e duros, encontrados na crosta terrestre e formados pela associação de um ou mais minerais. Quando constituídas por um único mineral, são chamadas rochas simples, como por exemplo o quartzito, formado praticamente só de grãos de quartzo. Quando constituídas por dois ou mais minerais são chamadas rochas compostas, como por exemplo o granito, formado por uma associação de quartzo, feldspato e mica.
De acordo com a sua origem, as rochas são classificadas em três grupos: a) ígneas ou magmáticas; b) metamórficas; c) sedimentares.
A. Rochas ígneas ou magmáticas. São originadas quando o magma irrompe na superfície e depois esfria, solidificando-se. Subdividem-se em? a) rochas intrusivas ou plutônicas, se o magma se solidificou lentamente, a uma certa profundidade; b) rochas extrusivas ou vulcânicas, quando o magma extravasou, como lava, sobre a superfície do solo, solidificando-se rapidamente.
Como exemplos de rochas intrusivas podem ser citados o granito e o diorito; como exemplos de rochas vulcânicas, o basalto e o gabro.
B. Rochas metamórficas. São as que se formam a partir de outras rochas ( ígneas
ou sedimentares ),por metamorfismo, ou seja, por efeito de alta temperatura e/ou alta pressão com o auxílio de água e outros agentes químicos. Como exemplos, podem ser citados: gnaisse, x isto e mármore.
C. Rochas sedimentares. Derivam do intemperismo ( desagregação e decomposição ) de rochas preexistentes; o material resultante é transportado e depositado pela água, vento ou gelo. Geralmente são estratificadas (depositadas em sucessivas camadas ). Como exemplos podem ser citados: arenito, folhelho, calcário.
D. Importância. Além de constituírem o material de origem dos solos, as rochas
são utilizadas principalmente como material de construção e como um importante componente do concreto ( pedra britada ).
 
Veja ! Importancia do Leite, Plantas Trepadeiras, Curiosidades, Cípós e Lianas, Plantas caducifólias e perenifólias, Eletricidade, Plantas Carnivoras, Aranhas, Efeitos das Queimadas, Animais Pré-Historicos, Carne Assada da Boa e Dicas de Churrasco... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 25 de Setembro de 2014 08:49

Além de cálcio: Leite auxilia o desenvolvimento do sistema nervoso

 

A Bebida ajuda o organismo a processar açúcares e ácidos graxos
Todo mundo sabe que o leite é o alimento natural com a maior concentração de cálcio - mineral essencial para a formação e a manutenção da integridade dos ossos, o que acontece da gestação até cerca dos 25 anos. Depois disso, o cálcio é necessário para manter a integridade dos ossos. O que poucos sabem que o consumo da bebida auxilia ainda no desenvolvimento do sistema nervoso.

  Por ser rico em riboflavina, o leite é um importante aliado do organismo para que as atividades nervosas sejam realizadas.

— O leite integral, por exemplo, é um bom fornecedor de energia para as atividades do dia a dia — explica.

  Especialistas ressaltam ainda que o hábito de beber leite precisa ser estimulado nas crianças pelos pais.

— O é ideal é que as crianças bebam três copos diários de leite, o que atende a 25% das suas necessidades diárias de calorias — revela.

  O cálcio do leite, em função de sua forma química e da presença da lactose, é mais facilmente absorvido pelo organismo do que em outros alimentos.


Conheça outros benefícios da bebida:

:: Proteínas: importante por numerosas funções orgânicas: vital para o desenvolvimento cerebral e crescimento dos tecidos corpóreos;

:: Vitamina A: mantém a normalidade da visão e da pele. Ajuda a regular o crescimento das células e integridade do sistema imune;

:: Vitamina B12: essencial para o crescimento e saúde do sistema nervoso. Ligada à atividade normal do ácido fólico e envolvida na formação do sangue;

:: Vitamina D: promove a absorção do cálcio e fósforo, e influencia a mineralização óssea, o fortalecimento dos ossos;

:: Potássio: regula o equilíbrio dos fluidos corporais e pressão sanguínea. É necessário também para a atividade muscular e contrações;

:: Fósforo: ajuda a gerar energia nas células do corpo e influencia a mineralização óssea, o fortalecimento dos ossos;

:: Niacina: mantém o funcionamento normal das enzimas e ajuda o organismo a processar açúcares e ácidos graxos. É importante também para o desenvolvimento do sistema nervoso.

 

 

Conhecendo as Plantas trepadeiras

 

Planta trepadeira ou escandente é a denominação que se dá às plantas que crescem apoiando-se em um suporte qualquer, inclusive em outras plantas.
Certas trepadeiras possuem gavinhas, que são folhas ou ramos modificados, as quais permitem a fixação ao suporte; elas crescem formando espirais que se enrolam no suporte. Exemplos: videira, ervilha, chuchuzeiro, etc.
Outras trepadeiras possuem raízes adventícias, que se fixam até em muros e paredes, como a hera. Outras ainda, possuem o caule volúvel, isto é, que cresce dando voltas em torno do suporte, como os cipós ou lianas.
Os cipós são plantas herbáceas ou arbustivas pertencentes a várias famílias botânicas, de pequeno e médio porte, geralmente fibrosas. Encontram-se frequentemente nas florestas tropicais, pendentes ou enroscadas nas árvores.
Existem centenas de espécies, podendo ser anuais ou perenes.
Algumas plantas trepadeiras são parasitas de outras plantas, como o cipó-chumbo. O guaranazeiro é um arbusto trepador, primitivamente encontrado na floresta amazônica.Muitas trepadeiras possuem belas flores, sendo empregadas como plantas ornamentais, tais como: maracujá, alamanda, glicínia, primavera, etc. O maracujá, por exemplo, além de lindas flores, produz frutos muito apreciados.
 

 
 
 
 


Esclarecendo algumas dúvidas ( Curiosidades)

 


a) Por que o Brasil é chamado " terra dos papagaios?
A explicação é a seguinte: o navio que levou a notícia do descobrimento ao rei de Portugal, Manuel I, foi carregado de objetos, plantas e animais da região. Entre os bichos, os que mais chamaram a atenção da corte foram os papagaios. Por isso, o Brasil ganhou o seu primeiro apelido: " terra dos papagaios ".
b) Qual a origem do nome Amazonas?
Essa denominação foi dada pelo explorador espanhol Francisco de Orellana ao grande rio, em 1.541. Ao descer o rio, ele travou combate com uma tribo indígena da qual faziam parte várias mulheres guerreiras, que comparou às amazonas - mulheres lendárias da antiguidade, habitantes das margens do mar Negro. Assim, " amazonas " primeiro designou o rio, depois a região e, por fim, o estado.
c) Por que a Holanda é chamada " Países-Baixos " ?
A Holanda, nome que significa " país côncavo ", é também chamada " Países-Baixos " porque o seu território corresponde a uma grande depressão formada por extensas planícies, semelhantes a um grande delta onde desembocam os rios Reno, Mosa e Escalda. Sua altitude média não ultrapassa 45 metros, sendo que um quinto do território fica abaixo do nível do mar; são terras conquistadas ao mar mediante a instalação de " polders ", que são constituídos por um complexo sistema de diques, canais, drenos e bombas para a retirada de água.


Conhecendo cipós e lianas

 


A denominação cipó é aplicada às plantas sarmentosas ou trepadeiras, isto é, capazes de crescer usando como suporte os caules e demais partes de outra planta de crescimento ereto. Por lianas são conhecidas os cipós de consistência lenhosa, embora alguns autores as considerem como qualquer vegetal que, enraizado no solo, pode expandir a sua folhagem em condições de luminosidade favoráveis, longe do solo, por meio de ramos longos e flexíveis.
O fato de a liana ou cipó escorar-se em outras plantas é mera questão de disponibilidade, porquanto em situações diferentes podemos encontrá-los alçando-se sobre rochas, ou suportes propiciados pelo homem, como pérgulas e caramanchões.
Mais de 90% das lianas e cipós ocorrem nas florestas tropicais, principalmente na floresta Amazônica.
Algumas famílias vegetais apresentam-se muito ricas em lianas e cipós, como a das Bignoniáceas, na qual se destacam duas trepadeiras muito conhecidas: o cipó-de-são-joão e o cipó-cravo. Na Amazônia destaca-se o guaranazeiro. Algumas espécies possuem propriedades medicinais, como o cipó-azougue e o cipó-cabeludo.
Há também o cipó-chumbo, do gênero Cuscuta, desprovido de clorofila e que, por essa razão, vive como parasita de outras plantas.

Conhecendo as plantas caducifólias e perenifólias

 


Denominam-se plantas caducifólias aquelas que derrubam as folhas no inverno ou na estação seca; e plantas perenifólias ou sempre-verdes as que mantêm, permanentemente, folhas verdes.
Nas regiões onde há uma estação muito fria, com inverno rigoroso, alternada com estação quente, a maioria das plantas perde as folhas no outono, antes da chegada do inverno. Passam esta estação em repouso, num estado de dormência. Chegada a primavera, brotam e retornam à atividade, com novas folhas que perduram no verão e parte do outono, em cujo término caem. Porém, nessas regiões há plantas que persistem sempre-verdes, isto é, não perdem as folhas no inverno. São , em geral, coníferas, de folhas duras e aciculares, como os pinheiros.
Nas regiões tropicais não há essa nítida distinção de estações, pois as temperaturas não são, em geral, muito baixas. Assim, a maior parte das plantas
pode ter folhagem sempre verde, como a laranjeira. Contudo, na caatinga do Nordeste Brasileiro, a maioria das plantas são decíduas ou caducifólias, isto é, derrubam as folhas. Mas, neste caso, a queda das folhas não é causada pelo frio, e sim pela falta de água no solo.
Nos demais tipos de vegetação, as plantas não derrubam todas as folhas de uma só vez. Persistem sempre enfolhadas, sendo chamadas sempre-verdes. É que renovam suas folhas paulatinamente, substituindo as folhas velhas que caem, por outras folhas novas.
Dentre as espécies nativas, por exemplo, são perenifólias : pau-brasil, figueira-branca, pinheiro-do-paraná, etc.; são caducifólias: paineira, jequitibá, ipê,etc.

Conhecendo a Eletricidade

 


Eletricidade é o termo coletivo para manifestações de cargas elétricas e efeitos que elas produzem quando se deslocam como corrente elétrica. Há dois tipos de carga, formados por partículas sub-atômicas: a) prótons, de carga positiva; b) elétrons, de carga negativa.
Um corpo está carregado positivamente quando apresenta excesso de prótons, ou seja, deficiência de elétrons; e está carregado negativamente quando apresenta excesso de elétrons. As cargas elétricas apresentam mobilidade, movimentando-se através de condutores metálicos.
Costuma-se atribuir às cargas elétricas dois tipos de efeitos: a) efeitos estáticos, isto é, que não envolvem deslocamentos de cargas e que se caracterizam pelas ações de campos elétricos; b) efeitos dinâmicos, com deslocamento de cargas e caracterizados pelas correntes elétricas.
O que chamamos corrente elétrica nada mais é do que um movimento de elétrons, de um lugar onde haja maior quantidade de elétrons para outro com menos elétrons.
A eletricidade pode ser produzida por vários processos: a) por atrito; b) por contato; c) por variação de temperatura; d) por radiação; e) por usina hidroelétrica, etc.
Os fenômenos devidos à eletricidade são muito numerosos, estando presentes nos circuitos de nossas casas: a) acionando as máquinas domésticas , como a enceradeira, o liquidificador, a geladeira, etc.; b) aquecendo a resistência do ferro elétrico e o filamento das lâmpadas incandescentes; c) aquecendo as válvulas dos receptores de rádio e televisão; d) produzindo as faíscas que provocam a explosão dos gases nos cilindros dos automóveis; e) acionando as inúmeras máquinas industriais; f) provocando fenômenos atmosféricos como raios, relâmpagos e trovões; etc. 

 

 

Plantas Carnívoras

 




CONHECENDO AS PLANTAS CARNÍVORAS


Normalmente, as plantas servem de alimento para muitos animais, principalmente os herbívoros. Entretanto, algumas plantas invertem essa regra do jogo ecológico e devoram pequenos animais, principalmente insetos ( larvas e adultos ), sendo por isso chamadas plantas carnívoras ou insetívoras. Elas possuem folhas modificadas, isto é, transformadas em armadilhas para capturar insetos e outros pequenos animais; também segregam enzimas que digerem os animais capturados.
A maioria dessas plantas crescem nos pântanos, e algumas em solos pobres em nutrientes minerais. As principais plantas carnívoras são as seguintes:
1. Drósera. Planta herbácea comum nos terrenos pantanosos, com ampla distribuição
mundial. Possuem folhas redondas providas de longos pêlos pegajosos, aos quais ficam presos os insetos que nela pousam; e em seguida, são digeridos.
2. Nepenthes. Gênero de plantas trepadeiras e epífitas, que ocorrem nas matas, cujas folhas se modificaram formando urnas pendentes e cheias de água, nas quais os insetos são aprisionados e digeridos.
3. Dionéia. É uma planta herbácea cujas folhas são dobradas em duas lâminas com bordos denteados. Quando um inseto pousa sobre uma das lâminas, a folha se fecha subitamente e os bordos denteados se entrelaçam, aprisionando o pequeno animal que é digerido. Dias após, a folha volta a se abrir.
4. Utriculária. É uma planta herbácea aquática, cujos caules submersos possuem folhas profundamente modificadas, formando urnas ou ascídeas que têm na parte superior uma abertura com alçapão coberto de pêlos. Ao contato com um inseto, o alçapão se abre e o animalzinho cai no interior da urna. A seguir o alçapão se fecha e a presa é digerida.
Êta plantinhas danadas!

 

 

CONHECENDO AS ARANHAS





As aranhas são Artrópodes ( pés articulados ), apresentando o corpo dividido em cefalotórax e abdome, sendo conhecidas mais de 20.000 espécies. Têm um par de quelíceras, um par de pedipalpos e quatro pares de patas. O abdome possui glândulas elaboradoras do fio elástico e resistente, com o qual tecem teias que capturam pequenos animais para a sua alimentação, principalmente pequenos insetos, que matam com as quelíceras. Estas, que substituem as mandíbulas, funcionam como agulhas hipodérmicas, por terem a ponta dura e afiada, na qual desembocam as glândulas produtoras de veneno, localizadas no cefalotórax.
Muitas aranhas devoram os machos, após a fecundação. Há várias espécies cuja picada pode causar dores fortes e paralisantes nas mãos, pernas ou outras regiões do corpo humano. Entre as espécies perigosas podem ser citadas: armadeira, tarântula, caranguejeira, viúva-negra, etc. O Instituto Butantã fabrica soros específicos contra as picadas de aranhas.
 

 
 
 

 

   CONHECENDO OS TIPOS E EFEITOS DE QUEIMADAS




O uso do fogo como prática agrícola é tão antigo como a própria agricultura. Existem vários tipos de queimadas, a saber:
a) Queimada após a derrubada da mata. É feita uma única vez, para desimpedir o terreno. Além disso, a ação do fogo libera os nutrientes minerais contidos na biomassa, tornando-os disponíveis à absorção pelas raízes.
b) Queimada anual dos restos de culturas. Neste caso, a prática não se justifica, pois tais resíduos podem ser enterrados pelas operações de preparo do solo, deixados em cobertura sobre a superfície o solo ou enleirados acompanhando as curvas de nível (para evitar a erosão ).
c) Na cultura do algodoeiro, os restos devem ser arrancados e queimados, medida obrigatória por lei para o controle de pragas.
d) Queima da cana em pé, antes do corte. É prática generalizada nas lavouras canavieiras, mais como uma exigência da mão-de-obra, porque aumenta o rendimento de corte manual (praticamente o dobro daquele do corte da cana se queimar). Todavia, lei recentemente aprovada proíbe esse tipo de queimada, estabelecendo prazos para a sua completa eliminação.
e) Queimada anual das sobras de capim (macega). É prática usual, principalmente nas pastagens naturais ( cerrados e campos ), a fim de eliminar a macega não-palatável e estimular o crescimento de novos brotos. Esse tipo de queimada é um processo rápido e, por isso, admite-se que seja menos prejudicial que a queima anual dos restos de culturas. No entanto, deve-se procurar evitá-la mediante um manejo adequado, que inclui a divisão das pastagens e a rotação do pastejo.
Quando a queima ocorre fora de controle, é denominada incêndio, sendo mais frequentes os incêndios florestais.
O fogo tem sido usado pelo homem desde os primórdios, na abertura e limpeza de áreas com vegetação natural ou restos de culturas, preparando o terreno para a construção de moradias ou instalação de culturas e pastagens. O processo de queima da vegetação segue o sentido inverso da fotossíntese: enquanto esta se caracteriza pela construção de cadeias de compostos orgânicos, o fogo provoca a sua destruição, transformando-as em cinzas.
Há muita controvérsia sobre os efeitos das queimadas. Os partidários dessa prática, principalmente os agricultores, apontam as seguintes vantagens:
a) meio mais fácil e econômico de conseguir, após a derrubada da mata, a limpeza do terreno para a instalação de culturas.
b) processo rápido e econômico de eliminar as sobras de capim e estimular a brotação nas pastagens.
c) modo de facilitar as operações de preparo anual do solo.
d) medida profilática de controle de pragas (caso do algodoeiro ).
e) meio de simplificar a colheita manual da cana-de-açúcar.
f) liberação de nutrientes minerais ( fósforo, potássio, cálcio, magnésio, etc. ) que estavam imobilizados na biomassa e passam às cinzas que, assim, têm ação fertilizante.
Os que são contrários à tal prática, principalmente os técnicos, apontam as seguintes desvantagens:
a) destruição da matéria orgânica, de grande importância para a fertilidade do solo.
b) perda de nitrogênio e enxofre, por volatilização.
c) redução do número de pequenos animais, inclusive microorganismos.
d) degradação da estrutura do solo, provocando a diminuição da aeração, permeabilidade e resistência à erosão.
e) aumento do deflúvio ( enxurrada ) e das perdas por erosão.
f) redução da produtividade das culturas e das pastagens.
g) poluição do ambiente pela emissão de fuligem e gases tóxicos.
h) risco de fugir do controle e se transformar em incêndio.

 

 

CONHECENDO OS ANIMAIS PRÉ-HISTÓRICOS





É grande o número de animais que existiram sobre a superfície terrestre ou no mar e depois desapareceram. Porém, a sua existência é comprovada pelos fósseis que deixaram.
Os geólogos dividem a história da erra em dois grandes períodos, de duração desigual e denominados "eons " : a) Eon Criptozóico ( do grego " vida oculta " ); b) Eon Fanerozóico (do grego " vida visível " ).
O Eon Criptozóico abrange o longo período que vai desde os primórdios até cerca de 600 milhões de anos atrás, ou seja, durou aproximadamente 3 bilhões de anos. Já o Eon Fanerozóico tem duração bem menor, pois iniciou-se há 600 milhões de anos, estendendo-se até hoje.
As rochas criptozóicas - granitos, gnaisses e xistos - revelam poucos fósseis desse longo período. Os animais eram predominantemente aquáticos e poucos deles possuíam partes duras, como carcaças, conchas e ossos que pudessem ser fossilizadas. Porém, os poucos vestígios encontrados permitem admitir que a vida surgiu no mar.
O Eon Fenerozóico é subdividido em três eras: a) Paleozóico ( do grego " vida antiga " ); b) Mesozóico ( do grego " vida intermediária " ); c) Cenozóico ( do grego " vida recente " ).
Assim como o eon antigo foi muito mais longo do que o mais recente, as três eras apresentam durações diferentes. A era Paleozóica teve a duração de 370 milhões de anos; a era Mesozóica durou apenas 167 milhões de anos ; e a era Cenozóica iniciou-se apenas há 63 milhões de anos.
Dentre os animais do início da era Paleozóica, destacam-se os trilobitas - artrópodes primitivos; em seguida apareceram moluscos cefalópodes (amonites), corais e os primeiros peixes, anfíbios e répteis.
Na era Mesozóica surgiram os dinossauros - grandes répteis que passaram a dominar, tanto na terra como no mar; surgiram também as primeiras aves ( arqueópterix ).
A maioria dos dinossauros eram herbívoros, como o diplodoco, o brontossauro e o estegossauro. Porém, alguns eram carnívoros vorazes, como o ictiossauro, o alossauro e o tiranossauro. Passados 100 milhões de anos, extinguiram-se os dinossauros e multiplicaram-se os pequenos mamíferos primitivos. A seguir, surgiram os mamíferos de porte maior, entre eles os macacos antropóides. Finalmente, surgiu o homem primitivo (pitecântropo ).
A era Cenozóica caracteriza-se pelo grande desenvolvimento dos mamíferos e do homem. Dentre os mamíferos extintos, destacam-se o mamute e o tigre-de-dentes-de-sabre.
 
 
 

Duas viradas e pronto: no ponto

Carne de boa qualidade, sal grosso e grelha com fogo controlado. Depois, é só deixar sete minutos de um lado, do outro, e servir


Editora Globo

"Eu já fiz churrasco no meio do mato, usando galho de árvore como espeto, e ficou bom”, diz Sylvio Lazzarini Neto, especialista em carnes e proprietário do restaurante Varanda Grill, em São Paulo. A simplicidade com que ele descreve o preparo rústico, em uma ocasião inusitada, parece ser mesmo o que melhor define a origem e o ato de assar uma boa carne na brasa.

O surgimento da técnica – ou seria do evento, ou do alimento? – não é claro. Uma coisa é certa: o domínio do fogo na pré-história mudou tudo, inclusive o prazer de comer. Após uma exaustiva caçada, não seria merecido devorar uma carne macia? Com a percepção de que o processo tornava o alimento agradável, o homem não parou mais de convocar o grupo para uma reunião em torno da fogueira e do assado.

Churrasco é simples. Você pode até requintar o ambiente com música clássica, grandes vinhos, mas o que vai prevalecer é a turma reunida ao redor do fogo, a carne queimando, o som que você está ouvindo... É isso que importa”, conta Sylvio. Essa é a filosofia que o orienta em seu restaurante, onde também segue algumas dicas para que o que serve fique ainda mais saboroso. Com elas, fica fácil transformar o churrasquinho caseiro em um sucesso de churrascaria.

A primeira coisa, segundo ele, é comprar boa matéria-prima. “É uma regra sem exceção”, afirma. “Não existe um churrasco de alto nível com uma carne mais ou menos.” Deixar o supermercado de lado ou mesmo o açougue do bairro e apostar em uma boutique de carnes, especializada em cortes específicos para o preparo, pode ser uma boa. Além disso, de acordo com o empresário, o preço compensa. “Muitas vezes, sai pelo mesmo valor do mercado ou até 20% mais barato.” Procurar um fornecedor confiável, que ofereça carne de qualidade, é garantir grande parte do resultado. “O Brasil já evoluiu bastante e a pecuária de 2012 é muito diferente da de 20 anos atrás. Então, é possível encontrar carne especial”, ensina Sylvio.

Fique atento à cor do produto, que indica saúde e deve ser de um vermelho-cereja, além da quantidade de sangue na embalagem. Quanto mais líquido fora da carne, mais se perde a suculência na hora do churrasco. Outro ponto é o ponto. “Bem passada é quase uma ofensa à carne”, brinca o especialista. Mas ele diz que é uma escolha: 80% dos consumidores preferem ao ponto, 10% preferem mal passada e 10% além do ponto, bem passada ou não têm preferência.

O chef Fábio Lazzarini, filho de Sylvio, voltou há poucas semanas de uma temporada na Itália, onde aprendeu novas técnicas, mas é a carne na grelha sobre o carvão que não deixa erro, ele garante. “Grelha sim, porque no espeto tem o inconveniente de furar a carne, fazendo com que se perca o suco pelo furo. Entretanto, para peças grandes e churrascos de proporções maiores, o espeto é o mais indicado”, afirma Fábio.

“O ideal é sempre usar churrasqueira com carvão. A elétrica até pode ser utilizada em apartamento, mas não dá o gostinho de churrasco. Nada substitui o cheiro e o sabor do preparo tradicional.” No caso da grelha, o ideal é cortar bifes – no sentido contra a fibra – de dois dedos de altura e colocar para assar. “O segredo é fazer duas viradas. Deixe de cinco a sete minutos de um lado e vire. Depois, mais cinco a sete minutos do outro, e aí você vai perceber que a carne começa a soltar um líquido na superfície, isso quer dizer que está na hora de tirar e servir”, explica.

Sobre o preparo antes de ir para o fogo, pai e filho concordam: o corte comprado resfriado no mercado não deve ser congelado. Mantenha na geladeira, mas sem congelar. Se ela veio congelada do frigorífico, não tem problema. “Uma coisa é congelar a carne quando ela está na unidade frigorífica, quando é feito um processo a 40 °C negativos. Em casa, o congelamento no freezer é lento e isso compromete a textura e o sabor final”, diz Sylvio.

Na hora de temperar, é importante manter a simplicidade. Para Fábio, apenas sal é o suficiente. O tempero de um dia para o outro, que é conhecido por dar mais sabor à carne, não funciona para o preparo. No livro A Culinária da Carne e o Churrasco Brasileiro, Sylvio até brinca com o tema. “Lembro-me dos meus primeiros churrascos temperados de um dia para outro, com bifes ‘emborrachados’. Estes, na verdade, só prestavam para matar a fome e serviam como motivo de gozação dos gaúchos, há muito tempo acostumados a comer churrasco com sal grosso”, conta na publicação. Fábio recomenda também temperar com flor de sal, se possível, que é mais delicado e suave e não mascara o sabor, mas é um detalhe a mais. No geral, o que deve ser utilizado, ele diz, é sal grosso moído sobre a carne e pronto.

Carnes exóticas não são muito bem quistas para preparo com a técnica. São mais exigentes no cozimento e pedem modos de preparo específicos. Para Sylvio, o javali é aceitável, mas deve ser criado em cativeiro, pois rende um sabor melhor. Cabrito e cordeiro são cada vez mais solicitados e os bons cortes para churrasco são pernil, paleta e carré. Já os melhores cortes de bovinos para churrasco são da região lombar do animal. “O bife de chorizo, o bife ancho... A região lombar tem 13 vértebras, seis ficam no filé da costela e sete no filé do lombo. Essas são as principais. Depois vêm a picanha, a alcatra, a maminha e a fraldinha”, explica Sylvio, deixando a sensação de que, se feito em churrasco, qualquer um dos cortes é irresistível.

Editora Globo

 

 

As oscilações climáticas prejudicam o produtor rural brasileiro

 


As alterações do clima atribuídas à ação do homem, somadas à urbanização crescente e desordenada, são apontadas como as causas principais das oscilações climáticas. Conhecer, portanto, a dimensão disso é essencial para a adoção de medidas que possam contribuir para evitar impactos econômicos negativos à agropecuária brasileira.  No Brasil, desastres como enchentes no Sudeste, a seca no Sul e no Nordeste, para citar os mais recentes episódios, ocorridos entre o final do ano passado e ao longo de 2012, acenderam o sinal de alerta do Ministério da Agricultura, que mobilizou seus departamentos para tratar do assunto considerado prioridade.

 O aumento da frequência e da intensidade dos eventos climáticos extremos no País elevou o patamar do debate sobre como minimizar esses impactos sobre a produção agrícola e pecuária brasileira. Por isso, o governo criou o Grupo de Trabalho para monitorar as adversidades climáticas e fornecer informações antecipadas aos agentes do agronegócio brasileiro.

“Vamos subsidiar as decisões dos produtores rurais em relação às intenções de plantio, por exemplo, contratação de seguro agrícola e aquisição de crédito rural. Queremos assim minimizar os impactos que podem ser gerados pelas adversidades climáticas”, salientou o secretário da SDC, Caio Rocha.

Com a ação, o governo espera reduzir o crescente volume anual de recursos despendidos nas respostas a esses acontecimentos e, posteriormente, no apoio para a recomposição do mercado impactado por inundações, alagamentos, estiagens, erosões, vendavais, entre outros fenômenos da natureza. Além dos servidores da SDC, integram o GT dois servidores do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), dois servidores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e um servidor da Secretaria de Política Agrícola (SPA). O GT tem caráter permanente devendo entregar informações semanais sobre o tema até o dia 31 de dezembro deste ano.

 


Curiosidades
VARIEDADES


Você sabia...?

... que, perto de parirem, as cabras e ovelhas afastam-se do rebanho?

... que no Nordeste, os animais são selecionados para carne, pele e rusticidade? Pois, a sobrevivência nas caatingas é exigência primordial.

... que a cabra ou ovelha urina entre 1,5 a 3,0% do peso corporal? Equivale a 1,0 ou 2,0 litros diários.

... que, perto de parirem, as cabras e ovelhas afastam-se do rebanho?

... que a cabra ou ovelha urina entre 1,5 a 3,0% do peso corporal? Equivale a 1,0 ou 2,0 litros diários.

... que o pedilúvio deve ser utilizado uma vez por semana no período de chuva? No período seco, uma vez por mês.

... que o tempo ocupado na ruminação equivale a três quartos do tempo total na alimentação de todo dia?

 

 

Ditado

- Guardando a língua, se guarda a concórdia.

- Caxumba nos pescoço dos outros não dói.

 

Provérbio

- Perder dinheiro é perder pouco, perder confiança é perder muito, mas perder a coragem é perder tudo, por­que perderá a si mesmo. Portanto, mantenha a coragem como o bem mais precioso da vida. Dinheiro não é tudo, nem o mais importante da vida. Ele deve vir naturalmente a você, como fruto do seu trabalho honrado. (Masutatsu Oyama)

 

Vocabodário

Corna - Espécie de meio bastião, nas fortificações. O mesmo que corno. Chavelho de boi, aplicado a recipiente de líquidos ou comestíveis e a outros usos. Colher de ponta de cabra. Buzina, para convocar assembleia local. Espécie de meia lua, feita de tecido consistente, e com que se conservavam erguidos os penteados. (De corno).

Enchiqueirado: Animal que está sem contato com fêmea.

 

 
Veja ! Alimento Natural para Pets, Pataas Artificiais, Banho a Vapor, Aproveitando os Dejetos, Irrigação, Frutas, Cerejas, Fruto ou Fruta, Valor das Plantas, Vacas Secas, Galinhas, Chip nas Vacas e Caracteristicas da Cacatua ... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 24 de Setembro de 2014 08:44

Alimento Natural em Alta para os Pets

 


Em vez de encher a tigela de seu animal de estimação com ração, coloque beterraba, arroz, cenoura, chuchu, aveia, algas marinhas, frango cozido…
Pode soar estranho, mas há vários indícios de que a mistura faz um bem danado à saúde do seu pet. Tendência no exterior, a onda de alimentação natureba canina e felina também vem crescendo a passos largos por aqui. Não se trata de uma dieta vegetariana. O que vale é servir alimentos frescos, repletos de nutrientes, que ajudam no processo de digestão.
“A maioria das rações vendidas hoje é fabricada com matérias-primas de má qualidade, com base de milho, farinha e soja”. Aberta em dezembro de 2010, a maior rede de alimentos do segmento saudável tem até uma espécie de restaurante canino no Rio de Janeiro, em Copacabana, onde eles servem suas “quentinhas” na hora. No ano passado, suas receitas congeladas nos sabores carne, frango e cordeiro para quinze lojas. Hoje, só em São Paulo conta com cerca de cinquenta pontos de venda.
É claro que ser adepto da prática pode pesar mais no bolso. Tudo depende de que tipo de produtos comprar e onde e quanto come seu animal – ler bastante sobre o assunto e pesquisar lojas e supermercados bacanas pode ajudar na empreitada. Se estiver cogitando entrar na onda, reserve espaço no seu freezer para congelar os itens e tente fazer uma transição vagarosa entre a ração e os novos ingredientes. O pessoal da cachorro verde pode ajudar na missão: além de ter um site repleto de informações, ministra cursos esporádicos sobre o assunto e presta consultoria veterinária em domicílio.

Cão que teve membros cortados volta a andar com patas artifícios




Pay de Limón teve membros decepados por gangue de criminosos.
Ele foi levado para abrigo, onde ganhou próteses.


Um cão no México que teve suas patas dianteiras cortadas por uma gangue de criminosos voltou a andar com o auxílio de pernas artificiais.

O cachorro Pay de Limón (Torta de Limão) havia sido jogado dentro de uma lata de lixo, na cidade de Fresnillo.

Mas, por sorte, ele foi encontrado e foi levado para o abrigo Milagros Caninos, onde está se recuperando e se adaptando às próteses.

O uso dos membros artificiais foi feito de forma gradual. Atualmente, o animal as está utilizando por períodos mais longos.

As patas artificiais custaram o equivalente a mais de R$ 12 mil e foram obtidas por meio de doações coletada pelo abrigo canino.
 

Banho de Vapor com Plantas

 

Continuando o assunto sobre aromaterapia, uma importante forma de sua utilização é através dos banhos de vapor com plantas. O vapor de água é um dos mucolíticos conhecidos mais eficientes. a inalação do vapor de água, à qual se podem juntar algumas gotas de essência para reforçar o efeito, combinando os efeitos terapêuticos da água com os da planta medicinal utilizada.
Aplicam-se os banhos de vapor com plantas na cabeça, no tórax ou até mesmo no corpo todo.  São indicadas no tratamento das sinutites, faringites, laringite, traqueíte, catarros e bronquites. Também são indicados contra a otite. Essas plantas facilitam a eliminação do muco, germes e restos celulares depositados nas mucosas respiratórias, com o que se acelera o processo de regeneração e cura.

Conheça algumas técnicas de banhos de vapor com plantas:

  1. Coloca-se uma panela de água fervente com as plantas ou essências a utilizar, em cima de um banco. A panela deve estar tapada. Em vez de plantas, podem-se acrescentar à água 2 ou 3 gotas de algum óleo essencial.
  2. O doente se senta em uma cadeira e se cobre com uma toalha grande ou com um lençol, de forma que não escape o vapor. Destapa-se a panela progressivamente para deixar sair o vapor.
  3. A aplicação dura de 10 a 15 minutos, até que pare de sair vapor. Convém terminar o banho com uma fricção de água fria ou álcool sobre a zona que esteve exposta ao vapor.

Um kit básico para utilização na aromaterapia:

- Antivirótico, anti-séptico, descongestionante: Eucalipto
- Calmante, anti-séptico: Alfazema
- Digestivo, refrescante, estimulante: Hortelã
- Calmante, suavizante, afrodisíaco: Salvia
- Estimulante, refrescante, anti-séptico: Limão
- Antidepressivo, relaxante, calmante: Petitgrain (folhas de citrus aurantium)
 
 

Aproveitamento dos dejetos suínos evita poluição ambiental e melhora qualidade do solo

 

A compostagem de dejetos suínos é uma das tecnologias que mais recebeu atenção nos últimos anos da Embrapa Suínos e Aves, em Concórdia, Santa Catarina. O principal resultado prático desse esforço de pesquisa foi o desenvolvimento de uma máquina que mistura os dejetos a um substrato sólido, como maravalha, serragem, palha ou cama de aviário. Como produto final, o sistema gera um composto orgânico que pode substituir o adubo químico. O equipamento foi gerado em conjunto pela Embrapa Suínos e Aves e a empresa  Bergamini, e deve ser lançado no mercado até final deste ano.

Segundo o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Paulo Armando de Oliveira, responsável pelo desenvolvimento da máquina, a compostagem é o principal caminho para viabilizar o aumento da produção em áreas que já concentram grande número de suínos. “Essa é uma questão atual e que interessa bastante às agroindústrias e produtores”, disse Oliveira.

Outra vantagem está na questão ambiental. “O sistema de compostagem minimiza significativamente os riscos de poluição ambiental, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa e de odores gerados”, explica o pesquisador.

Para implantar o sistema de compostagem mecanizado, o produtor precisa investir especialmente na edificação para as leiras e na máquina, mas o retorno é garantido. “O produto gerado é um adubo orgânico, que pode ser vendido”, explica o pesquisador. 

Para Paulo Armando, responsável pelo desenvolvimento da máquina, a compostagem é o principal caminho para viabilizar o aumento da produção em áreas que já concentram grande número de suínos. “Essa é uma questão atual e que interessa bastante às agroindústrias e produtores”, acredita.

 

Uso da irrigação promove um aumento na produção de alimentos

 

Irrigação de Pastagens

 A irrigação é considerada uma tecnologia importante para aumentar a produtividade agrícola de pequenas, médias ou grandes propriedades, especialmente para atender a demanda hídrica das culturas nos períodos críticos e de forte estiagem. Para o secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, o uso da irrigação é um dos itens mais importantes para a modernização e o aumento da produtividade da agricultura brasileira.

Segundo ele, o utilização dessa ferramenta permite o uso intensivo dos solos reduzindo a pressão por abertura de novas áreas, além de qualificar a lavoura. O objetivo é mostrar e conscientizar para a necessidade do uso dessa ferramenta para produzir. O crescimento das áreas irrigadas é apontado como um dos principais fatores que garantiram o suprimento de alimentos em décadas de explosão demográfica.

Dados mostram que o setor agropecuário é o maior consumidor de água em todo planeta, correspondendo a 70% da água doce existente, enquanto o uso doméstico responde por aproximadamente 10%, sendo o restante consumido pela indústria.  

 

 

FRUTA  ENGORDA?

 

crédito da imagem: http://pnepigreja.blogspot.com/2008/10/receita_20.html
É um dos tabus mais espalhados acerca da fruta e, em alguns casos, uma desculpa para não comê-la. O consumo abundante de fruta não só não engorda mas é também uma das melhores maneiras de perder peso.
É certo que a fruta contém açúcares, e que estes fornecem calorias. Apesar disso, com a mesma quantidade de calorias, comparada com outros alimentos, a fruta:

  • produz maior sensação de saciedade,
  • praticamente não contém gorduras
  • exerce um efeito diurético natural que contribui para a redução do peso
  • devido à sua riqueza em vitaminas do grupo B, os seus açúcares metabolizam-se facilmente e não se transformam em gordura, como acontece com os produtos de pastelaria refinada.
Por exemplo, uma maçã grande de uns 200 gramas fornece cerca de 120 kcal, as mesmas que um donut em compensação, sacia mais, não fornece gordura e engorda muito menos.

Inconveniente da Fruta
Embora seja o tipo de alimento mais saudável e com maior poder curativo dentre todos os que existem, algumas delas devem ser usadas com precaução nos seguintes casos:

Diarréias: certas frutas são laxantes e devem ser evitadas, como a uva, o melão ou a ameixa; no entanto, outras são adstringentes e podem ser usadas, como a maçã, o marmelo ou a nêspera.
Cáries: se houver propensão para sofrer de cárie, deve-se reduzir o consumo de cítricos e beber os seus sucos com um canudinho.
 

UMA CAIXINHA DE VITAMINAS

 

Originária da Ásia, as cerejas são frutos pequenos e arredondados que podem apresentar várias cores, sendo o vermelho o mais comum entre as variedades comestíveis. Também conhecida como amarena, é uma espécie do género Prunus, pertencendo ao subgênero Cerasus (cereja), nativo de grande parte da Europa e do sudoeste asiático. É um parente próximo da cereja Prunus avium, também conhecida como cereja-doce, mas o seu fruto é mais ácido, sendo útil principalmente para fins culinários.


cereja
Possui todos os nutrientes em pequena quantidades, exceto a vitamina B12. Contém vitaminas A, B, E, bem como os cálcio, fósforo, magnésio, ferro, sódio, potássio (o mais abundante), zinco e cobre.
Além disso, contém pequenas quantidade de componentes tais como:
- ácidos organicos - málico, succinio e cítrico - que atuam como estimulante das glândulas digestivas e depurador sanguineo;
- fibra vegetal, em maior parte formada por pectina, que lhe confere o efeito laxante e hipolipemiante (redução de colesterol);
- flavonóides que lhe conferem propriedades diuréticas, antioxidantes e anticancerígenas,
- ácido salicílico - ação antiinflamatória e antireumática.

A cereja é uma fruta que por seu efeito diurético e depurativo, assim como por sua escasses de sódio e gorduras, potencializa sua ação emagrecedora. Seu uso abundante, especialmente em forma de cura semanal, é recomendado em todo tipo de doença crônicas tais como artritismo, gota, reumatismo crônico, arteriosclerose, prisão de ventre crônica, intoxicação por uma dieta pesada, hepatopatias crônicas, insuficiência cardíaca, convalescença de processos infecciosos e doenças cancerosas.
 
 

FRUTO OU FRUTA?

 

O fruto forma-se a partir do ovário maduro da flor e as sementes dos seus frutos.

Entre toda a grande variedade de produtos alimentares que a natureza nos oferece, nenhum é tão agradável à vista e ao paladar, nem tão salutar como a fruta.

Fruto: conceito botânico onde a parte comestível do vegetal que se desenvolve e que contém em seu interior as sementes. O fruto forma-se a partir do ovário maduro da flor e as sementes dos seus frutos.

Fruta: conceito alimentar onde chama-se 'fruta' ao 'fruto' de uma planta, doce e suculento, que se costuma comer no seu estado natural e que proporciona sensações agradáveis aos cinco sentidos.

Embora tomates, pepinos e berinjelas sejam frutos do ponto de vista botânico, não se consideram frutas do ponto de vista alimentar, mas sim hortaliças. Esta classificação tradicional é um tanto arbitrária, pois os tomates, por exemplo, cumprem todos os critérios para serem considerados uma autêntica fruta.

 

O VALOR NUTRITIVO DAS PLANTAS

 

fruta é saúde O que a fruta proporciona

- água: constitui entre 80 e 93% da maioria das fruta-se de uma água não contaminada, que contém dissolvidas numerosas substancias biologicamente ativas.

- açúcares: os mais abundantes são a glucose e a frutose, que passam diretamente para o sangue sem precisarem ser digeridos, proporcionando energia de maneira rápida. Algumas frutas como as laranjas, as maçãs, o melão e a melancia e a manga contém também sacarose.

- amido: é muito escasso ou inexistente na maior parte das frutas. Isso porque com a maturação, o amido vai se transformando em açúcares simples (glucose e frutose). A banana é, de todas, a fruta mais rica em amido (1% a 2%).

- fibra: na sua maior parte, do tipo solúvel (pectina e hemicelulose).

- ácidos orgânicos como o cítrico, que potencializam a ação da vitamina C: são anti-sépticos e produzem alcalinização do sangue e do interior do organismo.

- vitaminas: sobretudo a vitamina C e a provitamina A (betacaroteno), que são potentes antioxidantes.


- minerais: especialmente potássio, magnésio, cálcio e ferro.

- flavonóides, antocianinas e outros elementos fitoquímicos, que atuam como verdadeiros medicamentos evitando a arteriosclerose, fluidificando o sangue e prevenindo o câncer.

O que a fruta não contém
- colesterol
- purinas
- substâncias tóxicas

 

Vacas devem ser secadas dois meses antes da nova parição



A secagem de vacas é uma técnica simples usada para fazer com que o animal interrompa a lactação. O objetivo é proporcionar um descanso à vaca no fim da gestação para que o animal possa gerar uma cria saudável. Segundo os pesquisadores da Embrapa Gado de Leite, em Juiz de Fora, Minas Gerais, vacas que procriam dando leite, produzem bezerros fracos e não apresentam condições corporais durante o parto, o que pode ocasionar sérios problemas para a vaca e o bezerro e, consequentemente, gerar prejuízos para o produtor.

A secagem é recomendada até dois meses antes do parto. Mas os especialistas aconselham adotar o procedimento quando a produção de leite do animal fica muito baixa, tornando antieconômico manter o animal em lactação. Outra vantagem de efetuar a secagem é o fato de ela proporcionar maior produção de colostro, alimento fundamental para que o bezerro cresça de forma saudável.

A secagem é feita por meio do esgotamento do úbere. É importante que o produtor observe se há mamite antes de iniciar a secagem para evitar maiores complicações durante o processo, o que aumentaria o custo do tratamento. O veterinário Antônio Cândido Cerqueira Leite, responsável clínico pelo rebanho da Embrapa Gado de Leite recomenda que um veterinário seja consultado sobre a secagem da vaca no final da gestação.

 

Agricultor rural deve criar galinhas para melhorar a renda na pequena propriedade

 


Atualmente a carne de frango é a mais consumida no país, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Produtores de Pintos de Corte. De acordo com o estudo, só no ano passado, cada brasileiro consumiu 44 quilos e meio de carne de frango, o que equivale a mais ou menos cem gramas por dia. Segundo a Embrapa Suínos e Aves, a avicultura que viabilizou esse sucesso de consumo é a industrial. Foi ela que deu qualidade e preço acessível à carne de frango. O mercado brasileiro, no entanto,  também tem espaço para outros tipos de frango. É para essa fatia que a Embrapa Suínos e Aves tem apresentado o frango alternativo.

O especialista apto a falar sobre os cuidados na produção de frango alternativo de corte, é o técnico da Embrapa Suínos e Aves, Márcio Saatkamp. Ele explica que o frango alternativo é todo aquele produzido fora do processo de uma grande indústria, em sistemas menores de produção e que busca atingir nichos de mercado especiais.

Dentre as diversas denominações que este tipo de produção recebe incluem-se caipira,  orgânico, agroecológico e colonial. “Em função desses vários nomes, optamos por chamar tudo isso de frango alternativo”, esclarece Saatkamp.

Na visão da Embrapa, O sistema de produção alternativo de frangos de corte e galinhas de postura deve contribuir para a sustentabilidade da propriedade rural, nos aspectos ambientais, econômicos e sociais. A proposta do sistema de produção alternativa de carne e ovos é complementada pela utilização das linhagens coloniais de frangos de corte e galinhas de postura, desenvolvidas pela Embrapa Suínos e Aves.

A Poedeira Colonial Embrapa 051 oferece produção superior às aves coloniais rústicas. Ela atinge, em condições adequadas de manejo e biosseguridade, produção média de 280 a 300 ovos no período de vida útil compreendido entre 20 e 80 semanas de idade.

O Frango de Corte Colonial Embrapa 041, apresenta características coloniais, preservando todas as vantagens do frango de corte comercial, como biosseguridade na origem, controle sanitário na produção e qualidade de carne. O Frango Embrapa 041 alcança idade de abate aos 84 dias, com peso vivo médio de 2,7 kg, em condições normais de criação.

“No quesito de produção, temos material genético muito bem desenvolvido, com indíces zootécnicos muito bons. Porém, o produtor deve seguir orientações básicas sobre manejo, nutrição, saúde das aves e segurança do alimento”, destaca Saatkamp.

 

 

CHIP NAS VACAS

 

NÃO   FAZ  MUITO  TEMPO  QUE    OS  APARELHOS   DOMÉSTICOS ERAM   ELÉTRICOS .ENORMES  ,  PESADOS  ,  INTRANSPORTÁVEIS .

NÃO  HAVIA   TV .O  LUXO   ERA  UM  PESADÍSSIMO   RÁDIO   DE VÁVULAS  E  OLHO MÁGICO   .

APARECEU   O  TRANSISTOR  E  FOI  UMA   REVOLUÇÃO . OS  RÁDIOS TRANSFORMARAM-SE   EM  PEQUENOS   OBJETOS   ,FUNCIONAVAM A  PILHA  E  PODIAM    SER  OUVIDOS     AONDE  VOCÊ  DESEJASSE  .

O   TRANSISTOR  DESAPARECEU   TRAGADO  PELO    CHIP,   MENOR DO   QUE  UMA  UNHA   E   CONTENDO   FUNÇÕES   E  INFORMAÇÕES INIMAGINÁVEIS.TEM   CELULAR   COM  4  CHIPS ,MARCAPASSO  ,SE IMPLANTA  NO    CÉREBRO  PARA  FAZER    OS  CEGOS  ENXERGAREM.

AGORA  AS  VACAS  SÃO  CRIADAS   COM   CHIP  IMPLANTADOS   NAS  ORELHAS .ELES  FORNECEM  AO  PROPRIETÁRIO   TODA  INFORMAÇÃO   SOBRE  A  SAUDE  DA   VACA ,IDENTIFICA  AONDE  ELA  SE  ENCONTRA  ,SE  ESTÁ  GRÁVIDA ,  QUANDO   NASCE  O  BEZERRO  .   A   QUANTIDADE  DE  LEITE  NAS  TETAS  .O  MUNDO   MODERNO   E  A  VIDA  DAS  PESSOAS   DEPENDEM  HOJE  DOS  CHIPS .

 
 

 

Cacatua

 

Companheira para a vida toda, esperta e brincalhona, a ave agrada como animal de estimação e também pode participar de concursos e exposições de pássaros


Editora Globo

Marca característica da cacatua, o penacho vistoso no topo da cabeça exibe tanto a beleza quanto sinaliza o estado de humor da ave. Quando eriçado, o topete indica que a cacatua sente-se bem e, se for formoso e imponente, pode render prêmios em participações de concursos e exposições de animais. Porém, no caso de a crista se encolher, melhor não mexer com a ave, pois ela não está para brincadeiras.

A cacatua, na verdade, é uma ótima companhia, inclusive para a vida toda, visto que chega a viver por mais de 70 anos. As espécies existentes se adaptam muito bem como animais de estimação. Tratada em ambiente saudável e em condições adequadas, a cacatua se afeiçoa às pessoas, torna-se dócil e brincalhona.

Originária da Oceania, por aqui a cacatua ainda não é muito comum na criação em cativeiro, diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos e em países da Europa, onde há anos é popular e bem aceita como ave doméstica. No entanto, a cacatua, com sua beleza e graça, vem conquistando mais admiradores e criando um comércio promissor. A ave ainda se destaca pela inteligência que possui. Algumas chegam a imitar a voz humana e podem aprender a cantar. Como também tem habilidade e destreza para fazer movimentos, como abrir gaiolas e pegar pequenos objetos, exige atenção do criador para não deixar nada ao alcance dela. Em lojas de produtos agropecuários e de animais de estimação, há brinquedos específicos que ajudam a entreter a cacatua.

Por ser muito ativa, a ave precisa se manter ocupada. Como bicar e mastigar são atividades que ela adora praticar, produtos comestíveis para pets, como ossos de couro de boi para cães, e outros alimentos – nozes, sementes, castanhas e vagens – são recomendados.

Pertencente à família Cacatuidae, a cacatua é um psitacídeo com semelhanças com o papagaio. Tem bico encurvado em forma de banana e os pés, com dois dedos para frente e dois para trás, dão capacidade à ave para andar, subir em árvores e até levar comida à boca. De plumagem de cores simples e definidas, a cacatua tem tamanho que varia de 35 a 70 centímetros.

No manejo de muitos exemplares, a aproximação entre as aves sempre deve ser feita progressivamente, para que haja um período de adaptação. No entanto, mesmo depois de juntas, precisam ser acompanhadas para evitar brigas.

Apesar do elevado preço de cada exemplar – as cacatuas galerita e alba, as mais conhecidas, custam R$ 25 mil cada, mas os valores variam conforme a espécie, o sexo e a época do ano –, o custo de manutenção é baixo. A partir de dois anos de reprodução, que começa por volta dos 4 anos de idade da ave, o investimento inicial já pode ser pago.

RAIO X

>>> CRIAÇÃO MÍNIMA: um casal
>>> CUSTO: R$ 25 mil o exemplar das espécies mais conhecidas
>>> RETORNO: a partir de 2 anos de iniciada a reprodução
>>> REPRODUÇÃO: de 2 a 5 ovos por postura

 

MÃOS À OBRA
 
>>> INÍCIO A criação pode começar com um par de cacatuas, mas, no caso de mais casais, mantenha-os distantes entre si para evitar disputa de território. A aquisição mais fácil é a de filhotes, pois dificilmente criadores vendem matrizes boas e prontas para reproduzir. Para manejar qualquer uma delas, no entanto, é preciso solicitar autorização em um Oema (Órgão Estadual de Meio Ambiente).

>>> AMBIENTE A limpeza do local de criação é essencial para o desenvolvimento saudável da cacatua. Faça regularmente a higienização da gaiola ou viveiro, que devem ser instalados em lugar calmo, sem correnteza de ar e, preferencialmente, voltado para o norte, para receber o sol da manhã.

>>> INSTALAÇÕES Use gaiola grande de, no mínimo, 60 x 60 x 60 centímetros para cada ave, ou um viveiro amplo de 120 x 60 x 60 centímetros, que pode ser construído pelo criador. Indica-se malha de arame fio 14 com 2,5 centímetros de espaçamento. Evitar estacas de madeira, material que a ave rói com facilidade. Chão de cimento e com leve inclinação facilita a limpeza. Para a reprodução, reserve um viveiro de, pelo menos, 300 x 120 x 120 centímetros apoiado em ferro ou concreto a 120 centímetros do chão. Feche 100 centímetros das laterais com chapa de zinco e cubra com telhas de barro, sem deixar acesso ao madeiramento do telhado.

>>> ACESSÓRIOS Para os poleiros, aproveite galhos redondos e de superfície áspera em boas condições, com 2 a 6 centímetros de diâmetro, de árvores como a goiabeira, que possui tanino, uma substância de gosto amargo que desestimula as cacatuas a roer madeira. Instale a 100 centímetros do chão o comedouro e o bebedouro de porcelana. Caixa de madeira dura é aceita como ninho para postura (ou tronco de árvore oco).

>>> ALIMENTAÇÃO O bico da cacatua é forte para quebrar sementes, grãos e castanhas, que junto com vegetais são os alimentos básicos da ave. Porém, de 150 a 200 gramas por dia de ração balanceada atendem às necessidades nutritivas do pássaro. Se for preciso, acrescente às refeições suplementos de frutas ou vitamínicos. Milho verde e pedaços de cana-de-açúcar servem como tira-gosto.

>>> REPRODUÇÃO Com quatro anos, a cacatua pode reproduzir e chegar a quatro posturas por ano, se os ovos ficarem em uma chocadeira ou os filhotes forem criados na mão. São de dois a cinco ovos por postura chocados pela mãe durante cerca de um mês. A cacatua macho ajuda a fêmea no choco e na alimentação por quatro meses, quando os filhotes passam a comer sozinhos. Chocadeiras são de uso essencial em criações comerciais, pois triplicam a produção de filhotes. Para amansar a cacatua nova, separe-a dos pais com 15 a 25 dias.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 23 de Setembro de 2014 08:31

A criação de ovelhas em consórcio com plantações de frutas vem dando certo

 



A frutiovinocultura é uma das modalidades da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), formada pelo consórcio de plantas frutíferas com a criação de ovelhas. Ela tem sido implantada no Nordeste brasileiro como uma alternativa viável para aumentar a produtividade e a rentabilidade das áreas de cultivo irrigado de frutas. No Vale do Submédio São Francisco, a maior parte dos consórcios acontece em áreas de cultivo de uva e de manga, que são os principais produtos de exportação da região.

O consórcio usando ovinos é o mais recomendado, pois os animais causam menos danos aos pomares, em comparação com caprinos e bovinos. A criação também é aconselhável por eles terem menor porte que os bovinos e por privilegiarem o pastejo de plantas herbáceas e não da copa das árvores, como os caprinos.

Entre as diversas vantagens da frutiovinocultura, está a maior eficiência no uso da terra, pelo aproveitamento da mesma área com duas atividades, pela incorporação de mais uma fonte de renda e atenuação do problema da sazonalidade da agricultura, já que, com a criação de ovinos, a propriedade pode comercializar os animais todos os meses do ano. O consórcio possibilita ainda a redução de custos com capinas manuais, roçagens mecânicas e aplicação de herbicidas, uma vez que os animais se alimentam das plantas daninhas. A médio e longo prazos também diminuem os custos com adubação química, face a deposição dos dejetos nas áreas, além do esterco que é retirado no aprisco.

 

Conhecendo As Plantas Trepadeiras

 




Dá-se o nome de trepadeiras às plantas que crescem apoiando-se em um suporte qualquer, inclusive outras plantas.
            Nas florestas tropicais são freqüentes as lianas ou cipós, que pendem das  árvores ou nelas se enroscam, tais como: cipó-caboclo, cipó-cabeludo, cipó-chumbo, etc. Este  último ocorre também como parasita de plantas cultivadas.
          Certas trepadeiras se utilizam de gavinhas, como: ervilha, chuchuzeiro, maracujá, etc. Outras trepadeiras enrolam o seu caule em torno do suporte, subindo mais a cada volta que executam ( caule volúvel ), como: feijoeiro, glicínia, soja perene, etc.
         Algumas trepadeiras sobem com o auxílio de espinhos que se prendem em tudo que possa servir de suporte, como a roseira e a primavera. Outras, ainda, utilizam-se de pequenas raízes, que crescem de espaço em espaço, ao longo de seus caules, como a hera, o que lhes permite subir em muros.

 

Manejo de crias de ovinos: do nascimento à desmama

 

 

Segundo Samuel Souza, analista da Embrapa Tabuleiros Costeiros, as práticas de manejo no contexto da cabrino-ovinocultura aborda, de maneira direta e objetiva, os cuidados necessários durante uma determinada fase da produção dessas espécies que apresenta grande necessidade de procedimentos especiais com os animais. “Desde a fase de gestação, estes animais vêm sofrendo influências diretas e indiretas quanto ao manejo da fêmea gestante. Portanto, devemos iniciar os cuidados desde a fase de gestação, mais especificamente no seu terço final, até o completo desaleitamento do animal, momento em que se encerra o período denominado ‘fase de cria’”, ressalta. Esses cuidados geram  redução das perdas produtivas por mortalidade de animais durante essa faixa etária, garantem a proteção imunológica passiva, previne contra enfermidades oportunistas, possibilita o controle zootécnico de maneira a organizar e monitorar a produção e garante melhor desenvolvimento dos animais preparando-os para a vida produtiva.

 

Instalações e fases dos caprinos



A disponibilidade de alimento, o manejo eficiente e as instalações adequadas formam um tripé de sustentação da ovinocultura.

Recomendações da Embrapa Meio-Norte. O chiqueiro ideal para o manejo dos caprinos deve ser rústico. Comumente utilizam-se materiais existentes na propriedade, tais como madeira redonda e palha de babaçu ou carnaúba para a cobertura, com piso de chão batido.

O tamanho do chiqueiro deve ser definido de acordo com a dimensão do rebanho, recomendando-se uma área útil de, em média, 1,0 (um) m² para cada animal adulto.

É importante que o chiqueiro apresente, internamente, pelo menos quatro divisões, destinadas para lotes de animais nas seguintes fases de desenvolvimento:

- Cabras em estado avançado de gestação (próximas à parição) e cabras recém-paridas.

- Animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores).

- Cabriteiro (animais em lactação).

- Cabritos desmamados.

A primeira divisão deve dar acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada. Esta área permite manejar adequadamente as cabras próximas à parição e as cabras recém-paridas, evitando a ação de predadores e a ocorrência de miíases (bicheiras) nos animais recém-nascidos.

Em cada uma das divisões reservadas tanto aos lotes de cabras próximas à parição e ao lote das recém-paridas, quanto para os animais em reprodução e desmamados, devem ser colocados cochos para sal mineral para a suplementação dos animais.

Os cochos podem ser feitos de pneus, de tábuas ou de troncos ocos encontrados na propriedade e devem ficar posicionados a uma altura de 0,50 m do solo, podendo, sobre eles, ser colocado um protetor, constituído por ripa ou arame, a uma altura de cerca de 0,30 m acima da altura do cocho, para evitar a entrada de animais.

 

Dentes

 

 

Na hora de verificar a magreza dos animais é bom dar uma espiada nos dentes. Animal sem dentes, ou com dentes ruins, sempre irá comer menos.

 

 

 

 

 

 

Caprinos são alternativa econômica e social


Criação que não exige grandes extensões de terra ou grandes recursos para sua aquisição e instalação, a caprinocultura, hoje, é a alternativa agropecuária economicamente mais indicada para o Nordeste. A carne é o principal alimento infantil e de idosos das classes sociais mais pobres, nas regiões do Semiárido. O caprino vem encontrando, nos últimos tempos, um mercado em que a demanda é bem maior do que a oferta regional, como é o caso do leite, que nos grandes centros não supre a procura. A busca pela carne nas feiras livres e mercados é quase igual à da carne bovina.

Esse cenário faz com que a caprinocultura atraia interesses de grandes e médios produtores e também de agricultores familiares, abrindo mercados e despertando a atenção de investidores. O Governo da Paraíba percebe nessa atividade uma alternativa econômica que pode ser um investimento social, sustentável e altamente produtivo, já que pode gerar emprego, melhorar renda e levar qualidade de vida às comunidades do interior.

A experiência da Emater-PB começou como uma atividade de extensão rural, de caráter eminentemente educativo, atraindo adolescentes de origem pobre, principalmente das regiões do Agreste e do Cariri, para incrementar o antigo Projeto Cabra de Corda. A iniciativa foi bem aceita pelo pequeno número de criadores, mas não teve a difusão e a amplitude que se esperava. Foi a partir de 1978, com a criação do Centro Nacional de Pesquisa de Caprino, em Sobral, por meio da Embrapa, que surgiram as empresas estaduais de pesquisas na área de caprinos. A partir de então, a cabra passou a ser vista com cuidados técnicos. Na Paraíba, coube à Empresa Paraibana de Pesquisa Agropecuária (Emepa) o direcionamento das pesquisas. Hoje, os excelentes resultados com a caprino-ovinocultura alcançam repercussão internacional, resultado do melhoramento genético, sanidade animal e difusão dessas informações pela Emater-PB.

 

 

FOTOSSÍNTESE E AS PLANTAS

 


Fotossíntese é o fenômeno natural mais importante para a vida vegetal e animal, o qual consiste na assimilação do gás carbônico da atmosfera, com auxílio da energia luminosa.
É uma reação química que se processa nas folhas das plantas verdes, isto é, providas de clorofila. Sem a fotossíntese não seria possível a vida, porque a fixação do carbono é necessária para: a) para a síntese das substâncias orgânicas ( amido, açúcares, proteínas, lipídeos, etc.); b) para o armazenamento de energia, que é posteriormente liberada através da respiração.
       As plantas que não possuem clorofila e, portanto, não realizam fotossíntese, tirando as substâncias necessárias ao seu desenvolvimento de outros seres vivos, são chamadas heterófitas. Por outro lado, as plantas com folhas verdes ( clorofila ) e que fazem fotossíntese, recebem o nome de autótrofas.
         As plantas heterófitas que se alimentam de restos de organismos mortos chamam-se saprófitas; e as que tiram substâncias orgânicas de organismos vivos chamam-se parasitas. No caso de plantas verdes que se desenvolvem sobre as árvores sem parasitá-las, aplica-se o nome epífitas.
        As saprófitas são representadas principalmente por fungos e bactérias. Entre as  plantas epífitas incluem-se as orquídeas, os filodendros e a maioria dos cipós. Como exemplos de plantas parasitas de outras plantas tem-se: cuscuta, erva-de-passarinho, cipó-chumbo.

        Finalmente, autótrofas são todas as plantas com folhas verdes e que, portanto, realizam fotossíntese, abrangendo a maior parte das plantas superiores (ervas, arbustos e árvores ).


CONHECENDO AS AVES AQUÁTICAS E QUE NÃO VOAM

 


            A maioria das aves é terrestre e  apta para o voo. Porém, existem muitas aves adaptadas para a vida aquática, principalmente as chamadas Palmípedes, isto  é, que têm os dedos das patas unidos por uma membrana natatória, tais como: pato, marreco, ganso, cisne, albatroz, gaivota, pelicano,etc. Existem ainda outras aves que, sem serem exclusivamente aquáticas frequentam os pântanos, beiras de rios e lagoas, ou praias. As mais conhecidas são as chamadas  "aves ribeirinhas", tais como: saracura, garça, cegonha, jaburu,etc.
         Existem também várias aves que não voam. O grupo mais importante  é constituído pelas Ratitas - grandes aves corredoras, tais como: avestruz, ema, seriema, casuar da Austrália, kiwi da Nova Zelândia.Outro grupo é constituído por: perdiz, inambu, jaó, macuco,etc., encontrados no Brasil.Há ainda outro grupo, representado pelos pinguins, nos quais as asas se transformaram em aletas adaptadas á vida aquática.

      Finalmente, existem ainda aves com pouca aptidão para o voo, tais como:galinha, peru, pavão, faisão,etc.

 

Empresa investe na produção de cerveja de caldo de cana

Em parceria com norte-americanos, cervejaria mineira quer explorar a matéria-prima para desenvolver lote de cerveja artesanal


   Divulgação

O grupo Vale Verde, especializado no segmento de cachaças e bebidas finas, anunciou que vai fornecer a matéria-prima para a produção da cerveja feita a partir de caldo de cana. O produto será fabricado pela cervejaria mineira Wäls, que atua no segmento de cervejas especiais, em pareceria com a americana Brooklyn Brewery, de Nova Iorque (EUA). A Vale Verde deve destinar a mesma cana-de-açúcar utilizada na produção de suas cachaças premiadas. O novo produto ficará sob a responsabilidade do norte-americano Garrett Oliver, considerado uma das maiores autoridades do mundo em cerveja. Ele é o editor-chefe da prestigiada The Oxford Companion to Beer.

No dia 10 de novembro, Oliver vai conhecer a fazenda da Vale Verde exclusivamente dedicada à produção de cana-de-açúcar, no município de Esmeraldas (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte. A ideia é que ele veja de perto o canavial que oferece um dos melhores ‘brix’, o índice que mede o teor de sacarose da matéria-prima, que chega a 23% na região. O terroir possui um microclima perfeito para o cultivo da cana.

De acordo com o sócio-proprietário da Wäls, Tiago Carneiro, a cervejaria que aproveitar a expertise da Verde Vale na produção de cachaça artesanal. “Nós buscamos no mercado uma cana de uma reserva especial, nobre que pudesse agregar qualidade e identidade na cerveja”, assegura.

A cerveja de cana, batizada Saison de Capipira, terá entre 6% e 8% de teor alcoólico e estará disponível no mercado a partir de dezembro na versão de 375 ml e a um custo médio R$ 15,00. Segundo Carneiro, o primeiro lote será de 2000 litros, parte da produção fica em solo brasileiro e a outra segue para público de Nova Iorque.

 

 

Conhecendo a vegetação Brasileira

 


A vegetação natural do Brasil se distribui, primeiramente, em função do regime de chuvas; e, em segundo lugar, em função da natureza dos solos. Assim, distinguem-se:
           a) Zona da floresta amazônica, abrangendo 40% do território nacional. É uma floresta
exuberante, composta por vários andares de árvores latifoliadas, isto é, de folhas largas, entremeadas de trepadeiras, epífitas e parasitas.Dentre as inúmeras espécies de árvores, destacam-se: castanheira-do-Pará, mogno, caucho, seringueira, etc.
             b) Zona das caatingas do Nordeste, composta de plantas xerófitas como Cactáceas
e Bromeliáceas; e árvores caducifólias, isto é, que deixam cair as folhas na estação seca, co-
mo a barriguda.
            c) Zona das matas costeiras, onde ocorre vegetação higrófita ( de ambiente úmido),
que inclui a Mata Atlântica. Entre outras plantas, destacam-se: jequitibá, ipê, cacaueiro, coqueiro-da-Bahia, etc.
             d) Zona das florestas temperadas, abrangendo a parte sul do país, onde se encontram: pinheiro-do-Paraná, imbuia, cedro, erva-mate, etc.
               e) Zona dos campos, que ocorre no Brasil Central, onde se encontram: campos cerrados e campos limpos. Os campos cerrados caracterizam-se  pela presença de árvores e arbustos tortuosos e de casca grossa, disseminados em meio a uma cobertura de gramíneas, representada principalmente pela barba-de-bode. Entre as árvores e arbustos destacam-se: pau-santo, barbatimão, faveiro,etc.  Os campos limpos caracterizam-se pela presença de poucos arbustos e da palmeirinha indaiá, em meio à cobertura de barba-de-bode.
            f) Zona das formações litorâneas, que  compreende o " jundu " ou " nhundu " e os manguezais.

 

 
Veja ! Valores Medicinais das Hortaliças, Qualidade do Leite, Morango Ecológico, Suco de Umbu, Segredos da Tangerina, Torre das Cabras, Nutrição das Crias, Curiosidades e Nossa Compulsão Alimentar... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 22 de Setembro de 2014 08:22

Valores Medicinais das Hortaliças

 


As hortaliças, além de fonte importante de minerais, vitaminas e fibras, essenciais para o bom funcionamento do nosso organismo, são produtoras de metabólitos secundários (princípios ativos) que conferem a muitas delas valor nutracêutico e medicinal, ou seja, as tornam eficazes na prevenção e cura de várias doenças.

Neste artigo, divulgamos o valor medicinal de algumas hortaliças, esperando que seja um fator a mais para aumentar o seu consumo pela família brasileira.

Abóbora – Cucurbita moschata: antiinflamatória, cicatrizante, calmante, vermífuga, diurética, laxante, anti-hemorrágica, emoliente. Indicada para o tratamento de: erisipela, queimaduras, furúnculos, pneumonia, colite, otite, uretrite, verminose e prisão de ventre.

Alface – Lactuca sativa: laxante, diurética, depurativa, calmante, mineralizante, vitaminizante, antitussígena, analgésica, antiinflamatória, emoliente. Indicada para o tratamento de: arteriosclerose, nefrite, hemorróidas, bronquite, artrite, gota, diabetes, acidoses, eczemas, bócio, varizes, gastrite, cólicas, insônia, ansiedades, prisão de ventre, inflamações e edemas externos.

Alho – Allium sativum: hipotensora, antiinflamatória, antitussígena, laxante, vermífuga, diurética, depurativa, antitérmica. Indicada para o tratamento de: bronquite, tuberculose, hipertensão arterial, diabetes, difteria, reumatismo, tifo, cistite, nefrite, litíase, prisão de ventre e úlceras purulentas.

Berinjela – Solanum melongena: mineralizante, alcalinizante, calmante, emoliente, cicatrizante, diurética, antiinflamatória, digestiva, laxante. Indicada para o tratamento de: queimaduras, abscessos, furúnculos, herpes, artrite, gota, reumatismo, diabetes, indigestão, prisão de ventre, insônia, nefrite, uretrite, cistite, colesterolemia, afecções hepáticas.

Brócolo – Brassica oleracea var. italica: calcificante, antiinflamatória, vitaminizante, emoliente, laxante, diurética, calmante. Indicada para o tratamento de: irritabilidade, ansiedade, colite, anemia, avitaminoses, deficiência de calcificação, prisão de ventre.

Cebola – Allium cepa: depurativa, emoliente, diurética, laxante, antibiótica, antitérmica, antitussígena, anti-hemorrágica, anti-reumática, calmante, alcalinizante, mineralizante, anticoagulante, vermífuga. Indicada para o tratamento de: insônia, cólicas, prisão de ventre, difteria, diabetes, traqueobronquite, gripe, úlceras e ferimentos, verminoses, dermatoses, reumatismo, gota, artrite, queda de cabelo e litíase renal.

Cenoura – Daucus carota: vitamizante, aperiente, colagoga, antianêmica, diurética, antiespasmódica, laxante, antiinflamatória, antitussígena, carminativa, neurotônica, vermífuga, depurativa, emenagoga, lactígena. Indicada para o tratamento de: erisipela, afecções hepáticas, anemia, reumatismo, gota, prisão de ventre, psoríase, eczema, asma, bronquite, laringite, verminose, amenorréia, litíase renal.

Chuchu – Sechum edule: diurética, hipotensora, vitaminizante, mineralizante. Indicada para o tratamento de: avitaminoses, hipertensão arterial e afecções renais.

Couve-flor – Brassica oleracea var. botrytis: antiácida, laxante, mineralizante, vitaminizante, antiinflamatória. Indicada para o tratamento de: hiperacidez gástrica, calcificação deficiente em crianças, prisão de ventre.

Jiló – Solanum gilo: hepática, eupéptica, mineralizante. Indicada para o tratamento de: afecções hepáticas, dispepsias, resfriados, febres.

Melancia – Citrullus lanatus: diurética, laxante, antiinflamatória, hipotensora, carminativa, antitérmica. Indicada para o tratamento de: gota, reumatismo, afecções renais, hipertensão arterial, uretrite, cistite, cólicas, flatulência, prisão de ventre, bronquites e erisipelas.

Melão – Cucumis melo: emoliente, alcalinizante, diurética, laxante, mineralizante, calmante, antilítica, tenífuga. Indicada para o tratamento de: gota, artrite, colite, prisão de ventre, litíase renal, nefrite, cistite, uretrite, acidoses, febre tifóide, hepatite, cirrose, teníase e disminorréia.

Morango – Fragaria x ananassa: diurética, adstringente, antilítica, antianêmica, vulnerária, neurotônica. Indicada para o tratamento de: diarréias crônicas, ulcerações, feridas, litíases, afecções renais, bronquite, hepatite, gota, artrite, dispepsia e anemia.

Pepino – Cucumis sativus: alcalinizante, emoliente, laxante, tônica, mineralizante, diurética, anti-reumática, hipotensora, antiinflamatória, antiespasmódica. Indicada para o tratamento de: reumatismo, gota, erupções cutâneas, cistite, enterocolite, amidalite, laringite, prisão de ventre e cólicas em geral.

Pimenta – Capsicum spp: anti-séptica, antiinflamatória, adstringente. Indicada para o tratamento de: amidalites, aftas, gengivites, estomatites, faringites e hemorróidas.

Pimentão – Capsicum annuum: vitaminizante, digestiva, antiespasmódica. Indicada para o tratamento de: avitaminoses, cólicas abdominais.

Quiabo – Hibiscus esculentus: emoliente, laxante, antiinflamatória. Indicada para o tratamento de: tuberculose, bronquite, pneumonia, prisão de ventre.

Rabanete – Raphanus sativus: mineralizante, aperiente, antiinflamatória, antitussígena, vermífuga. Indicada para o tratamento de: dispepsias, resfriados, bronquites, reumatismo, artrite, gota e verminose.

Repolho – Brassica oleracea var. capitata: antiinflamatória, antiálgica, emoliente, cicatrizante, alcalinizante e vitaminizante. Indicada para o tratamento de: abscessos purulentos, hemorróidas, reumatismo, gota, cefaléias, nevralgias faciais, anemias, tuberculose, úlcera gástrica, alcoolismo, queda de cabelo.

Tomate – Lycopersicon esculentum: depurativa, anti-séptica, emoliente, alcalinizante, mineralizante, laxante, vitaminizante, cicatrizante. Indicada para o tratamento de: avitaminose, tuberculose, anemia, prisão de ventre, hemorróidas, furúnculos, úlceras e feridas, queimaduras de sol.

 


Ração Suplementar eleva qualidade do leite


Adicionar óleo de girassol com selênio orgânico e vitamina E à ração de vacas podem aumentar a produção leiteira e promover mais qualidade ao leite. Quem faz a afirmação é um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), que vem estudando formas de aumentar a produtividade leiteira e beneficiar o consumo humano.

Marcus Antonio Zanetti, professor do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga (SP) e autor da pesquisa,  diz que o estudo que compara produtividade do leite nos animais e os benefícios para o consumo humano é pioneiro.
“Muitos estudos têm sido feitos sobre as possibilidades de alterações na alimentação de animais com a finalidade de melhorar, em tese, a qualidade de produtos para consumo humano. Mas o nosso trabalho deu um passo adiante, ao comparar o efeito do produto enriquecido ao do leite comum, e avaliar se ele realmente é melhor para a saúde humana”, disse Zanetti. 

Por ter conhecidos efeitos antioxidantes, o selênio é um mineral importante para combater os radicais livres. Segundo o pesquisador, estudos realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP comprovaram que a dieta brasileira é deficiente no mineral – com exceção da região Norte, onde há alto consumo de castanha-do-pará, rica em selênio. A vitamina E foi combinada ao mineral por ter efeitos antioxidantes complementares. 

“As doenças cardiovasculares são consideradas os principais problemas de saúde pública e o leite, alimento rico em diversos nutrientes, é frequentemente relacionado a elas pela sua proporção de ácidos graxos saturados e pelo teor de colesterol”, apontou. 

O óleo de girassol foi utilizado como fonte de gordura para o enriquecimento da ração de modo a aliar sua ação aos efeitos antioxidantes do selênio e da vitamina E na composição físico-química do leite. “O óleo tem a função de mudar o perfil dos ácidos graxos no leite, melhorando o produto do ponto de vista da nutrição. Além disso, ele potencializa o efeito dos antioxidantes”, explicou. Essa mudança de perfil diminui a vida útil do leite, que pode estragar mais rapidamente. Mas os antioxidantes se encarregam de reverter esse efeito. 

No experimento, foram utilizadas 24 vacas distribuídas em quatro tipos de tratamento. Um grupo de controle recebeu ração comum, o segundo grupo recebeu ração com adição de 2,5 miligramas de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. O terceiro grupo recebeu ração com adição de 3% de óleo de girassol e o quarto grupo consumiu a ração com adição do óleo de girassol com 2,5 mg de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. 

“Medimos diariamente o consumo e produção de leite dos animais e as amostras de leite foram colhidas semanalmente para análises de gordura, proteína, lactose, cálcio, fósforo, sólidos totais e contagem de células somáticas. O leite obtido de cada tratamento foi pasteurizado e colocado em seu respectivo recipiente. Também foi incluído um tratamento com o leite desnatado.

 

Morango ecológico: um produto saudável com melhoria da renda do agricultor

 

Morangos

O morango adquiriu nos últimos anos a imagem de ser um produto contaminado por agrotóxicos, o que gera insegurança. A Embrapa Clima Temperado busca alternativas para ajudar os agricultores a transformar a produção desse fruto, com dois sistemas de produção diferenciados: o sistema de produção integrada e o sistema de produção de base ecológica. Em termos de produção por planta, dependendo do sistema adotado pelo agricultor, pode-se ter um rendimento entre 800g e 1 quilo e meio de frutos.

Para se alcançar uma alta produção de morango alguns agricultores consideram formas especiais de produção. Eles tratam o cultivo na propriedade considerando o solo um organismo vivo, onde a planta vive com a microfauna e a mesofauna local. O sistema utiliza preparados biodinâmicos e repelentes naturais para resultar num fruto colorido e saboroso. E o melhor, é possível produzir aproximadamente 1kg de frutas por planta cultivada. É o que se pode obter adotando o sistema de produção de base ecológica.  

O morango orgânico é produzido sem a utilização de agrotóxicos, o que reduz os riscos de contaminação oriundos de seu consumo. O sistema de produção de morangos na propriedade sem os fatores contaminantes é um exemplo para a comunidade em busca de novas formas de produção. E favorece, principalmente, na melhoria da renda porque toda a produção encontra consumo imediato.

 

Suco de umbu é rico em nutrientes para a saúde

 

Os pesquisadores descobriram substâncias chamados polifenóis que, de acordo com estudos científicos das áreas médica e nutrição, ajudam a combater radicais e doenças cardiovasculares, prevenir a formação de tumores e retardar envelhecimento. Em algumas das amostras analisadas, as quantidades encontradas (IPT 36) ficaram próximas das registradas em sucos de uva processados a partir da variedade Isabel Precoce (IPT 40).

Os dados são de estudos realizados por pesquisadoras da Embrapa Semiárido e uma professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF-Sertão), e acrescentam à cadeia de conhecimento da fruta nativa da caatinga, uma importante informação nutricional e de apelo comercial.

Características antioxidantes são muito valorizadas na indústria de alimentos. Produtos com essas qualidades adquirem mais e mais consumidores cativos. Assim, a presença de compostos dessa natureza é um ingrediente valoroso para as pequenas fábricas de processamento de umbu agregarem aos seus produtos.

Os resultados ainda não são definitivos, afirma a pesquisadora da Embrapa Ana Cecília Poloni Rybka. Os dados foram obtidos com o aparelho Espectofotômetro e por meio de um método que é mais utilizado para determinar Índice de Polifenóis Totais (IPT) em vinhos. O próximo passo da pesquisa será medir a quantidade de compostos fenólicos com procedimentos técnicos usados com mais frequência na sua identificação.

 

Os Segredos da Tangerina

 


ESPECTOS GERAIS
Árvore de porte médio, copa arredondada ou mais ou menos piramidal, com folhas aparentemente simples, coriáceas, de coloração verde, com glândulas de óleo essencial na forma de pontos translúcidos, variando um pouco na forma e em tamanho. As flores são normalmente solitárias, com cinco pétalas brancas, numerosos estames e um pistilo.
VARIEDADE OU CULTIVARES
As espécies mais cultivadas são: mexerica, Ponkan, Dancy, Cravo, Montenegrina. Murcott: híbridos de tangerina e laranja.
ORIGEM
As frutas cítricas em geral são originárias da Ásia, provavelmente da Índia, China e países vizinhos de clima sub-tropical e tropical úmido. Cultivadas nos pomares da Babilônia e da Palestina, entre outros locais do Oriente Médio, foram daí levadas para a Europa bem antes do desenvolvimento da América, e trazidas para o Brasil pêlos portugueses.
PROPAGAÇÃO
Por enxertia: o enxerto com as copas escolhidas se faz seis a oito meses depois do transplante dos cavalos. Os tipos de enxertia mais usados são: T normal ou T invertido, a 10 ou 15 cm do solo. As borbulhas deverão ser triangulares ou redondas. A amarração, com fita plástica, deverá ser cortada quinze a vinte dias depois da enxertia. Como principais porta-enxerto são indicados, o limão "Cravo", as tangerinas "Cleopatra" e "Sunki".
PLANTIO
As mudas são plantadas sempre no início do período chuvoso de cada região ou quando exista água suficiente para irrigar ou regar as mudas. Deve-se dar preferência aos dias nublados e de temperaturas mais amenas, sem ventos.
O espaçamento recomendado é de 6 m x 4 m x 5 m x 4 m. As covas devem ter dimensões de 60 cm x 60 cm.
A correção da acidez do solo (calagem) e adubação devem ser feitas com base em análises de solo efetuadas por laboratórios competentes, que emitirão as devidas orientações.
Procede-se ao plantio dispondo-se a muda de modo que seu colo fique um pouco acima do nível do solo (mais ou menos 5 cm). Faz-se, em seguida, uma bacia em torno da muda e rega-se, e finalmente cobre-se com palha ou capim-seco. Deve-se tutorar a muda se houver ventos fortes.
As podas são práticas imprescindíveis na cultura do citros. A poda lateral é conveniente em caso de superpopulação, quando os espaçamentos adotados tornam-se insuficientes para as plantas, que se tocam, sombreando abordo da árvore e impedindo a frutificação em maior área.
A capina dos pomares pode ser manual, mecânica ou química, desde se que tenha cuidado para não danificar o sistema radicular das plantas.
 
 

Cabras ganham torre de quase 10 metros de altura nos EUA



A torre das cabras foi construída com cerca de 5 mil tijolos feitos à mão. As cabras conseguem subir e descer porque a torre conta com escada espiral.

 

 

O norte-americano David Johnson, da cidade de Findlay, no estado de Illinois (EUA), construiu uma torre de quase 10 metros de altura e cerca de 2,1 metros de diâmetro, que permite que as cabras da fazenda subam até o topo, segundo o site “Farm Show”.

A “torre das cabras” foi construída com cerca de 5 mil tijolos feitos à mão, cada um com diferente tamanho e forma. A torre tem 276 degraus, formando uma escada espiral, o que permite que as cabras subam e desçam com facilidade.

“Os caprinos são os animais mais curiosos do mundo.

Eles utilizam muito a torre. Eles vêm e vão”, disse Johnson, que conta com 34 cabras em sua fazenda. A torre tem seis andares, com três aberturas em cada lado.

Johnson teve a ideia de construir a edificação após ver em uma revista uma foto de uma torre localizada na África. “Pelo o que eu sei, existem apenas três torres de cabras em todo o mundo. Há também uma na África do Sul e outra em Portugal”, disse Johnson.

 Ele destacou ainda, em entrevista ao site “Farm Show”, que nunca aconteceu nenhum acidente envolvendo os animais. “As pessoas muitas vezes me perguntam se alguma cabra já caiu da torre, e eu sempre dou a mesma resposta, que é não”, afirmou.

 

 

 

Torre tem 276 degraus, formando uma escada espiral, o que permite que as cabras subam e desçam com facilidade. 

 

Mãe bem nutrida, cria lucrativa


A estatística é clara: mais de 20% das crias morrem, por falta de cuidados dos proprietários, todos os anos e tamanha perda não precisaria acontecer.

 

 

Na criação nordestina, em regime de pasto, as crias nascem e logo são sufocadas pelo calor ardente. No inverno, as crias ficam geladas, nas noites, e perigosamente quentes durante o dia. O frágil organismo não aguenta e sucumbe.

Na criação gaúcha, também nos campos, os ventos gelados liquidam parte das crias e a chuva piora a situação.

A “criação em regime de campo” é um mito perigoso, quando encobre a falta de cuidados necessários à criação. Os campos nativos são pobres em vários meses e as ovelhas prenhes não recebem o sustento adequado. Então irá parir crias frágeis. As condições ambientais não são satisfatórias para as exigências de uma ovelha prenhe, pois ela também está nutrindo o feto. A precária alimentação acarreta baixo peso corporal do recém-nascido, fazendo crescer os índices de mortalidade. Parece que o fazendeiro não se importa e, assim, por deixar perder as crias também fica no prejuízo. O correto seria deixar de perder as crias para poder lucrar mais.

A característica orientadora, nesse caso, é o peso da cria ao nascer. A Embrapa Sul analisou milhares de dados, chegando a algumas conclusões importantes:

Ou seja, cria que nasce pesando até 3,0 kg tem um triste destino pela frente. Até os 3 kg, a sobrevivência não passa de 65%, sendo até de 43% em pesos corporais inferiores. O peso ao nascer mais desejável é superior a três quilos.

 

 

 

 

Em ambientes quentes, a cria precisa ser hábil, logo ao nascer.

 

 

 

 

u Solução - No terço final da gestação, geralmente final do inverno, uma alimentação adequada (reforçada) possibilita um aumento de peso no feto, o qual poderá melhor enfrentar as condições adversas do início da vida e não ser mais um na lista dos que perecem por frio e fome.

Ou pelos dois fatores, ao mesmo tempo. O animal com pouca nutrição apresenta uma queda no metabolismo, tornando-se vítima fácil no momento de frio.

 

u Resumo: fêmea gestante no final da lactação bem nutrida tem cria garantida.

 

 

 

 

Curiosidades

VARIEDADES

Você sabia...?

... que as árvores, na pastagem, além de amenizar os efeito do excesso de insolação, do vento e da chuva, constituem verdadeiras “bombas de adubação”, canalizando nutrientes das camadas mais profundas do solo para a superfície, através dos galhos e folhas?  Tanto melhor se forem leguminosas, com capacidade de fixar o nitrogênio atmosférico! Assim, elas melhoram o equilíbrio ecológico e o microclima da pastagem.

... que o Tzar russo instituiu imposto sobre as barbas? Barbudo tinha que pagar imposto! Foi Pedro, o Grande, o grande Tzar que modernizou a Rússia no século 18, quem inventou imposto sobre barbas, na tentativa de melhorar a higiene pessoal dos súditos.

O tributo era anual e o contribuinte recebia um “cartão” como comprovante de quitação. Os fiscais raspavam a cara dos sonegadores.

... que a minhoca é um tesouro? Ela ingere um volume de solo e matéria orgânica equivalente ao seu peso. O dejeto da minhoca é muito rico. Tem 2,5 vezes mais Cálcio e Magnésio que o solo. Tem 5 vezes mais Nitrogênio, como nitrato. Tem 7 vezes mais Fósforo assimilável. Tem 11 vezes mais Potássio assimilável.

... que , embora a Inglaterra tenha ficado rica com a produção de lã, este produto teve origem na Espanha (Ibéria)? Foi ali que a raça Merino predominou por séculos. Somente no final do século XVIII, os animais dessa raça chegaram à Inglaterra, de onde rumaram para o restante do mundo. A Espanha perdeu, então, sua reputação de produtora de ovinos de lã fina.

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Frase

- Perder dinheiro é perder pouco, perder confiança é perder muito, mas perder a coragem é perder tudo, por­que perderá a si mesmo. Portanto, mantenha a coragem como o bem mais precioso da vida. Dinheiro não é tudo, nem o mais importante da vida. Ele deve vir naturalmente a você, como fruto do seu trabalho honrado. (Masutatsu Oyama)

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Vocabodário

- Cabrim - Pele curtida de ca­bra.

- Enchiqueirado: Animal que está sem contato com fêmea.

 

Descobrir prazeres e ocupar tempo livre ajuda a combater a compulsão

Especialistas explicaram como ocorre a compulsão por comida e compras.
No caso da alimentação, anotar o que come e se planejar pode ajudar.

 

Comer e fazer compras são atividades que dão prazer, mas algumas pessoas ficam “viciadas” por essas atitudes e isso pode ser um sinal de compulsão. Pessoas com comportamento compulsivo realizam essas atividades sem planejamento, com urgência e necessidade, e acabam se culpando e se arrependendo depois.

Por isso, a disciplina é fundamental no tratamento dessa patologia. Ocupar os períodos ociosos da agenda com atividades saudáveis evita com que esses tempos vazios sejam aproveitados com comportamentos impulsivos. Além disso, encontrar novos prazeres é uma alternativa para substituir as atividades que estimulam a compulsão.

Cozinhar, ir ao cinema, ouvir novas músicas, começar a freqüentar a academia, estudar ou até mesmo criar um animal de estimação são algumas das opções para evitar a depressão. Ou seja, quando você retira ou diminui da sua vida um ato que te dá prazer, você precisa de algo para ocupar e substituir esse ato.

info Bem Estar compulsão alimentar (Foto: arte/G1)

Como a impulsividade faz a pessoa perder o controle em determinado momento, ter um amigo para conversar também pode ajudar a evitar que isso aconteça.

É importante, então, escolher alguém que não julgue e não dê bronca, mas que ajude a refletir sobre o problema e até interfira com atitudes simples, como diminuir o limite do cartão de crédito ou acompanhar nas idas aos supermercados, por exemplo. Caso esse amigo não possa acompanhar nos locais de "tentações", é preciso então evitá-los para não despertar vontades e impulsos. 

Segundo o psiquiatra Alexandre Azevedo, saber diferenciar a compulsão da permissão também é importante. Por exemplo, a pessoa que vai ao shopping porque precisa de um sapato e acaba comprando vários pode ser compulsiva. Mas se ela vai já sabendo que vai gastar muito dinheiro, existe um planejamento, coisa que o compulsivo não faz, ou seja, é apenas perda de controle e irresponsabilidade.

No caso da comida, o endocrinologista Alfredo explicou que a compulsão acontece quando a pessoa come por desejo, sem limites e por necessidade. Por isso, uma das dicas é, quando ir ao supermercado, não estar com fome para não acabar comprando alimentos sem necessidade.

Além disso, fazer um diário da sua alimentação no dia a dia ajuda a recordar exatamente o que você comeu. Só o fato de parar para anotar já faz a pessoa pensar e até deixar de comer. Caso isso não aconteça, ela poderá analisar no dia seguinte se o que comeu foi dentro do normal ou exagerado.

Existe também a psicoterapia individual ou em grupo como forma de tratamento. Ela é feita baseada na reeducação através de situações, gatilhos e armadilhas. Além disso, também faz com que a pessoa discuta questões relativas ao seu problema e divida experiências com outras que sofrem da mesma coisa.

O psiquiatra Alexandre Azevedo deu algumas dicas para contornar períodos e situações que podem favorecer o comportamento compulsivo. Veja no quadro abaixo:

Dicas para evitar comportamentos compulsivos
Problema
O que fazer?
Tempo livre Organize uma agenda
Solidão Aumente o número de amigos
Notícia ruim Compartilhe com alguém
Ouvir um 'não' Tenha sempre um plano B
Estresse Escolha momentos da semana para relaxar
Dia longo de trabalho Faça pausas para conversar, ouvir música ou ler
Fim da tarde Mantenha-se ocupado com atividades agradáveis
Domingo Faça que seja o dia do lazer, sem nenhum trabalho
Achar-se feio Identifique partes do seu corpo que acha bonitas e as explore
Supermercado Vá sem fome
Shopping Faça sempre uma lista de compras
Depósito do salário

Coloque as contas principais no débito automático

 
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