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Veja ! Leite de Cabra, Inseminação Artificial, Como escolher Frutas, Curiosidades, Vinho de Umbu, O Abacate, Curiosidades sobre o Avestruz e Lucos na Criação Cabras e Ovelhas... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Dom, 10 de Agosto de 2014 17:00

Um dos Alimentos mais Saudáveis do Mundo

    
 

 

 
 
LEITE DE CABRA

 

Enquanto na Europa, Américas do Norte e Sul (incluindo o Brasil), podemos pensar no leite de cabra como uma bebida alternativa ao leite de vaca, na maioria das localidades do mundo, é o oposto que se aplica. Por todo o mundo, há mais pessoas a beber leite de cabra do que de vaca.

A maioria das pessoas parte do princípio que o leite de cabra terá o mesmo sabor forte e almiscarado pelo qual o queijo de cabra é famoso. Mas, na realidade, o leite de cabra de boa qualidade tem um sabor delicioso, levemente doce e, por vezes, também levemente salgado. Ao contrário do leite de vaca, não é necessário homogeneizar o de cabra. Enquanto os glóbulos de gordura no leite de vaca tendem a separar-se até à superfície, os glóbulos do leite de cabra são bastante mais pequenos e permanecem suspensos na solução. O leite de cabra pode por vezes ser usado como alternativa por quem é sensível ao de vaca.

O nome científico da cabra é Capra hircus.

 

245 grs / 168.12 Calorias
NUTRIENTES
qUANT.
DDR (%)

DENSIDADE DO NUTRIENTE

CLASS.
triptofanos
0.11 g
34.4
3.7
muito bom
cÁlcio
325.74 mg
32.6
3.5
muito bom
fÓsforo
270.11 mg
27.0
2.9
bom
vitamina B2 (riboflavina)
0.34 mg
20.0
2.1
bom
proteÍnas
8.69 g
17.4
1.9
bom
potÁssio
498.74 mg
14.2
1.5
bom

 

 
IMPORTÂNCIA DA ENERGIA ELÉTRICA RURAL   
 
 
Eficientização Energética na Propriedade Rural                                                                  l

A energia elétrica na propriedade rural destina-se à produção agropecuária e ao consumo residencial.
Dimensionar a rede interna e a potência total a ser instalada são providências que se deve tomar antes de contratar um profissional para fazer o serviço.
A potência a ser instalada é calculada da seguinte maneira: 
se alguém deseja instalar 6 tomadas e 5 lâmpadas de 100 Watts, a potência total será de 1.100 Watts. O cálculo é assim:

6 tomadas x 100 Watts600 Watts
5 tomadas x 100 Watts500 Watts
TOTAL1.100 Watts

Para a instalação de um chuveiro elétrico, é preciso acrescentar mais 3.600 Watts.
O processo para se dimensionar as instalações elétricas de produção é semelhante ao adotado para as instalações elétricas residenciais.
O ramal para a alimentação de motores e equipamentos é dimensionado em função da carga a ser ligada, da sua 
distância em relação ao padrão de entrada e da corrente elétrica solicitada para essa carga.
No caso de ramais que alimentam motores, deve haver uma proteção junto deles. Quando o ramal de alimentação do motor derivar direto da rede, deve haver uma proteção do ramal na derivação, que é feita por um disjuntor ou chave fusível.
Este ramal pode partir diretamente do padrão de entrada daquele ramal que atende sua residência ou do quadro de distribuição instalado na residência. Ele deve ser aéreo, com condutores nus, ou subterrâneo, com condutores isolados.

Principais defeitos de uma instalação elétrica:
O curto-circuito se caracteriza pela elevação excessiva e rápida da corrente elétrica provocada por defeito de isolamento no condutor ou nos motores. Suas principais causas são:
  • emendas mal feitas em condutores
  • contato do condutor nu com a terra ou outro condutor defeitos no isolamento dos condutores
  • aquecimento excessivo dos motores com a conseqüente quebra do isolamento nos enrolamentos, causado pela má operação da máquina, proteção inadequada ou sobrecarga.


Em caso de defeito por curto-circuito no equipamento, a proteção elétrica (fusíveis, disjuntores) deverá atuar. Por isso, é importante dimensionar bem todos os dispositivos utilizados na proteção dos circuitos elétricos, evitando a queima de motores, condutores e até mesmo a ocorrência de incêndios de grandes proporções.

Motores:
Antes de adquirir um motor, é preciso levar em conta a máquina à qual ele será acoplado. O manual da máquina especifica a potência do motor que é mais adequada.

Instalação – o motor deve ser abrigado em local bem ventilado e instalado preferencialmente com a máquina sobre uma única base devidamente assentada. Para motores monofásicos, recomenda-se base com dispositivo aliviador de partida que proporcione o tensionamento gradual das correias, até o motor alcançar a sua rotação de trabalho. Esse dispositivo melhora as condições de partida dos motores.

Partida – a chave de partida deve estar de acordo com o motor a ser acionado. Motores monofásicos de 12,5 cv ( 1 cv=736Watts) só podem ser ligados com chaves limitadoras de corrente de partida.

Proteção – todo motor deve ter disjuntor, contator, relé térmico, etc.


Atualmente, o Procel concedeu seu Selo de eficiência ao Motor Elétrico de Indução Trifásico: Motores Elétricos da linha Padrão e de Alto Rendimento, de 2, 4, 6 e 8 polos, nas potências e rendimentos mínimos estabelecidos em tabela específica.

Triturador de ração:
Para o dimensionamento de um triturador, deve-se considerar:
  • a mão-de-obra disponível para picar e distribuir a forragem
  • a potência dos motores que poderão ser utilizados
  • a quantidade de forragem para a alimentação dos animais.

A localização do triturador é importante para racionalizar a mão-de-obra do operador e para obter o maior rendimento. Ele deve ser colocado em uma área ampla para que a forrageira a ser picada fique próxima à bica alimentadora da máquina.
A máquina e o motor devem ser instalados sobre uma única base, mantendo-os bem fixos.

Ordenhadeira mecânica:
A ordenha mecânica é a maneira mais higiênica e rápida para a coleta do leite. Cada máquina pode ordenhar entre 10 e 12 vacas por hora.
Para escolher o tipo de ordenhadeira, é necessário saber o que é “unidade de ordenha”: é um conjunto de teteiras que ordenha uma vaca de cada vez.
Deve-se, então, considerar a quantidade de vacas que se pretende ter e dividir a quantidade de vacas pela quantidade de horas em que se pretende ordenhá-las. 
Vamos supor que sejam duas horas. Devemos, então, dividir esse resultado por 12, já que é possível ordenhar 
essa quantidade de vacas por hora.
O resultado obtido será o número de unidades de ordenha que se necessita.

Cálculo do consumo de energia elétrica com a ordenhadeira:
Unidade de ordenha
Potência do motor (cv)Consumo em kW hora2 (móvel)3/40,842 (móvel) ,04411,04621,94821,94832,791032,791232,791432,79 
Se a ordenhadeira mecânica ideal para determinado caso possui 6 unidades de ordenha, isso significa que ela virá equipada com um motor de 2 cv, o que corresponde, conforme a tabela acima, a um consumo de 1,94 kWh. Se 1,94 é o consumo em 1 hora, em 4 horas teremos 7,76 kWh/dia. Aí, é só multiplicar por 30 (dias do mês) e termos o consumo total da ordenhadeira no mês.

Resfriador de leite:
Este equipamento conserva a temperatura do leite em torno de 4ºC. A operação de alguns tipos deste equipamento é automática, como uma geladeira. O único cuidado a ser observado diz respeito ao nível da água e sua troca. 
Há vários tipos: resfriador de imersão (móvel ou fixo), pré-resfriador, e resfriador instantâneo.

Motobomba:
Uma vaca leiteira necessita de cerca de 2,5 litros de água para cada litro de leite produzido. Assim sendo, deve haver bebedouros de fácil acesso na propriedade para que a produção de leite não seja prejudicada.
A bomba elétrica pode também ser utilizada para aumentar a pressão de água para lavar as instalações dos currais, conforme exigências sanitárias.

Cerca elétrica:
A cerca elétrica é composta de um aparelho eletrificador e de um fio de arame nu, colocado ao redor de uma área que se quer isolar.
O fio de arame emite um pequeno choque elétrico cada vez que é tocado pelo animal, forte o suficiente para afastá-lo, sem machucá-lo.
Seu uso não é recomendado nos seguintes casos:
  • em áreas urbanas
  • em divisas de propriedades
  • em divisas com estradas
  • em locais que servem de acesso a pessoas
  • em locais públicos
  • em proximidade e cruzamento com redes telefônicas.


A cerca elétrica não pode ser energizada com a energia fornecida pela Celesc. 
O sistema só pode ser alimentado por baterias ou pilhas. 

É recomendável procurar os serviços de um profissional, já que este equipamento pode apresentar ameaça à vida humana. 

 

ETAPAS DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM BOVINOS

 


A inseminação artificial é o ato de deposição do sêmen no útero da fêmea, ao invés de ocorrer a cópula com um touro. O sêmen utilizado é diluído, o que evita perda de grande parte dos espermatozoides, ao contrário do  que acontece na monta natural. A fecundação, no entanto, depende, também, da presença do óvulo fértil no útero.

O objetivo  do manejo reprodutivo é fazer com que a vaca tenha maior número de crias ao longo de sua vida, garantindo mais tempo de lactação. Além disso, possui a vantagem de fazer com que as crias sejamanimais geneticamente superiores.

1. Verifique na ficha da vaca se existe alguma informação que impeça a inseminação. Não inseminar vacas com menos de 45 dias de parida ou que tenham apresentado cio a menos de 18 ou mais que 24 dias.
2. Realize a contenção da vaca e então introduza uma mão enluvada no reto, removendo as fezes até esvaziá-lo completamente. 
3. Limpe a região da vulva com papel toalha, deixando-a bem seca. 
4. Arrume os materiais (aplicador, bainhas francesas, termômetro, cortador de palheta, papel higiênico, luvas de inseminação, água morna) da inseminação sobre uma mesa ou bancada. 
5. Identifique o caneco e a rack onde o sêmen a ser utilizado está guardado. Retire a dose de sêmen sem levantar o caneco acima de 5 cm da borda do botijão. 
6. Descongele a palheta de sêmen em água a 37C, durante 30 segundos. Nunca retorne para o botijão um sêmen após ser descongelado. 
7. Seque a palheta, com papel toalha limpo e seco. Confira o sêmen e faça a bolha de ar passar para a extremidade oposta à bucha. 
8. Corte a extremidade contrária à bucha com uma tesoura limpa ou um cortador de palhetas e encaixe a extremidade cortada no aplicador. 
9. Monte o aplicador fixando-o à bainha com a borracha, lembrando de deixar o mandril puxado para evitar que parte do sêmen seja desperdiçado durante a montagem. 
10. Abra os lábios vulvares para introduzir o aplicador sem encostar a ponta na pele da vulva. O aplicador deverá ser introduzido inicialmente com a ponta voltada para o teto da vagina. 
11. Introduza a mão enluvada no reto e segurar a cérvix, fazendo o aplicador passar por ela. 
12. Confirme a posição da ponta da pipeta no corpo do útero e faça então a deposição do sêmen no corpo do útero, comprimindo o mandril do aplicador. 
13. Retire o aplicador e massageie o clitóris por 10 segundos. Confirme o número do animal e solte-o devagar. 
14. Desmonte o aplicador, limpe e guarde todo o material utilizado. Jogue o material sujo (luva e bainha em recipiente de lixo apropriado). 
15. Confira o sêmen utilizado, faça as devidas anotações na ficha da vaca.

 

 

 Saiba escolher frutas corretamente

 

Tem gente que compra fruta verde pra durar mais tempo, só que algumas delas não amadurecem em casa. Confira as dicas  para evitar o desperdício.

- Compre frutas para consumir no máximo em três dias

- Escolha as que tiverem cabinhos, ela dura mais. Se não tiver o cabinho na fruta ela perde água mais fácil, fica murcha, perde o brilho, o sabor piora porque a fruta ‘respira’ mais e neste processo consome o açúcar que dá o sabor a fruta, assim como os nutrientes. E se o cabinho estiver solto significa que a frutas foi colhida há mais tempo.

 

Limão e laranja e tangerina

A cor não faz diferença. As que têm a casca bem lisinha têm mais suco do que as que estiverem mais enrugadas.

A doçura depende da região de onde a fruta vem. Converse com o vendedor para saber quais as regiões que produzem as mais doces.

A laranja serra d’água tem a mesma quantidade de açúcar que uma laranja pêra, porém a serra d’água ela tem menos ácidos orgânicos (vitamina a ácido ascórbico). Isto faz com que ela pareça ser mais doce que as outras

Maçã

A maça mais brilhante quer dizer que ela tá mais fresquinha, que ela tem mais água em relação aquela que está opaca. Isto vale também pra goiaba e pêra.

Não aperte as frutas. A fruta respira e se apertamos ela vai respirar mais e perder os nutrientes e o sabor.

Manga

O toque, a firmeza, o brilho, estas são as características para saber se manga está boa.

Banana

Tem que ser arredondada não pode ter quina, se tiver as quinas salientes ela foi colhida antes do tempo.

Banana não se armazena na geladeira. Se você armazenar a banana na geladeira ela vai ficar preta e vai alterar bastante o sabor. Quando está soltando da penca quer dizer que ela não ta tão fresca. Leve a penca firme, vai durar mais.
A banana que tiver completamente verde, sem nenhum pontinho amarelo, pode não amadurecer na sua casa. Se quiser ela mais verde, o ideal é comprar quando ela está começando a amarelar. Quanto mais ela for manuseada, mais machucada ela vai ficar e vai durar menos na sua casa.

Mamão

A cor que demostra se ele está bom ou não.

Maracujá

Aquele que estiver mais pesado terá mais polpa

Abacate

Se você balançar e o carocinho estiver solto, significa que ele vai amadurecer na sua casa. O abacate amadurece depois de colhido.

Determinadas frutas como o melão, uva, melancia, abacaxi, não amadurecem depois de colhidas porque liberam um hormônio chamado etileno em menor quantidade.

Dicas para saber se elas estão no ponto:

Melão

Aperte no fundo, se estiver macio tá no ponto, se estiver muito macio ele passou do ponto e se estiver bem duro o melão ta verde. Não vai ficar saboroso.

Uva

Com cabinhos verdes significa que está fresquinha, que foi colhida recentemente. Com os cabinhos escurecidos ela mais velha.

Outra dica: A cerinha que cobre a uva é chamada de pruinase. Se ela não foi retirada da uva quer dizer que ela foi menos manuseada, então ela tende a durar mais. A uva tem que ser armazenada na geladeira.

Abacaxi

Quem pensa que se tirar uma folha e ela sair com facilidade, significa que o abacaxi está maduro, está errado. Cada um tem uma força diferente.

A cor também não é parâmetro, porque tem abacaxi de regiões em que mesmo com a cor verde, ele está maduro.

Observe a casca. Entre cada quadrado, quanto mais fundo mais verde. Quanto mais aberto tiver a malha (casca) do abacaxi, quanto mais lisa, mais maduro ele está. Se esta malha estiver fechada ele está menos doce.

Quanto mais úmida estiver a base do abacaxi quer dizer que ele foi colhido recentemente. Se ele tiver ressecado quer dizer que ele foi colhido há mais tempo.

 

Melancia

Faça lembre um teste: bata com a palme da mão em seu braço e depois na sua barriga. Perceba que o som que produz é diferente. Na hora de escolher a melancia, bata nela levemente com os dedos e -se de que quanto mais firme for o som, mais saborosa ela estará.

 

  CURIOSIDADES SOBRE OS RECÉM-NASCIDOS DE ALGUMAS ESPÉCIES:


 

O filhote do boi recebe três diferentes nomes: vitelo, novilho ou bezerro. 

 Um elefante recém-nascido pesa cem quilos. 

 Os bebês de algumas baleias chegam a mamar quinhentos litros de leite num único dia. 

 Os filhotes do urso cinzento nascem com meio quilo. Em compensação, no período de um ano, atingem os noventa quilos. O ursinho polar nasce om sete quilos e chega aos 725 na fase adulta. 

 A girafinha já nasce com altura de jogador de basquete: até dois metros. As girafas não se deitam para dar à luz. Por isso, ao nascer, o nenê despenca de uma altura de dois metros e meio. 


VAMOS PESAR OS BICHOS? 

ANIMAL:PESO.
BEIJA-FLOR:10 GRAMAS.
PARDAL:50 GRAMAS.
HAMSTER:120 GRAMAS.
RATO:450 GRAMAS.
CHINCHILA:700 GRAMAS.
FRANGO:3 QUILOS.
COELHO:3,5 QUILOS.
GATO:6 QUILOS.
RAPOSA:6,5 QUILOS.
COIOTE:34 QUILOS.
CHIMPANZÉ:70 QUILOS.
FOCA:80 QUILOS.
AVESTRUZ:100 QUILOS.
VEADO:180 QUILOS.
URSO POLAR:320 QUILOS.
CAVALO:450 QUILOS.
DROMEDÁRIO:500 QUILOS.
CAMELO:700 QUILOS.
VACA:700 QUILOS.
HIPOPÓTAMO:

3 TONELADAS.

ELEFANTE AFRICANO:6,5 TONELADAS.

 


 

 

Vinho de umbu é alternativa para produtores do Semiárido

 

Bebida pode potencializar ganhos de agricultores familiares

 

Beto Tchernobilsky
 
 
 
 
 
Apenas 1% do umbu produzido no nordeste é comercializado ou industrializado
 

Um novo produto vai agregar mais valor à produção nacional de umbu: o vinho. A fruta é encontrada principalmente noSemiárido nordestino. 

Atualmente, grande parte do umbu é comercializada in natura ou como polpa, com pequena parcela destinada à fabricação de doces e geléias. De acordo com o engenheiro de alimentos Breno de Paulo, que está desenvolvendo a pesquisa na Universidade Federal da Bahia (Ufba), com apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Agroindústria de Alimentos, o objetivo é dar mais opção de agregação de valor ao fruto. 

Na região semiárida brasileira já existe a Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc), em Uauá, BA, que reúne cerca de 140 produtores e comercializa produtos da Caatinga inclusive para o exterior, liderados pelo umbu. O vinho fermentado da fruta seria mais uma opção para comercialização na região. 

Todos os testes com o produto já foram realizados na unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em Vassouras, RJ. Para melhorar ainda mais o vinho, Breno de Paulo disse que são necessários apenas ajustes finos. “O produto em si já está desenvolvido”, diz o pesquisador. 

 Técnica de produção


O método de fabricação do vinho de umbu não é muito diferente da produção do vinho convencional. “A única coisa que difere um pouco é o tratamento final, que é a microfiltração, para deixar o vinho mais límpido e eliminar um pouco a turbidez”, afirma de Paulo. 

Segundo ele, com apenas um quilo de umbu dá para fabricar três ou quatro litros do vinho, que pode ser vendido ao preço médio de R$ 8 a R$ 10 a garrafa. “Então, com um quilo de umbu o rendimento seria de R$ 30 a R$ 40. Para ter esse rendimento vendendo o fruto, teria que vender 8 sacas de 60 quilos. A lucratividade é bem maior”, contou. 

Apenas 1% do umbu produzido na Bahia é comercializado ou industrializado. Os restantes 99% se perdem. “Tem um potencial para crescer industrialmente muito grande. Falta investimento." 

Com a finalização da pesquisa, o próximo passo será a elaboração de estudos mais detalhados sobre a viabilidade econômica do novo produto, para dimensionar o retorno do investimento a ser feito. A parceria da Ufba com o Senai, a Embrapa Agroindústria de Alimentos e as cooperativas locais também deverá ser reforçada, com o objetivo de desenvolver novos produtos a partir do umbu.

 

 

O abacate é rico em gorduras monoinsaturadas e fibras.o abacate é uma fruta saudável.

 

O abacate ajuda a controlar o colesterol, melhora o sistema circulatório e a pele. É indicado também para combater a fadiga, depressão e prevenir problemas cardíacos e derrame. Além disso, colabora para equilibrar o funcionamento do fígado e acalmar o sistema nervoso.

Conheça receita de um prato à base de abacate, um acompanhamento saboroso e saudável para saladas, comidas e aperitivos. *

ABACATE
Com muitas variedades, o abacate é uma fruta saudável, com uma história longa e documentada.

O abacate é rico em gorduras monoinsaturadas e fibras. Ajuda a controlar o colesterol, melhora o sistema circulatório e a pele. É rico em ácido fólico, que ajuda a prevenir defeitos congênitos, e potássio, que é indicado para fadiga, depressão, problemas cardíacos e derrame.

O abacate tem alto teor de antioxidantes e contém uma substância única que combate as bactérias e os fungos. Equilibra o funcionamento do fígado e acalma o sistema nervoso.

Ingredientes:
- 3 abacates médios maduros
- 1 tomate em cubinhos
- 1/2 cebola picada
- 1 dente de alho picado e amassado com 1/2 colher (chá) de sal
- 1 pimenta-malagueta sem sementes e picada (opcional)
- 1 e 1/2 colher (sopa) de suco de limão
- 2 colheres (sopa) de coentro fresco picado
- pimenta-do-reino

Modo de Preparo:
Corte os abacates ao meio, retire a polpa com uma colher e coloque em uma tigela. Adicione os ingredientes restantes e misture até ficar uniforme. Tempere com pimenta a gosto.

Propriedades/Ação
- Rico em gorduras monoinsaturadas
- Controla o colesterol
- Rico em ácido fólico
- Acalma o sistema nervoso

 

 

CURIOSIDADES SOBRE O AVESTRUZ
 
ostrich-egg-1

Você sabia? 
Que a carne de Avestruz é recomendada pelas Sociedades Brasileira e Americana de cardiologia, pois possui Ômega 3, que faz muito bem para o coração?


Que as avestruzes fêmeas possuem plumagem acinzentada?


Que o avestruz não voa, mas pode chegar a uma velocidade de até 60km/h?


Que o couro do avestruz é o 2º mais caro do mundo; só perdendo para o couro de crocodilo? 
Que a estimativa de vida do avestruz é de 70 anos?
Que existem registros da existência de avestruzes que datam de 5.500 a.C?
Que a carne do avestruz é livre do hormônios e aditivos? 
Que os egípcios usavam a pluma de avestruz como leque? 
Que os romanos usavam plumas de avestruz como adorno em seus capacetes? 
Que o avestruz é considerado a maior ave do planeta? 
Que a prole do avestruz chega a ser de 30 a 60 por ano? 
Que a aparência e o sabor da carne de avestruz é muito similar à carne bovina? 
Que o avestruz é considerado o ser vivo de maior resistência imunológica do reino animal? 
Que 1 ovo de avestruz equivale aproximadamente a 25 ovos de galinha? 
Que o avestruz suporta bem baixas e altas temperaturas? 
Que os bicos e unhas são utilizados na confecção de jóias e botões? 
Que o avestruz pode botar até 100 ovos no período fértil?

 

avestruzGO avestruz é originário da África e pertence a família das Ratitas - aves não voadoras. Desta família também fazem parte a Ema, originária da América do Sul e o Emu, nativo da Austrália. Para surpresa de muitos, embora seja uma ave, o avestruz produz uma deliciosa carne vermelha que possui o sabor muito parecido com o Filet Mignon, porém com níveis de calorias, gordura e colesterol muito mais baixos.

Principais raças de avestruz

Black Neck: Pescoço Preto 
Blue Neck: Pescoço Azul 
Red Neck: Pescoço Vermelho 
African Black: Híbrido comercial

Embora seja de menor porte, a raça African Black é a mais indicada para se iniciar a criação, por se tratar de animais mais dóceis, fáceis de lidar e com início precoce da fase de postura.

 

 

À medida que cresce a atividade, é normal que se pense em garantir bem-estar aos animais, para que  no final  eles garantam a lucratividade tão esperada

 

Caprinos e Ovinos

 

A caprino-ovinocultura é uma das atividades de destaque da região Nordeste. O IBGE estimou em 2007 que o efetivo de caprinos e ovinos desta região era de quase 18 milhões de cabeças, o que deu à região o status de 1° lugar nacional de criação destes animais, os quais apresentam significativa importância para o desenvolvimento da região, tanto do ponto de vista econômico quanto sociocultural.

O Nordeste do Brasil está localizado numa região tropical, onde em sua maior parte predomina o clima semiárido que se caracteriza por dois períodos distintos: seco e chuvoso. É uma das re­­giões mais susceptíveis aos danos causados pelo aquecimento global. Isso só colabora com estresse térmico sofrido pelos animais, decorrente de faixas inadequadas de temperatura e umidade relativa do ar juntamente com outras variáveis ambientais que causam desconforto térmico aos animais de produção, influenciando assim a qualidade do produto final e resultando em perdas econômicas para o produtor. 

 

O ambiente é muito importante para garantir tranquilidade aos animais.

 

Atualmente é possível observar pesquisas relacionadas ao bem-estar e à ambiência de animal em muitos ramos da zootecnia, tais como na avicultura, suinocultura e bovinocultura. Nota-se o surgimento de grupos que também abordam essas linhas de pesquisa na área de ovinos e caprinos, como é o caso da parceria entre a Universidade Federal do Ceará (CE) e da Embrapa Caprinos e Ovinos, situada em Sobral (CE). Os resultados das pesquisas desse grupo de estudos, formado por professores poderão trazer mudanças de manejo que reduzam os impactos negativos das condições climáticas sobre os animais, podendo resultar em melho­rias na qualidade final das carcaças, na eficiência zootécnica e prover uma redução de custos, como já foi constatado em estudos com outros animais de produção.

Os estudos serão direcionados também no sentido de proporcionar aos animais um maior conforto e bem-estar através de instalações e manejos mais adequados à região Nordeste.

As primeiras etapas da pesquisa, que terão início no começo de 2011, concentram-se na área de produção agrosilvipastoril, um sistema bem acessível à produção de cunho familiar, uma vez que o manejo neste tipo de sistema de criação visa agregar valor ao produto e conquistar um nicho especifico e cada vez mais crescente no mer­cado: o nicho daqueles que têm interesse por produtos socialmente e ambientalmente corretos.

 

 
Veja ! Melhorando o Desempenho de uma Propriedade Rural, Culinária Bodistica, Técnicas na Suinocultura, Minhocário, Carne de Cordeiro, Aminoácidos e Produtos Orgânicos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 09 de Agosto de 2014 08:50

Melhorando o Desempenho de uma Propriedade

 

Aprenda a usar a agricultura de precisão para melhorar o desempenho da propriedade

 

 

A agricultura de precisão envolve um conjunto de tecnologias destinadas ao manejo de solos, a culturas e ao uso de alguns insumos, como adubo, calcário e defensivos. Com a agricultura de precisão, o produtor pode obter redução de custos em todas as etapas da agricultura, desde a semeadura até a colheita. São técnicas ainda pouco conhecidas no Brasil, que utilizam equipamentos como GPS, sensores e aparelhos para mapeamento.

 

E, ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, isso tudo não é só para o grande produtor que dispõe de muito dinheiro. O pequeno também pode fazer uso desses novos instrumentos. Um dos procedimentos mais conhecidos da agricultura de precisão é com a adubação. A partir das informações obtidas pelos mapas de características do solo, as máquinas não se limitam a adubar, de maneira igual, uma determinada extensão de terra. Um dispositivo automático, previamente elaborado a partir de um programa de computador, faz com que a adubadeira coloque diferentes volumes de fertilizante, em maiores ou menores quantidades, de acordo com a necessidade de cada parte do terreno. É, portanto, uma adubação diferenciada, identificando as “manchas” de terras que diferem do padrão da maior parte do terreno.

Atualmente, a agricultura de precisão no Brasil já vem sendo aplicada e está reduzindo custos em culturas de cana-de-açúcar, milho e soja, entre outras. A Embrapa tem pesquisas com culturas perenes, como a cana-de-açúcar, uva, pêssego, laranja, eucalipto e pastagens. Também trabalha com culturas anuais, como trigo, arroz irrigado, soja, milho e algodão, além do desenvolvimento e adaptação de novos equipamentos. Esse trabalho é coordenado pelo pesquisador Ricardo Inamasu, da Embrapa Instrumentação Agropecuária.

 

 

Culinária Bodistica. Costelas, mel & pimenta


Ingredientes

- 1 quilo de costeletas de cordeiro

- 3 colheres (sopa) de mel

 -3 colheres (sopa) de molho de soja

- 1 colher (sopa) de molho hoisin

- 5 colheres (sopa) de azeite de oliva

- 1/2 xícara cebolinha picada

- 1/2 xícara cebola picada

- 2 colheres (sopa) de alho picado

- 1 colher (sopa) pimenta do Chile

- 1 colher (chá) de sal

- 1 colher (chá) de sementes de anis

 

 

 

Modo de Preparo

- Em um prato raso de cozimento, misture o mel, molho de soja e molho hoisin. Coloque a costeleta de cordeiro na mistura; cobrir e levar à geladeira por 3 horas. Aqueça o azeite em uma frigideira rasa sobre fogo médio-alto. Adicione as sementes de anis, alho, cebola e os pimentões verdes, e refogue até a cebola ficar macia, por cerca de 5 minutos.

- Coloque o cordeiro na panela e mexa. Cozinhe por 20 minutos, em seguida, retire a tampa e continue a cozinhar até que o líquido tenha evaporado. Misture as cebolinhas e cozinhe, mexendo sempre, até que a temperatura interna da carne chegue a 63 ºC. A receita original rende 8 porções.

- Asse por mais 55 a 60 minutos.

A receita original rende de 6 a 8 porções.

 

Técnicas para o pequeno produtor criar porcos

 

 

http://1.bp.blogspot.com/-uQ3wfgQK1X0/TZWsCPLDhyI/AAAAAAAAE4A/lCScBzUaigc/s1600/suinos_large11.jpgA produção de suínos em família é indicada especialmente para o agricultor familiar, que possui um número reduzido de matrizes, em comparação com o sistema convencional intensivo ou industrial. No sistema industrial, que segue uma estrita escala de produção, leitões de várias fêmeas se misturam e isto gera muito estresse.

A nova técnica consiste, entre outras coisas, em promover a permanência dos leitões que devem ficar juntos do nascimento até o abate, por isso foi chamado de criação de suínos em família porque sofrem menos estresse, o que contribui para uma melhor sanidade e bem-estar animal, reduzindo perdas na produção. 

O sistema é mais econômico para o pequeno produtor porque evita a compra de remédios usados em tratamentos preventivos para os suínos.  Os tratamentos preventivos são muito comuns na suinocultura intensiva convencional, que requer uma maior quantidade de animais em espaços reduzidos, o que geralmente pode desencadear doenças; daí a necessidade dos tratamentos.

O pesquisador Nelson Mores, da Embrapa Suínos e Aves, explica que a produção de suínos em família é perfeitamente viável para os pequenos produtores como alternativa para agregar valor, ofertando ao mercado um produto diferenciado.

 

 

Maneira simples de criar um minhocário na propriedade

 

 

A idéia é promover uma melhor produção de húmus para melhorar o desempenho agrícola. Uma das vantagens para se construir um minhocário, é a possibilidade de usar o material localmente disponível. “Pode-se usar tábuas, tijolos, pedras, varas de bambu para se fazer a sua contenção”.

A minhocultura é uma atividade importante na produção de húmus, servindo como alternativa para a adubação orgânica em pequenas propriedades. De manejo considerado fácil, simples e útil nas áreas rurais, a minhoculutra busca dar qualidade à produção, principalmente, de frutas e hortaliças.

No entanto, o mais interessante ainda é a possibilidade de utilização dos diversos resíduos orgânicos gerados nas propriedades. “Podem ser resíduos de cozinha, como também estercos de cavalo, de galinha, de porco. Mas, o de vaca é o mais fácil de obter em Maneira grande volume e o mais fácil adaptação para as minhocas”.

Quanto aos cuidados para se fazer um minhocário, o local a ser escolhido. “ deve ser aquele onde nas horas centrais do dia, as mais quentes, não incida a radiação solar direta sobre o minhocário, além de o espaço ter um pouco de declividade, pois se sofrer alguma inundação, as minhocas não morrerão com excesso de chuva”.

]Esclarecemos ainda que as minhocas Vermelhas-da-Califórnia ou “californianas” (Eisenia Andrei) são as mais indicadas para a produção de húmus e manutenção dos minhocários. “Minhocas comuns não trabalham com a mesma intensidade”.

 

Carne de cordeiro, uma tendência de consumo em crescimento no Brasil

 

 

Para atender a necessidade do mercado é preciso produzir animais cada vez mais precoces. A produção de cordeiro precoce busca aprimorar e atender consumidores cada vez  mais  exigentes. Aparência, cor, maciez, aroma e sabor diferenciados são características bastante desejadas por eles, e são conseguidas quando os animais são abatidos precocemente, ou seja,  com 90  a 150 dias de vida. Para oferecer essa carne, que é, principalmente, mais tenra e mais suculenta, o produtor também precisa estar atento a outros aspectos, como a raça dos animais.

A fim de promover o melhoramento dos rebanhos na região, ultimamente vem sendo introduzidos reprodutores e matrizes das raças Santa Inês, Dorper e,  especificamente no Pará, a Texel.  Enfatiza-se que o importante é o produtor optar por raças que tenham potencial para ganhar peso rapidamente.

Sob o aspecto econômico, a produção de cordeiro precoce pode ser mais vantajosa para o produtor.  “Em algumas casas de carnes e supermercados, enquanto o carneiro é vendido a treze reais o quilo, o cordeiro precoce pode chegar de vinte e cinco a  trinta reais o quilo”, porém, para  uma exigência do mercado: a regularidade da oferta. “Por exemplo: os grandes supermercados costumam exigir que o fornecedor entregue determinada quantidade de carne toda semana ou a cada quinze dias. Assim, se não se programar, o produtor pode não conseguir atender a essa exigência”.

O produtor também precisa estar atento à alimentação dos animais – garantindo ganho de peso – e à sanidade do rebanho, evitando doenças, principalmente a verminose, um  dos grandes problemas da criação de ovinos. Por isso, é recomendado que o criador sempre recorra  à assistência de um técnico que conheça bem a atividade e o auxilie no planejamento e na manutenção do rebanho.

 

 

 

 AMINOÁCIDOS

 

Ao longo dos últimos anos, a utilização de aminoácidos na agricultura do Brasil e nos demais países vem aumentando de forma bastante acentuada, devido aos inúmeros benefícios que estas substâncias orgânicas vêm proporcionando às plantas. A utilização de aminoácidos aumenta a produtividade das mais diversas culturas e a qualidade dos produtos agrícolas.

Atualmente, no Brasil, os aminoácidos são largamente utilizados em hortaliças e frutíferas e o seu consumo vem aumentando significativamente em citros, cafeeiro, algodoeiro e culturas produtoras de grãos, tais como, feijoeiro e soja.

O que vem a ser aminoácidos? Do ponto de vista bioquímico, os aminoácidos são as unidades orgânicas que formam as proteínas e são constituídas basicamente por um grupo nitrogenado de nominado de amina  (NH2)   e   um grupo com carbono denominado carboxílico (COOH). Todas as proteínas das plantas são produzidas a partir de 20 aminoácidos.

As suplementações dos aminoácidos às plantas proporcionam uma série de benefícios, dentre os quais:

Proporciona um metabolismo mais equilibrado das plantas:

Os aminoácidos estão intimamente relacionados com o metabolismo das plantas e quando fornecidos são incorporados rapidamente nas vias metabólicas estimulando a síntese de proteínas.  Os aminoácidos atuam na germinação, estádio vegetativo, florada e na maturação dos frutos. Em leguminosas tem sido verificado que plantas bem suprida com aminoácidos possuem uma nodulação mais efetiva.

Ativação da fotossíntese das plantas:

Os aminoácidos atuam na síntese e ativação da clorofila tornando a fotossíntese nas plantas muito mais eficiente e aumentando a reserva de carboidratos disponíveis aos diversos processos metabólicos das plantas. Além disso, atrasa o envelhecimento das folhas prolongando o seu ciclo produtivo (maior produção de carboidratos por maior período de tempo).

Redução de fitotoxicidade de determinados defensivos agrícolas:

Os aminoácidos estimulam a síntese de proteínas, que por sua vez, facilitam e aceleram as reações químicas celulares funcionando como catalisadores biológicos e aumentando a capacidade das plantas na degradação dos herbicidas. A época mais adequada para a aplicação dos aminoácidos é logo após a aplicação dos herbicidas. De maneira geral, o intervalo das aplicações é de 7dias.

Maior tolerância das plantas às pragas e doenças (papel imunológico):

Os aminoácidos também são responsáveis pela ativação do sistema imunológico das plantas através da síntese de determinadas proteínas. Além disso, os aminoácidos proporcionam redução dos compostos solúveis nas plantas que são um dos responsáveis pela susceptibilidade das plantas às pragas e doenças.

Aumenta a absorção e a translocação dos nutrientes aplicados na parte aérea das plantas:

Os aminoácidos têm ação quelatizante, promovendo uma absorção mais eficiente dos nutrientes catiônicos (nutrientes com carga positiva) aplicados na parte aérea das plantas. Além disso, tem participação direta no transporte de nutrientes pelo floema

Sistema radicular mais desenvolvido e vigoroso:

A aplicação de aminoácidos com fertilizantes foliares contendo fósforo em plantas cultivadas em solos com alta incidência de doenças de solo tem proporcionado maior desenvolvimento radicular através da emissão de radicelas. Este maior desenvolvimento do sistema radicular favorece a absorção dos nutrientes e da água do solo.

Os aminoácidos proporcionam recuperação mais rápida do sistema radicular das plantas sob situações de estresses, tais como, doses excessivas de fertilizantes (salinização do solo) e déficit hídrico moderado.

Regulador da atividade hormonal das plantas:

Os aminoácidos estimulam às plantas a produzirem proteínas, enzimas e hormônios. Portanto, é um estimulante à síntese hormonal das plantas com todos os benefícios proporcionados por estes compostos orgânicos.

Maior tolerância das plantas ao stress hídricas e geadas:

Maior taxa fotossintética, maior desenvolvimento do sistema radicular e nutrição balanceada e equilibrada são exemplos da maior tolerância às condições ambientais adversas sendo conseqüências de todos os benefícios apontados anteriormente.

Aumento o florescimento das plantas:

Os aminoácidos promovem o pleno florescimento nas plantas aumentando a produtividade das culturas.

Qualidade dos produtos agrícolas:

Favorece a uniformidade da colheita, aumenta o peso específico dos frutos e grãos e aumenta o teor de sólidos solúveis nos frutos.

Uma das culturas mais promissoras à utilização dos aminoácidos é a cana-de-açúcar. É uma cultura de ciclo longo, susceptível a uma série de estresses ambientais e induzidos pelo homem (herbicidas) e é altamente dependente da fotossíntese para a síntese de carboidratos que posteriormente serão acumuladas no colmo na forma de sacarose.

O produtos comercias da Agro-Oceânica possuem 18 tipos de Aminoácidos Carbono orgânico 8 %, densidade de 1,250 g/L, além de Macro-micronutrientes, hormônios, vitaminas, quitosana.

Os aminoácidos são de origem de pescados marinhos e sofrem hidrólise enzimática conservando assim as propriedades química-físicas sendo estes absorvidos pelo solo e plantas, através de suas raízes, caule e folhas, ativando o seu metabolismo e melhorando a fotossíntese e outros processos fisiológicos. Com isso a planta resiste melhor a pragas e doenças, dá mais vigor a brotação e frutos elevando os teores de açúcares, e proporcionando maiores resultados por hectare ao produtor “ Produção com qualidade”.

 

 

Produto  Orgânico é indicado para uma boa Alimentação

 

Cresce a demanda por produtos orgânicos nas redes de supermercados e Sacolões

 


Séculos antes do nascimento de Cristo, Hipócrates, considerado o pai da Medicina, já alertava para os benefícios à saúde trazidos por uma boa alimentação.
E, ao longo dos anos, a ciência comprovou que ingerir alimentos saudáveis pode prevenir diversas doenças e ajudar na manutenção de uma boa qualidade de vida. Isso explica em parte a crescente demanda por produtos orgânicos, cultivados sem agrotóxicos e que possuem alto valor nutricional. De acordo com os resultados de um estudo financiado pela União Europeia, alguns tipos de alimentos orgânicos são melhores para a saúde do que os convencionais.

A pesquisa da Newcastle University, na Grã-Bretanha, concluída em 2008, indica que legumes e frutas orgânicos contêm até 40% mais antioxidantes - substâncias que, acredita-se, ajudam a combater câncer e problemas cardíacos - do que seus equivalentes não-orgânicos e trazem mais benefícios à saúde por não possuírem pesticidas, que prejudicam também o meio ambiente.

O leite orgânico, por exemplo, pode conter entre 50% e 80% mais antioxidantes do que o leite normal. Trigo, tomate, batata, repolho, cebola e alface orgânicos contêm entre 20 e 40% mais nutrientes do que seus equivalentes não-orgânicos, de acordo com a pesquisa. Os resultados também garantem que os orgânicos contêm menos ácidos graxos trans, considerados nocivos à saúde.“A preocupação com o bem-estar tem aumentado muito nos últimos anos a demanda por orgânicos nas lojas da Perini”, destaca Cristiano Almeida, responsável pelo setor de hortifrutigranjeiros de todas as lojas da rede de delicatessens.

Na Perini, é possível encontrar orgânicos como folhagens, verduras, legumes, algumas frutas, chocolates, açúcar, arroz, chá e cafés. Segundo a nutricionista Izabela Soares, gerente do setor de garantia de qualidade da Perini, os alimentos orgânicos têm um valor nutritivo maior. “É uma garantia de qualidade e, sem dúvida, os alimentos naturais são melhores para a saúde”.

Entenda o que é um produto orgânico.

Todo alimento orgânico é muito mais que um produto sem agrotóxicos. É o resultado de um sistema de produção agrícola que busca manejar de forma equilibrada o solo e demais recursos naturais como água, plantas, animais e insetos, conservando-os a longo prazo e mantendo a harmonia desses elementos entre si e com os seres humanos. Deste modo, para se obter um alimento verdadeiramente orgânico é necessário administrar conhecimentos de diversas ciências para que o agricultor, através de um trabalho harmonizado com a natureza, possa ofertar ao consumidor alimentos que promovam não apenas a saúde deste último, mas também do planeta como um todo.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 08 de Agosto de 2014 09:16

PARA REFLEXÃO

                               Anuncio de Venda de um Sítio

 

Sereno-da-noite_1490

O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua: Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece.

Será que o senhor poderia redigir o anúncio para o jornal? Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu.

" Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão.

A casa banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda". Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio. Nem penso mais nisso, -disse o homem- quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha! As vezes, não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás de miragens e falsos tesouros.

Valorize o que você tem, a pessoa que está ao seu lado, os amigos que estão perto de você, o emprego que Deus lhe deu, o conhecimento que você adquiriu, a sua saúde, o sorriso, enfim tudo aquilo que nosso Deus nos proporciona diariamente para o nosso crescimento espiritual. Tenha um Bom Dia nesta sexta-feira 8 de agosto de 2014!

 

Duas viradas e pronto: no ponto

Carne de boa qualidade, sal grosso e grelha com fogo controlado. Depois, é só deixar sete minutos de um lado, do outro, e servir


Editora Globo

"Eu já fiz churrasco no meio do mato, usando galho de árvore como espeto, e ficou bom”, diz Sylvio Lazzarini Neto, especialista em carnes e proprietário do restaurante Varanda Grill, em São Paulo. A simplicidade com que ele descreve o preparo rústico, em uma ocasião inusitada, parece ser mesmo o que melhor define a origem e o ato de assar uma boa carne na brasa.

O surgimento da técnica – ou seria do evento, ou do alimento? – não é claro. Uma coisa é certa: o domínio do fogo na pré-história mudou tudo, inclusive o prazer de comer. Após uma exaustiva caçada, não seria merecido devorar uma carne macia? Com a percepção de que o processo tornava o alimento agradável, o homem não parou mais de convocar o grupo para uma reunião em torno da fogueira e do assado.

Churrasco é simples. Você pode até requintar o ambiente com música clássica, grandes vinhos, mas o que vai prevalecer é a turma reunida ao redor do fogo, a carne queimando, o som que você está ouvindo... É isso que importa”, conta Sylvio. Essa é a filosofia que o orienta em seu restaurante, onde também segue algumas dicas para que o que serve fique ainda mais saboroso. Com elas, fica fácil transformar o churrasquinho caseiro em um sucesso de churrascaria.

A primeira coisa, segundo ele, é comprar boa matéria-prima. “É uma regra sem exceção”, afirma. “Não existe um churrasco de alto nível com uma carne mais ou menos.” Deixar o supermercado de lado ou mesmo o açougue do bairro e apostar em uma boutique de carnes, especializada em cortes específicos para o preparo, pode ser uma boa. Além disso, de acordo com o empresário, o preço compensa. “Muitas vezes, sai pelo mesmo valor do mercado ou até 20% mais barato.” Procurar um fornecedor confiável, que ofereça carne de qualidade, é garantir grande parte do resultado. “O Brasil já evoluiu bastante e a pecuária de 2012 é muito diferente da de 20 anos atrás. Então, é possível encontrar carne especial”, ensina Sylvio.

Fique atento à cor do produto, que indica saúde e deve ser de um vermelho-cereja, além da quantidade de sangue na embalagem. Quanto mais líquido fora da carne, mais se perde a suculência na hora do churrasco. Outro ponto é o ponto. “Bem passada é quase uma ofensa à carne”, brinca o especialista. Mas ele diz que é uma escolha: 80% dos consumidores preferem ao ponto, 10% preferem mal passada e 10% além do ponto, bem passada ou não têm preferência.

O chef Fábio Lazzarini, filho de Sylvio, voltou há poucas semanas de uma temporada na Itália, onde aprendeu novas técnicas, mas é a carne na grelha sobre o carvão que não deixa erro, ele garante. “Grelha sim, porque no espeto tem o inconveniente de furar a carne, fazendo com que se perca o suco pelo furo. Entretanto, para peças grandes e churrascos de proporções maiores, o espeto é o mais indicado”, afirma Fábio.

“O ideal é sempre usar churrasqueira com carvão. A elétrica até pode ser utilizada em apartamento, mas não dá o gostinho de churrasco. Nada substitui o cheiro e o sabor do preparo tradicional.” No caso da grelha, o ideal é cortar bifes – no sentido contra a fibra – de dois dedos de altura e colocar para assar. “O segredo é fazer duas viradas. Deixe de cinco a sete minutos de um lado e vire. Depois, mais cinco a sete minutos do outro, e aí você vai perceber que a carne começa a soltar um líquido na superfície, isso quer dizer que está na hora de tirar e servir”, explica.

Sobre o preparo antes de ir para o fogo, pai e filho concordam: o corte comprado resfriado no mercado não deve ser congelado. Mantenha na geladeira, mas sem congelar. Se ela veio congelada do frigorífico, não tem problema. “Uma coisa é congelar a carne quando ela está na unidade frigorífica, quando é feito um processo a 40 °C negativos. Em casa, o congelamento no freezer é lento e isso compromete a textura e o sabor final”, diz Sylvio.

Na hora de temperar, é importante manter a simplicidade. Para Fábio, apenas sal é o suficiente. O tempero de um dia para o outro, que é conhecido por dar mais sabor à carne, não funciona para o preparo. No livro A Culinária da Carne e o Churrasco Brasileiro, Sylvio até brinca com o tema. “Lembro-me dos meus primeiros churrascos temperados de um dia para outro, com bifes ‘emborrachados’. Estes, na verdade, só prestavam para matar a fome e serviam como motivo de gozação dos gaúchos, há muito tempo acostumados a comer churrasco com sal grosso”, conta na publicação. Fábio recomenda também temperar com flor de sal, se possível, que é mais delicado e suave e não mascara o sabor, mas é um detalhe a mais. No geral, o que deve ser utilizado, ele diz, é sal grosso moído sobre a carne e pronto.

Carnes exóticas não são muito bem quistas para preparo com a técnica. São mais exigentes no cozimento e pedem modos de preparo específicos. Para Sylvio, o javali é aceitável, mas deve ser criado em cativeiro, pois rende um sabor melhor. Cabrito e cordeiro são cada vez mais solicitados e os bons cortes para churrasco são pernil, paleta e carré. Já os melhores cortes de bovinos para churrasco são da região lombar do animal. “O bife de chorizo, o bife ancho... A região lombar tem 13 vértebras, seis ficam no filé da costela e sete no filé do lombo. Essas são as principais. Depois vêm a picanha, a alcatra, a maminha e a fraldinha”, explica Sylvio, deixando a sensação de que, se feito em churrasco, qualquer um dos cortes é irresistível.

 

Editora Globo

 

 

As oscilações climáticas prejudicam o produtor rural brasileiro

 


As alterações do clima atribuídas à ação do homem, somadas à urbanização crescente e desordenada, são apontadas como as causas principais das oscilações climáticas. Conhecer, portanto, a dimensão disso é essencial para a adoção de medidas que possam contribuir para evitar impactos econômicos negativos à agropecuária brasileira.  No Brasil, desastres como enchentes no Sudeste, a seca no Sul e no Nordeste, para citar os mais recentes episódios, ocorridos entre o final do ano passado e ao longo de 2012, acenderam o sinal de alerta do Ministério da Agricultura, que mobilizou seus departamentos para tratar do assunto considerado prioridade.

 O aumento da frequência e da intensidade dos eventos climáticos extremos no País elevou o patamar do debate sobre como minimizar esses impactos sobre a produção agrícola e pecuária brasileira. Por isso, o governo criou o Grupo de Trabalho para monitorar as adversidades climáticas e fornecer informações antecipadas aos agentes do agronegócio brasileiro.

“Vamos subsidiar as decisões dos produtores rurais em relação às intenções de plantio, por exemplo, contratação de seguro agrícola e aquisição de crédito rural. Queremos assim minimizar os impactos que podem ser gerados pelas adversidades climáticas”, salientou o secretário da SDC, Caio Rocha.

Com a ação, o governo espera reduzir o crescente volume anual de recursos despendidos nas respostas a esses acontecimentos e, posteriormente, no apoio para a recomposição do mercado impactado por inundações, alagamentos, estiagens, erosões, vendavais, entre outros fenômenos da natureza. Além dos servidores da SDC, integram o GT dois servidores do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), dois servidores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e um servidor da Secretaria de Política Agrícola (SPA). O GT tem caráter permanente devendo entregar informações semanais sobre o tema até o dia 31 de dezembro deste ano.

 


Curiosidades
VARIEDADES


Você sabia...?

... que, perto de parirem, as cabras e ovelhas afastam-se do rebanho?

... que no Nordeste, os animais são selecionados para carne, pele e rusticidade? Pois, a sobrevivência nas caatingas é exigência primordial.

... que a cabra ou ovelha urina entre 1,5 a 3,0% do peso corporal? Equivale a 1,0 ou 2,0 litros diários.

... que, perto de parirem, as cabras e ovelhas afastam-se do rebanho?

... que a cabra ou ovelha urina entre 1,5 a 3,0% do peso corporal? Equivale a 1,0 ou 2,0 litros diários.

... que o pedilúvio deve ser utilizado uma vez por semana no período de chuva? No período seco, uma vez por mês.

... que o tempo ocupado na ruminação equivale a três quartos do tempo total na alimentação de todo dia?

 

 

Ditado

- Guardando a língua, se guarda a concórdia.

- Caxumba nos pescoço dos outros não dói.

 

Provérbio

- Perder dinheiro é perder pouco, perder confiança é perder muito, mas perder a coragem é perder tudo, por­que perderá a si mesmo. Portanto, mantenha a coragem como o bem mais precioso da vida. Dinheiro não é tudo, nem o mais importante da vida. Ele deve vir naturalmente a você, como fruto do seu trabalho honrado. (Masutatsu Oyama)

 

Vocabodário

Corna - Espécie de meio bastião, nas fortificações. O mesmo que corno. Chavelho de boi, aplicado a recipiente de líquidos ou comestíveis e a outros usos. Colher de ponta de cabra. Buzina, para convocar assembleia local. Espécie de meia lua, feita de tecido consistente, e com que se conservavam erguidos os penteados. (De corno).

Enchiqueirado: Animal que está sem contato com fêmea.

 

Cortando e Separando as partes do Frango



Você sabe fazer isso? Não? Você conhece as partes do frango? Não? Então vem cá que eu vou te ensinar!




Separe o material: Uma faca MUITO BOA, uma tábua de corte e uma tigela para colocar os pedaços. A seguir, retire o frango do pacote. Abra as suas pernas e retire um pacotinho que vem dentro, contendo pés,  pescoço, moela, fígado e coração!
Abra o pacotinho e coloque as carnes na tigela - antes, retire a traqueia do pescoço. 

A maneira clássica de cortar o frango ou galinha consiste em dividir a ave segundo sua própria anatomia, separando-a pelas juntas. Não é preciso força, serrar, usar o martelo.  Antes de cortar, procure sentir exatamente o ponto de junção dos ossos, onde será dado o talho.

A seguir, corte as laterais no sentido de onde estava a coxa para os ombros. Separe-o em duas partes: peito e costas. 

Pegue as costas pelas duas extremidades e mexa-a. Você vai ver que tem um lugar que as costas tem uma maleabilidade. Ali você a corta, dividindo-a em duas partes. Ainda nas costas, Divida de novo a parte de baixo ao meio.
Tudo o que for sendo cortado, vá colocando na tigela.

Pegue o peito. Retire TODA  a sua pele. Jogue-a fora...ela só faz mal!!! Ou mantenha-a nele se seu objetivo for assá-lo. Seguindo...Depois de retirar a pele, Passe os dedos por cima e sinta o osso do meio. Ao lado deste osso, bem coladinho , no sentido longitudinal você vai cortar os bifes do peito do frango - dos dois lados do peito.  Tire com o máximo de carne que conseguir. Coloque na tigela. Guarde o Osso do peito. Dá caldo. 

Então, agora vamos separar: 

* Coloque em saquinhos separados e CONGELE - se o frango for RESFRIADO ( se já tiver sido congelado antes, ATENÇÃO: NÃO PODE SER CONGELADO DE NOVO!!!):

1 - Coxas  (assados, molhos, cozidos...)
2 - Sobre-cochas (assados, molhos, cozidos...)
3 - Asinhas - Sem as pontas (assadas, molhos, cozidos,...)
4 - Peito inteiro ( sem osso) ou fatiado em bifes (bifes, cozidos, assados, sopas,...)
5 - Costas, pontas das asinhas, pescoço,  pés - e cabeça, se quiser (sopas e caldos)
6 - Miúdos ( moela, coração, fígado)  ( Sopas, molhos e caldos)

 

Além de cálcio: Leite auxilia o desenvolvimento do sistema nervoso

 

A Bebida ajuda o organismo a processar açúcares e ácidos graxos
Todo mundo sabe que o leite é o alimento natural com a maior concentração de cálcio - mineral essencial para a formação e a manutenção da integridade dos ossos, o que acontece da gestação até cerca dos 25 anos. Depois disso, o cálcio é necessário para manter a integridade dos ossos. O que poucos sabem que o consumo da bebida auxilia ainda no desenvolvimento do sistema nervoso.

  Por ser rico em riboflavina, o leite é um importante aliado do organismo para que as atividades nervosas sejam realizadas.

— O leite integral, por exemplo, é um bom fornecedor de energia para as atividades do dia a dia — explica.

  Especialistas ressaltam ainda que o hábito de beber leite precisa ser estimulado nas crianças pelos pais.

— O é ideal é que as crianças bebam três copos diários de leite, o que atende a 25% das suas necessidades diárias de calorias — revela.

  O cálcio do leite, em função de sua forma química e da presença da lactose, é mais facilmente absorvido pelo organismo do que em outros alimentos.


Conheça outros benefícios da bebida:

:: Proteínas: importante por numerosas funções orgânicas: vital para o desenvolvimento cerebral e crescimento dos tecidos corpóreos;

:: Vitamina A: mantém a normalidade da visão e da pele. Ajuda a regular o crescimento das células e integridade do sistema imune;

:: Vitamina B12: essencial para o crescimento e saúde do sistema nervoso. Ligada à atividade normal do ácido fólico e envolvida na formação do sangue;

:: Vitamina D: promove a absorção do cálcio e fósforo, e influencia a mineralização óssea, o fortalecimento dos ossos;

:: Potássio: regula o equilíbrio dos fluidos corporais e pressão sanguínea. É necessário também para a atividade muscular e contrações;

:: Fósforo: ajuda a gerar energia nas células do corpo e influencia a mineralização óssea, o fortalecimento dos ossos;

:: Niacina: mantém o funcionamento normal das enzimas e ajuda o organismo a processar açúcares e ácidos graxos. É importante também para o desenvolvimento do sistema nervoso.

 

 

Conhecendo as Plantas trepadeiras

 

Planta trepadeira ou escandente é a denominação que se dá às plantas que crescem apoiando-se em um suporte qualquer, inclusive em outras plantas.
Certas trepadeiras possuem gavinhas, que são folhas ou ramos modificados, as quais permitem a fixação ao suporte; elas crescem formando espirais que se enrolam no suporte. Exemplos: videira, ervilha, chuchuzeiro, etc.
Outras trepadeiras possuem raízes adventícias, que se fixam até em muros e paredes, como a hera. Outras ainda, possuem o caule volúvel, isto é, que cresce dando voltas em torno do suporte, como os cipós ou lianas.
Os cipós são plantas herbáceas ou arbustivas pertencentes a várias famílias botânicas, de pequeno e médio porte, geralmente fibrosas. Encontram-se frequentemente nas florestas tropicais, pendentes ou enroscadas nas árvores.
Existem centenas de espécies, podendo ser anuais ou perenes.
Algumas plantas trepadeiras são parasitas de outras plantas, como o cipó-chumbo. O guaranazeiro é um arbusto trepador, primitivamente encontrado na floresta amazônica.Muitas trepadeiras possuem belas flores, sendo empregadas como plantas ornamentais, tais como: maracujá, alamanda, glicínia, primavera, etc. O maracujá, por exemplo, além de lindas flores, produz frutos muito apreciados.
 
 
 
 


Esclarecendo algumas dúvidas

 


a) Por que o Brasil é chamado " terra dos papagaios?
A explicação é a seguinte: o navio que levou a notícia do descobrimento ao rei de Portugal, Manuel I, foi carregado de objetos, plantas e animais da região. Entre os bichos, os que mais chamaram a atenção da corte foram os papagaios. Por isso, o Brasil ganhou o seu primeiro apelido: " terra dos papagaios ".
b) Qual a origem do nome Amazonas?
Essa denominação foi dada pelo explorador espanhol Francisco de Orellana ao grande rio, em 1.541. Ao descer o rio, ele travou combate com uma tribo indígena da qual faziam parte várias mulheres guerreiras, que comparou às amazonas - mulheres lendárias da antiguidade, habitantes das margens do mar Negro. Assim, " amazonas " primeiro designou o rio, depois a região e, por fim, o estado.
c) Por que a Holanda é chamada " Países-Baixos " ?
A Holanda, nome que significa " país côncavo ", é também chamada " Países-Baixos " porque o seu território corresponde a uma grande depressão formada por extensas planícies, semelhantes a um grande delta onde desembocam os rios Reno, Mosa e Escalda. Sua altitude média não ultrapassa 45 metros, sendo que um quinto do território fica abaixo do nível do mar; são terras conquistadas ao mar mediante a instalação de " polders ", que são constituídos por um complexo sistema de diques, canais, drenos e bombas para a retirada de água.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 07 de Agosto de 2014 07:39

O bê-a-bá da ovinocultura



Resumo de informações básicas sobre a atividade que tem

um enorme espaço para crescimento no Brasil, tendo em vista

o abastecimento interno e também o mercado internacional.

 

 

 


Nome: Ovino

Classe: Mammalia

Ordem: Artiodactyla

Família: Bovidae

Subfamília: Caprinae

Tribo: Caprini

Gênero: Ovis

Espécie: Aries

 

O temperamento sociável dos carneiros, associado à sua indiscutível utilidade econômica, fez da domesticação da espécie uma das mais antigas da história da civilização, acreditando-se que tenha ocorrido antes de 4000 a.C., na Ásia Central. Ao longo do tempo, foram ocorrendo adaptações em função do clima, solo, disponibilidade de água, alimento e utilização econômica, de tal forma que hoje se estima a existência de mais de 1.400 raças de ovinos em todo o mundo. Estas raças estão classificadas de acordo com as funções econômicas que desempenham, constituindo o segundo maior rebanho do mundo (o primeiro é o bovino). A seleção para lã foi obtida durante o processo de domesticação: os ovinos primitivos apresentavam pelagem formada por dois tipos de fibras, uma de pelos longos, grossos e ásperos e outra com pelos finos, curtos e crespos. Com a evidência da utilidade da lã sobre o pelo, foi sendo realizada progressiva­mente a seleção para sua obtenção. No Brasil, os primeiros ovinos chegaram em 1556, trazidos pelos colonizadores.

 

 

 

 

Criar ovelhas é fácil.

 

Austrália, China, Nova Zelândia, ­Índia, Espanha, Reino Unido, Argentina, Uruguai e Brasil são países que pos­suem grandes contingentes de ovinos.

As condições básicas para a criação, além da escolha cuidadosa da raça, são o clima, solo, pastagens, aguadas, condições de mercado, não esquecendo também a boa capacidade técnico-administrativa do criador e habilitação dos empregados.

 

Algumas palavras do campo

 

u Borrego - carneiro de 7 a 15 meses.

u Cabanha - local de criação, fazenda.

u Capão - carneiro castrado.

u Carneiro - o ovino adulto.

u Cascarreio - tosquia em tomo da vulva, nas coxas e cauda, efetuada nas ovelhas antes do parto, para retirar sujidades e tornar o parto mais higiênico.

u Cordeiro - carneiro até 7 meses de idade.

u Cordeiro-mamão - cordeiro que ainda acompanha a mãe, que mama.

u Desolhe - tosquia em torno dos olhos.

u Feltragem - enlaçamento que ocorre entre fibras de lã com excesso de escamas.

u Marrã - diz-se da fêmea jovem, não parida e não prenhe.

u Nonato - não nascido.

u Ovelha - a fêmea adulta.

u Pelego - a pele do carneiro com a lã.

u Pelo cabrum - áspero e liso, semelhante ao de caprinos.

u Suarda - substância gordurosa existente na lã dos ovinos.

u Velo - cobertura de lã de carneiro, ovelhas ou cordeiro.

 

Condições ideais para os animais

 

l Clima - O mais propício para a cria­ção de lanados é o temperado frio em latitudes de 250 a 400 Norte e Sul; a baixa latitude pode ser compensada pela altitude. A temperatura adequada está entre 22 e 25ºC, com umidade relativa entre 55% a 70% (em altas temperaturas) e 65% a 91% (em baixas temperaturas). A precipitação pluviométrica ­anual deve estar entre 4.900 e 1.400 mm. Os deslanados apreciam regiões quentes e secas, com chuvas entre 500 a 2.000 mm.

 

l Solo - As características do solo são importantes para a escolha da raça a ser criada. Raças mistas são mais exigentes e devem ser criadas em planí­cies e vales férteis, com solo permeável. Solos pobres, com baixo valor nutritivo, podem ser utilizados para a criação de raças mais leves, produtoras de lã, ou deslanadas. O solo precisa ser corrigido, drenado e deve haver bastante sombra nas áreas de pastagem, pois a radiação solar direta causa efeitos nocivos ao conforto térmico do animal.

 

l Alimentação e pastagens - A ideal é a pastagem rasteira, abundante e de boa qualidade. Em boas pastagens, com manejo rotativo, podem ser mantidos 10 animais por hectare; em pastos mais pobres, de uso contínuo, a capacidade é de 3 cabeças por hectare. Consomem também as plantas infestantes do pasto, inclusive a que não é consumida pelos bovinos. Na época de escassez de pasto, é necessário complementar a alimentação com forrageiras de inverno, como a aveia e o centeio, alimentos concentrados e mistura mineral. Para a formação de piquetes utilizar gramíneas rasteiras, de hábito prostrado e decumbente, se possível consorciadas com ­leguminosas. Os capins mais utilizados no Sudeste e Centro-Oeste são: Transvala, Pangola, Pensacola, Setária, ­Coast-Cross, grama Seda, Missioneira, Batatais,Brachiaria humidícula e Aruana. No Nordeste existem variedades de capim Buffel, Transvala e Urocloa. No Sul há o consórcio entre os Trevos, Azevém e Aveia.

 

l Aguadas - Os ovinos ingerem 3 a 4 litros de água no inverno e de 5 a 6 litros no verão.

É interessante que a propriedade possua aguadas sem poluição, com fundo pedregoso ou arenoso. Brejos e baixadas pantanosas são indesejáveis. Na falta de cursos de água naturais devem ser construídos bebedouros de acordo com o tamanho do rebanho.

 

 

China compra 50% da lã neozelandesa




A China tornou-se o principal mercado para a lã da Nova Zelândia, comprando quase metade das exportações, à medida que o mercado europeu declinou e as vendas para a Austrália caíram, de acordo com dados da indústria. John Dawson, do Conselho de Exportadores de Lã, disse que a UE compra apenas 31% das exportações neozelandesas de lã, enquanto a China aumentou sua participação para 47%.

As exportações caíram 8%, mas os preços significaram um aumento de 28%.

 

 

Hambúrguer de cordeiro nos EUA


 

A processadora de carne de cordeiro da Davis, da Califórnia anunciou uma parceria com o Meat and Livestock Australia (MLA) para comercializar hambúrgueres de carne de cordeiros australianos na vasta rede norte-americana de produtos alimentícios.

"Estamos felizes com essa parceria", disse a vice-presidente e assistente de marketing e desenvolvimento de negócios culinários da Superior Farms, Tina Roberts.

Pesquisas realizadas pelo MLA sugerem que a carne de cordeiro é uma opção comum em restaurantes bem sucedidos e que as gerações mais jovens estão interessadas na carne de cordeiro, à medida que buscam sabores únicos.

 

 

ARCO inclui a raça Dohne Merino


A Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (ARCO) foi autorizada pelo Ministério da Agricultura, através da Portaria nº 0090 de 14 de fevereiro de 2012, a realizar o registro genealógico da raça Dohne Merino.

A raça rústica, de dupla aptidão, teve origem na África do Sul, através do cruzamento das raças Merino Pepin e Merino Alemão. O programa começou em 1939 e a Associação em 1966, mas a seleção foi iniciada em 1970, foi realizada baseada em testes de progênie e dados de produção, sendo hoje uma das raças laneiras líderes na África do Sul e de notável crescimento, também na Austrália.

Características como a grande fertilidade (110% - 150%), juntamente com altas taxas de crescimento dos cordeiros (350 g por dia até o desmame), fazem do Dohne Merino um eficiente produtor de carne. Os cordeiros para abate atingem no mínimo 40 kg entre 04 e 06 meses de idade, o peso das ovelhas varia de 55 a 65 kg e produzem de 04 a 06 quilos de lã de alta qualidade, com 19 a 22 micra.

 

 

 

 

Raça Dohne Merino agora com Registro também no Brasil. 

 

Outra importante característica da raça Dohne Merino é a sua adaptabilidade, sendo uma raça rústica vinda de uma região de chuvas de verão e pastagens nativas, adaptando-se a várias condições climáticas e ambientais, desde sistemas intensivos de produção até regiões áridas extensivas. Ressaltando-se o fácil cuidado, pois é uma ovelha sem rugas e com a cara totalmente isenta de lã, resistente ao rompimento e coloração amarela nas fibras.

 

 

 

 

CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL




a) O pirarucu é o maior peixe de água doce do mundo, sendo encontrado somente nos
rios da Bacia Amazônica. Pode atingir mais de 2m de comprimento e cerca de 100kg de peso.  O nome pirarucu significa, na língua tupi, "peixe vermelho" devido à cor vermelha das escamas da parte posterior do seu corpo. Popularmente,  é chamado "bacalhau da Amazônia", porque a sua carne é vendida sob a forma de postas secas e salgadas.
       b) A baleia, um mamífero marinho, é o maior animal da Terra, chegando a atingir mais
de 30m de comprimento e cerca de 150 toneladas de peso. Alimenta-se de pequenos moluscos, crustáceos e peixinhos, que abocanha em grandes quantidades.
        c) O camaleão chama a atenção por  duas particularidades: (1) possui língua tão comprida quanto o corpo ( 15 a 20cm ), provida de uma substância pegajosa; a língua é projetada sobre suas presas, principalmente insetos, para apreendê-los; (2) possui cromatóforos – células portadoras de pigmentos, que lhe permitem mudar de cor, confundindo-se com o ambiente e, assim, surpreender suas presas.
        d) O castor é um hábil construtor: faz represas e abrigos semi-submersos, escava  complicado sistema de canais e túneis, visando  a segurança contra os predadores. A chave do sistema de proteção é a represa, que acumula água, formando um charco pouco profundo, que utiliza para construir um refúgio afastado das margens, acessível para ele, que é bom nadador, mas inacessível para os predadores.
 

CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL



                  a) As formigas-de-correição são carnívoras; não constroem ninhos fixos, mudando de local freqüentemente. Caminham em coluna, em grande número, atacando outros insetos  e pequenos animais.
                   b) O tamanduá é um mamífero da ordem dos Desdentados, que possui uma boca pequena e uma língua extraordinariamente comprida, delgada e coberta por uma saliva pegajosa, com a qual captura formigas e cupins dos quais se alimenta. As suas patas dianteiras são providas de unhas muito longas e fortes, com  as quais destrói os ninhos daqueles insetos, para capturá-los mais facilmente.
                  c) O maior peixe é o tubarão-baleia, que chega a atingir até 20 metros de comprimento. Não é perigoso para  homem, pois só se alimenta de pequenos peixes.
                  d) A Austrália é um continente isolado, nunca esteve ligado a outros continentes, em épocas passadas. Por isso, nela se desenvolveram uma flora e uma fauna peculiares. Na flora predominam várias espécie de eucaliptos, que foram levadas para outros continentes pelo  homem. A fauna se caracteriza por apresentar animais exóticos, como o canguru, o ornitorrinco, a equidna e o kiwi.
 

CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL
 


a) O chupim ou vira-bosta é considerado uma ave parasita, porque a fêmea põe  os ovos no ninho do tico-tico, que os choca  juntamente com os seus e cria os filhotes de ambos.
       b) A baleia, o maior animal do mundo e possuidora de uma enorme boca, alimenta-se de pequenos e crustáceos ( krill ) e de peixinhos, que abocanha em grandes quantidades.
       c) A enguia é um peixe serpentiforme, isto é, com aparência de cobra, por possuir corpo cilíndrico e longo, semelhança essa reforçada  ainda mais pela redução das barbatanas.
      d) A coruja é uma ave de rapina, dotada de forte bico curto e adunco e poderosas garras. Sua atividade é noturna, alimentando-se exclusivamente de pequenos vivos, como  insetos, rãs, ratos, morcegos, etc. Após devorar a vítima, a coruja vomita as partes não digeridas, como ossos, penas, etc.
 

CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL




a) Geralmente, os peixes possuem corpo aproximadamente cilíndrico, afunilado em direção à cauda. Porém, algumas espécies apresentam formas curiosas, tais como: cavalo-marinho ( lembra a cabeça de um cavalo ), enguia ( forma de serpente ), arraia ( forma de losango achatado ), peixe-espada ( cabeça com prolongamento em forma de espada ), peixe-serra ( cabeça com prolongamento tendo nos bordos várias saliências ou dentes ), etc.
     b) O escorpião é um animal de vida noturna que caça insetos, segurando-o entre as quelíceras e, avançando o pós-abdome sobre a cabeça, lhes crava o ferrão, injetando veneno e  matando-os.
      c) O tamanduá é um mamífero desdentado que se alimenta de insetos, principalmente formigas e cupins. Possui boca pequena, mas uma língua muito longa ( até 40cm ), coberta por uma saliva pegajosa, com a qual apanha os insetos e os engole quando a língua é recolhida.
      d) O esquilo é um mamífero roedor, arborícola e comedor de sementes, principalmente nozes. Constrói ninho no oco  de árvores, onde guarda sementes durante a estação favorável (verão), para serem consumidas no inverno. Alguns enterram as sementes no chão, desenterrando-as mais tarde para comê-las; algumas sementes são esquecidas e podem germinar, dando origem a novas árvores. 

CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL

 



 a) O avestruz é a maior ave, chegando a atingir 2,5m de altura e 100kg de  peso. Não voa, porém é exímio corredor, vivendo nas savanas africanas. A fêmea  bota 12 a 15 ovos, cada um pesando cerca de 1,5kg.
          b) As piranhas são peixes de água doce, carnívoros, que vivem em cardumes numerosos. São temidas por sua voracidade, chegando a devorar um animal de grande porte em poucos minutos. Existem várias espécies, tais como: piranha-vermelha, piranha-preta, piranha-cachorro, etc.
             c) O nome hipopótamo significa "cavalo do rio ". É um mamífero de grande porte, chegando a medir cerca se 4m de comprimento por 1,20m de altura, cujo peso varia de 3 a 4 toneladas. É um paquiderme ( pele grossa ): a sua pele tem quase 5cm de espessura. É anfíbio, vivendo a maior parte do tempo mergulhado na água dos grandes rios e lagos da África; é herbívoro, alimentando-se de capins hastes verdes e plantas aquáticas.
               d) A preguiça é um mamífero desdentado, que vive na mata, movendo-se muito lentamente entre os ramos das árvores, de cabeça para baixo, suspensa  por suas garras fortes e recurvadas.
 

CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL




a) Além do formato diferente dos outros peixes, o cavalo-marinho chama a atenção pelo fato de que é o macho que fica grávido: ele possui uma bolsa ou saco abdominal onde, por ocasião da reprodução, a fêmea deposita  de 200 a 400 ovos que aí são fecundados. Após a
eclosão, os filhotes saem da bolsa paterna.
           b) O chamado " peixe-boi ", encontrado nos rios da Região Amazônica, não é peixe; é um mamífero aquático, desprovido de membros posteriores e cujos membros anteriores foram transformados em nadadeiras. A cauda é achatada, servindo também como nadadeira. A cabeça termina em focinho, muito semelhante ao do boi, daí o nome pelo qual é conhecido.
           c) O pangolim é um mamífero desdentado, encontrado na África e na Ásia, que tem o corpo revestido por escamas grandes e imbricadas, exceto na parte ventral. Alimenta-se principalmente de formigas e cupins, assemelhando-se ao tamanduá, tanto pelos hábitos como pela estatura. Em caso de perigo, enrola-se todo,  protegendo a cabeça e o ventre; e a couraça geralmente salva o bicho de ser comido.
            d) O vaga-lume, também chamado pirilampo, é um besouro de hábitos noturnos, surgindo principalmente às primeiras horas da noite; e que se caracteriza por emitir luz fosforescente e intermitente.
 

CURIOSIDADES DO REINO ANIMAL

 




a) O elefante, maior animal terrestre do mundo, chegando a pesar 5 toneladas, é herbívoro, comendo em  média 170 Kg de vegetais por dia.
 b) O pirarucu, peixe encontrado no  rio Amazonas e seus afluentes, é o maior peixe de água doce, podendo atingir mais de 2 metros de comprimento e pesar cerca de 100 Kg.
 c) A girafa é o animal que possui as  patas e o pescoço mais longos, de modo que a  sua altura ultrapassa 5 metros. É herbívora, comendo as folhas das árvores. Raramente come capins e, quando o faz, tem de abrir muito  as pernas dianteiras para que a boca alcance o solo; posição que também é adotada para beber água.
 d) A lagartixa é um pequeno réptil  que apresenta duas curiosidades: 1) possui quatro patas com cinco dedos dilatados em forma de lâminas transversais, que lhes permitem subir em paredes; 2) quando ameaçadas, soltam o rabo, que fica pulando para distrair o predador, enquanto ela foge; depois de algum tempo, o rabo se regenera.

e) A água-viva é uma espécie de medusa marinha, de corpo mole, gelatinoso e transparente, provido de aparelho defensivo constituído por células urticantes, que causam queimaduras na pele humana, com dor intensa.

 

 

Por que peixe tem cheiro de peixe?

Não tem, necessariamente. O que reconhecemos como "cheiro de peixe" são odores relacionados aos produtos ou compostos resultantes da decomposição.

O peixe recém-pescado possui odor suave e agradável, algo que lembra algas marinhas. À medida que a deterioração aumenta, o cheiro se torna bem característico e insuportável.

Entre o peixe mais fresco e um totalmente podre, existem graus de decomposição toleráveis para alguns paladares. A deterioração produz uma série de substâncias que cheiram mal - cadaverina, putrescina, gás sulfídrico (cheiro de ovo podre), dimetil-sulfeto e metilmercaptana (ambos com cheiro de água de repolho). Outros compostos encontrados no pescado são o óxido de trimetilamina, conhecido como OTMA e a uréia.

 

 
Veja ! O Comportamento dos Animais atravez das Cores, Mercado de Citros, Frango e Suinos, Tipos de Raizes, Reino Animal e a Lenda das Sereias... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 06 de Agosto de 2014 07:39

As cores e o comportamento dos animais

 

O animal reage normalmente diante das cores, obedecendo a leis milenares e às regras do próprio organismo.

 

 



História - Muito antigamente, há cerca de um bilhão de anos, a vida começava a existir no fundo do mar, na forma de algas unicelulares, que era a forma mais básica de algo vivo. Elas já tinham manchas alaranjadas formadas por células capazes de perceber a luz, sua fonte de energia. Eram algo como os olhos primitivos, enxergando muito mal, mas suficientes para orientar as algas em relação à posição do Sol, pois percebiam a variação de luzes e sombras na superfície da água. Bem mais tarde, há 500 milhões de anos, surgia a visão, já um órgão bem mais complexo, nos primeiros vertebrados que pareciam peixes.

Milhões de anos foram passando e a visão sempre progredia, diversificando e enriquecendo a visão dos animais. O progresso da visão seguia os passos:

1 - distinguir cores;

2 - capacidade de focar imagens;

3 - alargar a dimensão do campo visual.

Cada uma dessas ferramentas ajudava o ser vivo a lutar pela sobrevivência: a abelha tinha que enxergar o néctar; o animal precisava distinguir o fruto maduro dos verdes; as aves precisavam enxergar à longa distância para capturar sua presa.

Em todos os aspectos, a cor era fundamental na natureza. Ela orientou a evolução dos seres vivos. Por isso, até hoje, os animais escolhem parceiros coloridos; não é por acaso que o Homem escolhe animais, aves ou insetos vistosos para enfeitar gaiolas, aquários e coleções. A cor transmite vida à existência. Seres mortos praticamente não têm cores vibrantes.

 

Ovelhas e cabras

 

 

Visão - A reação à luz é praticamente a mesma para ovelhas e cabras. Por isso, ao mencionar as ovelhas, também estão sendo mencionadas as cabras.

Para que um animal possa perceber um mundo em cores, precisa ter pelo menos duas coisas: a) células sensíveis à cor em seu olho; b) um cérebro que possa entender as mensagens que recebe destas células.

O que enxerga uma ovelha ao olhar para uma companheira da mesma espécie? Esse é um dos problemas com que se deparam os estudiosos do comportamento animal, pois ainda é muito pouco o que se sabe a respeito da visão dos animais.

 

Se uma ovelha não enxerga cores, por que existem tantas ovelhas coloridas? E até multicoloridas? Por que existem pavões coloridos? Aves coloridas? Se os animais enxergam em preto e branco, por que as cores? A Natureza poderia ser em preto e branco? As cores seriam falha da Natureza, ou os animais perderam a capacidade de enxergar a cores? O certo é que o Homem, que enxerga muitas cores, tem estudado o assunto, mas ainda não entendeu o mundo colorido dos bichos!

Numa experiência, os cientistas apresentaram para as ovelhas primíparas suas crias tingidas com pigmentos coloridos de várias cores bem definidas. Elas prontamente recusaram os animais coloridos, mas - com o passar dos dias - o instinto materno falou mais alto e passaram a admitir as crias. Continuando a pesquisa, apresentaram crias tingidas e crias normais para algumas ovelhas adultas e elas prontamente escolheram apenas as da própria cor. A experiência concluiu, então, que as ovelhas sabem distinguir cores.

Parece que os ovinos distinguem certa variedade de cores: preta, vermelha, marrom, verde, amarela e branca (Alexander e Shillito, 1978). Normalmente, os ovinos reagem com medo diante de novas, ou inesperadas cores.

Os ovinos têm visão panorâmica de 300º-360º e visão binocular de 25º-50º.  (Varia entre 191 a 306º, dependendo da quantidade de lã na cabeça). Eles têm a visão periférica excelente e pode ver atrás de si sem virar a cabeça. 

As cabras, por sua vez, têm olhos proeminentes abrangendo um campo panorâmico de 320 a 340º e uma visão binocular entre 20 a 60º, segundo testes em bodes para determinar a visão de cores. Distinguiram: amarelo, laranja, azul, violenta, verde, tons de cinza de brilho semelhante (Buchenauer e Fritsch, 1980).

Os ovinos não têm muita flexibilidade com a cabeça e, então, precisam levantá-la para enxergar objetos distantes. Eles têm, por isso, uma pobre percepção de profundidade.  Eles não conseguem enxergar imediatamente na frente de seus narizes. 

Parte da visão vertical pode também ter sido sacrificada, a fim de ter um campo de visão alargado.  Por exemplo, é duvidoso que uma ovelha seja capaz de ver algo em uma árvore (se olhar para cima, tudo ficará apagado!).

Os olhos das ovelhas apresentam hipermetropia muito baixa e pouco astigmatismo, sendo capazes de produzir uma imagem bem focada a média e longa distância (Pikggins et al., 1996).

 

 

Alerta de Mercado Citros, Frango, Suinos.




Citros


Programa Nutricional - Citros

A demanda teve aumento significativo no mercado de frutas de mesa nesta semana. Segundo colaboradores do Cepea, o volume de laranja de qualidade é baixo e produtores que ainda detêm esta fruta conseguem escoá-la rapidamente. Além disso, o retorno das aulas também aumenta a demanda pela fruta, que é bastante servida na merenda. Assim, na parcial desta semana (segunda a quinta-feira), a laranja pera teve média de R$ 10,89/cx, na árvore, alta de 7,2% em relação à semana passada. Para a lima ácida tahiti, mesmo com o processamento industrial da fruta, a oferta segue elevada no mercado de mesa e a demanda, firme.

Colaboradores comentam que supermercados aproveitam o momento de baixos preços para fazer promoções, elevando as vendas. Na parcial da semana, a tahiti teve média de R$ 4,10/cx de 27,2 kg, colhida, queda de 8% ante a média da semana passada.

Frango

As cotações da carne de frango estão em alta no mercado interno nesta parcial de fevereiro, de acordo com dados do Cepea. A retomada da rotina de consumidores e a volta às aulas favorece o aquecimento do mercado de frango.

Entre 31 de janeiro e 21 de fevereiro, o frango inteiro congelado chegou a se valorizar 5,9% em São José do Rio Preto (SP) e 5,4% em Porto Alegre (RS), com o quilo a R$ 3,92 e a R$ 4,44, respectivamente, nessa quinta-feira, 21. Quanto ao inteiro resfriado, as valorizações mais intensas foram de 4,3% em Toledo (PR) e de 3% em Descalvado (SP), a R$ 3,91/kg e R$ 3,88/kg na quinta. Já no mercado de insumos, segundo pesquisadores do Cepea, o movimento de queda nos preços tem predominado.

Suínos

  Os preços da carne suína têm recuado nesta parcial de fevereiro. De acordo com pesquisadores do Cepea, o motivo da baixa é a demanda enfraquecida. As quedas ocorrem mesmo com a menor oferta para abate, visto que o peso dos animais está abaixo do ideal em algumas regiões brasileiras acompanhadas pelo Cepea.

Além das temperaturas mais elevadas, que tendem a reduzir o consumo de carne suína, e do período do mês, os preços desse produto ainda são considerados elevados. A carcaça comum foi negociada na média de R$ 5,18/kg nessa quarta-feira, 20, ao passo que, no mesmo período de 2012, era vendida a R$ 3,99/kg (valor nominal).
 
 
 

Conhecendo os Tipos de Raiz

 



Dá-se o nome de raiz à parte subterrânea do eixo das plantas vasculares (portadoras de vasos ), que desempenha duas funções principais: a) fixação da planta ao solo; b) absorção de água e nutrientes minerais contidos no solo.
Normalmente a raiz é um órgão subterrâneo; todavia, existem vários exemplos de raízes aéreas como veremos mais adiante.
Basicamente, existem três tipos de raízes subterrâneas: a) pivotante, como a da cenoura; b) ramificada, como a da laranjeira; c) fasciculada ou em cabeleira, como a das gramíneas
Além desses tipos, existem variações tais como: a) raiz tuberosa, contendo reserva amilácea, como a da mandioca; b) raízes adventícias, como as que crescem na base dos colmos de milho; c) raízes sugadoras ou haustórios, próprias das plantas parasitas, que penetram nos tecidos das plantas hospedeiras para retirar alimento, como as do cipó-chumbo; d) raízes respiratórias ou pneumatóforos, que se elevam sobre o nível das águas para respirar, como as dos mangues; e) raízes coletoras,que retêm folhas secas, poeiras e água de chuva, como as das plantas epífitas (orquídeas e bromélias ).
Há ainda os rizóides, órgãos rudimentares que desempenham a função das raízes, encontrados nas plantas inferiores, como algas, líquens, briófitas, etc.
 

Curiosidades do Reino Animal

 


a) O elefante é o maior animal terrestre da atualidade. O que há de mais característico nesse animal são a tromba e as presas. A tromba, que chega ao solo, é um prolongamento do nariz e do lábio superior. Serve não só de nariz, como também de mão, apanhando água e alimentos que leva à boca. As presas são os incisivos superiores que crescem indefinidamente, embora o crescimento seja em parte contrabalançado pelo desgaste.
b) A girafa é o bicho mais alto do mundo; combinando pernas e pescoço compridos, chega a medir 6 metros de altura, o que lhe permite comer as folhas das árvores.
c) O tamanduá-bandeira é um animal insetívoro, que come principalmente formigas e cupins. Para isso, dispõe de uma língua comprida e pegajosa, com cerca de 40 centímetros, que introduz nos formigueiros e nos cupinzeiros.
d) A morsa é um grande mamífero marinho, que chega a medir 7 metros de comprimento e pesar mais de 1 tonelada. Os caninos superiores dos machos são transformados em enormes presas que se projetam para fora e para baixo, as quais chegam a medir cerca de 1 metro de comprimento.
e) O panda-gigante é um mamífero de grande porte, que vive nas montanhas do sudoeste da China e do leste do Tibete. Tem as características de um carnívoro, mas é um animal herbívoro especializado, que se alimenta quase que exclusivamente de folhas de bambu.
 

 Conhecendo a Lenda das Sereias
 


As Sereias são entidades da mitologia grega. Eram descritas como seres metade mulher e metade peixe, empunhando uma lira e possuidoras de belas vozes capazes de encantar os navegadores e fazer com que perdessem o controle dos barcos e encalhassem nas rochas.
Diz a lenda que as sereias habitavam rochedos escarpados, entre a ilha de Capri e o litoral da Itália, separados por uma passagem estreita. Terminada a Guerra de Tróia, Ulisses, ao regressar a Itaca, sua terra natal, foi obrigado a usar essa passagem sinistra. Ordenou então aos seus marinheiros que tapassem os ouvidos com cera, para não escutarem o belo e fatal canto, e fez-se amarrar ao mastro da embarcação, para assim escapar ao encantamento das sereias.
No Brasil, a lenda das sereias foi adaptada ao folclore nacional na forma da Iara, que vive nas águas doces do rio Amazonas. Penteia seus longos cabelos com um pente de ouro e o seu canto tem o poder de enfeitiçar os homens , que entram no rio e acabam se afogando.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 05 de Agosto de 2014 08:17

Produzindo animais de qualidade para o abate


Cada vez mais os confinamentos vão se tornando a maneira mais eficaz de garantir o rendimento na atividade.

 

O mercado da carne ovina e caprina está crescendo a passos largos, em função da grande aceitação deste produto pela sociedade brasileira, notadamente na região Nordeste. Isto reflete o surgimento de vários pontos e restaurantes especializados, principalmente nos grandes centros urbanos. Aparecem as construções e a implantação de abatedouros (frigoríficos e curtumes), paralelamente, específicos em carnes, vísceras e peles de ovinos, caracterizando como uma forte sinalização de estímulo e garantia para o desenvolvimento do setor produtivo.

A agroindústria da carne e da pele de ovinos vem operando com elevada capacidade ociosa, em função da baixa oferta para abate. Grande fatia do mercado nordestino está sendo atendida pelos Estados do sul do País e por alguns países do Mercosul, como a Argentina e o Uruguai. Ainda há uma demanda, apesar disso, insatisfeita, superior a 70%, que assegura a comercialização no mercado regional, mesmo que em curto prazo a produção venha a dobrar.

Os curtumes, a exemplo da agroindústria de carne ovina, também, operam com grande ociosidade, não ultrapassando os 50% de sua capacidade instalada. É lamentável! As peles que chegam deixam muito a desejar quanto à qualidade e serventia o que consequentemente resulta em alto percentual de peles com defeitos.

 

 

 

 

O confinamento pode ser feito de muitas maneiras, adequando-se a regiões e situações.

 

 

Há necessidade, assim, de práticas alternativas que permitam ao produtor ofertar cordeiros para o abate capazes de atender às necessidades do mercado da carne e da pele, tanto em termos quantitativos como qualitativos. A Embrapa, para isso, desenvolveu a tecnologia de “Terminação de cordeiros em confinamento”, com o objetivo de tornar os produtos mais competitivos no mercado através da sua qualidade e regularidade de oferta ao longo do ano. É uma atividade que consiste na seleção e no confinamento de ovinos jovens, machos ou fêmeas, para serem preparados para o abate em curto espaço de tempo.

Esta prática pode ser utilizada em todas as regiões, no entanto é mais recomendada para as áreas semiáridas do Nordeste, onde se observa grande carência de forragem nas pastagens, notadamente em épocas e períodos secos.

 

A decisão de terminar cordeiros em confinamento

 

Qualquer investimento, em produção animal, deve estar atrelado às vantagens econômicas. Além das oportunidades de mercado, a decisão de confinar ovinos está relacionada às condições climáticas. Em regiões onde a precipitação é elevada (acima de 1.000 mm), a sobrevivência de animais jovens poderá estar seriamente afetada pela verminose, mesmo que os animais venham a receber tratamentos anti-helmínticos, periodicamente, conforme se pode observar na Tabela 1.

Quando o período de estiagem é muito prolongado, assim como o Semiárido nordestino, tanto a disponibilidade quanto a qualidade da forragem, nas pastagens, ficam seriamente afetadas.

O confinamento é utilizado, em ambas as condições, com a finalidade de produzir carcaças de elevada qualidade, mesmo durante as épocas desfavoráveis.

 

 

 

 

 

Vantagens da terminação de cordeiros em confinamento

 

A terminação de ovinos jovens permite a produção de animais prontos para o abate em época de carência alimentar nas pastagens. Isto tem causado boas expectativas no âmbito do setor produtivo, decorrente da existência de poucas alternativas para a produção animal, na Região Nordeste, especialmente nos períodos secos do ano. Outras razões justificam a implantação da prática de terminações:

1) Reduz a idade de abate de 10 meses para 5 a 6 meses.

2) Disponibiliza a forragem das pastagens, que já é escassa, para as demais categorias de animal do rebanho.

3) Agiliza o retorno do capital.

4) Permite a produção de carne de boa qualidade, na época seca ou na entre-safra.

5) Resulta na produção de peles de primeira categoria, auferindo uma receita indireta ao processo de terminação de cordeiros.

6) Garantia de mercado para os produtos carne e pele.

 

Idade e peso ao início do confinamento

 

A idade e o peso do animal são importantes para o início do confinamento, porém a conjugação de ambos é a condição ideal para o sucesso. O peso inicial deverá obedecer a um mínimo de 15,0 kg de peso vivo para que o confinamento seja economicamente viável, enquanto a idade pode variar de 75 a 90 dias. A variação de idade está relacionada à raça ou do tipo racial utilizado.

O ganho muscular do cordeiro ocorre, principalmente, até a puberdade, que ocorre de 150 a 180 dias. Inicia-se a deposição de gordura. Os cordeiros devem entrar no confinamento aos 90 dias de idade no máximo, evitando-se, com isso, um maior acúmulo de gordura na carne.

 

Idade de abate

 

A suculência, a maciez, a cor, o cheiro e o sabor da carne são atributos que estão diretamente relacionados à satisfação.

A idade do abate e a condição de ser inteiro, ou castrado são os principais fatores que influenciam estes atributos. Cordeiros preparados e abatidos entre os 150 e 180 dias de idade guardam ainda em sua carne todas as características organolépticas e sensoriais desejáveis numa carne de qualidade. Todavia, há uma redução acentuada e gradativa da suculência e da maciez da carne com o aumento da idade do animal ao abate e isso torna sua cor mais avermelhada. A consequência é queda marcante da qualidade.

Surge um odor e um sabor característicos na carne, após a puberdade do animal (somente nos machos). Isso consequentemente pode provocar rejeição do consumidor.

É um fato que deve ser evitado a todo custo, pois desagrada de maneira acintosa ao consumidor e põe em dúvida as reais qualidades da carne: sabor exótico e agradável, maciez e particular aroma. Estes formam o “ponto alto” da carne ovina.

 

Duração do confinamento x Peso e Idade ao abate

 


O tempo de confinamento é um fator de grande influência no custo final do produto. Quanto maior for o tempo de confinamento, maior será o custo de produção e menor será a rentabilidade.

Os resultados apresentados na Tabela 2 indicam que o maior retorno econômico da terminação de cordeiros ocorreu com 63 dias de confinamento, quando eles apresentavam peso corporal em torno de 28 kg.

O menor peso ao abate (28 kg) observado foi o de maior rendimento líquido (R$ 13,40), enquanto o de maior peso ao abate (40 kg) não obteve rendimento registrando renda líquida negativa a cada animal (R$ -2,08). Isto chama a atenção para a necessidade de buscar a otimizacão da relação entre idade, tempo de confinamento e peso do animal ao abate.

Existem recomendações no sentido, na literatura, de que a duração do confinamento deva variar de 56 a 70 dias. A idade de abate deve ser de 5 a 6 meses nestas condições.

 

Castração

 

Animais inteiros (não castrados) apresentam maior potencial para ganho e carcaças mais magras. A terminação de cordeiros, em confinamento, propicia o abate de animais em idade precoce (150 a 180 dias de idade). A castração não é recomendável nestas condições.

Cordeiros das raças Ile-de-France e Hampshire Down castrados aos 90 dias de idade, em regime de pasto, e abatidos aos 12 meses de idade, apresentaram ganho de peso mais acentuado para os inteiros em relação aos castrados. Ressalte-se que não foram observadas as características sensoriais da carne (maciez, sabor, aroma e suculência).

 

Instalações

 

OVINOS Na terminação de cordeiros em confinamento, as instalações são poucas e devem ser: simples; baixo custo; fácil operacionalidade e estrategicamente localizadas. Compõem-se, basicamente, de currais, comedouros, bebedouros e saleiros.

O curral deve atender aos seguintes requisitos:

1) estar localizado em terreno  elevado, de boa ventilação, firme e bem drenado.

2) poderá ter piso de “chão batido”, piso ripado suspenso ou, ainda, piso elevado e cimentado (onde geralmente faz o uso de camas).

3) conter uma coberta - área em conformidade com o número de animais.

4) para cada animal deve-se reservar 0,8 m² de área coberta. Exemplo: cada 100 animais é uma coberta de 80 m².

5) fornecer um maior conforto em momentos de chuvas e em horas de maior intensidade de radiação solar.

6) a coberta deverá abrigar bebedouros, comedouros e saleiros. Facilita o acesso dos animais de acordo com a vontade do criador.

Os comedouros ou cochos são partes importantes das instalações para qualquer sistema de confinamento animal. Eles devem, portanto, estar localizados de tal modo a permitir facilmente o acesso dos animais, a reposição de alimentos e a sua higienização. Seu tamanho deverá estar de acordo com o número de animais, pois o que se espera é que todos eles tenham, simultaneamente, a mesma oportunidade de se alimentar, favorecendo um maior desempenho coletivo e uma melhor padronização do produto final. Recomenda-se, portanto, 0,25 metro linear por animal, ou seja, quatro animais por metro linear de comedouro.

Os bebedouros também são instalações importantes a ser consideradas. Eles devem se localizar estrategicamente ao alcance dos animais sem permitir que contaminem, ou desperdicem a água, pois isto causar o aparecimento de lugares úmidos. Alerta-se para o fato de que a água é um poderoso meio de transmissão de doenças, por isso a preocupação com a higienização frequente e com a oferta de água limpa e potável aos animais.

 

 

Conclusões e Recomendações

 

Algumas variações entre as informações técnicas reunidas neste trabalho foram verificadas, de uma maneira geral. Os dados foram muito similares e promissores, ratificando a importância da prática da terminação de cordeiros em confinamento para todo sistema produtivo do agronegócio da carne de ovinos, especialmente no Nordeste.

Seguem algumas vantagens da  prática:

1) oportunidades de negócio criadas no segmento;

2) elevada demanda pelo produto;

3) preço compensatório;

4) reduzido tempo para se chegar ao produto final;

5) dispõe de tecnologias.

As conclusões, diante disso, são:

1 - a prática da terminação de cordeiros constitui alternativa ímpar disponibilizada.

2 - deve ser recomendada para todo território nacional, especialmente para o Semiárido do Nordeste brasileiro.

 

 

CONHECENDO OS TIPOS DE REVESTIMENTOS DOS ANIMAIS

 




O corpo dos animais é revestido por diferentes tipos de órgãos, tais como: pele, pelos, penas, escamas, espinhos.
                 1.Pele. A pele é a membrana que recobre o corpo de muitos animais. No caso dos vertebrados, a pele apresenta duas camadas: a externa ou epiderme, a interna ou derme, além de anexos: pelos, penas, escamas, unhas, espinhos, etc. Cabe destacar a pele grossa dos paquidermes: elefante, hipopótamo, rinoceronte.
                  2. Pelos. São excrescências filiformes da pele de certos animais, principalmente
mamíferos. Os animais das regiões frias, como os ursos, às vezes renovam sua pelagem à entrada do inverno ( muda ). Certas espécies  caracterizam-se por pelos lanosos ( carneiro ), picantes ( ouriço ), de dois tipos ( coelho ), ou pela ausência de pelos ( baleia ). Os pelos de certas lagartas são venenosos.
                 3. Penas. São órgãos característicos das aves. As grandes penas das asas e da cauda sustentam a ave em voo. Certas aves têm penas de tipo especial, como o pavão macho e o avestruz.
         4. Escamas. São placas duras que, associadas a outras placas semelhantes, constituem o revestimento protetor de todo ou de parte do corpo de muitos animais. Os mamíferos que possuem escamas são os Desdentados ( tatu, pangolim, etc. ), mas alguns Roedores ( castor ) têm cauda escamosa. Dobras escamosas cobrem todo o corpo dos Répteis ( lagartos e cobras ). Os Peixes têm o corpo revestido por escamas de vários tipos: independentes ou imbricadas, de bordo livre dentado ou arredondado.
          5.Espinhos. São excrescências da pele de certos animais, como ouriço-cacheiro e porco-espinho; servem como arma de ataque e defesa.
 

CONHECENDO O RELEVO TERRESTRE

 



 Dá-se o nome de relevo às desigualdades da superfície terrestre, representadas por três formas básicas: a) elevações; b) vertentes; c) depressões.
        As elevações se destacam na paisagem por sua maior altitude, em relação ao nível das formas vizinhas. Quando isoladas, recebem os nomes de colina, morro, montanha. Quando
agrupadas, são denominadas serra, cordilheira ou cadeia de montanhas.
      Vertentes ou encostas são as  superfícies laterais inclinadas que limitam as elevações, ligando o cume à base. Quanto à forma, as vertentes podem ser: a) planas; b) convexas; c) côncavas.
       Quando duas vertentes se unem pela parte superior, formam uma crista, espigão ou divisor de águas; quando se ligam pela parte inferior, formam um vale, em cujo fundo ou talvegue correm os rios. Se a passagem é estreita e escarpada, recebe o nome de garganta ou desfiladeiro.
        As depressões se caracterizam por sua menor altitude, em relação às formas  vizinhas. É a posição ocupada por lagos, lagoas e pântanos.
       Quando a superfície do terreno  é relativamente uniforme, recebe os nomes de; a) planície, se situada à baixa altitude; b) planalto, se situada à grande altitude.
         As vertentes costumam apresentar declividades ou inclinações muito diferentes, de modo que se pode distinguir, na superfície do terreno, áreas com relevo ora mais, ora menos ondulado. Para a sua descrição, usam-se cinco classes de relevo: a) plano; b) suavemente  ondulado; c) ondulado; d) fortemente ondulado; e) montanhoso.  
 

CONHECENDO AS ADAPTAÇÕES DOS BICOS DAS AVES

 




Dá-se o nome de bico à região bucal das aves, formada por duas mandíbulas ósseas,
cada uma revestida por um estojo córneo, pontudo ou cortante.
        A forma do bico das aves geralmente está adaptada ao regime alimentar. Exemplos:
 
 
 
                 a) o pica-pau tem um bico apropriado para furar a casca das árvores, a fim de buscar insetos para a sua alimentação;
                 b) o bico em forma de funil do noitibó capta, em pleno vôo, os insetos dos quais se alimenta;
                 c) a espécie de peneira formada pelas denteações do bico e da língua do pato, re-
têm os minúsculos animais que se encontram na lama;
                 d) o bico fino e alongado do beija-flor lhe permite aspirar o néctar das flores;
                 e) o pelicano tem um bico longo que sustenta, inferiormente, um verdadeiro saco de provisões;
                  f) a garça tem um bico em forma de lança, para apanhar peixes;
                  g) o bico curvado e cortante das  aves de rapina ( gavião, águia, falcão, etc.) lhes
permite rasgar com facilidade a carne de suas presas.
                  Algumas espécies de aves usam  o bico curvo, juntamente com os pés, para  se
agarrar e trepar em árvores, como a arara, o papagaio e o periquito.


CONHECENDO OS ANIMAIS COM CASCOS

 



Dá-se o nome de casco à unha extremamente desenvolvida dos Ungulados, isto é, mamíferos que têm os dedos das patas anteriores e posteriores protegidos por um estojo córneo que põe o animal em contato com o solo.
      Possuem cascos os equídeos ( cavalo, jumento, zebra, etc. ), os ruminantes ( boi, cabra, carneiro, etc, ) e os suínos ( porco, cateto, javali, etc. ).
      O casco geralmente compreende a muralha ou parede, a sola e a renilha - uma saliência de tecido elástico.
        Os primeiros Ungulados possuíam cinco dedos, mas com a redução gradual do número destes, foram ganhando eficiência no andar e no correr. Alguns têm número ímpar de  dedos, como o rinoceronte e a anta, que têm três, mas o cavalo só tem um: seu casco é a unha do dedo médio.
       Os cascos fendidos dos Ungulados de dedos pares, como o porco, o boi e o veado,  representam o resultado da evolução do terceiro e quarto dedos, recobertos por queratina.
      A ovelha e a cabra têm patas com cascos de bordos afiados e faces inferiores côncavas, o que lhes permite andar em terreno montanhoso e irregular. Os cascos fendidos do camelo são largos e acolchoados com grossas solas, adaptação que lhe permite caminhar no solo do deserto.
 
Veja ! Dicionário Bodês, Ditos Populares, Variedades, Provérbios, Árvores e Arbustos, Animais que constroem Ninhos, Animais com Chifres, Relações Solo-Água-Planta e Animais que constroem Tocas... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 04 de Agosto de 2014 06:20

 

Foto: AMIGOS E PARCEIROS,  O CAPRIL PORTO RESERVA, O CABRIL 3 MARIAS E O CAPRIL PARAGUASSU, VEM CONVIDA-LOS PARA ASSISTIR O LEILÃO ESTRELAS DO ANGLO QUE SERÁ REALIZADO NO DIA 05/08/2014 ÁS 19H PELA MF RURAL (www.mfrural.com.br). CASO ALGUNS DOS SENHORES TENHAM DIFICULDADES PRA DAR O PRÉ-LANCE, FAVOR PROCURAR A SANDRA NA LEILONORTE (11 3674-6666). OS PROMOTORES DESDE JÁ, AGRADECEM AO APOIO DE TODOS VOCÊS. DEUS PRESENTE SEMPRE ! FORTE ABRAÇO.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mini dicionário bodês




Textos de autores regionais e dicionários comuns, conversando  com professores, produtores rurais, parentes e vizinhos, sondaram a memória coletiva do município. O resultado é o Minidicionário Bodês, listagem de substantivos, adjetivos, verbos, metáforas e expressões populares relacionadas caprinocultura.

Confira:

 

bafo-de-bode - s.m. pop mau hálito de quem bebe muita cachaça, catinga de boca
barba-de-bode - s.f. barbicha rala
barbicha-de-bode - s.f. barba pequena e rala semelhante à barba de bode; barba de adolescente (pop)
bê ou béééé - onomatopéia: som produzido pelos caprinos em geral
berrar - v. da onomatopéia bé (da voz da cabra), soltar berros, falar muito alto, gritar, rugir, chamar ou falar aos berros
berrador - s.m. aquele que berra
berrante - s.m. que berra, cor forte, instrumento de sopro feito com chifres, usado por boiadeiros em comitivas de gado
berregar - v. berrar muito alto, freqüentemente
berrego - s.m. berros altos, gritos contínuos
berreiro - s.m. berros altos, gritaria, choro muito forte
berro1 - s.m. som emitido pelos caprinos, grito alto de gente rude
bode1 - s.m. caprino em geral, macho da cabra, caixinha envernizada para guardar dinheiro, matula, farnel, segredo, mistério, de que os elementos de uma especialidade profissional procuram cercar os seus atos
ditadosbode2 - s.m. pop. homem muito feio (figurado), mulato, crioulo, indivíduo libidinoso, sátiro, protestante (gíria nordestina para designar os adeptos desta corrente do cristianismo), cada uma das figuras do baralho, em especial o valete, mil-réis (gíria antiga), estado de sonolência provocado por droga
bodeado - adj. chateado, amolado, amuado, mal-humorado
bode-expiatório - s.m. pessoa sobre quem se faz recair as culpas alheias ou a quem são imputados todos os reveses
bodeiro - s.m. criador ou matador de caprinos
bode-azul - especialista em comunicações (gíria da marinha brasileira)
bode-preto1 - especialista em máquinas (gíria da marinha)
bode-preto2 - pop. o demo, o coisa-ruim, o chifrudo, belzebu e outros sinônimos do diabo
bode rei1 - bode escolhido através de concurso para ser coroado como rei durante a festa tradicional de Cabaceiras, PB
bode rei2 - s.m. nome da festa realizada anualmente no município de Cabaceiras, PB, para enaltecer os valores da caprinovinocultura, fortalecendo a economia local, o desenvolvimento turístico e cultural da região
bode-rufiador - adj. diz-se o rufião
bode-rufião - s.m. pop. bode encarregado de atiçar as cabras (sem cobri-las) para identificar quais estão no cio
bode-verde - especialista em hidrografia (gíria da marinha)
bode-vermelho - especialista em armamento (gíria da marinha)
bodês* - s.m. pop. neologismo cabaceirense relativo ao vocabulário caprino, o "vocabodês"


bodeto -
s.m. pop. bode novo
bode-velho - s.m. pop. homem velho metido a conquistador
bodiano - adj. neologista cabaceirense para designar tudo o que é relacionado ao bode
bodinho1 - s.m. diminutivo de bode, bode novo, cabrito
bodinho2 - s.m. pop. nome dado a carros populares (o antigo jeep, por exemplo), adolescente namorador
bodístico - adj. outro neologismo cabaceirense: diz-se de todo o universo caprino
bodum - s.m. fedor de bode não castrado, mau cheiro
bolotinho-de-cabra - s.m. brincadeira infantil, o mesmo que bostinha-de-cabra
caba - adj. pop. variação de cabra, "caba-ruim", "caba-bom"
cabra1 - s.f. a fêmea do bode, mulher que grita muito
cabra2 - s.m. adj. pop. homem do Nordeste, cangaceiro, bandido, pessoa de cor branca e cabelo crespo, filho de pai branco e mãe negra (ou vice-versa), mulher devassa
cabra arretado (retado ou arreitado) - s.m. pop. diz-se de um cabra bom, correto, merecedor de elogios (arretado é uma palavra-ônibus que indica numerosas idéias apreciativas)
cabra besta - s.m. pop. indivíduo vaidoso, metido a rico ou a bacana, orgulhoso, presunçoso
cabra bom - s.m. pop. cidadão decente
cabra caloteiro - s.m. pop. velhaco, aquele que não paga nem promessa a santo
cabra da peste - s.m. pop. diz-se do indivíduo valente, corajoso, competente
cabra frouxo - s.m. pop. diz-se do indíviduo covarde, medroso
cabra macho - s.m. pop. corajoso, valente, forte, viril
cabra nojento - s.m. pop. sujeito indecente, sem modos, vulgar
cabra ruim - s.m. pop. diz-se de quem é mau
cabra safado - s.m. pop. homem de má índole, sem vergonha
cabra sarado - s.m.. pop. indivíduo esperto, astuto
cabra-cega - s.f. brincadeira em que uma criança de olhos vendados tenta agarrar outra
cabrão - s.m. pop. criança que berra muito, corno, chifrudo
cabra-onça - s.m. pop. valentão
cabra-seco - s.m. pop. valentão, destemido
cabra-topetudo - s.m. pop. valentão, corajoso
cabreiro1 - s.m. pastor de cabras
cabreiro2 - adj. desconfiado
cabril - s.m. curral de cabras (OB o termo "aprisco", usado às vezes como sinônimo de cabril, designa curral de ovelhas)
cabriola - s.f. salto de cabras
cabriolar - v. dar cabriolas
cabrita1 - s.f. cabra pequena
cabrita2 - s.f. mestiça ainda nova
cabritar - v. saltar como os cabritos
cabritinho1 - s.m. cabrito novinho
cabritinho2 - s.m. pop. jovem moreno escuro ou mulato
cabritismo - s.m. pop. agitação, sensualidade, libidinagem
cabrito1 - s.m. bode novo, pequeno
cabrito2 - s.m. pop. criança inquieta, menino danado
cabroeira - s.f. coletivo, diz-se de um bando de cabras ruins, ou cabras feios ou bandidos
cabruêra - s.f. nome de uma banda de música regional
capa-bode - s.f. planta da caatiga que serve para fazer vassoura, caipira, matuto, mocorongo
capro - s.m. o mesmo que bode
caprum - s.m. fedor
chupa-cabra - s.m. pop. apelido dado a um cabra muito feio
frei-bode - s.m. pop. diz-se de protestantes
mec-bode - s.m. sanduíche feito com hambúrguer de carne de bode, prato típico da gastronomia bodística cabaceirense
(Obs.: a grafia correta é "mec", conforme a pronúncia de "mac" em inglês)
mijo-de-ovelha - adj. Pessoa imprestável
pai-de-chiqueiro - s.m. o reprodutor, cabra fedorento
pé-de-bode - s.m. pop. apoio feito com as duas mãos para erguer alguém, sanfona de oito baixos
pé-de-cabra - s.m. alavanca de ferro com uma das extremidades fendidas à semelhança do pé da cabra, instrumento utilizado para arrombar portas
pega do bode - s.f. brincadeira realizada durante a Gincana do Bode Rei em Cabaceiras
pinga-bode - s.f. bebida alcoólica à base de cachaça e leite de cabra
pizza-bode - s.f. pizza recheada com carne de bode, prato típico da gastronomia bodística cabaceirense
vocabodário - s.m. neologismo criado para designar o conjunto de palavras e expressões bodísticas
vocabodês - s.m. diz-se do dialeto caprino
x-bode - s.m. sanduíche com queijo e carne de bode, prato típico da gastronomia bodística cabaceirense
xixi-de-cabra - s.m. licor refinado que não deixa "bafo de bode"

 

DITOS POPULARES

 

Isso vai dar bode - vai acabar em confusão
Amarrar o bode - ficar de mau humor
Estar de bode amarrado - mal humorado
Dormir com as cabras - estar fedendo
Vou capar o bode! - expressão utilizada pelo pai cuja filha foi desonrada por algum cabra safado
Não vou segurar cabra para bode mamar! - não facilitar as coisas para os outros, principalmente quando se trata de pessoas preguiçosas ou oportunistas, o mesmo que "não vou criar galinha para dar pinto a ninguém"
Prendam suas cabritas que meu bode está solto! - expressão utilizada por pais de adolescentes em fase de namoro, principalmente pelo pai orgulhoso da boa aparência e virilidade de seu filho
Olha só onde fui amarrar meu bode! - exprime a concordância com idéias malucas, se meter em confusão, entrar em famílias desajustadas etc.

 

 



Você sabia...?

 

... que o isolamento é um local onde os animais devem ficar quando apresentarem qualquer sinal de doença? Eles só poderão retornar ao rebanho quando estiverem recuperados.


 

... que, em 1970, o rebanho da Austrália era de 180 milhões de ovelhas? Dava 14 animais para cada habitante. Este formidável rebanho ficava numa área menor que o Nordeste brasileiro.


 

... que os antigos gregos utilizavam ossos de ovelha para o jogo de dados? Durante séculos, os dados foram feitos com ossos de ovinos.


 

... que a germinação é mais utilizada para grãos de aveia? Porém, não oferece vantagens, a não ser um enriquecimento em vitamina C.

 

... que muitos produtores dizem ser fácil alimentar um rebanho? No entanto, a maioria dos problemas surge devido à questão alimentar.

 

... que o valor nutritivo dos alimentos é influenciado pela sua composição? Neste ponto, volumosos variam mais que concentrados devido às oscilações do teor de água.

 

 

... que a cabra pode recusar os alimentos oferecidos: forragens, concentrados e outros? Isso porque ela analisa também a textura e consistência da comida.

 

 

... que o nome “crioulo” indica, cientificamente, um animal que passou por uma seleção zoológica? O objetivo é que o animal adapte-se e sobreviva em condições gélidas ou tórridas.

 

... que nove gerações de coelhos saudáveis, em perfeitas condições de higiene e livres de incidentes podem produzir até 3,5 milhões de coelhinhos? Em alguns países, coelhos são considerados “pragas”.

 

 

 

... que nos caprinos, o nasal é curto e plano, ou semicôncavo? Nos ovinos, varia entre semiconvexo a convexo.

 

 

 

Provérbio

 

frases de proverbios alemães

- No fim do jogo, o rei e o peão voltam para a mesma caixa. (Provérbio italiano)

- A mais alta das torres começa no solo. (Provérbio chinês)

- O que torna agradável o homem é a sua misericórdia; o pobre é preferível ao mentiroso.

- O preguiçoso morre desejando, porque as suas mãos recusam trabalhar.


 

- Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro.

- Urubu, na guerra, é galinha. (Provérbio brasileiro)

- Grandes mentes discutem ideias; mentes medianas discutem eventos; mentes pequenas discutem pessoas.

 

- O Senhor pela sabedoria fundou a terra; pelo entendimento estabeleceu o céu.

 


 

- As riquezas multiplicam os amigos; mas, ao pobre, o seu próprio amigo o deixa.

 


Ditado

 


- Há homens para nada, muitos para pouco, alguns para muito, nenhum para tudo.

- Bem mal ceia quem come de mão alheia.

- Seja paciente na estrada para não ser paciente no hospital.

 

- "Se o mundo fosse bom, bebê não nascia chorando." (Anônimo)

 


 

Aos que me jogaram pedras, o meu 'muito obrigado'. Foi com elas que construí meu castelo." (Anônimo)

 

- Homem apaixonado e pássaro com visgo, quanto mais se debatem, mais se prendem.

 


 

- É melhor uma boa morte que uma ruim sorte.

 

 

 


Vocabodário

 


Capreológico
- Pensamento caprichoso, como o comportamento dos caprinos. Poema refinado.

Escabrear - Ficar zangado, irritado, como cabrito selvagem.


 

- Não seja tão mente aberta, pois o cérebro pode cair!

 


 

- Piada de rico é sempre engraçada.

 


- Perigo não é um cavalo na pista, é um burro na direção.

 

 

 

CONHECENDO AS ÁRVORES E ARBUSTOS




                    Dá-se o nome de árvore aos vegetais lenhosos, perenes e de grande porte (altura superior a 4m), que possuem um caule ereto chamado tronco, do qual saem, a certa altura, galhos ou ramos de menor diâmetro providos de folhas, formando uma copa. Por outro lado, são chamados arbustos os vegetais lenhosos, perenes e de porte baixo ( não ultrapassando 4m de altura ) e ramificados desde a base, de modo que não se pode observar facilmente o seu tronco principal.
                    As árvores podem ser classificadas segundo vários critérios: porte, largura das folhas, duração das folhas, utilização, etc.
                    1. Porte: a) baixo - cambuí, murici, resedá,etc.; b) médio - flamboiã, pau-brasil, tipuana, etc.; c) alto - casuarina, paineira,peroba, etc.; d) muito alto - eucalipto, jequitibá, mogno, etc.
                     2. Largura das folhas: a) latifoliadas ( folhas largas ) - laranjeira, figueira-branca, pau-d'alho, etc.; b) aciculifoliadas ( folhas estreitas e duras ) - pinheiro-do-paraná, álamo, lariço, etc.
                     3. Duração das folhas; a) perenifólias ( folhas sempre verdes ) - aroeira, mangueira, pinheiro-do-paraná,etc.; b) caducifólias ( folhas que caem na estação seca ) - ipês roxo e amarelo, flamboiã, paineira, etc.
                      4.Utilização: a) frutíferas - laranjeira, macieira, mangueira, etc.; b) industriais oliveira ( óleo de oliva ), cacaueiro ( chocolate ),seringueira ( borracha ), etc.; c) ornamentais -alecrim-de-campinas, flamboiã, paineira, etc.;d) medicinais - pau-d'arco ou ipê-roxo, quineira,ipecacuanha, etc.
               

CONHECENDO OS ANIMAIS QUE CONSTROEM NINHOS

 



       Ao contrário da toca, que é escavada, o ninho é construído. No caso das aves, a nidificação ou construção do ninho é feita para por os ovos, chocá-los e criar os filhotes.
        Os ninhos podem ser construídos em ocos de árvores, na bifurcação de um galho, ou
suspensos; ou mesmo no chão.
           Os pássaros ( bem-te-vi, sabiá, tico-tico, etc. ) geralmente fazem seus ninhos com capins, gravetos, palhas, penas, fios de teia-de-aranha,etc. O joão-de-barro, como o próprio nome indica, faz seu ninho com argamassa de areia e lama, assim como o flamingo. Outros constroem ninhos suspensos dos galhos laterais das árvores, como o japu e o papa-figo.
          Os ninhos  variam de tamanho: o do beija-flor tem cerca de 2cm de diâmetro, enquanto o da águia tem mais de 2m, tanto de diâmetro como de profundidade.
            Algumas aves fazem o ninho  no chão, como a codorna, a perdiz e o pica-pau; outras põem os ovos em simples depressões do terreno, como a ema o avestruz. Por outro lado, a águia e o condor fazem seus ninhos nas montanhas.
            Existem aves parasitas, isto é, que põem seus ovos em ninhos de outras aves, como fazem o cuco e o chupim.
             Além das aves, vários animais também fazem ninhos, mas o destaque cabe aos insetos sociais, que fazem ninhos coletivos, geralmente divididos em alvéolos ou câmaras. Assim, as abelhas e as vespas fazem ninhos elevados, chamados colméias e vespeiros, respectivamente, enquanto os cupins de solo fazem ninhos erguidos sobre o solo, chamados murundus ou cupinzeiros.


CONHECENDO OS ANIMAIS COM CHIFRES
 
 

Chifres são protuberâncias rijas e alongadas que se encontram na cabeça de vários mamíferos, os quais podem ser usados como armas de ataque e defesa.
Distinguem-se 3 tipos: a) chifres não ramificados ( cornos ) encontrados no boi, búfalo, bode, carneiro,etc. São prolongamentos derivados do osso frontal, cobertos por queratina; são permanentes e de crescimento lento; b) chifres ramificados ( galhos ) encontrados no veado e na rena.
São de osso puro e temporários - caem e se regeneram anualmente; c) chifres curtos como o da girafa e do ocapi, revestidos por pele, ambos permanentes.
       No rinoceronte existe sobre o focinho uma protuberância formada exclusivamente por fibras aglutinadas longitudinalmente.
      Em geral, só os machos possuem chifres; quando presentes em ambos os sexos, os chifres das fêmeas são menores e mais fracos.
 

CONHECENDO AS RELAÇÕES SOLO - ÁGUA - PLANTA

 




   Dá-se o nome de precipitação à água de chuva que atinge o solo, a qual se divide em
duas porções  que tomam caminhos diferentes: a) infiltração ou penetração no solo; b) deflúvio ou escoamento superficial da água em excesso.
         A água que penetra no solo é em parte armazenada sob a forma de películas ao redor
das partículas de solo, sendo que a água em excesso sofre drenagem ou penetração m profundidade. A água armazenada no solo pode  ser absorvida pelas raízes das plantas, juntamente com os sas minerais nela dissolvidos.
     A água que não penetrou  no solo se escoa pela superfície do solo formando as enxurradas, que buscam os rios ou lagos da região. No seu trajeto, a água de escoamento pode provocar erosão, que é o processo de desagregação do solo e transporte de suas partículas. A desagregação começa com o impacto  direto das gotas de chuva sobre o solo, daí a importância de uma cobertura vegetal protetora, que pode ser natural ou plantada pelo homem.
        Os solos chamados Latossolos possuem relevo suave e horizonte B ( camada inferior ) tão porosa e permeável como o horizonte A ( camada superior ); por isso, favorecem a infiltração e são menos susceptíveis à erosão. Por outro lado, os Solos Podzólicos possuem relevo ondulado e horizonte B mais compacto e menos permeável que o horizonte A; por isso, são mais susceptíveis à erosão.
 

CONHECENDO OS ANIMAIS QUE CONSTROEM TOCAS

 




   Dá-se o nome de toca ao abrigo subterrâneo construído por diversos animais, principalmente mamíferos. As  tocas podem ser: a) simples, representadas por um buraco escavado no solo como fazem certos besouros, coelho, rato, tatu, etc.; b) complexas, formadas por diversas câmaras ligadas por galerias subterrâneas, como fazem a saúva, castor, toupeira, texugo,etc.
       As doninhas podem viver em qualquer buraco, inclusive ocupar tocas de ratos.
      Os formigueiros ou sauveiros constam de uma entrada ou "olheiro " e várias câmaras ou "panelas", ligadas por vários canais; as câmaras recentes são as mais profundas, situadas a alguns metros abaixo da superfície do solo.
       As toupeiras constroem uma câmara ou ninho, que forram com capim ou folhas secas; a partir do ninho cavam um túnel, que se afasta e depois volta à superfície, funcionando como uma saída, em caso de perigo. Várias galerias partem do ninho para os lados, em diversas direções; são caminhos que a toupeira escava em busca de minhocas, seu alimento principal.
          O castor é um hábil construtor de tocas, famoso por suas represas e "cidades". Vivendo nas margens de rios, fazem barragens com galhos d
Última atualização em Seg, 04 de Agosto de 2014 11:40
 
Veja ! Orientações na Caprino-ovinocultura, Escolha de Bons Animais, Alimentação Sanidade, Estalações, Sucesso na Atividade, Melhoramento Animal Geneticamento... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 02 de Agosto de 2014 09:21

O ABC da caprino-ovinocultura sem arodeios



Fábrica boa é fábrica pintada, limpa, funcional, econômica, com olho no futuro - assim também é a criação de ovinos e caprinos.

 

Em roteiro pelo Sertão, resumindo os principais conhecimentos para garantir sucesso na criação. Aqui estão os principais momentos do dia a dia.

 

O reprodutor

 

Os reprodutores precisam ser de origem provada, com linha dorsolombar larga e reta, os aprumos retos e firmes e as costelas bem arqueadas. Seus testículos e escroto são simétricos e bem inseridos.

 A relação deve ser 1 reprodutor para cada 30 fêmeas no campo. Já num sistema de monta controlada 1 reprodutor pode servir até 100 fêmeas. Deve-se levar a matriz no cio até o reprodutor, duas vezes, com intervalo de 12 horas.

 

 

 

 

 

O que é necessário para funcionar a máquina?

 

- Forragem de qualidade;

- Leguminosas e gramíneas verdes;

- Leguminosas e gramíneas armazenadas (silagem ou feno) – estratégia e economia.

- Ração complementar (suplementação);

- Mistura mineral (sal comum e outros elementos);

- Água limpa e de boa qualidade.

 

Como alimentar a máquina animal

 

 

As fêmeas devem ser secas antes da entrada do cio (15 dias). O sistema do manejo é mantido por aproximadamente 30 dias e elas são encaminhadas ao campo para passarem 60 a 70 dias. O crescimento fetal está no pico - 70% no terço final da gestação, sendo necessária a suplementação alimentar.

 

 

 

Como proceder com os produtos?

 

Acompanhar as matrizes no momento do parto (baia maternidade). O corte e desinfecção do umbigo devem ser feitos com uso de material limpo e iodo (10%), 3 vezes/dia por 2 dias.

 

Como proceder o desmame?

 

 

Colocar as crias (machos e fêmeas) juntamente com as matrizes em pastagem verde e se preciso suplementar no cocho até os 60 dias. O desmame deve se feito entre 60 a 70 dias. Quando os animais chegarem a 25-30 kg de peso vivo, o criador separa os machos para venda e as fêmeas para reprodução.

 

 

 

 

 

Estrutura das áreas de campo

 

 

A estrutura deve ser no mínimo dois cercados na vegetação nativa para as matrizes paridas e não-paridas. Um cercado verde, sempre que possível, para as matrizes prenhes e recém-paridas e também para as crias desmamadas e reservadas para a venda.

 

 

 

 

 

 

Estrutura - áreas de campo

 

 

Cochos para suplementação alimentar e água são características no planejamento de estruturas no campo. Neste caso:

- Ração e sal – cocho na sombra.

- Água – cocho no sol.

Nunca colocar cochos de ração, sal ou mistura múltipla no campo desprotegidos da chuva e sol.

 

 

 

 

 

Estrutura – Aprisco

 

 

O aprisco é um abrigo fechado para os animais jovens, protegendo-os das correntes de vento. Eles têm áreas de sombra (sem sol hora nenhuma) e varredura com cal virgem, uma vez por semana.

Abrigos separados e limpos para todas as categorias. Eles são indicados para:

- Matrizes (baias para maternidade e amamentação);

- Reprodutores;

- Animais jovens (currais coletivos).

 

 

 

Sanidade - verminoses

 

- Controle das parasitoses : Helmintos e protozoários;

- Método Famacha – tratamento individual (Haemonchus);

- Inóforos – Salinomicina (Eimeria).

 

 A estratégia de vermifugação, além da aplicação, depende de:

- Instalações limpas;

- Fezes retiradas dos arredores das instalações;

- Evitar aglomerados de animais;

- Separar os animais por faixa etária;

- Promover quarentena para animais adquiridos.

 

 

 

 

Sanidade - mineralização

 

O uso de minerais, como o enxofre, e principalmente de aditivos ionóforos como a Salinomicina são a principal forma de profilaxia contra a Eimeriose.

 

Sal comum  .................................   25kg

Micromineral (Suprafós) ................ 1kg

Enxofre ........................................ 250g

Salinomicina ................................ 300g

Fosfato Bicálcico/Farinha de osso ... 3kg

 

 

Sanidade - vacinação

 

 

- Profilaxia contra as Clostridioses (Enterotoxemia)

Animais jovens (30 a 45 dias) – aplicar 2mL intramuscular e repetir com 30 dias.

Animais adultos – aplicar 2mL i.m. - anualmente.

 

 A perspectiva da vacinação é sanar doenças como: linfadenite caseosa, ectima contagiosa e pododermatite.

 

 

 

 

 

Sanidade - tratamentos quimioterápicos

 

Os tratamentos quimioterápicos são utilizados nas seguintes doenças:

- Doenças respiratórias;

- Linfadenite Caseosa – Mal-do-caroço;

- Pododermatite – Podridão do pé, manqueira, mal dos cascos;

- Ectima contagioso – Boqueira;

- Ceratoconjuntivite.

 

Sanidade - doenças exóticas ou multissistêmicas

 

São doenças exóticas ou multissistêmicas:

- CAEV;

- Micoplasmose;

- Maed-visna;

- Scrapie;

- Conidiobolomicose.

 

Sanidade - principais causas de morte

 

As principais causas de mortalidade nas crias são:

–Subnutrição;

–Enterites (bactérias e protozoário – Eimeria);

–Broncopneumonias;

–Infecções umbilicais.

 

Recomenda-se a administração de soro caseiro para reidratação, além dos antibióticos e sulfas no tratamento das diarreias.

 

Sanidade - acompanhamento no dia-a-dia

 

Observar:

 

 

- Condição corporal dos animais (animais magros);

- Os sinais (se o animal está arrepiado, mancando, por exemplo);

- Presença de bicheiras;

- Se o animal está andando devagar e não acompanha o grupo;

- Fêmeas que abortam ou rejeitam as crias;

- Corte dos cascos;

- Presença de caroços (linfadenite caseosa);

- Ferimentos em torno da boca.

 

 

 

Considerações Finais

 

O aprisco deve ser suspenso, se assim pode ou é exigido pela região.

Pode-se ver a idade dos caprinos e ovinos pelos dentes.

Os animais são separados por categorias para garantir o bom desempenho na criação.

Quanto à nutrição, colocar a ração aos poucos e continuamente ao longo do dia.

A mistura de S.S.S.F.O.U. é importante para a sanidade animal e o pedilúvio na limpeza da entrada de currais. Deve-se fazer a coleta de fezes para exame quanto à saúde do animal.

O melhoramento do rebanho é feito pela seleção, mantendo a rotina de escrituração (anotações diárias) e o mesmo sendo acompanhado e suplementado.

 

 

“O conhecimento empírico do produtor e do tratador jamais deverá ser menosprezado.”

 

Fluxo de Caixa é Essencial para Pecuaristas

 


O sucesso da atividade pecuária depende não apenas de boas práticas de manejo do rebanho e das pastagens. Um elemento essencial, porém muitas vezes esquecido, é o acompanhamento econômico. "Nunca é demais lembrar que o produtor rural também é empresário e deve registrar todos os dados econômicos da produção".

 O pecuarista deve fazer ao menos um fluxo de caixa, anotando todas as entradas e saídas. "Essa ferramenta é simples e vital. Com ela o produtor pode fazer comparações e saber se ele foi eficiente".

Essa prática também evita a repetição de erros. O pesquisador lembra que é mais fácil continuar errando quando o pecuarista guarda todas as informações apenas na cabeça. O descontrole financeiro pode levar à falência e à incapacidade de pagar o financiamento bancário, como em qualquer outro negócio.

Diversos modelos de planilhas de fluxo de caixa estão disponíveis gratuitamente na internet. Ao clicar aqui, o pecuarista pode baixar a planilha desenvolvida pelo pesquisador Oscar Tupy para produtores de leite, mas que também pode ser adaptada para corte.

 Além de registrar entradas e saídas, é interessante que o produtor faça uma planilha de custos. "Fechado o mês, é interessante levar o movimento de despesas e vendas para o sindicato, cooperativa ou extensionista mais próximo, para ajudar na análise desses dados".

Porém, de nada adianta anotar todos os dados econômicos, mas não cuidar do manejo, a eficiência zootécnica é que gera o sucesso financeiro. Conhecer e aplicar boas práticas e cuidar bem do rebanho e da pastagem são aspectos fundamentais.

 

MELHORAMENTO ANIMAL

 



1) Qual o número de anos de permanência do touro no rebanho?

Considerando o manejo, o touro não deve servir suas filhas. O tempo mínimo de sua permanência deve ser o número de anos necessários para que ele seja avaliado. Quanto ao tempo máximo, deve-se respeitar a possibilidade de ser substituído por outro superior a ele. 


2) Qual a importância do "Sumário de Touros", publicado pelo Ministério da Agricultura com a participação da EMBRAPA e ABCZ?

A publicação "Sumário de Touros" deve ser considerada como um instrumento auxiliar para a seleção, uma vez que considera somente as características do ponderal. É de grande importância, pois traz avaliações de touros, para características produtivas, que não estavam disponíveis até então, possibilitando uma seleção que não seja baseada somente em caracteres subjetivos. 


3) Como se faz a "Prova de Touros"?

Provar ou testar um touro é avaliá-lo quanto ao seu potencial genético, o que geralmente é feito em relação a outros touros. Normalmente, a prova é realizada com base no próprio desempenho (testes de performance) ou no desempenho de seus produtos (teste de progênie). 


4) Qual o significado do registro genealógico para o melhoramento das raças de gado de corte?

O principal objetivo do registro genealógico é possibilitar o fornecimento de pedigrees corretos e confiáveis por parte das associações de criadores. Para o melhoramento, é importante quando são realizados testes que levam em conta informações de parentes.


5) Qual a melhor idade para a seleção de novilhas de corte: na desmama, aos 18 meses ou aos dois anos?

A seleção de novilhas de corte deve ser feita após o diagnóstico de prenhez, de acordo com o sistema de produção, descartando-se as vazias e, dentre as cheias, aquelas de menor precocidade.


6) Quais os critérios de seleção de novilhas para a reprodução?

O principal critério de seleção para novilhas deve ser sua condição, prenha ou não, após o primeiro toque. Em seguida, devem ser consideradas sua precocidade e a habilidade materna de sua mãe. Por fim, deve ser considerada sua própria habilidade materna ao desmamar a primeira cria.


7) A eficiência reprodutiva é mais influenciada pela herança ou pelo ambiente?

Pelo meio ambiente. De maneira geral, as características reprodutivas, excluindo as relacionadas com o desenvolvimento, têm baixa herdabilidade. Mesmo assim, as fêmeas com baixa eficiência reprodutiva não devem ser retidas no rebanho, pois causam grande prejuízo econômico.


8) Que orientação adotar na seleção de rebanhos de corte?

Ao selecionar o rebanho para produção de carne, o criador deve ter sempre em mente que, se ele está vendendo valor genético, seu cliente vende carne. Dessa forma, o selecionador deve escolher aqueles animais que, no rebanho do produtor de carne, propiciarão maior quantidade de quilogramas de carne por área, em menor espaço de tempo. Ou seja, devem ser objeto de seleção: a maior precocidade sexual, a maior natalidade, a menor mortalidade, os maiores ganhos pré e pós-desmama, e, também de grande importância, a conformação e a musculosidade. Igualmente, deve ser observada a rusticidade do animal: sua capacidade de adaptação às condições do sistema de produção.


9) O que é mais importante para o aumento de produção do gado de corte: o melhoramento genético ou a melhoria da alimentação e do manejo sanitário?

Os três itens são extremamente importantes para que sejam obtidas melhorias de produção e produtividade. De modo geral, a melhoria do potencial genético do rebanho deve ser acompanhada de melhorias de alimentação, do manejo em geral e de manejo sanitário. Entretanto, é importante ressaltar que as melhorias genéticas são cumulativas.


10) Como se avalia o progresso genético de um rebanho?

O progresso genético é influenciado pela herdabilidade da característica selecionada, pelo diferencial de seleção e pelo intervalo entre gerações. Ele pode ser medido calculando-se, ano a ano, o mérito genético médio dos indivíduos geneticamente ativos no rebanho. Com base nas diferenças entre eles, obtém-se uma estimativa do progresso genético.

Última atualização em Sáb, 02 de Agosto de 2014 09:29
 
Veja ! Cólicas em Equinos, Criação de Bezerros, O Parasita Carrapato em Bovinos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 01 de Agosto de 2014 08:22

Síndrome Cólicas em Equinos: Procedimentos Básicos

 


1. INTRODUÇÃO

A síndrome cólica é considerada pelos proprietários e veterinários de cavalos como um dos mais importantes entre os problemas médicos eqüinos. Segundo dados recentes, 2% dos animais em um plantel terão sido afetados anualmente pela cólica e 15% das mortes de animais com mais de 30 dias de vida são devidas a esta síndrome. O termo cólica abrange cerca de 100 afecções que produzem dor abdominal. Apesar de tal importância, conhecemos relativamente pouco sobre os fatores que provocam cólica, especialmente as ocorridas a campo.

2. INCIDÊNCIA E CAUSAS

A idade, sexo e raça estão associados a fatores de risco, bem como alimentação e manejo. No caso do PSI, os tipos de cólica de acordo com a idade são:
Potros até desmame: retenção de mecônio, torção do intestino delgado (intussussepção), Atresia coli, úlceras gástricas e duodenais, diarréia.
Desmame até 1 ano: gastrite, impactação por vermes
Sobreano: obstruções por corpo estranho, intussussepção do colón menor, deslocamentos de colon maior, aprisionamento do intestino em canal hepático.
Após 2 anos: impactação do ceco, enterólitos (pedra no intestino), torção de cólon, aprisionamento de intestino em ligamento abdominal, dilatação gástrica.
Acima de 16 anos: tumores e rupturas de ligamentos;
e de acordo com o sexo são:
Garanhões: tumores do tipo lipoma e hérnia escrotal.
Éguas: torção de útero, hérnias abdominais internas.
Quanto aos fatores alimentação e manejo podemos salientar como causas de cólica o estabulamento excessivo dos animais sem acesso a fibra (feno ou pasto), acesso restrito a água, consumo excessivo de grãos, falta de desparasitação e falta de exercício.

3. DIAGNÓSTICO

O diagnóstico de cólica é primeiramente baseado na observação, onde é constatada a presença de dor no animal através de suas atitudes como rolar no chão, cavar, intensa sudorese e olhar para os flancos.
Os métodos empregados para o diagnóstico variam entre os veterinários. Porém, entre os mais importantes estão a detecção pela auscultação de movimentos intestinais e presença de espasmos ou gás, aferição de batimentos cardíacos, circulação sanguínea e movimentos respiratórios, palpação retal, sondagem nasogástrica e resposta á medicação. Outros exames auxiliares incluem a endoscopia gástrica, ultrassonografia e a paracentese abdominal para coleta de líquido.
O importante na fase de diagnóstico é saber diferenciar uma cólica que pode ser resolvida clinicamente de uma de tratamento cirúrgico. Para isto alguns fatores deverão ser considerados para a decisão cirúrgica como:
A) intensidade da dor, onde ocorre ausência de resposta aos analgésicos.
B) exame retal, onde serão constatados deslocamentos do intestino delgado e colón, ou ainda a presença de corpo estranho.
C) refluxo gástrico constante ou maior que 6 litros através da sonda
D) ausência de sons abdominais
E) no caso do exame do líquido do abdômen, severas alterações na sua composição.

4. TRATAMENTO

A porcentagem dos casos de cólica que necessitam de tratamento cirúrgico é pequena comparada com aqueles que se resolvem através de tratamento medicamentoso. No entanto, é essencial que a assistência veterinária seja rápida. Este tratamento tem como objetivo aliviar a dor do animal, retirar o excesso de gás formado no intestino, manter circulação sanguínea estável, evitar a desidratação e promover a movimentação do intestino.
Para o alívio da dor visceral são utilizados analgésicos como a flunixina meglumina ou a fenilbutazona na dose recomendada pelo fabricante, que poderá ser repetida de acordo com a intensidade e a ciclicidade da dor. Em casos mais graves poderão ser utilizados sedativos como o butorfanol ou a xilazina, que além de promoverem o alívio do animal, ajudam a contê-lo, auxiliando no manejo veterinário.
A hidratação deverá ser instituída prontamente e ser mantida até a resolução do caso. A escolha do tipo de soro a ser empregado deverá seguir as orientações do médico veterinário, mas tem como base o lactato de sódio. Como regra, a hidratação poderá ser feita até o animal urinar.
A retirada do excesso de gás é feita através de sonda nasogástrica e em casos mais graves através de trocaterização do ceco, ou seja, colocação de cateter ou similar através do abdômen para retirada direta do gás acumulado no local, promovendo assim descompressão do intestino e alívio da dor.
É de salientar que todos estes procedimentos deverão ser realizados pelo veterinário responsável, sendo que o resultado positivo depende da interação de todos os itens descritos, e não de um em particular. Enquanto espera a chegada do veterinário, o animal poderá ser mantido a pasto e observado se não estiver rolando ou se deitando, e na presença destes últimos sintomas, o animal poderá ser caminhado puxado para evitar que se machuque ou a alguém.

5. SUGESTÕES DO AUTOR

Foto de Stock Royalty Free: Beijo de dois cavalos. Imagem: 6648315- Evitar uso indiscriminado de analgésicos.
- Fornecer no mínimo 60% de toda a alimentação em pasto ou feno
- Tentar não pastorear os animais muito rápido em pastagem verde, fazê-lo de forma gradativa, sendo isto válido para a troca de ração.
- Limitar a ingestão de grãos em no máximo 50% da ração fornecida.
- Utilizar fontes de óleo quando são requisitadas mais calorias na dieta.
- Fornecer sistema alimentar higiênico, onde o animal não consiga ingerir terra ou areia.
- Sempre que possível, manter ambiente de pastagem limpo, livre de cordas e plásticos.
- Prover exercício diário aos animais.
- Fornecer água limpa e á vontade.
- Implementar programa sanitário e anti-parasitário.
- Minimizar estresse (viagens, estabulamento, doenças e traumas) o máximo possível.

 

CRIAÇÃO de BEZERROS

 


1) Quais os cuidados que devem ser dispensados aos bezerros recém-nascidos?

Os seguintes cuidados devem ser adotados:
· cortar e desinfetar o umbigo com solução de álcool iodado a 10% ou outro produto comercial;
· verificar se o bezerro consegue mamar normalmente. No caso de vacas de tetas grandes, é necessário ajudar o recém-nascido nas primeiras mamadas e depois esgotar o úbere da vaca. É indispensável que o bezerro mame o colostro; 
· manter os bezerros em pasto-maternidade, durante a primeira semana de vida, para facilitar a assistência; 
· evitar a movimentação de bezerros novos, junto com animais adultos, em porteiras e bretes; 
· observar a ocorrência de diarréias e tratá-las imediatamente.

2) Quais as principais causas de mortalidade de bezerros? Qual é a importância do tratamento do umbigo dos bezerros?

As principais causas são: infecções, provocadas principalmente pelo não tratamento correto do umbigo; a diarréia-branca, provocada por consumo excessivo de leite; a diarréia-preta, causada por bactérias; piroplasmose e anaplasmose, doenças transmitidas pelos carrapatos. O tratamento do umbigo é importante porque ele é "porta de entrada" para os agentes causadores de várias doenças. A infecção deve ser evitada por meio de "corte e cura" adequados. Após a instalação da infecção, além do maior custo do tratamento, há um comprometimento do desenvolvimento normal do animal.

3) Como substituir o colostro para bezerros criados guaxos (bezerros órfãos ou enjeitados pela mãe)?

Não existe produto capaz de substituir o colostro com a mesma eficiência. Os substitutos do leite encontrados no mercado podem auxiliar na criação dos guaxos; porém, estes animais não terão o mesmo desenvolvimento daqueles que mamaram o colostro. 

4) Como criar bezerros saudáveis?

Devem ser adotados os seguintes procedimentos: 
• programar a estação de monta, de modo a evitar nascimentos no período de maior intensidade de chuvas. Animais nascidos nesse período sofrem mais estresse e ficam mais predispostos a doenças; 
• cortar o umbigo e desinfetá-lo (cura) no dia do nascimento; 
• assegurar que o bezerro mame o colostro; 
• descartar vacas de tetas grandes e aquelas que produzem pouco leite; 
• combater os ectoparasitas (berne, carrapatos e mosca-do-chifre); 
• evitar manejo intensivo em currais e bretes. 


5) Qual a vantagem e como fazer a desmama precoce?

A baixa taxa de natalidade é um dos principais problemas da criação extensiva de bovinos de corte. Em situações de escassez de forragem, a desmama precoce reduz o estresse da lactação, como também os requerimentos nutricionais da vaca, antecipando, assim, o restabelecimento da atividade reprodutiva. Como a lactação tem prioridade por nutrientes, em relação ao ciclo estral, vacas secas requerem 40 a 60% menos forragem do que vacas lactantes. A separação do bezerro 3 meses após seu nascimento permite que a desmama ocorra ainda dentro da estação de monta, aumentando, assim, as chances de concepção.
6) Que cuidados especiais devem ser adotados para com os bezerros, quando se utiliza a desmama precoce?

Devem ser adotadas as seguintes práticas: 
· usar creep-grazing (pasto especial, com acesso somente aos bezerros), ou creep-feeding (cocho com ração especial, com acesso somente aos bezerros), por meio dos quais os bezerros se acostumam a ingerir alimentos sólidos antes da desmama; 
· desmamar os bezerros com peso superior a 90 kg; 
· fazer com que a desmama ocorra em época adequada (estação chuvosa) e em pasto apropriado; 
· suplementar a alimentação dos bezerros com ração apropriada, pelo menos até 2 meses após a desmama; 
· evitar distúrbios logo após a separação do bezerro de sua mãe (manejo de mangueiro, transporte, comercialização etc.).

 

 
 

O carrapato é responsável pela tristeza parasitária do rebanho bovino

 

 
 

A presença do carrapato, transmissor dos agentes causadores da Tristeza Parasitária Bovina (TPB), é motivo de preocupação para o pecuarista, pois pode representar perdas econômicas significativas com a morte de animais. A fase de maior parasitismo pelo carrapato acontece nos meses mais quentes do ano. Este aumento populacional, se não controlado, será progressivo, chegando a um pico máximo no outono.

A médica veterinária Claudia Gulias Gomes, da Embrapa Pecuária Sul, fala sobre a importância do monitoramento e do diagnóstico da resistência aos carrapaticidas na propriedade, bem como a correta utilização dos carrapaticidas de modo a retardar o processo de instalação da resistência. Claudia também aponta cuidados no manejo dos animais e das pastagens

Segundo ela, enquanto nos meses mais quentes do ano, se observa o aumento populacional dos carrpatos nos bovinos, na primavera, ocorrem as menores infestações, pois o rigor do inverno elimina parte de carrapato.  Esse é o melhor período para iniciar a imunização natural de terneiros e renovar a imunidade dos bovinos adultos contra a TPB.

Existem diferentes formas de controle do carrapato, entre elas o controle por meio de produtos químicos, os popularmente chamados carrapaticidas. Os carrapatos tendem a desenvolver resistência a esses produtos, tornando-os ineficazes com o tempo. Apesar de ser um fenômeno natural, a resistência pode ser acelerada quando não se adotam práticas adequadas de manejo.

“Não existe uma receita pronta para o controle do carrapato bovino que se adapte a todas as situações. É necessário conhecer o sistema de produção de cada propriedade, o nível de infestação dos campos, a dinâmica populacional do carrapato na região e a eficácia dos carrapaticidas utilizados para se escolher a melhor estratégia de ação. Em qualquer situação, a redução da frequência do uso dos carrapaticidas deve ser sempre uma meta a ser seguida, pois quanto maior for essa frequência, maiores serão as chances de instalação da resistência”, afirma Claudia.

A pesquisadora alerta que o emprego incorreto dos produtos, como a administração de subdosagens, o manejo incorreto do banheiro de imersão ou aspersão e o uso de formulações caseiras levam ao controle ineficiente e, por consequência, a redução do intervalo entre tratamentos. Além desses cuidados, é preciso estar atento à qualidade da alimentação, já que animais enfraquecidos resistem menos ao parasitismo.

O produtor deve também manter o controle dos bovinos que entram na propriedade, certificando-se de que eles não estão infestados, para evitar a introdução de carrapatos resistentes. Outro ponto importante é a lotação dos potreiros, que não devem estar além da capacidade, fato que favorece a alta infestação por carrapatos e ainda prejudica a qualidade da alimentação do rebanho.

 
Veja ! Importancia da Vacinação, Curiosidades, Hidromel (Apicultura) e Plantas Forrageiras... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 31 de Julho de 2014 07:49

Quais, como e quando utilizar as vacinas


Vacinação é sinônimo de lucro para o criador e a não-vacinação pode resultar em graves prejuízos.

 

 

 

O correto manejo sanitário torna-se imprescindível para o sucesso dos criatórios de caprinos e ovinos, em virtude dos altos custos da produção e da competitividade dos mercados mundiais. Este controle é possível a partir da adoção de medidas preventivas para uma série de enfermidades dos animais (Langoni, 2004), que ressaltam a importância da vacinação no manejo dos rebanhos.

Vacinas são produtos biológicos que servem para a imunização contra diversas doenças causadas por vírus e bactérias, conhecidos como micróbios, ou seja, organismos vistos no microscópio (Instituto Fiocruz, do Rio de Janeiro). Os chamados antígenos representam os constituintes ativos das vacinas e são os responsáveis pela imunidade. As vacinas são produzidas e classificadas de acordo com os tipos de antígenos, representados pelos próprios micro-organismos, ou por suas partes estruturais e produtos de seu metabolismo.

Um programa efetivo de imunização deve propiciar a proteção para controlar, ou prevenir as moléstias infecciosas que naturalmente ocorrem nos rebanhos (Brumbaugh & Hjerpe, 1993).

A vacinação de pequenos ruminantes não é obrigatória, segundo a Instrução Normativa n° 87 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que estabelece as diretrizes do Programa Nacional de Sanidade dos Caprinos e Ovinos (PNSCO). A vacinação não é realizada, mesmo contra a febre aftosa, responsável por prejuízos devido às condições internacionais para a exportação. Algumas vacinas são proibidas para ovinos e caprinos, segundo o “Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa” (PNEFA, 2007) do MAPA. A vacinação, no entanto, é uma das práticas mais garantidoras da sanidade e, por consequência, do lucro.

Algumas vacinas são essenciais como medida preventiva. As doenças no rebanho causam um impacto econômico negativo para o criador. Os tópicos abaixo ilustrarão as principais e os métodos de vacinação.

 

Raiva

 

 

A raiva representa uma doença causada por vírus que acomete diversos animais e também o homem. O cão é o principal reservatório da doença para disseminação nas áreas urbanas e em ambiente rural são os morcegos hematófagos (Desmodus rotundus).

Esta doença manifesta-se com uma gama de sinais clínicos, citados a seguir:

1 - isolamento do rebanho;

2 - apatia;

3 - perda do apetite e dor;

4 - excitabilidade;

5 - salivação abundante e dificuldade de deglutição;

6 - incoordenação motora e tremores;

7- paralisia respiratória.

Estes sintomas podem evoluir até a morte dos animais.

 

Clostridioses

 

Medidas preventivas devem ser adotadas, pois é uma doença de caráter agudo e há dificuldade em estabelecer tratamentos para ela. A vacina é a principal estratégia para combater a clostridiose (Lobato et al., 2004).

Na clostridiose há uma variedade de manifestações clínicas causadas por diferentes bactérias anaeróbicas (produtoras de toxinas) que acometem diferentes espécies.

Os principais sinais clínicos apresentados por ovinos e caprinos acometidos incluem:

1 - dificuldade de locomoção;

2 - aumento de volume dos membros posteriores;

3 - excitabilidade;

4 - desvio lateral de cabeça;

5 - morte súbita.

 

Ovinos podem contrair o carbúnculo sintomático, tipo de clostridiose causada pela bactéria Clostridium chauvoei, através da contaminação de ferimentos. Estes podem ser causados durante o parto, castração, ou lesões de umbigo (Riet-Correa, 2001).

 

Linfadenite Caseosa

 

A linfadenite caseosa, ou mal- do-caroço é uma enfermidade contagiosa causada pelo Corynebacterium pseudotuberculosis, atingindo preferencialmente ovinos e caprinos. Causa perdas econômicas por condenação de carcaças (Riet-Correa, 2001). A doença é caracterizada pela formação de abscessos em diferentes partes do corpo dos animais, podendo levar a: emagrecimento progressivo e deficiência respiratória, ou hepática (abscessos nas vísceras).

 

Ectima Contagioso

 

O ectima contagioso, ou dermatite pustular, é infecto-contagiosa causada pelo vírus Parapoxvirus e também afeta os pequenos ruminantes. A enfermidade é caracterizada por: desenvolvimento de lesões na pele do focinho e formação de bolha, úlceras e crostas grosseiras no úbere e boca do animal.

Borregos ou cabritos não recebem anticorpos contra esta doença junto ao colostro materno (Barros, 2001). Os animais afetados podem perder peso pela dificuldade de alimentação, sendo que em jovens as lesões na língua impedem a amamentação. É prejuízo ao criador e uma alerta para a importância da vacinação em surtos.

A Tabela ilustra as principais vacinas e a vacinação indicada para a prevenção de doenças dos pequenos ruminantes.

 

Leptospirose

 

Caprinos e ovinos são susceptíveis aos mesmos sorovares (variedades) de leptospiras que acometem os bovinos (Langoni, 2005), motivo que preconiza a utilização das mesmas vacinas após a identificação sorológica da variedade de leptospira .

Os ovinos correspondem ao grupo de animais domésticos menos susceptíveis à doença, embora a leptospirose possa manifestar-se na forma aguda ou crônica . Esta doença pode ter as seguintes manifestações: quadros de septicemia, ou infecção generalizada; hemorragia; problemas renais; mastite sanguinolenta; retorno ao cio; abortamento e morte precoce de cordeiros (Hermann et al., 2004).

Após a identificação do surto preconiza-se a vacinação com duas doses em intervalos de 3 a 5 semanas e reaplicação semestral. O tratamento sistêmico com antibióticos também é recomendado.

 

Foot Root

 

Caracteriza-se por uma doença bacteriana, contagiosa, que afeta todos os aspectos do ciclo produtivo da ovinocultura. Pode levar à inflamação dos cascos e laminite (Burke & Parker, 2007). Vacinação estratégica é indicada coincidindo com os períodos favoráveis dos surtos.

A prevenção da doença no outono, segundo Ribeiro (2001), é recomendada com vacinação em fevereiro e reforço em maio. Já na primavera, indica-se a aplicação em julho e a revacinação em agosto. Os animais já imunizados, incluindo fêmeas em gestação, passam por manutenção anual. Trabalhos recentes exploram o efeito da raça, categoria e grau de acometimento dos animais sobre a resistência e sua herdabilidade na produção.

 



Cuidados com vacinas - Representam fatores que devem ser evitados para o sucesso dos programas de vacinação:

- conservação inadequada (temperatura de estocagem ideal é entre 2 a 8°C);

- aplicação após o vencimento;

- dose incorreta ou insuficiente;

- falta de assepsia ou limpeza no local de aplicação.

 

 

 

 

Considerações finais

 

As boas práticas aliadas às vacinas de qualidade representam o primeiro passo para o manejo sanitário dos criatórios de caprinos e ovinos, merecendo, portanto, total atenção dos produtores e técnicos envolvidos nessa cadeia produtiva.


Curiosidades

 
VARIEDADES

Você sabia...?

... que as fezes do caprino apresentam entre 40 a 45% de água?

... que as cabras em pastoreio, podem gastar de 7 a 10 horas por dia nesta tividade?

... que, durante as secas, um caprino é capaz de aproveitar a água bebida, resistindo de 3 a 4 dias sem beber? Mesmo sem beber nesse período, perderá menos de 4% do peso total corporal.

... que as cabras descansam entre 4 a 6 horas por dia?

... que os caprinos geralmente dormem em duplas, encostando-se uns aos outros pelos flancos? Normalmente adotam essa posição

em decúbito esternal.

 

 

 

 

 

Hidromel, a bebida dos bárbaros volta ao mercado

 

Bebida sagrada dos vikings e que deu origem ao termo lua de mel, está de volta e promete aumentar a renda do apicultor

 

Editora Globo

As noites nas tavernas medievais dos séculos V ao XV, diz a história, eram de pura anarquia. Homens imensos, ornamentados com peles de animais, chapéus com chifres e tacapes, ora festejavam, ora se engalfinhavam por qualquer motivo. Os relatos da época contam que toda e qualquer manifestação pedia um item, indispensável para eles em qualquer ocasião: a bebida. E engana-se quem pensa que a preferência dos povos bárbaros era a cerveja (ela só chegou tempos depois). O que eles tomavam era uma beberagem doce, sagrada e “meio mágica”, o hidromel.

A mistura de mel e água, fermentada, ninguém sabe quem inventou ou como surgiu, mas durante séculos foi essencial à dieta medieval. Dela também surgiu a expressão lua de mel, pois os casais tomavam essa bebida durante um ciclo lunar após o casamento para gerar filhos varões. A receita sobreviveu tímida aos séculos, ao surgimento do vinho de uvas e da cerveja, mas há quatro anos foi parar nas mãos de Samir Kadri, zootecnista e apicultor do interior de São Paulo que está tornando o hidromel um habitué nas prateleiras de apreciadores, degustadores de bebidas e lojas especializadas. E o melhor: com a bebida, Kadri aumentou a rentabilidade de sua atividade e abriu uma nova possibilidade de ganho no mercado apícola.

Revista assim_Portal liberal.com.br
"A produção de hidromel abre uma nova possibilidade de renda na apicultura", diz Orsi, da Unesp

A fábrica de Kadri fica no sítio da família em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, e ainda é informal. Ele conta que está pelejando para obter o registro formal do empreendimento e produzir o hidromel em escala comercial. Por enquanto, é o interesse de quem já provou a bebida que está fazendo a sua fama. “Donos de lojas especializadas souberam da produção e fizeram pequenos pedidos. Geralmente, são estabelecimentos que trabalham com diversos tipos de bebidas artesanais.” A fabricação do hidromel elevou os ganhos da produção de Kadri e de todos os apicultores que resolveram investir na fabricação da bebida, um processo que demora no mínimo dois meses para ser finalizado.

A bebida é vendida a R$ 15 por garrafa de 500 mililitros, quase cinco vezes mais. “O custo de produção do hidromel é baixo e o valor agregado na fabricação permite que o apicultor diversifique a atividade e aumente a rentabilidade”, afirma Orsi. “Na maioria das vezes, é feito a partir de mel de abelhas silvestres, das floradas de eucalipto ou de laranjeiras, mas é possível fabricar essa bebida a partir de qualquer tipo de mel. É somente neste caso que o custo de produção aumenta, pois o mel de jataí ou de mandassaia, por exemplo, tem o preço mais elevado”.

O custo de produção, segundo Orsi, gira em torno de R$ 14,40 por litro de hidromel produzido.

Editora Globo
A bebida medieval foi redescoberta pelo zootecnista e apicultor Samir Kadri

Em Mogi das Cruzes, Samir Kadri tem um apiário com 30 enxames, e cada um deles possui, em média, 40 mil abelhas, que produzem de 23 a 25 quilos de mel por florada. Para dar conta da produção, que gira entre 45 e 50 litros de hidromel por mês, ele compra mel de outros apicultores, principalmente na entressafra do produto (o auge da safra do mel no Estado de São Paulo, com 6% da produção total do país, ocorre em dezembro).

 “Também é uma forma de estimular pequenos agricultores a investir na atividade”, diz ele, que mantém o padrão semisseco para as suas bebidas. “Assim como o vinho, é possível fabricar o hidromel com maior ou menor teor alcoólico, e isso é definido no processo de fermentação. Méis com mais açúcar resultam em uma bebida suave e os méis com menos açúcar em um hidromel seco”.

  A produção da bebida também segue a classificação dos vinhos (suave, semisseco ou seco), o que implica em diferentes colorações, que vão do amarelo bem claro ao castanho (cor de conhaque), com o mel, também já produziu cerveja. “É um processo mais complicado que a produção de hidromel, mas é possível de ser feito por quem quer se dedicar e investir na atividade.”

NÉCTAR DOS DEUSES

INGREDIENTES
1 litro de mel
2 litros de água
10 gramas de fermento biológico

COMO FAZER
Misturar todos os ingredientes com uma colher. Colocar o líquido em um recipiente próprio para fermentação. O recipiente deve ser totalmente vedado, para não entrar ar, mas deve ter uma válvula de escape para a saída do gás carbônico resultante da fermentação. Essa saída deve ficar imersa em água para evitar a entrada de oxigênio. Se isso acontecer, seu hidromel vai virar um vinagre de mel, que também é muito gostoso”.

 

Conhecendo as Plantas Fogueiras



São assim chamadas as plantas que servem para a alimentação dos animais herbívoros (boi, vaca, cabra, cavalo, etc.).
        Podem ser utilizadas de várias maneiras: a) pastejo direto - capins das pastagens, naturais ou cultivadas; b) fornecida pelo homem na forma natural - forragem verde, cortada de capineiras; c) forragem conservada em silos - silagem ( milho ); d) forragem seca - feno ( alfafa ) ou palha ( milho ).
        Tais alimentos, ricos em fibras e pobres em nutrientes digestíveis, são chamados  volumosos, em oposição aos alimentos concentrados ( grãos, farelos, ração, etc.
        As plantas forrageiras utilizadas em pastagens e capineiras são geralmente gramínea - capins gordura, jaraguá, colonião, etc. As plantas forrageiras utilizadas para corte verde podem ser gramíneas ( capim-elefante, cana-de-açúcar,etc.) ou leguminosas ( soja perene, guandu,etc. ). O milho é utilizado como silagem e na forma de palha. A alfafa é utilizada para o preparo de feno ( forragem seca ).
 
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