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Caprino-ovinocultura
Veja ! Avicultura Rentavel, Produção Sustentavel, Quarentena, Aquicultura e Apicultura... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 12 de Julho de 2014 09:04

Nova proposta de criação de aves melhora a rentabilidade da propriedade rural

 

O sistema de produção alternativo de frangos de corte e galinhas de postura deve contribuir para a sustentabilidade da propriedade rural, nos aspectos ambientais, econômicos e sociais. A proposta do sistema de produção alternativa de carne e ovos é complementada pela utilização das linhagens coloniais de frangos de corte e galinhas de postura, desenvolvidas pela Embrapa Suínos e Aves.

A proposta preserva a qualidade do frango moderno e oferece a possibilidade de produzir carne e ovos alternativos. A produção de carne de frango e ovos desenvolvida pela Embrapa Suínos e Aves tem como um dos seus objetivos a diversificação de atividades na propriedade rural e, consequentemente, a agregação de renda ao produtor. “Existem espaços no mercado complementares ao modelo industrial”, garante o pesquisador Gilberto Schmidt.

O planejamento adequado da produção é importante para o produtor obter sucesso no negócio, pois não basta apenas saber o que se vai produzir. A Poedeira Colonial Embrapa 051 oferece produção superior às aves coloniais rústicas. Ela atinge, em condições adequadas de manejo e biosseguridade, produção média de 280 a 300 ovos no período de vida útil compreendido entre 20 e 80 semanas de idade.

O Frango de Corte Colonial Embrapa 041 apresenta características coloniais, preservando todas as vantagens do frango de corte comercial, como biosseguridade na origem, controle sanitário na produção e qualidade de carne. O Frango Embrapa 041 alcança idade de abate aos 84 dias, com peso vivo médio de 2,7 kg, em condições normais de criação.


 PROJETO INSENTIVA A PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL DE PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS.



Com o objetivo de otimizar o uso da água para a produção de hortaliças e criação de aves,  a Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (P.A.I.S.). Trata-se de um sistema voltado para os pequenos agricultores e agricultoras que buscam melhor aproveitamento do espaço das suas propriedades.

O P.A.I.S. é um pequeno sistema agrícola formado por três círculos, um no interior do outro. No menor, é colocado um espaço cercado onde o agricultor pode criar galinhas ou patos. Ao redor desse núcleo, existem pequenas faixas de terra organizadas de forma circular, onde hortaliças como alface são plantadas. Para proteger esse cultivo, é instalada uma pequena plantação de milho ao redor. “Dessa forma, diminui a ação do vento, que inclusive traz algumas pragas”.


O sistema é bem simples. Usa-se uma mangueira com pequenos furos em que são colocados cotonetes. A água que circula pela mangueira é utilizada de forma a disponibilizar para as plantas somente o necessário, material seco, principalmente capim, é colocado na terra para mantê-la molhada e evitar muita evaporação. “É um processo completo. Com os restos da colheita, os agricultores e agricultoras podem alimentar os animais que estão no círculo central. O esterco das galinhas ou patos serve para adubar os canteiros, e assim continua o ciclo”.
O P.A.I.S. tem como parceiros o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), instituições de pesquisa e organizações não-governamentais.

 

 QUARENTENA É INDICADA PARA CAPRINOS E OVINOS

 

Editora GloboTodos os animais recém adquiridos de outras propriedades ou regiões (compra ou empréstimo) e que retornarem de feiras, leilões deverão ser mantidos em observação por um período de 30 a 60 dias, em uma instalação isolada aos demais animais da propriedade (quarentenário), antes de serem introduzidos no rebanho. Essa instalação utilizada como quarentenário pode ser um piquete, uma baia ou um aprisco.

A quarentena é uma medida preventiva que tem como principal objetivo conhecer o estado sanitário dos animais que estão sendo introduzidos na propriedade e certificar-se de que os mesmos são ou não portadores de doenças. Além disso, a quarentena também serve para adaptação gradativa dos animais ao novo ambiente, alimentação e ao manejo da propriedade.

Após a chegada na propriedade, encaminhe os animais para o quarentenário; forneça alimento e água limpa e fresca. O transporte de uma propriedade para outra é cansativo e pode causar bastante estresse nos animais. Por isso, deixe-os descansar antes de realizar a primeira inspeção. Por exemplo, se os animais chegaram de manhã na propriedade, deixe para examiná-los de tarde, e caso tenham chegado de tarde, examine-os na manhã do dia seguinte. Lembre-se de que os animais não estão acostumados à dieta da propriedade e a adaptação deve ser gradativa, principalmente para os alimentos concentrados.

A primeira avaliação dos animais deverá ser realizada por meio de uma inspeção visual geral do animal ou lote em quarentena. Observe se algum animal apresenta alteração de comportamento: isolamento, dificuldade de locomoção, coceira (piolho, sarna), alteração de postura, entre outros.  

É importante salientarmos que a pessoa que irá realizar essa inspeção no lote jamais conseguirá identificar um animal doente se não conhecer um animal sadio! 


O próximo passo é avaliar cada animal individualmente. O ideal é que essa inspeção individual dos animais seja acompanhada por um Médico Veterinário que realmente conheça a espécie. Cada animal deve ser contido individualmente e avaliado quanto aos principais parâmetros relacionados com o estado de saúde dos animais:

A) condição corporal;

Palpação da região lombar com as duas mãos.


B) aspecto da lã/pêlo (devem ser sedosos e brilhantes);


C) boca e dentes;

 Avaliação dos dentes 

D) cascos;

Avaliação dos cascos (crescimento, lesões, Foot rot) e casqueamento quando necessário

E) úbere;

Avaliação do úbere e dos tetos: 
consistência, volume, presença de nódulos, abscesso e lesões

F) testículos (consistência, tamanho, simetria);

G) linfonodos (abscessos, aumento de volume);

H) presença de secreção ocular e nasal;

 Cabra com secreção nasal


 I) mucosas (icterícia, anemia ou hiperemia); 

  Avaliação da mucosa ocular

   Avaliação da mucosa: (A) ictérica e (B) anêmica.

J) aspecto das fezes (consistência); entre outros.

Cabrito com diarréia.

Durante o transporte os animais podem sofrer lesões, traumas e fraturas, por isso, é muito importante realizar uma boa avaliação da cabeça, dos membros e de todo o corpo do animal. Atenção p lesões, arranhões, esfolamentos e cortes que podem ser portas abertas para entrada de bactérias e desenvolvimento de miíase!
Os animais devem estar livres de ectoparasitas: pediculose (piolho), sarna ou miíase (bicheira).

Sarna: (a) caprino da raça Boer, (b) com prurido intenso; (c, e) lesões crostosas, com eritema e espessamento da pele; (d) acometimento da face ventral do abdômen e membros.

Sempre que possível, adquira animais de criatórios idôneos, de elevado estado de saúde e acompanhados de atestados de vacinas e certificados negativos baseados em exames laboratoriais de algumas enfermidades como Brucelose, Leptospirose e Artrite Encefalite dos Caprinos (CAE). 

A maioria das enfermidades que acometem os caprinos e ovinos apresenta um período de incubação curto o suficiente para que sejam diagnosticadas, tratadas ou prevenidas durante a quarentena, porém algumas delas podem se manifestar somente alguns meses ou até anos após a introdução do animal infectado.
Recomendamos a realização de exames de fezes para avaliação da carga parasitária e desverminação dos animais - quando necessário - antes da introdução no rebanho. É importante que todos os animais recém-adquiridos sejam imunizados com as vacinas que são utilizadas na propriedade.

LEMBRE-SE QUE A QUARENTENA É UMA FERRAMENTA MUITO IMPORTANTE QUE DEVE SER UTILIZADA PELO PRODUTOR PARA MINIMIZAR OS RISCOS DE INTRODUÇÃO NO REBANHO DE NOVAS DOENÇAS, FORMAS DIFERENTES DA MESMA DOENÇA OU CEPAS

 

Tambaqui poderão ser criados em tanques redes

 

Uma idéia simples, barata e muito promissora para um projeto de pesquisa em aqüicultura foi implementada pelo oceanógrafo Carlos Alberto da Silva - Cadal, pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros, em Aracaju, Sergipe.  Com um lago de contenção hidráulica disponível na sede da Unidade, um potencial “laboratório a céu aberto”, ele decidiu investigar a viabilidade da criação de tambaquis em tanques-redes, que são gaiolas metálicas para piscicultura.

Agora com o novo projeto, o objetivo é verificar o desempenho zootécnico do tambaqui em tanques-redes, em diferentes densidades em cada gaiola, desde a etapa de recria ou berçário até a fase de engorda, também chamada de terminação. O projeto visa, ainda, medir e analisar o impacto ambiental do sistema de produção no ecossistema do lago.

Tradicionalmente cultivado em viveiros escavados para esse fim, o tambaqui tem um sistema de produção relativamente caro para o pequeno produtor de base familiar. “Os viveiros continentais têm de ter um tamanho razoável já no início da produção e isso dificulta o aumento gradual da criação, com investimento inicial muito alto para o pequeno produtor”, explica Cadal.

Cadal aponta que o sistema de produção para tambaquis em tanques-redes é inédito na região, e pode representar uma excelente alternativa para pequenos produtores e comunidades que vivem junto a corpos d’água. “Com a validação do sistema para a nossa região, poderá se tornar viável a criação em lagos, açudes, lagoas e represas, com baixo investimento inicial para produtores que não dispõem de muitos recursos”, explica.

Para o pesquisador, a diversificação dos sistemas de produção, aliada à redução de custos de investimento inicial, poderá ser a chave do sucesso da piscicultura continental no Nordeste.

 


Cientistas descobrem a abelha soldado

 

   Divulgação

A abelha soldado (à dir.), que é 30% maior que a forrageira

A descoberta ocorreu em 2009 e foi anunciada agora na edição do Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America (PNAS), um dos mais citados e prestigiados periódicos científicos do mundo. O artigo é de autoria de Cristiano Menezes, desde 2011 pesquisador da Embrapa Amazônia Orienta, em Belém, no Pará, e de colaboradores da Universidade de São Paulo e Universidade de Sussex, da Inglaterra.

É a primeira vez que uma abelha soldado é descrita. "Tem características físicas apropriadas à defesa do ninho. Já se conhecia casta morfológica para soldados entre insetos, mas apenas em algumas espécies de formigas e de cupins, em abelhas ainda não”, contextualiza o pesquisador.

A abelha soldado foi vista em população de abelhas sem ferrão jataí, quando Menezes era doutorando da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) em Ribeirão Preto (SP) e durante uma das visitas ao Brasil de Francis Ratnieks, pesquisador da Universidade de Sussex, em viagem então financiada pela Fapesp.

O pesquisador  Menezes conta que o projeto inicial consistia em comparar as abelhas guardas que sobrevoam o ninho de jataís às que ficam paradas junto à entrada. Ao observar que as abelhas guardas eram maiores que as abelhas forrageiras, que são aquelas que saem do ninho para buscar alimento, ele passou a coletar e a medir abelhas de diferentes ninhos. "Verificamos - eu e Christoph Grüter, pós-doutorando do grupo da Universidade de Sussex -que estávamos à frente do primeiro caso de uma casta de soldados nas abelhas sociais", relata.

Analisando os favos de cria, os autores verificaram que 1% das abelhas operárias produzidas na colônia são guardas. "O significado atribuído a esta casta de soldados foi a defesa contra a invasão do ninho por abelhas ladras do gênero Lestrimelitta, que, por não coletarem alimento nas flores, vivem do saque de alimento de outros ninhos", explica o pesquisador.

Os cientistas também concluíram que as abelhas guardas jataí são 30% mais pesadas do que as forrageiras e têm morfologia ligeiramente diferente, com pernas maiores e cabeça menor. "As  guardas jataí ficam paradas sobre o tubo de entrada ou sobrevoando ao redor da colônia, onde promovem a defesa do ninho contra abelhas ladras (Lestrimelitta limao). Quanto maior é a abelha guarda, mais eficiente ela é na defesa da colônia", descreve Menezes.

Última atualização em Sáb, 12 de Julho de 2014 09:11
 
Veja ! Domesticar Animais, Acidentes Geograficos, Bovinocultura, Sanidade Equina... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 11 de Julho de 2014 08:13

Domesticar  animais  foi   fundamental  na  trajetória  dos   seres   humanos   primitivos

 

­­­pintura de animais domesticados Quase   tão  importante  como  a  invenção da  linguagem , o  controle  do  uso  do fogo   e   a  agricultura . Alguns  animais  foram  domesticados   há  séculos  e  ainda  hoje   são   os  dominantes  a  serviço dos  humanos  :  OVELHAS ,  CABRAS  ,  PORCOS ,  VACAS  E  CAVALOS . O    avanço  civilizatório   foi   um   produto  conjugado  de  seres  humanos , plantas  e  animais .

FORNECEDORES   ESSENCIAIS   AOS    HUMANOS

Os   animais   domesticados  proporcionaram  carne   e   leite   para   alimentar  as  pessoas ,lã   e  pele  para  vestimentas  e  tração   para   conduzir   gente   e  produtos .A  PRODUÇÃO   AGRÍCOLA   AUMENTOU   CONSIDERAVELMENTE   COM   O  USO   DE  ARADOS   DE  TRAÇÃO  ANIMAL  E   CARROÇAS   PARA  O  TRANSPORTE  DOS   EXCEDENTES .UM  DOS  RESULTADOS   FOI  O  AUMENTO   DA  POPULAÇÃO  MUNDIAL ,  ESTIMADA  NA  ÉPOCA   A   DEZ  MILHÕES  DE   PESSOAS . UM   DOS  ANIMAIS  MAIS  IMPORTANTES  NA   HISTÓRIA   HUMANA   FOI  O CAVALO .Ele   foi  o  tanque  de  guerra ,o  caminhão  ,  o  jeep   de  muitas   civilizações .  Os   elefantes   domesticados  foram  os  tanques  de  guerra  utilisados  por  ANÍBAL   BARCA  NAS  GUERRAS  PÚNICAS  CONTRA  OS   ROMANOS   QUE  CONSEGUIU   ATRAVESSAR   OS   PIRINEUS   NO  LOMBO   DESSES  ANIMAIS . Na   ASIA  O  IAQUE  E  OS  BUFALOS  AINDA   HOJE  SÃO  IMPORTANTES .Uma   condição   essencial  para  domesticar   animais  é   que  eles  vivam   em  bandos ,tendo  portanto  um  comportamento  associativo .Uma  grande   dificuldade  é    conseguir    que   eles  

 

 

Conhecendo os Acidentes Geográficos

 


                
                 As formas das superfícies continentais e marinhas recebem diferentes denominações, como veremos a seguir.
                1. Oceano - grande extensão de água salgada, que circunda os continentes. Exemplo: Oceano Atlântico.
                 2. Continente - grande extensão de terras emersas, limitadas pelas águas dos oceanos e mares. Exemplo: África.
                 3. Mar - parcela de um oceano, que deste se diferencia pela menor extensão e características de suas águas. Exemplo: Mar Mediterrâneo.
                  4. Ilha - porção de terra cercada de água por todos os lados. diferindo dos continentes por sua menor extensão. Exemplo: Ilha  de Madagascar. Existem também ilhas fluviais,  como a Ilha do Bananal, no Rio Tocantins.
                  5. Arquipélago - conjunto de ilhas situadas umas próximas das outras. Exemplo:
Arquipélago dos Açores.
                  6. Golfo - parte do mar que penetra numa ampla reentrância do continente; quando de pequena dimensão recebe o nome de baía.  Exemplos: Golfo do México, Baía da Guanabara.
                  7. Península - grande porção  de terra do continente que avança pelo mar; quando de pequena dimensão recebe o nome de cabo. Exemplos: Península Escandinava, Cabo da Boa Esperança.
                   8. Montanha - elevação da superfície terrestre, de tamanho e altitude muito variáveis. Quando isolada e de pequena dimensão é chamada de morro; quando agrupadas recebem  a denominação de serra ou cordilheira, esta assumindo grande extensão. Exemplos: Morro  do Corcovado, Serra da Mantiqueira, Cordilheira  dos Andes.
 

               9. Vertente. Superfície inclinada que une o divisor de águas ou espigão ao talvegue  ou à orla da planície de inundação ou várzea.
              10. Planalto. Terreno de superfície aproximadamente plana e extensa, que se distingue da planície pela sua maior altitude. Quando de dimensão menor, recebe o nome de chapada. Exemplos: Planalto Central do Brasil; Chapada  dos Guimarães.
               11. Planície. Terreno de superfície aproximadamente plana e extensa, que se distingue do planalto pela sua menor altitude. As planícies podem ser: a) costeiras ou litorâneas; b) continentais. Exemplos: as planícies costeiras do Rio Grande do Sul; o Pantanal Mato-Grossense.
                 12. Geleira. Grande massa de gelo que se forma nas regiões polares, sobretudo na Antártida e na Groenlândia. As geleiras podem deslocar-se, de modo semelhante a um rio;  as que atingem o mar fragmentam-se em grandes blocos chamados " icebergs ".
                  13. Plataforma continental. Nome dado à região submarina de pouca profundidade, que margeia os continentes. Geralmente inclina-se suavemente a partir do litoral até a profundidade de 200 metros; a seguir, o declive aumenta abruptamente, constituindo o talude continental.
                    14. Vale. Depressão alongada, mais ou menos larga, escavada por um rio ao
longo do seu percurso. Compõe-se de um fundo ou talvegue, onde corre o rio, e de vertentes ou encostas laterais. Freqüentemente apresenta uma planície de inundação ou várzea e, às vezes, de terraços fluviais. Exemplo: Vale do Paraíba.
                   Quando exibe formas resultantes de forte erosão, é chamado de " canyon *. Exemplo: Grand Canyon do Rio Colorado, nos Estados Unidos. 
 
     
                15. Planície de inundação. Faixa de terras planas que margeia um rio, freqüentemente inundada e onde ocorre a deposição  de sedimentos transportados pelos rios; também chamada planície aluvial ou várzea.
                 16. Meandros e delta. As sinuosidades de um rio na planície de inundação  são
chamada meandros. Quando a sedimentação também ocorre na foz, forma-se um delta. Exemplo: delta do Rio Nilo. Em caso contrário, recebe o nome de estuário, no qual se faz sentir o efeito das marés, como na foz do Rio Amazonas.
                 17. Lago. Grande depressão do terreno ocupada por água doce ( regiões úmidas )
ou salgada ( regiões áridas e semi-áridas ). Quando de menor dimensão, é chamada lagoa.
Exemplos: Grandes Lagos, na fronteira entre Estados Unidos e Canadá; Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul.
                 18. Cuesta. Série de elevações assimétricas, com uma vertente escarpada de um
lado e outra vertente com declividade suave do outro lado; ou seja, " serra " de um lado só. Exemplo: Serra de Botucatu.
 

 

BOVINOCULTURA - Raça Guzerá

 

Guzerá, ou Kankrej, Bos Indicus (Zebu), é uma raça bovina, originária do estado de Gujarat, no centro da Costa Oriental da Índia, animal de grande porte, ótimos para produção de carne e leite, ao ser introduzida no Brasil teve boa seleção.

 


Porte imponente, cabeça alta e chifres grandes, em forma de lira. Pelagem variando do cinza claro ao escuro, é admissível fêmea branca.
Conselho Deliberativo Técnico das Raças Zebuínas aprovou em 1998 a descorna de animais da raça.
Pele preta, bem pigmentada, com membros bem desenvolvidos e musculados, permitem ao guzerá resistir a longas caminhadas sob o sol tropical, à procura de água e alimento. Adapta-se no Nordeste brasileiro, desde áreas férteis litorâneas, no agreste, até o sertão semi-árido.
Permite-se atravessar longos períodos de seca, comuns no sertão nordestino brasileiro.
Tem baixo peso ao nascer(30 kg os machos e 28 kg as fêmeas) como a maioria dos zebuínos, o que facilita o parto, seja na primeira cria da novilha, ou nos partos subseqüentes. Produção de leite das vacas garantem o bom desenvolvimento dos bezerros na fase de aleitamento.
O ganho em peso dos animais da raça é muito bom, ultrapassando com facilidade médias superiores a 1.000 gramas/dia no confinamento. É comum vaca guzerá ultrapassar os 5.000 kg de leite por lactação.
Extremamente fértil, reproduzindo-se mesmo em condições adversas, contribuiu muito para o azebuamento do rebanho nacional.
No cruzamento com raças européias, aumenta a rusticidade dessas, viabilizando a criação dos mestiços, mesmo nas mais severas condições climáticas.
Além disso, o Guzerá serviu como base para a formação de algumas raças brasileiras, tais como: Indubrasil, Tabapuã, Pitangueiras, Lavínia e, especialmente, a raça GUZOLANDO, entre outras. E mais: o Guzerá foi a mais importante raça na formação do Brahman (American Brahman).
No Teste de Rendimento de Carcaça e Conversão Alimentar, realizado também pela ABCZ, com a participação de todas as raças zebuínas, o Guzerá ficou com o primeiro lugar nas duas características avaliadas.
Até mesmo pela sua região de origem na Índia, que apresenta uma baixíssima precipitação pluviométrica e grande amplitude térmica, o Guzerá é a raça zebuína de maior rusticidade às intempéries climáticas.
Para o cruzamento com outras raças (zebuínas ou européias) o Guzerá tem demonstrado ser a raça que apresenta melhores resultados. Quando cruzada com outra raça zebuína, aumenta a produção leiteira das crias, que terão maior habilidade materna e um desempenho médio de peso superior.
No cruzamento com raças européias, aumenta a rusticidade dessas, viabilizando a criação dos mestiços, mesmo nas mais severas condições climáticas.
O crescimento pré-desmama do Guzerá puro é o maior entre as raças zebuínas. Resultados similares são reportados para peso na desmama, ganho pós-desmama, peso ao ano e ganho de peso e eficiência em confinamento.
O Guzerá apresenta adaptabilidade às condições ambientais tropicais e sub-tropicais, tolerância a insetos, resistência a várias doenças, longevidade e habilidade maternal, especialmente em cruzamentos com as raças taurinas.
O gado é dócil, sem problemas de temperamento e é fértil sob condições adversas.



Características
  • A altura do tronco (corpo) é igual à altura dos membros, no animal ideal. Animal pernudo ou pernalta não significa rendimento; é um "mito" nos trópicos.
  • Altura total do animal, na cernelha (garrote) é igual a duas vezes a altura do corpo, ou dos membros. Ou a soma da altura do corpo e a altura dos membros.
  • Ancas bem afastadas, no mesmo nível de um lado e outro, moderadamente salientes. Condenam-se aquelas pouco afastadas e muito salientes.
  • Andamento o passo do Guzerá é longo. O animal com aptidão para corte pisa pouco atrás da marca deixada pela mão. Os animais leiteiros pisam com o pé acima ou até um pouco adiante da marca deixada pela mão. O Guzerá coloca o pé quase sobre a marca deixada pela mão. A cadência é ditada pela estrutura óssea e, é um fator de economia de pastagens. Alterar a cadência típica do Guzerá é quebrar sua versatilidade.
    • Ângulo de Ouro - O passo normal forma um ângulo de 56 graus. O ângulo de ouro seria 56,25 graus. Os animais com aptidão para corte apresentam o ângulo menor
    • Influenza Equina (Sanidade)
  • A influenza eqüina é uma doença viral altamente contagiosa, sendo em muitos países considerada a enfermidade respiratória mais importante da espécie. Afeta eqüídeos de forma geral, não se conhecendo predileção por raça ou sexo. Em geral afeta animais de 1 a 3 anos, mas podendo também ocorrer em qualquer idade.


    Patofisiologia
    Os vírus da influenza eqüina pertencem à família dos ortomixovírus. Existem 2 subtipos, influenza A/Equi-1 e influenza A/Equi-2, que são classificados de acordo com as características antigênicas das glicoproteínas de superfície, a hemaglutinina (HA) e a neuraminidase (NA). Os vírus A/Equi-1 possuem uma H7HA e uma N7NA e os vírus A/Equi-2, uma H3HA e uma N8NA.

    Uma característica importante dos vírus da influenza é a capacidade de sofrer mutação antigênica, o que reduz o grau e o período de proteção conferida por infecção anterior ou pela vacinação, pois os anticorpos de reação cruzada são menos eficazes e duráveis do que os anticorpos homólogos no vírus neutralizante. Isso permite ao vírus evitar a neutralização por parte dos anticorpos presentes em determinada população eqüina, podendo assim continuar a infectar animais soropositivos.


    Isso é causado pelas mutações, sobretudo as que ocorrem nos genes com o código da HA e da NA, provocando alterações na natureza antigênica das glicoproteínas de superfície. Os vírus A/Equi-1 sofrem menos mutações antigênicas, de forma que são mais antigenicamente estáveis e menos patogênicos do que os vírus A/Equi-2 que sofrem intensa mutação antigênica.

    Sistemas Afetados

    Sistema Respiratório

    A influenza é contraída através da inalação, sendo extremamente contagiosa. O vírus infecta as células epiteliais que envolvem as vias aéreas inferiores e superiores. A hemaglutinina é um componente-chave do vírus, pois permite às partículas virais se fixarem no epitélio e penetrarem na célula. A infecção do epitélio ciliar provoca perda dos cílios num período de 3-4 dias de infecção, o que compromete o mecanismo de depuração mucociliar. Isso predispõe as vias aéreas comprometidas a infecção bacteriana secundária.

    Incidência/Prevalência
    Ocorrência no mundo todo, exceto na Austrália e na Nova Zelândia, onde ainda não foram registrados casos de influenza eqüina. Trata-se de doença endêmica na América do Norte, Europa e América do Sul.
    Sinais
    Comentários gerais
    Doença de início repentino com curto período de incubação de 1-3 dias. Os eqüinos permanecem infectantes por 3-6 dias após os últimos sinais da doença. A propagação é muito rápida, com 100% de morbidade em populações suscetíveis. A taxa de mortalidade geralmente é baixa em casos não complicados, exceto em potros. Potros que não possuem anticorpos maternos apresentam sinais clínicos muito graves de pneumonia viral, que podem levar à morte em 48 horas.

    Achados Mais Comuns
    Tosse
    Secreção nasal
    Febre
    Depressão
    Letargia
    Inapetência
    Rigidez
    Edemaciamento de membros inferiores
 
Veja ! Lazer no Campo, Suinocultura, Alimentação por Idade, Técnicas para Caprino-ovinocultura de Futuro, Manejo de Bezerros e Evitando Doenças em Caprinos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 10 de Julho de 2014 08:27

IMÓVEL RURAL É SEMPRE MUITO PRAZEROSO

 

Lazer na sua casa de campo, sítio ou fazenda

 


 
Quando somos proprietários de um imóvel rural, uma casa de campo, um sítio, chácara ou fazenda, independentemente do fato de ser uma propriedade produtiva ou não, é sempre muito prazeroso podermos contar com opções de lazer na propriedade. É muito bom reunirmos amigos, família e mesmo quando estamos sós, aproveitando para relaxar e descansar de todos os problemas da vida na cidade. As opções de lazer no campo são muitas e sua escolha depende de alguns fatores básicos, como o perfil da propriedade, a localização e os recursos disponíveis para o investimento em lazer.

 

Podemos dizer que, na maioria das vezes, as piscinas são as mais preferidas, por uma questão de hábito do brasileiro e, principalmente, do clima mais quente que predomina na maior parte do País. Ainda assim, existem diversos projetos de piscinas, desde as pequenas, mais simples, até as maiores, que podem ter formatos clássicos, como retangulares, semi-olímpicas, passando por piscinas com formatos feitos sob encomenda, com cascatas artificiais e outros formatos paisagísticos integrados. Uma opção interessante, também, é instalação de uma grande banheira de hidromassagem ao ar livre, que pode ser utilizada tanto de dia quanto à noite, mesmo em noites mais frias, pois é muito estimulante ficar em uma banheira dessas, com água quente, protegido do frio e apreciando uma noite clara.

 

As lareiras são uma diversão à parte em casas situadas em regiões mais frias ou serranas. Em muitas casas de campo, a lareira acaba sendo o principal ponto de lazer, pelo aconchego que trás à casa, pela possibilidade de se usá-la como local para brincadeiras, como num churrasco de marshmallow ou simplesmente quando ficamos à sua frente, apreciando o fogo, um dos elementos que mais fascinam o ser humano. As lareiras podem ser construídas nas salas, nos quartos ou mesmo ao ar livre, quando se deseja criar um ambiente outdoor mais aquecido, sendo a lareira usada mais como uma fogueira (chamada de fire place), tornado possível um grupo de pessoas ficarem ao ar livre, ao redor do fogo,  numa noite mais fria, apreciando um bom vinho, conversando e comendo petiscos.

 

Temos, ainda, outras opções de lazer muito apreciadas em casas de campo, como quadras poli esportivas, de tênis, quiosques com churrasqueiras e playground para crianças, o que não deve faltar, quando a família tem algumas crianças que freqüentem a casa regularmente.

 

Por último, podemos citar as atividades mais típicas de lazer rural, que criam a interação do homem com a natureza de uma maneira bastante prazerosa, como a criação de animais, passeios à cavalo, caminhadas por áreas arborizadas, trilhas nas matas, cultivo de hortas e pomares, etc.

 

O lazer no campo, para aqueles que procuram se livrar do estresse da vida cotidiana, é certamente um dos melhores remédios. As opções são muitas e trazem, sem sombra de dúvida, grandes benefícios à saúde, além de proporcionar uma maior união entre família e amigos.
 

 

 Sistemas de Ventilação em Galpões de gestação na Suinocultura

 

A gestação é um período crítico no empreendimento suinícola.



  Os índices zootécnicos relacionados a essa fase do negócio impactam sobremaneira a rentabilidade. Talvez seja por isto que geralmente os projetos de climatização se iniciam nessa etapa do processo produtivo.

Existem basicamente duas formas ideais de se ventilar e resfriar um galpão de gestação:

1 – ventilação individualizada
2 – ventilação tipo túnel

A ventilação individualizada é aquela em que utilizamos um resfriador evaporativo e dutos para direcionar o ar resfriado até os animais. Esta é a solução mais comum nas granjas Brasil afora. Para o dimensionamento dos equipamentos, leva-se em consideração uma vazão de ar de 350-400 m3/hora/porca. Atenção extrema deve ser dada ao sistema de dutos, uma vez que devemos garantir o volume de ar resfriado necessário para todas as celas.

Os galpões com ventilação tipo túnel promovem uma melhor distribuição do ar ao longo da instalação, com velocidade de ar constante e homogênea, garantindo contato do ar com toda a superfície corporal do animal. Neste caso utilizamos exaustores e resfriadores evaporativos (instalados nas entradas de ar). A diferença no dimensionamento dos dois sistemas é que no primeiro calculamos uma vazão de ar por porca e no segundo trabalhamos com uma velocidade de ar calculada de 1,8 m/s.

A tomada de decisão sobre qual a melhor solução leva em consideração os custos de aquisição dos equipamentos, manutenção, mudanças no manejo da granja e, principalmente, adequação civil. Geralmente a ventilação individualizada é mais aceita em instalações antigas ou de difícil adequação. A ventilação túnel requer maior planejamento e é ideal para construções novas.

 

 

NECESSIDADE ALIMENTAR POR CATEGORIA ANIMAL



    CABRITOS (NASCIMENTO AO DESMAME)

  • 500 ml colostro/dia (10% do peso ao nascimento), durante 5 dias, divididos em 4 ou 5 mamadas
  • elevação gradual na quantidade de leite, atingindo 1,5 litro por volta do décimo quinto dia de vida
  • concentrado oferecido a partir da segunda semana de vida, além do volumoso
  • cabritos adequadamente alimentados podem ser desmamados a partir de 45 dias de vida
  • machos destinados ao abate devem ser desmamados precocemente

    CABRITOS EM CRESCIMENTO

  • 400 a 500g concentrado/dia
  • sal mineral a vontade e volumoso

    CABRAS GESTANTES

  • 500 a 600g concentrado/dia
  • concentrado de boa qualidade em forma de silagem, feno, capim verde picado e pastagem (quando existente)
  • no final da gestação, deve ser fornecido alimento de melhor qualidade e complementação com sal mineral

    CABRAS EM LACTAÇÃO

  • volumoso de boa qualidade
  • 500 a 600g de concentrado/dia, mais 200 a 300g de concentrado por quilo de leite produzido/dia

    REPRODUTORES

  • volumoso de boa qualidade
  • 400 a 600g concentrado/dia
  • é aconselhável a manutenção de 2% de carbonato de cálcio ou farinha de ostras no concentrado, quando em dietas desiquilibradas, afim de evitar a formação de cálculos renais
  • sal mineral à vontade

    CABRAS SECAS

  • 400 a 600g concentrado/dia, além do volumoso
  • sal mineral
  • concentrado oferecido em horário intercalado ao volumoso, nunca em quantia superior a 300g/refeição

 

Manejo Reprodutivo

  • as raças leiteiras mostram-se estacionais, apresentando cio apenas quando o período de luz diário diminui (final do verão/início do outono)
  • as fêmeas mestiças podem ciclar o ano inteiro
  • o ciclo estral é de aproximadamente vinte e um dias e o cio tem duração média de trinta e seis horas
  • a fêmea em cio perde o apetite, fica agitada, bale e urina com frequência, agitando a cauda com movimentos rápidos. A vulva torna-se edemaciada, exibindo fluido mucoso claro
  • as fêmeas mostram-se mais receptivas no período médio do cio
  • a gestação dura em média cento e cinquenta dias, podendo variar entre cento e quarenta e cento e sessenta dias
  • a vida reprodutiva de fêmeas leiteiras inicia-se por volta dos sete meses de idade
  • fêmeas acasaladas precocemente podem apresentar problemas de parto, crias pequenas e fracas
  • a seperação entre machos e fêmeas deve ocorrer por volta do quarto mês de idade
  • os machos só devem ser usados como reprodutores a partir de um ano de idade

MÉTODOS DE ACASALAMENTO  

  •  
    • MONTA A CAMPO: proporção de um macho para cada trinta a trinta e cinco fêmeas. Não requer mão-de-obra especializada, não é possível determinar a data de cobertura e parto.
    • MONTA CONTROLADA: um macho pode realizar de três a quatro coberturas diárias. É necessária a detecção de cio (por observação ou uso de rufião). Esse método proporciona melhor controle de coberturas e previsões de partos.
    • INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL: provoca rápida melhora genética do plantel, já que são usados apenas reprodutores testados. Requer mão-de-obra técnica e especializada.

 


Um futuro próspero para caprino-ovinocultura

 

As técnicas de reprodução assistidas como inseminação artificial (IA) e transferência de embriões foram introduzidas na indústria caprina e ovina com os objetivos principais de acelerar o ganho genético de animais superiores e de superar alguns obstáculos de eficiência reprodutiva.

Produção in vitro
Seguindo um patamar mais avançado, a produção in vitro de embriões de pequenos ruminantes tem tido um grande interesse científico em virtude da disponibilidade de material para pesquisa a um baixo custo. Além disso, estas espécies são um excelente modelo para aplicação da transgênese. Os métodos de produção in vitro de embriões envolve: 1. Maturação de oócitos primários provenientes de folículos antrais. 2. Fertilização de oócitos maturos com espermatozóides capacitados. 3. Cultivo de embriões in vitro por até uma semana atingindo o estágio de blastocisto para posterior transferência para receptoras sincronizadas ou congelamento para uso posterior.

Produção in vivo
A produção in vivo nos pequenos ruminantes tem apresentado um desenvolvimento considerável nos últimos anos. Entretanto, a variabilidade de resposta aos tratamentos hormonais ainda são questões a serem analisadas. Baixas taxas de fertilidade observadas em doadoras ovinas superovuladas após monta natural ou inseminação vaginal e/ou transcervical podem ser atribuídas a um distúrbio no transporte dos gametas ou à má qualidade dos oócitos. Ambos os problemas podem estar correlacionados à influência do tratamento superovulatório. Este fato é comprovado com os altos índices obtidos após inseminação intra-uterina por laparoscopia após a retirada do progestágeno, indicando que a habilidade intrínseca do oócito em ser fertilizado não é alterada pelo tratamento superovulatório. Na espécie caprina as taxas de fertilização são mais baixas que na espécie ovina, especialmente em casos de doadoras com alta resposta ao tratamento hormonal.

Recuperação oocitária em animais pré-púberes
Ovários obtidos de abatedouros são uma fonte economicamente viável e abundante de oócitos. Suas taxas de recuperação por aspiração variam de 1,5 a 2 oócitos de boa qualidade por ovário de cabras e ovelhas. A recuperação oocitária in vivo é conseguida através de laparotomia ou através da técnica de laparoscopia guiada por ultra-som (LOPU). Recuperação oocitária após LOPU em cabras e ovelhas tem resultado em bons números de oócitos por doadora (4-6 por sessão). Progresso considerável tem sido adquirido em produção de embriões de animais jovens (5-9 semanas) após recuperação de um número considerável de oócitos e utilizados para MIV.

Clonagem
A clonagem do primeiro mamífero a partir de uma célula somática retirada de um animal adulto, representa uma das mais extraordinárias conquistas da pesquisa na área de biologia do desenvolvimento da última década. Esta tecnologia teve uma rápida expansão sendo utilizada em diversos laboratórios para as mais diversas espécies. Apesar disto, a taxa de sucesso na clonagem de animais, na maioria das vezes, não chega a 1%. A baixa viabilidade dos embriões clonados é principalmente expressa pela redução na taxa de implantação, pelo aumento na taxa de mortalidade fetal e perinatal, e pelas diversas anomalias observadas nos animais nascidos. Em contraste com as diversas espécies clonadas, na espécie caprina não foram observados problemas relacionados com placentação, peso ao nascer, distúrbios cárdio-respiratórios, nem de mortalidade perinatal. O que faz dessa espécie um ótimo modelo para a produção de animais transgênicos assim como para tentarmos entender o mecanismo destas síndromes nas demais espécies clonadas.

Produção de transgênicos
A transgênese é a modificação da informação genética de um organismo através de técnicas de recombinação de DNA. Um animal transgênico é aquele que adquiriu uma nova informação genética como resultado de manipulação do seu DNA. O método original para produzir animais transgênicos consiste na microinjeção do gene isolado dentro do pró-núcleo de embriões de uma célula. A produção de proteínas de interesse farmacêutico no leite de animais transgênicos tem se tornado uma alternativa atrativa para bioreatores de células animais. O uso dos pequenos ruminantes, particularmente os caprinos de leite, possibilita uma excelente alternativa econômica para a produção de animais transgênicos. Vários autores já citaram a produção de caprinos transgênicos, bem como para produção de larga escala para sua aplicação industrial. A tabela 1 apresenta as proteínas de uso terapêutico produzidas no leite de pequenos ruminantes com suas respectivas utilidades. Table 1. Proteínas de uso terapêutico produzido no leite de animais transgênicos. 

 

Proteína:
Antitrombina III
Fator VIII, Fator IX
CFTR
Alfa-1-antitripsina
Animal:
Caprino
Caprino, ovino
Ovino
Ovino
Uso:
Anticoagulante
Tratamento da hemofilia
Tratamento da fibrose cística
Tratamento da fibrose cística e enfisema

Apesar dos avanços na produção embrionária e biotecnologias aplicadas aos pequenos ruminantes, as limitações são grandes, muitas vezes devido ao alto custo de equipamentos utilizados, que reflete diretamente no custo benefício destas técnicas e sua conseqüente aplicabilidade. A produção in vitro, particularmente envolvendo animais pré-púberes, apresenta uma perspectiva promissora e maiores estudos serão necessários nesta área. Quanto à produção de transgênicos, apesar da produção de vários animais em diversos laboratórios, a eficiência deste método ainda é um ponto crítico na aplicação da tecnologia para a produção de proteínas farmacêuticas. A otimização destas técnicas é um desafio para os cientistas envolvidos em biotecnologia da reprodução.

 

Após o nascimento, o bezerro deve permanecer junto com a mãe por pelo menos 24 horas.

 

 Sabemos que o bezerro junto com a mãe, mama entre 12 a 15 vezes ao dia. Estas mamadas permitem que o colostro passe muitas vezes pelo aparelho digestivo aumentando a superfície de contato do colostro com a parede intestinal favorecendo assim a absorção de imunoglobulinas (anticorpos). Por outro lado, podemos fornecer o colostro de forma artificial oferecendo dois litros  duas vezes por dia com intervalo próximo de 12 horas. O importante é que o bezerro ingira em torno de 10% do seu peso em colostro, nas primeiras 24 horas.  O bezerro nasce sem proteção de anticorpos contra os agentes de doenças. A forma de adquirir estes anticorpos (defesa), é ingerindo o colostro. O colostro é o primeiro produto produzido pela glândula mamária no inicio da lactação, é uma  rica fonte destes anticorpos que foram produzidos nos dois últimos meses de gestação. Após o nascimento, é imperativo que o bezerro ingira o colostro o quanto antes para que ele adquira estes anticorpos. A capacidade de absorver os anticorpos fornecidos pela mãe no interior do aparelho digestivo do bezerro é aproximadamente nas primeiras 36 horas e esta capacidade de absorção tem como pico máximo entre seis e 10 horas, quando começa a diminuir gradativamente até aproximadamente 36 horas.  A partir deste ponto o colostro continua sendo um alimento muito rico e deve ser aproveitado pelo bezerro e outros do mesmo plantel que são tratados  de forma artificial, porém perde a importância como fonte de anticorpos.
    De outra forma uma das funções do colostro é ajudar na primeira descarga intestinal, isto é, ajuda a expelir as primeiras fezes que é o chamado mecônio. O mecônio são fezes amarelas pegajosas de difícil eliminação portanto sendo o colostro um leve laxante vai ajudar nesta eliminação. Neste período devemos interferir somente se houver necessidade. Na maioria das vezes, esta intervenção é desnecessária. Uma das vantagens da maternidade é a possibilidade de observação do recém nascido e qualquer problema que surgir neste local facilita o socorro.
    O excesso colostro pode e deve ser dado para os outros bezerros. Neste caso ele não tem função como fornecedor de anticorpos pois bezerros mais velhos perdem a capacidade de absorção dos anticorpos mas, como alimento é até mais rico que o próprio leite. É bom lembrar que como o colostro tem uma função laxativa, para fornecer aos outros bezerros o melhor é diluir em outra quantidade de leite para não causar meles de desarranjo aos bezerros mais velhos.

 

Como evitar doenças nos caprinos

 

Os caprinos, normalmente, não são muito sujeitos a doenças e com um bom manejo, dificilmente adoecem. É aconselhável, no entanto, algumas medidas para evitar a incidência de doenças na criação e entre elas, podemos destacar:

- manter em quarentena todos os animais vindos de fora, mesmo os que saíram para exposições ou por qualquer outro motivo e que estejam de regresso;

- limpar, raspar e melhor ainda, depois desinfetar todas as instalações evitando o aparecimento ou dando combate aos insetos e parasitas que porventura lá existam. O melhor é o uso do lança-chamas, pois o fogo desinfeta e desinfesta, matando todos os micróbios e insetos por ele atingidos;

- lavar e desinfetar todos os comedouros e bebedour os e depois secá-los bem;

- manter sempre bem secas as instalações, não molhando as ripas do piso, evitando a umidade, pois é ela a causadora do aparecimento de muitas doenças, principalmente a coccideose, cujos parasitas necessitam de umidade para se desenvolverem no meio exterior, tornando-se infestantes. Além disso, facilita a proliferação de moscas, mosquitos e outros insetos muito nocivos aos caprinos;

- não criar caprinos junto com animais de outras espécies como carneiros, bois, etc. e nem entrar em contato com cães e gatos, que lhes podem transmitir doenças;

- eliminar ou isolar da criação, o mais rapidamente possível, qualquer animal que apresente algum sinal de doença, porque pode se tratar de uma doença infecto-contagiosa que pode se espalhar por toda a criação;

- a pessoa que lidar com os animais doentes não deve, depois, ter contato com os animais sadios, para evitar que estes também se contaminem ;

- evitar o aparecimento de todos os animais que possam transmitir alguma doença aos caprinos, como ratos, pássaros, cães, gatos, morcegos, etc.;

- queimar ou enterrar em cova funda e cobri-los com cal virgem, para desinfetá-los, todos os cadáveres de animais e detritos contaminados;

- tirar da criação, todos os animais fracos, raquíticos, mal desenvolvidos ou "de pouca saúde", porque estão mais sujeitos a contrair doenças, passando aos outros;

- queimar ou desinfetar o esterco e toda "sujeira" ou material que esteve em contato com animais doentes ou suspeitos;

- fornecer aos caprinos uma alimentação racional e alimentos de boa qualidade e frescos, para evitar distúrbios alimentares.

Estas são algumas das medidas mais importantes para que seja evitado o aparecimento de doenças dentro da criação. São ações lógicas e racionais e quando tomadas isoladamente, ou melhor ainda, em conjunto, po dem dar grandes resultados na profilaxia das doenças infecto-contagiosas e parasitárias, impedindo ou dificultando a sua penetração e o seu desenvolvimento na criação ou diminuindo as sua conseqÿências.

 
Veja ! Conhecimentos Gerais: Fauna da América do Sul, Cactáceas, Borracha, Metais, Ventos, Animais com Tentáculos, Animais Migradores, Satélites Naturais, Mata Atlântica, Reino Vegetal, Anfibios e Luta pela sobrevivência dos Seres Vivos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 09 de Julho de 2014 08:50

Conhecendo a Fauna da América do Sul

 



Os principais ecossistemas da América do Sul, com as respectivas fauna, são indicados a seguir.
1. Floresta Amazônica. A sua fauna é muito rica, incluindo macacos ( bugio, sagüi,
mico-leão, etc. ), anta, onça, jaguatirica, preguiça, arara, papagaio, periquito, tucano, gavião, jibóia, sucuri, etc.
2. Mata Atlântica. A sua fauna é representada principalmente por macacos, répteis,
roedores e grande número de pássaros.
3. Caatinga. Situada no Nordeste Brasileiro, possui fauna rica em: a) répteis - iguana, camaleão, cascavel, etc.; b) roedores - raposa, capivara, etc.; c) aves - carcará, ema e muitos pássaros, inclusive beija-flor.
4. Cerrado. Ocupando grande área do Planalto Central do Brasil, apresente: veado,
raposa, tatu, tamanduá, ema, seriema, codorna, roedores e répteis.
5. Pampas. Nestes campos vivem, entre outros animais, o lobo-guará, o guanaco e
a ema.
6. Cordilheira dos Andes. Caracteriza-se pela presença do condor, da lhama, da alpaca e da vicunha.
7. Rios, pântanos e lagos. A sua fauna é constituída por: peixes (pirarucu, surubim, dourado, piranha, etc.), tartaruga, capivara, jacaré, sucuri, garça, saracura, rã, sapo, caramujo, etc.
8.Litoral e mares continentais. A sua fauna é representada por: baleia-azul, leão-
marinho, golfinho, pingüim. albatroz, flamingo, anchova, cação, sardinha, tartaruga-marinha, caranguejo, mariscos, etc.
 

Conhecendo as Cactáceas

 


As Cactáceas constituem uma família de plantas dicotilidôneas, suculentas, com caules do tipo cladódio, isto é, verde, fracamente lenhoso, com as folhas transformadas em espinhos. São plantas adaptadas às regiões secas, como o Nordeste Brasileiro e os desertos da América do Norte. Os espinhos asseguram também proteção contra a voracidade dos herbívoros.
Nem todas as espécies vivem nos desertos; algumas crescem nas selvas tropicais. O seu porte é variável, desde espécies anãs, que formam um tapete rente ao solo, até o gigantesco " saguru " dos desertos dos Estados Unidos,com 10 a 15 metros de altura. Algumas espécies são encontradas na Cordilheira dos Andes, onde passam o inverno debaixo de neve. Grande parte delas vive sobre troncos e galhos de árvores.
As espécies sem espinhos, como a palma do Nordeste, servem de forragem para o gado. As espécies colunares, como a coroa-de-cristo, são utilizadas para a formação de cercas vivas. Algumas produzem frutos comestíveis, como o figo-da-Ìndia. Outras são ornamentais, como a cabeça-de-velho e a flor-de-maio, ou medicinais, como a rainha-da-noite e o peote.
 

Conhecendo a Borracha

 



Quimicamente, a borracha é um polímero, semelhante aos plásticos, constituído por moléculas grandes. Pode ser natural ou sintética.
A. Borracha natural. É obtida por coagulação do látex de certas plantas. Cerca de 90% da produção mundial de borracha provém da seringueira, uma árvore nativa da Amazônia, atualmente cultivada em muitos países, principalmente do sudeste da Ásia ( Malásia, Indonésia, Tailândia, etc. ).
A coleta do látex é feita através de incisões em diagonal, na casca do tronco , coletando-se o látex em tigelas colocadas no final das incisões.
A borracha natural é obtida pelo aquecimento do látex até a coagulação. Para evitar que ela se torne pegajosa quando aquecida e dura quando fria, a borracha é submetida ao processo de vulcanização, que consiste em misturar com enxofre e aquecer, obtendo-se um produto mais firme e consistente, mantendo a elasticidade.
A borracha vulcanizada é utilizada principalmente para a fabricação de pneus e câmaras-de-ar, mangueiras, isolamento de fios elétricos, etc.
B. Borracha sintética. É obtida pela transformação química do carvão, do petróleo e de certos óleos vegetais. A borracha sintética não é exatamente igual à borracha natural; contudo, dependendo da matéria-prima e do processo empregado, podem ser obtidos vários tipos de borracha sintética, que servem para fins específicos. O maior produtor de borracha sintética são os Estados Unidos.
Há ainda a chamada borracha regenerada, resultante do aproveitamento, também por meios químicos, de pneus, câmaras-de-ar e outros produtos de borracha desgastados pelo uso.
 

 
 
Conhecendo os Metais

Metais são elementos químicos com propriedades características devidas à sua estrutura eletrônica. São em geral corpos sólidos, com brilho característico, bons condutores de calor e eletricidade, maleáveis e dúcteis ( que podem ser reduzidos a fios.
A estrutura dos metais consiste de um arranjo de íons carregados positivamente ( prótons ), envolvidos por íons carregados negativamente ( elétrons ).
Os metais ocorrem na natureza predominantemente na forma elementar ou ligados a outros metais. O mercúrio é o único metal líquido. Os metais constituem cerca de 75% dos elementos químicos.
Outra característica dos metais é o efeito causado sobre suas propriedades pela presença neles, de quantidades relativamente pequenas de outros elementos. As diferenças entre o ferro e o aço, causadas por pequenas quantidades de carbono ou níquel, são um bom exemplo.
Existem vários grupos de metais, a saber: a) metais nobres - cobre, ouro, prata, platina; b) metais alcalinos - lítio, potássio, sódio; c)metais alcalino-terrosos - cálcio, magnésio, bário; d) metais de transição - cromo, molibdênio.manganês, etc.
Poucos metais são usados puros; freqüentemente, são utilizados sob a forma de ligas metálicas, como por exemplo: aço, bronze, latão, duralumínio, etc.
 

Conhecendo os Ventos

 


Vento é o deslocamento do ar atmosférico dentro da troposfera, isto é, da camada inferior da atmosfera, provocado pela diferença de pressão. Quando uma região se apresenta mais aquecida, irradia calor às camadas próximas da superfície, que tendem a expandir-se verticalmente, diminuindo a pressão atmosférica sobre essa área e formando uma zona de baixa pressão.
Por outro lado, em regiões mais frias, o ar tende a concentrar-se, aumentando a pressão sobre a área e originando uma zona de alta pressão.
Nas zonas de baixa pressão, o ar em ascenção é substituído pelo ar das áreas de alta pressão, dando origem ao vento. O movimento do ar junto à superfície do solo pode adquirir as características de: a) fluxo laminar; b) fluxo turblento. Este último pode adquirir grande velocidade, superior a 60 km/hora sendo, neste caso, denominado furacão ou tornado.
De modo geral, os ventos podem ser classificados em regionais e locais. Os ventos regionais ocorrem em regiões bem definidas, podendo citar-se como exemplos: o Mistral, na Provença ( França ) e o Minuano, no sul do Brasil.
Os ventos locais ocorrem em áreas restritas.
Existem ventos periódicos, que sopram ora numa direção, ora noutra, como as brisas, que são ventos fracos que ocorrem nos litorais, soprando ora da terra para o mar ( brisa terrestre ), ora do mar para a terra ( brisa marítima ). Esse fenômeno se explica pelo fato de as terras se aquecerem ou resfriarem mais rapidamente do que as águas do mar.
Sob o ponto de vista da agricultura,a ação do vento pode trazer efeitos benéficos ou nocivos. Por exemplo: o vento exerce ação benéfica no transporte de pólen, sementes e frutos, sendo responsável pela multiplicação de muitas espécies vegetais. Como exemplo de ação nociva. pode citar-se a erosão eólica, quando ventos fortes removem a partículas mais finas do solo, fenômeno que ocorre principalmente em regiões áridas e semi-áridas, onde a cobertura vegetal natural é escassa.

Conhecendo os Animais com Tentáculos

 



Dá-se o nome de tentáculos a apêndices móveis, não articulados e pares de certos animais, destinados principalmente à captura de presas, mas que servem também como órgãos de tato, fixação ou locomoção.
A tromba do elefante não é um tentáculo porque não é par; os " chifres " do caracol não são tentáculos porque, apesar de par, não capturam presas; as patas preênseis do louva-deus não são tentáculos porque são articulados e têm partes duras.
À rigor, os animais que possuem tentáculos preênseis são os moluscos cefalópodes
( pés na cabeça ) como polvos e lulas e os celenterados, quase todos marinhos.
Os polvos têm um pé ventral dividido em oito tentáculos, sendo por isso chamados
octópodes; as lulas e as sibas têm o pé dividido em dez tentáculos, sendo chamados decápodes.
Esses animais capturam suas presa por meio desses tentáculos.
Os celenterados possuem tentáculos providos de células urticantes que circundam a boca nos corais e anêmonas; e formam uma franja ao redor da umbela das águas-vivas. Os celenterados são animais predadores, que capturam suas presas por meio de seus tentáculos

 

Conhecendo os Animais Migradores Armazennadores e Hibernantes

 


Nos países de clima frio ou temperado existem muitos animais que, quando chega o inverno e escasseiam os alimentos, se deslocam para outras regiões de clima mais ameno, os quais são chamados animais migradores. Como exemplos podem ser citados: o caribu, o morcego a baleia azul.
Alguns animais, como o castor e o esquilo, são previdentes e armazenam provisões de alimentos para consumir na estação seca. Estes são chamados animais armazenadores.
Existem ainda outros animais que, quando chega a estação fria, entram num esta-
do de entorpecimento ou de imobilidade mais ou menos prolongado. Estes são chamados animais hibernantes, podendo citar-se como exemplos: o urso, o ouriço, a marmota, etc.
Por outro lado, nos países tropicais existem animais aquáticos que, quando chega a estação seca, que corresponde ao inverno, se enterram na lama e aí permanecem mais ou menos adormecidos. Este fenômeno, que é o oposto da hibernação, é chamado estivação.
 

Conhecendo os Satélites Naturais

 



Satélite natural ou simplesmente satélite é todo corpo natural, de natureza planetária e dimensão menor, que gira em torno de um planeta. Esses corpos celestes secundários estão ligados a um planeta pela lei da gravitação universal.
Todos os planetas do sistema solar, com exceção de Mercúrio e Vênus, possuem satélites orbitando ao seu redor. No total, são 140 satélites naturais.
A Terra possui um único satélite, a Lua. Marte possui dois: Delmos e Fobos. Júpiter tem 63 satélites. Além de ser o maior planeta, Júpiter possui o maior número de satélites bem como o maior satélite: Ganimedes, com 5.260 quilômetros de largura.
Saturno tem 34 satélites. Urano tem 27 e Netuno possui 13 satélites.
Os veículos espaciais lançados pelo homem e que gravitam em torno da Terra, da Lua ou de outro planeta, são denominados satélites artificiais.
 

Conhecendo a Mata Atlântica

 


Esse é o nome dado à formação florestal que se estende pela faixa costeira, desde
o Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul, com maior expressão nas Serras do Mar e da Mantiqueira. É uma região montanhosa, que intercepta a umidade trazida do mar pelos ventos alíseos e, portanto, com alta pluviosidade. As árvores são frondosas e perenifólias ( de folhas perenes ), geralmente acompanhadas por palmeiras, lianas ou cipós e epífitas. Dentre as árvores destacam-se: peroba, cedro, jacarandá, figueira-branca, pau-brasil e palmito.
A área possui solos férteis, como massapé-salmourão e terras roxas. Por isso, em
grande parte a Mata Atlântica foi devastada para a implantação de culturas tais como: café, cana-de-açúcar, cacau, milho, etc,
Na parte sul, onde o clima assume caráter temperado, às árvores latifoliadas ( de folhas largas ) como a imbuia e a erva-mate, misturam-se árvores aciculifoliadas ( com folhas em forma de agulhas ), como podocarpus e o pinheiro-do-Paraná; este último produtor de excelente madeira branca.
A fauna é pouco numerosa, incluindo: anta, gambá, sagüi, roedores, répteis e grande número de pássaros.
 

Curiosidades do Reino Vegetal

 



a) A algarobeira é uma planta freatófita, isto é, indicadora da presença de lençol freático no subsolo de regiões áridas. Suas raízes penetram a grande profundidade ( até cerca de 10 m abaixo da superfície). Muitos poços no deserto da Califórnia ( Estados Unidos ) foram perfurados entre moitas de algarobeiras.
b) O morangueiro e a grama-de-jardim são plantas estoloníferas, isto é, que produzem estolões, os quais são brotos do caule capazes de formar, vegetativamente, outras plantas. Os estolões emitem raízes em alguns de seus nós e formam novos ramos aéreos.
c) O figo-da-índia é uma planta da família das Cactáceas, semelhante a um arbusto, cultivada em muitas regiões de clima tropical ou subtropical. Produz um fruto muito apreciado, armado ou não de gloquídeos, que são pelos providos de espinhos.
d) A couve-flor é uma hortaliça que forma uma grande " cabeça " ( inflorescência que não frutifica ), compacta e tenra, de sabor muito apreciado.
e) O repolho é uma hortaliça semelhante à couve, formando uma espécie de globo com as folhas concêntricas, as quais constituem a parte comestível da planta.
 

Conhecendo os Anfíbios

 



Anfíbios é uma classe do ramo Vertebrados que inclui animais que passam parte da sua vida na água e parte em terra ( do grego" amphi " = duas; e "bios " = vida ). Os zoólogos, baseados na sua estrutura e função, colocam os anfíbios numa posição intermediária entre os peixes e os répteis.
Os anfíbios, os mais antigos dos vertebrados que conquistaram a terra, chegaram a atingir grandes dimensões, mas atualmente sobrevivem formas menores, distribuídas em 3 sub-classes: a) Ápodes, de corpo vermiforme, sem membros locomotores, como as cobras-cegas ou cecílias; b) Urodelos, com corpo apresentando cabeça, tronco e cauda distintos, com membros locomotores, representados pelas salamandras e tritões; c) Anuros ou Batráquios, com cabeça e tronco fundidos, sem cauda, com membros anteriores curtos e os posteriores muito desenvolvidos, exemplificados pelos sapos, rãs e pererecas.
Os anfíbios não são animais fortes nem rápidos, embora as rãs possam deslocar-se com certa facilidade. Alguns possuem glândulas cutâneas venenosas, como o sapo-bufo.
Embora os anfíbios vivam a maior parte da sua vida em ambiente terrestre, na época da reprodução voltam à água e nela realizam a postura, fecundam os ovos e desenvolvem-se as larvas ou girinos, que se alimentam principalmente de substâncias vegetais. Uma vez completado o desenvolvimento, abandonam a água e passam a viver em terra.
Os anfíbios adultos alimentam-se de insetos, minhocas, peixinhos e crustáceos. De modo geral, são úteis à agricultura por comerem insetos. No Japão come-se a salamandra-gigante e em muitos países, inclusive o Brasil, comem-se as rãs.
 

Conhecendo a luta pela sobrevivência dos Seres Vivos

 



Adaptação ao ambiente, alimentação e reprodução são os requisitos para a sobrevivência das espécies vegetais e animais. A maioria das plantas é autótrofa, isto é, são capazes de sintetizar compostos orgânicos a partir da água e sais minerais absorvidos do solo pelas raízes, em combinação com o gás carbônico atmosférico assimilado via fotossíntese. Algumas plantas vivem em simbiose com outras, como é o caso dos liquens; enquanto outras são parasitas, isto é, retiram o alimento de outras plantas, como faz o cipó-chumbo.
As plantas parasitas e os animais são heterótrofos, isto é, são incapazes de realizar a fotossíntese, necessitando retirar os alimentos de outros seres, vivos ou mortos. Quando se alimentam de organismos mortos chamam-se necrófagos, como os fungos e os abutres.
Os animais que se nutrem de seres vivos se incluem em três grupos: a) herbívoros, que se alimentam de plantas, como os bovinos, os eqüinos, os caprinos, etc. ; b) carnívoros ou predadores, que se alimentam de outros animais, que matam para obter alimento, como os felinos, as aves de rapina, as cobras, os tubarões, etc. ; c) parasitas, que vivem às custas de outros animais, sem necessidade de matá-los, como a tênia. o carrapato, a sanguessuga, etc.
Frequentemente, o mesmo animal pode funcionar ora como predador, ora como presa de animais maiores, como acontece com os peixes.
 
Veja ! Parasitas (Verminose), Variedades, Ração Suplementar, Energia Solar, Genética com Tecnologia... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 08 de Julho de 2014 08:45

 Parasitoses Gatrointestinais (Verminoses)

Contagem de Ovos por Gramas de Fezes (O.P.G)


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As parasitoses ovinas estão entre as principais preocupações dos produtores, sendo apontadas como limitantes para o desenvolvimento dos sistemas de produção, provocando perdas de peso, queda na produção de lã e alta mortalidade de animais;  frutos da espoliação do hospedeiro e o desenvolvimento da resistência aos anti-helmínticos disponíveis.

 

 

Manifestações mais comuns da verminose são:

  • perda de peso e apetite;  

  • diarréia;

  • anemia e papeira;

  • desidratação;

  • morte.

Ciclo biológico direto – Endoparasitas
Haemonchus contortus – ciclo de 28 dias

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Apenas 5% dos vermes estão no interior do animal, com isso, 95% encontram-se no ambiente na forma de ovos e larvas, portanto, só evermifugar os animais não adianta, estaria apenas eliminando os vermes internos, infestando-se novamente ao ingerir novas larvas presentes na pastagem.
Fatores comuns que causam a resistência são super-doses, sub-doses, aumento na freqüência de uso, aplicação incorreta, mistura errônea(banho ou pulverização).
O manejo correto das pastagens é uma das proteções do rebanho no combate a verminose.
O controle estratégico de vermifugação deve ser ajustado em consonância com as condições climáticas de cada região, procurando sempre concentrar a vermifugação no período seco
A principal parasitose na região é a hemoncose, que causa surtos nos meses de primavera, verão e outono, conforme as chuvas, e se manifesta por anemia, papeira e alta mortalidade. Outra é a trichostrongilose, causadora de diarréia no outono e inverno.
O exame de fezes, chamado de contagem e ovos por grama de fezes ou OPG, é um método bastante simples para monitorar as parasitoses nos rebanhos ovinos.
As amostras de fezes são colhidas diretamente do reto do animal, e com cuidado remove-se um bolo fecal, que deve ser embalado, resfriado e enviado ao laboratório para exame e possível definição do tratamento. Não pode misturar as amostras, colocando cada uma em embalagem individual, identificando espécie, lote, potreiro; como melhor o próprio proprietário possa identificá-los após o resultado dos exames para o possível tratamento.
Coletar uma amostra de 7 a 10% do rebanho separado por idade. Um exemplo seria um campo com 500 borregas, coletar 50 amostras, e para fazer um controle correto do rebanho, seguir fazendo as coletas a cada 28,30 dias.
Resultados da contagem de ovos por grama de fezes (OPG) maiores de 500, se faz necessário dosificar, menores ou igual a 500 não necessita.
Para verificar a eficiência do medicamento é recomendado fazer a coleta 7-10 dias após a dosificação para verificar se foram eliminados ovos.
Ciclo Biológico
Os nematóides apresentam um ciclo de vida simples, com uma fase parasitária no hospedeiro(ovino) e em outra não parasitária, de vida livre na pastagem. Um exemplo, a partir de uma fêmea fecunda do Haemonchus contortus (lombriga da coalheira), está põe os ovos que saem misturados com a matéria fecal. No meio externo, com condições de alta umidade e temperatura, se formam três estágios larvais consecutivos (L1, L2 e L3). A L3, em geral, se observa em pequenas gotas d’água no pasto à espera de ser consumida por um ovino. Se isto ocorre, a L3 muda para L4 e logo amadurece para fêmea ou macho adulto que copulam, fechando o ciclo com uma nova postura de ovos. Em períodos frios, o ciclo dos parasitas não é cortado, somente retarda, esperando melhores condições ambientais.

 

 

VARIEDADES 
 

 

Você sabia...?

... que o mundo é dos ratos? De fato, há mais de 1.700 espécies de ratos distribuídas pelo mundo, dentre as quais cerca de 125 estão classificadas como pragas.  A Organização Mundial da Saúde estima que haja cerca de três ratos por habitante no mundo, o que resultaria em cerca de 21 bilhões.

... que, na antiga Roma, era costume fazer queijos enormes?  Alguns chegaram a pesar 1.000 libras, ou 450 kg.

... que um comportamento bem intrigante que todos os caprinos fazem, é o movimento rápido do balanço do rabo após defecar? Até o presente momento não há uma explicação cientifica para esse balanço de rabo.

... que o peso do estrume diário de um caprino ou ovino adulto equivale a 5% de seu peso vivo?

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Provérbio

- Vender e se arrepender é melhor do que não vender e se arrepender. (Ditado árabe)

- Melhor negar o favor do que fazer esperar. (Provérbio árabe)

- Só cheira a alho quem come alho. (Provérbio árabe)

- As riquezas granjeiam muitos amigos; mas do pobre o seu próprio amigo se separa.

- Só vem na concha o que você mesmo colocou no pote. (Provérbio árabe)

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Ditado Esquisito

- Se correr o guarda multa, se parar o banco toma!

- Fácil é empurrar bêbado na ladeira.

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Ditado

- Gente nova e burros velhos botam o mundo a perder.

- Hóspede de avarento não precisa de purgante.

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Frase

- O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano. (Isaac Newton)

- Devemos julgar um homem mais pelas suas perguntas que pelas respostas. (Voltaire)

- Uma discussão prolongada significa que ambas as partes estão erradas. (Voltaire)

- Quem poupa o lobo, sacrifica a ovelha. (Vitor Hugo)

- Devemos julgar um homem mais pelas suas perguntas que pelas respostas. (Voltaire)

- A fórmula do sucesso eu ainda não sei; mas a do fracasso é contentar a todos.

- Não existe caminho para a felicidade... A felicidade é o caminho! (Gandhi)

 

 

RAÇÃO SUPLEMENTAR ELEVA QUALIDADE DO LEITE

 


Adicionar óleo de girassol com selênio orgânico e vitamina E à ração de vacas podem aumentar a produção leiteira e promover mais qualidade ao leite. Quem faz a afirmação é um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), que vem estudando formas de aumentar a produtividade leiteira e beneficiar o consumo humano.

Marcus Antonio Zanetti, professor do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga (SP) e autor da pesquisa,  diz que o estudo que compara produtividade do leite nos animais e os benefícios para o consumo humano é pioneiro.
“Muitos estudos têm sido feitos sobre as possibilidades de alterações na alimentação de animais com a finalidade de melhorar, em tese, a qualidade de produtos para consumo humano. Mas o nosso trabalho deu um passo adiante, ao comparar o efeito do produto enriquecido ao do leite comum, e avaliar se ele realmente é melhor para a saúde humana”, disse Zanetti. 

Por ter conhecidos efeitos antioxidantes, o selênio é um mineral importante para combater os radicais livres. Segundo o pesquisador, estudos realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP comprovaram que a dieta brasileira é deficiente no mineral – com exceção da região Norte, onde há alto consumo de castanha-do-pará, rica em selênio. A vitamina E foi combinada ao mineral por ter efeitos antioxidantes complementares. 

“As doenças cardiovasculares são consideradas os principais problemas de saúde pública e o leite, alimento rico em diversos nutrientes, é frequentemente relacionado a elas pela sua proporção de ácidos graxos saturados e pelo teor de colesterol”, apontou. 

O óleo de girassol foi utilizado como fonte de gordura para o enriquecimento da ração de modo a aliar sua ação aos efeitos antioxidantes do selênio e da vitamina E na composição físico-química do leite. “O óleo tem a função de mudar o perfil dos ácidos graxos no leite, melhorando o produto do ponto de vista da nutrição. Além disso, ele potencializa o efeito dos antioxidantes”, explicou. Essa mudança de perfil diminui a vida útil do leite, que pode estragar mais rapidamente. Mas os antioxidantes se encarregam de reverter esse efeito. 

No experimento, foram utilizadas 24 vacas distribuídas em quatro tipos de tratamento. Um grupo de controle recebeu ração comum, o segundo grupo recebeu ração com adição de 2,5 miligramas de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. O terceiro grupo recebeu ração com adição de 3% de óleo de girassol e o quarto grupo consumiu a ração com adição do óleo de girassol com 2,5 mg de selênio e 1000 UI de vitamina E ao dia. 

“Medimos diariamente o consumo e produção de leite dos animais e as amostras de leite foram colhidas semanalmente para análises de gordura, proteína, lactose, cálcio, fósforo, sólidos totais e contagem de células somáticas. O leite obtido de cada tratamento foi pasteurizado e colocado em seu respectivo recipiente. Também foi incluído um tratamento com o leite desnatado.
 
 Celpe vai usar energia solar para bombear água na Zona Rural

 

A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) obteve aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para implantar um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de geração de energia solar fotovoltaica destinado ao bombeamento de água em poços da zona rural de Pernambuco com equipamentos nacionais. O sistema inclui a instalação de painéis fotovoltaicos para captação da energia do sol e transformação em energia elétrica para acionamento do motor de sucção que bombeará água do poço para um reservatório elevado (caixa d´água).

O projeto da Celpe será executado em parceria com a Universidade Salvador (UNIFACS), Universidade de São Paulo (USP), o Centro Brasileiro de Energia e Mudanças Climáticas (CBEM) e o Governo do Estado de Pernambuco, que será feito no âmbito do Programa Estadual de Eletrificação de Poços. A iniciativa contribuirá para a substituição do consumo de combustíveis fósseis, como óleo diesel e gasolina, usados em poços distantes da rede de energia elétrica. Também servirá de base para futuras ações de enfrentamento às dificuldades de suprimento de água nas áreas remotas do estado.  

 

 

Avanço da genética: primeira clonagem de bovinos totalmente feita em laboratório

 

 

O experimento foi realizado a partir de células da orelha de um animal recém-falecido.  Foram produzidos no laboratório de reprodução animal do Centro de Transferência de Tecnologias de Raças Zebuínas com Aptidão Leiteira (CTZL), os primeiros embriões clonados a partir de células de uma vaca da raça Gir de alto valor genético. “É nossa rotina produzir embriões por meio de fecundação in vitro e de transferência de embriões. Mas, foi a primeira vez que realizamos a tecnologia de transferência nuclear, a clonagem,  integralmente no laboratório”, afirmou o pesquisador da Embrapa Cerrados, Carlos Frederico Martins.

De acordo com ele, os embriões foram conseguidos na primeira tentativa de manipulação. “Agora vamos testar outros tipos celulares para verificar se influenciam na melhoria da tecnologia. Para esse trabalho podemos utilizar células do líquido amniótico, do cordão umbilical, e de tecidos adiposos. As células amnióticas e do cordão umbilical apresentam memória embrionária recente e nunca foram utilizadas nos procedimentos de clonagem”, explicou. Segundo o pesquisador, nas próximas semanas vão ser produzidos outros embriões que serão transferidos para animais receptores.

Um dos principais objetivos da clonagem de bovinos está relacionado ao melhoramento genético do rebanho. “A clonagem comercial tem sido utilizada para criar cópias de animais com elevado valor genético, tais como vacas com alta produção de leite ou touros com qualidade de carne superior”, explicou o estudioso. De acordo com ele, a tecnologia também pode ser utilizada para produzir animais transgênicos, os quais podem apresentar no leite proteínas para utilização humana, tais como fatores de coagulação sanguínea e insulina.

 
Veja ! Qualidade do Leite de Vaca, Farmácia na Fazenda, Produção de Carne Ovina... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 07 de Julho de 2014 09:08
 
 

 Cruzamentos para aumentar sólidos no Leite

 



Cada vez mais, o produtor está sendo requisitado a ficar atento à qualidade do leite, conferindo fatores como a contagem de células somáticas, a bacteriana e o índice de sólidos. Certo é que diferentes ações podem influenciar tais números, como ocorre com a alimentação, para a gordura e a proteína. Mas é a genética, por meio do cruzamento de raças, a maneira mais segura e duradoura de se otimizar esses teores, além de se obter outros benefícios.
 No dia-a-dia, tanto produtores como pesquisadores fazem suas experiências. Uns testam o que já se conseguiu com sucesso no Exterior, outros procuram novos cruzamentos, na esperança de estabelecer um caminho que mais lhes convenha. A comprovação real é demorada e depende de um bom acompanhamento com registros criteriosos. Isso ainda não é muito freqüente na pecuária leiteira brasileira, o que evidentemente restringe conclusões mais objetivas nessas circunstâncias.
Uma das cruzas que mais tem sido destacada é a da raça Jersey com Holandesa, tanto que a associação nacional da primeira dá como exemplo este procedimento, como também o cruzamento com o Girolando, como responsáveis pelo bom incremento nas vendas de sêmen dos seus reprodutores.
 No ano passado, já apareceu a comercialização, embora modesta, de sêmen do Jersolando brasileiro no relatório da Asbia-Associação Brasileira de Inseminação Artificial. Diferentes países utilizam este cruzamento, sendo o exemplo mais freqüente e contundente o da Nova Zelândia. Para verificar seus resultados nas condições brasileiras está em andamento um estudo, desde 2002, no campus da Ufscar-Universidade Federal de São Carlos, de Araras-SP. O número de animais em avaliação não é grande, totaliza 15 fêmeas Jersolando. Porém, a apuração de dados está se aprofundando, e os resultados, até agora, têm sido promissores.
 O professor Jozivaldo Prudêncio Gomes de Morais, que conduz a pesquisa, conta que são observados diferentes aspectos ligados à produção e à reprodução, através das várias  lactações. Um ponto fundamental é o aumento dos sólidos, visando a um mercado que se volta para isso. Como outros, ele aponta que o pagamento diferenciado é a forma de estimular o produtor a se preocupar mais com esse aspecto. Morais comenta que uma evolução de 1% nos teores já representa muito em termos do volume trabalhado pela indústria.
O rebanho utilizado como base da pesquisa na Ufscar é de Holandês PB, composto de 20 vacas procedentes do Uruguai, e o sêmen de Jersey é dos Estados Unidos. Os animais recebem concentrado e são mantidos, nas águas, em pastos de mombaça rotacionados, e na seca, recebem cana-de-açúcar.
Sobre a questão de se usar raças puras, ele comenta que nos cruzamentos, por meio da heterose, é possível aproveitar o que há de melhor nos diferentes grupos genéticos, aumentando a resistência, reprodução e produção dos animais.



JERSOLANDO NA DIREÇÃO DO TRICROSS

Os sólidos na pesquisa com os cruzados Jersolando meio-sangue (os 3/4 estão começando a produzir) "têm apresentado uma expressiva diferença, embora com teores abaixo dos do Jersey", observa Morais.
Eles estão, em média, com 6,07% de gordura, 3,00% de proteína e 4,47% de lactose, contra 4,08%, 3,05% e 4,31%, respectivamente, do Holandês PB. No total da lactação, o Holandês e o cruzado produziram em torno de 4.400 kg, com o Jersolando rendendo até um pouco mais; contudo, a diferença não é significativa, pondera o pesquisador. A idade ao primeiro parto do cruzado foi de 25,8 meses, e de 28,4 meses, para o puro, enquanto o período do parto atéo cio ficou em 40,3 dias para o primeiro grupo, e em 70,8 dias, para o segundo.
O retorno daconcepção mais tardia desse grupo, de acordo com Morais, pode estar relacionado à questãodo estresse térmico desta raça mantida a pasto numa região quente. Outros a relacionam a questões envolvendo a consangüinidade na raça. Em relação aos cascos dos animais cruzados, não se identificaram problemas. Um aspecto limitante do ponto de vista econômico pode ocorrer como resultado do sistema de produção. Isso porque, como afirma, em vacas mantidas em free-stall se pressupõe um grande volume de produção por animal, e aí, o Holandês rende muito mais. Morais enfatiza que as pesquisas ainda estão em andamento e que espera um maior número de lactações acumuladas e avaliadas; hoje, em número de quatro.
Ele deseja estudar aspectos da longevidade, englobando produção, fertilidade e cascos. Também irá estudar os hábitos de pastejo, como o tempo, horários e a taxa de bocado, pois lembra que em outros países são utilizadas gramíneas que não existem por aqui e o clima é diferente.
Para dar continuidade a esse cruzamento, uma possibilidade, segundo Morais, seria o sistema "vai e volta", alternando o sêmen das duas raças. A pesquisa também enfoca, agora, os efeitos de uma terceira raça, a Sueca Vermelha, com os primeiros animais tricross nascidos devendo entrar em produção no ano que vem. A meta é ver o resultado considerando que aheterose irá se manter mais elevada do que a alternância com duas raças, conseguindo com isso um resultado semelhante aos do meio sangue. A idéia é, depois, voltar com Holandês, Jersey e, de novo, com a Sueca Vermelha.
Esta raça, como indica Morais, tem características interessantes para o Brasil, pois está habituada a ficar um bom tempo solta no pasto, tem um porte robusto similar ao do Holandês e apresenta bons níveis de produção, reprodução e de sólidos; estes, ficando um pouco acima do Holandês, mas um pouco abaixo do Jersey. A raça já é pesquisada e utilizada em cruzamentos em outros países e por vários criadores no Brasil.



GIROLANDO

Outro estudo que verificou os impactos de cruzamentos na qualidade do leite, na reprodução e, principalmente, em relação ao retorno econômico, aconteceu por intermédio da Embrapa Gado de Leite.
Ele foi realizado pelos pesquisadores Roberto Luiz Teodoro, desta instituição, e por Fernando Enrique Madalena, professor da Escola de Veterinária da UFMG-Universidade Federal de Minas Gerais. Foram 14 anos de coleta de dados envolvendo a análise de um total de 480 lactações de 75 animais por toda sua vida produtiva.
A base do rebanho foi resultante de cruzamentos entre  Holandês e Gir, obtendo-se animais com vários graus de sangue, para posteriormente serem inseminados formando três grupos para avaliação: um com a volta do Holandês, outro com Jersey e um com o Pardo-Suíço.
A maioria do sêmen utilizado era procedente dos Estados Unidos e do Canadá. Na análise econômica, entram os custos do concentrado, pastagem, volumoso, ordenha, dentre outros. Como receita, se considerou a venda do leite, novilhas excedentes e o descarte de vacas. O sistema de produção adotado foi o da cria artificial das bezerras, com a venda dos machos ao nascer.
Assim, suas conclusões não devem ser extrapoladas para outro tipo de manejo. No estudo, foram calculadas quatro situações diferentes de pagamento do leite, desde a que não remunera por sólidos até a que paga mais pela proteína; menos pela gordura e com desconto pelo veículo (volume). Madalena comenta que o maior lucro, em todas as condições de pagamento, ficou com o tricross de Jersey. Isso, por serem animais de menor porte, que exigiram um gasto mais baixo com a mantença. Mostraram-se mais férteis, com a média do primeiro parto acontecendo aos 2,68 anos, contra 3,07 anos do Holandês e 3,17 anos do Pardo-Suíço.
Sua vida útil atingiu 8,12 anos, em média, com parando com 7,24 anos do Pardo-Suíço, e 6 anos, do Holandês. Quanto aos teores de gordura e proteína,estes se mostraram mais elevados no cruzamento com o Pardo-Suíço, 3,77% e 3,16%, respectivamente, vindo, logo a seguir, a Jersey, com 3,73% de gordura e 3,10% de proteína. Mas o pesquisador afirma que a rentabilidade ficou menor com a Pardo-Suíço, por aspectos como a entrada mais tardia em reprodução.
Ele ressalta que o pecuarista deve analisar todo um conjunto de fatores para determinar qual tipo de animal é realmente mais lucrativo. Uma alternativa para dar continuidade ao tricross de Jersey, como sugere Madalena, seria voltar com o Gir quando os animais apresentarem 7/8 ou mais de sangue europeu. A ele, se seguiria o Holandês, e depois, o Jersey.



RAÇA HOLANDESA

 
É inegável a superioridade da vaca Holandesa na produção de altos volumes de leite, particularmente em sistemas mais intensivos. Esta capacidade de grande produção de leite e de seus componentes faz com que a raça Holandesa seja reconhecida hoje por sua alta lucratividade, particularmente em períodos de justa remuneração pelo litro de leite.
Por ser a raça bovina de maiores produções de leite, tem sido a raça de escolha em diversas regiões, tanto no Brasil como em outros países. No Brasil, além das regiões de clima mais ameno onde a raça Holandesa já é explorada há muitas décadas, poderíamos citar a escolha da raça Holandesa em novos projetos leiteiros no estado de Goiás, hoje o segundo maior produtor de leite nacional, ou ainda no sudoeste paranaense, regiões até pouco tempo atrás consideradas inóspitas para uma raça européia especializada.
A principal qualidade da raça Holandesa é a sua extraordinária capacidade de produzir grandes volumes de leite. Por causa do seu sucesso como uma raça de altas produções leiteiras, por longos períodos de lactação, a raça Holandesa tem uma demanda crescente em todo o mundo.
Outro ponto a ser destacado é o notável melhoramento alcançado na raça Holandesa em volume (ou quilogramas) dos componentes gordura e proteína. Embora a raça Holandesa seja corretamente associada com a produção de leite com os mais baixos teores de gordura e de proteína é importante salientar que o mais importante para a indústria são volumes de componentes, e não seus percentuais.


 A raça Holandesa é a raça leiteira que produz as maiores quantidades de gordura e de proteína, até mesmo superiores a raças reconhecidas pela excepcional composição do seu leite.A raça Holandesa tem que continuar a se preocupar com características de saúde, resistência e conformação que afetam a lucratividade vitalícia da vaca leiteira. É evidente que para dar retorno econômico a um produtor exige-se que esta vaca permaneça um tempo mínimo no rebanho.
 
 
 
 
Montar a farmácia da fazenda começa bem antes da aquisição de qualquer produto.
 
 


           Além do programa sanitário, rastrear com minúcia as ocorrências sanitárias da propriedade facilita essa tarefa, que se torna depois mais complexa quando entra em cena a administração de estoques de produtos. A fim de chegar ao que é necessário para a enfermaria do rebanho, o pecuarista também precisa identificar os problemas mais comuns dos últimos anos e não perder de vista o calendário de vacinação.

 Dependendo da época, e da era dos animais, não podem faltar, portanto, as vacinas compulsórias contra febre aftosa (duas vezes ao ano), brucelose (dose única para as fêmeas aos quatro meses), bem como a de carbúnculo sintomático (primeira dose a partir dos 60 dias, a segunda à desmama e depois anualmente para todo o rebanho, à exceção das vacas). Igualmente devem entrar na lista vermífugos, antiinflamatórios e antibióticos para emergências, dependendo do histórico da fazenda.

Uma propriedade bem manejada coopera na organização da compra de medicamentos,
como exemplo é  uma estação de monta definida. As compras de produtos para a cura do umbigo dos bezerros e para surtos de diarréia, que acometem cerca de 5% dos animais em criação extensiva quando começam as parições, se concentram em períodos determinados, em vez de se esparramarem, picadas, ao longo de todo o ano, caso a época de cobertura não for fixada.

Nas diarréias, quando ocorrem infecções ou se é necessário recorrer a um outro "mata-bicheira", a receita antibióticos de longa ação, que apresentam eficácia maior. Por falar em receituário, o professor enfatiza a necessidade de acompanhamento de um médico veterinário, que deve se estender até o uso correto do produto. Destaca também a conveniência de treinamento do pessoal de campo, habilitando os peões a identificar os problemas sanitários.

Errar as dosagens dos medicamentos é outra fonte de desperdício. Em geral define-se o quanto fornecer a cada animal pelo peso. Por isso, incluir as pesagens na rotina do manejo rende em outras frentes. Com essa prática, a sobra de vermífugos passou da casa de 30% para apenas 1%.

O manejo inadequado das agulhas pode se tornar também outro motivo de perdas ao se proceder o fornecimento de um remédio. Cada uma serve para a aplicação de 10 animais no mesmo dia. Ao final dos trabalhos, é hora de desinfectar e ferver, para voltar a usá-las no dia seguinte. Não é necessário descartá-las, apenas quando entortarem ou perderem o poder de corte.

Na condução de determinados programas sanitários, às vezes vale mais o calendário em função do manejo e clima que o do mês a mês. Em outros casos não há como fugir.
 
raças especializadas em produção de carne Ovina      
 
 

Eventos especiais para ovinos especializados em produzir carne

 

 

As raças especializadas em produção de carne ovina, conhecidas como “Maquinas de produzir carne” são Dorper e White Dorper , criadas pelos ingleses na África do Sul, onde a seleção completa mais de oito décadas. O Dorper e o White Dorper são raças com aptidão exclusiva para produção de carne. São animais de muita rusticidade, com incrível fertilidade e que imprimem precocidade de carcaça aos cordeiros. De acordo com especialistas, quem investe nesses ovinos conseguem agregar ganhos de até 25% nos rendimentos da propriedade, com animais que vão para abate entre 100 e 150 dias, com 40 quilos de peso, médias que definem o produto de melhor qualidade e aceitação.

“Já são mais de 40 mil animais no Brasil, número que não para de crescer, motivado especialmente pela excelente adaptabilidade de Norte a Sul do Brasil.  No Sul, por exemplo, os criadores usam mais o White Dorper para agregar valor de carcaça às raças lanadas. Nos estados mais acima do trópico, as duas raças respondem por animais produtivos e que vão para o abate mais cedo”, argumenta o engenheiro-agrônomo Carlos Vilhena, gerente da Campo Verde, uma das maiores criadoras do Brasil.

Para promover a raça a Dorper Campo Verde realiza entre os dias 14 e 15 de outubro, em Jarinu, interior de São Paulo, a terceira edição do Concurso Borrega do Futuro, evento muito disputado e que se firma como revelador de futuras campeãs de pista. Com uma proposta diferenciada, pensada para atrair novos investidores, o evento reunirá fêmeas de 04 a 12 meses de idade para julgamento, sendo que a campeã e a reservada em cada categoria serão ofertadas em leilão no dia 15, a partir das 14h.

 Cerca de 150 borregas são esperadas, vindas de propriedades em São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Paraná e Rio de Janeiro.  O julgamento será realizado pelo especialista Freddie Dreyer, presidente da Namibian Dorper Breeders, que no ano passado surpreendeu a todos pelo vasto conhecimento técnico, fazendo críticas construtivas sobre os trabalhos de seleção feitos no Brasil.

 
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Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 05 de Julho de 2014 08:25

GENÉTICA DAS PELAGENS DOS CAVALOS

GENÉTICA DE PELAGENS



Pouco se conhece sobre o modo de herança dos genes envolvidos com as pelagens e existem muitas divergências entre autores.

A espécie eqüina apresenta grande variedade de pelagens, que são determinadas por vários pares de genes proporcionando uma infinidade de combinações gênicas.

No Brasil são usadas várias nomeclaturas para definir as pelagens, isso se da por regionalismo causando alguma confusão.

Existem diversas teorias sobre a forma de transmissão dos genes envolvidos com as pelagens dos eqüinos. A mais estudada é a da escola americana de Castle, que propõe um abecedário para designar esses genes.

No ABC da genética das pelagens dos eqüinos, alguns genes, tem ação bem conhecida, mas, muitos são desconhecidos ou sem comprovação.

Genes da série C (Color)

Vamos mencionar a letra (C) em primeiro lugar devido a sua importância. Nesta série tem-se o alelo dominante (C) e o recessivo (c). O (C) é responsável pela produção do pigmento melânico, pois permite que a reação bioquímica, descrita a seguir, aconteça em todas as suas etapas.

Tirosina + Dopa tirosinase + cobre Melanóide + Proteína = MELANINA

Na presença do alelo recessivo e, na forma homozigota (cc) o animal é incapaz de formar o pigmento denominado MELANINA, por uma deficiência da enzima tirosinase. A reação descrita não se completa. Esses animais são chamados de ALBINOS e possuem pelos brancos, pele e olhos róseos, pois o sangue é visualizado por transparência. O verdadeiro albino é observado nos coelhos e ratos. Na espécie eqüina nunca foi descrito nenhum animal com deficiência total de pigmento melânico. Na verdade os cavalos conhecidos como albinos possuem na verdade deficiência de produção de melanina e não ausência total.

(CAVALO ALBINO)

Genes da serie B (Black)

Os alelos desta série, (B e b), são responsáveis pela cor do pigmento produzido. O (B), dominante, quando acontece no genótipo nas formas homozigotas (BB) e heterozigota (Bb), determina que o pigmento produzido seja preto. Seu alelo recessivo em homozigose (bb) leva a produção do pigmento vermelho. Com esse conhecimento será possível definir os genótipos das pelagens preta e alazã.

(CAVALO PRETO)

Pelagem Preta CCBB x CCBb = 25% BB Preto, 50% Bb Preto e 25% bb Alazã

(CAVALO ALAZÃO)

Pelagem Alazão CCbb x CCbb = 100% Alazã

Genes da serie A (Aguti)

Os alelos desta série são responsáveis pela produção da FEOMELANINA, que determina clareamento da pelagem em áreas especificas. Desta forma, se o animal estiver produzindo pigmento preto (B) e o gene para feomelanina estiver presente no genótipo, determinadas áreas da pelagem serão de coloração vermelha e se o pigmento produzido for vermelho (bb) a presença da feomelanina tomará áreas especificas de tonalidade amarelada.

Na serie (A) deve-se considerar, em ordem de dominância, os alelos relacionados a seguir:

(A +, A, a + a) Determina clareamento que fica restrito as áreas da cabeça, flancos e focinhos.

(B_A+) Na presença de (B), alelo responsável pela produção do pigmento preto, o (A) determina a pelagem conhecida como castanho pinhão. O animal terá produção do pigmento preto com clareamento (tonalidade avermelhada) na cabeça, flancos e axilas.

(BbA+) Pelagem vermelha com áreas amareladas na cabeça, flanco e axilas.

(A) Clareamento de toda a cabeça, pescoço e tronco.

(B_A) Pelagem castanha. O animal terá crina, cauda e membros pretos demonstrando a presença do (B_) no genótipo. O alelo (A) provoca clareamento da pelagem na cabeça, pescoço e tronco tomando o pigmento de tonalidade avermelhada.

(CAVALO CASTANHO)

B_A_bb Pelagem Castanha

(bbA_) Pelagem alazã sobre baia. Com esse genótipo o animal vai se apresentar com crina, cauda e membros vermelhos, pois o pigmento produzido será o vermelho (alelo b em homozigose), mas a presença do (A) no genótipo provoca clareamento nas regiões da cabeça, pescoço e tronco, tornando a pelagem dessas regiões de tonalidade amarelada.

Genes da Série D (Dilution)

A ação do alelo dominante (D), desta série é provocar diluição na tonalidade da pelagem, agindo na intensidade de produção e distribuição do pigmento produzido. Assim, animais que possuem esse alelo na forma dominante (D) terão menor produção de pigmento melânico. Seu efeito é somativo, ou seja, na forma dominante homozigota (DD) haverá menor produção de pigmento que na forma dominante heterozigota (Dd).

(CAVALO BAIO)

A_B_DD Pelagem Baia

(CAVALO BAIO AMARILHO)

A_bbDd

(CAVALO LOBUNO)

aaB_D

Genes da Série E_ (Extension)

(E e ED) O alelo (E) é um fator de extensão e determina que o pigmento produzido seja uniformemente distribuído em toda extensão do corpo. Sua ação é antagônica ao alelo (A), pois este determina clareamento em regiões especificas e aquele, que o animal seja uniformemente pigmentado. Portanto o (E) é hipostático sobre o (A), ou seja, na presença de (A) ele não se manifesta no fenótipo do animal. O eqüino poderá ser portador do (E) e conseqüentemente transmiti-lo a prole, mas não saberemos identificar a presença desse alelo no seu genótipo pela observação de sua pelagem

O alelo recessivo (e) restringe a distribuição do pigmento na cabeça. Nas demais regiões do corpo, alguns pigmentos pretos tornam-se vermelhos e os vermelhos passam a ter tonalidades amareladas.

O alelo (ED) é um mutante da série (E). Sua ação é produzir muito pigmento que será uniformemente distribuído por toda extensão do corpo. Tem efeito epistático sobre (A), ou seja, na sua presença o (A) não se manifesta. Assim o acasalamento de animais de pelagem preta comum, oriundos do genótipo (aaB_E_) poderá ocorrer nascimentos de potros de pelagem preta ou alazã. No entanto, quando os reprodutores pretos forem portadores do alelo (ED) (Preta Azeviche), pode-se esperar desse acasalamento a ocorrência também da pelagem castanha. O preto (B ED) poderá carrear o alelo (A) sem que este se manifeste no fenótipo. Os portadores do (E) possuem intensa pigmentação na pelagem e seu efeito traz como conseqüência variedades:

(CAVALO ALAZÃO TOSTADO)

(BbaaE) Alazã Tostada ou (BbA_E) Alazã Tostada

Genes da Série G (Gray)

O alelo dominante da série (G) é responsável pela pelagem tordilha. Quando acontece na forma homozigota (GG) ou heterozigota (Gg) em qualquer dos genótipos, o animal nascerá com a pelagem determinada por esse genótipo e terá aparecimento gradativo de pêlos brancos até se tornarem completamente brancos.

(FOTO DE UM CAVALO TORDILHO)

A ação do (G) é impedir que o pigmento produzido pelo melanócito (célula produtora de melanina) seja distribuído para o pêlo.esse pigmento se acumulará dentro da célula e migrará para as extremidades do corpo. Em conseqüência desse acumulo gradativo de pigmento nas células das extremidades, alguns autores sugerem que o gene da pelagem tordilha (G) predisponha a uma patologia denominada “MELANOSE”. Essa suspeita, entretanto, ainda não teve comprovação cientifica.

Outra particularidade desse alelo é seu efeito somativo, ou seja, sua forma homozigota (GG), o clareamento da pelagem será mais rápido que na forma heterozigota (Gg). É importante ressaltar também que o (G) é um gene epistático sobre todos os outros, ou seja, somente vai se manifestar no fenótipo quando estiver presente no genótipo, levando a um clareamento gradativo da pelagem e nunca será mascarado por um outro gene. Então, um animal para ser tordilho terá, obrigatoriamente, um de seus pais também tordilho.

Na seleção para a pelagem tordilha é fundamental considerar os seguintes aspectos:

O animal com o genótipo (GG) clareará mais rapidamente que o de genótipo (Gg).

Do acasalamento de dois reprodutores tordilhos com clareamento rápido, tem-se 100% da progênie também da pelagem tordilha.

GG x GG = s 100% Tordilhos

Do acasalamento de dois reprodutores tordilhos de clareamento lento, 75% dos potros nascerão de pelagem tordilha.

Gg x Gg = 25% (GG%) Tordilhos, 50% (Gg) Tordilhos e (gg) 25% outra pelagem.

Do acasalamento de um animal tordilho de clareamento rápido com outro de qualquer outra pelagem, 100% dos produtos serão de pelagem tordilho de clareamento lento.

(GG x gg) 100% (Gg) Tordilho

Do acasalamento de um animal tordilho de clareamento lento com outro de qualquer outra pelagem, 50% dos potros serão também de pelagem tordilha.

Gg x gg = 50% Tordilho e 50% de outra pelagem

Por seu efeito epistático, sempre que o alelo (G) estiver presente no genótipo, o animal será de pelagem tordilha e, portanto, um eqüino de pelagem tordilha terá, obrigatoriamente, um de seus pais também de pelagem tordilha.

Genes da Série M (Markings)

Aralelos (M) e (m) são os genes responsáveis pelo aparecimento das particularidades das pelagens (calçamentos, estrela, cordão, etc) tem sido amplamente estudados e os autores divergem quanto à letra a ser utilizada para a sua designação.

O gene para particularidades de pelagem (calçamento e particularidades de cabeça) é recessivo (mm).

Na seleção para animais sem particularidades, seria necessário eliminar todos os animais que apresentassem particularidades.

(mm) x (mm) = 100% mm

Na seleção para animais sem particularidades, seria necessária a eliminação de todos os reprodutores, machos e fêmeas, que tivessem filhos com particularidades.

(Mm) x (Mm) = 25% MM (Sem particularidades), 50% Mn (sem particularidades) e 25% mm (com particularidades)

Sempre que o animal tiver particularidades nos membros terá também algum sinal na cabeça, pois existe associação entre calçamento e algumas particularidades de cabeça.

Sempre que o animal tiver particularidades nos membros terá também algum sinal. Parece haver sinais de cabeça com herança independente da dos membros.

Tamanho e forma das particularidades de membros e cabeça são ocasionados por genes modificadores independentes.

Genes da Série R (Roan)

(R) e (r) o alelo dominante desta série (R) é responsável pela pelagem rosilha. Este gene, atuando sobre a cor base (qualquer outra pelagem), determina que o animal apresente interpolação de pêlos brancos e pêlos pigmentados disseminados pelo corpo, sem caráter invasivo nem evolutivo. A proporção de pêlos brancos é maior no pescoço e tronco que na cabeça e extremidades dos membros, os quais se destacam por uma tonalidade mais escura.

(FOTOS DE UM ANIMAL ROSILHO)

O portador do alelo (R) diferencia-se daqueles que tem o (G), pois sua ação faz com que o potro, já ao nascimento, apresente interpolação de pêlos brancos no pescoço e tronco. Na pelagem tordilha, o branqueamento é progressivo e a interpolação de pêlos brancos ocorre em toda a extensão do corpo, inclusive na cabeça. Podem haver casos de potros que nascem Rosilhos e apresentam um branqueamento gradativo. Essa situação acontece quando, alem do (R), ocorre também o (G) epistático no genótipo do animal.

A expressão desse gene ainda não está totalmente esclarecida, existindo, por exemplo, informações contraditórias sobre seu efeito letal embrionário, quando em homozigose dominante (Caldeiras & Portas, 1999) e sobre sua condição de epistasia, pois (Bowling, 1997) citou que o animal Rosilho não terá necessariamente de ter um dos pais também de pelagem Rosilha.

Genes da Série W (White) - (W) e (w)

O (W) dominante é responsável pela pelagem branca. Tem características de epistasia, ou seja, mascara o efeito de todos os outros genes que já foram mencionados. Seu alelo recessivo (w) permite a manifestação do restante do genótipo. Os cavalos brancos ocasionados pelo alelo (W) apresentam pêlos brancos, olhos azulados, castanhos ou amarelados e apenas algumas áreas do corpo pigmentadas. Esses indivíduos são sempre heterozigotos (Ww). Os fetos portadores do genótipo (WW) são reabsorvidos ou abortados. Essa combinação genética leva a deficiência de assimilação do cobre e o feto morre de anemia, em conseqüência da importante função desse mineral na formação da hemoglobina.

Ww x Ww = 25% Morte Embrionária, 50% Brancos e 25% Outra Pelagem

Existem também outra séries de genes como o (LP – Leopard) encontrado em cavalos Apalloosa, genes da série (O – Overo) responsável pelo aparecimento de malhas brancas na pelagem, genes da série (P – Paint) também conhecido como Tobiano onde os animais apresentam malhas brancas despigmentadas.

Desta forma, é de grande importância que os criadores e técnicos tenham um certo conhecimento sobre a genética das pelagens, podendo assim, direcionar sua criação visando na medida do possível a pelagem favorita.

 
Veja ! Leite de Cabra, Energia Elétrica Rural, Inseminação Artificial, Saiba escolher Frutas e Curiosidades sobre Rescém-Nascidos e Peso de Animais... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 04 de Julho de 2014 08:39

Um dos Alimentos mais Saudáveis do Mundo

       
 
 
 
 
LEITE DE CABRA

 

Enquanto na Europa, Américas do Norte e Sul (incluindo o Brasil), podemos pensar no leite de cabra como uma bebida alternativa ao leite de vaca, na maioria das localidades do mundo, é o oposto que se aplica. Por todo o mundo, há mais pessoas a beber leite de cabra do que de vaca.

A maioria das pessoas parte do princípio que o leite de cabra terá o mesmo sabor forte e almiscarado pelo qual o queijo de cabra é famoso. Mas, na realidade, o leite de cabra de boa qualidade tem um sabor delicioso, levemente doce e, por vezes, também levemente salgado. Ao contrário do leite de vaca, não é necessário homogeneizar o de cabra. Enquanto os glóbulos de gordura no leite de vaca tendem a separar-se até à superfície, os glóbulos do leite de cabra são bastante mais pequenos e permanecem suspensos na solução. O leite de cabra pode por vezes ser usado como alternativa por quem é sensível ao de vaca.

O nome científico da cabra é Capra hircus.

 

245 grs / 168.12 Calorias
NUTRIENTES
qUANT.
DDR (%)

DENSIDADE DO NUTRIENTE

CLASS.
triptofanos
0.11 g
34.4
3.7
muito bom
cÁlcio
325.74 mg
32.6
3.5
muito bom
fÓsforo
270.11 mg
27.0
2.9
bom
vitamina B2 (riboflavina)
0.34 mg
20.0
2.1
bom
proteÍnas
8.69 g
17.4
1.9
bom
potÁssio
498.74 mg
14.2
1.5
bom

 

 
IMPORTÂNCIA DA ENERGIA ELÉTRICA RURAL      
 
 
Eficientização Energética na Propriedade Rural                                                                  l

A energia elétrica na propriedade rural destina-se à produção agropecuária e ao consumo residencial.
Dimensionar a rede interna e a potência total a ser instalada são providências que se deve tomar antes de contratar um profissional para fazer o serviço.
A potência a ser instalada é calculada da seguinte maneira:
se alguém deseja instalar 6 tomadas e 5 lâmpadas de 100 Watts, a potência total será de 1.100 Watts. O cálculo é assim:

6 tomadas x 100 Watts 600 Watts
5 tomadas x 100 Watts 500 Watts
TOTAL 1.100 Watts

Para a instalação de um chuveiro elétrico, é preciso acrescentar mais 3.600 Watts.
O processo para se dimensionar as instalações elétricas de produção é semelhante ao adotado para as instalações elétricas residenciais.
O ramal para a alimentação de motores e equipamentos é dimensionado em função da carga a ser ligada, da sua
distância em relação ao padrão de entrada e da corrente elétrica solicitada para essa carga.
No caso de ramais que alimentam motores, deve haver uma proteção junto deles. Quando o ramal de alimentação do motor derivar direto da rede, deve haver uma proteção do ramal na derivação, que é feita por um disjuntor ou chave fusível.
Este ramal pode partir diretamente do padrão de entrada daquele ramal que atende sua residência ou do quadro de distribuição instalado na residência. Ele deve ser aéreo, com condutores nus, ou subterrâneo, com condutores isolados.

Principais defeitos de uma instalação elétrica:
O curto-circuito se caracteriza pela elevação excessiva e rápida da corrente elétrica provocada por defeito de isolamento no condutor ou nos motores. Suas principais causas são:
  • emendas mal feitas em condutores
  • contato do condutor nu com a terra ou outro condutor defeitos no isolamento dos condutores
  • aquecimento excessivo dos motores com a conseqüente quebra do isolamento nos enrolamentos, causado pela má operação da máquina, proteção inadequada ou sobrecarga.


Em caso de defeito por curto-circuito no equipamento, a proteção elétrica (fusíveis, disjuntores) deverá atuar. Por isso, é importante dimensionar bem todos os dispositivos utilizados na proteção dos circuitos elétricos, evitando a queima de motores, condutores e até mesmo a ocorrência de incêndios de grandes proporções.

Motores:
Antes de adquirir um motor, é preciso levar em conta a máquina à qual ele será acoplado. O manual da máquina especifica a potência do motor que é mais adequada.

Instalação – o motor deve ser abrigado em local bem ventilado e instalado preferencialmente com a máquina sobre uma única base devidamente assentada. Para motores monofásicos, recomenda-se base com dispositivo aliviador de partida que proporcione o tensionamento gradual das correias, até o motor alcançar a sua rotação de trabalho. Esse dispositivo melhora as condições de partida dos motores.

Partida – a chave de partida deve estar de acordo com o motor a ser acionado. Motores monofásicos de 12,5 cv ( 1 cv=736Watts) só podem ser ligados com chaves limitadoras de corrente de partida.

Proteção – todo motor deve ter disjuntor, contator, relé térmico, etc.


Atualmente, o Procel concedeu seu Selo de eficiência ao Motor Elétrico de Indução Trifásico: Motores Elétricos da linha Padrão e de Alto Rendimento, de 2, 4, 6 e 8 polos, nas potências e rendimentos mínimos estabelecidos em tabela específica.

Triturador de ração:
Para o dimensionamento de um triturador, deve-se considerar:
  • a mão-de-obra disponível para picar e distribuir a forragem
  • a potência dos motores que poderão ser utilizados
  • a quantidade de forragem para a alimentação dos animais.

A localização do triturador é importante para racionalizar a mão-de-obra do operador e para obter o maior rendimento. Ele deve ser colocado em uma área ampla para que a forrageira a ser picada fique próxima à bica alimentadora da máquina.
A máquina e o motor devem ser instalados sobre uma única base, mantendo-os bem fixos.

Ordenhadeira mecânica:
A ordenha mecânica é a maneira mais higiênica e rápida para a coleta do leite. Cada máquina pode ordenhar entre 10 e 12 vacas por hora.
Para escolher o tipo de ordenhadeira, é necessário saber o que é “unidade de ordenha”: é um conjunto de teteiras que ordenha uma vaca de cada vez.
Deve-se, então, considerar a quantidade de vacas que se pretende ter e dividir a quantidade de vacas pela quantidade de horas em que se pretende ordenhá-las.
Vamos supor que sejam duas horas. Devemos, então, dividir esse resultado por 12, já que é possível ordenhar
essa quantidade de vacas por hora.
O resultado obtido será o número de unidades de ordenha que se necessita.

Cálculo do consumo de energia elétrica com a ordenhadeira:
Unidade de ordenha
Potência do motor (cv)Consumo em kW hora2 (móvel)3/40,842 (móvel) ,04411,04621,94821,94832,791032,791232,791432,79
Se a ordenhadeira mecânica ideal para determinado caso possui 6 unidades de ordenha, isso significa que ela virá equipada com um motor de 2 cv, o que corresponde, conforme a tabela acima, a um consumo de 1,94 kWh. Se 1,94 é o consumo em 1 hora, em 4 horas teremos 7,76 kWh/dia. Aí, é só multiplicar por 30 (dias do mês) e termos o consumo total da ordenhadeira no mês.

Resfriador de leite:
Este equipamento conserva a temperatura do leite em torno de 4ºC. A operação de alguns tipos deste equipamento é automática, como uma geladeira. O único cuidado a ser observado diz respeito ao nível da água e sua troca.
Há vários tipos: resfriador de imersão (móvel ou fixo), pré-resfriador, e resfriador instantâneo.

Motobomba:
Uma vaca leiteira necessita de cerca de 2,5 litros de água para cada litro de leite produzido. Assim sendo, deve haver bebedouros de fácil acesso na propriedade para que a produção de leite não seja prejudicada.
A bomba elétrica pode também ser utilizada para aumentar a pressão de água para lavar as instalações dos currais, conforme exigências sanitárias.

Cerca elétrica:
A cerca elétrica é composta de um aparelho eletrificador e de um fio de arame nu, colocado ao redor de uma área que se quer isolar.
O fio de arame emite um pequeno choque elétrico cada vez que é tocado pelo animal, forte o suficiente para afastá-lo, sem machucá-lo.
Seu uso não é recomendado nos seguintes casos:
  • em áreas urbanas
  • em divisas de propriedades
  • em divisas com estradas
  • em locais que servem de acesso a pessoas
  • em locais públicos
  • em proximidade e cruzamento com redes telefônicas.


A cerca elétrica não pode ser energizada com a energia fornecida pela Celesc.
O sistema só pode ser alimentado por baterias ou pilhas.

É recomendável procurar os serviços de um profissional, já que este equipamento pode apresentar ameaça à vida humana.

 

ETAPAS DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM BOVINOS

 


A inseminação artificial é o ato de deposição do sêmen no útero da fêmea, ao invés de ocorrer a cópula com um touro. O sêmen utilizado é diluído, o que evita perda de grande parte dos espermatozoides, ao contrário do  que acontece na monta natural. A fecundação, no entanto, depende, também, da presença do óvulo fértil no útero.

O objetivo  do manejo reprodutivo é fazer com que a vaca tenha maior número de crias ao longo de sua vida, garantindo mais tempo de lactação. Além disso, possui a vantagem de fazer com que as crias sejam animais geneticamente superiores.

1. Verifique na ficha da vaca se existe alguma informação que impeça a inseminação. Não inseminar vacas com menos de 45 dias de parida ou que tenham apresentado cio a menos de 18 ou mais que 24 dias.
2. Realize a contenção da vaca e então introduza uma mão enluvada no reto, removendo as fezes até esvaziá-lo completamente.
3. Limpe a região da vulva com papel toalha, deixando-a bem seca.
4. Arrume os materiais (aplicador, bainhas francesas, termômetro, cortador de palheta, papel higiênico, luvas de inseminação, água morna) da inseminação sobre uma mesa ou bancada.
5. Identifique o caneco e a rack onde o sêmen a ser utilizado está guardado. Retire a dose de sêmen sem levantar o caneco acima de 5 cm da borda do botijão.
6. Descongele a palheta de sêmen em água a 37C, durante 30 segundos. Nunca retorne para o botijão um sêmen após ser descongelado.
7. Seque a palheta, com papel toalha limpo e seco. Confira o sêmen e faça a bolha de ar passar para a extremidade oposta à bucha.
8. Corte a extremidade contrária à bucha com uma tesoura limpa ou um cortador de palhetas e encaixe a extremidade cortada no aplicador.
9. Monte o aplicador fixando-o à bainha com a borracha, lembrando de deixar o mandril puxado para evitar que parte do sêmen seja desperdiçado durante a montagem.
10. Abra os lábios vulvares para introduzir o aplicador sem encostar a ponta na pele da vulva. O aplicador deverá ser introduzido inicialmente com a ponta voltada para o teto da vagina.
11. Introduza a mão enluvada no reto e segurar a cérvix, fazendo o aplicador passar por ela.
12. Confirme a posição da ponta da pipeta no corpo do útero e faça então a deposição do sêmen no corpo do útero, comprimindo o mandril do aplicador.
13. Retire o aplicador e massageie o clitóris por 10 segundos. Confirme o número do animal e solte-o devagar.
14. Desmonte o aplicador, limpe e guarde todo o material utilizado. Jogue o material sujo (luva e bainha em recipiente de lixo apropriado).
15. Confira o sêmen utilizado, faça as devidas anotações na ficha da vaca.

 

 

 Saiba escolher frutas corretamente

 

Tem gente que compra fruta verde pra durar mais tempo, só que algumas delas não amadurecem em casa. Confira as dicas  para evitar o desperdício.

- Compre frutas para consumir no máximo em três dias

- Escolha as que tiverem cabinhos, ela dura mais. Se não tiver o cabinho na fruta ela perde água mais fácil, fica murcha, perde o brilho, o sabor piora porque a fruta ‘respira’ mais e neste processo consome o açúcar que dá o sabor a fruta, assim como os nutrientes. E se o cabinho estiver solto significa que a frutas foi colhida há mais tempo.

 

Limão e laranja e tangerina

A cor não faz diferença. As que têm a casca bem lisinha têm mais suco do que as que estiverem mais enrugadas.

A doçura depende da região de onde a fruta vem. Converse com o vendedor para saber quais as regiões que produzem as mais doces.

A laranja serra d’água tem a mesma quantidade de açúcar que uma laranja pêra, porém a serra d’água ela tem menos ácidos orgânicos (vitamina a ácido ascórbico). Isto faz com que ela pareça ser mais doce que as outras

Maçã

A maça mais brilhante quer dizer que ela tá mais fresquinha, que ela tem mais água em relação aquela que está opaca. Isto vale também pra goiaba e pêra.

Não aperte as frutas. A fruta respira e se apertamos ela vai respirar mais e perder os nutrientes e o sabor.

Manga

O toque, a firmeza, o brilho, estas são as características para saber se manga está boa.

Banana

Tem que ser arredondada não pode ter quina, se tiver as quinas salientes ela foi colhida antes do tempo.

Banana não se armazena na geladeira. Se você armazenar a banana na geladeira ela vai ficar preta e vai alterar bastante o sabor. Quando está soltando da penca quer dizer que ela não ta tão fresca. Leve a penca firme, vai durar mais.
A banana que tiver completamente verde, sem nenhum pontinho amarelo, pode não amadurecer na sua casa. Se quiser ela mais verde, o ideal é comprar quando ela está começando a amarelar. Quanto mais ela for manuseada, mais machucada ela vai ficar e vai durar menos na sua casa.

Mamão

A cor que demostra se ele está bom ou não.

Maracujá

Aquele que estiver mais pesado terá mais polpa

Abacate

Se você balançar e o carocinho estiver solto, significa que ele vai amadurecer na sua casa. O abacate amadurece depois de colhido.

Determinadas frutas como o melão, uva, melancia, abacaxi, não amadurecem depois de colhidas porque liberam um hormônio chamado etileno em menor quantidade.

Dicas para saber se elas estão no ponto:

Melão

Aperte no fundo, se estiver macio tá no ponto, se estiver muito macio ele passou do ponto e se estiver bem duro o melão ta verde. Não vai ficar saboroso.

Uva

Com cabinhos verdes significa que está fresquinha, que foi colhida recentemente. Com os cabinhos escurecidos ela mais velha.

Outra dica: A cerinha que cobre a uva é chamada de pruinase. Se ela não foi retirada da uva quer dizer que ela foi menos manuseada, então ela tende a durar mais. A uva tem que ser armazenada na geladeira.

Abacaxi

Quem pensa que se tirar uma folha e ela sair com facilidade, significa que o abacaxi está maduro, está errado. Cada um tem uma força diferente.

A cor também não é parâmetro, porque tem abacaxi de regiões em que mesmo com a cor verde, ele está maduro.

Observe a casca. Entre cada quadrado, quanto mais fundo mais verde. Quanto mais aberto tiver a malha (casca) do abacaxi, quanto mais lisa, mais maduro ele está. Se esta malha estiver fechada ele está menos doce.

Quanto mais úmida estiver a base do abacaxi quer dizer que ele foi colhido recentemente. Se ele tiver ressecado quer dizer que ele foi colhido há mais tempo.

 

Melancia

Faça lembre um teste: bata com a palme da mão em seu braço e depois na sua barriga. Perceba que o som que produz é diferente. Na hora de escolher a melancia, bata nela levemente com os dedos e -se de que quanto mais firme for o som, mais saborosa ela estará.

 

  CURIOSIDADES SOBRE OS RECÉM-NASCIDOS DE ALGUMAS ESPÉCIES:




O filhote do boi recebe três diferentes nomes: vitelo, novilho ou bezerro.

Um elefante recém-nascido pesa cem quilos.

Os bebês de algumas baleias chegam a mamar quinhentos litros de leite num único dia.

Os filhotes do urso cinzento nascem com meio quilo. Em compensação, no período de um ano, atingem os noventa quilos. O ursinho polar nasce om sete quilos e chega aos 725 na fase adulta.

A girafinha já nasce com altura de jogador de basquete: até dois metros. As girafas não se deitam para dar à luz. Por isso, ao nascer, o nenê despenca de uma altura de dois metros e meio.


VAMOS PESAR OS BICHOS?

ANIMAL: PESO.
BEIJA-FLOR: 10 GRAMAS.
PARDAL: 50 GRAMAS.
HAMSTER: 120 GRAMAS.
RATO: 450 GRAMAS.
CHINCHILA: 700 GRAMAS.
FRANGO: 3 QUILOS.
COELHO: 3,5 QUILOS.
GATO: 6 QUILOS.
RAPOSA: 6,5 QUILOS.
COIOTE: 34 QUILOS.
CHIMPANZÉ: 70 QUILOS.
FOCA: 80 QUILOS.
AVESTRUZ: 100 QUILOS.
VEADO: 180 QUILOS.
URSO POLAR: 320 QUILOS.
CAVALO: 450 QUILOS.
DROMEDÁRIO: 500 QUILOS.
CAMELO: 700 QUILOS.
VACA: 700 QUILOS.
HIPOPÓTAMO:

3 TONELADAS.

ELEFANTE AFRICANO: 6,5 TONELADAS.
Última atualização em Sex, 04 de Julho de 2014 08:47
 
Veja ! Tecnologias em sua Propriedade, Culinária Bodistica, Criação de Suinos, Minhocário, Carne de Cordeiro, Leite de Cabra e Aminoácidos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 02 de Julho de 2014 09:14

Melhorando o Desempenho de uma Propriedade

 

Aprenda a usar a agricultura de precisão para melhorar o desempenho da propriedade

 

 

A agricultura de precisão envolve um conjunto de tecnologias destinadas ao manejo de solos, a culturas e ao uso de alguns insumos, como adubo, calcário e defensivos. Com a agricultura de precisão, o produtor pode obter redução de custos em todas as etapas da agricultura, desde a semeadura até a colheita. São técnicas ainda pouco conhecidas no Brasil, que utilizam equipamentos como GPS, sensores e aparelhos para mapeamento.

 

E, ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, isso tudo não é só para o grande produtor que dispõe de muito dinheiro. O pequeno também pode fazer uso desses novos instrumentos. Um dos procedimentos mais conhecidos da agricultura de precisão é com a adubação. A partir das informações obtidas pelos mapas de características do solo, as máquinas não se limitam a adubar, de maneira igual, uma determinada extensão de terra. Um dispositivo automático, previamente elaborado a partir de um programa de computador, faz com que a adubadeira coloque diferentes volumes de fertilizante, em maiores ou menores quantidades, de acordo com a necessidade de cada parte do terreno. É, portanto, uma adubação diferenciada, identificando as “manchas” de terras que diferem do padrão da maior parte do terreno.

Atualmente, a agricultura de precisão no Brasil já vem sendo aplicada e está reduzindo custos em culturas de cana-de-açúcar, milho e soja, entre outras. A Embrapa tem pesquisas com culturas perenes, como a cana-de-açúcar, uva, pêssego, laranja, eucalipto e pastagens. Também trabalha com culturas anuais, como trigo, arroz irrigado, soja, milho e algodão, além do desenvolvimento e adaptação de novos equipamentos. Esse trabalho é coordenado pelo pesquisador Ricardo Inamasu, da Embrapa Instrumentação Agropecuária.

 

Culinária Bodistica. Costelas, mel & pimenta


Ingredientes

- 1 quilo de costeletas de cordeiro

- 3 colheres (sopa) de mel

 -3 colheres (sopa) de molho de soja

- 1 colher (sopa) de molho hoisin

- 5 colheres (sopa) de azeite de oliva

- 1/2 xícara cebolinha picada

- 1/2 xícara cebola picada

- 2 colheres (sopa) de alho picado

- 1 colher (sopa) pimenta do Chile

- 1 colher (chá) de sal

- 1 colher (chá) de sementes de anis

 

 

 

Modo de Preparo

- Em um prato raso de cozimento, misture o mel, molho de soja e molho hoisin. Coloque a costeleta de cordeiro na mistura; cobrir e levar à geladeira por 3 horas. Aqueça o azeite em uma frigideira rasa sobre fogo médio-alto. Adicione as sementes de anis, alho, cebola e os pimentões verdes, e refogue até a cebola ficar macia, por cerca de 5 minutos.

- Coloque o cordeiro na panela e mexa. Cozinhe por 20 minutos, em seguida, retire a tampa e continue a cozinhar até que o líquido tenha evaporado. Misture as cebolinhas e cozinhe, mexendo sempre, até que a temperatura interna da carne chegue a 63 ºC. A receita original rende 8 porções.

- Asse por mais 55 a 60 minutos.

A receita original rende de 6 a 8 porções.

 

Técnicas para o pequeno produtor criar porcos

 

 

http://1.bp.blogspot.com/-uQ3wfgQK1X0/TZWsCPLDhyI/AAAAAAAAE4A/lCScBzUaigc/s1600/suinos_large11.jpgA produção de suínos em família é indicada especialmente para o agricultor familiar, que possui um número reduzido de matrizes, em comparação com o sistema convencional intensivo ou industrial. No sistema industrial, que segue uma estrita escala de produção, leitões de várias fêmeas se misturam e isto gera muito estresse.

A nova técnica consiste, entre outras coisas, em promover a permanência dos leitões que devem ficar juntos do nascimento até o abate, por isso foi chamado de criação de suínos em família porque sofrem menos estresse, o que contribui para uma melhor sanidade e bem-estar animal, reduzindo perdas na produção. 

O sistema é mais econômico para o pequeno produtor porque evita a compra de remédios usados em tratamentos preventivos para os suínos.  Os tratamentos preventivos são muito comuns na suinocultura intensiva convencional, que requer uma maior quantidade de animais em espaços reduzidos, o que geralmente pode desencadear doenças; daí a necessidade dos tratamentos.

O pesquisador Nelson Mores, da Embrapa Suínos e Aves, explica que a produção de suínos em família é perfeitamente viável para os pequenos produtores como alternativa para agregar valor, ofertando ao mercado um produto diferenciado.

 

 

Maneira simples de criar um minhocário na propriedade

 

 

A idéia é promover uma melhor produção de húmus para melhorar o desempenho agrícola. Uma das vantagens para se construir um minhocário, é a possibilidade de usar o material localmente disponível. “Pode-se usar tábuas, tijolos, pedras, varas de bambu para se fazer a sua contenção”.

A minhocultura é uma atividade importante na produção de húmus, servindo como alternativa para a adubação orgânica em pequenas propriedades. De manejo considerado fácil, simples e útil nas áreas rurais, a minhoculutra busca dar qualidade à produção, principalmente, de frutas e hortaliças.

No entanto, o mais interessante ainda é a possibilidade de utilização dos diversos resíduos orgânicos gerados nas propriedades. “Podem ser resíduos de cozinha, como também estercos de cavalo, de galinha, de porco. Mas, o de vaca é o mais fácil de obter em Maneira grande volume e o mais fácil adaptação para as minhocas”.

Quanto aos cuidados para se fazer um minhocário, o local a ser escolhido. “ deve ser aquele onde nas horas centrais do dia, as mais quentes, não incida a radiação solar direta sobre o minhocário, além de o espaço ter um pouco de declividade, pois se sofrer alguma inundação, as minhocas não morrerão com excesso de chuva”.

]Esclarecemos ainda que as minhocas Vermelhas-da-Califórnia ou “californianas” (Eisenia Andrei) são as mais indicadas para a produção de húmus e manutenção dos minhocários. “Minhocas comuns não trabalham com a mesma intensidade”.

 

Carne de cordeiro, uma tendência de consumo em crescimento no Brasil

 

 

Para atender a necessidade do mercado é preciso produzir animais cada vez mais precoces. A produção de cordeiro precoce busca aprimorar e atender consumidores cada vez  mais  exigentes. Aparência, cor, maciez, aroma e sabor diferenciados são características bastante desejadas por eles, e são conseguidas quando os animais são abatidos precocemente, ou seja,  com 90  a 150 dias de vida. Para oferecer essa carne, que é, principalmente, mais tenra e mais suculenta, o produtor também precisa estar atento a outros aspectos, como a raça dos animais.

A fim de promover o melhoramento dos rebanhos na região, ultimamente vem sendo introduzidos reprodutores e matrizes das raças Santa Inês, Dorper e,  especificamente no Pará, a Texel.  Enfatiza-se que o importante é o produtor optar por raças que tenham potencial para ganhar peso rapidamente.

Sob o aspecto econômico, a produção de cordeiro precoce pode ser mais vantajosa para o produtor.  “Em algumas casas de carnes e supermercados, enquanto o carneiro é vendido a treze reais o quilo, o cordeiro precoce pode chegar de vinte e cinco a  trinta reais o quilo”, porém, para  uma exigência do mercado: a regularidade da oferta. “Por exemplo: os grandes supermercados costumam exigir que o fornecedor entregue determinada quantidade de carne toda semana ou a cada quinze dias. Assim, se não se programar, o produtor pode não conseguir atender a essa exigência”.

O produtor também precisa estar atento à alimentação dos animais – garantindo ganho de peso – e à sanidade do rebanho, evitando doenças, principalmente a verminose, um  dos grandes problemas da criação de ovinos. Por isso, é recomendado que o criador sempre recorra  à assistência de um técnico que conheça bem a atividade e o auxilie no planejamento e na manutenção do rebanho.

 

 

O mercado de leite de cabra tem exigido capacitação profissional adequada e qualificada

Produção de leite de cabra

A caprinocultura leiteira está mais presente na agropecuária brasileira, conquistando e mantendo novos mercados para o leite de cabra e seus derivados. Entre os produtos dessa atividade, destacam-se: leite pasteurizado, leite ultrapasteurizado (UHT), leite esterilizado, leite em pó, iogurtes, sorvetes, doces e queijos. Entretanto, como a oferta de produtos tem crescido, a competição pelo mercado também é uma realidade, exigindo maior eficiência de todos os componentes da cadeia produtiva.

Para criar cabras você precisa, basicamente, de bons animais, instalações confortáveis,  que facilitem o manejo, e de boa alimentação. Mas, também, precisa decidir sobre como será feita a comercialização do leite, vendendo o produto cru, ou se fará o processamento na propriedade. Se optar pelo processamento, terá que escolher quais produtos pretende elaborar, se somente leite para consumo in natura ou também seus derivados, e como será a distribuição.

Além da produção leiteira, o carprinocultor pode investir no melhoramento genético do seu rebanho, visando comercializar matrizes e reprodutores para outros criadores.

No planejamento, a localização do empreendimento tem grande importância. Essa, de forma estratégica, possibilita o crescimento das vendas de todos os produtos do laticínio e também de animais vivos. Por isso, na hora de planejar, pense na importância da proximidade com os centros consumidores, do bom acesso a estradas e na facilidade de aquisição de insumos.

  

 

 AMINOÁCIDOS

 

Ao longo dos últimos anos, a utilização de aminoácidos na agricultura do Brasil e nos demais países vem aumentando de forma bastante acentuada, devido aos inúmeros benefícios que estas substâncias orgânicas vêm proporcionando às plantas. A utilização de aminoácidos aumenta a produtividade das mais diversas culturas e a qualidade dos produtos agrícolas.

Atualmente, no Brasil, os aminoácidos são largamente utilizados em hortaliças e frutíferas e o seu consumo vem aumentando significativamente em citros, cafeeiro, algodoeiro e culturas produtoras de grãos, tais como, feijoeiro e soja.

O que vem a ser aminoácidos? Do ponto de vista bioquímico, os aminoácidos são as unidades orgânicas que formam as proteínas e são constituídas basicamente por um grupo nitrogenado de nominado de amina  (NH2)   e   um grupo com carbono denominado carboxílico (COOH). Todas as proteínas das plantas são produzidas a partir de 20 aminoácidos.

As suplementações dos aminoácidos às plantas proporcionam uma série de benefícios, dentre os quais:

Proporciona um metabolismo mais equilibrado das plantas:

Os aminoácidos estão intimamente relacionados com o metabolismo das plantas e quando fornecidos são incorporados rapidamente nas vias metabólicas estimulando a síntese de proteínas.  Os aminoácidos atuam na germinação, estádio vegetativo, florada e na maturação dos frutos. Em leguminosas tem sido verificado que plantas bem suprida com aminoácidos possuem uma nodulação mais efetiva.

Ativação da fotossíntese das plantas:

Os aminoácidos atuam na síntese e ativação da clorofila tornando a fotossíntese nas plantas muito mais eficiente e aumentando a reserva de carboidratos disponíveis aos diversos processos metabólicos das plantas. Além disso, atrasa o envelhecimento das folhas prolongando o seu ciclo produtivo (maior produção de carboidratos por maior período de tempo).

Redução de fitotoxicidade de determinados defensivos agrícolas:

Os aminoácidos estimulam a síntese de proteínas, que por sua vez, facilitam e aceleram as reações químicas celulares funcionando como catalisadores biológicos e aumentando a capacidade das plantas na degradação dos herbicidas. A época mais adequada para a aplicação dos aminoácidos é logo após a aplicação dos herbicidas. De maneira geral, o intervalo das aplicações é de 7dias.

Maior tolerância das plantas às pragas e doenças (papel imunológico):

Os aminoácidos também são responsáveis pela ativação do sistema imunológico das plantas através da síntese de determinadas proteínas. Além disso, os aminoácidos proporcionam redução dos compostos solúveis nas plantas que são um dos responsáveis pela susceptibilidade das plantas às pragas e doenças.

Aumenta a absorção e a translocação dos nutrientes aplicados na parte aérea das plantas:

Os aminoácidos têm ação quelatizante, promovendo uma absorção mais eficiente dos nutrientes catiônicos (nutrientes com carga positiva) aplicados na parte aérea das plantas. Além disso, tem participação direta no transporte de nutrientes pelo floema

Sistema radicular mais desenvolvido e vigoroso:

A aplicação de aminoácidos com fertilizantes foliares contendo fósforo em plantas cultivadas em solos com alta incidência de doenças de solo tem proporcionado maior desenvolvimento radicular através da emissão de radicelas. Este maior desenvolvimento do sistema radicular favorece a absorção dos nutrientes e da água do solo.

Os aminoácidos proporcionam recuperação mais rápida do sistema radicular das plantas sob situações de estresses, tais como, doses excessivas de fertilizantes (salinização do solo) e déficit hídrico moderado.

Regulador da atividade hormonal das plantas:

Os aminoácidos estimulam às plantas a produzirem proteínas, enzimas e hormônios. Portanto, é um estimulante à síntese hormonal das plantas com todos os benefícios proporcionados por estes compostos orgânicos.

Maior tolerância das plantas ao stress hídricas e geadas:

Maior taxa fotossintética, maior desenvolvimento do sistema radicular e nutrição balanceada e equilibrada são exemplos da maior tolerância às condições ambientais adversas sendo conseqüências de todos os benefícios apontados anteriormente.

Aumento o florescimento das plantas:

Os aminoácidos promovem o pleno florescimento nas plantas aumentando a produtividade das culturas.

Qualidade dos produtos agrícolas:

Favorece a uniformidade da colheita, aumenta o peso específico dos frutos e grãos e aumenta o teor de sólidos solúveis nos frutos.

Uma das culturas mais promissoras à utilização dos aminoácidos é a cana-de-açúcar. É uma cultura de ciclo longo, susceptível a uma série de estresses ambientais e induzidos pelo homem (herbicidas) e é altamente dependente da fotossíntese para a síntese de carboidratos que posteriormente serão acumuladas no colmo na forma de sacarose.

O produtos comercias da Agro-Oceânica possuem 18 tipos de Aminoácidos Carbono orgânico 8 %, densidade de 1,250 g/L, além de Macro-micronutrientes, hormônios, vitaminas, quitosana.

Os aminoácidos são de origem de pescados marinhos e sofrem hidrólise enzimática conservando assim as propriedades química-físicas sendo estes absorvidos pelo solo e plantas, através de suas raízes, caule e folhas, ativando o seu metabolismo e melhorando a fotossíntese e outros processos fisiológicos. Com isso a planta resiste melhor a pragas e doenças, dá mais vigor a brotação e frutos elevando os teores de açúcares, e proporcionando maiores resultados por hectare ao produtor “ Produção com qualidade”.

 
Veja ! Alimentação X Raça, Padrão Racial de Equinos, Empresa Rural, Curiosidades, Galinhas e Reprodução Animal... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 30 de Junho de 2014 07:05

ALIMENTAÇÃO  X  RAÇA

 

FATORES IMPORTANTES NO DESEMPENHO DA PRODUÇÃO

              

Dentro da produção animal, três fatores assumem capital importância no desempenho dos indivíduos: a genética, através da raça, da variedade ou da linhagem; o ambiente, através do clima, da alimentação/nutrição, do manejo, etc. e a interação entre eles.

 

No Nordeste, onde se encontram os maiores rebanhos caprino e ovino do País - 92% e 58%, respectivamente, do total existente - a produção é extremamente baixa e grandemente afetada pelo desequilíbrio entre a raça e a nutrição dos animais. Este desequilíbrio quase sempre é resultante de um manejo cuja idéia central tem a raça como única e independente saída para o sucesso produtivo desses animais. Grande equívoco!

 

A raça tem uma grande parcela no desempenho produtivo dos rebanhos. Mas, mesmo raças especializadas na produção de carne ou leite, sem um manejo alimentar/nutricional que faça jus à bagagem genética que as caracteriza, têm se apresentado com produções medíocres, muitas vezes inferiores às das raças naturalizadas e menos especializadas, porém adaptadas ao meio.

 

A introdução de novas raças especializadas, tanto para a produção de carne como de leite, tem sido utilizada nos rebanhos caprinos e ovinos de todo território nacional, e isto já vem acontecendo há algumas décadas. São raças de origens européia, africana, asiática, americana etc. afora, as raças naturalizadas que já passaram por algum tipo de melhoramento produtivo, como os ovinos Santa Inês, Morada Nova e Somalis Brasileira.

 

 

Padrão Racial Quarto de Milha
 
 

Padrão da Raça Quarto de Milha

Padrão da Raça Quarto de Milha

APARÊNCIA - de força e tranquilidade. Quando não trabalhando, deve conservar-se calmo, mantendo a própria força sob controle. Na posição parado, mantém-se reunido, com os posteriores sob a massa, apoiando nos quatro pés, podendo partir rapidamente em qualquer direção.

PELAGEM - admite-se que a pelagem do Quarto de Milha possa ser alazã, alazã tostada, baia, baia amarilha ou palomina, castanha, rosilha, tordilha, lobuna, preta e zaina. Não serão admitidos, para registro, animais pampas, pintados e brancos, em todas as suas variedades.

ANDAMENTO - harmonioso, em reta, natural, baixo. O pé é levantado livremente e recolocado de uma só vez no solo, constituindo-se no trote de campo.

ALTURA - são cavalos cuja altura é, em média, de 1,50 m. São robustos e muito musculados.

PESO - 500 quilogramas, em média.

CABEÇA - pequena e leve. Em posição normal, deve-se ligar ao pescoço em ângulo de 45º. Perfill anterior reto.

FACES - cheias, grandes, muito musculosas, redondas e chatas, vistas de lado; discretamente convexas e abertas de dentro para fora, vista de frente, o que proporciona ganachas bem mais largas que a garganta. Desta forma, a flexão da cabeça é muito acentuada, permitindo grande obediência às rédeas.

FRONTE - ampla.

ORELHAS - pequenas, alertas, bem distanciadas entre si.

OLHOS - grandes e, devido ao fato de a testa ser larga, bem afastados entre si permitindo um amplo campo visual, tanto para a frente como para trás, ao mesmo tempo, com o mesmo olho.

NARINAS - grandes.

BOCA - pouco profunda, permitindo grande sensibilidade às embocaduras.

FOCINHO - pequeno.

PESCOÇO - comprimento médio. Deve inserir-se no tronco em ângulo de 45º porém, bem destacado do mesmo. Somente a JUNÇÃO entre o pescoço e a cernelha deve ser gradual.

O BORDO INFERIOR - do pescoço é comparativamente reto e deve destacar-se nitidamente do tronco assegurando flexibilidade.

O BORDO SUPERIOR - é reto, quando o cavalo está com a cabeça na posição normal.

GARGANTA - estreita, permitindo grande obediência às rédeas.

MUSCULATURA - bem pronunciada, tanto vista de lado, como de cima. As fêmeas têm pescoço proporcionalmente mais longo, garganta mais estreita e desenvolvimento muscular menor. O Quarto de Milha, quando em trabalho, mantém a cabeça baixa, podendo, assim, usá-la melhor e permitindo ao cavaleiro uma perfeita visão sobre ela.

TRONCO - da cernelha ao lombo deve ser curto e bem musculado: Não "selado" especialmente nos animais de lida. Isto permite mudanças rápidas de direção e grande resistência ao peso do cavaleiro e arreamentos. De perfil, é aceitável o declive gradual de 5º a 8º da garupa à base da cernelha. O vértice da cernelha e a junção do lombo com a garupa devem estar aproximadamente no mesmo nível.

CERNELHA - bem definida, de altura e espessura médias.

DORSO - bem musculado ao lado das vértebras e, visto de perfil, com muita discreta inclinação de trás para frente. Tendo aparência semi-chata, o arreamento comum deve cobrir toda essa área.

LOMBO - curto, com musculatura acentuadamente forte.

GARUPA - longa, discretamente inclinada, para permitir ao animal manter os posteriores normalmente embaixo da massa (engajamento natural).

PEITO - profundo e amplo. O peito visto de perfil, deve ultrapassar nitidamente a linha dos antebraços, estreitando-se porém, no ponto superior da curvatura, de forma a diferenciar-se nitidamente do pescoço. Vista de frente, a interaxila tem forma de "V" invertido, devido à desenvolvida musculatura dos braços e antebraços.

TÓRAX - amplo, com costelas largas, próximas, inclinadas, elásticas. O cilhadouro deve ser bem mais baixo que o codilho.

Membros Anteriores

ESPÁDUA - deve ter ângulo de aproximadamente 45º , denotado, equilíbrio e permitindo a absorção dos choques transmitidos pelos membros.

BRAÇOS - musculosos, interna e externamente.

ANTEBRAÇOS - o prolongamento da musculatura interna dos braços proporciona ao bordo inferior do peito, quando visto de frente, a forma de "V" invertido, dando ao cavalo a aparência atlética e saudável. Externamente, a musculatura do antebraço também é pronunciada. O comprimento do antebraço é um terço a um quarto maior que a canela.

JOELHOS - vistos de frente são cheios, grandes e redondos; vistos de perfil, retos e sem desvios.

CANELAS - não muito curtas. Vistas de lado, são chatas, seguindo o prumo do joelho ao boleto; vista de frente, igualmente sem desvios.

QUARTELAS - de comprimento médio, limpas, em ângulo de 45º, idêntico a da espádua, e continuam pelos cascos com a mesma inclinação.

CASCOS - de tamanho médio, formato aproximadamente semi-circular, com talões bem afastados, sem desvios.


Membros Posteriores


COXAS - longas, largas, planas, poderosas, bem conformadas, fortemente musculadas, mais largas que a garupa.

SOLDRA - recoberta por musculatura bem destacada, poderosa.

PERNAS - muito musculosas. Essencialmente importante é o desenvolvimento muscular homogêneo, tanto interna, quanto externamente.

JARRETES - baixos. Por trás, são largos, limpos, aprumados; de perfil, largos, poderosos, estendendo-se em retaaté os boletos.

CANELAS - mais largas, discretamente mais longas e mais grossas que as anteriores. De lado, são chatas. São convenientes canelas mais curtas, tornando o jarrete mais próximo do solo, permitindo voltas rápidas e paradas curtas.

 

Sua Propriedade é uma Empresa

 

Analisando o ambiente

 

A análise de ambiente, além de ser o primeiro passo do Plano de Marketing, resume todas as informações pertinentes à empresa ou propriedade, informações essas que serão fundamentais para que você possa ter uma visão panorâmica de seu negócio.

A análise de ambiente se divide em duas frentes: o ambiente externo que a envolve e a influencia de maneira positiva ou negativa, sendo composto pelos concorrentes, consumidores, clientes, e fatores: políticos, econômicos, sociais, culturais, legais, tecnológicos, que quando analisamos, estamos analisando as ameaças e oportunidades do negócio. E o ambiente interno da empresa ou propriedade, que também deve ser levado em consideração na análise, pois envolve aspectos fundamentais sobre o seu bom ou mau funcionamento, como: os equipamentos disponíveis, a tecnologia, os recursos financeiros e humanos utilizados, os valores e os objetivos que norteiam as suas ações.

A partir daí, você conseguirá ter uma visão maior das forças e fraquezas que também poderão afetar positiva ou negativamente o desempenho do seu negócio. A análise de ambiente deve incluir todos os fatores relevantes que podem exercer pressão direta ou indireta sobre o seu negócio, tais como:

Fatores Econômicos;

Fatores Sócio-culturais;

Fatores Políticos/legais;

Fatores Tecnológicos;
Concorrência;

 

CURIOSIDADES COMPETITIVAS ENTRE A CAPRINO-OVINOCULTURA E A BOVINOCULTURA

  • Um ovino mestiço (cruzamento com a raça Dorper ou Texel, por exemplo) atinge 40kg de peso vivo em apenas quatro meses.
  • Em um ano, onde se cria 1 bovino, criam-se 24 ovinos;
  • Um bovino com quatro anos pesa em torno de 400kg, enquanto na mesma área e no mesmo período são produzidos 96 ovinos, que pesam  3.840kg (96 cabeças x 40kg);
  • Um bovino bebe 80 litros de água por dia. E um mês, bebe 2.400 litros de água, quantidade suficiente para o consumo de 80 ovinos; e
  • Em geral, os ovinos são criados e engordados com alimentação à base de pastagens cultivadas ( leucena, cunhã, gandú, gramíneas etc.) e/ou nativas melhoradas, enquanto os bovinos, normalmente, exigem, além das pastagens, alimentação suplementar à base de concentrados.

 

Os quadros 1e 2, anexos, mostram evolução de planteis bovinos e caprinos, comparando o crescimento vegetativo de cada rebanho, o investimento inicial com a aquisição de 10 vacas e  10 cabras e a respectiva a recuperação do capital inicial, acrescido do valor dos animais nascidos ao longo de 12 anos.
Quadro 1 – Comparação entre as evoluções dos rebanhos bovino e caprino, em um período de 12 anos...

 

Animais que entram em Cio

TINTA PARA INDENTIFICAÇÃO DO CIO

Ingredientes:

1 kg de sebo bovino ou ovino

1 pacote de 250 g de tinta em pó xadrez, comprado em ferragem

Modo de Preparo:

Aquecer o sebo até derreter. Ir misturando a tinta em pó xadrez aos poucos. Deixar esfriar.

Para temperaturas quentes, esta mistura funciona bem. Já para regiões mais frias, a mistura pode ficar muito consistente e de difícil manuseio. Recomenda-se, neste caso, reaquecer a mistura e colocar óleo vegetal (exemplo: de soja), até conseguir a consistência adequada.

Local de Aplicação:

Passar a tinta a partir da linha dos membros anteriores do carneiro até próximo ao prepúcio. Se passar muito na ponta do peito do carneiro, pode haver falha na identificação da cobertura (ou da identificação do cio) pelo simples fato de encostar nas ovelhas.

CUIDADOS: outros tipos de óleos (sintéticos ou graxas, derivados de petróleo), podem causar irritação na pele dos animais e até mesmo ferimentos. 

 

 

 

Criação de Aves - Atividade Lucrativa
 

galinha caipira 250x202 Frango e Galinha Caipira: incubação, alimentação e manejo
A avicultura representa, atualmente, uma das maiores atividades agropecuárias por ser uma das que propiciam maiores lucros. Além disso, o maior custo da carne bovina sempre foi um fator importante para aumentar a atratividade da carne de aves, principalmente da carne de frango. A carne de frango é sempre o substituto imediato da carne bovina, devido ao seu custo menor, mas, também, por apresentar algumas características que tornam seu consumo mais indicado como, por exemplo, ser uma carne mais saudável e que engorda menos.

A carne das aves é uma das que apresenta maiores e melhores vantagens para a alimentação humana. É produzida em escala industrial, em todo o mundo, inclusive no Brasil, que possui uma das maiores produções do planeta e, ainda, apresenta um potencial para expandir essa produção, várias vezes. A produção brasileira é destinada tanto ao consumo interno quanto às exportações, principalmente para os países da comunidade européia. A produção de frangos de corte é a maior atividade da avicultura brasileira.

Reunir algumas fêmeas e machos e soltá-los nos quintais ou terreiros, deixando-os se reproduzirem, como ocorre em geral nos sítios, e fazendas, não é realmente praticar a avicultura. Para isso, é necessário que sejam reunidos machos e fêmeas selecionados, para que haja maior produtividade e para a obtenção de aves de elevado padrão, que produzam bons lucros. Além disso, a avicultura, por definição, é a criação racional de aves, ou seja, uma série de técnicas e procedimentos devem estar associados à criação para que esta seja, de fato, racional e com alta produtividade.

Idade para a reprodução

Quando as aves entram em reprodução muito cedo, podem ter prejudicados o seu desenvolvimento e a sua produção. No entanto, quanto mais tarde é iniciada a reprodução, maiores são os gastos do avicultor, com a sua manutenção, o que diminui os seus lucros. Por esse motivo damos, a seguir, as idades mais indicadas para cada ave iniciar a reprodução.

Galinha: 5 a 7 meses
Peru-macho: 2 a 3 anos
Peru-fêmea: 1
Faisão-macho: 2 a 6 anos
Faisão-fêmea: 1 ano
Marreco: 6 meses em diante
Patos: 7 meses em diante
Ganso: 2 anos em diante
Cisne: 2 anos em diante

 
Número de fêmeas para cada macho

O número de machos é muito importante em um plantel pois, se houver machos demais, as despesas aumentam, sem necessidade, e os lucros diminuem. Além disso, as fêmeas são muito incomodadas, o que as prejudica.

Quando o número de machos é menor do que o necessário, a quantidade de ovos claros ou inférteis é grande, trazendo sérios prejuízos ao avicultor pela baixa porcentagem de eclosão.

Nos lotes para a produção de ovos para consumo, não há necessidade de machos, pois as aves põem ovos, embora estéreis, mesmo sem serem acasaladas, o que é até melhor, pois eles se conservam melhor.

Damos a seguir uma tabela sobre o número de fêmeas para cada macho, nas diversas espécies de aves domésticas:

Galo ? raças leves: 10 a 12 fêmeas
Galo ? raças pesadas: 8 a 10 fêmeas
Peru: 8 a 15 fêmeas
Faisão: 6 a 8 fêmeas
Marreco: 6 a 8 fêmeas
Pato: 6 fêmeas
Ganso: 4 fêmeas
Cisne: 1 fêmea
 
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Vaquejada em Sertânia

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