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Caprino-ovinocultura
Veja ! Fazendo Grandes Campeões, Fatores no Desempenho da Produção e Curiosidades entre Bovinos e Caprinos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 10 de Setembro de 2014 09:46
COMO FAZER GRANDES CAMPEÕES

Como Avaliar Corretamente o Animal  

 

Temas que dão ênfase aos métodos utilizados na avaliação de caprinos, ética, raças, mensurações e mercado. Criatórios especializados em sistemas de produção com raças específicas para corte e leite.

O principal objetivo é que você aprenda a avaliar um animal para fins econômicos, pois um ovino ou caprino funcional significa produção e rentabilidade.


Objetivos de uma avaliação:

- Permanência ou descarte de animais no rebanho.
- Melhoramento genético
- Participação dos animais em exposições, leilões, julgamentos e provas zootécnicas.
- Aquisição de animais para formação de rebanho.
- Financiamento bancário.
- Peritagem.
- Inscrição em sociedade de Registro Genealógico.


Desenvolver aptidões é necessário para que os futuros animais se tornem grandes campeões.

- Olho clínico – Sensibilidade, imaginação, concentração, segurança e arte.
- Ciência – Genética, geometria (ân­gulos, comprimentos e formas), histórico das raças, geografia (habitat) e zoognósia (estudo do exterior dos animais).
- Critérios.
- Honestidade.
- Atualização com o mercado.


Parâmetros utilizados na avaliação individual do animal


- Idade.
- Saúde.
- Boa produção - fertilidade, ossatura e ligamentos.
- Temperamento - calmo, agressivo, habilidade materna.
- Órgãos genitais - desenvolvimento e conformação normal.
- Sexualidade normal.
- Economia – leite, carne e pele.
- Padrão racial.
- Desempenho.
- Compensações.
- Ascendência.
- Descendência – progênie, o mais seguro.
- Colaterais – irmãos e primos.
- Cada parte do corpo do animal recebe notas de 0 a 100 atribuídas pelo inspetor de registro.

 

 ALIMENTAÇÃO X RAÇA

FATORES IMPORTANTES NO DESEMPENHO DA PRODUÇÃO     

         

Dentro da produção animal, três fatores assumem capital importância no desempenho dos indivíduos: a genética, através da raça, da variedade ou da linhagem; o ambiente, através do clima, da alimentação/nutrição, do manejo, etc. e a interação entre eles.

 

No Nordeste, onde se encontram os maiores rebanhos caprino e ovino do País - 92% e 58%, respectivamente, do total existente - a produção é extremamente baixa e grandemente afetada pelo desequilíbrio entre a raça e a nutrição dos animais. Este desequilíbrio quase sempre é resultante de um manejo cuja idéia central tem a raça como única e independente saída para o sucesso produtivo desses animais. Grande equívoco!

 

A raça tem uma grande parcela no desempenho produtivo dos rebanhos. Mas, mesmo raças especializadas na produção de carne ou leite, sem um manejo alimentar/nutricional que faça jus à bagagem genética que as caracteriza, têm se apresentado com produções medíocres, muitas vezes inferiores às das raças naturalizadas e menos especializadas, porém adaptadas ao meio.

 

A introdução de novas raças especializadas, tanto para a produção de carne como de leite, tem sido utilizada nos rebanhos caprinos e ovinos de todo território nacional, e isto já vem acontecendo há algumas décadas. São raças de origens européia, africana, asiática, americana etc. afora, as raças naturalizadas que já passaram por algum tipo de melhoramento produtivo, como os ovinos Santa Inês, Morada Nova e Somalis Brasileira.

 

 CURIOSIDADES COMPARATIVAS

CURIOSIDADES COMPETITIVAS ENTRE A CAPRINO-OVINOCULTURA E A BOVINOCULTURA


  • Um ovino mestiço (cruzamento com a raça Dorper ou Texel, por exemplo) atinge 40kg de peso vivo em apenas quatro meses.
  • Em um ano, onde se cria 1 bovino, criam-se 24 ovinos;
  • Um bovino com quatro anos pesa em torno de 400kg, enquanto na mesma área e no mesmo período são produzidos 96 ovinos, que pesam  3.840kg (96 cabeças x 40kg);
  • Um bovino bebe 80 litros de água por dia. E um mês, bebe 2.400 litros de água, quantidade suficiente para o consumo de 80 ovinos; e
  • Em geral, os ovinos são criados e engordados com alimentação à base de pastagens cultivadas ( leucena, cunhã, gandú, gramíneas etc.) e/ou nativas melhoradas, enquanto os bovinos, normalmente, exigem, além das pastagens, alimentação suplementar à base de concentrados.

 

Os quadros 1e 2, anexos, mostram evolução de planteis bovinos e caprinos, comparando o crescimento vegetativo de cada rebanho, o investimento inicial com a aquisição de 10 vacas e  10 cabras e a respectiva a recuperação do capital inicial, acrescido do valor dos animais nascidos ao longo de 12 anos.
Quadro 1 – Comparação entre as evoluções dos rebanhos bovino e caprino, em um período de 12 anos...

Rebanho bovino

 

Ano

Fêmeas

Vacas

Crias

Total

1

10

4 bezerras

14

2

9

4 bezerras + 4 garrotas

17

3

8

3 bezerras + 4 garrotas + 4 novilhas

19

4

11

4 bezerras + 3 garrotas + 4 novilhas

22

5

13

5 bezerras + 4 garrotas + 3 novilhas

25

6

14

6 bezerras + 5 garrotas + 4 novilhas

29

7

16

6 bezerras + 6 garrotas + 5 novilhas

33

8

19

8 bezerras + 6 garrotas + 6 novilhas

39

9

22

9 bezerras + 6 garotas + 6 novilhas

45

10

25

10 bezerras + 8 garotas + 8 novilhas

51

11

28

11 bezerras + 9 garrotas + 8 novilhas

56

12

31

12 bezerras + 9 garrotas + 9 novilhas

62

Rebanho caprino

 

Ano

Fêmeas

Cabras

Crias

Total

1

10

8 até um ano

18

2

12

10 até um ano + 3 mais de um ano

25

3

18

15 até um ano + 4 mais de um ano

37

4

24

21 até u ano + 6 mais de um ano

51

5

34

29 até um ano + 9 mais ed um ano

72

6

48

41 até um ano + 13 mais de um ano

102

7

70

59 até um ano + 18 mais de um ano

147

8

98

82 até um ano + 26 mais de um ano

206

9

138

116 até um ano + 37 mais de um ano

291

10

195

164 até um ano + 52 mais de um ano

396

11

275

231 até um ano + 74 mais de um ano

580

12

389

327 até um ano + 104 mais de u ano

820

 
Veja ! Como Vacinar seus Animais, Curiosidades, Potro Recém Nascido e Infecção Neonatal PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 09 de Setembro de 2014 07:58

Quais, como e quando utilizar as vacinas



Vacinação é sinônimo de lucro para o criador e a não-vacinação pode resultar em graves prejuízos.

 

 

 

O correto manejo sanitário torna-se imprescindível para o sucesso dos criatórios de caprinos e ovinos, em virtude dos altos custos da produção e da competitividade dos mercados mundiais. Este controle é possível a partir da adoção de medidas preventivas para uma série de enfermidades dos animais (Langoni, 2004), que ressaltam a importância da vacinação no manejo dos rebanhos.

Vacinas são produtos biológicos que servem para a imunização contra diversas doenças causadas por vírus e bactérias, conhecidos como micróbios, ou seja, organismos vistos no microscópio (Instituto Fiocruz, do Rio de Janeiro). Os chamados antígenos representam os constituintes ativos das vacinas e são os responsáveis pela imunidade. As vacinas são produzidas e classificadas de acordo com os tipos de antígenos, representados pelos próprios micro-organismos, ou por suas partes estruturais e produtos de seu metabolismo.

Um programa efetivo de imunização deve propiciar a proteção para controlar, ou prevenir as moléstias infecciosas que naturalmente ocorrem nos rebanhos (Brumbaugh & Hjerpe, 1993).

A vacinação de pequenos ruminantes não é obrigatória, segundo a Instrução Normativa n° 87 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que estabelece as diretrizes do Programa Nacional de Sanidade dos Caprinos e Ovinos (PNSCO). A vacinação não é realizada, mesmo contra a febre aftosa, responsável por prejuízos devido às condições internacionais para a exportação. Algumas vacinas são proibidas para ovinos e caprinos, segundo o “Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa” (PNEFA, 2007) do MAPA. A vacinação, no entanto, é uma das práticas mais garantidoras da sanidade e, por consequência, do lucro.

Algumas vacinas são essenciais como medida preventiva. As doenças no rebanho causam um impacto econômico negativo para o criador. Os tópicos abaixo ilustrarão as principais e os métodos de vacinação.

 

Raiva

 

 

A raiva representa uma doença causada por vírus que acomete diversos animais e também o homem. O cão é o principal reservatório da doença para disseminação nas áreas urbanas e em ambiente rural são os morcegos hematófagos (Desmodus rotundus).

Esta doença manifesta-se com uma gama de sinais clínicos, citados a seguir:

1 - isolamento do rebanho;

2 - apatia;

3 - perda do apetite e dor;

4 - excitabilidade;

5 - salivação abundante e dificuldade de deglutição;

6 - incoordenação motora e tremores;

7- paralisia respiratória.

Estes sintomas podem evoluir até a morte dos animais.

 

Clostridioses

 

Medidas preventivas devem ser adotadas, pois é uma doença de caráter agudo e há dificuldade em estabelecer tratamentos para ela. A vacina é a principal estratégia para combater a clostridiose (Lobato et al., 2004).

Na clostridiose há uma variedade de manifestações clínicas causadas por diferentes bactérias anaeróbicas (produtoras de toxinas) que acometem diferentes espécies.

Os principais sinais clínicos apresentados por ovinos e caprinos acometidos incluem:

1 - dificuldade de locomoção;

2 - aumento de volume dos membros posteriores;

3 - excitabilidade;

4 - desvio lateral de cabeça;

5 - morte súbita.

 

Ovinos podem contrair o carbúnculo sintomático, tipo de clostridiose causada pela bactéria Clostridium chauvoei, através da contaminação de ferimentos. Estes podem ser causados durante o parto, castração, ou lesões de umbigo (Riet-Correa, 2001).

 

Linfadenite Caseosa

 

A linfadenite caseosa, ou mal- do-caroço é uma enfermidade contagiosa causada pelo Corynebacterium pseudotuberculosis, atingindo preferencialmente ovinos e caprinos. Causa perdas econômicas por condenação de carcaças (Riet-Correa, 2001). A doença é caracterizada pela formação de abscessos em diferentes partes do corpo dos animais, podendo levar a: emagrecimento progressivo e deficiência respiratória, ou hepática (abscessos nas vísceras).

 

Ectima Contagioso

 

O ectima contagioso, ou dermatite pustular, é infecto-contagiosa causada pelo vírus Parapoxvirus e também afeta os pequenos ruminantes. A enfermidade é caracterizada por: desenvolvimento de lesões na pele do focinho e formação de bolha, úlceras e crostas grosseiras no úbere e boca do animal.

Borregos ou cabritos não recebem anticorpos contra esta doença junto ao colostro materno (Barros, 2001). Os animais afetados podem perder peso pela dificuldade de alimentação, sendo que em jovens as lesões na língua impedem a amamentação. É prejuízo ao criador e uma alerta para a importância da vacinação em surtos.

A Tabela ilustra as principais vacinas e a vacinação indicada para a prevenção de doenças dos pequenos ruminantes.

 

Leptospirose

 

Caprinos e ovinos são susceptíveis aos mesmos sorovares (variedades) de leptospiras que acometem os bovinos (Langoni, 2005), motivo que preconiza a utilização das mesmas vacinas após a identificação sorológica da variedade de leptospira .

Os ovinos correspondem ao grupo de animais domésticos menos susceptíveis à doença, embora a leptospirose possa manifestar-se na forma aguda ou crônica . Esta doença pode ter as seguintes manifestações: quadros de septicemia, ou infecção generalizada; hemorragia; problemas renais; mastite sanguinolenta; retorno ao cio; abortamento e morte precoce de cordeiros (Hermann et al., 2004).

Após a identificação do surto preconiza-se a vacinação com duas doses em intervalos de 3 a 5 semanas e reaplicação semestral. O tratamento sistêmico com antibióticos também é recomendado.

 

Foot Root

 

Caracteriza-se por uma doença bacteriana, contagiosa, que afeta todos os aspectos do ciclo produtivo da ovinocultura. Pode levar à inflamação dos cascos e laminite (Burke & Parker, 2007). Vacinação estratégica é indicada coincidindo com os períodos favoráveis dos surtos.

A prevenção da doença no outono, segundo Ribeiro (2001), é recomendada com vacinação em fevereiro e reforço em maio. Já na primavera, indica-se a aplicação em julho e a revacinação em agosto. Os animais já imunizados, incluindo fêmeas em gestação, passam por manutenção anual. Trabalhos recentes exploram o efeito da raça, categoria e grau de acometimento dos animais sobre a resistência e sua herdabilidade na produção.

 



Cuidados com vacinas - Representam fatores que devem ser evitados para o sucesso dos programas de vacinação:

- conservação inadequada (temperatura de estocagem ideal é entre 2 a 8°C);

- aplicação após o vencimento;

- dose incorreta ou insuficiente;

- falta de assepsia ou limpeza no local de aplicação.

 

 

 

 

Considerações finais

 

As boas práticas aliadas às vacinas de qualidade representam o primeiro passo para o manejo sanitário dos criatórios de caprinos e ovinos, merecendo, portanto, total atenção dos produtores e técnicos envolvidos nessa cadeia produtiva.


Curiosidades

 
VARIEDADES

Você sabia...?

... que as fezes do caprino apresentam entre 40 a 45% de água?

... que as cabras em pastoreio, podem gastar de 7 a 10 horas por dia nesta tividade?

... que, durante as secas, um caprino é capaz de aproveitar a água bebida, resistindo de 3 a 4 dias sem beber? Mesmo sem beber nesse período, perderá menos de 4% do peso total corporal.

... que as cabras descansam entre 4 a 6 horas por dia?

... que os caprinos geralmente dormem em duplas, encostando-se uns aos outros pelos flancos? Normalmente adotam essa posição

em decúbito esternal.

 

 

 

 

 

 

CUIDADOS COM O POTRO RECÉM NASCIDO

 

 
Nesta terceira e última parte serão discutidos os processos que levam á interrupção da unidade égua-potro. Estes fatores poderão ter origem na égua ou no potro neonato, através de problemas infecciosos ou não, mas sempre afetando negativamente a sobrevida principalmente do potro. Este será o foco deste artigo, a identificação do potro de alto-risco, suas causas e possíveis tratamentos na primeira semana de vida.
 
 
 
 

IDENTIFICAÇÃO DO POTRO DE ALTO RISCO
 
a) Condições Maternas
- As condições maternas predisponentes poderão ser de origem infecciosa. Estas infecções poderão ser virais ou bacterianas, causando infecção sistêmica e produzindo toxinas que passam a barreira placentária e são nocivas para o feto. Poderão ocorrer também focos localizados, como placentite, que levam a uma infecção fetal e falta de circulação e oxigenação na placenta resultando em hipóxia do feto, levando ao óbito prematuro do neonato.
- A falta de leite da égua ou lactação prematura poderá levar á falta de ingestão adequada de anticorpos e conseqüentemente o potro ficará mais vulnerável a infecções.
- Um quadro de anemia materna prejudica o desenvolvimento fetal além de falha na oxigenação.
- Outros fatores maternos que poderão levar a um quadro de alto-risco são a administração de drogas abortivas ou supressoras, traumas á barreira placentária e seus vasos sanguíneos, colocando o sangue do feto em contato com o sistema imune materno, stress por viagens e manejo inadequado.

b) Condições do parto
- As distocias levam a traumas diretos ou indiretos no potro, asfixia neonatal e hemorragias intrcranianas.
- Um cordão umbilical curto poderá se romper antes da saída do feto e sua primeira respiração levando á asfixia. Um cordão longo poderá se enrolar a algum membro e também se romper internamente, levando á mesma situação.
- O descolamento prematuro da placenta causa falha na circulação sanguínea e asfixia. Uma placenta pequena está associada á falta de vilosidades (unidade anatômica circulatória) e uma placenta pesada está associada a infecções bacterianas e a edema.
- O uso de alguns medicamentos depressivos durante os procedimentos do parto causam também depressão respiratória e circulatória, levando a hipotensão fetal.

c) Condições do potro neonato
- Dentre as condições inerentes ao potro estão aspiração de mecônio (a asfixia leva o potro a defecar ainda no útero), gestação de gêmeos (diminuição da área placentária e conseqüentemente do fluxo sanguíneo causando subdesenvolvimento fetal), potros órfãos, atraso na ingestão de colostro (levando a diminuição da imunidade passiva), stress neonatal (leva á diminuição das células intestinais que absorvem os anticorpos causando falha na sua absorção) e potro prematuro.
 
 

FALHA NA TRANFERÊNCIA DE IMUNIDADE PASSIVA (FTIP)
 

Devido ao mecanismo de transferência da imunidade passiva em potros já ter sido anteriormente descrito nas partes I e II, focaremos agora as causas que interferem na aquisição de uma boa imunidade e seus possíveis tratamentos.

a) Causas
- Falha da glândula mamária em produzir e concentrar anticorpos (IgG) 4 a 2 semanas antes do parto. A lactação precoce também leva a esta falha, pois o colostro é substituído pelo leite em 12 horas.
- O pico de absorção da IgG é atingido 6 a 12 horas após a primeira mamada. Se ocorrerem fatores que levem a uma má absorção, como stress ou administração de inócuos orais, a imunidade ficará debilitada. A eficiência da absorção das células é máxima logo após o nascimento (22 %) e de 1 % após 24 horas.
- Anormalidades musculoesqueléticas ou traumas não permitem o potro se levantar e mamar.

b) Diagnóstico
(ver parte II – Imunidade)

c) Tratamento
- Potros com menos de 12 horas de vida: fornecer colostro via oral. É imperativo que o colostro seja de boa qualidade. Como regra geral o potro deverá receber de 2 a 3 litros de colostro nas primeiras 24 horas de vida. Poderá ser fracionado em porções de 300 ml com intervalos de 1 hora. Apesar da absorção diminuída, teremos uma proteção local do aparelho digestivo.
- Potros com mais de 12 horas de vida: a absorção de IgG estará nos seu nível mínimo, e a correção da falta desta através de colostro será pouco eficaz. Então a suplementação de IgG deverá ser realizada intravenosamente através de plasma hiperimune de origem comprovadamente confiável. A desvantagem deste método é a concentração desconhecida de IgG e o risco de choque anafilático, principalmente pelos grupos sanguíneos Aa- e Qa-, comumente associados com isoelitrólise. A quantidade de plasma a ser administrado varia de 1 a 2 litros de plasma.
 

INFECÇÃO NEONATAL

- A septicemia e a infecção local são as principais causa de morbidade e mortalidade em potros neonatos. As tentativas de redução das perdas por estas infecções deverão envolver a prevenção da FTIP, identificação do potro de alto-risco e seleção de uma estratégia terapêutica adequada.
- A Infecção neonatal poderá ser adquirida no útero (placentite, infecção materna via sangue), durante o parto (portas de entrada a mucosa oral, inalação de aerosóis, contaminação umbilical, manipulação excessiva e sem higiene do trato reprodutivo da égua, aspiração do mecônio) e após o parto (FTIP, ambiente sujo com pouca ventilação, doenças endêmicas)
- Os agentes causadores mais comuns são Rotavírus, Rhodococcus equi, Streptococcus sp e Staphylococcus sp.
- As principais afecções são, na ordem de ocorrência, pneumonia, poliartrite, enterite, úlcera gástrica, peritonite, nefrite e pleurisia.
- Os sinais clínicos incluem letargia, mamar fracamente, temperaturas superiores a 39 ° C ou menor que 37,5° C, mucosas congestas, alteração do ritmo respiratório e aumento da freqüência cardíaca (> 120 bpm). Mais raramente convulsões e claudicação.
- O diagnóstico é realizado com base nos sinais clínicos e hemograma, além de avaliação clínica veterinária.
- O tratamento tem como base principal o uso de antibióticos de amplo espectro, e medicação sintomática suporte como melhoradores da ventilação e antiinflamatórios. Exames laboratoriais poderão ser realizados para se determinar que antibiótico terá melhor resultado. Enquanto se espera, poderão ser usadas Cefalosporinas (Ceftiofur), Penicilinas, Sulfas ou Aminoglicosídeos (Gentamicina).
- A duração e prognóstico dependem do status clínico e do tipo de infecção diagnosticada.

OUTRAS AFECÇÕES
 

Outras alterações patológicas poderão ocorrer decorrentes de do que já foi relatado.  Apesar de menos freqüentes, não são menos importantes, mas nos levariam a um longo capítulo. Então, apenas para constar cito a Asfixia neonatal, Síndrome hipóxico-isquêmica (mal ajustamento causado por falta de oxigenação durante o parto levando a edema cerebral), Isoelitrólise neonatal (anticorpos colostrais que atacam as hemácias do potro) e Síndrome cólica. Em todas elas é recomendada a presença de um veterinário apto a dar o suporte clínico necessário.
 
 
Veja ! Ovinocultura de Leite, Peixe Ornamental. Ovinos Dorper e Nutrição e sua importancia para os Caprinos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 08 de Setembro de 2014 10:47

Raças novas no campo (trecho)

Ovinocultores do sul e sudeste do país melhoram a renda produzindo leite para fabricação de queijos finos
 
 

 

Ernesto de Souza
OVELHAS lacune, east-friesian e mestiças formam o rebanho do criador Érico Tormen em Chapecó, SC

A criação de ovelhas no Brasil sempre teve duas finalidades básicas, a produção de carne e de lã. Nos últimos quatro anos, no entanto, a exploração de leite para fabricação de queijos finos e iogurtes virou negócio promissor, principalmente em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, onde grandes criadores chegam a tirar 400 litros de leite por dia em escala industrial e famílias envolvidas na atividade conseguem litragens médias de 20 a 100 litros. Foram os gaúchos os introdutores de ovinos com aptidão leiteira no Brasil, em 1992, quando a Cabanha Dedo Verde, hoje referência na difusão de qualidade e cuja sede fica no município de Viamão, trouxe da França a raça lacaune. Apesar do pioneirismo do Rio Grande do Sul, Santa Catarina vem se destacando no setor, ao implementar um amplo programa de organização da cadeia produtiva e de incentivo à criação, com assistência da Empresa de Pesquisa e Extensão Rural (Epagri), orientação do Sebrae, verba do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf) e apoio do estado e municípios.

 

 

Uma pesquisa revela que o peixe ornamental acará disco cuida de suas crias de maneira semelhante dos mamíferos

 

Jonathan Buckley
O acará disco produz um muco que, segundo os pesquisadores, é rico em nutrientes e tem função similar ao leite materno nos mamíferos (como acontece em humanos)

O peixe acará disco (Symphysodon spp), comum em Barcelos (interior do Amazonas), é um dos protagonistas do festival folclórico da cidade. Porém, algo mais chamou atenção dos cientistas que estudam as características dos peixes na região.

Uma pesquisa de cooperação internacional envolvendo o Centro de Estudos de Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (Adapta) projeto ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT), revela que o peixe ornamental tem uma característica própria na hora de cuidar dos filhotes.

O acará disco produz um muco que, segundo os pesquisadores, é rico em nutrientes e tem função similar ao leite materno nos mamíferos (como acontece em humanos). Os estudos foram feitos pelos pesquisadores estrangeiros Jonathan Buckley, Richard J. Mauder, Andrew Foey, Janet Pearce e Katherine Sloman em parceria com o cientista brasileiro Adalberto Val, coordenador geral do projeto Adapta e diretor do Inpa. Neste processo de alimentação, os filhotes "beliscam" a pele dos pais para obterem o alimento.

O diretor do Inpa afirma que foi necessário desenvolver uma nova tecnologia para realizar o estudo. "Foi desenvolvida uma esponja especial onde coletamos todo esse material, depois dissolvemos essa esponja no laboratório para fazer a análise. Outro fator importante do estudo foi a descoberta que por meio desse muco há a passagem de substâncias essenciais para o crescimento e imunidade do peixe", explica.

Ainda de acordo com as pesquisas, os poluentes presentes na água podem ser passados dos pais para os filhotes onde através do muco os filhotes geram uma espécie de defesa. "Alguns poluentes são passados por meio do muco e esses poluentes servem para desencadear um processo de resistência a essas substâncias", afirma o pesquisador.

 Desmame

As pesquisas revelaram ainda que este tipo de alimentação diferenciada para os filhotes se dá em um período de três semanas onde os pais começam o processo semelhante ao de desmame. Isso ocorre por apenas três semanas e a partir daí o filhote de acará disco já busca seus alimentos motivados pelo afastamento dos pais.

O próximo passo agora é fazer a análise genética para saber quais são os genes responsáveis pelo estímulo à produção do muco com nutrientes que só ocorre no período em que há filhotes. "O muco é produzido sempre, mas o muco com essa composição só ocorre quando há filhotes. Deve haver um mecanismo que estimula a mudanças da composição química do muco durante aproximadamente três semanas e após esse período tudo isso desaparece e o filhote começa a ter vida independente", diz Val.

A pesquisa foi destaque no site da BBC e deve ser publicada ainda este ano no The Journal of Experimental Biology, publicação internacional sendo a mais importante na área de biologia experimental.

 

 

PARABÉNS AO DORPER


Parabéns ao Dorper, por muitos motivos. A raça nunca patinou; sempre investiu pesadamente na promoção, atraindo novos investidores, de norte a sul. O Dorper é o “rei” do jogo, no bom momento brasileiro.

Ao mesmo tempo, é uma raça que tem a felicidade de já ter passado por muitas provas zootécnicas no mundo. Assim, quando chegou ao Brasil, já havia percorrido um grande ca­minho.

O Dorper é um exemplo marcante: buscou um porte adequado ao mundo inteiro. Nem alto, nem baixo demais. Nem comprido, nem curto demais. Nem profundo, nem longilíneo demais. É a raça da economicidade fanerótica.

A carcaça do Dorper é exemplarmente obtida por meio de alta consanguinidade na África do Sul. Por isso, o reprodutor Dorper parece fazer milagre logo no mestiço meio-sangue. A diferença é nítida, com massas musculares evidentes em praticamente 100% dos produtos nascidos. O Dorper aproveitou bem a alta herdabilidade da musculosidade e concentrou a prepotência nos fatores que enchem os olhos e os bolsos.

Na habilidade materna, o Dorper conquista adeptos nas regiões tropicais amenas com insolações meio altas. O White-Dorper conquista muitos adeptos nas regiões com menor insolação, exibindo esplêndida conformação muscular.

Assim, a Dorper é uma raça que fez o dever-de-casa, antes de ser lançada no mercado. Estão de parabéns os criadores que estão impulsionando a produção de carne ovina para um novo patamar. Se o Dorper garante uma carcaça imediata, os produtores de carne podem almejar melhores lucros e, à frente, estipular novos acasalamentos com características específicas.

 

 

O Dorper inaugura um novo momento na pecuária brasileira

 

O Dorper, então, resolve a busca de uma boa carcaça inicial nos mestiços de corte. Afinal, não é sensato investir em produção de carne sem uma boa carcaça inicial. Esta carcaça ideal pode ser obtida por outras raças? Sim, mas o Dorper tem dado um resultado tão imediato que garante a presença da raça na maioria dos rebanhos.

O papel do selecionador vem antes do papel do produtor. É preciso ter a boa carcaça já selecionada para entregá-la ao mercado de produtores de carne. No Brasil, onde é muito grande o uso de raças maternas sem boa carcaça, torna-se imperioso utilizar uma raça como a Dorper, para obter meios-sangues gratificantes. Cada vez mais o produtor de carne será exigente. Reprodutor sem confiabilidade ficará de lado!

O que fazer com fêmeas meios-sangues? Muita coisa pode ser feita, como por exemplo:

u a) o tricross para continuar na produção de carne;

u b) um programa introduzindo várias raças;

u c) um retorno ao Dorper puro-sangue;

u d) o surgimento de um ecótipo partindo de raça deslanada altamente rústica e de boa habilidade materna, etc.

São muitos os caminhos que podem, facilmente, ser percorridos, desde que se tenha uma boa carcaça inicial.

Por isso, o Dorper merece a glória que vem tendo, pois seus criadores esmeram-se para produzir corretamente o animal que atenda grande parte do território nacional. Na moderna história da ovinocultura, o Dorper é um degrau importante que tem economizado escorregões na evolução seletiva. Isso é muito importante!

Por seu lado, as raças brasileiras estão apenas começando a trajetória evolutiva, na busca de uma moderna carcaça, precisando de provas zootécnicas que atestem suas virtudes com exatidão e consolidem-nas por meio de um programa adequado de prepotência genética. Por enquanto, somente o Santa Inês deu início a um trabalho de melhoramento, com lastro corporativo. Há, no entanto, muito espaço para trabalhos semelhantes, individualizados, de resultados mais rápidos. Há também grandes chances de fixação de um moderno deslanado como “linhagem materna” na produção de carne, tanto quanto para fixação de ecótipos interessantes. Trabalho é que não falta para os selecionadores que enxergam o futuro.

O caminho, portanto, está traçado e, com o Dorper, é possível avançar mais, com certeza do sucesso.

 

 

Caprinos: alimentação deve ser oferecida três vezes ao dia

 

A nutrição de caprinos no Brasil ainda é uma questão delicada. Muitos produtores não sabem fazer uma alimentação equilibrada, na proporção que os animais precisam, e acabam gerando problemas no rebanho por causa dos descuidos. Em regiões como o Semiárido, em que a época seca se estende durante um grande período do ano e inviabiliza a produção de forragem, os produtores precisam ficar atentos à suplementação alimentar e suprir essa carência com rações. Uma das principais recomendações para estes produtores é acumular forragem em abundância no período chuvoso e aumentar a quantidade de ração na seca para o animal não ficar muito magro.

Mas se engana o produtor que acha que é só em condições de seca que é preciso ter cuidado com a alimentação do rebanho. Mesmo no Sudeste e Sul, em que a seca ocorre durante um período curto e a oferta de silagem e feno existe durante praticamente todo o ano, é preciso ficar bem atento. O desequilíbrio alimentar pode acontecer não só pela falta de alimentos, mas também pelo seu excesso. Existem produtores que oferecem ração demais para o seu rebanho em uma única dose, o que pode gerar um processo de acidificação no estômago dos animais. Por isso, é recomendado que a alimentação diária seja divida em porções durante três momentos do dia para que não haja sobrecarga na digestão e o animal ingira o que comeu da melhor forma possível.

Essa ração deve ser balanceada e, dependendo da quantidade de concentrado utilizado, é importante que a alimentação seja dividida de duas a três vezes por dia para evitar problemas digestivos. Se você oferece uma quantidade muito grande de concentrados de uma única vez pode acarretar uma acidificação no estômago destes animais que pode trazer uma série de problemas. O produtor deve procurar dividir as refeições no maior número de vezes possível. A alimentação é o elemento de maior custo da produção. Se nós olharmos para o Sul e Sudeste, em que nós temos produção de leite de cabra muito forte com animais criados intensivamente temos um problema, às vezes, de desbalanceamento de rações, em função do excesso de alimentos oferecido. Já no Nordeste, o cenário é contrário com a falta de alimentos numa grande parte do ano e os produtores precisando balancear esta alimentação com oferta de rações.

 
Veja ! Importância da Pasteurização, Florestas, Cerrado Brasileiro, Alimento para os Pets, Cão com Membros Artificiais, Banho a Vapor, Kit para Ordenha... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 06 de Setembro de 2014 06:53
A pasteurização é um processo que submete um produto alimentício



O que é 

A pasteurização é um processo que consiste em submeter um produto alimentício (leite, por exemplo) à alta temperatura e, logo em seguida, à baixa temperatura. Com essa rápida variação de temperatura é possível matar os germes e bactérias existentes nos alimentos. Este processo ocorre num aparelho conhecido pelo nome de pasteurizador.

Este processo foi desenvolvido pelo cientista francês Louis (1822-1895). Além de eliminar os agentes causadores de doenças, este processo permite que os alimentos possam ser conservados por um tempo maior.

Existem leis em nosso país que obrigam a pasteurização do leite, como forma de garantir ao consumidor um produto alimentar livre de bacterias.

Curiosidade


As bactérias e germes do leite têm como origem o próprio animal, vivendo em seu organismo e saindo junto com o leite. Por isso, é importante tomar somente o leite pasteurizado. Em sítios ou fazendas o leite deve ser fervido antes de se tomar.
Quando o leite é submetido a temperaturas elevadas, principalmente por tempo prolongado, ele pode mudar de sabor e cor, por este motivo há limites de temperatura e tempo para a manutenção de suas características.

Existem três tipos de pasteurização:

Pasteurização lenta: também conhecida como LTLT (Low Temperature Short Time, ou seja, temperatura baixa tempo longo) a temperatura chega a 63°C por um tempo de 30 minutos.

Pasteurização rápida: este processo recebe também o nome de HTST (High Temperature and Short Time, ou seja, alta temperatura e curto tempo) a temperatura chega a 72°C por um tempo de 15 segundos.

Pasteurização muito rápida: recebe também o nome de UHT (Ultra High Temperatura ou temperatura ultra-elevada), onde a temperatura varia de 130°C a 150°C, por um período de três a cinco segundos.

 

 

A importância da floresta na propriedade rural

 

No momento em que se discute um novo código florestal, fica cada vez mais evidente a importância do plantio e manejo de florestas que podem representar maior retorno econômico para  propriedades rurais, onde pequenos e médios produtores podem utilizar parte de sua propriedade para a produção florestal com consequente inserção em um mercado representativo no País.

Na questão ambiental, o manejo de áreas de reserva legal e a preservação de áreas de mata ciliar também representam ganhos significativos aos produtores, uma vez que a sustentabilidade ambiental tem se tornado cada vez mais um diferencial na comercialização de seus produtos, além de trazer ganhos tais como qualidade de água, retorno de inimigos naturais de pragas das lavouras para as áreas preservadas, entre outros sub-produtos das florestas.

Em algumas regiões já se usa o eucalipto para ajudar na recuperação da área de reserva legal, bem como a manutenção da área de espécies nativas onde se forma corredores ecológicos. Com isso os produtores podem obter uma renda complementar na propriedade rural. 

 

 

Desvendando o cerrado brasileiro

 

O cerrado brasileiro possui 207 milhões de hectares e é o segundo maior bioma do pais com ampla biodiversidade, cuja flora abriga mais de seis mil espécies. Para melhor aproveitar a riqueza ecológica da região, a Embrapa investe em pesquisas de identificação, distribuição e aproveitamento dessas espécies para estudar e desenvolver seu potencial alimentício, forrageiro, madeireiro, medicinal e ornamental. O conceito do trabalho de investir em pesquisas que estimulam a utilização sustentável das espécies do cerrado é uma forma de contribuir para a preservação desse bioma.

 

Desde 1996, as equipes de coleta e de conservação da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia atuam no resgate e na conservação de espécies vegetais procedentes das áreas do cerrado nos estados de Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Rondônia, Santa Catarina, Tocantins, e Distrito Federal.

O material coletado é conservado no Banco de Conservação de Sementes da Embrapa. A conservação da variabilidade genética de culturas agrícolas é fundamental para a segurança alimentar e para a sustentabilidade do agronegócio. É a variabilidade que garante o desenvolvimento de espécies melhoradas geneticamente capazes de atender a demandas atuais e futuras, como a resistência a pragas e doenças e a estresses abióticos decorrentes de mudanças climáticas. Por esse motivo, a Embrapa investe na conservação de espécies vegetais de importância para a alimentação. Muitas pessoas não sabem, mas as frutas do cerrado são muito saborosas e dão origem a produtos deliciosos, como sorvetes, bolos, entre outras guloseimas.

 

 

Alimento Natural em Alta para os Pets

 


Em vez de encher a tigela de seu animal de estimação com ração, coloque beterraba, arroz, cenoura, chuchu, aveia, algas marinhas, frango cozido…
Pode soar estranho, mas há vários indícios de que a mistura faz um bem danado à saúde do seu pet. Tendência no exterior, a onda de alimentação natureba canina e felina também vem crescendo a passos largos por aqui. Não se trata de uma dieta vegetariana. O que vale é servir alimentos frescos, repletos de nutrientes, que ajudam no processo de digestão.
“A maioria das rações vendidas hoje é fabricada com matérias-primas de má qualidade, com base de milho, farinha e soja”. Aberta em dezembro de 2010, a maior rede de alimentos do segmento saudável tem até uma espécie de restaurante canino no Rio de Janeiro, em Copacabana, onde eles servem suas “quentinhas” na hora. No ano passado, suas receitas congeladas nos sabores carne, frango e cordeiro para quinze lojas. Hoje, só em São Paulo conta com cerca de cinquenta pontos de venda.
É claro que ser adepto da prática pode pesar mais no bolso. Tudo depende de que tipo de produtos comprar e onde e quanto come seu animal – ler bastante sobre o assunto e pesquisar lojas e supermercados bacanas pode ajudar na empreitada. Se estiver cogitando entrar na onda, reserve espaço no seu freezer para congelar os itens e tente fazer uma transição vagarosa entre a ração e os novos ingredientes. O pessoal da cachorro verde pode ajudar na missão: além de ter um site repleto de informações, ministra cursos esporádicos sobre o assunto e presta consultoria veterinária em domicílio.

Cão que teve membros cortados volta a andar com patas artificios




Pay de Limón teve membros decepados por gangue de criminosos.
Ele foi levado para abrigo, onde ganhou próteses.


Um cão no México que teve suas patas dianteiras cortadas por uma gangue de criminosos voltou a andar com o auxílio de pernas artificiais.

O cachorro Pay de Limón (Torta de Limão) havia sido jogado dentro de uma lata de lixo, na cidade de Fresnillo.

Mas, por sorte, ele foi encontrado e foi levado para o abrigo Milagros Caninos, onde está se recuperando e se adaptando às próteses.

O uso dos membros artificiais foi feito de forma gradual. Atualmente, o animal as está utilizando por períodos mais longos.

As patas artificiais custaram o equivalente a mais de R$ 12 mil e foram obtidas por meio de doações coletada pelo abrigo canino.
 

Banho de Vapor com Plantas

 

Continuando o assunto sobre aromaterapia, uma importante forma de sua utilização é através dos banhos de vapor com plantas. O vapor de água é um dos mucolíticos conhecidos mais eficientes. a inalação do vapor de água, à qual se podem juntar algumas gotas de essência para reforçar o efeito, combinando os efeitos terapêuticos da água com os da planta medicinal utilizada.
Aplicam-se os banhos de vapor com plantas na cabeça, no tórax ou até mesmo no corpo todo.  São indicadas no tratamento das sinutites, faringites, laringite, traqueíte, catarros e bronquites. Também são indicados contra a otite. Essas plantas facilitam a eliminação do muco, germes e restos celulares depositados nas mucosas respiratórias, com o que se acelera o processo de regeneração e cura.

Conheça algumas técnicas de banhos de vapor com plantas:

  1. Coloca-se uma panela de água fervente com as plantas ou essências a utilizar, em cima de um banco. A panela deve estar tapada. Em vez de plantas, podem-se acrescentar à água 2 ou 3 gotas de algum óleo essencial.
  2. O doente se senta em uma cadeira e se cobre com uma toalha grande ou com um lençol, de forma que não escape o vapor. Destapa-se a panela progressivamente para deixar sair o vapor.
  3. A aplicação dura de 10 a 15 minutos, até que pare de sair vapor. Convém terminar o banho com uma fricção de água fria ou álcool sobre a zona que esteve exposta ao vapor.

Um kit básico para utilização na aromaterapia:

- Antivirótico, anti-séptico, descongestionante: Eucalipto
- Calmante, anti-séptico: Alfazema
- Digestivo, refrescante, estimulante: Hortelã
- Calmante, suavizante, afrodisíaco: Salvia
- Estimulante, refrescante, anti-séptico: Limão
- Antidepressivo, relaxante, calmante: Petitgrain (folhas de citrus aurantium)

 

 

PRODUZINDO LEITE DE MELHOR QUALIDADE      
 
 

Kit para ordenha de bovinos é adaptado para ordenha em cabras

 


Para produzir leite de melhor qualidade e mais adequado ao consumo humano, o produtor deve adotar boas práticas agropecuárias de ordenha. Nessa linha a Embrapa Caprinos e Ovinos adaptou a tecnologia de ordenha já utilizada na bovinocultura para cabras leiteiras. O kit de ordenha manual é composto por materiais simples, como um balde plástico, uma caneca telada, mangueira, esguicho de jardim, dosador, coador, garrafa pet, cloro comercial, um par de luvas de borracha, detergente em pó e escova ou bucha natural, com objetivo de evitar a contaminação do leite por bactérias e resíduos .

 A maioria dos materiais já é conhecida dos produtores, que precisam apenas ser incentivados a fazer o uso correto deles. “É preciso chamar atenção para aspectos como a limpeza do local da ordenha, o uso da água clorada para higiene dos baldes, as mãos do ordenhadores, que devem estar limpas e com unhas cortadas. Cerca de 80% das contaminações ocorrem nas salas de ordenha, com prejuízos aos produtores. A ocorrência de mastite, por exemplo, pode gerar a perda de 250 gramas de leite por dia em cada animal.”

 
Veja ! Ferias; o Prazer de Voltar para Nossa Casa, Queda de Raios, Pscopata, Banho, Alimentação Saudável e Farmácia na Geladeira... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 04 de Setembro de 2014 08:59

Voltar para Casa após as Férias


ENTRAR    DE  FÉRIAS   E   VIAJAR   É    UM   GRANDE  PRAZER .VIAJAR  FAZ MUITO   BEM. VEMOS  COISAS  DIFERENTES ,  OUTRAS  PESSOAS ,  OUTRAS  CURIOSIDADES .MAS   A   ALEGRIA   MAIOR   É  QUANDO   CHEGA   O  MOMENTO     DE   VOLTAR  PARA  CASA .

TALVEZ  NEM  TODOS   TENHAM   A   SUA   CASA   COMO   UM    LOCAL   ACONCHEGANTE  ,QUE  NOS  ENVOLVE   REVELANDO  PEQUENOS  DETALHES   DA  VIDA   QUE   VIVEMOS . SÃO  COISAS  ANTIGAS  COMO  FOTOS , CORRESPONDÊNCIA   ANTIGA, ADORNOS    OU  ARTESANATO    QUE   JUNTAMOS   AO  LONGO   DA   EXISTÊNCIA  .A  MAIORIA   NÃO  TEM  VALOR  PARA  NINGUÉM   MAS  PARA  NÓS   SÃO   COISAS   INSEPARÁVEIS .

UM   DITADO  MUITO  ANTIGO  ,  MARIO  CESAR  CORTELA   DIZ :  CASA   LIMPA   O   BASTANTE  PARA   SER   SAUDÁVEL   SUJA    E   DESARRUMADA   O   SUFICIENTE   PARA   SERMOS   FELIZES  .

LIMPEZA   EM   UMA   CASA  NÃO    PODE  SIGNIFICAR   UMA  PREPARAÇÃO  PARA  UMA  CENA  DE  FOTO GRAFIA  . SUJEIRA   E   DESARRUMAÇÃO   SIGNIFICA   QUE  MUITAS  COISAS   ESTARIAM   FORA   DO   LUGAR  PARA  ESTRANHOS  MAS  NUNCA    PARÁ  NÓS  . MUITO   DO  LARGAMOS   EM   CIMA DE  MÓVEIS   OU  MESAS , SIGNIFICA  QUE  NAQUELA   TEM  VIDA  .

DANUSA  LEÃO  JÁ  TINHA  FEITO  UMA  CRÔNICA   A   RESPEITO .MOSTRANDO  QUE  AS  VIAGENS  AO  EXTERIOR     JÁ   TINHAM    SE  TRANSFORMADO   EM   ROTINA   SEM   NOVIDADE   E   A  VOLTA  PARA  CASA  UMA  PRAZER  MAIOR   DO  QUE  A  VIAGEM .

SEJAM  FELIZES  NAS   SUAS   CASINHAS .

 

 

Queda de Raios


Na  última  década   1574  pessoas  morreram   no    BRASIL , vítimas  de  raios .Isso   significa   em   média   uma   morte   a   cada   três   dias .

O    GRUPO     ELETRICIDADE  ATMOSFÉRICA  DO  INPE  , monitora  desde  o  ano  2000   a  queda  de  raios  no    BRASIL  , concluindo  que  o    BRASIL  é  o  país  com  maior  incidência   de  queda   de  raios   em   todo  o  planeta  .  O   SEGUNDO   LUGAR   cabe   ao    CONGO   na   ÁFRICA .

NUMA  TEMPESTADE   DE  RAIOS  , O  MELHOR   LUGAR  PARA   SE  ABRIGAR  É  DENTRO   DE   UM   CARRO   FECHADO  OU  QUALQUER   OUTRO   VEÍCULO .

A  FÍSICA  EXPLICA  QUE  QUALQUER  VEÍCULO   É    ELETRIFICADO   E  ESSA  ELETRIFICAÇÃO  REPELE  A  GIGANTESCA  ELETRICIDADE  DOS  RAIOS .

É  O  QUE  ACONTECE  COM  UM  AVIÃO  .ELE  PODE  PENETRAR  EM  UMA  TEMPESTADE  DE  RAIOS ,  HAVERÁ  APENAS  TURBULÊNCIA. O  AVIÃO  É  TOTALMENTE   ELETRIFICADO   E  REPELE   OS  RAIOS  JOGANDO   A  CARGA  ELÉTRICA  AGRESSIVA  E  MORTAL  PARA  LONGE .

 

 

PSICOPATA

 

O    MUNDO  ASSISTE   ESTARRECIDO , A  AÇÃO   CRUEL  DE  PSICOPATAS  ATIRANDO EM PESSOAS   INOCENTES   E   ASSASSINANDO  CRIANÇAS  EM  ESCOLAS .  OS  MORTOS  SÃO  GERALMENTE   PESSOAS   QUE  NÃO  TINHAM   NENHUMA  RELAÇÃO  ANTERIOR  COM    O   ATIRADOR . É  O  CASO  TÍPICO   DE  UMA   SANHA    ASSASSINA   PRATICADA  POR   UM PSICOPATA .

O    PSICOPATA  É   UM  INDIVIDUO   PERVERSO , COM    AUSENCIA   TOTAL    DE SENTIMENTOS  , REMORSO  OU   CULPA  .

PRATICA   CRUELDADE ,INDIFERENTE   A   DOR   QUE  PODE  PROVOCAR  .NÃO   TEM  SENTIMENTO   DO    MEDO  .PORTANTO  ÃO  TEM   FREIO   PARA  SUA   CONDUTA  CRUEL .

QUANDO  ALGUÉM  TEM  A   INFELICIDADE  DE  ENCONTRAR   UM  PSICOPATA  ,  ESTÁ  MAIS  INDEFESO  QUE  O  RATO  QUANDO   ENCONTRA   O   GATO  .

O  RATO  NÃO  TEM  CONSCIENCIA   PARA  ENTENDER   QUE   GATOS  DEVORAM   RATOS   MAS  POR  INSTINTO  QUANDO  AVISTA  UM  GATO  ,  FOGE .  O  SER  HUMANO ,QUANDO  ENCONTRA   UM  PSICOPATA , PERMANECE  NO  LOCAL  E  GERALMENTE  É  MORTO  .

OS   SERES  HUMANOS  NÃO   TEM  INSTINTO   MAS  CONSCIENCIA  E  NA  MAIORIA  DAS  VEZES   NÃO  TEM  COMO  IDENTIFICAR  UM PSICOPATA   QUE   LHE  PERMITIRIA   FUGIR.

FRASE    CÉLEBRE

O  MAIOR  INIMIGO   DA  VERDADE  NÃO  É   A  MENTIRA  MAS   O   MITO  . ( JONH  KENNEDY )

 

 

TOMAR BANHO

 

 

Hoje ,  tomar   banho   é  uma  rotina   diária  .Mas  nem  sempre   foi   assim  .Antes  do  século  xvIII  ,mesmo    nos  palácios  residenciais  dos   poderosos , não  se  ouvia  falar  em  banheiros  .quando  existia  algum  ,  era  só  para  exibição   e  nunca  usado  . O   banho  era   um   evento  excepcional  que  acontecia raramente  .

Da   idade  média   até  o  início  do   século   xvIII , o   banho  não  desempenhava  um  papel  central  na  vida  cotidiana  . Depencias   exclusivas   para   banho   eram   extremamente  raras  .

No  início  ,as  pessoas  se  banhavam  sentadas  no  tacho   redondo  banheira  e  os  criados jogavam  água  quente  .O   tacho   PODIA   SER   COMPARTILHADO   COM  OUTRA  PESSOA   .

SÓ  DEPOIS  DO  SÉCULO XVIII   , SOBRETUDO  EM   PARIS ,  PASSOU  A  EXISTIR    UM  LOCAL  EXCLUSIVO  PARA  BANHO ,  GERALMENTE  PRIVATIVO  E   PERTO  DA  PRIVADA  .

NA  SOCIEDADE  ARABE  E  JAPONESA  ,  É  COMUM  O  USO  DOS  BANHOS  EM  GRANDES  ESPAÇOS  COLETIVOS ,  PARA  AMBOS  OS  SEXOS   NO  JAPÃO  E  EXCLUSIVO  PARA  HOMENS  E  MULHERES  NO  MUNDO  ÁRABE  .

NO  MUNDO  ARABE  ,  O  BANHO  COLETIVO   FEMININO    TEM   UMA   GRANDE IMPORTANCIA  SOCIAL  . É  NESSE  MOMENTO   QUE   SÃO  ACERTADOS    OS  CASAMENTOS  DOS  FILHOS  E   FILHAS .

QUANDO  AS  PESSOAS  NÃO  TOMAM  BANHO, COMEÇAM  A  FEDER   IMEDIATAMENTE .SHAMPOO , CONDICIONADOR ,  SABONETES  AROMÁTICOS   SÃO  COISAS  MUITO  RECENTES 

 

 

Alimentação saudável e equilibrada deve ter carboidratos e proteínas

Carboidratos são fontes imediatas de energia para o cérebro e sangue.
Já as proteínas são essenciais para os músculos e defesa do organismo.


Os carboidratos e as proteínas são dois elementos básicos e importantes para a saúde que devem estar presentes no prato todos os dias para manter uma alimentação saudável e equilibrada. Restringir a dieta a apenas um deles ou consumi-los em excesso pode ser perigoso e fazer mal ao organismo, como alertou o endocrinologista Alfredo no Bem Estar da ultima quarta-feira (27).

Os carboidratos, por exemplo, são fontes primárias de energia e funcionam como combustível para o cérebro, medula, nervos e células vermelhas do sangue, ou seja, mantêm o corpo funcionando. Por isso, a deficiência deles pode trazer riscos para o sistema nervoso central e para o organismo, de maneira geral.

A dica da nutricionista Rosana Raele é que os carboidratos façam parte de, pelo menos, metade da dieta diária, principalmente pela manhã, quando o corpo e o cérebro precisam de mais energia.

Entre os alimentos ricos em carboidrato, estão o arroz, os cereais, os pães, massas, batatas e até mesmo as frutas. A falta de energia por causa da pouca ingestão desses alimentos pode logo dar sintomas, como fome, tontura, mal-estar e até mesmo prejudicar a memória.

Bem Estar - Infográfico fala de carboidratos e proteínas (Foto: Arte/G1)

Já as proteínas são constituintes básicos da vida, tanto que seu nome deriva da palavra grega "proteios", que significa "em primeiro lugar". Nos animais, as proteínas correspondem a cerca de 80% do peso dos músculos desidratados, cerca de 70% da pele e 90% do sangue seco – elas estão presentes até mesmo nos vegetais.

As proteínas são fundamentais sob todos os aspectos da estrutura e função celulares e também para expressar maior parte da informação genética. Além disso, elas são fundamentais para a defesa do organismo e para abastecer a musculatura. No entanto, a importância desses elementos está relacionada com suas funções, e não com sua quantidade já que todas as enzimas conhecidas, por exemplo, são proteínas.

 

Porém, como explicou o endocrinologista Alfredo Halpern, ao contrário dos carboidratos, as proteínas são difíceis de serem digeridas - a quebra começa na boca com a saliva, depois no estômago e intestino, onde ela será absorvida na forma de aminoácidos. No entanto, como mostrou o médico, elas são boas para aumentar a saciedade e diminuir a vontade de comer mais.

 

 

 
 
Veja ! Como Criar Cabras, Variedades, Provérbio, Ditado e o Vocabodário... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 02 de Setembro de 2014 08:47

Como criar cabras

Sem necessidade de muitos cuidados, o negócio pode ser voltado para fins de subsistência ou comercialização de carne, leite e derivados

Apesar de seu aspecto frágil, a cabra não mostra fraqueza diante das adversidades. Na verdade, ela é um animal muito resistente e de boa adaptação aos mais diversos tipos de ambiente, de desertos a regiões com nevasca. A grande tolerância do mamífero às intempéries facilita o trabalho de quem se lança na atividade de criação, que pode ser para a produção de carne, leite e derivados, produtos que estão ganhando mais espaço no varejo brasileiro, além da comercialização de matrizes e reprodutores. De pecuária familiar de subsistência a empreendimentos altamente tecnificados, há modelos de criação de cabras para todos os bolsos. Entre os mais simples, como o manejo de poucas cabeças em um espaço pequeno, o produtor pode aproveitar a rusticidade do animal para fazer uso de sobras de materiais na propriedade a fim de montar um abrigo. A mão de obra dos próprios familiares dá conta da lida com o plantel.

A cabra também não exige muitos cuidados nem necessita de muita dedicação. Não adoece com facilidade e, portanto, não demanda práticas veterinárias. Como gosta de pastar, é indicado apenas realizar vermifugação e exame de fezes. Herbívora e ruminante, ela aprecia comer plantas arbustivas de folhas largas e forrageiras, como gramíneas e leguminosas, alimentos que não pesam muito no orçamento.

Na escolha de caprinos, sempre prefira os puros de origem

Dócil e de baixa estatura, quando adulta a cabra tem peso que varia de 45 a 70 quilos. Em um período médio de nove meses de lactação, as raças leiteiras conseguem fornecer diariamente de dois a cinco quilos de leite, o produto mais adequado para o comércio de criações de baixo custo. Na caprinocultura leiteira, o retorno financeiro é mais rápido que na de corte. No varejo, o leite alcança preços superiores aos de vaca, pois contém mais vitaminas A, B12, C e D. Além disso, o leite de cabra é muito digestível e indicado para quem tem alergia a caseína – proteína existente no leite de vaca.

A cabra foi um dos primeiros animais domesticados no mundo, milhares de anos antes de iniciar a era cristã. Para cá, foi trazida pelos colonizadores e teve o plantel incrementado na época da chegada dos imigrantes. Quando tiveram interesse em adquirir mais matrizes e reprodutores, criadores instalados em território brasileiro ainda recorreram ao mercado internacional. Europa, América do Norte e África foram os principais fornecedores dos novos exemplares.

As importações ainda ocorrem, principalmente de animais com aptidão para a produção de carne vindos do continente africano. Mais de 90% da população de cabras no país está na Região Nordeste, onde se localizam as raças canindé, marota, repartida e moxotó.

MÃOS À OBRA

INÍCIO: Na escolha de animais para uso como matrizes ou reprodutores, prefira os que são puros de origem. Para cabras leiteiras ou produtoras de carne, fique atento se possuem bom porte e aprumo, ligamentos fortes e úberes volumosos. O preço dos animais depende muito da genética e do estado fisiológico. Cabras gestantes ou em lactação são mais caras. Faça o registro genealógico dos exemplares junto às entidades da região credenciadas pela Associação Brasileira dos Criadores de Caprinos (ABCC).

FINALIDADE: Entre as raças há as que apresentam boa produção de leite, como saanen, alpina e toggenburg, de origem europeia. Há as de dupla aptidão, como a inglesa anglo-nubiana, e as que rendem leite, como mambrina, jamnapari e bhuj, da Ásia. Para carne, destaca-se a boer, da África do Sul.

SISTEMAS: As cabras podem ser criadas em três sistemas. No extensivo, os animais ficam soltos no pasto. No semi-intensivo, parte do dia a criação pasta e depois recebe suplementação de volumoso e concentrado no cocho. Já no intensivo, os caprinos são mantidos confinados e toda a alimentação é fornecida no cocho.

INSTALAÇÃO: O capril pode ser feito de estrutura simples, mas é importante que tenha boas condições para abrigar os animais. Se houver no local uma instalação ociosa, ela pode ser adaptada com divisão de baias para acomodar as cabras, de acordo com a fase de desenvolvimento. Essas opções reduzem os custos da atividade. É bom que o abrigo seja confortável, ofereça segurança e proteção contra vento e chuva. Cubra o chão com cama de maravalha ou use sarrafos de 3 centímetros de espessura por 5 centímetros de largura para fazer um piso ripado. Deixe um espaço de 2 centímetros entre os sarrafos e de 0,5 a 1,8 centímetro de altura do solo.

HIGIENIZAÇÃO: Recomenda-se manter o capril sempre limpo para conservar a saúde das cabras. Diariamente, retire os dejetos do chão e as sobras de alimentos que ficam nos cochos. No mínimo a cada 30 dias aplique vassoura de fogo ou desinfetante químico nas instalações.

ALIMENTAÇÃO: Plantas são a base das refeições das cabras. As arbustivas de folhas largas, como amoreira, rami e feijão-guandu, são bem aceitas, como também capins, silagem de milho e feno de leguminosas. Enquanto as forrageiras são boas para a digestão dos caprinos, os grãos são usados como complemento nutricional para favorecer a alta produção. Sais minerais podem ser fornecidos em cochos diferentes dos alimentos. Mantenha água limpa e fresca à disposição, pois as cabras consomem de cinco a seis litros por dia.

REPRODUÇÃO: Cabras leiteiras de origem europeia podem procriar a partir dos quatro meses. Há casos que ocorrem até antes desse período. Contudo, por ainda não contarem com um desenvolvimento adequado, a reprodução entre animais jovens não é indicada. Desde os três primeiros meses de vida, crie os caprinos separados por sexo, para evitar coberturas precoces. 

 

 



Você sabia...?

 

... que o isolamento é um local onde os animais devem ficar quando apresentarem qualquer sinal de doença? Eles só poderão retornar ao rebanho quando estiverem recuperados.


 

... que, em 1970, o rebanho da Austrália era de 180 milhões de ovelhas? Dava 14 animais para cada habitante. Este formidável rebanho ficava numa área menor que o Nordeste brasileiro.


 

... que os antigos gregos utilizavam ossos de ovelha para o jogo de dados? Durante séculos, os dados foram feitos com ossos de ovinos.


 

... que a germinação é mais utilizada para grãos de aveia? Porém, não oferece vantagens, a não ser um enriquecimento em vitamina C.

 

... que muitos produtores dizem ser fácil alimentar um rebanho? No entanto, a maioria dos problemas surge devido à questão alimentar.

 

... que o valor nutritivo dos alimentos é influenciado pela sua composição? Neste ponto, volumosos variam mais que concentrados devido às oscilações do teor de água.

 

 

... que a cabra pode recusar os alimentos oferecidos: forragens, concentrados e outros? Isso porque ela analisa também a textura e consistência da comida.

 

 

... que o nome “crioulo” indica, cientificamente, um animal que passou por uma seleção zoológica? O objetivo é que o animal adapte-se e sobreviva em condições gélidas ou tórridas.

 

... que nove gerações de coelhos saudáveis, em perfeitas condições de higiene e livres de incidentes podem produzir até 3,5 milhões de coelhinhos? Em alguns países, coelhos são considerados “pragas”.

 

 

 

... que nos caprinos, o nasal é curto e plano, ou semicôncavo? Nos ovinos, varia entre semiconvexo a convexo.

 

 

 

Provérbio

 

frases de proverbios alemães

- No fim do jogo, o rei e o peão voltam para a mesma caixa. (Provérbio italiano)

- A mais alta das torres começa no solo. (Provérbio chinês)

- O que torna agradável o homem é a sua misericórdia; o pobre é preferível ao mentiroso.

- O preguiçoso morre desejando, porque as suas mãos recusam trabalhar.


 

- Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro.

- Urubu, na guerra, é galinha. (Provérbio brasileiro)

- Grandes mentes discutem ideias; mentes medianas discutem eventos; mentes pequenas discutem pessoas.

 

- O Senhor pela sabedoria fundou a terra; pelo entendimento estabeleceu o céu.

 


 

- As riquezas multiplicam os amigos; mas, ao pobre, o seu próprio amigo o deixa.

 


Ditado

 


- Há homens para nada, muitos para pouco, alguns para muito, nenhum para tudo.

- Bem mal ceia quem come de mão alheia.

- Seja paciente na estrada para não ser paciente no hospital.

 

- "Se o mundo fosse bom, bebê não nascia chorando." (Anônimo)

 


 

Aos que me jogaram pedras, o meu 'muito obrigado'. Foi com elas que construí meu castelo." (Anônimo)

 

- Homem apaixonado e pássaro com visgo, quanto mais se debatem, mais se prendem.

 


 

- É melhor uma boa morte que uma ruim sorte.

 

 

 


Vocabodário

 


Capreológico
- Pensamento caprichoso, como o comportamento dos caprinos. Poema refinado.

Escabrear - Ficar zangado, irritado, como cabrito selvagem.


 

- Não seja tão mente aberta, pois o cérebro pode cair!

 


 

- Piada de rico é sempre engraçada.

 


- Perigo não é um cavalo na pista, é um burro na direção.

 
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 01 de Setembro de 2014 06:19

Xenotransplante Suíno – homem

 

 A palavra xenotransplante é utilizada para denominar o transplante de células, tecidos ou órgãos entre espécies diferentes. Esta vem sendo uma opção a ser considerada para salvar vidas, já que a oferta de órgãos humanos é escassa e cerca de 60% dos pacientes morrem na fila de espera.

 


Fisiologicamente semelhantes aos seres humanos, os suínos são fontes potenciais de órgãos para xenotransplante. O suíno é um animal de fácil procriação, possui órgãos de dimensões apropriadas, pode ser criado em ambientes que diminuem o risco de zoonoses e a doação de órgãos é aceitável do ponto de vista ético e cultural (animal de criação já sacrificado e utilizado na alimentação humana). Já os primatas, que foram a primeira opção pensada para xenotransplantes, dificilmente procriam em cativeiro, já se encontram a maioria em extinção e não são tão compatíveis em relação ao tamanho e peso.

Um entrave encontrado nos recentes estudos sobre xenotransplantes é a rejeição que o organismo humano exerce contra o novo órgão. O que já era comum de se ocorrer entre os humanos é agravado no transplante de órgãos provenientes de seres de outras espécies. Os mamíferos não primatas possuem glicoproteínas na superfície celular que ativam o sistema imune a produzir células de defesa, os xeno-anticorpos (anticorpos naturais). A hemorragia intersticial e a necrose e trombose causadas nos vasos podem levar à perda do enxerto em poucas horas.

Atualmente, do ponto de vista imunológico, não existem obstáculos considerados intransponíveis. A esperança futura é a utilização de drogas imunossupressoras que quebrem esta barreira mantida pelos anticorpos naturais ou a obtenção de animais que não expressem os epítopos imunogênicos, através da manipulação pela engenharia genética (desenvolvimento de porcos transgênicos). Poderia ser possível introduzir genes humanos no porco de modo a “enganar” o sistema imunológico e impedir a rejeição.

Mesmo com todos os avanços na área da imunologia o xenoenxerto ainda precisa vencer muitos obstáculos para se tornar uma realidade na prática clínica.  Tem provocado uma diminuição do entusiasmo dos pesquisadores pelo potencial risco de transmissão de zoonoses e pela compatibilidade fisiológica ainda incerta de alguns órgãos em relação à homeostase corporal.

Outro problema discutível é a substituição de doações humanas de forma voluntária e generosa por uma oferta de órgãos com bases comerciais.

 

Produtor deve ter cuidados com as crias de ovinos e caprinos

 


Crias excepcionais


As boas práticas no manejo de crias de ovinos e caprinos devem começar com a atenção do produtor a partir do momento em que se confirma a gestação até a desmama dos filhotes, que necessitam de cuidados especiais. Essa atenção e cuidados são, sobretudo, quanto à alimentação e à higiene das instalações.

Ao fazer uso das boas práticas no manejo dos cordeiros e cabritos, o produtor ganha na redução da mortalidade e na proteção contra doenças, além de preparar o animal para ser mais produtivo e alcançar retorno financeiro mais consistente.

O médico veterinário Samuel Figueiredo de Souza, da Embrapa Tabuleiros Costeiros, em Aracaju (SE), defende as boas práticas de manejo por serem atividades simples e de baixo custo que podem aumentar a produtividade e a qualidade dos rebanhos, agregando valor à atividade e contribuindo para a melhoria do rebanho no país e para a saúde dos consumidores de derivados da ovinocaprinocultura.


 

Produtividade agrícola brasileira é a maior da América Latina

 

 

Os dados são da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Economico – OCDE -  e mostram também que junto com o Brasil, China, África do Sul e países do Leste Europeu são os que apresentam as maiores taxas de crescimento da produtividade agrícola. Nesse caso, o  Brasil lidera a produtividade agrícola na América Latina e Caribe e apresenta índices de crescimento acima da média mundial.  

Enquanto países como França, Inglaterra e Estados Unidos crescem abaixo da média histórica de 1,48% ao ano, verificada no período que compreende os anos de 1961 e 2007, o Brasil pressiona o crescimento produtivo agrícola na América Latina. O crescimento anual da produtividade do Brasil é de 3,6 % ao ano, comparativamente aos 2,6% da América Latina, 0,86 % dos países desenvolvidos e 1,98% para o conjunto de países em desenvolvimento.

Pelo menos três fatores contribuem para esses resultados, na avaliação do coordenador geral de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), José Garcia Gasques. O avanço na área da pesquisa, liderada pela Embrapa, é considerado preponderante no aumento da produtividade da agricultura brasileira. Aliado a isso, o aumento das exportações também contribuiu, assim como a variação positiva dos preços internos e ampliação do crédito rural.

Resultados ainda preliminares sobre as projeções mostram que, até 2022, a produção de grãos deverá aumentar 22%. A soja é a cultura que vai puxar esse crescimento, com média de 2,3% ao ano, seguida do trigo (1,9%) e do milho (1,8%). O segmento de carnes também terá desempenho positivo, com incremento na produção de 40% nos próximos 10 anos. A carne de frango deverá liderar o ranking com estimativa de crescimento de 4,2% ao ano, seguida da carne bovina e suína, com 2% ao ano, cada segmento.

 

Casas populares ficam mais baratas com uso do sisal

 

 

É possível  construir casas populares ecologicamente corretas, utilizando a bucha, um  subproduto do sisal. É o que garante o empresário alemão Bernhard Herming, que visitou a Bahia para negociar a implantação de uma fábrica na região de Conceição do Coité. O projeto foi apresentado ao secretário da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles. O projeto, já implantado em países da Europa, Ásia e África, com a utilização de palhas do trigo, será colocado em prática de forma pioneira no Brasil com o sisal.

De acordo com Bernhard Heming, experimentos bem sucedidos foram feitos com a cana de açúcar, no qual foi comprovada a presença da substância lignina, espécie de cola natural que serve para o processo de prensagem do material utilizado na construção das casas. O secretário falou da possibilidade do uso do sisal, salientando que a Bahia é o maior produtor no mundo. Só se utiliza hoje apenas 4% do sisal. O Estado tem a possibilidade de discutir com o Ministério das Cidades a utilização desse material nas casas populares do Programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal”, afirma.

O secretário Salles destacou que a implantação de uma fábrica para beneficiamento da fibra na maior região produtora, Conceição do Coité, gerando emprego e renda aos produtores, poderá ser posto em prática para a Copa de 2014, como possibilidade de apoio para os atletas, ampliando a oferta de hospedagem. 

 

Estado do nordeste vai investir no girassol para o biocombustível

 

 

É o Piauí que vai trabalhar a partir deste ano, para consolidar a cultura do girassol como mais uma alternativa à produção de biocombustível. O trabalho será desenvolvido pela Embrapa Meio-Norte, por meio do projeto Transferência de Tecnologias e Comunicação para a Produção Sustentável do Girassol no Semiárido Brasileiro. A Unidade vai atuar em várias frentes com um plano de ação e oito atividades, em Teresina e em mais cinco municípios do estado.

Para ajudar o agricultor, a Embrapa vai oferecer todas as informações sobre a cultura do girassol no nordeste brasileiro. Nas atividades, o trabalho será concentrado na implantação de pólos demonstrativos sobre sistemas de produção e na capacitação de produtores e técnicos, com reuniões, cursos, palestras e dias de campo.

Os pólos serão implantados nos municípios de Oeiras, São João do Piauí, Simplício Mendes e São Francisco de Assis, na região sudeste; e Uruçuí, na região sul. Os pesquisadores José Lopes Ribeiro, Danielle Azevedo, Francisco Brito e Paulo Henrique Soares, além dos analistas Pedro Rodrigues Neto, Francisco Monteiro e Orlane Maia, formam a equipe técnica.

O projeto é liderado pela Embrapa Soja, com sede em Londrina, no Paraná, e será executado em todo o nordeste pelas unidades Embrapa Semiárido, Embrapa Tabuleiros Costeiros, Embrapa Algodão, Embrapa Milho e Sorgo e Embrapa Meio-Norte. Participam também das ações a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrí­cola, Instituto Agronômico de Pernambuco e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais.

 

Controle de carrapatos no rebanho bovino

 

 

Um dos principais problemas enfrentados pelos produtores de leite é o carrapato dos bovinos, e por isso seu controle deve ser diferenciado. A adoção de medidas integradas para controlar a infestação do parasita é uma novidade desenvolvida pela Embrapa Rondônia, que reduz a frequência de aplicações de carrapaticidas e favorece em quantidade e qualidade o leite produzido. A tecnologia foi desenvolvida para os estados do norte do pais.  

O sistema consiste, primeiramente, em separar as vacas em lactação do restante do rebanho. As duas categorias vão receber tratamento diferenciado e exercer funções distintas no combate aos carrapatos. As vacas em lactação recebem tratamento com carrapaticidas de base de curta duração, para não comprometer a produção de leite com resíduos químicos. O restante do rebanho recebe tratamento com bases que agem por até 28 dias.

Estes últimos animais vão exercer um importante papel no sistema: aspirar da pastagem as larvas de carrapatos. Funcionam como iscas. Após a saída dos animais, a pastagem é roçada e interditada por pelo menos três meses. A incidência direta da luz do sol na área roçada mata ovos e larvas de carrapatos que eventualmente permaneceram no que restou da pastagem.

O terceiro componente do controle integrado é o pastejo rotacionado. Seguindo o mesmo princípio do roço, o período de descanso associado à menor altura das gramíneas, favorece o controle dos carrapatos. Dessa forma, é possível manter sempre uma baixa infestação tanto no rebanho quanto no pasto, favorecendo a saúde dos animais e reduzindo a frequência de uso de carrapaticidas.

 

 

 

VARIEDADES

 

http://2.bp.blogspot.com/-RVSQPagCmbk/TlKrzn5jWCI/AAAAAAAAA_w/u_-JsXzZG3I/s1600/curiosidades-4e1487d41d521.jpgVocê sabia...?

... que a temperatura da água não afeta o consumo por parte de caprinos e ovinos?  Mas o aumento da temperatura do ambiente, sim, pode até duplicar o consumo de água.

... que todo casamento tem que ter leitoa ou cabrito, em certas regiões do Brasil? O convidado chega e, se tem cabrito, então entra na festa.  O negócio, então, é produzir cabritos.  Esse hábito foi anotado no interior do Rio de Janeiro e partes de Minas Gerais.

... que o bode identifica a cabra que está em cio pelo cheiro da sua urina? Não é só ele: também o carneiro faz o mesmo com a ovelha.

... que os pequenos animais andam, normalmente, até 10 km por dia, no pastoreio?

... que o tempo ocupado na ruminação equivale a três quartos do tempo total na alimentação de todo dia?

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Ditado

- Batendo ferro é que se vira ferreiro.

- Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida.

- Farinha ruim não dá bom pão.

- Quando a cabeça não pensa o corpo padece.

- Boi mais velho é sempre culpado pela horta ser mal lavrada. 

- Nunca estranhe o que vem na concha se foi você que colocou no pote.

- Rato não faz ninho em orelha de gato.

- Daquilo que bem lhe sabe, não reparte o frade.

- Elefante não cabe em estante.

- Homem de boa lei tem palavra de rei.

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Provérbio

- Duas coisas indicam fraqueza: calar-se quando é preciso falar, e falar quando é preciso calar-se. (Provérbio Persa)

- Um homem, uma palavra; uma mulher, um dicionário.

- Galinha que acompanha pato morre afogada.

- Em terra de ladrão, fruto é colhido verde. (Provérbio árabe)

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Frase

- Todas as grandezas desse mundo não valem um bom amigo. (Voltaire)

- Somos francos com os outros quando não dependemos deles. (Carlos Drumond de Andrade)

- Eduquem as crianças e não será preciso castigar os homens. (Pitágoras)

- Acredito que somente uma pessoa que nada aprendeu, não modifica suas opiniões. (Emil Zatopek)

- O pastor tem o dever de levar diariamente suas reses ao rio, mas beber ou não da água dependerá do próprio animal. (Masutatsu Oyama)

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Ditado Esquisito

- O Brasil está em nossas mãos... e não adianta lavar!!

- Por causa da pressa é que a mosca nasceu sem osso.

 
Veja ! Maiis Qualidade e quantitativo de Carne, Formulação das Rações, Leite de Ovelhas e Como Criar Cabras... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 30 de Agosto de 2014 08:44

Mais carne, menos animais

 
 

Não importa quantos animais existem num país e sim a produção de carne que é obtida a partir deles. E neste ponto, a ovinocultura tem se mostrado muito eficiente. Cada vez mais carne, no mesmo espaço, com menos animais. Enquanto o rebanho mundial diminuiu 11% desde 1990, a produção de carne aumentou 24%. É interessante destacar que os países que produzem mais não são necessariamente os detentores dos maiores rebanhos. O Brasil também seguiu este caminho de aumento de eficiência. De 1990 a 2007, a produção de carne ovina brasileira oscilou em torno de 78.000 toneladas, apesar da diminuição de mais de 20% ocorrida no rebanho nacional. Ainda assim, o rebanho ovino das regiões tradicionais de criação é insuficiente para suprir o mercado interno brasileiro. Desta forma, o espaço para a carne importada vem aumentando - de 1997 a 2008 a importação de carne ovina passou de um valor de US$ 6 milhões para mais de US$ 23 milhões. Mesmo com este crescimento, a carne importada significa apenas 9% do consumo formal brasileiro, de 86.000 toneladas anuais.

 

 

Ração para animais sofrem modificação na fórmula de preparo

 

 

http://medicinadavida.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/06/arcadenoedesenho2.bmpA decisão é do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O objetivo da medida é atualizar a legislação com as novas tecnologias do setor e permitir o avanço da produção de alimentos de origem animal no Brasil, por essa razão, o MAPA revogou os limites de minerais para formulações de rações destinadas a aves e suínos previstos na Portaria nº 20, de junho de 1997. A decisão foi tomada por considerar a regra anterior dispensável à regulamentação do setor de alimentação animal e não atender aos avanços tecnológicos da área.

Pela legislação antiga eram estabelecidas concentrações mínimas de minerais em produtos comerciais que garantissem aporte adequado de nutrientes para os animais. No entanto, muitos destes valores – fixos e de atendimento compulsório – se tornaram obsoletos uma vez que novas tecnologias têm permitido a redução dos níveis de minerais nas dietas, sem comprometimento dos índices de produção, ou do estado de saúde dos animais.

Segundo a Coordenação de Fiscalização de produtos para Alimentação Animal (CPAA), a alteração está embasada em referências técnico-científicas. A principal delas seriam estudos que comprovam o uso de minerais quelatados e enriquecimento de leveduras eficazes em níveis inferiores àqueles previstos na portaria. Esses produtos apresentam maior disponibilidade, melhor absorção e maior aproveitamento dos minerais orgânicos pelos animais, permitindo a redução no nível de inclusão na sua fabricação.

Outra vantagem da mudança da regra é a redução da contaminação ambiental, uma vez que os estudos atestam que os níveis de minerais eliminados pelas fezes dos animais são consideravelmente menores. Para bovinos houve a atualização da legislação em 2004, por meio da publicação da Instrução Normativa nº12. A norma permite o registro de produtos com níveis inferiores aos previstos, desde que comprovada cientificamente a eficácia dos novos teores, proporcionando desta forma flexibilidade aos limites estabelecidos.

 

 

Leite de ovinos é bom negócio


O leite de ovelha é um bom negócio e o Brasil já vai ganhando espaço nesse setor.

 

 

A ovinocultura sempre foi uma atividade importante no país, principalmente no Rio Grande do Sul, para a produção de lã, e no Nordeste também sempre esteve presente como atividade de subsistência. Na última década, porém, houve uma elevação da participação relativa de carne. Ao longo dos anos, a ovinocultura foi se expandindo em áreas não tradicionais como São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, notadamente com a finalidade de produção de carne.

O leite ovino, entretanto, nunca foi devidamente explorado no Brasil. Numa comparação com o potencial de mercado com a carne ou a lã, ele está muito aquém, mas, por ser um produto nobre na fabricação de queijos finos, possui elevado valor de mercado. O Brasil tem nichos de mercado para esse tipo de produto principalmente nos grandes centros urbanos, haja vista que importa queijo de ovelhas da Europa, particularmente da França, Espanha, Portugal, Grécia e Itália. Santa Catarina, visando esse mercado, vem tendo um crescimento expressivo com cerca de 2.800 ovelhas leiteiras, que produzem em média 1.000 litros de leite por dia.

Situada na Linha Caroba, município de Planalto Alegre (SC), a Cabanha Três Fronteiras, de propriedade do Sr. Valdair Antônio Ecco, vem se destacando na produção de leite ovino, sendo hoje o maior produtor do Estado e do Brasil, com uma produção em torno de 110.000 kg de leite ovino por ano. O plantel tem 650 animais, dos quais 150 a 250 fêmeas em lactação, dependendo da época do ano. A produção/dia varia também de acordo com a época de 250 kg a 500 kg de leite/dia, tendo uma média de produção por animal de 1,65 kg/dia com picos de 2,5 kg/dia.

Hoje o leite é vendido para laticínios de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul para produção de queijos especiais como Pecorino, Feta e Roquefort.

 

 

 

- Ordenha mecanizada das ovelhas.

 

Genética - O plantel ainda está em formação, estimando uma capacidade para 1.000 animais em breve, trabalhando com 300 ovelhas em média na lactação. Os animais são totalmente confinados, tanto as ovelhas de leite como os cordeiros que são separados para abate após a desmama.

São utilizadas duas raças e dois cruzamentos para a produção de leite:

u Lacaune

    (produção média de 2 kg/leite/dia);

u Milchschaf (1,5 kg/leite/dia);

u ½ sangue Texel x Lacaune

    (1,5 kg/leite/dia);

u ½ sangue Ile-de-France x Texel

    (1 kg/leite/dia).

 

Manejo - Após a parição, as ovelhas são mantidas 30 dias com os cordeiros (sendo somente num período nos 15 dias finais). Após esses 30 dias, as fêmeas são separadas por lote de acordo com a época de parição.

Ficam na lactação até os 180 dias, período em que são realizadas duas ordenhas diárias em ordenhadeira mecânica sem contato com os cordeiros.

Os cordeiros, machos e fêmeas, após separação vão para o aleitamento artificial com sucedâneo, no qual é utilizada uma máquina automática vinda da Alemanha, com capacidade para até 160 animais/dia.

Após essa fase, os animais são separados, sendo os machos destinados para confinamento e as fêmeas são numeradas, suas caudas são cortadas e começam a ser preparadas para sincronização que acontecerá aos 14 meses de idade.

 

 

 

Aleitamento artificial automático.

 

Nutrição - A cabanha é administrada pelo técnico agrícola Fernando Andrei Baccarin, que além de fazer toda parte de gerenciamento, realiza a parte técnica (manejo, nutrição, reprodução, qualidade do leite) e tem dados computados desde o início dos trabalhos como CCS, CBT, sólidos, médias de lactação do rebanho e por animais, estatísticas reprodutivas e outros.

Na nutrição, ele conta ainda com o auxílio da Tortuga na formulação e análises de ração, usando os produtos Ovinofós com minerais orgânicos e Ovinofós Núcleo Produção com Monensina. Segundo ele, os minerais orgânicos da Tortuga trazem resultados diferenciados das outras marcas do mercado.

“A Tortuga parabeniza a equipe da Cabanha Três Fronteiras e tem a satisfação de participar dessa caminhada vitoriosa no promissor mercado de leite ovino do Brasil.”

 

 

Como criar cabras

Sem necessidade de muitos cuidados, o negócio pode ser voltado para fins de subsistência ou comercialização de carne, leite e derivados

Apesar de seu aspecto frágil, a cabra não mostra fraqueza diante das adversidades. Na verdade, ela é um animal muito resistente e de boa adaptação aos mais diversos tipos de ambiente, de desertos a regiões com nevasca. A grande tolerância do mamífero às intempéries facilita o trabalho de quem se lança na atividade de criação, que pode ser para a produção de carne, leite e derivados, produtos que estão ganhando mais espaço no varejo brasileiro, além da comercialização de matrizes e reprodutores. De pecuária familiar de subsistência a empreendimentos altamente tecnificados, há modelos de criação de cabras para todos os bolsos. Entre os mais simples, como o manejo de poucas cabeças em um espaço pequeno, o produtor pode aproveitar a rusticidade do animal para fazer uso de sobras de materiais na propriedade a fim de montar um abrigo. A mão de obra dos próprios familiares dá conta da lida com o plantel.

A cabra também não exige muitos cuidados nem necessita de muita dedicação. Não adoece com facilidade e, portanto, não demanda práticas veterinárias. Como gosta de pastar, é indicado apenas realizar vermifugação e exame de fezes. Herbívora e ruminante, ela aprecia comer plantas arbustivas de folhas largas e forrageiras, como gramíneas e leguminosas, alimentos que não pesam muito no orçamento.

Na escolha de caprinos, sempre prefira os puros de origem

Dócil e de baixa estatura, quando adulta a cabra tem peso que varia de 45 a 70 quilos. Em um período médio de nove meses de lactação, as raças leiteiras conseguem fornecer diariamente de dois a cinco quilos de leite, o produto mais adequado para o comércio de criações de baixo custo. Na caprinocultura leiteira, o retorno financeiro é mais rápido que na de corte. No varejo, o leite alcança preços superiores aos de vaca, pois contém mais vitaminas A, B12, C e D. Além disso, o leite de cabra é muito digestível e indicado para quem tem alergia a caseína – proteína existente no leite de vaca.

A cabra foi um dos primeiros animais domesticados no mundo, milhares de anos antes de iniciar a era cristã. Para cá, foi trazida pelos colonizadores e teve o plantel incrementado na época da chegada dos imigrantes. Quando tiveram interesse em adquirir mais matrizes e reprodutores, criadores instalados em território brasileiro ainda recorreram ao mercado internacional. Europa, América do Norte e África foram os principais fornecedores dos novos exemplares.

As importações ainda ocorrem, principalmente de animais com aptidão para a produção de carne vindos do continente africano. Mais de 90% da população de cabras no país está na Região Nordeste, onde se localizam as raças canindé, marota, repartida e moxotó.

MÃOS À OBRA
INÍCIO: Na escolha de animais para uso como matrizes ou reprodutores, prefira os que são puros de origem. Para cabras leiteiras ou produtoras de carne, fique atento se possuem bom porte e aprumo, ligamentos fortes e úberes volumosos. O preço dos animais depende muito da genética e do estado fisiológico. Cabras gestantes ou em lactação são mais caras. Faça o registro genealógico dos exemplares junto às entidades da região credenciadas pela Associação Brasileira dos Criadores de Caprinos (ABCC).

FINALIDADE: Entre as raças há as que apresentam boa produção de leite, como saanen, alpina e toggenburg, de origem europeia. Há as de dupla aptidão, como a inglesa anglo-nubiana, e as que rendem leite, como mambrina, jamnapari e bhuj, da Ásia. Para carne, destaca-se a boer, da África do Sul.

SISTEMAS: As cabras podem ser criadas em três sistemas. No extensivo, os animais ficam soltos no pasto. No semi-intensivo, parte do dia a criação pasta e depois recebe suplementação de volumoso e concentrado no cocho. Já no intensivo, os caprinos são mantidos confinados e toda a alimentação é fornecida no cocho.

INSTALAÇÃO: O capril pode ser feito de estrutura simples, mas é importante que tenha boas condições para abrigar os animais. Se houver no local uma instalação ociosa, ela pode ser adaptada com divisão de baias para acomodar as cabras, de acordo com a fase de desenvolvimento. Essas opções reduzem os custos da atividade. É bom que o abrigo seja confortável, ofereça segurança e proteção contra vento e chuva. Cubra o chão com cama de maravalha ou use sarrafos de 3 centímetros de espessura por 5 centímetros de largura para fazer um piso ripado. Deixe um espaço de 2 centímetros entre os sarrafos e de 0,5 a 1,8 centímetro de altura do solo.

HIGIENIZAÇÃO: Recomenda-se manter o capril sempre limpo para conservar a saúde das cabras. Diariamente, retire os dejetos do chão e as sobras de alimentos que ficam nos cochos. No mínimo a cada 30 dias aplique vassoura de fogo ou desinfetante químico nas instalações.

ALIMENTAÇÃO: Plantas são a base das refeições das cabras. As arbustivas de folhas largas, como amoreira, rami e feijão-guandu, são bem aceitas, como também capins, silagem de milho e feno de leguminosas. Enquanto as forrageiras são boas para a digestão dos caprinos, os grãos são usados como complemento nutricional para favorecer a alta produção. Sais minerais podem ser fornecidos em cochos diferentes dos alimentos. Mantenha água limpa e fresca à disposição, pois as cabras consomem de cinco a seis litros por dia.

REPRODUÇÃO: Cabras leiteiras de origem europeia podem procriar a partir dos quatro meses. Há casos que ocorrem até antes desse período. Contudo, por ainda não contarem com um desenvolvimento adequado, a reprodução entre animais jovens não é indicada. Desde os três primeiros meses de vida, crie os caprinos separados por sexo, para evitar coberturas precoces.
 
Veja ! Cuidados com as Crias, Silo de Cana-de-açucar, Batata para Galinhas, Ovinos Dorper, Rotação de Culturas, Boi Estressado, Integração de Lavoura e Pastagem e Culinaria Bodistica... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 29 de Agosto de 2014 08:51

Cuidados com as crias na ovinocaprinocultura

 

As boas práticas no manejo de crias de ovinos e caprinos devem começar com a atenção do produtor a partir do momento em que se confirma a gestação até a desmama dos filhotes, que necessitam de cuidados especiais. Essa atenção e cuidados são, sobretudo, quanto à alimentação e à higiene das instalações.

Ao fazer uso das boas práticas no manejo dos cordeiros e cabritos, o produtor ganha na redução da mortalidade e na proteção contra doenças, além de preparar o animal para ser mais produtivo e alcançar retorno financeiro mais consistente.

O médico veterinário Samuel Figueiredo de Souza, da Embrapa Tabuleiros Costeiros, mostra como práticas de manejo simples e de baixo custo podem aumentar a produtividade e a qualidade dos rebanhos, agregando valor à atividade e contribuindo para a melhoria do rebanho no país e para a saúde dos consumidores de derivados da ovinocaprinocultura.

 

Cana-de-açúcar é bom silo para alimentar o gado na época da seca

 

 

A silagem de cana-de-açúcar é uma das alternativas para alimentar o gado bovino na época das secas, quando os pastos ficam altamente prejudicados, em volume de alimento e em qualidade nutritiva. Muitos pecuaristas utilizam a cana fornecida diretamente ao gado, picada logo após a colheita. Mas a silagem de cana traz algumas vantagens, como a concentração de do corte,  da picagem, e do transporte em poucos dias, com  melhor eficiência de colheita e manejo dos canaviais e dos rebanhos.

A silagem é feita também quando ocorrem sobras nos canaviais ao final da safra, sendo também indicada como solução de emergência na ocorrência de incêndios e geadas, para evitar a perda total da forragem.

Um aspecto que dificulta a silagem de cana, mas que pode ser solucionado adotando técnicas e manejo adequados, é o fato de fermentar intensamente, devido à atividade de leveduras que utilizam os açúcares para seu crescimento, produzindo etanol. O teor de etanol em silagens de cana pode chegar a 23%, acarretando perdas de até 30% da matéria seca durante a fermentação, com grande redução no valor nutritivo da silagem. Desta forma, para que a produção de silagem de cana-de-açúcar seja viável, é fundamental o uso de aditivos capazes de controlar a fermentação alcoólica nestas silagens.

Diversos aditivos têm sido avaliados com vistas ao controle da fermentação alcoólica em silagens de cana-de-açúcar. Entre os mais estudados estão a ureia, os inoculantes bacterianos e a cal virgem micro pulverizada. Resultados da pesquisa indicam que silagens de cana-de-açúcar aditivadas podem ser utilizadas sem problemas na alimentação de vacas leiterias, bovinos de corte e ovinos, permitindo bons índices de desempenho dos animais. O custo adicional que os aditivos representam são altamente compensados pelo menor custo da silagem em si, quando comparada com a silagem de milho, por exemplo.

 

Batata-doce é excelente alimento para a galinha caipira

 

 

http://3.bp.blogspot.com/-9-doGG1haKQ/TYuP4spXDII/AAAAAAAAGIQ/6OgOqiIV2jg/s400/galinhas%255B1%255D.jpgEm busca de aproveitar resíduos  disponíveis nas propriedades rurais para garantir maior agregação de valor à agricultura familiar, a Embrapa Clima Temperado, de Pelotas, está indicando o uso da ração a base de farinha de batata-doce, especialmente, na criação de frangos coloniais.

Trocar o milho por batata-doce é a estratégia para diminuir custos para o produtor, ter maior renda de produção, simplificar a oferta de alimento às aves, facilitar o manejo e contribuir com a preservação do meio ambiente. “Estamos trabalhando com o sistema colonial de produção de frangos, abatidos após 85 dias, onde a ração das aves deve ser adaptada à idade do animal.

Toda a ração deve fornecer energia, encontrada no milho e na própria batata-doce, proteína, que está no farelo de soja ou girassol ou farinha de folhas de mandioca, vitaminas, minerais e aminoácidos essenciais”, esclarece João Pedro Zabaleta, pesquisador responsável pelo projeto de pesquisa com aves coloniais.

A ração a base de batata-doce para aves é viável pelo fato de que o produtor comercializa a parte nobre da batata-doce para o consumo humano e os resíduos que ficam na lavoura transformam-se em farinha, que adicionada a uma formulação adequada com vitaminas, minerais, proteínas e aminoácidos é oferecida às aves. “O resíduo é transformado em energia, ou seja, em carnes e ovos, com custo muito baixo, está se aproveitando o que se tornaria lixo”, adverte o pesquisador João Pedro Zabaleta.

Essa farinha passa por um processo de trituração, secagem ao sol, moagem e  embalagem, que possuem uma durabilidade de até dois anos.  Há ainda benefícios econômicos, sociais e ambientais. Para o agricultor familiar que cultiva batata-doce o uso dos resíduos  é mais conveniente que a aquisição de milho, ou mesmo do plantio do milho. A sua utilização permite que o produtor tenha maior renda e ainda diversifica a oferta de alimentos para os consumidores, através da produção de frangos coloniais.

 

OS OVINOS DA RAÇA DORPER

Aspecto geral

[ovinos+dorper.jpg]O ovino Dorper deve ser simétrico e bem proporcionado ou balanceado. Um temperamento calmo, com uma aparência vigorosa é o ideal. A impressão geral deve ser a de um ovino robusto e bem musculoso. O Dorper foi criado com o único propósito de produzir carne, o mais eficientemente possível, sob variadas e mesmo desfavoráveis condições ambientais.

Cabeça

Pode ser mocho ou aspada (com chifres). Os animais mochos são os preferidos e os mais numerosos. Quando apresentar chifres estes devem ser pequenos. Cabeça forte e longa com grandes olhos, bem distanciados e bem protegidos. Nariz forte, boca forte e bem formada com as maxilas profundas e perfeitamente colocadas é o ideal. A testa não deve ser achatada. O tamanho das orelhas deverá ser proporcional ao da cabeça. Chifres grandes e pesados são indesejados, mas permitidos. Chifres pequenos ou apenas desenvolvidos na sua base são os ideais. A cabeça deverá ser coberta por pêlos curtos e negros no Dorper e pêlos curtos e brancos no Dorper branco. Não deve haver depósito de gordura na cabeça. O espaço entre narinas, lábios e pálpebras devem ser rosados no Dorper branco, e pretos no Dorper (cabeça preta).

Quarto dianteiro

O pescoço deve ser de comprimento médio, largo, bem coberto de carnes e bem ligado ao quarto anterior. As paletas devem ser largas e musculosas paralelas entre si e bem ligadas ao corpo, não apresentando depressões acentuadas na ligação com o corpo. Um peito moderadamente largo, profundo, e moderadamente proeminente em relação as

paletas é o ideal. Os membros anteriores deverão ser robustos, ter bons aprumos, e, com fortes articulações da quartela.

Tronco

Deve ser um tronco longo, profundo e largo, costelas bem arqueadas e um lombo largo e cheio. O animal deve ter uma linha dorso-lombar bem longa e reta. Uma ligeira depressão por trás dos ombros é permitida.

Quarto traseiro

A garupa deve ser larga e longa. Os quartos (pernis) devem ser carnudos, com entrepernas musculosas e profundas. Os membros traseiros devem ser fortes, bem aprumados e distanciados entre si.

Distribuição de gordura

Demasiado acúmulo de gordura localizada em qualquer parte do corpo é considerado defeito. Uma fina camada de gordura distribuída uniformemente sobre a carcaça e entre as fibras musculares é o desejado.

Padrão de cor

Dorpers - O ideal é um ovino branco, com a cor preta limitada à cabeça e pescoço. Algumas manchas pretas no corpo e pernas são permitidas, mas ovinos totalmente brancos ou predominantemente negros são indesejáveis.

Dorpers Brancos
- O ideal é um ovino totalmente branco, com a pele bem pigmentada ao redor dos olhos, por baixo da cauda, no úbere e nas tetas. Um número limitado de manchas de outras
cores nas orelhas e abaixo da linha ventral do animal são permitidas.

Pêlo e Lã

A cobertura do corpo é formada de uma pelagem curta e suave, composta predominantemente por pêlos, com uma leve mistura de lã. A lã cobre a parte superior do corpo deixando livre o peito, a região ventral e os membros. A região ventral é coberta unicamente por pêlos muito curtos lisos e grossos. Dentro da raça Dorper os animais são classificados em dois tipos de acordo com a cobertura de lã: semi-deslanados e lanados.

Aptidões

  • Maturidade sexual - O primeiro cio manifesta-se a partir do 183 dias de idade.

  • Prolificidade - o número de cordeiros nascidos por ovelhas paridas tem variado de 1.1 a 1.7, com média de 1.4.

  • Fertílídade - a taxa varia de 75% a 97%.

  • Intervalo entre partos - com bom manejo, o intervalo entre partos pode ser de oito meses, resultando em até três parições em dois anos.

  • Período de gestação - varia de 142 a 153 dias com uma média de 146 dias.

  • Peso vivo e ganho de peso - é de rápido crescimento; os cordeiros atingem 36 kg ao 100 e 120 dias de idade, produzindo carcaças de 16 kg. Em condições de campo, o ganho médio de peso diário, no período de pré-desmama, oscila entre 190 e 330 g/dia. Após o desmame o ganho varia de 81 a 91 g/dias.

 

Defeitos eliminatórios

  • Acentuada depressão atrás das paletas;

  • Animais extremamente grandes ou extremamente pequenos;

  • Jarretes muito juntos, ou muito retos;

  • Pernas muito arqueadas que cedem ao caminhar;

  • Quartelas muito compridas ou excessivamente inclinadas;

  • Animais quase que totalmente cobertos por lã;

  • Constituição muito débil;

  • Pouca massa muscular;

  • Prognatismo e retrognatismo;

  • Chifres muito grandes;

  • Criptorquidismo, monorquidismo, hipoplasia testicular, acentuada assime. tria testicular;

  • Cifose, lordose, escoliose.

 

 ROTAÇÃO DE CULTURAS


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A monocultura ou mesmo o sistema contínuo de sucessão do tipo trigo-soja ou milho safrinha-soja, tende a provocar a degradação física, química e biológica do solo e a queda da produtividade das culturas. Também proporciona condições mais favoráveis para o desenvolvimento de doenças, pragas e plantas daninhas. Nas regiões dos Cerrados predomina a monocultura de soja entre as culturas anuais. Há a necessidade de introduzir, no sistema agrícola, outras espécies, de preferência gramíneas, como milho, pastagem e outras.

A rotação de culturas consiste em alternar, anualmente, espécies vegetais, numa mesma área agrícola. As espécies escolhidas devem ter, ao mesmo tempo, propósitos comercial e de recuperação do solo.

As vantagens da rotação de culturas são inúmeras. Além de proporcionar a produção diversificada de alimentos e outros produtos agrícolas, se adotada e conduzida de modo adequado e por um período suficientemente longo, essa prática melhora as características físicas, químicas e biológicas do solo; auxilia no controle de plantas daninhas, doenças e pragas; repõe matéria orgânica e protege o solo da ação dos agentes climáticos e ajuda a viabilização do Sistema de Semeadura Direta e dos seus efeitos benéficos sobre a produção agropecuária e sobre o ambiente como um todo.

Para a obtenção de máxima eficiência, na melhoria da capacidade produtiva do solo, o planejamento da rotação de culturas deve considerar, preferencialmente, plantas comerciais e, sempre que possível, associar espécies que produzam grandes quantidades de biomassa e de rápido desenvolvimento, cultivadas isoladamente ou em consórcio com culturas comerciais.

Nesse planejamento, é necessário considerar que não basta apenas estabelecer e conduzir a melhor seqüência de culturas, dispondo-as nas diferentes glebas da propriedade. É necessário que o agricultor utilize todas as demais tecnologias à sua disposição, entre as quais destacam-se: técnicas específicas para controle de erosão; calagem, adubação; qualidade e tratamento de sementes, época e densidade de semeadura, cultivares adaptadas, controle de plantas daninhas, pragas e doenças.

 


 

 

Bem estar animal é um conceito que começa a ser adotado pelos criadores de aves, suínos e bovinos e frigoríficos. Além da questão humanitária, de evitar tratamento cruel aos bichos, há uma razão econômica – segundo os especialistas, animais estressados fornecem carne de baixa qualidade. Pressionados pelos consumidores, os supermercados e redes de fast food também tendem a rejeitar produtos de fornecedores que maltratam os animais e não seguem normas de bem-estar.

 

 

 


 

No Centro-Oeste, a integração lavoura-pastagem favorece ovinos


O uso de braquiária, no momento certo, garante lucro quando

não se tinha nada, constituindo uma interessante soma de dinheiro

para os agricultores, colocando em uso todas as terras.

 

 

No Centro-Oeste brasileiro, os meses de outubro a abril são os mais favoráveis em termos de produção de pasto, devido ao calor e principalmente às chuvas.

Após o período de abundância de alimento, sobrevêm alguns meses de seca, em alguns lugares acompanhados também do frio, e aí o pasto cresce mais lentamente e o criador de ovinos tem dificuldade de alimentar seu rebanho.

Como consequência, temos a diminuição do ganho de peso dos borregos e borregas e, na maioria das vezes, até mesmo perda de peso das ovelhas de cria. Este é um dos motivos principais da dificuldade encontrada pelos criadores do Centro-Oeste para aumentar seus rebanhos de ovinos. Ao mesmo tempo, o fato de as ovelhas não se alimentarem de forma adequada durante parte do ano implica diretamente em diminuição das taxas de prenhez, parição e desmama.

 

l Integração - Em algumas regiões de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, no entanto, esta realidade começa a mudar. Nas áreas de lavoura, é comum que o agricultor plante braquiária no final da cultura de verão, para servir de cobertura verde durante a época de estiagem. Lá pelo mês de novembro, esta braquiária é dessecada, para a execução do plantio direto de grãos.

A braquiária costuma ser plantada no final da estação chuvosa, em fevereiro ou março. Ela germina, mas com o sombreamento provocado pela soja ou pelo milho ela não consegue crescer. Logo após a colheita, aproveitando as últimas chuvas da temporada, o pasto apresenta um crescimento vigoroso. Assim, a pastagem pode ser utilizada cerca de 30-40 dias depois, no final de maio ou início de junho. O cuidado que deve ser tomado pelo agricultor é retirar os animais da área de lavoura no início de outubro, para que o pasto possa crescer e formar a massa que o plantio direto necessita para ter sucesso.

 

 

 

O manejo correto de pastagens garante lucros na integração com lavouras.

 

A espécie preferida pelos agricultores para essa cobertura de inverno é a braquiária ruziziensis que, para sorte dos criadores de ovelhas, é também a braquiária de melhor qualidade nutricional. Assim, conseguem-se pastagens de bom valor nutricional e que podem manter lotações significativas, de 25-40 ovelhas adultas por hectare, preferencialmente animais solteiros, ovelhas que não estejam com cria ao pé. Eventualmente, também borregas de recria. Ou seja, existe um recurso forrageiro abundante, à disposição das ovelhas durante a época em que as pastagens perenes diminuem sua produção.

Os criadores do Centro-Oeste têm aproveitado esta possibilidade de integração de duas formas principais. A mais comum é que o criador de ovelhas acerte com o agricultor um valor para colocar seus animais na área de lavoura/pastagem. Para este ano de 2011, o valor praticado no Centro-Oeste variou de R$ 2 a 4 por ovelha adulta por mês.

 

l Outra versão - Mas outro formato de negócio tem ganhado força nos últimos tempos. Vários agricultores têm-se tornado, também, criadores de ovelhas. Durante a época de chuvas, as ovelhas são criadas de forma intensiva em pastos situados nas chamadas áreas marginais de lavoura. São partes da propriedade que não se prestam para a produção de grãos, mas são ótimas para pastagem. Durante a seca, os animais são transferidos para as áreas onde foi plantado braquiária, ajudando a preservar os pastos perenes da propriedade.

Assim, a integração agricultura com ovinos no Centro-Oeste tem proporcionado benefícios diretos aos criadores de ovelhas, com alimentação disponível na época seca e aos agricultores, com uma renda nada desprezível em aluguel de pasto em áreas que antes não rendiam nenhum centavo.

Mas é interessante observar como esta disponibilidade de pastagem durante a seca também serve como atrativo para a entrada de novos investidores na ovinocultura. E sempre é importante lembrar que os agricultores costumam apresentar boa capacidade de gestão e gostam de exploração econômica que possibilite obter grande escala de produção. Com isto podemos antever que em breve deveremos ter carne ovina de boa qualidade e em abundância à disposição do consumidor, mantendo a ovinocultura como a atividade pecuária que mais cresce no Brasil.

 

Cordeiro com apricots


Ingredientes:

- 1/2 colher (chá) de sementes de cominho

- 1 xícara de óleo

- 1 pedaço grande de canela

- 3-4 cardamomos

- 2 colheres (chá) de cominho em pó

- 1 cebola grande (finamente picada)

- 2 colheres (chá) de alho (picado)

- 2 colheres (chá) de gengibre ralado

- 1 kg de cordeiro desossado cortado em cubos

- 1 colher (chá) de açafrão

- 2 colheres (chá) sal

- 2 tomates (picados)

- 4 pimentões verdes (picados)

- 4 damascos frescos (cortados em pedaços)

- 2 colheres (sopa) de hortelã (fresco/picado)

- 1 colher (chá) de coentro (picado)

 

 


 

Modo de fazer:

- Aquecer o óleo e adicionar a canela, carda­momo e cravo. Adicionar a cebola, o alho e o gengibre e cozinhar lentamente até a cebola começar a ficar marrom claro.

- Adicionar o cominho, o coentro, o cordeiro, o sal e o açafrão e cozinhar mexendo lentamente ­durante cerca de 10 minutos.

- Adicionar o tomate, a hortelã, o apricots e os pimentões; cozinhar por mais 5 minutos. Adi­cionar cerca de 1/2 xícara de água e cozinhar sob pressão por aproximadamente 15 mi­n.

- Retirar a pressão, misturar bem e cozinhar por mais 5-7 minutos até que o molho fique espesso e bastante seco. Adicionar o coentro.

- Serve 4 pessoas.

 

Cabrito ao vinho seco


Ingredientes:

- 2 kg de cabrito (em pedaços)

- 4 tomates

- 1 folha de louro

- 1 dente de alho

- 1 cebola picada

- 1 xícara (chá) de vinho branco seco

- 3 colheres (sopa) de óleo

- 1 colher (sopa) de manteiga

- 1 pitada de mostarda (em pó)

- 1 colher (café) de pimenta-do-reino moída

- Sal a gosto

 

 

 

 

Modo de Fazer:

- Corte o cabrito em pedaços não muito pequenos e deixe de molho em água com 2 colheres (sopa) de vinagre, durante 1 hora. Lave bem para que saia toda a gosma. No momento de cortar, retirar a glândula que fica entre o tendão e o osso da perna.

- Leve uma panela ao fogo com o óleo, a cebola e os tomates, refogue por 15 minutos, junte o cabrito com os outros temperos. Abafe a panela e deixe secar toda a água. Adicione a manteiga e deixe fritar até ficar bem corado. Acrescente uma xícara de água e deixe cozinhar em fogo brando.

- Caso não cozinhe com essa água, vá acrescentando mais água aos poucos até ficar pronto. Deve ficar com pouco caldo.

 

 
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Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 26 de Agosto de 2014 14:49

Os 50 maiores Municipios Brasileiros produtores de caprinos e ovinos

 

 

OS PERIGOS DO LEITE CRU


O leite cru é o leite tirado das vacas, ovelhas e cabras e que não foi pasteurizado para matar bactérias danosas . Este leite cru, não pasteurizado, pode carregar bactérias perigosas como a Salmonella, E. Coli, e a Listeria, responsáveis por causar numerosas doenças veiculadas por alimentos.

Estas bactérias perigosas podem afetar seriamente a saúde de qualquer pessoa consumidora do leite cru, ou do consumo de alimentos preparados com leite cru. Portanto, as bactérias do leite cru podem ser perigosas especialmente para grávidas, crianças, idosos e pessoas com o sistema imune enfraquecido. ( veja aqui o que é pasteurização do leite.


A maioria das pessoas se recobra das doenças causadas por bactérias perigosas no leite cru – ou no alimento preparado com o leite cru – dentro de um curto período de tempo, algumas podem desenvolver sintomas crônicos, severos ou mesmo colocar em risco de vida. Se algum conhecido se tornar doente após o consumo de leite cru ou produtos preparados com ele – ou se estiver grávida e pensar que pode ter consumido leite cru ou queijo contaminado, procure seu médico imediatamente.

Ingerir leite cru é como jogar roleta russa com a saúde. O perigo varia de contaminação alimentar suave a doenças com risco de vida. Uma das complicações que podem surgir como resultado da infecção com E. Coli O157:H7 é a síndrome hemolítica urêmica, que causa insuficiência renal aguda, especialmente nos muitos jovens e nos idosos. Não há absolutamente benefícios em saúde no consumo de leite cru.

Os perigos da Listeria na gravidez

As grávidas correm sérios riscos de ficarem doentes por conta da bactéria Listeria, causadora de abortos, morte fetal ou doenças e mortes de recém-nascidos. Se estiver grávida, o consumo de leite cru pode prejudicar seu bebê, mesmo se não tiver sintomas.



As grávidas correm sérios riscos de ficarem doentes por conta da bactéria Listeria, causadora de abortos, morte fetal ou doenças e mortes de recém-nascidos. Se estiver grávida, o consumo de leite cru pode prejudicar seu bebê, mesmo se não tiver sintomas.

Proteja sua família com escolhas alimentares inteligentes

A maioria do leite e seus derivados vendidos comercialmente contém leite ou creme pasteurizado, ou os produtos foram produzidos de maneira a eliminar as possíveis bactérias danosas presentes. Mas leite não pasteurizado e seus derivados por vezes são vendidos e podem representar perigo à saúde. Para evitar ficar doente pelo consumo de bactérias prejudiciais encontradas no leite cru, deve-se escolher o leite e seus derivados cuidadosamente. Considere estas advertências:

Quando em dúvida, pergunte!


Tome alguns momentos para se certificar de que o leite é pasteurizado – ou que o produto não foi feito com leite cru – e proteger assim as pessoas queridas de doenças sérias.
• Leia o rótulo. Leite seguro tem a palavra “pasteurizado” no rótulo. Se a palavra “pasteurizado” não aparecer no rótulo do produto, pode conter leite cru.

• Não hesite em perguntar ao comerciante se o leite ou creme foi pasteurizado, especialmente leite e derivados vendidos em refrigeradores na mercearia ou supermercados.

• Não compre leite e derivados na frente de fazendas ou mercados de produtos artesanais a menos que possa confirmar que foi pasteurizado

 

 

Laboratório faz de veneno de abelha um botox natural

O produto, aprovado pela Anvisa, promete aumentar a produção de colágeno e melhorar a elasticidade da pele


 Shutterstock

Um laboratório de Tatuí, a 140 quilômetros de São Paulo, desenvolveu uma linha de cremes de beleza à base do veneno de abelhas produtoras de mel. O produto, aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e lançado comercialmente, funciona como um botox natural - a pele reage ao veneno aumentando a produção de colágeno e melhorando a elasticidade.

De acordo com o pesquisador e apicultor Ciro Protta, sócio proprietário do laboratório, o princípio ativo do cosmético, que também contém pólen e mel, é a melitina, um aminoácido presente no veneno da abelha. A substância "engana" a pele, transmitindo a sensação de uma picada de abelha e desencadeando uma reação ao veneno.

A circulação sanguínea melhora e as peles mortas são eliminadas, reduzindo as rugas. Protta pesquisa as abelhas há mais de 20 anos e já desenvolveu outros produtos à base de mel, própolis e veneno, lançados comercialmente. A obtenção do veneno sempre foi um problema: quando uma abelha ataca uma pessoa, ela perde o ferrão e acaba morrendo.

O pesquisador criou e patenteou um equipamento que permite a coleta do veneno sem matar as abelhas. Trata-se de uma haste metálica levemente energizada e colocada na entrada da colmeia. Quando a abelha pousa, leva um pequeno choque e reage com ferroadas, expelindo o veneno que escorre para um recipiente. Como não perde o ferrão, a abelha sai ilesa do ataque.

 

 GALINHA BOTA OVO QUATRO VEZES MAIOR QUE O NORMAL NA INGLATERRA.

 

Quando a pequena inglesa Harriet Whitaker foi verificar o galinheiro da fazenda onde mora, ela encontrou algo realmente extraordinário. Uma galinha chamada Popples, da raça rhode island red, tinha botado um ovo enorme – quatro vezes maior que o tamanho de um ovo normal.

 

Segundo informações do jornal Daily Mail desta terça-feira (28/2), o ovo encontrado pela estudante mede 12 centímetros de altura, 20 centímetros de circunferência e pesa quase 200 gramas, superando o tamanho e o peso médio de todos os ovos que as oito galinhas criadas pela família botaram nos últimos três anos. O peso médio de um ovo normal é de 50 a 60 gramas.

 

A menina de oito anos de idade disse que quando o encontrou, pensou que fosse um ovo de avestruz. “Pensei que um avestruz tivesse invadido o galinheiro durante a madrugada. Eu nunca vi um ovo desse tamanho antes”, conta. Harriet ficou tão animada que levou o ovo até mesmo para a escola, onde o exibiu para todos os amigos, que ficaram igualmente espantados.

 

 

Melhor aproveitamento de áreas plantadas com sisal adotando a técnica do consórcio

 

O sisal é uma cultura resistente a secas prolongadas e temperaturas elevadas típicas do semiárido. Por essas características, a Embrapa Algodão , em Campina Grande, na Paraíba,  recomenda o seu plantio consorciado com culturas alimentares como uma alternativa para o manejo e a conservação dos solos na agricultura familiar do Nordeste.

Segundo Waltemilton Cartaxo, supervisor da Área de Comunicação Empresarial e Negócios Tecnológicos (ACENT) da Embrapa Algodão, a ideia básica da produção integrada no sisal é o consorciamento com plantas forrageiras e culturas alimentares, como feijão e amendoim, para aumentar a sustentabilidade dos agricultores nos primeiros quatro anos em que o sisal ainda não alcançou a sua fase produtiva inicial. “A mamona também pode ser uma boa alternativa para se cultivar nas entrelinhas do sisal”, diz Cartaxo.

O cultivo do sisal, além de contribuir para a geração de renda para o agricultor familiar da região sisaleira do Nordeste, tem importância na conservação do solo, pois ajuda na redução da erosão. “ Um campo bem administrado de sisal pode produzir durante 50 anos, ou seja, as plantas vão completando o ciclo e os filhotes vão substituindo-o. O sisal tem um sistema radicular bastante amplo, que forma uma espécie de linha de 20 centímetros de raízes espalhadas ao longo das fileiras onde é cultivado. Quando termina um ciclo, essas raízes se decompõem, gerando uma boa quantidade de matéria orgânica , tão importantes para os solos do Nordeste”, explica Cartaxo.

A orientação é que o sisal seja plantado em curva de nível para ajudar a reter a água das chuvas, evitando que ela escorra levando os nutrientes do solo. “Enquanto se espera a cultura ficar pronta para a colheita, o agricultor pode aproveitar as entrelinhas de solo não utilizadas e plantar outras culturas para subsistência familiar como amendoim, gergelim, hortaliças, melancia, melão, algodão, além do feijão e do milho.

O plantio do sisal em consórcio vem sendo realizado, principalmente, nos estados da Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. A sua fibra é utilizada para confecção de corda, barbante, tapetes, sacos, bolsas, chapéus, vassouras, artesanato, celulose e também como componente de compósitos automobilístico. Parte da planta no pós-desfibramento também é aproveitada como mucilagem para alimentar o gado na forma de feno ou ensilagem.

 

 

Criação

 

Qual a diferença entre o jumento e o burro?


A diferença entre o jumento e o burro-mulo está do fato de que este é o resultado do cruzamento de um asinino com um eqüino:um jumento com égua ou um burro com uma mula.

Quando o filhote desse acasalamento é uma fêmea, ela é chamada de mula; quando nasce um macho, ele é chamado de burro. No Nordeste, para evitar confusão, optou-se por chamar de "burro-mulo". O burro-mulo é estéril.

Independente do sexo, esse animal é fisicamente mais parecido com a mãe, ou seja, uma égua, mas consegue herdar do jumento a força e a resistência.

Graças ao seu formidável equilíbrio, a mula (ou burro) consegue andar por caminhos íngremes nas montanhas, sendo muito útil como animal de carga.

Os burros e as mulas têm como característica principal a forte “personalidade”. São animais que exigem muita perseverança e um trabalho específico para serem domados.

Quanto a jumento, asno e jegue, esses são nomes regionais diferentes dados para exatamente o mesmo animal: Equus asinus, uma espécie de parente do cavalo. O jumento é famoso por sua grande resistência e pode ser encontrado em praticamente todo o planeta, exceto nas regiões mais frias.

Desde o início das civilizações, ele vem sendo usado como animal de carga, sela e tração, sendo muito útil para trabalhos pesados no campo. Em média, tem 1,30 metro de altura e chega a pesar 400 quilos.

 

 

Por que peixe tem cheiro de peixe?

 

Não tem, necessariamente. O que reconhecemos como "cheiro de peixe" são odores relacionados aos produtos ou compostos resultantes da decomposição.

O peixe recém-pescado possui odor suave e agradável, algo que lembra algas marinhas. À medida que a deterioração aumenta, o cheiro se torna bem característico e insuportável.

Entre o peixe mais fresco e um totalmente podre, existem graus de decomposição toleráveis para alguns paladares. A deterioração produz uma série de substâncias que cheiram mal - cadaverina, putrescina, gás sulfídrico (cheiro de ovo podre), dimetil-sulfeto e metilmercaptana (ambos com cheiro de água de repolho). Outros compostos encontrados no pescado são o óxido de trimetilamina, conhecido como OTMA e a uréia.

Ovelhas sertanejas na alta costura

A ovelha deslanada do nordeste brasileiro, de couro macio, maleável e bastante resistente têm servido aos estilistas da alta costura européia para a confeção de vestidos, bosas, sapatos, casacos e calças. É tão macia que assegura arremates perfeitos e design bastante criativos. As raças de ovelhas cujo couro é tão valorizado é a Santa Inês, Carriri e Morada Nova. Em 1872, as matrizes que iriam constituir o rebanho do sertão, desembarcaram nos portos brasileiros vindas de Portugal.

Sexo dos suínos

Pode-se reconhecer o sexo de um suíno pela couro, o porco tem tufos de dois pêlos enquanto a porca apenas um.

Pinto-guiné

O pinto-guiné é o resultado do cruzamento de uma galinha com um guiné (galinha-d'angola). Não parece com nenhum dos pais, é estéril e muito valente.

Como saber a idade dos animais?

Sabe-se a idade de um eqüino, caprino, bovino ou ouvino pelos dentes. Um cavalo velho tem uma má dentição, dentes ausentes e cariados. Quanto pior for a dentição do animal, mais velho ele será. Nos bovinos, além do estado dos dentes, deve-se observar os sulcos anelares dos chifres, pois quanto mais sulcos mais velho o animal será.

Como saber se um ovo está fresco?

 

Para ser considerado fresco, um ovo tem que sido botado há um ou dois dias no máximo, mas isso não significa que um ovo um pouco mais velho seja impróprio para o consumo - ovos podem durar até um mês na geladeira.

Conforme passa o tempo, a água existente na clara vai evaporando (afinal, a casca é porosa) e uma quantidade maior de ar vai se acumulando na bolsa existente entre a clara e a casca. Quanto mais velho o ovo, mais ar na bolsa. Por isso, o teste mais comum é colocar o ovo em um copo d'água. Se boiar, é certeza de que passou do ponto. O ovo muito fresco fica no fundo do copo em posição horizontal. Se ficar de pé, mesmo que seja no fundo, significa que já se passaram uns quatro ou cinco dias desde a postura.

 

Como os passarinhos conseguem sair do ovo?

Eles nascem com um dentinho especial para quebrar o ovo. Feito o serviço, eles perdem esse dentinho. A operação demora dois dias.

Limpeza de ovos requer cuidados

Se o ovo destinado ao consumo não apresentar sujeiras visíveis, não precisa passar por nenhum processo de limpeza pois, durante a lavagem, pode-se danificá-lo e remover a membrana que recobre a casca, reduzindo pela metade o período de tempo que o ovo permanece fresco.

Caso haja sujeiras visíveis no ovo, é preciso lavar com água corrente para evitar a contaminação dos outros ovos. Podem ser utilizadas buchas e sabão de soda, desde que este seja completamente retirado com água corrente no final da operação. Depois de lavados, os ovos são enxugados.

No caso de ovos destinados à reprodução, a limpeza é mais complexa e difícil de ser feita de forma caseira, já quew demanda equipamentos sofisticados. Se o ovo for chocado pela própria galinha, o importante é manter limpo o ninho.

Guinés alcoólatras

Guiné é uma ave similar a uma galinha muito comum em toda a região. Mas, mesmo as criadas em cativeiro, são muito ariscas e de difícil captura. Comumente costuma-se abater estas aves a tiros, mas há uma alternativa menos drástica. Para isso, deve-se embeber em cachaça o milho dado como ração aos guinés. Depois de algum tempo, os guinés bêbados não oferecerão muita resistência.

As galinhas têm cio?

Não. As galinhas não sofrem alterações comportamentais nem têm manifestações externas de seu aparelho reprodutor, características próprias do cio. Nem mesmo as galinhas encontradas na natureza, que têm uma época certa para acasalar, apresentam essas alterações típicas.

O termo cio, conhecido popularmente como o período em que as fêmeas estão prontas para se reproduzir, não é usado pelos cientistas para aves. Já as galinhas de granja contam com um ciclo reprodutivo bem diferente. Geralmente a vida útil de uma ave industrial é de 64 a 80 semanas e durante todo esse período as fêmeas aceitam a corte dos machos.

Na época reprodutiva as galinhas colocam um ovo a cada 24 horas aproximadamente. Nas granjas destinadas à produção de ovos comerciais, estes não são galados - ou seja, a galinha não teve contato com o galo antes da postura e os ovos são inférteis. Já nas granjas de reprodução, as fêmeas são colocadas junto com os machos para que ocorra o cruzamento e os ovos sejam fertilizados.

Por que o galo bica a cabeça da galinha durante a cópula?

É tudo uma questão de equilíbrio. Quando o galo sobre em cima de uma galinha para fecundá-la, ele posiciona suas patas sobre as asas entreabertas da fêmea. Para se equilibrar melhor e completar o acasalamento, ele precisa de um terceiro ponto de apoio para não cair. É mais ou menos como tentar subir em uma escada sem usar as mãos. Como o galo realmente não tem braços e mãos, a saída é usar o bico para se segurar nas penas da cabeça da pobre companheira.

As bicadas não costumam machucar a galinha, a não ser nos casos em que o macho é extremamente agressivo. Depois de algumas semanas de vida sexual ativa, no entanto, algumas galinhas podem rejeitar a "paquera" de um pretendente por ter a cabeça levemente machucada. Quando isso ocorre, o galo acaba se impondo pela força.

Mandioca para galinha

A raiz da mandioca é excelente fonte energética e pode substituir o milho na alimentação de aves, desde que observados alguns cuidados. A folha de mandioca também pode ser usada como fonte protéica e para melhorar a coloração da pele das aves. Tanto a raiz como as folhas devem ser trituradas e secas à sombra durante três dias. A secagem permite a volatilização e a eliminação do ácido cianídrico.

Existem limitações nas quantidades administradas. Em aves de até 28 dias, pode-se utilizar mandioca triturada (inclusive a casca) na proporção de até 20% da ração. Para recria e engorda, o limite é de 50% para a raiz e 5% para as folhas. Em todos os casos, complementa-se com milho, sorgo, farelo e soja ou soja integral tostada, além dos suplementos minerais e vitamínico com aminoácidos. ‘ze importante adicionar 200 gramas de metionina a cada 100 quilos de ração.

Nas codornas o sexo é difícil de distinguir

 

Não é fácil distinguir o sexo das codornas. Em geral, os machos têm a cabeça e o peito escuros, enquanto que as fêmeas têm o peito carijó, com penas salpicadas de preto e branco. As aves estão prontas para o acasalamento por volta dos 50 dias de idade. Recomenda-se colocar numa gaiola um macho e duas fêmeas. Os ovos férteis não devem ser colocados com as galinhas. É recomendável o uso de incubadeira artificial. A incubação dura 16 ou 17 dias.

 

 

Só pela genética se sabe o sexo dos galos-de-campina

O galo-de-campina (Paroaria dominicana), típica do nordeste brasileiro, é a versão sem topete de outro pássaro comum no sudeste e sul do Brasil e chamado de cardeal (Paroaria coronata), ambos com a plumagem vermelha na região da cabeça.

Ao contrário de muitos pássaros da fauna silvestre que possuem demorfismo sexual marcadamente, no caso do galo-de-campina, é muito difícil distinguir o macho da fêmea pelas suas características físicas. Só um exame de sangue para análise cromossômica pode definir com exatidão o sexo dessas aves. Em cativeiro, pode-se saber seu sexo, já que somente o macho canta. Essas aves são facilmente criadas em cativeiro, mas lembre-se que animais silvestres precisam de autorização do IBAMA para serem criados.

 

Quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha?

 

Todo mundo sabe que os répteis já botavam ovos muito antes de existirem pássaros. Mesmo assim essa questão continua extremamente polêmica.

Segundo a lei da evolução das espécies, formulada por Darwin, todos os organismos se originam de outros mais primitivos por meio de mutações genéticas. Apoiado nessa teoria, Décio Altimari, geneticista da Santa Casa de São Paulo, afirma "A galinha, tal como a conhecemos, teve de surgir antes que pudesse pôr o primeiro ovo. Ela deriva de um animal menos evoluído, provavelmente também uma ave. Somente depois de se desenvolver é que um organismo pode se reproduzir".

Já Francisco Mauro Fauzano, geneticista do Instituto de Biociências da UFRS, acredita na hipótese contrária, porque a galinha não teria como botar seu primeiro ovo sem ter nascido de um. "Os ancestrais da galinha sofreram mutações a partir de mutações genéticas. Essas mutações alteraram as células germinativas, daí tais ancestrais botaram ovos que deram origem a um novo ser: a galinha", diz ele.

Gestação e incubação

A seguir o tempo de gestação e incubação de alguns animais existentes na nossa fauna. Na gestação os animais crescem dentro da barriga da mãe. Na incubação, eles crescem dentro de ovos.

Gestação
Burro 330 dias
Cabra 151 dias
Cachorro 63 dias
Cavalo 330 dias
Gato 63 dias
Porco 112 dias
Raposa 52 dias
Rato 19 dias
Vaca 284 dias
Veado 201 dias

 

Incubação
Galinha 22 dias
Pato 28 dias
Peru 26 dias

 

Bichos na balança
Beija-flor 10 gramas
Pardal 50 gramas
Gato 6 quilos
Raposa 6,5 quilos
Cavalo 450 quilos
Rato 450 gramas
Vaca 800 quilos
Veado 180 quilos

Mulas

A mula é o resultado do cruzamento entre um burro e uma égua.

Quanto vivem alguns animais

Os dados abaixo são o tempo médio de vida de algumas espécies de animais encontrados em Sertânia e região.

tempo de vida
Cachorro 12 anos
Carneiro 10 a 15 anos
Cavalo 30 anos
Coruja 24 anos
Galinha 7 anos
Gato 13 a 17 anos
Porco 10 anos
Rato 2 a 3 anos
Vaca 15 anos
Veado 10 anos
Burro 12 anos
 
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Vaquejada em Sertânia

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