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Veja ! Floresta de Eucalipto, Viagem com Pets, Galinhas em Produção, Culinaria Bodistica, Curiosidades, Aleitamento Artificial e Abelhas ajudam a combater Cáries... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 24 de Fevereiro de 2015 08:36

Floresta de eucalipto promove recuperação do meio ambiente e mais renda para o produtor

 

O eucalipto vêm desempenhando uma importante função de floresta de substituição, para a produção sustentada de madeira para múltiplas finalidades, reduzindo significativamente a pressão de consumo sobre as florestas naturais de todo o mundo. O Brasil conta com aproximadamente 523,70 milhões de hectares de florestas, sendo 517,09 milhões de hectares de florestas naturais, representando seus distintos biomas , os dados são do Anuário Estatístico da ABRAF.

O setor de florestas plantadas vem desempenhando importante papel no cenário socioeconômico do País, contribuindo com a produção de bens e serviços, agregação de valor aos produtos florestais e para a geração de empregos, divisas, tributos e rendas, segundo análise dos pesquisadores da Embrapa Floresta.

Uma ou mais espécies de eucalipto são cultivadas em aproximadamente 100 países tropicais e subtropicais, mas são poucas aquelas plantadas comercialmente. Provavelmente, não mais de 20 espécies e algumas outras poucas resultantes da hibridação interespecífica vêm sendo utilizadas, em escala comercial, nesses países.

No Brasil e no mundo, espécies de eucalipto têm sido preferencialmente utilizadas devido ao seu rápido crescimento, capacidade de adaptação às diversas regiões ecológicas e pelo potencial econômico de utilização diversificada de sua madeira. Em 2009, o Brasil passou para a sétima posição mundial, em produção de madeira plantada, alcançando 6,78 milhões de hectares de florestas plantadas principalmente com espécies de eucalipto (66,58 %), pínus (26,46 %) e outras espécies (6,96 %) , mais uma vez, com base nos dados do Anuário Estatístico de ABRAF. 

O plantio do eucalipto, presente em mais de 450 municípios, está em franca expansão na maioria dos estados brasileiros com tradição na silvicultura deste gênero ou em estados considerados como novas fronteiras da silvicultura, com crescimento médio anual de 7,1% no período de 2004 a 2009 (ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA ABRAF, 2010). O aumento da área plantada com eucalipto no Brasil tem sido resultante de seu rápido crescimento em ciclo de curta rotação, alta produtividade florestal decorrente da tecnologia de ponta aplicada à produção e novos investimentos das empresas que utilizam a sua madeira como matéria-prima nos processos industriais.

 

 

Viagem de férias com pets requer cuidados obrigatórios   
 
 

Bichinhos(animais) de estimação

 

O mês de julho que já se aproxima é sinônimo de férias para muitos brasileiros e os bichinhos de estimação seguem como companheiros de seus donos em passeios pelo país e também para o exterior. Entretanto, paratransportar um animal doméstico é necessário estar atento a vários cuidados.

Em 2010, cerca de 13,2 mil cães e gatos passaram pelos três principais aeroportos do Brasil (Guarulhos, em SP, Galeão, no RJ, e Juscelino Kubitschek, no DF). Fiscais do Ministério da Agricultura são responsáveis por esse trânsito dos animais e dizem que certoscuidados são essenciais para evitar disseminação de doenças nos bichinhos ou a transmissão para humanos.

Confira algumas dicas para não correr o risco de ficar sem o se pet ou sem a viagem:

1 – Para viagens nacionais: para cães e gatos, leve carteira de vacinação do animal contra a raiva e atestado de saúde, emitido pelo veterinário. Para outras espécies como aves, coelhos, furões ou iguanas, é exigida a Guia de Trânsito Animal (GTA), expedida por veterinário habilitado pelo Ministério da Agricultura ou emitida pelo órgão executor da defesa sanitária nas unidades da federação. Este guia contém informações sobre a origem e destino do animal e outras informações como a exigência de vacina para algumas espécies.

2 – Para viagens internacionais as regras são mais rígidas: para sair do Brasil, o animal precisa ter oCertificado Zoossanitário Internacional (CZI), expedido por um fiscal federal agropecuário, com formação em medicina veterinária e pertencente ao Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), do Ministério da Agricultura, em 106 postos localizados em aeroportos, portos e em postos de fronteira. O documento é gratuito e fica pronto na hora, mas recomenda-se não deixar para solicitá-lo no dia da viagem, o ideal é fazê-lo no dia anterior, pois se a demanda estiver grande, pode demorar até 48 horas para ser liberado.

3 – Sem a documentação necessária, o animal está sujeito a apreensão e deportação ou sacrifíciopelas autoridades sanitárias do destino. Rações e qualquer tipo de alimentação não podem ser transportados de um país para o outro, nem fechadas nem abertas, pois oferecem riscos sanitários à agropecuária local.

4 – Ao organizar sua viagem, é importante buscar o consulado ou embaixada do país de origem para ver as regras do país, pois cada local tem regras específicas. Alguns países que são considerados livres deraiva não aceitam animais do Brasil ou exigem que seja feita uma longa quarentena. A Austrália, por exemplo, não aceita cães e gatos oriundos do Brasil. Outros proíbem algumas raças, como a China, que não aceita cães das raças pit bull terrier ou fila brasileiro. Já no Reino Unido, o animal deve ficar em quarentena antes de ser liberado.

5 – No caso de espécies silvestres, é necessária autorização do Ibama para o trânsito, a consulta pode ser feita no site www.ibama.gov.br.

 

PRODUZINDO GALINHAS

 



A galinha bota um ovo por dia, atingindo a média de 13 a 15 ovos em todo o período de postura. Mas há exemplares que chegam a colocar até 20 ovos no total. A diferença na quantidade produzida vai depender da genética de cada ave. Após botar todos os ovos, a galinha se coloca sobre eles e inicia o choco - fase de incubação realizada pela própria ave no intervalo da parada de produção. Essa etapa demora 21 dias, quando então ocorre o nascimento dos pintinhos.

Durante a época do choco, a galinha deve contar com alimento e água fresca perto do ninho, pois muitas vezes ela não sai de cima dos ovos nem para comer. Nesse período, a alimentação mais adequada para a ave é o milho. Forneça os grãos à vontade e acompanhe a frequência das refeições, para se assegurar de que a galinha está sendo bem alimentada.
Enquanto a galinha choca os ovos, é comum o surgimento de piolhos, parasitas que se desenvolvem em ambientes quentes. Como se alimenta de sangue, a praga pode provocar anemia na ave. 

Se não for realizado um tratamento correto, a presença dos piolhos pode levar o animal e sua ninhada à morte.Após um dia do nascimento, quando já estão secos, os pintinhos saem do ninho acompanhados pela mãe. A partir daí, eles já podem comer ração inicial para pintos de um dia, alimento específico para filhotes de galinha, que pode ser encontrado em lojas de produtos agropecuários. Disponibilize a refeição em comedouros baixos, para que as avezinhas alcancem a comida com facilidade. 

A mãe também pode aproveitar a mesma ração para se alimentar. Ofereça ainda água fresca para beber.Existem galinhas de raça pura que não são consideradas boas mães, dificilmente chocando seus próprios ovos. Nesse caso, uma alternativa é recorrer a outra ave que esteja no mesmo período de choco para desempenhar a função de ama. Outra opção é utilizar uma chocadeira. É importante saber que, antes de os ovos serem transferidos para o novo local onde serão chocados, eles podem ser armazenados por um prazo de sete a 10 dias.


Período de Choco:

A capacidade de uma chocadeira é indicada para a quantidade de ovos de galinha - se é para 60 ovos, ela tem possibilidade de acomodar 40 ovos de gansa, por exemplo. O investimento não é baixo, mas o aparelho é recomendado para o criador que não pretende esperar a disponibilidade de outra ave em choco para servir de ama para a incubação.

Após o nascimento dos pintinhos em chocadeiras, eles devem ser colocados em outro equipamento com aquecimento, chamado de criadeira. Como nascem molhados, os filhotes devem estar secos antes de serem levados para o aparelho, que também é elétrico ou a gás. Nele deve haver ração inicial para pintos de um dia, pois as aves recém-nascidas não se alimentam nas primeiras 24 horas de vida, período que ainda estão digerindo a gema.

As criadeiras são ainda usadas se o produtor quiser "dobrar o choco" - jargão adotado pelos criadores quando a intenção é liberar a galinha para incubar novos ovos - ou evitar que filhotes chocados por amas sejam agredidos. Há casos em que galinhas que chocam ovos de gansas não aceitam as aves ao nascerem, passando a bicá-las na cabeça, o que pode até matá-las.

 

 

Cabrito a Padeiro


Ingredientes:

- 1,5 kg a 2 kg de cabrito

  cortado em pedaços

- 5 dentes de alho

- 1 colher de chá de colorau

- 2 folhas de louro

- 50 ml de vinho branco

- 100 g de banha

- 1 kg de batatas pequeninas com pele

- 100 ml de azeite

- sal e pimenta a gosto

 

 

 

Preparação:

- Colocar o cabrito num recipiente grande, juntar os alhos picados, o louro, o colorau, o vinho branco, o sal e a pimenta e deixar  marinar 24 horas.

- Na hora de ir ao forno, colocar a carne num tabuleiro fundo, juntar as batatas lavadas, a marinada, o azeite e a banha e levar para assar cerca de 1h 30min. Servir quente. Acompanhar com uma salada, laranja, ou ananás em rodelas.

 

 

 VARIEDADES 

Você sabia...?

 

cabra.jpg

...que, durante a lactação, a fêmea caprina ou ovina precisa de 25%, ou mesmo 50% a mais de água? Se não estiver amamentando, a necessidade cai, imediatamente, para o normal, que é entre 2 a 5 litros/dia.

... que um caprino ou ovino adulto defeca de 8 a 10 vezes por dia?

... que os caprinos podem distinguir, pelos lábios, sensações adstringentes, dolorosas e mudanças súbitas de temperaturas?

Provérbio

- Nós geralmente descobrimos o que fazer percebendo aquilo que não devemos fazer.

- Quem fica com a viúva, fica com os filhos. (Provérbio árabe)

- No fim do jogo, o rei e o peão voltam para a mesma caixa. (Anônimo)

- Tu és o que te habituaste a ser. (Provérbio árabe)

- O diabo coloca a mulher sob o homem para ter o homem sob o seu jugo. (Provérbio corsa)

Frase

- Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha. (Confúcio)

- Quem sabe, muitas vezes não diz. E quem diz muitas vezes não sabe. (Fernando Pessoa)

- Não é a nossa condição social, mas a qualidade da nossa alma que nos torna felizes. (Voltaire)

- Teoria é quando se sabe tudo e nada funciona. Prática é quando tudo funciona e ninguém sabe o por quê. Dureza é conjugar teoria e prática: nada funciona e ninguém sabe o porquê. (Popular)

Ditado

- Cavalo de cachaceiro conhece o caminho da bodega.

- Goiabada sem queijo é como abraço sem beijo.

- Ovelha não é pra mato.

- Diga-me com quem vais, que lhe direi o que farás.

- Cuidado com homem que não fala e com cachorro que não late.

- O verdadeiro amigo é aquele que aparece quando o resto do mundo desaparece.

Ditado esquisito

- Esse negócio de chifres não existe. Foi coisa que botaram na sua cabeça.

- Cachorro que foi picado por cobra corre até de barbante.

- Chato é estar mais por fora do que dedão de franciscano.

- Malandro é cavalo marinho que se finge de peixe pra não puxar carroça.

- Quem não tem cão, não compra ração.

 

 

Aleitamento Artificial de Bezerras   
 
 

BOVINOCULTURA O FUTURA ESTA NOS BEZERROS

 


O fornecimento de leite para bezerras em aleitamento artificial, visando a desmama precoce, pode ser realizado com baldes, prática usada desde os primórdios da implementação da atividade (foto 1, década de 1940, na Inglaterra), até os dias atuais, para possibilitar economia no processo de criação de novilhas. Por instinto, o bezerro recém nascido estica o pescoço e levanta a cabeça para mamar (foto 2) mas, para receber leite no balde, há necessidade de ensiná-lo a sugar com a cabeça para baixo como visualizado na foto histórica.
uso de balde no aleitamento de recém nascidos requer treinamento do animal por uma pessoa pacienciosa, que ensina o bezerro a sugar lentamente o leite. Para tanto, o bezerro é induzido a sugar o dedo, e então a mão é introduzida no balde e quando houver a sucção o dedo é lentamente retirado. O aprendizado pode ser curto ou longo, dependendo do animal. Quando bem conduzido, o método traz bons resultados, e uma das vantagens refere-se ao fato de que a limpeza do recipiente é mais fácil de ser executada.

Bicos colocados em baldes ou em mamadeiras podem ser utilizados para aleitamento artificial por facilitar a tarefa de fornecimento de leite, eliminando o tempo dedicado ao treinamento do bezerro, que às vezes pode ser longo e exigir a contenção do animal entre as pernas ou em um canto da baia. Entretanto, exigirão cuidados maiores com limpeza dos recipientes. Apresentam a vantagem de possibilitar ao bezerro exercer um ato reflexo com o pescoço e a cabeça na posição natural, como pode ser visto nas fotos 3 e 4. 
  
Outra utilização de bicos diz respeito à possibilidade de contar com recipientes para aleitamento de bezerros em baias coletivas, onde grande número de animais a serem alimentados torna a atividade difícil de ser executada por causa de escassez e custo elevado da mão de obra. Nessas condições um volume de leite adequado é oferecido, e parte-se da premissa de que todos receberão a mesma quantidade. As fotos 5 e 6 mostram exemplos de aleitadores para vários animais.

Quando se usa recipiente com bico, algumas vezes corta-se a ponta ou faz-se a ampliação do orifício, visando acelerar o processo de fornecimento de leite. Essa atitude poderá provocar problemas sérios pois, se o leite ingerido com sofreguidão entrar pela traquéia, pode resultar em infecção pulmonar séria e grande mortalidade. Este problema foi detectado em várias fazendas brasileiras, por falta de orientação dos tratadores.

É importante que o orifício do bico imponha alguma resistência (como o esfíncter da teta), pois o bezerro geralmente executa de 80 a 120 sucções por minuto e consegue criar uma pressão diferencial no canal da teta de cerca de 535 mmHg, o que possibilita um fluxo mais rápido de leite que as ordenhadeiras. Assim, o aumento no volume sugado pela ampliação do orifício do bico, além de reduzir o tempo de sucção, também poderá causar dificuldades na tarefa de criar bem as bezerras.
 
 
 

Um grupo de cientistas mexicanos usa própolis, uma substância produzida pelas abelhas, para combater as cáries.

 

Um grupo de cientistas mexicanos usa própolis, uma substância produzida pelas abelhas, para combater as cáries. A equipe estuda também se a substância tem propriedades que auxiliam no combate à hipertensão, informou a Unam (Universidade Nacional Autônoma do México).

O própolis é um composto de cera elaborado pelas abelhas para tapar fissuras em suas colmeias à base de compostos aromáticos, ceras, flavonoides, terpenoides, álcoois e pólen. A estrutura química dessa substância varia de acordo com fatores como a estação do ano, a floração e a região onde os insetos fazem suas coletas, explica a universidade.

José Fausto Rivero Cruz, da Faculdade de Química, e os médicos veterinários zootecnistas Ángel López Ramírez e Adriana Correa Benítez são os responsáveis pela pesquisa, cujo objetivo é fomentar o uso e o aproveitamento de um “recurso desperdiçado” no México.

Os estudiosos da Unam estimam que no México são aproveitadas apenas 6 toneladas anuais de própolis, apesar de o país ser considerado o sexto produtor de mel no mundo. O própolis é utilizado com mais frequência na prevenção e no tratamento da tosse, embora sua ação terapêutica seja variada e sirva também para tratar cicatrizes, inflamações, alergias, viroses e dores.

Os cientistas comprovaram os efeitos dessa substância sobre os microorganismos que causam as cáries - Porphyromonas gingivalis e Streptococcus mutans - e já conseguiram isolar alguns compostos que servem para combatê-las.

Alguns compostos atuam sobre as enzimas glicosiltransferases do Streptococcus mutans, responsáveis pelo aumento na produção da placa bacteriana, e outros inibiram o crescimento das bactérias em diferentes focos.

HIPERTENSÃO

O estudo dos benefícios do própolis no combate à hipertensão, por outro lado, marcha mais devagar.

Com apoio do governo da capital mexicana, os pesquisadores desenvolvem um projeto para determinar o efeito cardiovascular dos compostos de própolis, já que “em outros países são empregados para doenças de circulação, cardíacas e de hipertensão”, disse.

Para isso, os especialistas vão ter que separar os compostos com procedimentos químicos e avaliar a reação biológica. Depois, em colaboração com a Universidade Autônoma de Querétaro, farão testes com a aorta isolada de ratos. Posteriormente, algumas cobaias vão tomar a substância por via oral.

As duas pesquisas serão realizadas com 15 tipos de própolis, concedidos por produtores do Centro Ecológico Acuexcómatl, e por apicultores das zonas rurais de Topilejo em Tlalpan, Xochimilco e Milpa Alta, na Cidade do México.

 
Veja ! Alimento Natural para Pets, Cão com Próteses, Banho a Vapor, Compostagem de Dejetos, Irrigação, Fruta Engorda?, Caixinha de Vitaminas, Fruto ou Fruta, Valor Nutritivo das Plantas, Secagem de Vacas, Criando Galinhas, Chip em Vacas e Cacatua... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 21 de Fevereiro de 2015 09:01

Alimento Natural em Alta para os Pets

 


Em vez de encher a tigela de seu animal de estimação com ração, coloque beterraba, arroz, cenoura, chuchu, aveia, algas marinhas, frango cozido…
Pode soar estranho, mas há vários indícios de que a mistura faz um bem danado à saúde do seu pet. Tendência no exterior, a onda de alimentação natureba canina e felina também vem crescendo a passos largos por aqui. Não se trata de uma dieta vegetariana. O que vale é servir alimentos frescos, repletos de nutrientes, que ajudam no processo de digestão.
“A maioria das rações vendidas hoje é fabricada com matérias-primas de má qualidade, com base de milho, farinha e soja”. Aberta em dezembro de 2010, a maior rede de alimentos do segmento saudável tem até uma espécie de restaurante canino no Rio de Janeiro, em Copacabana, onde eles servem suas “quentinhas” na hora. No ano passado, suas receitas congeladas nos sabores carne, frango e cordeiro para quinze lojas. Hoje, só em São Paulo conta com cerca de cinquenta pontos de venda.
É claro que ser adepto da prática pode pesar mais no bolso. Tudo depende de que tipo de produtos comprar e onde e quanto come seu animal – ler bastante sobre o assunto e pesquisar lojas e supermercados bacanas pode ajudar na empreitada. Se estiver cogitando entrar na onda, reserve espaço no seu freezer para congelar os itens e tente fazer uma transição vagarosa entre a ração e os novos ingredientes. O pessoal da cachorro verde pode ajudar na missão: além de ter um site repleto de informações, ministra cursos esporádicos sobre o assunto e presta consultoria veterinária em domicílio.

Cão que teve membros cortados volta a andar com patas artifícios




Pay de Limón teve membros decepados por gangue de criminosos.
Ele foi levado para abrigo, onde ganhou próteses.


Um cão no México que teve suas patas dianteiras cortadas por uma gangue de criminosos voltou a andar com o auxílio de pernas artificiais.

O cachorro Pay de Limón (Torta de Limão) havia sido jogado dentro de uma lata de lixo, na cidade de Fresnillo.

Mas, por sorte, ele foi encontrado e foi levado para o abrigo Milagros Caninos, onde está se recuperando e se adaptando às próteses.

O uso dos membros artificiais foi feito de forma gradual. Atualmente, o animal as está utilizando por períodos mais longos.

As patas artificiais custaram o equivalente a mais de R$ 12 mil e foram obtidas por meio de doações coletada pelo abrigo canino.
 

Banho de Vapor com Plantas

 

Continuando o assunto sobre aromaterapia, uma importante forma de sua utilização é através dos banhos de vapor com plantas. O vapor de água é um dos mucolíticos conhecidos mais eficientes. a inalação do vapor de água, à qual se podem juntar algumas gotas de essência para reforçar o efeito, combinando os efeitos terapêuticos da água com os da planta medicinal utilizada.
Aplicam-se os banhos de vapor com plantas na cabeça, no tórax ou até mesmo no corpo todo.  São indicadas no tratamento das sinutites, faringites, laringite, traqueíte, catarros e bronquites. Também são indicados contra a otite. Essas plantas facilitam a eliminação do muco, germes e restos celulares depositados nas mucosas respiratórias, com o que se acelera o processo de regeneração e cura.

Conheça algumas técnicas de banhos de vapor com plantas:

  1. Coloca-se uma panela de água fervente com as plantas ou essências a utilizar, em cima de um banco. A panela deve estar tapada. Em vez de plantas, podem-se acrescentar à água 2 ou 3 gotas de algum óleo essencial.
  2. O doente se senta em uma cadeira e se cobre com uma toalha grande ou com um lençol, de forma que não escape o vapor. Destapa-se a panelaprogressivamente para deixar sair o vapor.
  3. A aplicação dura de 10 a 15 minutos, até que pare de sair vapor. Convém terminar o banho com uma fricção de água fria ou álcool sobre a zona que esteve exposta ao vapor.

Um kit básico para utilização na aromaterapia:

- Antivirótico, anti-séptico, descongestionante: Eucalipto
- Calmante, anti-séptico: Alfazema
- Digestivo, refrescante, estimulante: Hortelã
- Calmante, suavizante, afrodisíaco: Salvia
- Estimulante, refrescante, anti-séptico: Limão
- Antidepressivo, relaxante, calmante: Petitgrain (folhas de citrus aurantium)
 
 

Aproveitamento dos dejetos suínos evita poluição ambiental e melhora qualidade do solo

 

A compostagem de dejetos suínos é uma das tecnologias que mais recebeu atenção nos últimos anos da Embrapa Suínos e Aves, em Concórdia, Santa Catarina. O principal resultado prático desse esforço de pesquisa foi o desenvolvimento de uma máquina que mistura os dejetos a um substrato sólido, como maravalha, serragem, palha ou cama de aviário. Como produto final, o sistema gera um composto orgânico que pode substituir o adubo químico. O equipamento foi gerado em conjunto pela Embrapa Suínos e Aves e a empresa  Bergamini, e deve ser lançado no mercado até final deste ano.

Segundo o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Paulo Armando de Oliveira, responsável pelo desenvolvimento da máquina, a compostagem é o principal caminho para viabilizar o aumento da produção em áreas que já concentram grande número de suínos. “Essa é uma questão atual e que interessa bastante às agroindústrias e produtores”, disse Oliveira.

Outra vantagem está na questão ambiental. “O sistema de compostagem minimiza significativamente os riscos de poluição ambiental, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa e de odores gerados”, explica o pesquisador.

Para implantar o sistema de compostagem mecanizado, o produtor precisa investir especialmente na edificação para as leiras e na máquina, mas o retorno é garantido. “O produto gerado é um adubo orgânico, que pode ser vendido”, explica o pesquisador. 

Para Paulo Armando, responsável pelo desenvolvimento da máquina, a compostagem é o principal caminho para viabilizar o aumento da produção em áreas que já concentram grande número de suínos. “Essa é uma questão atual e que interessa bastante às agroindústrias e produtores”, acredita.

 

Uso da irrigação promove um aumento na produção de alimentos

 

Irrigação de Pastagens

 A irrigação é considerada uma tecnologia importante para aumentar a produtividade agrícola de pequenas, médias ou grandes propriedades, especialmente para atender a demanda hídrica das culturas nos períodos críticos e de forte estiagem. Para o secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, o uso da irrigação é um dos itens mais importantes para a modernização e o aumento da produtividade da agricultura brasileira.

Segundo ele, o utilização dessa ferramenta permite o uso intensivo dos solos reduzindo a pressão por abertura de novas áreas, além de qualificar a lavoura. O objetivo é mostrar e conscientizar para a necessidade do uso dessa ferramenta para produzir. O crescimento das áreas irrigadas é apontado como um dos principais fatores que garantiram o suprimento de alimentos em décadas de explosão demográfica.

Dados mostram que o setor agropecuário é o maior consumidor de água em todo planeta, correspondendo a 70% da água doce existente, enquanto o uso doméstico responde por aproximadamente 10%, sendo o restante consumido pela indústria.  

 

 

FRUTA  ENGORDA?

 

crédito da imagem: http://pnepigreja.blogspot.com/2008/10/receita_20.html
É um dos tabus mais espalhados acerca da fruta e, em alguns casos, uma desculpa para não comê-la. O consumo abundante de fruta não só não engorda mas é também uma das melhores maneiras de perder peso.
É certo que a fruta contém açúcares, e que estes fornecem calorias. Apesar disso, com a mesma quantidade de calorias, comparada com outros alimentos, a fruta:

  • produz maior sensação de saciedade,
  • praticamente não contém gorduras
  • exerce um efeito diurético natural que contribui para a redução do peso
  • devido à sua riqueza em vitaminas do grupo B, os seus açúcares metabolizam-se facilmente e não se transformam em gordura, como acontece com os produtos de pastelaria refinada.
Por exemplo, uma maçã grande de uns 200 gramas fornece cerca de 120 kcal, as mesmas que um donut em compensação, sacia mais, não fornece gordura e engorda muito menos.

Inconveniente da Fruta
Embora seja o tipo de alimento mais saudável e com maior poder curativo dentre todos os que existem, algumas delas devem ser usadas com precaução nos seguintes casos:

Diarréias: certas frutas são laxantes e devem ser evitadas, como a uva, o melão ou a ameixa; no entanto, outras são adstringentes e podem ser usadas, como a maçã, o marmelo ou a nêspera.
Cáries: se houver propensão para sofrer de cárie, deve-se reduzir o consumo de cítricos e beber os seus sucos com um canudinho.
 

UMA CAIXINHA DE VITAMINAS

 

Originária da Ásia, as cerejas são frutos pequenos e arredondados que podem apresentar várias cores, sendo o vermelho o mais comum entre as variedades comestíveis. Também conhecida como amarena, é uma espécie do género Prunus, pertencendo ao subgênero Cerasus (cereja), nativo de grande parte da Europa e do sudoeste asiático. É um parente próximo da cereja Prunus avium, também conhecida como cereja-doce, mas o seu fruto é mais ácido, sendo útil principalmente para fins culinários.


cereja
Possui todos os nutrientes em pequena quantidades, exceto a vitamina B12. Contém vitaminas A, B, E, bem como os cálcio, fósforo, magnésio, ferro, sódio, potássio (o mais abundante), zinco e cobre.
Além disso, contém pequenas quantidade de componentes tais como:
- ácidos organicos - málico, succinio e cítrico - que atuam como estimulante das glândulas digestivas e depurador sanguineo;
- fibra vegetal, em maior parte formada por pectina, que lhe confere o efeito laxante e hipolipemiante (redução de colesterol);
- flavonóides que lhe conferem propriedades diuréticas, antioxidantes e anticancerígenas,
- ácido salicílico - ação antiinflamatória e antireumática.

A cereja é uma fruta que por seu efeito diurético e depurativo, assim como por sua escasses de sódio e gorduras, potencializa sua ação emagrecedora. Seu uso abundante, especialmente em forma de cura semanal, é recomendado em todo tipo de doença crônicas tais como artritismo, gota, reumatismo crônico, arteriosclerose, prisão de ventre crônica, intoxicação por uma dieta pesada, hepatopatias crônicas, insuficiência cardíaca, convalescença de processos infecciosos e doenças cancerosas.
 
 

FRUTO OU FRUTA?

 

O fruto forma-se a partir do ovário maduro da flor e as sementes dos seus frutos.

Entre toda a grande variedade de produtos alimentares que a natureza nos oferece, nenhum é tão agradável à vista e ao paladar, nem tão salutar como a fruta.

Fruto: conceito botânico onde a parte comestível do vegetal que se desenvolve e que contém em seu interior as sementes. O fruto forma-se a partir do ovário maduro da flor e as sementes dos seus frutos.

Fruta: conceito alimentar onde chama-se 'fruta' ao 'fruto' de uma planta, doce e suculento, que se costuma comer no seu estado natural e que proporciona sensações agradáveis aos cinco sentidos.

Embora tomates, pepinos e berinjelas sejam frutos do ponto de vista botânico, não se consideram frutas do ponto de vista alimentar, mas sim hortaliças. Esta classificação tradicional é um tanto arbitrária, pois os tomates, por exemplo, cumprem todos os critérios para serem considerados uma autêntica fruta.

 

O VALOR NUTRITIVO DAS PLANTAS

 

fruta é saúdeO que a fruta proporciona

água: constitui entre 80 e 93% da maioria das fruta-se de uma água não contaminada, que contém dissolvidas numerosas substancias biologicamente ativas.

açúcares: os mais abundantes são a glucose e a frutose, que passam diretamente para o sangue sem precisarem ser digeridos, proporcionando energia de maneira rápida. Algumas frutas como as laranjas, as maçãs, o melão e a melancia e a manga contém tambémsacarose.

amido: é muito escasso ou inexistente na maior parte das frutas. Isso porque com a maturação, o amido vai se transformando em açúcares simples (glucose e frutose). A banana é, de todas, a fruta mais rica em amido (1% a 2%).

fibra: na sua maior parte, do tipo solúvel (pectina e hemicelulose).

ácidos orgânicos como o cítrico, que potencializam a ação da vitamina C: são anti-sépticos e produzem alcalinização do sangue e do interior do organismo.

vitaminas: sobretudo a vitamina C e a provitamina A (betacaroteno), que são potentes antioxidantes.


minerais: especialmente potássio, magnésio, cálcio e ferro.

flavonóidesantocianinas e outros elementos fitoquímicos, que atuam como verdadeiros medicamentos evitando a arteriosclerose, fluidificando o sangue e prevenindo o câncer.

O que a fruta não contém
- colesterol
- purinas
- substâncias tóxicas

 

Vacas devem ser secadas dois meses antes da nova parição



A secagem de vacas é uma técnica simples usada para fazer com que o animal interrompa a lactação. O objetivo é proporcionar um descanso à vaca no fim da gestação para que o animal possa gerar uma cria saudável. Segundo os pesquisadores da Embrapa Gado de Leite, em Juiz de Fora, Minas Gerais, vacas que procriam dando leite, produzem bezerros fracos e não apresentam condições corporais durante o parto, o que pode ocasionar sérios problemas para a vaca e o bezerro e, consequentemente, gerar prejuízos para o produtor.

A secagem é recomendada até dois meses antes do parto. Mas os especialistas aconselham adotar o procedimento quando a produção de leite do animal fica muito baixa, tornando antieconômico manter o animal em lactação. Outra vantagem de efetuar a secagem é o fato de ela proporcionar maior produção de colostro, alimento fundamental para que o bezerro cresça de forma saudável.

A secagem é feita por meio do esgotamento do úbere. É importante que o produtor observe se há mamite antes de iniciar a secagem para evitar maiores complicações durante o processo, o que aumentaria o custo do tratamento. O veterinário Antônio Cândido Cerqueira Leite, responsável clínico pelo rebanho da Embrapa Gado de Leite recomenda que um veterinário seja consultado sobre a secagem da vaca no final da gestação.

 

Agricultor rural deve criar galinhas para melhorar a renda na pequena propriedade

 


Atualmente a carne de frango é a mais consumida no país, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Produtores de Pintos de Corte. De acordo com o estudo, só no ano passado, cada brasileiro consumiu 44 quilos e meio de carne de frango, o que equivale a mais ou menos cem gramas por dia. Segundo a Embrapa Suínos e Aves, a avicultura que viabilizou esse sucesso de consumo é a industrial. Foi ela que deu qualidade e preço acessível à carne de frango. O mercado brasileiro, no entanto,  também tem espaço para outros tipos de frango. É para essa fatia que a Embrapa Suínos e Aves tem apresentado o frango alternativo.

O especialista apto a falar sobre os cuidados na produção de frango alternativo de corte, é o técnico da Embrapa Suínos e Aves, Márcio Saatkamp. Ele explica que o frango alternativo é todo aquele produzido fora do processo de uma grande indústria, em sistemas menores de produção e que busca atingir nichos de mercado especiais.

Dentre as diversas denominações que este tipo de produção recebe incluem-se caipira,  orgânico, agroecológico e colonial. “Em função desses vários nomes, optamos por chamar tudo isso de frango alternativo”, esclarece Saatkamp.

Na visão da Embrapa, O sistema de produção alternativo de frangos de corte e galinhas de postura deve contribuir para a sustentabilidade da propriedade rural, nos aspectos ambientais, econômicos e sociais. A proposta do sistema de produção alternativa de carne e ovos é complementada pela utilização das linhagens coloniais de frangos de corte e galinhas de postura, desenvolvidas pela Embrapa Suínos e Aves.

A Poedeira Colonial Embrapa 051 oferece produção superior às aves coloniais rústicas. Ela atinge, em condições adequadas de manejo e biosseguridade, produção média de 280 a 300 ovos no período de vida útil compreendido entre 20 e 80 semanas de idade.

O Frango de Corte Colonial Embrapa 041, apresenta características coloniais, preservando todas as vantagens do frango de corte comercial, como biosseguridade na origem, controle sanitário na produção e qualidade de carne. O Frango Embrapa 041 alcança idade de abate aos 84 dias, com peso vivo médio de 2,7 kg, em condições normais de criação.

“No quesito de produção, temos material genético muito bem desenvolvido, com indíces zootécnicos muito bons. Porém, o produtor deve seguir orientações básicas sobre manejo, nutrição, saúde das aves e segurança do alimento”, destaca Saatkamp.

 

 

CHIP NAS VACAS

 

NÃO   FAZ  MUITO  TEMPO  QUE    OS  APARELHOS   DOMÉSTICOS ERAM   ELÉTRICOS .ENORMES  ,  PESADOS  ,  INTRANSPORTÁVEIS .

NÃO  HAVIA   TV .O  LUXO   ERA  UM  PESADÍSSIMO   RÁDIO   DE VÁVULAS  E  OLHO MÁGICO   .

APARECEU   O  TRANSISTOR  E  FOI  UMA   REVOLUÇÃO . OS  RÁDIOS TRANSFORMARAM-SE   EM  PEQUENOS   OBJETOS   ,FUNCIONAVAM A  PILHA  E  PODIAM    SER  OUVIDOS     AONDE  VOCÊ  DESEJASSE  .

O   TRANSISTOR  DESAPARECEU   TRAGADO  PELO    CHIP,   MENOR DO   QUE  UMA  UNHA   E   CONTENDO   FUNÇÕES   E  INFORMAÇÕES INIMAGINÁVEIS.TEM   CELULAR   COM  4  CHIPS ,MARCAPASSO  ,SE IMPLANTA  NO    CÉREBRO  PARA  FAZER    OS  CEGOS  ENXERGAREM.

AGORA  AS  VACAS  SÃO  CRIADAS   COM   CHIP  IMPLANTADOS   NAS  ORELHAS .ELES  FORNECEM  AO  PROPRIETÁRIO   TODA  INFORMAÇÃO   SOBRE  A  SAUDE  DA   VACA ,IDENTIFICA  AONDE  ELA  SE  ENCONTRA  ,SE  ESTÁ  GRÁVIDA ,  QUANDO   NASCE  O  BEZERRO  .   A   QUANTIDADE  DE  LEITE  NAS  TETAS  .O  MUNDO   MODERNO   E  A  VIDA  DAS  PESSOAS   DEPENDEM  HOJE  DOS  CHIPS .

 

 

Produtores e especialistas vão discutir as potencialidades agregadas à Pecuária de corte

 


Alimentos saudáveis, seguros e sustentáveis, são adjetivos que fazem a diferença para o consumidor e seus reflexos chegam a todos os atores de uma cadeia produtiva. Com a pecuária de corte a qualidade da carne, características nutricionais, origem, meio ambiente e sistema de produção são fatores decisivos. A Indicação Geográfica (IG) chega como um diferencial. Proporciona identidade própria ao produto e fornece componentes inconfundíveis que o distingue dos demais, perfeita para um consumidor exigente.

Para valorizar essa necessidade, a Embrapa realizará o I Seminário sobre Potencialidades de Agregação de valor na Cadeia Produtiva de Pecuária de corte no Mato Grosso do Sul. O encontro começou ontem e termina hoje, dia 27 de novembro, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

Para Guilherme Cunha Malafaia, coordenador do evento, atualmente, “a pecuária de corte é caracterizada como produtora de commodities, mas possui grande potencial de mercado para atuar em mercados premium que valorizam produtos diferenciados. Os produtos tradicionais típicos e/ou diferenciados, embasados no tripé sustentabilidade, qualidade e valorização de território, começam a despertar elevado interesse como alternativa à produção convencional de carne, podendo tornar-se um recurso importante na diversificação desses sistemas produtivos”.

 

 

Mais vitamina nas folhas da alface pode prevenir doenças nos bebês

 

 

O Brasil é o quarto país do mundo com maior prevalência de nascimentos de bebês com anencefalia, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Apesar de a causa da anencefalia ainda não estar completamente definida - provavelmente é desencadeada por uma combinação de fatores genéticos e ambientais - já se sabe que a ingestão de ácido fólico meses antes da concepção pode prevenir em mais de 50% a ocorrência dessa doença.

Os pesquisadores da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, vem desenvolvendo uma pesquisa para aumentar o teor de ácido fólico, ou vitamina B9, nas plantas de alface. A pesquisa, coordenada pelo pesquisador Francisco Aragão, começou em 2006 com o objetivo de desenvolver plantas de alface geneticamente modificadas com maior teor de ácido fólico. Segundo ele, a alface já produz essa vitamina, mas em pequenas quantidades. O que ele e sua equipe fizeram foi aumentar a produção das moléculas que dão origem ao ácido fólico através da introdução de genes de Arabidopsis thaliana, que é uma planta-modelo, muito utilizada na biotecnologia vegetal.

Os primeiros estudos resultaram em linhagens de plantas com até 15 vezes mais ácido fólico e a segunda, com duas vezes mais. Aragão pretende iniciar o cruzamento entre as duas variedades para tentar alcançar índices ainda maiores da vitamina nas plantas. “Manipulando as duas rotas, pode ser que essa quantidade chegue a até 30 vezes mais, como indicam alguns estudos semelhantes realizados nos Estados Unidos”, afirma.

Mas, mesmo antes dos cruzamentos, os resultados da pesquisa são muito satisfatórios, como explica Aragão. A dose diária de ácido fólico recomendada para um adulto a partir de 15 anos é de 0.4 mg (=400µg), o que significa que a ingestão de apenas duas folinhas das alfaces GM desenvolvidas pela Embrapa representa 70% da vitamina que precisamos diariamente. “É uma perspectiva muito promissora, especialmente se levarmos em consideração que os programas de biofortificação de alimentos, geralmente, consideram 30% uma quantidade suficiente. Conseguimos mais do que o dobro”, comemora o pesquisador.

 

 

Cacatua

 

Companheira para a vida toda, esperta e brincalhona, a ave agrada como animal de estimação e também pode participar de concursos e exposições de pássaros


Editora Globo

Marca característica da cacatua, o penacho vistoso no topo da cabeça exibe tanto a beleza quanto sinaliza o estado de humor da ave. Quando eriçado, o topete indica que a cacatua sente-se bem e, se for formoso e imponente, pode render prêmios em participações de concursos e exposições de animais. Porém, no caso de a crista se encolher, melhor não mexer com a ave, pois ela não está para brincadeiras. 

A cacatua, na verdade, é uma ótima companhia, inclusive para a vida toda, visto que chega a viver por mais de 70 anos. As espécies existentes se adaptam muito bem como animais de estimação. Tratada em ambiente saudável e em condições adequadas, a cacatua se afeiçoa às pessoas, torna-se dócil e brincalhona. 

Originária da Oceania, por aqui a cacatua ainda não é muito comum na criação em cativeiro, diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos e em países da Europa, onde há anos é popular e bem aceita como ave doméstica. No entanto, a cacatua, com sua beleza e graça, vem conquistando mais admiradores e criando um comércio promissor. A ave ainda se destaca pela inteligência que possui. Algumas chegam a imitar a voz humana e podem aprender a cantar. Como também tem habilidade e destreza para fazer movimentos, como abrir gaiolas e pegar pequenos objetos, exige atenção do criador para não deixar nada ao alcance dela. Em lojas de produtos agropecuários e de animais de estimação, há brinquedos específicos que ajudam a entreter a cacatua. 

Por ser muito ativa, a ave precisa se manter ocupada. Como bicar e mastigar são atividades que ela adora praticar, produtos comestíveis para pets, como ossos de couro de boi para cães, e outros alimentos –nozessementescastanhas e vagens – são recomendados. 

Pertencente à família Cacatuidae, a cacatua é um psitacídeo com semelhanças com o papagaio. Tembico encurvado em forma de banana e os pés, com dois dedos para frente e dois para trás, dão capacidade à ave para andar, subir em árvores e até levar comida à boca. De plumagem de cores simples e definidas, a cacatua tem tamanho que varia de 35 a 70 centímetros. 

No manejo de muitos exemplares, a aproximação entre as aves sempre deve ser feita progressivamente, para que haja um período de adaptação. No entanto, mesmo depois de juntas, precisam ser acompanhadas para evitar brigas. 

Apesar do elevado preço de cada exemplar – as cacatuas galerita e alba, as mais conhecidas, custam R$ 25 mil cada, mas os valores variam conforme a espécie, o sexo e a época do ano –, o custo de manutenção é baixo. A partir de dois anos de reprodução, que começa por volta dos 4 anos de idade da ave, o investimento inicial já pode ser pago. 

RAIO X 

>>> CRIAÇÃO MÍNIMA: um casal 
>>> CUSTO: R$ 25 mil o exemplar das espécies mais conhecidas 
>>> RETORNO: a partir de 2 anos de iniciada a reprodução 
>>> REPRODUÇÃO: de 2 a 5 ovos por postura 

 

MÃOS À OBRA
 
>>> INÍCIO A criação pode começar com um par de cacatuas, mas, no caso de mais casais, mantenha-os distantes entre si para evitar disputa de território. A aquisição mais fácil é a de filhotes, pois dificilmente criadores vendem matrizes boas e prontas para reproduzir. Para manejar qualquer uma delas, no entanto, é preciso solicitar autorização em um Oema (Órgão Estadual de Meio Ambiente). 

>>> AMBIENTE A limpeza do local de criação é essencial para o desenvolvimento saudável da cacatua. Faça regularmente a higienização da gaiola ou viveiro, que devem ser instalados em lugar calmo, sem correnteza de ar e, preferencialmente, voltado para o norte, para receber o sol da manhã. 

>>> INSTALAÇÕES Use gaiola grande de, no mínimo, 60 x 60 x 60 centímetros para cada ave, ou um viveiro amplo de 120 x 60 x 60 centímetros, que pode ser construído pelo criador. Indica-se malha de arame fio 14 com 2,5 centímetros de espaçamento. Evitar estacas de madeira, material que a ave rói com facilidade. Chão de cimento e com leve inclinação facilita a limpeza. Para a reprodução, reserve um viveiro de, pelo menos, 300 x 120 x 120 centímetros apoiado em ferro ou concreto a 120 centímetros do chão. Feche 100 centímetros das laterais com chapa de zinco e cubra com telhas de barro, sem deixar acesso ao madeiramento do telhado. 

>>> ACESSÓRIOS Para os poleiros, aproveite galhos redondos e de superfície áspera em boas condições, com 2 a 6 centímetros de diâmetro, de árvores como a goiabeira, que possui tanino, uma substância de gosto amargo que desestimula as cacatuas a roer madeira. Instale a 100 centímetros do chão o comedouro e o bebedouro de porcelana. Caixa de madeira dura é aceita como ninho para postura (ou tronco de árvore oco). 

>>> ALIMENTAÇÃO O bico da cacatua é forte para quebrar sementes, grãos e castanhas, que junto com vegetais são os alimentos básicos da ave. Porém, de 150 a 200 gramas por dia de ração balanceada atendem às necessidades nutritivas do pássaro. Se for preciso, acrescente às refeições suplementos de frutas ou vitamínicos. Milho verde e pedaços de cana-de-açúcar servem como tira-gosto

>>> REPRODUÇÃO Com quatro anos, a cacatua pode reproduzir e chegar a quatro posturas por ano, se os ovos ficarem em uma chocadeira ou os filhotes forem criados na mão. São de dois a cinco ovos por postura chocados pela mãe durante cerca de um mês. A cacatua macho ajuda a fêmea no choco e na alimentação por quatro meses, quando os filhotes passam a comer sozinhos. Chocadeiras são de uso essencial em criações comerciais, pois triplicam a produção de filhotes. Para amansar a cacatua nova, separe-a dos pais com 15 a 25 dias.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 14 de Fevereiro de 2015 09:25

Águas Subterrâneas

 

Água subterrânea é toda a água que ocorre abaixo da superfície da Terra, preenchendo os poros ou vazios intergranulares das rochas sedimentares, ou as fraturas, falhas e fissuras das rochas compactas, e que sendo submetida a duas forças (de adesão e de gravidade) desempenha um papel essencial na manutenção da umidade do solo, do fluxo dos rios, lagos e brejos. As águas subterrâneas cumprem uma fase do ciclo hidrológico, uma vez que constituem uma parcela da água precipitada.

Após a precipitação, parte das águas que atinge o solo se infiltra e percola no interior do subsolo, durante períodos de tempo extremamente variáveis, decorrentes de muitos fatores:

- porosidade do subsolo: a presença de argila no solo diminui sua permeabilidade, não permitindo uma grande infiltração;
- cobertura vegetal: um solo coberto por vegetação é mais permeável do que um solo desmatado;
- inclinação do terreno: em declividades acentuadas a água corre mais rapidamente, diminuindo a possibilidade de infiltração;
- tipo de chuva: chuvas intensas saturam rapidamente o solo, ao passo que chuvas finas e demoradas têm mais tempo para se infiltrarem.

Durante a infiltração, uma parcela da água sob a ação da força de adesão ou de capilaridade fica retida nas regiões mais próximas da superfície do solo, constituindo a zona não saturada. Outra parcela, sob a ação da gravidade, atinge as zonas mais profundas do subsolo, constituindo a zona saturada (figura 2.1).


- CARACTERIZAÇÃO ESQUEMÁTICA DAS ZONAS NÃO SATURADA E SATURADA NO SUBSOLO

Zona não saturada: também chamada de zona de aeração ou vadosa, é a parte do solo que está parcialmente preenchida por água. Nesta zona, pequenas quantidades de água distribuem-se uniformemente, sendo que as suas moléculas se aderem às superfícies dos grãos do solo. Nesta zona ocorre o fenômeno da transpiração pelas raízes das plantas, de filtração e de autodepuração da água. Dentro desta zona encontra-se:

- Zona de umidade do solo: é a parte mais superficial, onde a perda de água de adesão para a atmosfera é intensa. Em alguns casos é muito grande a quantidade de sais que se precipitam na superfície do solo após a evaporação dessa água, dando origem a solos salinizados ou a crostas ferruginosas (lateríticas). Esta zona serve de suporte fundamental da biomassa vegetal natural ou cultivada da Terra e da interface atmosfera / litosfera.
- Zona intermediária: região compreendida entre a zona de umidade do solo e da franja capilar, com umidade menor do que nesta última e maior do que a da zona superficial do solo. Em áreas onde o nível freático está próximo da superfície, a zona intermediária pode não existir, pois a franja capilar atinge a superfície do solo. São brejos e alagadiços, onde há uma intensa evaporação da água subterrânea.
- Franja de capilaridade: é a região mais próxima ao nível d'água do lençol freático, onde a umidade é maior devido à presença da zona saturada logo abaixo.

Zona saturada: é a região abaixo da zona não saturada onde os poros ou fraturas da rocha estão totalmente preenchidos por água. As águas atingem esta zona por gravidade, através dos poros ou fraturas até alcançar uma profundidade limite, onde as rochas estão tão saturadas que a água não pode penetrar mais. Para que haja infiltração até a zona saturada, é necessário primeiro satisfazer as necessidades da força de adesão na zona não saturada. Nesta zona, a água corresponde ao excedente de água da zona não saturada que se move em velocidades muito lentas (em/dia), formando o manancial subterrâneo propriamente dito. Uma parcela dessa água irá desaguar na superfície dos terrenos, formando as fontes, olhos de água. A outra parcela desse fluxo subterrâneo forma o caudal basal que deságua nos rios, perenizando-os durante os períodos de estiagem, com uma contribuição multianual média da ordem de 13.000 km3/ano (PEIXOTO e OORT, 1990, citado por REBOUÇAS, 1996), ou desagua diretamente nos lagos e oceanos.

A superfície que separa a zona saturada da zona de aeração é chamada de nível freático, ou seja, este nível corresponde ao topo da zona saturada (IGM, 2001). Dependendo das características climatológicas da região ou do volume de precipitação e escoamento da água, esse nível pode permanecer permanentemente a grandes profundidades, ou se aproximar da superfície horizontal do terreno, originando as zonas encharcadas ou pantanosas, ou convertendo-se em mananciais (nascentes) quando se aproxima da superfície através de um corte no terreno.




 Qualidade das Águas Subterrâneas

Durante o percurso no qual a água percola entre os poros do subsolo e das rochas, ocorre a depuração da mesma através de uma série de processos físico-químicos (troca iônica, decaimento radioativo, remoção de sólidos em suspensão, neutralização de pH em meio poroso, entre outros) e bacteriológicos (eliminação de microorganismos devido à ausência de nutrientes e oxigênio que os viabilizem) que agindo sobre a água, modificam as suas características adquiridas anteriormente, tornando-a particularmente mais adequada ao consumo humano (SILVA, 2003).

Sendo assim, a composição química da água subterrânea é o resultado combinado da composição da água que adentra o solo e da evolução química influenciada diretamente pelas litologias atravessadas, sendo que o teor de substâncias dissolvidas nas águas subterrâneas vai aumentando à medida que prossegue no seu movimento (SMA, 2003).

As águas subterrâneas apresentam algumas propriedades que tornam o seu uso mais vantajoso em relação ao das águas dos rios: são filtradas e purificadas naturalmente através da percolação, determinando excelente qualidade e dispensando tratamentos prévios; não ocupam espaço em superfície; sofrem menor influência nas variações climáticas; são passíveis de extração perto do local de uso; possuem temperatura constante; têm maior quantidade de reservas; necessitam de custos menores como fonte de água; as suas reservas e captações não ocupam área superficial; apresentam grande proteção contra agentes poluidores; o uso do recurso aumenta a reserva e melhora a qualidade; possibilitam a implantação de projetos de abastecimento à medida da necessidade (WREGE,1997).





2. Aqüíferos

Aqüífero é uma formação geológica do subsolo, constituída por rochas permeáveis, que armazena água em seus poros ou fraturas. Outro conceito refere-se a aqüífero como sendo, somente, o material geológico capaz de servir de depositório e de transmissor da água aí armazenada. Assim, uma litologia só será aqüífera se, além de ter seus poros saturados (cheios) de água, permitir a fácil transmissão da água armazenada.

Um aqüífero pode ter extensão de poucos quilômetros quadrados a milhares de quilômetros quadrados, ou pode, também, apresentar espessuras de poucos metros a centenas de metros (REBOUÇAS et al., 2002). Etimologicamente, aqüífero significa: aqui = água; fero = transfere; ou do grego, suporte de água (HEINEN et al., 2003).

Os aqüíferos mais importantes do mundo, seja por extensão ou pela transnacionalidade, são: o Guarani - Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai (1,2 milhões de km2); o Arenito Núbia ­Líbia, Egito, Chade, Sudão (2 milhões de km2); o KalaharijKaroo -Namíbia, Bostwana, África do Sul (135 mil km2); o Digitalwaterway vechte - Alemanha, Holanda (7,5 mil km2); o Slovak­Karst-Aggtelek -República Eslováquia e Hungria); o Praded - República Checa e Polônia (3,3 mil km2) (UNESCO, 2001); a Grande Bacia Artesiana (1,7 milhões km2) e a Bacia Murray (297 mil km2), ambos na Austrália. Em um recente levantamento, a UNECE da Europa constatou que existem mais de 100 aqüíferos transnacionais naquele continente (ALMASSY e BUZAS, 1999 citado em UNESCO, 2001).



 Tipos de Aqüíferos

A litologia do aqüífero, ou seja, a sua constituição geológica (porosidade/permeabi­lidade intergranular ou de fissuras) é que irá determinar a velocidade da água em seu meio, a qualidade da água e a sua qualidade como reservatório. Essa litologia é decorrente da sua origem geológica, que pode ser fluvial, lacustre, eólica, glacial e aluvial (rochas sedimentares), vulcânica (rochas fraturadas) e metamórfica (rochas calcáreas), determinando os diferentes tipos de aqüíferos.

Quanto à porosidade, existem três tipos aqüíferos



- TIPOS DE AQüíFEROS QUANTO À POROSIDADE

Aqüífero poroso ou sedimentar - é aquele formado por rochas sedimentares consolidadas, sedimentos inconsolidados ou solos arenosos, onde a circulação da água se faz nos poros formados entre os grãos de areia, silte e argila de granulação variada. Constituem os mais importantes aqüíferos, pelo grande volume de água que armazenam, e por sua ocorrência em grandes áreas. Esses aqüíferos ocorrem nas bacias sedimentares e em todas as várzeas onde se acumularam sedimentos arenosos. Uma particularidade desse tipo de aqüífero é sua porosidade quase sempre homogeneamente distribuída, permitindo que a água flua para qualquer direção, em função tão somente dos diferenciais de pressão hidrostática ali existente. Essa propriedade é conhecida como isotropia.
Aqüífero fraturado ou fissural - formado por rochas ígneas, metamórficas ou cristalinas, duras e maciças, onde a circulação da água se faz nas fraturas, fendas e falhas, abertas devido ao movimento tectônico. Ex.: basalto, granitos, gabros, filões de quartzo, etc. (SMA, 2003). A capacidade dessas rochas de acumularem água está relacionada à quantidade de fraturas, suas aberturas e intercomunicação, permitindo a infiltração e fluxo da água. Poços perfurados nessas rochas fornecem poucos metros cúbicos de água por hora, sendo que a possibilidade de se ter um poço produtivo dependerá, tão somente, desse poço interceptar fraturas capazes de conduzir a água. Nesses aqüíferos, a água só pode fluir onde houverem fraturas, que, quase sempre, tendem a ter orientações preferenciais. São ditos, portanto, aqüíferos anisotrópicos. Um caso particular de aqüífero fraturado é representado pelos derrames de rochas vulcânicas basálticas, das grandes bacias sedimentares brasileiras.
Aqüífero cárstico (Karst) - formado em rochas calcáreas ou carbonáticas, onde a circulação da água se faz nas fraturas e outras descontinuidades (diáclases) que resultaram da dissolução do carbonato pela água. Essas aberturas podem atingir grandes dimensões, criando, nesse caso, verdadeiros rios subterrâneos. São aqüíferos heterogêneos, descontínuos, com águas duras, com fluxo em canais. As rochas são os calcários, dolomitos e mármores.

Quanto à superfície superior (segundo a pressão da água), os aqüíferos podem ser de dois tipos (figura 2.3):



- TIPOS DE AQÜÍFEROS QUANTO À PRESSÃO

Aqüífero livre ou freático - é aquele constituído por uma formação geológica permeável e superficial, totalmente aflorante em toda a sua extensão, e limitado na base por uma camada impermeável. A superfície superior da zona saturada está em equilíbrio com a pressão atmosférica, com a qual se comunica livremente. Os aqüíferos livres têm a chamada recarga direta. Em aqüíferos livres o nível da água varia segundo a quantidade de chuva. São os aqüíferos mais comuns e mais explorados pela população. São também os que apresentam maiores problemas de contaminação.
Aqüífero confinado ou artesiano - é aquele constituído por uma formação geológica permeável, confinada entre duas camadas impermeáveis ou semipermeáveis. A pressão da água no topo da zona saturada é maior do que a pressão atmosférica naquele ponto, o que faz com que a água ascenda no poço para além da zona aqüífera. O seu reabastecimento ou recarga, através das chuvas, dá-se preferencialmente nos locais onde a formação aflora à superfície. Neles, o nível da água encontra-se sob pressão, podendo causar artesianismo nos poços que captam suas águas. Os aqüíferos confinados têm a chamada recarga indireta e quase sempre estão em locais onde ocorrem rochas sedimentares profundas (bacias sedimentares).

O aqüífero semi-confinado que é aquele que se encontra limitado na base, no topo, ou em ambos, por camadas cuja permeabilidade é menor do que a do aqüífero em si. O fluxo preferencial da água se dá ao longo da camada aqüífera. Secundariamente, esse fluxo se dá através das camadas semi-confinantes, à medida que haja uma diferença de pressão hidrostática entre a camada aqüífera e as camadas subjacentes ou sobrejacentes. Em certas circunstâncias, um aqüífero livre poderá ser abastecido por água oriunda de camadas semi­confinadas subjacentes, ou vice-versa. Zonas de fraturas ou falhas geológicas poderão, também, constituir-se em pontos de fuga ou recarga da água da camada confinada.

Em uma perfuração de um aqüífero confinado, a água subirá acima do teto do aqüífero, devido à pressão exercida pelo peso das camadas confinantes sobrejacentes. A altura a que a água sobe chama-se nível potenciométrico e o furo é artesiano. Numa perfuração de um aqüífero livre, o nível da água não varia porque corresponde ao nível da água no aqüífero, isto é, a água está à mesma pressão que a pressão atmosférica. O nível da água é designado então de nível freático

 

Pesquisadores estudam melhor aproveitamento do soro de leite

 

O soro de leite é uma substância rica em proteínas, mas quando lançado no meio ambiente torna-se um poluente de difícil degradação. Por falta de tecnologias adequadas, muitas agroindústrias acabam descartando o soro o que interfere negativamente no ecossistema. A Embrapa Agroindústria de Alimentos está investindo em pesquisas nessa área para obter do soro um ingrediente funcional capaz de atuar como coadjuvante em tratamentos para hipertensão e problemas cardiovasculares.

De acordo com a pesquisadora Lourdes Maria Corrêa Cabral, da Embrapa, o soro quando fracionado dividi-se em água, proteína, açúcares e sais minerais. Da proteína obtêm-se os peptídeos, moléculas de aminoácidos indispensáveis para o bom funcionamento do organismo e que possuem efeito antihipertensivo dentre outras propriedades. “A ideia é concentrar os peptídeos bioativos na forma de pó para utilizá-lo como ingrediente na formulação de alimentos funcionais como iogurtes, por exemplo”.

Também é possível trabalhar com os outros elementos fracionados (água, sais minerais e açúcares) para elaboração  de novos ingredientes. No entanto, para o momento, o foco das pesquisas estará na obtenção de peptídeos em pó. Esse trabalho deve consumir três anos de pesquisas para torná-lo viável técnica e economicamente. “O que hoje é um passivo ambiental pode tornar-se um produto de alto valor agregado para a agroindústria e benéfico para o consumidor”, ressaltou Lourdes Cabral.

 

PROTEÇÃO CONTRA RAIOS NO MEIO RURAL

 



O raio ou faísca é considerado um dos principais fenômenos destrutivos da natureza. Sua descarga elétrica pode chegar a mais de 100.000 (A) Ampères e a milhões de Volts (V) com duração instantânea em menos de um segundo. O Brasil é um dos países com maior incidência desse fenômeno. 

A ação e o efeito do raio podem causar diversos danos, provocando a morte ou paralisia de milhares de pessoas e animais, prejuízos materiais em máquinas, equipamentos, edificações, redes de transmissão e distribuição de energia elétrica, destruição de linhas telefônicas e grande parte dos incêndios florestais. 

Apesar de todos os esforços, não se consegue evitar que um raio caia sobre determinado local. No entanto, todos os cuidados são para orientá-lo na sua queda, obrigando-o a seguir uma trajetória pré-determinada para a terra por meio de pára-raios e seus componentes.

RAIO, RELÂMPAGO E TROVOADA

O raio é uma gigantesca faísca elétrica, dissipada rapidamente sobre a terra, causando efeitos danosos. Relâmpago é a luz gerada pelo arco elétrico do raio. Trovoada é o ruído produzido pelo deslocamento do ar devido ao súbito aquecimento causado pela descarga do raio.

ONDE HÁ MAIOR INCIDÊNCIA DE RAIOS

Os raios procuram sempre encontrar o menor caminho de resistência elétrica entre a nuvem carregada e a terra. Por isso, eles incidem, geralmente, nos pontos mais altos, tais como: topo de morros e montanhas, torres, árvores altas, torres de igreja, edifícios, ponta de pára-raios, casas, antenas de TV, principalmente aquelas instaladas no topo de morros, caixas d'água elevadas, silos metálicos e secadores verticais. 


Dentro de um carro, por exemplo, as pessoas estão protegidas, pois além de existir isolamento em relação ao solo, não há condições de acúmulo exagerado de cargas elétricas na parte metálica.

ACIDENTES COM PESSOAS E ANIMAIS

Ao atingir a superfície do solo, a corrente da descarga se difunde radialmente. Assim, as pessoas ou animais não precisam ser diretamente atingidos por um raio para ocorrer acidente. As correntes superficiais são elevadas e provocam tensão entre os pés da pessoa ou animal, que pode levar à morte. 


Os bovinos, pela distância entre as patas dianteiras e traseiras, estão sujeitos a uma tensão de passo maior do que o homem e, portanto, mais suscetíveis a acidentes fatais. Além disso, o raio cai durante uma tempestade e a chuva deixa o solo molhado. Deste modo, as patas dos bovinos ficam mais enterradas, produzindo um bom aterramento. 

Após uma tempestade com trovoada, é comum a morte de animais, principalmente a do gado criado a campo e que se abriga sob árvores. Árvore alta e isolada em uma pastagem é um verdadeiro pára-raios natural. Ela forma um caminho condutor à terra, havendo maior probabilidade de ocorrer raios.

SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA RAIOS

As técnicas empregadas têm como objetivo facilitar o caminho do raio da melhor maneira possível. 


Os sistemas de proteção são constituídos de três componentes básicos: 1) captores de raio, que, por sua situação elevada, facilitam o "recebimento" das descargas atmosféricas; 2) cabos de descida, que são condutores metálicos que estabelecem a ligação entre o captor e o aterramento; e 3) o sistema de aterramento, que é composto pelo material que estabelece o contato elétrico entre a instalação do pára-raios e a terra e tem a finalidade de conduzir as correntes dos raios para o solo, sem provocar danos materiais ou pessoais. O bom funcionamento dos pára-raios e a adequada proteção contra sobretensão estão associadas a um sistema de aterramento eficaz. 

 DEFENSIVO NATURAL

 


Calda Viçosa

É uma calda para controle de doenças de plantas que age também como adubo foliar. A base é a calda bordalesa, acrescida de sais de cobre, zinco, magnésio e boro. Para uso na agricultura orgânica a calda é preparada sem adição de uréia, presente na composição original.

Para o preparo de 10 litros, deve-se usar:
  • 50 g de sulfato de cobre
  • 10 a 20 gramas de sulfato de zinco
  • 80 gramas de sulfato de magnésio
  • 10 a 20 gramas de ácido bórico
  • 50 a 75 gramas de cal hidratada

A preparação deve ser seguida dos seguintes cuidados:

Misturar a cal na metade do volume de água. Na outra porção de água, dissolver os sais minerais. Ir misturando aos poucos a solução de sais, jogando-a sobre a água de cal sob agitação constante. A cal é a mesma que se utiliza para pintura de paredes e os sais minerais não podem estar úmidos.

A calda tem um pH final entre 7,5 e 8,5 (usar papel tornassol ou peagâmetro para verificar o pH da mistura) e apresenta uma cor azul. Os vasilhames devem ser de plástico pois os metais são atacados pelos sais. As sobras não devem ser guardadas, desse modo, deve-se calcular com cuidado a quantidade a ser utilizada. Coar antes da pulverização.

Café: Aplicar na pré-florada quando necessário. Aplicar a cada 30 dias a partir do início das chuvas (out/nov), indo até abril. Dosagens menores p/cafezais novos e quando sadios.

Citrus: Aplicar na pré-florada quando necessário. No final da queda das flores, repetindo a cada 30 dias, no total de 3 a 5 pulverizações

Feijão: Intervalos de 10 a 14 dias. Dosagens maiores nos períodos desfavoráveis

Morango: Aplicar a cada 7 a 15 dias até a fase de floração. Utilizar dosagens maiores para intervalos maiores e períodos desfavoráveis

Maracujá: Aplicar a cada 7 a 15 dias na fase de crescimento dos frutos. Dosagens maiores para intervalos maiores

Manga: Aplicar em intervalos de 10 a 14 dias dependendo das condições

Videira: Aplicar na fase de brotação c/15 cm. c/menores dosagens, intervalos de 7 a 14 dias. Aumentar a dose na fase de frutificação

Beterraba e Cenoura: Aplicações a cada 7 a 15 dias dependendo da necessidade. Dosagens menores em intervalos mais curtos

Batata: Aplicar na muda c/15 cm.c/menores dosagens. Intervalos de 7 a 10 dias. Aumentar dosagem 15 a 20 dias após a primeira pulverização

Pimentão e Tomate: Após 15 dias após o transplante em local definitivo, c/intervalos de 7 a 14 dias. Dosagens menores nos intervalos mais curtos

Alho e Cebola: Aplicar 20 dias após a germinação. Intervalos de 7 a 10 dias

Berinjela e Jiló: Aplicar após o pegamento em local definitivo, cada 7 a 12 dias. 
Dosagens menores nos intervalos mais curtos


Goiaba: Aplicar até os frutos atingirem 3 cm. Intervalos de 7 a 14 dias. Usar dosagens baixas, aumentando em pós-colheita

Plantas Ornamentais: Aplicar em Intervalos de 7 a 14 dias, conforme necessidade. Dosagens maiores nos períodos desfavoráveis

 

ESTUDO AFIRMA A BAIXA UTILIZAÇÂO DE TECNOLOGIA NO CAMPO

 

 
Mais da metade dos estabelecimentos agropecuários do país utiliza baixo conteúdo tecnológico em sua produção, informa estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quase 22% dos entrevistados responderam que usam só sete de 22 métodos de auxílio à produção. 

Esses métodos incluem utilização de fertilizantes, corretivos de solo, defensivos, tratores, orientação técnica, financiamento, cooperativismo, controle de pragas, unidades armazenadoras, entre outros exemplos. 

Do total de 5,2 milhões de estabelecimentos rurais no país, listados no último Censo Agropecuário do IBGE, apenas 983 mil usavam alta tecnologia, ou seja, mais de nove dos 22 métodos de produção. O estudo, que fez 22 perguntas a produtores e pecuaristas, dividiu as unidades de produção em 4,3 milhões daAGRICULTURA FAMILIAR e 809 mil da empresarial. 

Do total familiar, 19% usam alta tecnologia. Na agricultura empresarial, 18% dos estabelecimentos usam mais de nove métodos, o que os classifica como usuários de alta tecnologia. 

Além do pouco uso da tecnologia, a pesquisa do Ipea incorporou critérios econômicos para identificar o valor que cada unidade monetária de custo gera de renda bruta. Do total dos 5,2 milhões estabelecimentos rurais, 40% apresentaram renda bruta superior aos custos totais e a maioria, 60%, foi classificada como deficitária , ano da realização do Censo do IBGE. 

O técnico da Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura do Ipea, Gesmar Rosa, afirma ser necessário fazer uma análise temporal sobre os dados. "Esses números não querem dizer, obrigatoriamente, que 60% são deficitários sempre. Temos que ter em mente que em determinado ano pode ter havido alguma flutuação de preços ou choques exógenos, como mudanças climáticas, quebra de safra, surgimento de novas pragar, dentre outros", diz. 

O Ipea também mediu o nível de concentração da produção no setor agropecuário brasileiro. Menos de 10% dos estabelecimentos agropecuários eram responsáveis, segundo a pesquisa, por 86% do valor bruto da produção. "A maior concentração de estabelecimentos está na faixa de zero a dois salários mínimos mensais. São 3,1 milhões dos 5,2 milhões de estabelecimentos no país. Mas essa alta concentração não se reflete em uma produção maior. Apenas 3,4% da renda bruta total fica por conta deles", afirma Gesmar Rosa. 

O trabalho do Ipea identificou que a agricultura empresarial, responsável por 76% da área cultivada no país, gera somente 66% da renda bruta total do setor agrícola. "Esse dado é interessante pois mesmo com mais terra, a agricultura comercial não consegue produzir o equivalente em renda", avalia o técnico do Ipea.
 
 
 

Aprenda a criar caprinos e ovinos no Semiárido

 

Todas as orientações para que os produtores possam ter uma boa estrutura na criação de caprinos e ovinos estão disponíveis no livro Produção de Caprinos e Ovinos no Semiárido, lançado pela Embrapa. O objetivo é buscar alternativas sustentáveis que possam contribuir com a criação dos animais nesse ambiente típico do nordeste.

A produção de caprinos e ovinos é uma atividade historicamente marcante para o Nordeste do Brasil. É nesta região que se encontra o maior número desses animais no país, correspondendo a cerca de 93 de caprinos no país e 58% de ovinos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O trabalho foi desenvolvido pelos pesquisadores da Embrapa Semiárido, em parceria com diversas outras instituições. De acordo com o editor do livro, o pesquisador Tadeu Vinhas Voltolini, a caprinovinocultura é uma opção racional para as áreas onde a agricultura dependente de chuva se constitui em uma atividade de alto risco – como é o caso da região semiárida brasileira, onde a precipitação pluviométrica é baixa e irregular.

O livro Produção de Caprinos e Ovinos no Semiárido traz importantes informações sobre esta atividade, abordando questões como a alimentação dos animais, uso da água, ambiente e instalações, manejos reprodutivo e sanitário, genética e melhoramento. Nele também é apresentada uma caracterização sócio-econômica e ambiental da região e os principais sistemas de produção, além das boas práticas na criação e aspectos relacionados a produtos como a carne e o leite.

De acordo com o Chefe-Geral da Embrapa Semiárido, Natoniel Franklin de Melo, o objetivo dessa publicação é disponibilizar informações que possam contribuir no aperfeiçoamento dos sistemas produtivos regionais, promovendo o aumento da renda dos produtores, a melhoria da qualidade dos produtos e a segurança alimentar dos consumidores.

O livro já está à venda, ao preço de R$ 50,00, e pode ser adquirido no Escritório de Apoio da Embrapa Semiárido, localizado no Centro de Convenções em Petrolina-PE, ou através do Serviço de Atendimento ao Cidadão, que pode ser acessado no site www.cpatsa.embrapa.br, no link “Fale Conosco”.

 

Motivos que provocam a queda de frutos jovens do coqueiro

 

 

A queda dos frutos jovens é um dos mais importantes problemas que afetam os coqueirais do Brasil. Segundo a pesquisadora da Embrapa Tabuleiros Costeiros, Joana Maria Santos Ferreira, existem vários fatores que determinam a causa da queda dos frutos jovens do coqueiro. Plantações sujeitas a períodos de baixas radiação solar e temperatura; períodos prolongados de seca, causando um estresse hídrico,  e períodos com quedas bruscas de temperaturas são propícias a apresentar problemas na frutificação das plantas.

 

Segundo a pesquisadora,  “é comum a planta em estresse emitir um grande número de flores femininas. Esse excesso na emissão faz com que muitas destas não sejam fecundadas e, não havendo fecundação, entram em processo de abortamento natural, quando adquirem coloração marrom-escura, secam e ficam presas no cacho”, explica Joana Maria.

 

A queda de frutos novos também é determinada em função dos danos causados por pragas, também por causa de insetos, ácaros, doenças, que são agentes que, ao atacarem uma estrutura vegetal, deixam marcas que denunciam sua presença, a exemplo de dejetos presos em fios de seda, galerias, necroses, manchas, podridões etc., sintomas específicos de cada espécie/doença e diferentes do secamento dos frutos.


Creep-feeding ( ou cocho privado)

 




"Creep-feeding" é uma forma de suplementação com ração balanceada no cocho, dentro de um cercado, com acesso somente ao bezerro. É um sistema prático que visa à suplementação da cria sem separá-la de sua mãe.
Embora haja indícios de uma melhora da eficiência reprodutiva da vaca, o "creep-feeding" visa especialmente ao bezerro. Tem como objetivo o aumento do peso à desmama, bem como acostumá-lo à suplementação no cocho.
Essa prática deve trazer vantagens econômicas, quando os animais são submetidos a sistemas mais intensivos de criação, como, por exemplo, o confinamento logo após a desmama para engorda e abate com pouco mais de 12 meses. Entretanto, quando esta suplementação é feita em bezerros que serão recriados e engordados a pasto, os resultados não são favoráveis, sob o ponto de vista econômico. À medida que o período da recria se prolonga, o efeito da suplementação se dilui.
Um outro aspecto a ser considerado é o da eficiência do "creep-feeding" em função da época da estação de monta. Como era de se esperar, tal sistema apresenta melhores resultados com a monta de outono, quando os bezerros serão suplementados justamente durante a estação seca. Com relação à monta de primavera/verão (usual), essa prática pode não ser vantajosa economicamente, pois as pastagens apresentam boa qualidade e quantidade à época da suplementação.
O sistema de "creep-feeding" exige a instalação de um cercado resistente, com seis fios de arame liso e distância entre os postes de, no máximo, quatro metros. Seu tamanho depende do número de bezerros a serem suplementados. A localização do cercado deve ser junto às áreas de descanso das vacas (malhadouro), às aguadas, ou nas proximidades do cocho de sal.
Sugestões de dimensões para o cercado e o cocho:
área do cercado: ± 1,5 m2/cria (deixando espaço de, no mínimo,
2 m entre o cocho e a cerca para circulação). 
acesso de entrada exclusivo ao bezerro: 0,40 m de largura x 1,20m de altura (com esteios fincados bem firmes).
número de entradas: 4 para 50 bezerros 8 para 200 bezerros
cocho com comprimento de 0,10 m/cria, e largura possibilitando a alimentação de dois animais (um de cada lado), simultaneamente.


É bom lembrar, entretanto, que o êxito de qualquer suplementação depende dos bezerros consumirem, de fato, a ração oferecida. Para tanto, algumas práticas de manejo podem ser observadas, inicialmente, quando se usa o sistema de cocho privativo:
  1.  
    1. reunir às crias um bezerro mais erado, já iniciado no sistema, servindo como chamariz por alguns dias;
    2. espalhar um pouco de ração do lado de fora do cercado, junto aos locais de passagem dos bezerros, de maneira que as vacas possam "ensinar" suas crias a comer. Depois colocar próximo ao cocho, dentro do cercado; e
    3. permitir o acesso ao cocho, tanto das vacas quanto dos bezerros, durante alguns dias.   
Admitindo-se que muitos criadores não contam com uniformidade dos bezerros, recomenda-se, ainda, separar bezerros e suas mães em dois ou três lotes de idades mais próximas. Destarte, assegura-se na ingestão satisfatória de forragem para todos os animais. O mais prático, entretanto, é o uso de uma estação de monta mais curta (2-3 meses), quando possível.
 
Veja ! Valores medicicínais das Hortaliças, Elevando a Qualidade do leite, Morango Ecológico, Suco de Umbu, Tangerina, Torre para Cabras, Nutrição das Crias, Culinaria Bodistica, Curiosidades, Combatendo a Compulsão... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 09 de Fevereiro de 2015 08:51

Valores Medicinais das Hortaliças

 


As hortaliças, além de fonte importante de minerais, vitaminas e fibras, essenciais para o bom funcionamento do nosso organismo, são produtoras de metabólitos secundários (princípios ativos) que conferem a muitas delas valor nutracêutico e medicinal, ou seja, as tornam eficazes na prevenção e cura de várias doenças.

Neste artigo, divulgamos o valor medicinal de algumas hortaliças, esperando que seja um fator a mais para aumentar o seu consumo pela família brasileira.

Abóbora – Cucurbita moschata: antiinflamatória, cicatrizante, calmante, vermífuga, diurética, laxante, anti-hemorrágica, emoliente. Indicada para o tratamento de: erisipela, queimaduras, furúnculos, pneumonia, colite, otite, uretrite, verminose e prisão de ventre.

Alface – Lactuca sativa: laxante, diurética, depurativa, calmante, mineralizante, vitaminizante, antitussígena, analgésica, antiinflamatória, emoliente. Indicada para o tratamento de: arteriosclerose, nefrite, hemorróidas, bronquite, artrite, gota, diabetes, acidoses, eczemas, bócio, varizes, gastrite, cólicas, insônia, ansiedades, prisão de ventre, inflamações e edemas externos.

Alho – Allium sativum: hipotensora, antiinflamatória, antitussígena, laxante, vermífuga, diurética, depurativa, antitérmica. Indicada para o tratamento de: bronquite, tuberculose, hipertensão arterial, diabetes, difteria, reumatismo, tifo, cistite, nefrite, litíase, prisão de ventre e úlceras purulentas.

Berinjela – Solanum melongena: mineralizante, alcalinizante, calmante, emoliente, cicatrizante, diurética, antiinflamatória, digestiva, laxante. Indicada para o tratamento de: queimaduras, abscessos, furúnculos, herpes, artrite, gota, reumatismo, diabetes, indigestão, prisão de ventre, insônia, nefrite, uretrite, cistite, colesterolemia, afecções hepáticas.

Brócolo – Brassica oleracea var. italica: calcificante, antiinflamatória, vitaminizante, emoliente, laxante, diurética, calmante. Indicada para o tratamento de: irritabilidade, ansiedade, colite, anemia, avitaminoses, deficiência de calcificação, prisão de ventre.

Cebola – Allium cepa: depurativa, emoliente, diurética, laxante, antibiótica, antitérmica, antitussígena, anti-hemorrágica, anti-reumática, calmante, alcalinizante, mineralizante, anticoagulante, vermífuga. Indicada para o tratamento de: insônia, cólicas, prisão de ventre, difteria, diabetes, traqueobronquite, gripe, úlceras e ferimentos, verminoses, dermatoses, reumatismo, gota, artrite, queda de cabelo e litíase renal.

Cenoura – Daucus carota: vitamizante, aperiente, colagoga, antianêmica, diurética, antiespasmódica, laxante, antiinflamatória, antitussígena, carminativa, neurotônica, vermífuga, depurativa, emenagoga, lactígena. Indicada para o tratamento de: erisipela, afecções hepáticas, anemia, reumatismo, gota, prisão de ventre, psoríase, eczema, asma, bronquite, laringite, verminose, amenorréia, litíase renal.

Chuchu – Sechum edule: diurética, hipotensora, vitaminizante, mineralizante. Indicada para o tratamento de: avitaminoses, hipertensão arterial e afecções renais.

Couve-flor – Brassica oleracea var. botrytis: antiácida, laxante, mineralizante, vitaminizante, antiinflamatória. Indicada para o tratamento de: hiperacidez gástrica, calcificação deficiente em crianças, prisão de ventre.

Jiló – Solanum gilo: hepática, eupéptica, mineralizante. Indicada para o tratamento de: afecções hepáticas, dispepsias, resfriados, febres.

Melancia – Citrullus lanatus: diurética, laxante, antiinflamatória, hipotensora, carminativa, antitérmica. Indicada para o tratamento de: gota, reumatismo, afecções renais, hipertensão arterial, uretrite, cistite, cólicas, flatulência, prisão de ventre, bronquites e erisipelas.

Melão – Cucumis melo: emoliente, alcalinizante, diurética, laxante, mineralizante, calmante, antilítica, tenífuga. Indicada para o tratamento de: gota, artrite, colite, prisão de ventre, litíase renal, nefrite, cistite, uretrite, acidoses, febre tifóide, hepatite, cirrose, teníase e disminorréia.

Morango – Fragaria x ananassa: diurética, adstringente, antilítica, antianêmica, vulnerária, neurotônica. Indicada para o tratamento de: diarréias crônicas, ulcerações, feridas, litíases, afecções renais, bronquite, hepatite, gota, artrite, dispepsia e anemia.

Pepino – Cucumis sativus: alcalinizante, emoliente, laxante, tônica, mineralizante, diurética, anti-reumática, hipotensora, antiinflamatória, antiespasmódica. Indicada para o tratamento de: reumatismo, gota, erupções cutâneas, cistite, enterocolite, amidalite, laringite, prisão de ventre e cólicas em geral.

Pimenta – Capsicum spp: anti-séptica, antiinflamatória, adstringente. Indicada para o tratamento de: amidalites, aftas, gengivites, estomatites, faringites e hemorróidas.

Pimentão – Capsicum annuum: vitaminizante, digestiva, antiespasmódica. Indicada para o tratamento de: avitaminoses, cólicas abdominais.

Quiabo – Hibiscus esculentus: emoliente, laxante, antiinflamatória. Indicada para o tratamento de: tuberculose, bronquite, pneumonia, prisão de ventre.

Rabanete – Raphanus sativus: mineralizante, aperiente, antiinflamatória, antitussígena, vermífuga. Indicada para o tratamento de: dispepsias, resfriados, bronquites, reumatismo, artrite, gota e verminose.

Repolho – Brassica oleracea var. capitata: antiinflamatória, antiálgica, emoliente, cicatrizante, alcalinizante e vitaminizante. Indicada para o tratamento de: abscessos purulentos, hemorróidas, reumatismo, gota, cefaléias, nevralgias faciais, anemias, tuberculose, úlcera gástrica, alcoolismo, queda de cabelo.

Tomate – Lycopersicon esculentum: depurativa, anti-séptica, emoliente, alcalinizante, mineralizante, laxante, vitaminizante, cicatrizante. Indicada para o tratamento de: avitaminose, tuberculose, anemia, prisão de ventre, hemorróidas, furúnculos, úlceras e feridas, queimaduras de sol.

 


Ração Suplementar eleva qualidade do leite


Adicionar óleo de girassol com selênio orgânico e vitamina E à ração de vacas podem aumentar a produção leiteira e promover mais qualidade ao leite. Quem faz a afirmação é um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), que vem estudando formas de aumentar a produtividade leiteira e beneficiar o consumo humano.

Marcus Antonio Zanetti, professor do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga (SP) e autor da pesquisa,  diz que o estudo que compara produtividade do leite nos animais e os benefícios para o consumo humano é pioneiro.
“Muitos estudos têm sido feitos sobre as possibilidades de alterações na alimentação de animais com a finalidade de melhorar, em tese, a qualidade de produtos para consumo humano. Mas o nosso trabalho deu um passo adiante, ao comparar o efeito do produto enriquecido ao do leite comum, e avaliar se ele realmente é melhor para a saúde humana”, disse Zanetti. 

Por ter conhecidos efeitos antioxidantes, o selênio é um mineral importante para combater os radicais livres. Segundo o pesquisador, estudos realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP comprovaram que a dieta brasileira é deficiente no mineral – com exceção da região Norte, onde há alto consumo de castanha-do-pará, rica em selênio. A vitamina E foi combinada ao mineral por ter efeitos antioxidantes complementares. 

“As doenças cardiovasculares são consideradas os principais problemas de saúde pública e o leite, alimento rico em diversos nutrientes, é frequentemente relacionado a elas pela sua proporção de ácidos graxos saturados e pelo teor de colesterol”, apontou. 

O óleo de girassol foi utilizado como fonte de gordura para o enriquecimento da ração de modo a aliar sua ação aos efeitos antioxidantes do selênio e da vitamina E na composição físico-química do leite. “O óleo tem a função de mudar o perfil dos ácidos graxos no leite, melhorando o produto do ponto de vista da nutrição. Além disso, ele potencializa o efeito dos antioxidantes”, explicou. Essa mudança de perfil diminui a vida útil do leite, que pode estragar mais rapidamente. Mas os antioxidantes se encarregam de reverter esse efeito. 

No experimento, foram utilizadas 24 vacas distribuídas em quatro tipos de tratamento. Um grupo de controle recebeu ração comum, o segundo grupo recebeu ração com adição de 2,5 miligramas de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. O terceiro grupo recebeu ração com adição de 3% de óleo de girassol e o quarto grupo consumiu a ração com adição do óleo de girassol com 2,5 mg de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. 

“Medimos diariamente o consumo e produção de leite dos animais e as amostras de leite foram colhidas semanalmente para análises de gordura, proteína, lactose, cálcio, fósforo, sólidos totais e contagem de células somáticas. O leite obtido de cada tratamento foi pasteurizado e colocado em seu respectivo recipiente. Também foi incluído um tratamento com o leite desnatado.

 

Morango ecológico: um produto saudável com melhoria da renda do agricultor

 

Morangos

O morango adquiriu nos últimos anos a imagem de ser um produto contaminado por agrotóxicos, o que gera insegurança. A Embrapa Clima Temperado busca alternativas para ajudar os agricultores a transformar a produção desse fruto, com dois sistemas de produção diferenciados: o sistema de produção integrada e o sistema de produção de base ecológica. Em termos de produção por planta, dependendo do sistema adotado pelo agricultor, pode-se ter um rendimento entre 800g e 1 quilo e meio de frutos.

Para se alcançar uma alta produção de morango alguns agricultores consideram formas especiais de produção. Eles tratam o cultivo na propriedade considerando o solo um organismo vivo, onde a planta vive com a microfauna e a mesofauna local. O sistema utiliza preparados biodinâmicos e repelentes naturais para resultar num fruto colorido e saboroso. E o melhor, é possível produzir aproximadamente 1kg de frutas por planta cultivada. É o que se pode obter adotando o sistema de produção de base ecológica.  

O morango orgânico é produzido sem a utilização de agrotóxicos, o que reduz os riscos de contaminação oriundos de seu consumo. O sistema de produção de morangos na propriedade sem os fatores contaminantes é um exemplo para a comunidade em busca de novas formas de produção. E favorece, principalmente, na melhoria da renda porque toda a produção encontra consumo imediato.

 

Suco de umbu é rico em nutrientes para a saúde

 

Os pesquisadores descobriram substâncias chamados polifenóis que, de acordo com estudos científicos das áreas médica e nutrição, ajudam a combater radicais e doenças cardiovasculares, prevenir a formação de tumores e retardar envelhecimento. Em algumas das amostras analisadas, as quantidades encontradas (IPT 36) ficaram próximas das registradas em sucos de uva processados a partir da variedade Isabel Precoce (IPT 40).

Os dados são de estudos realizados por pesquisadoras da Embrapa Semiárido e uma professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF-Sertão), e acrescentam à cadeia de conhecimento da fruta nativa da caatinga, uma importante informação nutricional e de apelo comercial.

Características antioxidantes são muito valorizadas na indústria de alimentos. Produtos com essas qualidades adquirem mais e mais consumidores cativos. Assim, a presença de compostos dessa natureza é um ingrediente valoroso para as pequenas fábricas de processamento de umbu agregarem aos seus produtos.

Os resultados ainda não são definitivos, afirma a pesquisadora da Embrapa Ana Cecília Poloni Rybka. Os dados foram obtidos com o aparelho Espectofotômetro e por meio de um método que é mais utilizado para determinar Índice de Polifenóis Totais (IPT) em vinhos. O próximo passo da pesquisa será medir a quantidade de compostos fenólicos com procedimentos técnicos usados com mais frequência na sua identificação.

 

Os Segredos da Tangerina

 


ESPECTOS GERAIS
Árvore de porte médio, copa arredondada ou mais ou menos piramidal, com folhas aparentemente simples, coriáceas, de coloração verde, com glândulas de óleo essencial na forma de pontos translúcidos, variando um pouco na forma e em tamanho. As flores são normalmente solitárias, com cinco pétalas brancas, numerosos estames e um pistilo.
VARIEDADE OU CULTIVARES
As espécies mais cultivadas são: mexerica, Ponkan, Dancy, Cravo, Montenegrina. Murcott: híbridos de tangerina e laranja.
ORIGEM
As frutas cítricas em geral são originárias da Ásia, provavelmente da Índia, China e países vizinhos de clima sub-tropical e tropical úmido. Cultivadas nos pomares da Babilônia e da Palestina, entre outros locais do Oriente Médio, foram daí levadas para a Europa bem antes do desenvolvimento da América, e trazidas para o Brasil pêlos portugueses.
PROPAGAÇÃO
Por enxertia: o enxerto com as copas escolhidas se faz seis a oito meses depois do transplante dos cavalos. Os tipos de enxertia mais usados são: T normal ou T invertido, a 10 ou 15 cm do solo. As borbulhas deverão ser triangulares ou redondas. A amarração, com fita plástica, deverá ser cortada quinze a vinte dias depois da enxertia. Como principais porta-enxerto são indicados, o limão "Cravo", as tangerinas "Cleopatra" e "Sunki".
PLANTIO
As mudas são plantadas sempre no início do período chuvoso de cada região ou quando exista água suficiente para irrigar ou regar as mudas. Deve-se dar preferência aos dias nublados e de temperaturas mais amenas, sem ventos.
O espaçamento recomendado é de 6 m x 4 m x 5 m x 4 m. As covas devem ter dimensões de 60 cm x 60 cm.
A correção da acidez do solo (calagem) e adubação devem ser feitas com base em análises de solo efetuadas por laboratórios competentes, que emitirão as devidas orientações.
Procede-se ao plantio dispondo-se a muda de modo que seu colo fique um pouco acima do nível do solo (mais ou menos 5 cm). Faz-se, em seguida, uma bacia em torno da muda e rega-se, e finalmente cobre-se com palha ou capim-seco. Deve-se tutorar a muda se houver ventos fortes.
As podas são práticas imprescindíveis na cultura do citros. A poda lateral é conveniente em caso de superpopulação, quando os espaçamentos adotados tornam-se insuficientes para as plantas, que se tocam, sombreando abordo da árvore e impedindo a frutificação em maior área.
A capina dos pomares pode ser manual, mecânica ou química, desde se que tenha cuidado para não danificar o sistema radicular das plantas.
 
 

Cabras ganham torre de quase 10 metros de altura nos EUA



A torre das cabras foi construída com cerca de 5 mil tijolos feitos à mão. As cabras conseguem subir e descer porque a torre conta com escada espiral.

 

 

O norte-americano David Johnson, da cidade de Findlay, no estado de Illinois (EUA), construiu uma torre de quase 10 metros de altura e cerca de 2,1 metros de diâmetro, que permite que as cabras da fazenda subam até o topo, segundo o site “Farm Show”.

A “torre das cabras” foi construída com cerca de 5 mil tijolos feitos à mão, cada um com diferente tamanho e forma. A torre tem 276 degraus, formando uma escada espiral, o que permite que as cabras subam e desçam com facilidade.

“Os caprinos são os animais mais curiosos do mundo.

Eles utilizam muito a torre. Eles vêm e vão”, disse Johnson, que conta com 34 cabras em sua fazenda. A torre tem seis andares, com três aberturas em cada lado.

Johnson teve a ideia de construir a edificação após ver em uma revista uma foto de uma torre localizada na África. “Pelo o que eu sei, existem apenas três torres de cabras em todo o mundo. Há também uma na África do Sul e outra em Portugal”, disse Johnson.

 Ele destacou ainda, em entrevista ao site “Farm Show”, que nunca aconteceu nenhum acidente envolvendo os animais. “As pessoas muitas vezes me perguntam se alguma cabra já caiu da torre, e eu sempre dou a mesma resposta, que é não”, afirmou.

 

 

 

Torre tem 276 degraus, formando uma escada espiral, o que permite que as cabras subam e desçam com facilidade. 

 

Mãe bem nutrida, cria lucrativa


A estatística é clara: mais de 20% das crias morrem, por falta de cuidados dos proprietários, todos os anos e tamanha perda não precisaria acontecer.

 

 

Na criação nordestina, em regime de pasto, as crias nascem e logo são sufocadas pelo calor ardente. No inverno, as crias ficam geladas, nas noites, e perigosamente quentes durante o dia. O frágil organismo não aguenta e sucumbe.

Na criação gaúcha, também nos campos, os ventos gelados liquidam parte das crias e a chuva piora a situação.

A “criação em regime de campo” é um mito perigoso, quando encobre a falta de cuidados necessários à criação. Os campos nativos são pobres em vários meses e as ovelhas prenhes não recebem o sustento adequado. Então irá parir crias frágeis. As condições ambientais não são satisfatórias para as exigências de uma ovelha prenhe, pois ela também está nutrindo o feto. A precária alimentação acarreta baixo peso corporal do recém-nascido, fazendo crescer os índices de mortalidade. Parece que o fazendeiro não se importa e, assim, por deixar perder as crias também fica no prejuízo. O correto seria deixar de perder as crias para poder lucrar mais.

A característica orientadora, nesse caso, é o peso da cria ao nascer. A Embrapa Sul analisou milhares de dados, chegando a algumas conclusões importantes:

Ou seja, cria que nasce pesando até 3,0 kg tem um triste destino pela frente. Até os 3 kg, a sobrevivência não passa de 65%, sendo até de 43% em pesos corporais inferiores. O peso ao nascer mais desejável é superior a três quilos.

 

 

 

 

Em ambientes quentes, a cria precisa ser hábil, logo ao nascer.

 

 

 

 

u Solução - No terço final da gestação, geralmente final do inverno, uma alimentação adequada (reforçada) possibilita um aumento de peso no feto, o qual poderá melhor enfrentar as condições adversas do início da vida e não ser mais um na lista dos que perecem por frio e fome.

Ou pelos dois fatores, ao mesmo tempo. O animal com pouca nutrição apresenta uma queda no metabolismo, tornando-se vítima fácil no momento de frio.

 

u Resumo: fêmea gestante no final da lactação bem nutrida tem cria garantida.


 

 

 

 

Culinaria Bodistica ,Cabrito de Páscoa



 

 

Modo de preparo

Na véspera

- Se for um cabritinho, limpar as peles e gorduras, retirando os boduns.

- Picar 2 cebolas médias, ou 1 grande.

- Picar 125 gramas de presunto e 6 dentes de alho.

- Juntar 3 colheres de sopa de azeite virgem, 1/2 copo de vinho branco e um pouco de pimentão doce. Misturar tudo até ficar numa papa. Temperar com sal e pimenta preta moída na ocasião.

- Num tabuleiro grande, fazer uma cama com cebola cortada em rodelas, duas ou três, e colocar o cabrito inteiro, depois de bem untado, por dentro e por fora, com a papa. Distribuir pelo tabuleiro 2 ou 3 folhas de louro e 1 ramo de salsa.

 

No dia

- Regar o cabrito com mais 2 copos de vinho branco e azeite virgem, temperar com mais um pouco de pimenta preta moída na ocasião, e levar ao forno previamente aquecido. 30 minutos depois, virar o cabrito, juntar algumas batatinhas descascadas, temperar com mais um pouco de sal grosso e pimenta preta e voltar para o forno.

- 30 minutos depois, virar o cabrito novamente. Regar com o molho que se foi formando. Se estiver muito seco, juntar mais um pouco de vinho branco. Voltar ao forno e 30 minutos depois está assado.

 

 Arroz de Miúdos

- Picar muito fino os miúdos do cabrito, coração, rins e fígado. Picar 1 cebola média e refogar num pouco de azeite virgem. Juntar 4 dentes de alho picados e 1 folha de louro e deixar refogar mais um pouco. Acrescentar os miúdos do cabrito picadinhos e continuar a refogar. Refrescar com meio copo de vinho branco, tapar e deixar refogar mais um pouco. Temperar com sal e pimentão doce. Tapar e continuar em fogo baixo por mais 10 minutos. Juntar o arroz e, logo mais, adicionar água quente, o dobro do volume de arroz. Mexer e deixar acabar de cozer em fogo baixo, até quase secar.

- Colocar o arroz numa travessa e o cabrito vai para a mesa no tabuleiro em que assou. Enfeitar com um raminho de alecrim seco. Pode acompanhar salada de alface.

 

Curiosidades

VARIEDADES

Você sabia...?

... que as árvores, na pastagem, além de amenizar os efeito do excesso de insolação, do vento e da chuva, constituem verdadeiras “bombas de adubação”, canalizando nutrientes das camadas mais profundas do solo para a superfície, através dos galhos e folhas?  Tanto melhor se forem leguminosas, com capacidade de fixar o nitrogênio atmosférico! Assim, elas melhoram o equilíbrio ecológico e o microclima da pastagem.

... que o Tzar russo instituiu imposto sobre as barbas? Barbudo tinha que pagar imposto! Foi Pedro, o Grande, o grande Tzar que modernizou a Rússia no século 18, quem inventou imposto sobre barbas, na tentativa de melhorar a higiene pessoal dos súditos.

O tributo era anual e o contribuinte recebia um “cartão” como comprovante de quitação. Os fiscais raspavam a cara dos sonegadores.

... que a minhoca é um tesouro? Ela ingere um volume de solo e matéria orgânica equivalente ao seu peso. O dejeto da minhoca é muito rico. Tem 2,5 vezes mais Cálcio e Magnésio que o solo. Tem 5 vezes mais Nitrogênio, como nitrato. Tem 7 vezes mais Fósforo assimilável. Tem 11 vezes mais Potássio assimilável.

... que , embora a Inglaterra tenha ficado rica com a produção de lã, este produto teve origem na Espanha (Ibéria)? Foi ali que a raça Merino predominou por séculos. Somente no final do século XVIII, os animais dessa raça chegaram à Inglaterra, de onde rumaram para o restante do mundo. A Espanha perdeu, então, sua reputação de produtora de ovinos de lã fina.

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Frase

- Perder dinheiro é perder pouco, perder confiança é perder muito, mas perder a coragem é perder tudo, por­que perderá a si mesmo. Portanto, mantenha a coragem como o bem mais precioso da vida. Dinheiro não é tudo, nem o mais importante da vida. Ele deve vir naturalmente a você, como fruto do seu trabalho honrado. (Masutatsu Oyama)

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Vocabodário

- Cabrim - Pele curtida de ca­bra.

- Enchiqueirado: Animal que está sem contato com fêmea.

 

Descobrir prazeres e ocupar tempo livre ajuda a combater a compulsão

Especialistas explicaram como ocorre a compulsão por comida e compras.
No caso da alimentação, anotar o que come e se planejar pode ajudar.

 

Comer e fazer compras são atividades que dão prazer, mas algumas pessoas ficam “viciadas” por essas atitudes e isso pode ser um sinal de compulsão. Pessoas com comportamento compulsivo realizam essas atividades sem planejamento, com urgência e necessidade, e acabam se culpando e se arrependendo depois.

Por isso, a disciplina é fundamental no tratamento dessa patologia. Ocupar os períodos ociosos da agenda com atividades saudáveis evita com que esses tempos vazios sejam aproveitados com comportamentos impulsivos. Além disso, encontrar novos prazeres é uma alternativa para substituir as atividades que estimulam a compulsão.

Cozinhar, ir ao cinema, ouvir novas músicas, começar a freqüentar a academia, estudar ou até mesmo criar um animal de estimação são algumas das opções para evitar a depressão. Ou seja, quando você retira ou diminui da sua vida um ato que te dá prazer, você precisa de algo para ocupar e substituir esse ato.

info Bem Estar compulsão alimentar (Foto: arte/G1)

Como a impulsividade faz a pessoa perder o controle em determinado momento, ter um amigo para conversar também pode ajudar a evitar que isso aconteça.

É importante, então, escolher alguém que não julgue e não dê bronca, mas que ajude a refletir sobre o problema e até interfira com atitudes simples, como diminuir o limite do cartão de crédito ou acompanhar nas idas aos supermercados, por exemplo. Caso esse amigo não possa acompanhar nos locais de "tentações", é preciso então evitá-los para não despertar vontades e impulsos. 

Segundo o psiquiatra Alexandre Azevedo, saber diferenciar a compulsão da permissão também é importante. Por exemplo, a pessoa que vai ao shopping porque precisa de um sapato e acaba comprando vários pode ser compulsiva. Mas se ela vai já sabendo que vai gastar muito dinheiro, existe um planejamento, coisa que o compulsivo não faz, ou seja, é apenas perda de controle e irresponsabilidade.

No caso da comida, o endocrinologista Alfredo explicou que a compulsão acontece quando a pessoa come por desejo, sem limites e por necessidade. Por isso, uma das dicas é, quando ir ao supermercado, não estar com fome para não acabar comprando alimentos sem necessidade.

Além disso, fazer um diário da sua alimentação no dia a dia ajuda a recordar exatamente o que você comeu. Só o fato de parar para anotar já faz a pessoa pensar e até deixar de comer. Caso isso não aconteça, ela poderá analisar no dia seguinte se o que comeu foi dentro do normal ou exagerado.

Existe também a psicoterapia individual ou em grupo como forma de tratamento. Ela é feita baseada na reeducação através de situações, gatilhos e armadilhas. Além disso, também faz com que a pessoa discuta questões relativas ao seu problema e divida experiências com outras que sofrem da mesma coisa.

O psiquiatra Alexandre Azevedo deu algumas dicas para contornar períodos e situações que podem favorecer o comportamento compulsivo. Veja no quadro abaixo:

Dicas para evitar comportamentos compulsivos
Problema
O que fazer?
Tempo livre Organize uma agenda
Solidão Aumente o número de amigos
Notícia ruim Compartilhe com alguém
Ouvir um 'não' Tenha sempre um plano B
Estresse Escolha momentos da semana para relaxar
Dia longo de trabalho Faça pausas para conversar, ouvir música ou ler
Fim da tarde Mantenha-se ocupado com atividades agradáveis
Domingo Faça que seja o dia do lazer, sem nenhum trabalho
Achar-se feio Identifique partes do seu corpo que acha bonitas e as explore
Supermercado Vá sem fome
Shopping Faça sempre uma lista de compras
Depósito do salário

Coloque as contas principais no débito automático

 
Veja ! Perguntas Curiosas, Expressões Populares, Curiosidades sobre os Animais, Higiene e Instalação para Animais, Adestramento de Cães e Raças de Cabras Leiteiras... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 05 de Fevereiro de 2015 09:11

PERGUNTAS CURIOSAS: 

curiosidades

1. Porque as hienas vivem rindo?
As hienas não riem. À noite, elas costumam soltar seu uivo esquisito, que parece uma gargalhada. 

2. As listras das zebras são sempre iguais?
Não. Cada zebra tem um desenho diferente, como acontece com nossas impressões digitais. 

Agora vem a colaboração do meu amigo Matias Júnior sobre as zebrinhas. 

Bem, foi a forma que a natureza lhes deu para se defender dos seus predadores. O maior predador da zebra, são os leões e outros felinos. 

Acontece que, esses caçadores quando estão se preparando para atacar, eles se fixam em um único animal e depois partem para o ataque. As zebras, ao perceberem o ataque, começam a correr e como elas estão em manadas, as listras começas a se misturar em um movimento que deixa qualquer atacante confuso e até hipnotizado. Eles perdem o referencial. Ou seja, é uma defesa bem eficaz... 


3. Por que os pássaros voam numa formação em V?
A formação em V ajuda os pássaros a economizar energia. Aqueles que vão na frente reduzem a resistência do ar para os outros. Quando o líder se cansa, ele é subistituído por outro mais descansado. 

4. Por que o galo canta ao amanhecer?
O galo é um verdadeiro despertador. Ao nascer do dia, ele canta bem alto para avisar ao galinheiro que continua vivo e no comando. O cocoricó tem a função de desafiar qualquer desafiante. É o jeito que ele encontrou para controlar seu território. Geralmente, o galinheiro tem um único galo, pois só um sobreviveria à disputa pela liderança. 

5. O pica-pau não fica com dor de cabeça de tanto bicar as árvores?
Não, ele nunca vai precisar de analgésicos. A cabeça do pica-pau tem pequenas bolsas de ar que amortecem as batidas no crânio. 


EXPRESSÕES POPULARES: 

Sinônimo de traição ou deslealdade. O tamanduá se deita de barriga para cima e abre seus braços. O inimigo, ao se aproximar, é surpreendido por um forte abraço, que o esmaga. 

O CANTO DO CISNE: 
São as últimas realizações de alguém. Antigamente, dizia-se que o cisne emitia um lindo canto quando estava prestes a morrer. 

DORMIR COM AS GALINHAS: 
Nada de levar o travesseiro e o colchão para o galinheiro. A expressão significa apenas deitar-se cedo, logo ao anoitecer, como fazem as galinhas.


ESTÔMAGO DE AVESTRUZ: 
Aquele que come qualquer coisa. O estômago do avestruz é dotado de poderoso suco gástrico que é capaz de dissolver até metais. 

LÁGRIMAS DE CROCODILO: 
Uma expressão bastante usada para se referir a choro fingido. Ocrocodilo, quando ingere um alimento, faz forte pressão contra o céu da boca, comprimindo as glândulas lacrimais. Assim, ele "chora" enquanto devora uma vítima. 

MEMÓRIA DE ELEFANTE: 
O elefante lembra de tudo o que aprende, motivo porque éuma das principais atrações do circo. Por isso, dizem que as pessoas que lembram de tudo
 
 
ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE OS ANIMAIS:
 
 

1. O pica-pau pode dar cem bicadas por minuto numa árvore. 

 2. O beija-flor bate as asas noventa vezes por segundo, quatro vezes mais rápido que uma libélula. Ele voa de frente, de costas e até de ponta-cabeça. Procura néctar em 2 mil flores todos os dias. 

 3. Apesar do tamanho, o pescoço de uma girafa tem apenas sete ossos, o mesmo número de ossos do pescoço de um homem. A cabeça da girafa fica a mais de dois metros de distância do coração. Para fazer o sangue subir, o coração precisa ser muito forte. O coração da girafa é 43 vezes maior que o do ser humano. 

 4. Quanto em perigo, os elefantes formam um círculo em que os mais fortes protegem os mais fracos. 

5. Um camelo consegue beber 120 litros de água em dez minutos. Ele retém água para oito dias. Pode andar de 200 a 270 km por dia. As girafas e os ratos podem viver mais tempo sem água que o camelo. 

 6. O pavão macho possui duzentas penas longas e coloridas na cauda. 

7. Um porco-espinho, tem em média, 30 mil espinhos. Ele é um excelente nadador porque os espinhos ajudam a flutuar. 

8. A preguiça movimenta-se de noite e dorme de dia (mais de dezoito horas sempre). Tem um pescoço que pode virar até 180 graus. Assim, não precisa mexer o corpo para olhar o que está acontecendo ao seu redor. 

 9. Cada salto em distância de algumas espécies de cangurus corresponde a dez metros. Já os sapos pulam cinco metros e meio. Em termos de altura, o canguru alcança 2,7 metros, menos que o puma (3,1 metros) e mais que o coiote (1,2). 

 10. Um avestruz mede de 1,80 a 2,50 metros de altura, o mesmo tamanho de um camelo. As girafas atingem sete metros, o mesmo que um prédio de dois andares. 

11. A mula é resultado do cruzamento de um burro e uma égua. 

12. Num único dia, uma andorinha come 2 mil moscas. 

13. Os elefantes possuem uma audição aguçada e podem facilmente detectar os passos de um camundongo. Suas presas pesam mais de cem quilos. Um elefante come 125 quilos de plantas, capim e folhagens, e bebe duzentos litros de água por dia. Sua tromba suga dez litros de água de uma só vez. 

 14. Um carneiro fornece cinco quilos de lã e cem litros de leite por ano. 

 15. De acordo com a espécie, uma centopéia pode ter de 28 a 354 patinhas. 

16. O coice mais fiolento de que se tem notícia é o da girafa. 

 17. O pernilongo macho vive de néctar ou seivas vegetais. São as fêmeas que sugam o sangue dos mamíferos, aves e amfíbios para depois produzirem os ovos. 

 18. Para fazer seu cricri caacterístico, o grilo esfrega uma das asas dianteiras na borda da outra. As mêmeas são mudas. 

 19. Dromedário e camelo não são iguais. Apesar de os dois terem duas corcovas, no dromedário uma delas é tão pequena que quase não aparece. Por isso, para ficar mais fácil a diferenciação, diz-se que o dromedário tem uma corcova e o camelo, duas. O dromedário é masi dócil e fácil de montar. 

 20. O órgão sexual da aranha macho está localizada no final de uma de suas patinhas. 

21. Uma formiga pode levantar qualquer coisa que tenha cinqüenta vezes o seu peso. Uma abelha carrega um peso equivalente a trezentas vezes o seu. 

22. Mosquitos são atraídos duas vezes mais pelo azul do que por qualuqer outra cor. 

 23. As abelhas tem cinco olhos. São três pequenos no topo da cabeça e dois menores na frente. 

24. O bicho-da-seda possui um olfato tão aguçado que pode sentir a presença da fêmea a 11 km de distância. 

25. As formigas são equipadas com cinco narizes diferentes, cada um com uma função específica. A minhoca e a lesma, possuem quatro. 

26. O caracol faz um único acasalamento durante sua vida inteira. Também quando ele acontece... dura 12 horas! 

27. Uma abelha produz cinco gramas de mel por ano. Para produzirem um quilo de mel, as abelhas precisam visitar 5 milhões de flores. As abelhas-rainhas põem 3 mil ovos num único dia. 

28. A criatura mais pesada do mar, a baleia-azul, pesa 140 toneladas. É vinte vezes mais pesada que a maior criatura da terra, o elefante africano. 

29. Um atum pode nadar até 170 km num único dia. 

30. Um polvo pode medir de ponta a ponta, trinta metros. Ele possui uma bolsa que contém tinta e lhe serve de defesa. Atacado, ele solta esse líquido, que enegrece a água ao seu redor.
 
 
HIGIENIZE AS INSTALAÇÃO
 

cabrito2

 

A higiene é um conjunto de medidas visando preservar a saúde dos animais, sendo constituído de limpeza e desinfecção.

A limpeza das instalações deverá ser realizada diariamente ou, pelo, menos a cada dois dias.A desinfecção deve ser feita a cada 30 dias no sistema intensivo, e a cada 60 dias no sistema semi-intensivo.

- Faça a limpeza do curral de chão batido.

- Limpe o curral usando rodo de madeira.

- Varra o curral com vassoura.

RETIRE AS FEZES DO CURRAL:

-A retirada de fezes pode ser feita com carro de mão, balde ou outro recipiente disponível.

- Coloque as fezes em esterqueira.Quando não houver esterqueira, as fezes devem depositadas em local cercado, para evitar contaminação dos animais.Faça a limpeza do piso ripado.

- Raspe com espátula as fezes.

- Limpe o piso ripado com vassoura.

- As fezes acumuladas abaixo do piso ripado devem ser retiradas periodicamente e levadas paraa esterqueira ou para um local cercado.

 

A DESINFECÇÃO DAS INSTALAÇÕES:

A desinfecção consiste na aplicação de produtos químicos para diminuir as chances de ocorrência de doenças.Para desinfetar devem ser utilizados produtos à base de iodo, amônia quaternária, hipoclorito de sódio (água sanitária) ou cresol.

- Prepare a solução para desinfecção da instalação.

a) Prepare solução de iodo

- Coloque 20 litros de água em um balde. 
- Meça 200 ml de tintura de iodo a 10%. 
- Coloque 200 ml de tintura de iodo no balde. 
- Misture a solução utilizando um agitador de madeira.

b) Prepare a solução de hipoclorito de sódio.

- Coloque20 litros de água em um balde. 
- Meça 200 ml de hipoclorito de sódio a 10%. 
- Coloque 200 ml de hipoclorito de sódio no balde. 
- Misture a solução.

c) Prepare a solução de cresol.

- Coloque20 litros de água em um balde. 
- Meça 20 ml de creolina 
- Coloque 20 ml de creolina no balde 
- Misture a solução.

d) Prepare solução de amônia quaternária 
A recomendação do fabricante deve ser seguida.

 

DESINFETE AS INSTALAÇÕES PULVERIZANDO COM SOLUÇÃO:

A desinfecção das instalações deve ser feita com uma das soluções citadas anteriormente.

Precaução: Na pulverização da solução desinfetante o operador deve utilizar o equipamento de proteção individual (EPI) ou, pelo menos, luvas, botas e máscara para prevenir intoxicações.

a) Reúna o material.

Pulverizador costal, balde com a solução, máscara, luvas, botas, pano)

b) Coloque a solução no pulverizador.

Precaução: Quando, ao colocar a solução ocorrem respingos ou vazamentos na parte externa do pulverizador, deve-se enxugá-lo com um pano para evitar contato da solução com a pele do operador, previnindo-se intoxicações.

c) Pulverize as paredes, as cercas e o piso das instalações.

 

DESINFETE AS INSTALAÇÕES UTILIZANDO VASSOURA DE FOGO:

A vassoura de fogo é um equipamento também conhecido com lança-chamas, que, ligado a um botijão de gás, funciona como um maçarico.

A " vassoura " deve ser passada na instalação uma vez por semana no sistema intensivo, e a cada trinta dias no sistema semi-intensivo.

Precaução: 
1 - nos materiais combustíveis ( madeira, plástico, fios) o lança-chamas deve ser passado rapidamente para evitar queima. 
2 - O registro do botijão dese ser fechado ao final de cada operação.

 

 

 

 
ADESTRAMENTO PARA O MELHOR AMIGO DO HOMEM
 
 

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Apresentamos aqui maneiras de educar seu cachorro, alguns comandos e obediência, seu cão agradece. 
É o início da preparação do animal para o objetivo que se quer atingir. Nessa fase o cão deverá entender que está sendo trabalhado e que deverá trabalhar com muita disposição e obediência.

 

 

 

Material utilizado: 
1. Guia: existem dois modelos: a longa que mede, aproximadamente 10 (dez) metros e a curta 1,50 m (um metro e cinqüenta centímetros). A guia se divide em Três partes: alça, corpo e mosquetão. 
2. Colar de espinhos: ajustáveis ao pescoço do animal. Pode ser usado com espinhos para fora ou para dentro. NOTA: atualmente conforme normas adotadas pelas Sociedades de Criadores de Cães Pastores Alemães do Brasil. É proibida a utilização do colar de espinhos para dentro, ou seja, com os espinhos voltados para o pescoço do animal. O mesmo só poderá ser utilizado, em casos em que o animal for muito feroz e estiver fora de controle. 
3. Enforcador: colar liso. 
4. Rasqueadeira: utilizada para remoção dos pelos mortos. Deve ser usado pelo menos duas vezes por semana. 
5. Escova: ao mesmo tempo em que limpa o pelo do cão, ativa a circulação sangüínea. 
6. Peitoral: utilizado para cães de busca de rasteio e venteio. 
7. Cambão: apetrecho para captura de animal agressivo, pode ser utilizado também no adestramento durante a amizade com animal de temperamento forte.

O adestramento básico consiste dos seguintes exercícios:

 

1. Amizade com o cão 
2. Exercício de junto 
3. Exercício de senta 
4. Exercício de parado 
5. Exercício de deita 
6. Exercício de morto 
7. Exercício de vivo 
8. Exercício de fica...

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Raças de Cabras Leiteiras determinam a Produtividade

 

No Brasil, podemos destacar as raças leiteiras Saanen, Toggenburg e Alpina

  

A raça Saanen tem grande valor econômico, o que fez com que se espalhasse por diversos países.

escolha da raça é uma das questões mais importantes na implantação do capril . É um assunto estratégico, que deve ser estudado pois, após a formação de um plantel, qualquer mudança será lenta e custosa. Há três grupos básicos de raças, classificadas de acordo com sua aptidão: de corte,leiteira ou mista. 

As diferenças entre essas decorrem de fatores fisiológicos que determinam que algumas raças tendem a acumular menos carne, para poder converter o alimento que consomem em leite, e que, ao contrário, outras tendem a converter o alimento mais em musculatura, produzindo menos leite. O terceiro grupo, o das raças mistas, apresenta um equilíbrio entre as duas aptidões. Em geral, as raças especializadas apenas em corte ou em leite conseguem maior produção que as mistas.

No Brasil, “podemos destaca as raças leiteiras Saanen, Toggenburg e Alpina. Esses grupos de animais precisam de um ambiente de manejo menos rústico, para que a produção não seja comprometida”. 

raça Alpina foi introduzida visando o melhoramento da produção de leite de nossas raças nativas.  Os criadores têm mostrado grande interesse nela devido, principalmente, ao seu porte e característica leiteira.

Saanen tem grande valor econômico, o que fez com que se espalhasse por diversos países.  Apresenta úberes bem formados, com excelente produção leiteira. Esses animais são mais adaptados ao confinamento, isso dificulta sua aclimatação nos sistemas áridos ou de semi confinamento.

Os animais da raça Toggenburg são bem adaptados e podem ser utilizados nos sistemas de confinamento total ou semi confinamento, pois apresentam fortes aprumos e excelentes inserções de úbere. Essa é considerada a melhor entre as três raças.

 
Veja ! Farmácia na Geladeira, Azeite-Banana-Maçã ajudam na TPM, Aminoácidos, Produtos Orgânicos, Cabras Leiteiras, Algaroba e Curiosidades na Caprino-ovinocultura... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 02 de Fevereiro de 2015 08:54

 

Azeite, banana e maçã têm propriedades que ajudam a aliviar aqueles sintomas chatos da TPM.

 

banana e maçã têm propriedades que ajudam a aliviar aqueles sintomas chatos da TPM

 

TPM, qual mulher nunca teve? “Eu sinto raiva de deus e o mundo. Não quero conversar com ninguém, não me provoca”, diz a mulher.

Segundo os médicos, os sintomas da TPM podem aparecer 15 dias antes da menstruação, mas o mais comum é  uma semana antes.

A TPM tem a ver com as alterações hormonais. A produção de estrogênio diminui, levando à irritações, alterações de humor e à depressão. Nessa fase também a mulher começa a produzir progesterona, hormônio que pode provocar retenção de líquidos. Aparecem os inchaços, dores nos seios e na cabeça.

Até 80% das mulheres vão ter em algum momento, algum tipo de sintoma, mas sintomas mais graves, chegando a afetar a vida dela, o relacionamento dela na família, em torno de 10% das mulheres.

“É muito claro na literatura médica que o exercício físico ajuda demais a melhorar os sintomas de TPM, porque libera mais endorfina. A pessoa tendo atividade física regular, ela costuma ter uma tensão pré-menstrual muito mais branda, ou passa muito melhor por esse período”, explica Juraci Ghiarone, ginecologista.

Os nutricionais dizem que alguns alimentos podem aliviar esses sintomas: algumas frutas, cereais e grãos como a lentilha, a linhaça e a quinua podem ser poderosos contra a TPM. Para dar certo a dieta tem que começar pelo menos dez dias antes da menstruação.

Nesse período a nutricionista Carolina recomenda comer diariamente uma colher de sopa cheia de cereais e grãos e abusar do tofu, o queijo de soja. Alimentos que podem ajudar a diminuir a ansiedade e os sintomas da depressão.

Já o azeite é bom para combater os inchaços. O ideal é comer uma colher de sobremesa em cada refeição. O chá de cavalinha também evita a retenção de líquido. São três xícaras: de manhã, de tarde e de noite.

Duas bananas por dia podem ser um santo remédio para controlar aquela vontade de chorar sem motivo e duas maças podem tirar o desejo quase irresistível de comer doces. Mal que também atinge as mulheres com TPM. “Com certeza comendo direitinho, a gente vai ter menos mau humor e os homens vão ficar mais felizes com a gente também”, garante Carolina Ribeiro, nutricionista.

 

 


 AMINOÁCIDOS

 

Ao longo dos últimos anos, a utilização de aminoácidos na agricultura do Brasil e nos demais países vem aumentando de forma bastante acentuada, devido aos inúmeros benefícios que estas substâncias orgânicas vêm proporcionando às plantas. A utilização de aminoácidos aumenta a produtividade das mais diversas culturas e a qualidade dos produtos agrícolas.

Atualmente, no Brasil, os aminoácidos são largamente utilizados em hortaliças e frutíferas e o seu consumo vem aumentando significativamente em citros, cafeeiro, algodoeiro e culturas produtoras de grãos, tais como, feijoeiro e soja.

O que vem a ser aminoácidos? Do ponto de vista bioquímico, os aminoácidos são as unidades orgânicas que formam as proteínas e são constituídas basicamente por um grupo nitrogenado de nominado de amina  (NH2)   e   um grupo com carbono denominado carboxílico (COOH). Todas as proteínas das plantas são produzidas a partir de 20 aminoácidos.

As suplementações dos aminoácidos às plantas proporcionam uma série de benefícios, dentre os quais:

Proporciona um metabolismo mais equilibrado das plantas:

Os aminoácidos estão intimamente relacionados com o metabolismo das plantas e quando fornecidos são incorporados rapidamente nas vias metabólicas estimulando a síntese de proteínas.  Os aminoácidos atuam na germinação, estádio vegetativo, florada e na maturação dos frutos. Em leguminosas tem sido verificado que plantas bem suprida com aminoácidos possuem uma nodulação mais efetiva.

Ativação da fotossíntese das plantas:

Os aminoácidos atuam na síntese e ativação da clorofila tornando a fotossíntese nas plantas muito mais eficiente e aumentando a reserva de carboidratos disponíveis aos diversos processos metabólicos das plantas. Além disso, atrasa o envelhecimento das folhas prolongando o seu ciclo produtivo (maior produção de carboidratos por maior período de tempo).

Redução de fitotoxicidade de determinados defensivos agrícolas:

Os aminoácidos estimulam a síntese de proteínas, que por sua vez, facilitam e aceleram as reações químicas celulares funcionando como catalisadores biológicos e aumentando a capacidade das plantas na degradação dos herbicidas. A época mais adequada para a aplicação dos aminoácidos é logo após a aplicação dos herbicidas. De maneira geral, o intervalo das aplicações é de 7dias.

Maior tolerância das plantas às pragas e doenças (papel imunológico):

Os aminoácidos também são responsáveis pela ativação do sistema imunológico das plantas através da síntese de determinadas proteínas. Além disso, os aminoácidos proporcionam redução dos compostos solúveis nas plantas que são um dos responsáveis pela susceptibilidade das plantas às pragas e doenças.

Aumenta a absorção e a translocação dos nutrientes aplicados na parte aérea das plantas:

Os aminoácidos têm ação quelatizante, promovendo uma absorção mais eficiente dos nutrientes catiônicos (nutrientes com carga positiva) aplicados na parte aérea das plantas. Além disso, tem participação direta no transporte de nutrientes pelo floema

Sistema radicular mais desenvolvido e vigoroso:

A aplicação de aminoácidos com fertilizantes foliares contendo fósforo em plantas cultivadas em solos com alta incidência de doenças de solo tem proporcionado maior desenvolvimento radicular através da emissão de radicelas. Este maior desenvolvimento do sistema radicular favorece a absorção dos nutrientes e da água do solo.

Os aminoácidos proporcionam recuperação mais rápida do sistema radicular das plantas sob situações de estresses, tais como, doses excessivas de fertilizantes (salinização do solo) e déficit hídrico moderado.

Regulador da atividade hormonal das plantas:

Os aminoácidos estimulam às plantas a produzirem proteínas, enzimas e hormônios. Portanto, é um estimulante à síntese hormonal das plantas com todos os benefícios proporcionados por estes compostos orgânicos.

Maior tolerância das plantas ao stress hídricas e geadas:

Maior taxa fotossintética, maior desenvolvimento do sistema radicular e nutrição balanceada e equilibrada são exemplos da maior tolerância às condições ambientais adversas sendo conseqüências de todos os benefícios apontados anteriormente.

Aumento o florescimento das plantas:

Os aminoácidos promovem o pleno florescimento nas plantas aumentando a produtividade das culturas.

Qualidade dos produtos agrícolas:

Favorece a uniformidade da colheita, aumenta o peso específico dos frutos e grãos e aumenta o teor de sólidos solúveis nos frutos.

Uma das culturas mais promissoras à utilização dos aminoácidos é a cana-de-açúcar. É uma cultura de ciclo longo, susceptível a uma série de estresses ambientais e induzidos pelo homem (herbicidas) e é altamente dependente da fotossíntese para a síntese de carboidratos que posteriormente serão acumuladas no colmo na forma de sacarose.

O produtos comercias da Agro-Oceânica possuem 18 tipos de Aminoácidos Carbono orgânico 8 %, densidade de 1,250 g/L, além de Macro-micronutrientes, hormônios, vitaminas, quitosana.

Os aminoácidos são de origem de pescados marinhos e sofrem hidrólise enzimática conservando assim as propriedades química-físicas sendo estes absorvidos pelo solo e plantas, através de suas raízes, caule e folhas, ativando o seu metabolismo e melhorando a fotossíntese e outros processos fisiológicos. Com isso a planta resiste melhor a pragas e doenças, dá mais vigor a brotação e frutos elevando os teores de açúcares, e proporcionando maiores resultados por hectare ao produtor “ Produção com qualidade”.

 

 Produto  Orgânico é indicado para uma boa Alimentação

 

Cresce a demanda por produtos orgânicos nas redes de supermercados e Sacolões

 


Séculos antes do nascimento de Cristo, Hipócrates, considerado o pai da Medicina, já alertava para os benefícios à saúde trazidos por uma boa alimentação. 
E, ao longo dos anos, a ciência comprovou que ingerir alimentos saudáveis pode prevenir diversas doenças e ajudar na manutenção de uma boa qualidade de vida. Isso explica em parte a crescente demanda por produtos orgânicos, cultivados sem agrotóxicos e que possuem alto valor nutricional. De acordo com os resultados de um estudo financiado pela União Europeia, alguns tipos de alimentos orgânicos são melhores para a saúde do que os convencionais.

A pesquisa da Newcastle University, na Grã-Bretanha, concluída em 2008, indica que legumes e frutas orgânicos contêm até 40% mais antioxidantes - substâncias que, acredita-se, ajudam a combater câncer e problemas cardíacos - do que seus equivalentes não-orgânicos e trazem mais benefícios à saúde por não possuírem pesticidas, que prejudicam também o meio ambiente.

O leite orgânico, por exemplo, pode conter entre 50% e 80% mais antioxidantes do que o leite normal. Trigo, tomate, batata, repolho, cebola e alface orgânicos contêm entre 20 e 40% mais nutrientes do que seus equivalentes não-orgânicos, de acordo com a pesquisa. Os resultados também garantem que os orgânicos contêm menos ácidos graxos trans, considerados nocivos à saúde.“A preocupação com o bem-estar tem aumentado muito nos últimos anos a demanda por orgânicos nas lojas da Perini”, destaca Cristiano Almeida, responsável pelo setor de hortifrutigranjeiros de todas as lojas da rede de delicatessens.

Na Perini, é possível encontrar orgânicos como folhagens, verduras, legumes, algumas frutas, chocolates, açúcar, arroz, chá e cafés. Segundo a nutricionista Izabela Soares, gerente do setor de garantia de qualidade da Perini, os alimentos orgânicos têm um valor nutritivo maior. “É uma garantia de qualidade e, sem dúvida, os alimentos naturais são melhores para a saúde”.

Entenda o que é um produto orgânico.

Todo alimento orgânico é muito mais que um produto sem agrotóxicos. É o resultado de um sistema de produção agrícola que busca manejar de forma equilibrada o solo e demais recursos naturais como água, plantas, animais e insetos, conservando-os a longo prazo e mantendo a harmonia desses elementos entre si e com os seres humanos. Deste modo, para se obter um alimento verdadeiramente orgânico é necessário administrar conhecimentos de diversas ciências para que o agricultor, através de um trabalho harmonizado com a natureza, possa ofertar ao consumidor alimentos que promovam não apenas a saúde deste último, mas também do planeta como um todo.

 

Raças de Cabras Leiteiras determinam a Produtividade

 

No Brasil, podemos destacar as raças leiteiras Saanen, Toggenburg e Alpina

  

A raça Saanen tem grande valor econômico, o que fez com que se espalhasse por diversos países.

escolha da raça é uma das questões mais importantes na implantação do capril . É um assunto estratégico, que deve ser estudado pois, após a formação de um plantel, qualquer mudança será lenta e custosa. Há três grupos básicos de raças, classificadas de acordo com sua aptidão: de corte,leiteira ou mista. 

As diferenças entre essas decorrem de fatores fisiológicos que determinam que algumas raças tendem a acumular menos carne, para poder converter o alimento que consomem em leite, e que, ao contrário, outras tendem a converter o alimento mais em musculatura, produzindo menos leite. O terceiro grupo, o das raças mistas, apresenta um equilíbrio entre as duas aptidões. Em geral, as raças especializadas apenas em corte ou em leite conseguem maior produção que as mistas.

No Brasil, “podemos destaca as raças leiteiras Saanen, Toggenburg e Alpina. Esses grupos de animais precisam de um ambiente de manejo menos rústico, para que a produção não seja comprometida”. 

raça Alpina foi introduzida visando o melhoramento da produção de leite de nossas raças nativas.  Os criadores têm mostrado grande interesse nela devido, principalmente, ao seu porte e característica leiteira.

Saanen tem grande valor econômico, o que fez com que se espalhasse por diversos países.  Apresenta úberes bem formados, com excelente produção leiteira. Esses animais são mais adaptados ao confinamento, isso dificulta sua aclimatação nos sistemas áridos ou de semi confinamento.

Os animais da raça Toggenburg são bem adaptados e podem ser utilizados nos sistemas de confinamento total ou semi confinamento, pois apresentam fortes aprumos e excelentes inserções de úbere. Essa é considerada a melhor entre as três raças.

 

 

Caprinocultura: ótima opção para investidores

Para pequenos investidores, iniciantes ou não, a caprinocultura é uma atividade bem atrativa, por se tratar de um empreendimento de baixo risco. De acordo com o pesquisador de melhoramento animal da Embrapa, Octávio Morais, a criação de caprinos leiteiros é menos complexa.

"Para o produtor ini­ciante, não é recomendado mais que 10 animais. Há a opção da cria­ção em pasto ou em estábulo.

O rebanho ao ar livre é mais barato, mas o bicho pode apresentar problemas, devido a uma dieta não balanceada, já que o animal tem que buscar o próprio alimento, e possíveis ferimentos nas tetas, o que dificilmente acontece no regime estabulado, quando o caprino tem sete anos de vida útil, em média", afirmou o especialista.

Morais alerta que o primeiro passo é a busca por informações.

 

Algaroba para comer e beber

A leguminosa com alto valor nutritivo, que não exige muita água e nem solos férteis para frutificar, tem se mostrado uma importante fonte alternativa para a alimentação humana. Originária dos Andes peruanos, a algaroba (Prosopis juliflora) produz uma vagem rica em pro­teínas, fibras, sais minerais, carboidratos e açúcares. No Brasil, desde a década de 1940, as vagens do vegetal têm servido para produção de ração de animais. No município de Serra Branca, no semi­ári­do paraibano, por exemplo, a ração beneficiada com algaroba é responsável por 90% da alimentação de caprinos e ovinos e por cerca de 20% do rebanho bovino.

A algaroba é conhecida como planta mágica do Nordeste e está presente em alimentos de bebês em vários países. Como bebida láctea, por exemplo, ela pode ser servida junto à merenda escolar em regiões carentes. Além disso, a algaroba produz cachaça e até álcool combustível.

Por não exigir muita água, a algaroba apresenta bom rendimento mesmo nos períodos de seca. A leguminosa supera o trigo e o milho em proteínas e aminoácidos. Segundo a Embrapa Semiárido, a espécie também possui uma estrutura biológica que ajuda na fixação do nitrogênio ao solo e na recuperação de áreas degradadas.

Por outro lado, se não for bem manejada, a algaroba é capaz de invadir hábitats naturais e inibir a regeneração das espécies de caatinga, reduzindo a biodiversidade vegetal do bioma. Também, se consumida in natura, em excesso, pode provocar um “bolo” que intoxicará o animal. O ideal é colher as vagens e distribuir, depois, para os animais.

 

 

Curiosidades sobre a cabra e o bode

 

1 - A cabra é um animal naturalmente higiênico e se vir um homem cuspir no seu cocho ela não se alimenta mais ali.

2 - A cabra ao contrário da vaca ao ser ordenhada não evacua e não urina.

3 - O odor muitas vezes atribuído ao leite de cabra é na verdade característico de uma glândula que só bode reprodutor possui. Denominado odor hircino tem a função de atrair a fêmea no cio. Para se evita-lo basta manter as cabras em lactação distantes do bode para que o cheiro não seja a ssimilado pelo leite.

4 - O bode tem a maior concentração de testosterona entre os herbívoros. Provavelmente por isso a população rural atribua aos produtos caprinos propriedades afrodisiacos.

5 - E comum ouvir-se referência a propriedade embelezadora do leite de cabra. Parece que isto se deve a relatos históricos que mencionam o fato de que Cleópatra se banhava com leite de cabra. No Brasil, apenas nesta última década passou-se a investir em caprinocultura com interesse comercial. Uma legislação especifica para produtos caprinos exista em poucos estados do país.

 

Cabras felizes: Como são e do que precisam

Tal como as vacas, os porcos, as galinhas e as ovelhas, as cabras são animais sociais que vivem em grupos socialmente complexos e hierarquicamente organizados. Um facto curioso acerca destes animais é que o bode (macho das cabras) tem um cheiro muito forte que é desagradável para humanos mas não para as cabras – na verdade, coloca a cabeça entre as pernas e fica com o odor da urina para atrair as fêmeas nos meses de acasalamento. Os chifres das cabras são mais finos do que os dos bodes e erguem-se verticalmente, ao contrário dos das ovelhas. Os bodes têm uma barbicha que também os distingue das fêmeas. As cabras gostam de dar pinotes, pular, e, como também são animais que gostam muito de brincar, chegam a fazer pequenas danças e simulam lutas na brincadeira. Descobriu-se que os bodes têm sentido de humor e que gostam de dar pequenas marradinhas noutras cabras para brincar. As cabras são mais independentes do que as ovelhas e não temem os humanos. São animais bastante resistentes, capazes de viver em terrenos áridos, suportando bem as variações de temperaturas, tal como acontece com os humanos.
 
Veja ! Barragens Subterrâneas, Cerveja de Leite de Cabra, Carne Ovinos, Virus, Leite em Pó, Pepino, MiniMelancias, Controle de Parasitas em Equinos, Horticultura Sustentável e Peixe bom de Briga,,, PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 29 de Janeiro de 2015 08:50


ROTARY DE SERTÂNIA COM SEU IDEAL DE SERVIR

Construção de barragens subterrâneas

 

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O Rotary Club de Sertânia dentro dos seus objetivos em nossa razão de ser que é estimular o Ideal de Servir, como base de todo empreendimento digno, promovendo e apoiando.
Rotarianos empreendem projetos de prestação de serviços em nível comunitário e global nas áreas de saúde, educação, assistência humanitária, meio ambiente, combate à pobreza, entre outras, pelo simples prazer de ajudar o próximo.

Em reunião ordinária realizado em nosso Club, tendo em vista uma das maiores secas dos últimos cinqüenta anos, o Rotary convidou algumas entidades do Município de Sertânia para juntos se fortalecerem realizarem algumas ações em prol da nossa Comunidade Rural na construção de Barragens Subterrâneas.

Com parceria firmada entre as entidades presentes que foram; Rotary Club Sertânia Centenário, Sindicato dos trabalhadores de Sertãnia, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Loja Maçônica, Prefeitura de Sertânia e Associação dos criadores de caprinos e Ovinos de Sertãnia (ACOSSE)SAM_5127

 

A barragem pode ser construída ao longo de leitos de rios ou riachos e em locais por onde escorre o maior volume de água no momento das chuvas, as chamadas linhas d’água. A construção da parede, que pode ser de alvenaria ou lona, é feita numa cavidade aberta até a camada mais endurecida do solo e perpendicular ao sentido da descida das águas.

 

Projeto de Barragem subterrânea

Saiba o que é, como funciona e as vantagens da barragem subterrânea

 Tecnologia de armazenamento de água funciona como reservatório e também ajuda a diminuir o assoreamento dos rios


Barragem subterrânea no Globo Ecologia (Foto: Reprodução de TV)

 “Barragem subterrânea é uma tecnologia que permite armazenar água no subsolo, que vai ser usada para ajudar na produção, principalmente no período de estiagem. Aqui no semiárido, temos apenas quatro meses de chuva, durante o inverno. Nesse período, a barragem está cheia e a família usa essa água para o plantio de árvores de caju, de pinha, de graviola entre outras. Com o lençol freático diminuindo, as famílias partem para a produção de plantas com raízes curtas, como feijão,milho e hortaliças”.SAM_5119

 

“A primeira etapa é localizar onde é possível construir uma barragem subterrânea. Devem ser áreas que os agricultores possam aproveitar para a produção. Nós fazemos, então, uma escavação até o subsolo. Identificamos o subsolo fazendo um teste procurando o lugar onde não há mais passagem de água. A ponta da lona é chumbada (pregada) na parte interna da valeta que foi aberta. A lona é vedada e o solo retirado é colocado novamente por cima, aterrando a valeta”.

Agradecemos desde já aos parceiros, o projeto esta em andamento, já foram construidas 7 barragens dentre outras que ainda vão ser construidas, em breve o Rotary demonstrara as contas, os custos e os beneficiados.

 

 

Cerveja de leite de cabra

 

[3293694805_2ca2650eed_o.jpg]Por incrível que pareça, a Bilk é uma cerveja de leite (beer + milk). A ideia surgiu depois que produtores japoneses de leite e derivados se viram com um enorme excedente de produção em março de 2007. O filho do gerente de uma loja de bebidas em Nakashibetsu, região eminentemente produtora de leite na ilha de Hokkaido, sugeriu a fabricação da cerveja de leite à cervejaria Abashiri Beer. Eles toparam e logo a cerveja estava nos mercados. Ela é descrita por cervejeiros como sendo frutada, de baixa fermentação e com um terço de leite em sua fórmula. Uma garrafa de 330 ml custa 380 ienes (R$ 5,60). Vale a pena.

 

 

 

 Carne de cordeiro é destaque


Ovinobom é bom

 

http://arrotandopicanha.files.wordpress.com/2010/05/cortes_carne_ovina.jpgA marca Ovinobom é destaque de carne de cordeiro do noroeste paulista, ao redor de S. José do Rio Preto. A carne é produzida por um grupo de produtores da Associação dos Ovinocultores do Noroeste Paulista (Anpovinos), assistidos pelo Sebrae-SP. “A comercialização da carne de cordeiro Ovinobom é o maior objetivo do projeto que desenvolvemos em parceria com a Anpovinos desde 2007”, disse o gerente do Escritório Regional do Sebrae-SP em São José do Rio Preto, Arthur Achoa.

Os produtos Ovinobom têm qualidade superior à carne importada, segundo o médico veterinário e consultor técnico do grupo, Leonardo Marques. “A carne brasileira é superior à uruguaia, uma vez que os exportadores uruguaios direcionam para o mercado brasileiro os animais descartados, que são mais velhos e de carne menos saborosa”, explicou. Segundo ele, o rebanho daquele país era voltado principalmente para a produção de lã, e a carne de cordeiro nobre era exportada para mercados mais exigentes, como os Estados Unidos e a União Européia.

O chef italiano Massimo Barletti, que há dois anos abriu um restaurante em São José do Rio Preto, não só aprovou a qualidade do produto como também é um entusiasta da origem como apelo para valorização. “Na Itália, as pessoas são extremamente orgulhosas do que sua região produz e um caminho para valorização da marca seria despertar esse sentimento de orgulho regional tanto nos empresários como nos consumidores”, afirmou.

Muitos restaurantes já têm a carne ovina, em alguns dias, como prato principal no cardápio. É um sucesso.

 

 

Vírus ameaça 50 milhões de animais na África


 

Vírus Influenza

Um vírus mortal que invadiu a Tanzânia poderá se expandir nos países do sul da África e ameaçar mais de 50 milhões de ovinos e caprinos em 15 países, informou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). O vírus chamado de Peste dos Pequenos Ruminantes (PPR) é considerado como a "doença viral mais destrutiva que afeta rebanhos de pequenos ruminantes, tal como a peste bovina que devastou a pecuária no passado", disse a FAO. A PPR pode causar taxas de mortalidade de até 100% dos animais, mas não afeta humanos.

O vírus pode se espalhar em pastagens compartilhadas e mercados de animais vivos. O vírus já está presente no Oriente Médio, Ásia e partes central, oriental e ocidental da África, mas o sul do continente africano tem sido relativamente poupado. A FAO pediu que a Tanzânia inicie um programa de vacinação de emergência e disse que Malawi, Moçambique e Zâmbia deverão "imediatamente começar vigilância e começar medidas pró-ativas de inspeção". "Se a doença se espalhar da Tanzânia para todas as 15 nações da Comunidade de Desenvolvimento do Sul Africano poderá potencialmente devastar o sustento e a segurança alimentar de milhões", disse a FAO.

A PPR declarou-se na Tanzânia no início de 2010, ameaçando uma população local de mais de 13,5 milhões de caprinos e de 3,5 milhões de ovinos. Para estancar a propagação da doença, a FAO recomendou a vacinação dos pequenos ruminantes tendo por base os pontos de controle e as rotas habitualmente seguidas pelos pastores.

Juan Lubroth, veterinário chefe da FAO, recordou que "os ovinos e os caprinos são essenciais para a segurança alimentar e o rendimento das comunidades pastorícias" "A presença da doença afeta diretamente o patrimônio dos lares. Também os serviços veterinários dos países da região devem rever os seus planos de prevenção, reforçar o controle das fronteiras e melhorar a vigilância", conclui Lubroth. (Agence France-Presse (AFP) e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

 

 

Leite de ovelha em pó


Depois do lançamento de produtos como queijos e iogurtes à base de leite de ovelha, outras iniciativas vêm surgindo com força. A novidade é o leite em pó, cujo primeiro volume, feito de forma experimental, foi de 50 litros. A iniciativa é da Associação Brasileira de Ovinocultura de Leite com o apoio do Sebrae-SC. Com o novo produto, será possível produzir queijos de qualidade diferenciada, iogurtes, sorvetes, entre outros derivados. O leite em pó de ovelha poderá ser comercializado em farmácias para consumo, principalmente, de crianças e idosos. Segundo Érico Tormen, presidente da Associação, está sendo desenvolvida uma máquina de secagem de leite de ovelha. O leite-em-pó é muito interessante por permitir estocagem por longo tempo.

Em Santa Catarina, existem cerca de 2.800 ovelhas leiteiras, que produzem em média mil litros de leite de ovelha por dia. "Nossas expectativas são promissoras, pois existem muitos produtores interessados em expandir a produção e a tendência é que mais agroindústrias absorvam esse volume", destaca Tormen, que tem 970 ovelhas e produz 180 litros de leite por dia.

 

 

Com cultivo que pode ser realizado o ano todo em regiões de clima subtropical, o alimento alcança bons preços no varejo


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O vegetal é formado por 95% de água e tem boa composição mineral

Verão é tempo de consumir alimentos leves e refrescantes. Saladas, tortas e sanduíches feitos com legumes, grãos e folhosas fazem sucesso nas refeições em dias quentes. Em épocas de temperaturas altas, o pepino (Cucumis sativus) é uma das hortaliças que têm lugar certo nas mesas dos brasileiros. Composto por 95% de água, ele se destaca em diferentes receitas culinárias. 

O cultivo do pepineiro, do qual o pepino é o fruto, é simples e não demanda muitos cuidados. Os tratos culturais incluem irrigações, capinas e desbrotas, com corte dos brotos que forem aparecendo. Não é indicado pulverizar a planta com inseticidas, pois, como possui flores femininas ou masculinas, o pepineiro depende da polinização cruzada realizada por insetos como as abelhas, que fazem o transporte do pólen. 

Um pequeno espaço para o plantio – inclusive vasos com cerca de 50 centímetros de altura e 30 centímetros de diâmetro – é suficiente para o desenvolvimento da hortaliça. A produção de pepino ocorre durante todo o ano em regiões de clima subtropical e alcança bons preços no varejo. 

Editora Globo
O tutoramento facilita os tratos culturais e diminui o risco de ataque de doenças e as deformações

Embora seja mais comum seu uso em salada e comopicles – vegetais em conserva –, também pode ser feito dele um suco que auxilia no tratamento de inflamações do tubo digestivo e da bexiga, alta pressão e afecções dos dentes e da gengiva. O pepino também tem capacidade para combater enfermidades da garganta quando combinado com mel, purificar o organismo e eliminar gorduras. O vegetal tem propriedades calmantes e laxantes, é diurético e tônico para o fígado, rins e vesícula. Cabelos e unhas se beneficiam do alto teor de sílica e flúor que a planta apresenta. Também contém ferro, cálcio, fósforo, cloro, enxofre, magnésio, potássio, sais minerais e vitaminas A, C e do complexo B. 

De vários tamanhos e formato cilíndrico, o pepino tem casca verde-clara ou verde-escura, com estrias esbranquiçadas. A polpa de cor clara envolve sementes achatadas. Pertencente à família das cucurbitáceas, tem origem atribuída à Índia, de onde o cultivo teria se espalhado para a China e países europeus, tendo sido muito apreciado pelos gregos e romanos na Antiguidade. 

MÃOS À OBRA 

INÍCIO: O pepino tem variedades para consumo in natura – caipira, aodai e japonês –, com tamanhos que variam de dez a 30 centímetros de comprimento, e para conserva, que não ultrapassam dez centímetros de comprimento. Os mais cultivados por aqui são os do grupo aodai, enquanto os caipiras se destacam nos plantios realizados especialmente na Região Centro-Oeste. Ambos têm produção mais comum a céu aberto. 

AMBIENTE: Clima quente, com temperaturas entre 26 e 28 ºC, é o mais adequado para o plantio do pepineiro. Em regiões mais frias, o cultivo deve ser realizado em locais protegidos, onde seja possível monitorar a variação da temperatura. Dê preferência a solos areno-argilosos, férteis, ricos em matéria orgânica, bem drenados e que não apresentem acidez elevada. 

PLANTIO: A céu aberto, coloque de três a quatro sementes em cada cova de 1,5 a dois centímetros de profundidade, com espaçamento de 1,5 metro, em um dos lados do sulco. Deixe uma ou duas plantas por cova ao fazer o desbaste, quando contarem com duas ou três folhas definitivas. A germinação ocorre cinco dias após o plantio e leva mais 25 dias para a floração. 

TUTORAMENTO: O pepineiro pode ser plantado no sistema rasteiro, porém, o estaqueamento facilita os tratos culturais e a colheita, inclusive diminui riscos de ataque de doenças, deformação e má coloração. O tutoramento é feito em linhas duplas, com estacas de bambu ou de madeira com 2,2 a 2,5 metros de comprimento. Devem ficar apoiadas em um arame de 1,2 a 1,8 metro de altura do solo. À medida que a planta for se desenvolvendo, é preciso fazer amarrações. 

CUIDADOS: O solo deve ser mantido úmido por meio de distribuição de água nos sulcos de 30 a 40 centímetros de abertura e 25 a 30 centímetros de profundidade, ou da irrigação pelo sistema de gotejamento, microaspersão ou aspersão convencional. O raleio feito com uma ferramenta cortante, faca ou tesoura também é necessário para que a planta torne-se mais vigorosa. Mantenha a cultura limpa para evitar o ataque de plantas daninhas. 

ADUBAÇÃO: Faça a análise do solo para saber a necessidade de calagem, com uso de calcário dolomítico fino. Para uma boa produção do pepino, o terreno deve ter pH de 5,8 a 6,8. Por cova, utilize de 80 a 100 gramas de adubo químico com fórmula 4-14-8 ou 4-16-8 (NPK). Na adubação de cobertura, aplique 15 gramas por planta de nitrogênio, sob a forma de nitro-cálcio ou sulfato de amônio, após a formação dos primeiros frutos, e mais duas vezes com intervalos de 20 dias. 

PRODUÇÃO: Ocorre de 50 a 60 dias após a semeadura e pode durar por mais de dois meses. A colheita deve ser realizada quando o pepino atingir 20 centímetros de comprimento e coloração externa verde-clara. 


RAIO X 

SOLO: areno-argiloso, fértil, rico em matéria orgânica e bem drenado 

CLIMA: quente e não tolera geadas 

ÁREA MÍNIMA: pode ser cultivado em vasos 

COLHEITA: de 50 a 60 dias após o plantio 

CUSTO: preço do envelope com dez gramas pode variar de R$ 2 a R$ 5

 

 

 Produção de minimelancias é aposta de fazenda na Paraíba

Objetivo é atender mercado de solteiros e famílias pequenas


   Divulgação

Devido ao seu baixo teor calórico, a melancia aparece em quase toda dieta daqueles que se preocupam em perder – ou, ao menos, não ganhar – uns quilinhos. Pensando no grupo que desiste de levar para casa a fruta por ser grande demais, a Fazenda Tamanduá, localizada no município de Santa Terezinha (PB), decidiu apostar em uma semente capaz de produzminimelancias com peso entre um e dois quilos, ideal para solteiros e famílias reduzidas.


Funcionários da Tamanduá com amostras da fruta: fazenda colhe 20 toneladas por safra

 

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De acordo com Manoel Zacarias de Lima Neto, gerente da Tamanduá, a novidade, cuja semente foi desenvolvida pela Syngenta Seeds, produz frutos de até 15 centímetros de diâmetro, coloração intensa e sabor extremamente adocicado, além de casca fina e sementes esbranquiçadas. 

A primeira colheita aconteceu há quatro anos. Na ocasião, a produtividade foi de 18 toneladas. Hoje, já atinge 20 toneladas por safra, com o plantio distribuído em dez hectares. A quantia abastece mercados dos estados da Paraíba, do Ceará, de Pernambuco e São Paulo. “O tamanho reduzido encoraja a comprar os que têm medo da fruta estragar na geladeira”, aponta o gerente. 

O comércio feito pela Tamanduá se estende apenas aos frutos do tipo fêmea, mais parecidos com amelancia comum. As frutas do tipo macho, que têm polpa branca e gosto próximo ao do pepino, correspondem a 30% da colheita e servem de alimento para as vacas da fazenda, que também aposta na produção de queijos biodinâmicos, mel, arroz vermelho, melão e manga.

 

 

 O CONTROLE DA PARASITOSE NOS EQUINOS É FUNDAMENTAL

 

 

      Pois é, melhora o desempenho dos animais. A forma de controle adotada nos principais haras e criatórios de equinos utiliza exclusivamente os compostos antiparasitários por sua praticidade, eficiência comprovada e segurança na utilização, além de ter ótima relação custo-benefício.

Existem diversos compostos utilizados na rotina para controle parasitário dos equinos. Dentre os compostos, existem quatro grupos químicos distintos: os benzimidazóis (por exemplo, albendazole e oxibendazole), as pirimidinas e imidazotiazóis (por exemplo, pamoato de pirantel e levamisole) e o grupo das lactonas macrocíclicas (por exemplo, ivermectina e moxidectina). A grande diferença entre os grupos químicos está no seu mecanismo de ação diferenciado e nas formas de eliminação parasitária (MARTIN, 1997).

Alguns antiparasitários são ineficazes contra parasitos após um período de tempo e não conseguem manter a mesma eficácia, nas mesmas condições. Esse fato caracteriza a resistência parasitária, constatada quando uma determinada droga que apresentava redução da carga parasitária acima de 95% decresce para níveis inferiores a esse valor contra o mesmo organismo depois de determinado período (CONDER; CAMPBELL, 1995).

A maioria dos compostos é ineficaz contra todos os estádios de desenvolvimento dos parasitos de equinos, sendo que somente a moxidectina tem efeito moderado contra larvas encistadas de terceiro e quarto estádio. A moxidectina pertence ao grupo das lactonas macrocíclicas e foi sintetizada em 1990, sendo que tem demonstrado um amplo espectro de ação contra parasitos internos e externos. É considerado um fármaco seguro em adultos e em potros a partir de 6 meses de idade (PAPICH, 2007).

O Praziquantel pertence à classe dos Pirazinoisoquinolonas, medicamento de eleição no tratamento das infecções por cestódeos em animais domésticos. O Praziquantel é o princípio ativo mais importante dessa classe. O mecanismo de ação do Praziquantel é sobre o potencial de membrana das células musculares, promovendo a entrada de cálcio para o interior da célula, resultando na contração muscular, vacuolização e desintegração do tegumento do helminto.

 

 IMPLANTAÇÃO DA HORTICULTURA SUSTENTÁVEL.


Dentre os fatores a serem levados em consideração no planejamento para implantação de um sistema sustentável de produção de hortaliças destaca-se o diagnóstico do local a ser cultivado, devendo-se adotar os seguintes passos:

a) Identificação da vegetação anterior ou atual do local de cultivo. Por exemplo, plantas como barba de bode, indaiá, sapé e samambaia indicam acidez do solo.
b) Identificação das culturas anteriores: caso o local já tenha sido explorado comercialmente obter o histórico do mesmo quanto às espécies cultivadas anteriormente e quais as produtividades obtidas. O mesmo se aplica para a criação animal.
c) Solo: realizar análise química e física do solo para determinação da sua fertilidade e o cálculo da calagem e adubação necessárias.
d) Clima: obter dados meteorológicos da região principalmente as temperaturas e pluviosidade (chuva) de todos os meses do ano. Levantar as médias climáticas, se possível dos últimos 10 a 20 anos. Isso contribuirá para a escolha das espécies e cultivares de hortaliças mais adaptadas ao clima local.
e) Conservação do solo: verificar quais são as práticas conservacionistas adotadas pelo produtor (plantio em nível, terraceamento, canais escoadouros, etc.). Identificar problemas como erosão, compactação, drenagem deficiente, etc.
f) Disponibilidade de água: verificar os sistemas utilizados pelo produtor na captação de água, sua qualidade e estimar a quantidade necessária para irrigação das hortaliças e outras culturas a serem instaladas na propriedade.
g) Comercialização: identificar os possíveis compradores e os locais de venda, o que contribuirá para a decisão das espécies de hortaliças a serem produzidas. Realizar levantamentos de preços e quantidades comercializadas de hortaliças junto ao Instituto de Economia Agrícola, Centrais de Abastecimento e Varejões das grandes e médias cidades.

  

Betta - Um peixe bom de briga

 

Também conhecido como "peixe de briga", esse peixe da família dos Anabantídeos é originário da Tailândia. Seu nome vem de uma tribo de índios, onde os guerreiros eram chamados de "Bettahs".

Essa associação se deve ao fato de os Bettas machos serem extremamente violentos, não podendo conviver com outros Bettas no mesmo aquário. 
Por isso é aconselhada a criação nos chamados "betários", ou seja, aquários de no mínimo
15x12x12 cm.
 
 
 
Os Bettas viviam em águas estagnadas e mal-oxigenadas, como a dos arrozais, por exemplo. A respiração nessas águas só era possível devido a um órgão auxiliar que os Bettas possuem, o labirinto, que os permite retirar seu oxigênio da atmosfera. Por esse motivo, um betário não precisa de oxigenação. Apesar disso, a água do aquário deve ser parcialmente trocada a cada quinze dias, e pode ser usada água de filtro ou mineral, sempre à temperatura ambiente.A alimentação dos Bettas deve ser feita com a comida, em forma de ração, encontrada nas lojas especializadas, com comidas vivas, (artemias, por exemplo) e até mesmo com gema de ovo cozida (mas isso deixa a água extremamente suja).

 
 
Deve-se ter um cuidado especial para não dar comida em excesso (o que pode deixar a água ácida e turva) e sim, dar alimento suficiente para ser consumido em minutos. Caso isso não aconteça, a comida restante deve ser retirada. Esse processo deve ser feito de uma a três vezes ao dia
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para a reprodução o ideal é utilizar um aquário com capacidade para 16 litros (ou 40x20x20cm), onde deve ser posto um solo de areia média de 2 centímetros. A iluminação deve ser feita com uma lâmpada incandescente (de 15 velas) que deve ser exposta por quatro horas diárias. 
 
 
 
 
A temperatura da água deve ser de 27ºC e o Ph 6.9. É aconselhada a colocação de algumas plantas, como a "Sagittaria microfolia" e a "Ceratophillum demersum". Nesse aquário deve ser colocado o macho, que ao estar pronto para a reprodução construirá um ninho de bolhas envoltas num muco bucal na superfície da água. 

 
 
 
 
 
 
 
Quando o ninho estiver pronto, deve ser colocada a fêmea. O macho curvará seu corpo sobre a fêmea, abraçando-a e forçando-a a expelir seus ovos. O macho os fecundará liberando seus espermatozóides na água. Logo após a postura dos ovos, a fêmea deve ser retirada do aquário. O macho então apanhará os ovos no fundo do aquário e os colocará no ninho. Neste momento é aconselhado que se abaixe a altura da coluna da água para dez centímetros para diminuir a pressão da mesma sobre os ovos.
 
 
 
Após 48 horas ocorre a eclosão dos ovos, ou seja, o nascimento dos alevinos, que começam a nadar por volta do sétimo dia (quando isso acontecer, deve-se retirar o macho do aquário). Os alevinos são alimentados nos primeiros dia pelos nutrientes contidos no saco vitelino, e, posteriormente, devem ser alimentados por infusórios (preparados com folhas de couve e gema de ovo seca pulverizada) ou até mesmo por comidas para alevinos, encontradas em lojas especializadas. Somente os mais fortes sobrevivem.Os peixes Betta chegam a medir 10 centímetros. 


 
 
Observações importantes: 
Ao colocar a fêmea no aquário, ela deverá estar "ovada", ou seja, com seu ventre inchado e com algumas linhas verticais, o que indica que ela está pronta para a reprodução. É aconselhado que, antes da reprodução, os aquários do macho e da fêmea sejam colocados lado a lado para eles irem se "acostumando" um com o outro. 

 
 
 
A reprodução deve ser feita em um lugar calmo e sem a luz direta do sol. Em dias frios é aconselhada a colocação de um aquecedor de 1 (um) Watt de potência (por algumas horas) no betário para evitar o aparecimento de doenças como fungo e íctio. Na reprodução, a temperatura deve ser mantida constante em 27ºC, como dito anteriormente.
 
Veja : Quarentena é indicada na compra e empréstimo de Animais, Tambaqui em Tanques de Redes, Produtos mais Valorizados, Abelha Soldado e Alface Transgênico... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 22 de Janeiro de 2015 09:01

QUARENTENA É INDICADA PARA CAPRINOS E OVINOS

 

Editora GloboTodos os animais recém adquiridos de outras propriedades ou regiões (compra ou empréstimo) e que retornarem de feiras, leilões deverão ser mantidos em observação por um período de 30 a 60 dias, em uma instalação isolada aos demais animais da propriedade (quarentenário), antes de serem introduzidos no rebanho. Essa instalação utilizada como quarentenário pode ser um piquete, uma baia ou um aprisco.

A quarentena é uma medida preventiva que tem como principal objetivo conhecer o estado sanitário dos animais que estão sendo introduzidos na propriedade e certificar-se de que os mesmos são ou não portadores de doenças. Além disso, a quarentena também serve para adaptação gradativa dos animais ao novo ambiente, alimentação e ao manejo da propriedade.

Após a chegada na propriedade, encaminhe os animais para o quarentenário; forneça alimento e água limpa e fresca. O transporte de uma propriedade para outra é cansativo e pode causar bastante estresse nos animais. Por isso, deixe-os descansar antes de realizar a primeira inspeção. Por exemplo, se os animais chegaram de manhã na propriedade, deixe para examiná-los de tarde, e caso tenham chegado de tarde, examine-os na manhã do dia seguinte. Lembre-se de que os animais não estão acostumados à dieta da propriedade e a adaptação deve ser gradativa, principalmente para os alimentos concentrados.

A primeira avaliação dos animais deverá ser realizada por meio de uma inspeção visual geral do animal ou lote em quarentena. Observe se algum animal apresenta alteração de comportamento: isolamento, dificuldade de locomoção, coceira (piolho, sarna), alteração de postura, entre outros.  

É importante salientarmos que a pessoa que irá realizar essa inspeção no lote jamais conseguirá identificar um animal doente se não conhecer um animal sadio! 


O próximo passo é avaliar cada animal individualmente. O ideal é que essa inspeção individual dos animais seja acompanhada por um Médico Veterinário que realmente conheça a espécie. Cada animal deve ser contido individualmente e avaliado quanto aos principais parâmetros relacionados com o estado de saúde dos animais:

A) condição corporal;

Palpação da região lombar com as duas mãos.


B) aspecto da lã/pêlo (devem ser sedosos e brilhantes);


C) boca e dentes;

 Avaliação dos dentes 

D) cascos;

Avaliação dos cascos (crescimento, lesões, Foot rot) e casqueamento quando necessário

E) úbere;

Avaliação do úbere e dos tetos: 
consistência, volume, presença de nódulos, abscesso e lesões

F) testículos (consistência, tamanho, simetria);

G) linfonodos (abscessos, aumento de volume);

H) presença de secreção ocular e nasal;

 Cabra com secreção nasal


 I) mucosas (icterícia, anemia ou hiperemia); 

  Avaliação da mucosa ocular

   Avaliação da mucosa: (A) ictérica e (B) anêmica.

J) aspecto das fezes (consistência); entre outros.

Cabrito com diarréia.

Durante o transporte os animais podem sofrer lesões, traumas e fraturas, por isso, é muito importante realizar uma boa avaliação da cabeça, dos membros e de todo o corpo do animal. Atenção p lesões, arranhões, esfolamentos e cortes que podem ser portas abertas para entrada de bactérias e desenvolvimento de miíase!
Os animais devem estar livres de ectoparasitas: pediculose (piolho), sarna ou miíase (bicheira).

Sarna: (a) caprino da raça Boer, (b) com prurido intenso; (c, e) lesões crostosas, com eritema e espessamento da pele; (d) acometimento da face ventral do abdômen e membros.

Sempre que possível, adquira animais de criatórios idôneos, de elevado estado de saúde e acompanhados de atestados de vacinas e certificados negativos baseados em exames laboratoriais de algumas enfermidades como Brucelose, Leptospirose e Artrite Encefalite dos Caprinos (CAE). 

A maioria das enfermidades que acometem os caprinos e ovinos apresenta um período de incubação curto o suficiente para que sejam diagnosticadas, tratadas ou prevenidas durante a quarentena, porém algumas delas podem se manifestar somente alguns meses ou até anos após a introdução do animal infectado.
Recomendamos a realização de exames de fezes para avaliação da carga parasitária e desverminação dos animais - quando necessário - antes da introdução no rebanho. É importante que todos os animais recém-adquiridos sejam imunizados com as vacinas que são utilizadas na propriedade.

LEMBRE-SE QUE A QUARENTENA É UMA FERRAMENTA MUITO IMPORTANTE QUE DEVE SER UTILIZADA PELO PRODUTOR PARA MINIMIZAR OS RISCOS DE INTRODUÇÃO NO REBANHO DE NOVAS DOENÇAS, FORMAS DIFERENTES DA MESMA DOENÇA OU CEPAS

 

Tambaqui poderão ser criados em tanques redes

 

Uma idéia simples, barata e muito promissora para um projeto de pesquisa em aqüicultura foi implementada pelo oceanógrafo Carlos Alberto da Silva - Cadal, pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros, em Aracaju, Sergipe. Com um lago de contenção hidráulica disponível na sede da Unidade, um potencial “laboratório a céu aberto”, ele decidiu investigar a viabilidade da criação de tambaquis em tanques-redes, que são gaiolas metálicas para piscicultura.

Agora com o novo projeto, o objetivo é verificar o desempenho zootécnico do tambaqui em tanques-redes, em diferentes densidades em cada gaiola, desde a etapa de recria ou berçário até a fase de engorda, também chamada de terminação. O projeto visa, ainda, medir e analisar o impacto ambiental do sistema de produção no ecossistema do lago.

Tradicionalmente cultivado em viveiros escavados para esse fim, o tambaqui tem um sistema de produção relativamente caro para o pequeno produtor de base familiar. “Os viveiros continentais têm de ter um tamanho razoável já no início da produção e isso dificulta o aumento gradual da criação, com investimento inicial muito alto para o pequeno produtor”, explica Cadal.

Cadal aponta que o sistema de produção para tambaquis em tanques-redes é inédito na região, e pode representar uma excelente alternativa para pequenos produtores e comunidades que vivem junto a corpos d’água. “Com a validação do sistema para a nossa região, poderá se tornar viável a criação em lagos, açudes, lagoas e represas, com baixo investimento inicial para produtores que não dispõem de muitos recursos”, explica.

Para o pesquisador, a diversificação dos sistemas de produção, aliada à redução de custos de investimento inicial, poderá ser a chave do sucesso da piscicultura continental no Nordeste.

 

Produtos mais valorizados com a indicação geográfica

 


http://3.bp.blogspot.com/_3SBG26p92LE/TR4Cgz7H7lI/AAAAAAAABg0/K-Z-cDXR5Vg/s1600/opala.jpgA certificação confere qualidades específicas do local de produção, o que atribui reputação, valor e identidade própria, além de distinguir os produtos em relação aos seus similares disponíveis no mercado. São itens que apresentam uma qualidade única em função de características naturais como solo, vegetação, clima e como esses produtos são feitos.

 Presunto italiano de Parma, queijo Roquefort e Champagne francês são produtos reconhecidos em todo o mundo pela sua forte marca e características exclusivas. No Brasil, a cachaça de Paraty, o café do Cerrado Mineiro e o vinho do Vale dos Vinhedos são exemplos de alimentos com registro de Indicação Geográfica (IG).

A certificação de origem tem apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para promover as ações para a concessão de selo da Indicação geográfica (IG). O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) é a instituição que concede o registro e emite o certificado. Existem duas espécies ou modalidades de Indicação Geográfica: “Indicação de Procedência (IP)” e “Denominação de Origem (DO)”. No Brasil, sete produtos receberam selos de IG na espécie "Indicação de Procedência" e um produto recebeu na espécie "Denominação de Origem".

Os produtos com registro na modalidade Indicação de Procedência são os vinhos e espumantes do Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul, café do Cerrado Mineiro, carne e derivados do Pampa Gaúcho, cachaça de Paraty, do Rio de Janeiro, uva de mesa e manga do Vale do Submédio São Francisco, na Bahia e Pernambuco, couro acabado do Vale dos Sinos, no Rio Grande do Sul e vinhos e espumantes de Pinto Bandeira, também no Rio Grande. Já o produto com registro em Denominação de Origem é o arroz do Litoral Norte Gaúcho.

 

Cientistas descobrem a abelha soldado

 

   Divulgação

A abelha soldado (à dir.), que é 30% maior que a forrageira

A descoberta ocorreu em 2009 e foi anunciada agora na edição do Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America (PNAS), um dos mais citados e prestigiados periódicos científicos do mundo. O artigo é de autoria de Cristiano Menezes, desde 2011 pesquisador da Embrapa Amazônia Orienta, em Belém, no Pará, e de colaboradores da Universidade de São Paulo e Universidade de Sussex, da Inglaterra.

É a primeira vez que uma abelha soldado é descrita. "Tem características físicas apropriadas à defesa do ninho. Já se conhecia casta morfológica para soldados entre insetos, mas apenas em algumas espécies de formigas e de cupins, em abelhas ainda não”, contextualiza o pesquisador.

A abelha soldado foi vista em população de abelhas sem ferrão jataí, quando Menezes era doutorando da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) em Ribeirão Preto (SP) e durante uma das visitas ao Brasil de Francis Ratnieks, pesquisador da Universidade de Sussex, em viagem então financiada pela Fapesp.

O pesquisador  Menezes conta que o projeto inicial consistia em comparar as abelhas guardas que sobrevoam o ninho de jataís às que ficam paradas junto à entrada. Ao observar que as abelhas guardas eram maiores que as abelhas forrageiras, que são aquelas que saem do ninho para buscar alimento, ele passou a coletar e a medir abelhas de diferentes ninhos. "Verificamos - eu e Christoph Grüter, pós-doutorando do grupo da Universidade de Sussex -que estávamos à frente do primeiro caso de uma casta de soldados nas abelhas sociais", relata.

Analisando os favos de cria, os autores verificaram que 1% das abelhas operárias produzidas na colônia são guardas. "O significado atribuído a esta casta de soldados foi a defesa contra a invasão do ninho por abelhas ladras do gênero Lestrimelitta, que, por não coletarem alimento nas flores, vivem do saque de alimento de outros ninhos", explica o pesquisador.

Os cientistas também concluíram que as abelhas guardas jataí são 30% mais pesadas do que as forrageiras e têm morfologia ligeiramente diferente, com pernas maiores e cabeça menor. "As  guardas jataí ficam paradas sobre o tubo de entrada ou sobrevoando ao redor da colônia, onde promovem a defesa do ninho contra abelhas ladras (Lestrimelitta limao). Quanto maior é a abelha guarda, mais eficiente ela é na defesa da colônia", descreve Menezes.

 

 

 

Alface transgênica ajudará no diagnóstico da dengue

Objetivo é produzir um kit mais econômico e eficiente para tornar mais rápido o processo detecção da doença


Divulgação/Claudio Bezerra/NCO
O processo de transformação genética das plantas está sendo conduzido na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia

Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia está realizando uma pesquisa em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) para desenvolver uma variedade de alface transgênica que possa ser usada para diagnosticar o vírus da dengue. A ideia é produzir um kit de diagnóstico mais econômico e eficiente a fim de agilizar a detecção da doença pela rede pública de saúde no Brasil. 

“O país precisa ter mais alternativas para o diagnóstico da dengue. Hoje em dia, o país não tem condições de produzir a quantidade de antígeno que necessita e acaba tendo que importar de outros países. A nova alternativa poderá acabar com necessidade do país em importar o kit diagnóstico”, explica o pesquisador Tatsuya Nagata, do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Brasília.

Divulgação/Claudio Bezerra/NCO

Segundo o professor, a utilização de alface é a melhor opção na relação custo/benefício. Outros métodos com células de mamíferos, células de insetos, leveduras e bactérias também são utilizados para a preparação de vacinas ou para o diagnóstico de doenças, mas asplantas aproximam-se mais do sistema do ser humano e, por isso, garantem melhor qualidade. “Bactérias e leveduras têm um sistema celular mais primitivo do que o da alface. O sistema celular da planta é mais próximo do dos seres humanos. Hoje testamos em camundongos e com o novo kit evitaremos o uso destes animais”, diz. 

A transformação genética das plantas está sendo feita pela unidade da Embrapa de Recursos Genéticos e Biotecnologia e consiste na introdução de uma parte do gene do vírus da dengue em DNA do cloroplasto de alfaces. As plantas são, então, colocadas em um meio de cultura contendo um antibiótico que garantirá que apenas as células que receberem o gene do vírus sobrevivam. 

O novo antígeno já está sendo testado com sangue de pessoas que foram contaminadas pelo vírus da dengue e os primeiros resultados são positivos, mas a validação ainda pode levar dois anos, já que é necessário um aproveitamento de cerca de 95% para que o produto seja comercialmente viável.

 
Veja ! Como Criar Cabras; Finalidade, Sistema, instalações, Higienização, Alimentação, Reprodução e algumas Variedades, PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 16 de Janeiro de 2015 19:01

Como criar cabras

Sem necessidade de muitos cuidados, o negócio pode ser voltado para fins de subsistência ou comercialização de carne, leite e derivados

Apesar de seu aspecto frágil, a cabra não mostra fraqueza diante das adversidades. Na verdade, ela é um animal muito resistente e de boa adaptação aos mais diversos tipos de ambiente, de desertos a regiões com nevasca. A grande tolerância do mamífero às intempéries facilita o trabalho de quem se lança na atividade de criação, que pode ser para a produção de carne, leite e derivados, produtos que estão ganhando mais espaço no varejo brasileiro, além da comercialização de matrizes e reprodutores. De pecuária familiar de subsistência a empreendimentos altamente tecnificados, há modelos de criação de cabras para todos os bolsos. Entre os mais simples, como o manejo de poucas cabeças em um espaço pequeno, o produtor pode aproveitar a rusticidade do animal para fazer uso de sobras de materiais na propriedade a fim de montar um abrigo. A mão de obra dos próprios familiares dá conta da lida com o plantel. 

A cabra também não exige muitos cuidados nem necessita de muita dedicação. Não adoece com facilidade e, portanto, não demanda práticas veterinárias. Como gosta de pastar, é indicado apenas realizar vermifugação e exame de fezes. Herbívora e ruminante, ela aprecia comer plantas arbustivas de folhas largas e forrageiras, como gramíneas e leguminosas, alimentos que não pesam muito no orçamento. 

Na escolha de caprinos, sempre prefira os puros de origem

Dócil e de baixa estatura, quando adulta a cabra tem peso que varia de 45 a 70 quilos. Em um período médio de nove meses de lactação, as raças leiteiras conseguem fornecer diariamente de dois a cinco quilos de leite, o produto mais adequado para o comércio de criações de baixo custo. Na caprinocultura leiteira, o retorno financeiro é mais rápido que na de corte. No varejo, o leite alcança preços superiores aos de vaca, pois contém mais vitaminas A, B12, C e D. Além disso, o leite de cabra é muito digestível e indicado para quem tem alergia a caseína – proteína existente no leite de vaca. 

A cabra foi um dos primeiros animais domesticados no mundo, milhares de anos antes de iniciar a era cristã. Para cá, foi trazida pelos colonizadores e teve o plantel incrementado na época da chegada dos imigrantes. Quando tiveram interesse em adquirir mais matrizes e reprodutores, criadores instalados em território brasileiro ainda recorreram ao mercado internacional. Europa, América do Norte e África foram os principais fornecedores dos novos exemplares. 

As importações ainda ocorrem, principalmente de animais com aptidão para a produção de carne vindos do continente africano. Mais de 90% da população de cabras no país está na Região Nordeste, onde se localizam as raças canindé, marota, repartida e moxotó. 

MÃOS À OBRA 

INÍCIO: Na escolha de animais para uso como matrizes ou reprodutores, prefira os que são puros de origem. Para cabras leiteiras ou produtoras de carne, fique atento se possuem bom porte e aprumo, ligamentos fortes e úberes volumosos. O preço dos animais depende muito da genética e do estado fisiológico. Cabras gestantes ou em lactação são mais caras. Faça o registro genealógico dos exemplares junto às entidades da região credenciadas pela Associação Brasileira dos Criadores de Caprinos (ABCC). 

FINALIDADE: Entre as raças há as que apresentam boa produção de leite, como saanen, alpina e toggenburg, de origem europeia. Há as de dupla aptidão, como a inglesa anglo-nubiana, e as que rendem leite, como mambrina, jamnapari e bhuj, da Ásia. Para carne, destaca-se a boer, da África do Sul. 

SISTEMAS: As cabras podem ser criadas em três sistemas. No extensivo, os animais ficam soltos no pasto. No semi-intensivo, parte do dia a criação pasta e depois recebe suplementação de volumoso e concentrado no cocho. Já no intensivo, os caprinos são mantidos confinados e toda a alimentação é fornecida no cocho. 

INSTALAÇÃO: O capril pode ser feito de estrutura simples, mas é importante que tenha boas condições para abrigar os animais. Se houver no local uma instalação ociosa, ela pode ser adaptada com divisão de baias para acomodar as cabras, de acordo com a fase de desenvolvimento. Essas opções reduzem os custos da atividade. É bom que o abrigo seja confortável, ofereça segurança e proteção contra vento e chuva. Cubra o chão com cama de maravalha ou use sarrafos de 3 centímetros de espessura por 5 centímetros de largura para fazer um piso ripado. Deixe um espaço de 2 centímetros entre os sarrafos e de 0,5 a 1,8 centímetro de altura do solo. 

HIGIENIZAÇÃO: Recomenda-se manter o capril sempre limpo para conservar a saúde das cabras. Diariamente, retire os dejetos do chão e as sobras de alimentos que ficam nos cochos. No mínimo a cada 30 dias aplique vassoura de fogo ou desinfetante químico nas instalações.

ALIMENTAÇÃO: Plantas são a base das refeições das cabras. As arbustivas de folhas largas, como amoreira, rami e feijão-guandu, são bem aceitas, como também capins, silagem de milho e feno de leguminosas. Enquanto as forrageiras são boas para a digestão dos caprinos, os grãos são usados como complemento nutricional para favorecer a alta produção. Sais minerais podem ser fornecidos em cochos diferentes dos alimentos. Mantenha água limpa e fresca à disposição, pois as cabras consomem de cinco a seis litros por dia. 

REPRODUÇÃO: Cabras leiteiras de origem europeia podem procriar a partir dos quatro meses. Há casos que ocorrem até antes desse período. Contudo, por ainda não contarem com um desenvolvimento adequado, a reprodução entre animais jovens não é indicada. Desde os três primeiros meses de vida, crie os caprinos separados por sexo, para evitar coberturas precoces. 

 

 



Você sabia...?

 

... que o isolamento é um local onde os animais devem ficar quando apresentarem qualquer sinal de doença? Eles só poderão retornar ao rebanho quando estiverem recuperados.


 

... que, em 1970, o rebanho da Austrália era de 180 milhões de ovelhas? Dava 14 animais para cada habitante. Este formidável rebanho ficava numa área menor que o Nordeste brasileiro.


 

... que os antigos gregos utilizavam ossos de ovelha para o jogo de dados? Durante séculos, os dados foram feitos com ossos de ovinos.


 

... que a germinação é mais utilizada para grãos de aveia? Porém, não oferece vantagens, a não ser um enriquecimento em vitamina C.

 

... que muitos produtores dizem ser fácil alimentar um rebanho? No entanto, a maioria dos problemas surge devido à questão alimentar.

 

... que o valor nutritivo dos alimentos é influenciado pela sua composição? Neste ponto, volumosos variam mais que concentrados devido às oscilações do teor de água.

 

 

... que a cabra pode recusar os alimentos oferecidos: forragens, concentrados e outros? Isso porque ela analisa também a textura e consistência da comida.

 

 

... que o nome “crioulo” indica, cientificamente, um animal que passou por uma seleção zoológica? O objetivo é que o animal adapte-se e sobreviva em condições gélidas ou tórridas.

 

... que nove gerações de coelhos saudáveis, em perfeitas condições de higiene e livres de incidentes podem produzir até 3,5 milhões de coelhinhos? Em alguns países, coelhos são considerados “pragas”.

 

 

 

... que nos caprinos, o nasal é curto e plano, ou semicôncavo? Nos ovinos, varia entre semiconvexo a convexo.

 

 

 

Provérbio

 

 

frases de proverbios alemães

- No fim do jogo, o rei e o peão voltam para a mesma caixa. (Provérbio italiano)

- A mais alta das torres começa no solo. (Provérbio chinês)

- O que torna agradável o homem é a sua misericórdia; o pobre é preferível ao mentiroso.

- O preguiçoso morre desejando, porque as suas mãos recusam trabalhar.


 

- Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro.

- Urubu, na guerra, é galinha. (Provérbio brasileiro)

- Grandes mentes discutem ideias; mentes medianas discutem eventos; mentes pequenas discutem pessoas.

 

- O Senhor pela sabedoria fundou a terra; pelo entendimento estabeleceu o céu.

 


 

- As riquezas multiplicam os amigos; mas, ao pobre, o seu próprio amigo o deixa.

 


Ditado

 


- Há homens para nada, muitos para pouco, alguns para muito, nenhum para tudo.

- Bem mal ceia quem come de mão alheia.

- Seja paciente na estrada para não ser paciente no hospital.

 

- "Se o mundo fosse bom, bebê não nascia chorando." (Anônimo)

 


 

Aos que me jogaram pedras, o meu 'muito obrigado'. Foi com elas que construí meu castelo." (Anônimo)

 

- Homem apaixonado e pássaro com visgo, quanto mais se debatem, mais se prendem.

 


 

- É melhor uma boa morte que uma ruim sorte.

 

 

 


Vocabodário

 


Capreológico
 - Pensamento caprichoso, como o comportamento dos caprinos. Poema refinado.

Escabrear - Ficar zangado, irritado, como cabrito selvagem.


 

- Não seja tão mente aberta, pois o cérebro pode cair!

 


 

- Piada de rico é sempre engraçada.

 


- Perigo não é um cavalo na pista, é um burro na direção.

 

 

 VARIEDADES

 

http://2.bp.blogspot.com/-RVSQPagCmbk/TlKrzn5jWCI/AAAAAAAAA_w/u_-JsXzZG3I/s1600/curiosidades-4e1487d41d521.jpgVocê sabia...?

... que a temperatura da água não afeta o consumo por parte de caprinos e ovinos? Mas o aumento da temperatura do ambiente, sim, pode até duplicar o consumo de água.

... que todo casamento tem que ter leitoa ou cabrito, em certas regiões do Brasil? O convidado chega e, se tem cabrito, então entra na festa.  O negócio, então, é produzir cabritos.  Esse hábito foi anotado no interior do Rio de Janeiro e partes de Minas Gerais.

... que o bode identifica a cabra que está em cio pelo cheiro da sua urina? Não é só ele: também o carneiro faz o mesmo com a ovelha.

... que os pequenos animais andam, normalmente, até 10 km por dia, no pastoreio?

... que o tempo ocupado na ruminação equivale a três quartos do tempo total na alimentação de todo dia?

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Ditado

- Batendo ferro é que se vira ferreiro.

- Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida.

- Farinha ruim não dá bom pão.

- Quando a cabeça não pensa o corpo padece.

- Boi mais velho é sempre culpado pela horta ser mal lavrada. 

- Nunca estranhe o que vem na concha se foi você que colocou no pote.

- Rato não faz ninho em orelha de gato.

- Daquilo que bem lhe sabe, não reparte o frade.

- Elefante não cabe em estante.

- Homem de boa lei tem palavra de rei.

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Provérbio

- Duas coisas indicam fraqueza: calar-se quando é preciso falar, e falar quando é preciso calar-se. (Provérbio Persa)

- Um homem, uma palavra; uma mulher, um dicionário.

- Galinha que acompanha pato morre afogada.

- Em terra de ladrão, fruto é colhido verde. (Provérbio árabe)

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Frase

- Todas as grandezas desse mundo não valem um bom amigo. (Voltaire)

- Somos francos com os outros quando não dependemos deles. (Carlos Drumond de Andrade)

- Eduquem as crianças e não será preciso castigar os homens. (Pitágoras)

- Acredito que somente uma pessoa que nada aprendeu, não modifica suas opiniões. (Emil Zatopek)

- O pastor tem o dever de levar diariamente suas reses ao rio, mas beber ou não da água dependerá do próprio animal. (Masutatsu Oyama)

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Ditado Esquisito

- O Brasil está em nossas mãos... e não adianta lavar!!

- Por causa da pressa é que a mosca nasceu sem osso.

 
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 14 de Janeiro de 2015 08:34
Lazer na sua casa de campo, sítio ou fazenda

 


 
Quando somos proprietários de um imóvel rural, uma casa de campo, um sítio, chácara ou fazenda, independentemente do fato de ser uma propriedade produtiva ou não, é sempre muito prazeroso podermos contar com opções de lazer na propriedade. É muito bom reunirmos amigos, família e mesmo quando estamos sós, aproveitando para relaxar e descansar de todos os problemas da vida na cidade. As opções de lazer no campo são muitas e sua escolha depende de alguns fatores básicos, como o perfil da propriedade, a localização e os recursos disponíveis para o investimento em lazer.

 

Podemos dizer que, na maioria das vezes, as piscinas são as mais preferidas, por uma questão de hábito do brasileiro e, principalmente, do clima mais quente que predomina na maior parte do País. Ainda assim, existem diversos projetos de piscinas, desde as pequenas, mais simples, até as maiores, que podem ter formatos clássicos, como retangulares, semi-olímpicas, passando por piscinas com formatos feitos sob encomenda, com cascatas artificiais e outros formatos paisagísticos integrados. Uma opção interessante, também, é instalação de uma grande banheira de hidromassagem ao ar livre, que pode ser utilizada tanto de dia quanto à noite, mesmo em noites mais frias, pois é muito estimulante ficar em uma banheira dessas, com água quente, protegido do frio e apreciando uma noite clara.

 

As lareiras são uma diversão à parte em casas situadas em regiões mais frias ou serranas. Em muitas casas de campo, a lareira acaba sendo o principal ponto de lazer, pelo aconchego que trás à casa, pela possibilidade de se usá-la como local para brincadeiras, como num churrasco de marshmallow ou simplesmente quando ficamos à sua frente, apreciando o fogo, um dos elementos que mais fascinam o ser humano. As lareiras podem ser construídas nas salas, nos quartos ou mesmo ao ar livre, quando se deseja criar um ambiente outdoor mais aquecido, sendo a lareira usada mais como uma fogueira (chamada de fire place), tornado possível um grupo de pessoas ficarem ao ar livre, ao redor do fogo,  numa noite mais fria, apreciando um bom vinho, conversando e comendo petiscos.

 

Temos, ainda, outras opções de lazer muito apreciadas em casas de campo, como quadras poli esportivas, de tênis, quiosques com churrasqueiras e playground para crianças, o que não deve faltar, quando a família tem algumas crianças que freqüentem a casa regularmente.

 

Por último, podemos citar as atividades mais típicas de lazer rural, que criam a interação do homem com a natureza de uma maneira bastante prazerosa, como a criação de animais, passeios à cavalo, caminhadas por áreas arborizadas, trilhas nas matas, cultivo de hortas e pomares, etc.

 

O lazer no campo, para aqueles que procuram se livrar do estresse da vida cotidiana, é certamente um dos melhores remédios. As opções são muitas e trazem, sem sombra de dúvida, grandes benefícios à saúde, além de proporcionar uma maior união entre família e amigos.
 

 

 Sistemas de Ventilação em Galpões de gestação na Suinocultura

 

A gestação é um período crítico no empreendimento suinícola.



  Os índices zootécnicos relacionados a essa fase do negócio impactam sobremaneira a rentabilidade. Talvez seja por isto que geralmente os projetos de climatização se iniciam nessa etapa do processo produtivo.

Existem basicamente duas formas ideais de se ventilar e resfriar um galpão de gestação:

1 – ventilação individualizada
2 – ventilação tipo túnel

A ventilação individualizada é aquela em que utilizamos um resfriador evaporativo e dutos para direcionar o ar resfriado até os animais. Esta é a solução mais comum nas granjas Brasil afora. Para o dimensionamento dos equipamentos, leva-se em consideração uma vazão de ar de 350-400 m3/hora/porca. Atenção extrema deve ser dada ao sistema de dutos, uma vez que devemos garantir o volume de ar resfriado necessário para todas as celas.

Os galpões com ventilação tipo túnel promovem uma melhor distribuição do ar ao longo da instalação, com velocidade de ar constante e homogênea, garantindo contato do ar com toda a superfície corporal do animal. Neste caso utilizamos exaustores e resfriadores evaporativos (instalados nas entradas de ar). A diferença no dimensionamento dos dois sistemas é que no primeiro calculamos uma vazão de ar por porca e no segundo trabalhamos com uma velocidade de ar calculada de 1,8 m/s.

A tomada de decisão sobre qual a melhor solução leva em consideração os custos de aquisição dos equipamentos, manutenção, mudanças no manejo da granja e, principalmente, adequação civil. Geralmente a ventilação individualizada é mais aceita em instalações antigas ou de difícil adequação. A ventilação túnel requer maior planejamento e é ideal para construções novas.

 

 

NECESSIDADE ALIMENTAR POR CATEGORIA ANIMAL



    CABRITOS (NASCIMENTO AO DESMAME)

  • 500 ml colostro/dia (10% do peso ao nascimento), durante 5 dias, divididos em 4 ou 5 mamadas
  • elevação gradual na quantidade de leite, atingindo 1,5 litro por volta do décimo quinto dia de vida
  • concentrado oferecido a partir da segunda semana de vida, além do volumoso
  • cabritos adequadamente alimentados podem ser desmamados a partir de 45 dias de vida
  • machos destinados ao abate devem ser desmamados precocemente

    CABRITOS EM CRESCIMENTO

  • 400 a 500g concentrado/dia
  • sal mineral a vontade e volumoso

    CABRAS GESTANTES

  • 500 a 600g concentrado/dia
  • concentrado de boa qualidade em forma de silagem, feno, capim verde picado e pastagem (quando existente)
  • no final da gestação, deve ser fornecido alimento de melhor qualidade e complementação com sal mineral

    CABRAS EM LACTAÇÃO

  • volumoso de boa qualidade
  • 500 a 600g de concentrado/dia, mais 200 a 300g de concentrado por quilo de leite produzido/dia

    REPRODUTORES

  • volumoso de boa qualidade
  • 400 a 600g concentrado/dia
  • é aconselhável a manutenção de 2% de carbonato de cálcio ou farinha de ostras no concentrado, quando em dietas desiquilibradas, afim de evitar a formação de cálculos renais
  • sal mineral à vontade

    CABRAS SECAS

  • 400 a 600g concentrado/dia, além do volumoso
  • sal mineral
  • concentrado oferecido em horário intercalado ao volumoso, nunca em quantia superior a 300g/refeição

 

Manejo Reprodutivo

  • as raças leiteiras mostram-se estacionais, apresentando cio apenas quando o período de luz diário diminui (final do verão/início do outono)
  • as fêmeas mestiças podem ciclar o ano inteiro
  • o ciclo estral é de aproximadamente vinte e um dias e o cio tem duração média de trinta e seis horas
  • a fêmea em cio perde o apetite, fica agitada, bale e urina com frequência, agitando a cauda com movimentos rápidos. A vulva torna-se edemaciada, exibindo fluido mucoso claro
  • as fêmeas mostram-se mais receptivas no período médio do cio
  • a gestação dura em média cento e cinquenta dias, podendo variar entre cento e quarenta e cento e sessenta dias
  • a vida reprodutiva de fêmeas leiteiras inicia-se por volta dos sete meses de idade
  • fêmeas acasaladas precocemente podem apresentar problemas de parto, crias pequenas e fracas
  • a seperação entre machos e fêmeas deve ocorrer por volta do quarto mês de idade
  • os machos só devem ser usados como reprodutores a partir de um ano de idade

MÉTODOS DE ACASALAMENTO  

  •  
    • MONTA A CAMPO: proporção de um macho para cada trinta a trinta e cinco fêmeas. Não requer mão-de-obra especializada, não é possível determinar a data de cobertura e parto.
    • MONTA CONTROLADA: um macho pode realizar de três a quatro coberturas diárias. É necessária a detecção de cio (por observação ou uso de rufião). Esse método proporciona melhor controle de coberturas e previsões de partos.
    • INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL: provoca rápida melhora genética do plantel, já que são usados apenas reprodutores testados. Requer mão-de-obra técnica e especializada.

 

Iniciativa permitirá acesso a dados de identificação dos animais

 


 Shutterstock

Alagoas será o primeiro estado do Brasil a implantar o Programa de Rastreabilidade de Ovinos. A iniciativa permitirá que produtores e consumidores tenham acesso a dados de animais criados no estado. A identificação dos primeiros animais acontece nesta quinta-feira (15/12). 

Na ocasião, carneiros receberão brincos comcódigos de barra para identificação precisa. Por meio do acessório, será possível obter referências sobre local de nascimento, de criação, data de vacinação e de abate

Os dados, contidos nos lotes adquiridos pelos empresários e repassados para os animais, poderão ser visualizados por qualquer pessoa com acesso à internet

Em Alagoas, 200 participantes do Arranjo Produtivo Local (APL) Ovinocaprinocultura já aderiram ao programa, cadastrando cerca de nove mil animais.

 

Um futuro próspero para caprino-ovinocultura

 

As técnicas de reprodução assistidas como inseminação artificial (IA) e transferência de embriões foram introduzidas na indústria caprina e ovina com os objetivos principais de acelerar o ganho genético de animais superiores e de superar alguns obstáculos de eficiência reprodutiva.

Produção in vitro
Seguindo um patamar mais avançado, a produção in vitro de embriões de pequenos ruminantes tem tido um grande interesse científico em virtude da disponibilidade de material para pesquisa a um baixo custo. Além disso, estas espécies são um excelente modelo para aplicação da transgênese. Os métodos de produção in vitro de embriões envolve: 1. Maturação de oócitos primários provenientes de folículos antrais. 2. Fertilização de oócitos maturos com espermatozóides capacitados. 3. Cultivo de embriões in vitro por até uma semana atingindo o estágio de blastocisto para posterior transferência para receptoras sincronizadas ou congelamento para uso posterior.

Produção in vivo
A produção in vivo nos pequenos ruminantes tem apresentado um desenvolvimento considerável nos últimos anos. Entretanto, a variabilidade de resposta aos tratamentos hormonais ainda são questões a serem analisadas. Baixas taxas de fertilidade observadas em doadoras ovinas superovuladas após monta natural ou inseminação vaginal e/ou transcervical podem ser atribuídas a um distúrbio no transporte dos gametas ou à má qualidade dos oócitos. Ambos os problemas podem estar correlacionados à influência do tratamento superovulatório. Este fato é comprovado com os altos índices obtidos após inseminação intra-uterina por laparoscopia após a retirada do progestágeno, indicando que a habilidade intrínseca do oócito em ser fertilizado não é alterada pelo tratamento superovulatório. Na espécie caprina as taxas de fertilização são mais baixas que na espécie ovina, especialmente em casos de doadoras com alta resposta ao tratamento hormonal.

Recuperação oocitária em animais pré-púberes 
Ovários obtidos de abatedouros são uma fonte economicamente viável e abundante de oócitos. Suas taxas de recuperação por aspiração variam de 1,5 a 2 oócitos de boa qualidade por ovário de cabras e ovelhas. A recuperação oocitária in vivo é conseguida através de laparotomia ou através da técnica de laparoscopia guiada por ultra-som (LOPU). Recuperação oocitária após LOPU em cabras e ovelhas tem resultado em bons números de oócitos por doadora (4-6 por sessão). Progresso considerável tem sido adquirido em produção de embriões de animais jovens (5-9 semanas) após recuperação de um número considerável de oócitos e utilizados para MIV.

Clonagem 
A clonagem do primeiro mamífero a partir de uma célula somática retirada de um animal adulto, representa uma das mais extraordinárias conquistas da pesquisa na área de biologia do desenvolvimento da última década. Esta tecnologia teve uma rápida expansão sendo utilizada em diversos laboratórios para as mais diversas espécies. Apesar disto, a taxa de sucesso na clonagem de animais, na maioria das vezes, não chega a 1%. A baixa viabilidade dos embriões clonados é principalmente expressa pela redução na taxa de implantação, pelo aumento na taxa de mortalidade fetal e perinatal, e pelas diversas anomalias observadas nos animais nascidos. Em contraste com as diversas espécies clonadas, na espécie caprina não foram observados problemas relacionados com placentação, peso ao nascer, distúrbios cárdio-respiratórios, nem de mortalidade perinatal. O que faz dessa espécie um ótimo modelo para a produção de animais transgênicos assim como para tentarmos entender o mecanismo destas síndromes nas demais espécies clonadas.

Produção de transgênicos 
A transgênese é a modificação da informação genética de um organismo através de técnicas de recombinação de DNA. Um animal transgênico é aquele que adquiriu uma nova informação genética como resultado de manipulação do seu DNA. O método original para produzir animais transgênicos consiste na microinjeção do gene isolado dentro do pró-núcleo de embriões de uma célula. A produção de proteínas de interesse farmacêutico no leite de animais transgênicos tem se tornado uma alternativa atrativa para bioreatores de células animais. O uso dos pequenos ruminantes, particularmente os caprinos de leite, possibilita uma excelente alternativa econômica para a produção de animais transgênicos. Vários autores já citaram a produção de caprinos transgênicos, bem como para produção de larga escala para sua aplicação industrial. A tabela 1 apresenta as proteínas de uso terapêutico produzidas no leite de pequenos ruminantes com suas respectivas utilidades. Table 1. Proteínas de uso terapêutico produzido no leite de animais transgênicos. 

 

Proteína:
Antitrombina III
Fator VIII, Fator IX
CFTR
Alfa-1-antitripsina
Animal:
Caprino
Caprino, ovino
Ovino
Ovino
Uso:
Anticoagulante
Tratamento da hemofilia
Tratamento da fibrose cística
Tratamento da fibrose cística e enfisema

Apesar dos avanços na produção embrionária e biotecnologias aplicadas aos pequenos ruminantes, as limitações são grandes, muitas vezes devido ao alto custo de equipamentos utilizados, que reflete diretamente no custo benefício destas técnicas e sua conseqüente aplicabilidade. A produção in vitro, particularmente envolvendo animais pré-púberes, apresenta uma perspectiva promissora e maiores estudos serão necessários nesta área. Quanto à produção de transgênicos, apesar da produção de vários animais em diversos laboratórios, a eficiência deste método ainda é um ponto crítico na aplicação da tecnologia para a produção de proteínas farmacêuticas. A otimização destas técnicas é um desafio para os cientistas envolvidos em biotecnologia da reprodução.

 

Após o nascimento, o bezerro deve permanecer junto com a mãe por pelo menos 24 horas.

 

 Sabemos que o bezerro junto com a mãe, mama entre 12 a 15 vezes ao dia. Estas mamadas permitem que o colostro passe muitas vezes pelo aparelho digestivo aumentando a superfície de contato do colostro com a parede intestinal favorecendo assim a absorção de imunoglobulinas (anticorpos). Por outro lado, podemos fornecer o colostro de forma artificial oferecendo dois litros  duas vezes por dia com intervalo próximo de 12 horas. O importante é que o bezerro ingira em torno de 10% do seu peso em colostro, nas primeiras 24 horas.  O bezerro nasce sem proteção de anticorpos contra os agentes de doenças. A forma de adquirir estes anticorpos (defesa), é ingerindo o colostro. O colostro é o primeiro produto produzido pela glândula mamária no inicio da lactação, é uma  rica fonte destes anticorpos que foram produzidos nos dois últimos meses de gestação. Após o nascimento, é imperativo que o bezerro ingira o colostro o quanto antes para que ele adquira estes anticorpos. A capacidade de absorver os anticorpos fornecidos pela mãe no interior do aparelho digestivo do bezerro é aproximadamente nas primeiras 36 horas e esta capacidade de absorção tem como pico máximo entre seis e 10 horas, quando começa a diminuir gradativamente até aproximadamente 36 horas.  A partir deste ponto o colostro continua sendo um alimento muito rico e deve ser aproveitado pelo bezerro e outros do mesmo plantel que são tratados  de forma artificial, porém perde a importância como fonte de anticorpos.
    De outra forma uma das funções do colostro é ajudar na primeira descarga intestinal, isto é, ajuda a expelir as primeiras fezes que é o chamado mecônio. O mecônio são fezes amarelas pegajosas de difícil eliminação portanto sendo o colostro um leve laxante vai ajudar nesta eliminação. Neste período devemos interferir somente se houver necessidade. Na maioria das vezes, esta intervenção é desnecessária. Uma das vantagens da maternidade é a possibilidade de observação do recém nascido e qualquer problema que surgir neste local facilita o socorro.
    O excesso colostro pode e deve ser dado para os outros bezerros. Neste caso ele não tem função como fornecedor de anticorpos pois bezerros mais velhos perdem a capacidade de absorção dos anticorpos mas, como alimento é até mais rico que o próprio leite. É bom lembrar que como o colostro tem uma função laxativa, para fornecer aos outros bezerros o melhor é diluir em outra quantidade de leite para não causar meles de desarranjo aos bezerros mais velhos.

 

Como evitar doenças nos caprinos

 

Os caprinos, normalmente, não são muito sujeitos a doenças e com um bom manejo, dificilmente adoecem. É aconselhável, no entanto, algumas medidas para evitar a incidência de doenças na criação e entre elas, podemos destacar:

- manter em quarentena todos os animais vindos de fora, mesmo os que saíram para exposições ou por qualquer outro motivo e que estejam de regresso;

- limpar, raspar e melhor ainda, depois desinfetar todas as instalações evitando o aparecimento ou dando combate aos insetos e parasitas que porventura lá existam. O melhor é o uso do lança-chamas, pois o fogo desinfeta e desinfesta, matando todos os micróbios e insetos por ele atingidos;

- lavar e desinfetar todos os comedouros e bebedour os e depois secá-los bem;

- manter sempre bem secas as instalações, não molhando as ripas do piso, evitando a umidade, pois é ela a causadora do aparecimento de muitas doenças, principalmente a coccideose, cujos parasitas necessitam de umidade para se desenvolverem no meio exterior, tornando-se infestantes. Além disso, facilita a proliferação de moscas, mosquitos e outros insetos muito nocivos aos caprinos;

- não criar caprinos junto com animais de outras espécies como carneiros, bois, etc. e nem entrar em contato com cães e gatos, que lhes podem transmitir doenças;

- eliminar ou isolar da criação, o mais rapidamente possível, qualquer animal que apresente algum sinal de doença, porque pode se tratar de uma doença infecto-contagiosa que pode se espalhar por toda a criação;

- a pessoa que lidar com os animais doentes não deve, depois, ter contato com os animais sadios, para evitar que estes também se contaminem ;

- evitar o aparecimento de todos os animais que possam transmitir alguma doença aos caprinos, como ratos, pássaros, cães, gatos, morcegos, etc.;

- queimar ou enterrar em cova funda e cobri-los com cal virgem, para desinfetá-los, todos os cadáveres de animais e detritos contaminados;

- tirar da criação, todos os animais fracos, raquíticos, mal desenvolvidos ou "de pouca saúde", porque estão mais sujeitos a contrair doenças, passando aos outros;

- queimar ou desinfetar o esterco e toda "sujeira" ou material que esteve em contato com animais doentes ou suspeitos;

- fornecer aos caprinos uma alimentação racional e alimentos de boa qualidade e frescos, para evitar distúrbios alimentares.

Estas são algumas das medidas mais importantes para que seja evitado o aparecimento de doenças dentro da criação. São ações lógicas e racionais e quando tomadas isoladamente, ou melhor ainda, em conjunto, po dem dar grandes resultados na profilaxia das doenças infecto-contagiosas e parasitárias, impedindo ou dificultando a sua penetração e o seu desenvolvimento na criação ou diminuindo as sua conseqÿências.

 

BOVINOCULTURA - Raça Guzerá

 

Guzerá, ou KankrejBos Indicus (Zebu), é uma raça bovina, originária do estado de Gujarat, no centro da Costa Oriental da Índia, animal de grande porte, ótimos para produção de carne e leite, ao ser introduzida no Brasil teve boa seleção.

 


Porte imponente, cabeça alta e chifres grandes, em forma de lira. Pelagem variando do cinza claro ao escuro, é admissível fêmea branca.
Conselho Deliberativo Técnico das Raças Zebuínas aprovou em 1998 a descorna de animais da raça.
Pele preta, bem pigmentada, com membros bem desenvolvidos e musculados, permitem ao guzerá resistir a longas caminhadas sob o sol tropical, à procura de água e alimento. Adapta-se no Nordeste brasileiro, desde áreas férteis litorâneas, no agreste, até o sertão semi-árido. 
Permite-se atravessar longos períodos de seca, comuns no sertão nordestino brasileiro.
Tem baixo peso ao nascer(30 kg os machos e 28 kg as fêmeas) como a maioria dos zebuínos, o que facilita o parto, seja na primeira cria da novilha, ou nos partos subseqüentes. Produção de leite das vacas garantem o bom desenvolvimento dos bezerros na fase de aleitamento.
O ganho em peso dos animais da raça é muito bom, ultrapassando com facilidade médias superiores a 1.000 gramas/dia no confinamento. É comum vaca guzerá ultrapassar os 5.000 kg de leite por lactação.
Extremamente fértil, reproduzindo-se mesmo em condições adversas, contribuiu muito para o azebuamento do rebanho nacional.
No cruzamento com raças européias, aumenta a rusticidade dessas, viabilizando a criação dos mestiços, mesmo nas mais severas condições climáticas. 
Além disso, o Guzerá serviu como base para a formação de algumas raças brasileiras, tais como: Indubrasil, Tabapuã, Pitangueiras, Lavínia e, especialmente, a raça GUZOLANDO, entre outras. E mais: o Guzerá foi a mais importante raça na formação do Brahman (American Brahman).
No Teste de Rendimento de Carcaça e Conversão Alimentar, realizado também pela ABCZ, com a participação de todas as raças zebuínas, o Guzerá ficou com o primeiro lugar nas duas características avaliadas.
Até mesmo pela sua região de origem na Índia, que apresenta uma baixíssima precipitação pluviométrica e grande amplitude térmica, o Guzerá é a raça zebuína de maior rusticidade às intempéries climáticas.
Para o cruzamento com outras raças (zebuínas ou européias) o Guzerá tem demonstrado ser a raça que apresenta melhores resultados. Quando cruzada com outra raça zebuína, aumenta a produção leiteira das crias, que terão maior habilidade materna e um desempenho médio de peso superior.
No cruzamento com raças européias, aumenta a rusticidade dessas, viabilizando a criação dos mestiços, mesmo nas mais severas condições climáticas.
O crescimento pré-desmama do Guzerá puro é o maior entre as raças zebuínas. Resultados similares são reportados para peso na desmama, ganho pós-desmama, peso ao ano e ganho de peso e eficiência em confinamento.
O Guzerá apresenta adaptabilidade às condições ambientais tropicais e sub-tropicais, tolerância a insetos, resistência a várias doenças, longevidade e habilidade maternal, especialmente em cruzamentos com as raças taurinas.
O gado é dócil, sem problemas de temperamento e é fértil sob condições adversas.



Características
  • A altura do tronco (corpo) é igual à altura dos membros, no animal ideal. Animal pernudo ou pernalta não significa rendimento; é um "mito" nos trópicos.
  • Altura total do animal, na cernelha (garrote) é igual a duas vezes a altura do corpo, ou dos membros. Ou a soma da altura do corpo e a altura dos membros.
  • Ancas bem afastadas, no mesmo nível de um lado e outro, moderadamente salientes. Condenam-se aquelas pouco afastadas e muito salientes.
  • Andamento o passo do Guzerá é longo. O animal com aptidão para corte pisa pouco atrás da marca deixada pela mão. Os animais leiteiros pisam com o pé acima ou até um pouco adiante da marca deixada pela mão. O Guzerá coloca o pé quase sobre a marca deixada pela mão. A cadência é ditada pela estrutura óssea e, é um fator de economia de pastagens. Alterar a cadência típica do Guzerá é quebrar sua versatilidade.
    • Ângulo de Ouro - O passo normal forma um ângulo de 56 graus. O ângulo de ouro seria 56,25 graus. Os animais com aptidão para corte apresentam o ângulo menor
    • Influenza Equina (Sanidade)
  • A influenza eqüina é uma doença viral altamente contagiosa, sendo em muitos países considerada a enfermidade respiratória mais importante da espécie. Afeta eqüídeos de forma geral, não se conhecendo predileção por raça ou sexo. Em geral afeta animais de 1 a 3 anos, mas podendo também ocorrer em qualquer idade.


    Patofisiologia
    Os vírus da influenza eqüina pertencem à família dos ortomixovírus. Existem 2 subtipos, influenza A/Equi-1 e influenza A/Equi-2, que são classificados de acordo com as características antigênicas das glicoproteínas de superfície, a hemaglutinina (HA) e a neuraminidase (NA). Os vírus A/Equi-1 possuem uma H7HA e uma N7NA e os vírus A/Equi-2, uma H3HA e uma N8NA. 

    Uma característica importante dos vírus da influenza é a capacidade de sofrer mutação antigênica, o que reduz o grau e o período de proteção conferida por infecção anterior ou pela vacinação, pois os anticorpos de reação cruzada são menos eficazes e duráveis do que os anticorpos homólogos no vírus neutralizante. Isso permite ao vírus evitar a neutralização por parte dos anticorpos presentes em determinada população eqüina, podendo assim continuar a infectar animais soropositivos. 


    Isso é causado pelas mutações, sobretudo as que ocorrem nos genes com o código da HA e da NA, provocando alterações na natureza antigênica das glicoproteínas de superfície. Os vírus A/Equi-1 sofrem menos mutações antigênicas, de forma que são mais antigenicamente estáveis e menos patogênicos do que os vírus A/Equi-2 que sofrem intensa mutação antigênica.

    Sistemas Afetados

    Sistema Respiratório

    A influenza é contraída através da inalação, sendo extremamente contagiosa. O vírus infecta as células epiteliais que envolvem as vias aéreas inferiores e superiores. A hemaglutinina é um componente-chave do vírus, pois permite às partículas virais se fixarem no epitélio e penetrarem na célula. A infecção do epitélio ciliar provoca perda dos cílios num período de 3-4 dias de infecção, o que compromete o mecanismo de depuração mucociliar. Isso predispõe as vias aéreas comprometidas a infecção bacteriana secundária.

    Incidência/Prevalência 
    Ocorrência no mundo todo, exceto na Austrália e na Nova Zelândia, onde ainda não foram registrados casos de influenza eqüina. Trata-se de doença endêmica na América do Norte, Europa e América do Sul.
    Sinais
    Comentários gerais
    Doença de início repentino com curto período de incubação de 1-3 dias. Os eqüinos permanecem infectantes por 3-6 dias após os últimos sinais da doença. A propagação é muito rápida, com 100% de morbidade em populações suscetíveis. A taxa de mortalidade geralmente é baixa em casos não complicados, exceto em potros. Potros que não possuem anticorpos maternos apresentam sinais clínicos muito graves de pneumonia viral, que podem levar à morte em 48 horas. 

    Achados Mais Comuns
    Tosse 
    Secreção nasal 
    Febre 
    Depressão 
    Letargia 
    Inapetência 
    Rigidez 
    Edemaciamento de membros inferiores
 
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Vaquejada em Sertânia

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