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Caprino-ovinocultura
Veja ! Como Criar Cabras, Integração entre Lavoura e Cultura, Culinária Bodistica, Rotação de Culturas, Vacinação de Suínos, Cuidados com as Crias, Cana de Açúcar e Batata Doce para Galinhas,,, PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Dom, 26 de Outubro de 2014 07:22

Como criar cabras

 

Sem necessidade de muitos cuidados, o negócio pode ser voltado para fins de subsistência ou comercialização de carne, leite e derivados

 

Apesar de seu aspecto frágil, a cabra não mostra fraqueza diante das adversidades. Na verdade, ela é um animal muito resistente e de boa adaptação aos mais diversos tipos de ambiente, de desertos a regiões com nevasca. A grande tolerância do mamífero às intempéries facilita o trabalho de quem se lança na atividade de criação, que pode ser para a produção de carne, leite e derivados, produtos que estão ganhando mais espaço no varejo brasileiro, além da comercialização de matrizes e reprodutores. Depecuária familiar de subsistência a empreendimentos altamente tecnificados, há modelos de criação de cabras para todos os bolsos. Entre os mais simples, como o manejo de poucas cabeças em um espaço pequeno, o produtor pode aproveitar a rusticidade do animal para fazer uso de sobras de materiais na propriedade a fim de montar um abrigo. A mão de obra dos próprios familiares dá conta da lida com o plantel. 

A cabra também não exige muitos cuidados nem necessita de muita dedicação. Não adoece com facilidade e, portanto, não demanda práticas veterinárias. Como gosta de pastar, é indicado apenas realizar vermifugação e exame de fezes. Herbívora e ruminante, ela aprecia comer plantas arbustivas de folhas largas e forrageiras, como gramíneas e leguminosas, alimentos que não pesam muito no orçamento. 

Na escolha de caprinos, sempre prefira os puros de origem

Dócil e de baixa estatura, quando adulta a cabra tem peso que varia de 45 a 70 quilos. Em um período médio de nove meses de lactação, as raças leiteiras conseguem fornecer diariamente de dois a cinco quilos de leite, o produto mais adequado para o comércio de criações de baixo custo. Na caprinocultura leiteira, o retorno financeiro é mais rápido que na de corte. No varejo, o leite alcança preços superiores aos de vaca, pois contém mais vitaminas A, B12, C e D. Além disso, o leite de cabra é muito digestível e indicado para quem tem alergia a caseína – proteína existente no leite de vaca. 

A cabra foi um dos primeiros animais domesticados no mundo, milhares de anos antes de iniciar a era cristã. Para cá, foi trazida pelos colonizadores e teve o plantel incrementado na época da chegada dos imigrantes. Quando tiveram interesse em adquirir mais matrizes e reprodutores, criadores instalados em território brasileiro ainda recorreram ao mercado internacional. Europa, América do Norte e África foram os principais fornecedores dos novos exemplares. 

As importações ainda ocorrem, principalmente de animais com aptidão para a produção de carne vindos do continente africano. Mais de 90% da população de cabras no país está na Região Nordeste, onde se localizam as raças canindé, marota, repartida e moxotó. 

MÃOS À OBRA 
INÍCIO: Na escolha de animais para uso como matrizes ou reprodutores, prefira os que são puros de origem. Para cabras leiteiras ou produtoras de carne, fique atento se possuem bom porte e aprumo, ligamentos fortes e úberes volumosos. O preço dos animais depende muito da genética e do estado fisiológico. Cabras gestantes ou em lactação são mais caras. Faça o registro genealógico dos exemplares junto às entidades da região credenciadas pela Associação Brasileira dos Criadores de Caprinos (ABCC). 

FINALIDADE: Entre as raças há as que apresentam boa produção de leite, como saanen, alpina e toggenburg, de origem europeia. Há as de dupla aptidão, como a inglesa anglo-nubiana, e as que rendem leite, como mambrina, jamnapari e bhuj, da Ásia. Para carne, destaca-se a boer, da África do Sul. 

SISTEMAS: As cabras podem ser criadas em três sistemas. No extensivo, os animais ficam soltos no pasto. No semi-intensivo, parte do dia a criação pasta e depois recebe suplementação de volumoso e concentrado no cocho. Já no intensivo, os caprinos são mantidos confinados e toda a alimentação é fornecida no cocho. 

INSTALAÇÃO: O capril pode ser feito de estrutura simples, mas é importante que tenha boas condições para abrigar os animais. Se houver no local uma instalação ociosa, ela pode ser adaptada com divisão de baias para acomodar as cabras, de acordo com a fase de desenvolvimento. Essas opções reduzem os custos da atividade. É bom que o abrigo seja confortável, ofereça segurança e proteção contra vento e chuva. Cubra o chão com cama de maravalha ou use sarrafos de 3 centímetros de espessura por 5 centímetros de largura para fazer um piso ripado. Deixe um espaço de 2 centímetros entre os sarrafos e de 0,5 a 1,8 centímetro de altura do solo. 

HIGIENIZAÇÃO: Recomenda-se manter o capril sempre limpo para conservar a saúde das cabras. Diariamente, retire os dejetos do chão e as sobras de alimentos que ficam nos cochos. No mínimo a cada 30 dias aplique vassoura de fogo ou desinfetante químico nas instalações.

ALIMENTAÇÃO: Plantas são a base das refeições das cabras. As arbustivas de folhas largas, como amoreira, rami e feijão-guandu, são bem aceitas, como também capins, silagem de milho e feno de leguminosas. Enquanto as forrageiras são boas para a digestão dos caprinos, os grãos são usados como complemento nutricional para favorecer a alta produção. Sais minerais podem ser fornecidos em cochos diferentes dos alimentos. Mantenha água limpa e fresca à disposição, pois as cabras consomem de cinco a seis litros por dia. 

REPRODUÇÃO: Cabras leiteiras de origem europeia podem procriar a partir dos quatro meses. Há casos que ocorrem até antes desse período. Contudo, por ainda não contarem com um desenvolvimento adequado, a reprodução entre animais jovens não é indicada. Desde os três primeiros meses de vida, crie os caprinos separados por sexo, para evitar coberturas precoces.

 

No Centro-Oeste, a integração lavoura-pastagem favorece ovinos


O uso de braquiária, no momento certo, garante lucro quando

não se tinha nada, constituindo uma interessante soma de dinheiro

para os agricultores, colocando em uso todas as terras.

 

 

No Centro-Oeste brasileiro, os meses de outubro a abril são os mais favoráveis em termos de produção de pasto, devido ao calor e principalmente às chuvas.

Após o período de abundância de alimento, sobrevêm alguns meses de seca, em alguns lugares acompanhados também do frio, e aí o pasto cresce mais lentamente e o criador de ovinos tem dificuldade de alimentar seu rebanho.

Como consequência, temos a diminuição do ganho de peso dos borregos e borregas e, na maioria das vezes, até mesmo perda de peso das ovelhas de cria. Este é um dos motivos principais da dificuldade encontrada pelos criadores do Centro-Oeste para aumentar seus rebanhos de ovinos. Ao mesmo tempo, o fato de as ovelhas não se alimentarem de forma adequada durante parte do ano implica diretamente em diminuição das taxas de prenhez, parição e desmama.

 

Integração - Em algumas regiões de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, no entanto, esta realidade começa a mudar. Nas áreas de lavoura, é comum que o agricultor plante braquiária no final da cultura de verão, para servir de cobertura verde durante a época de estiagem. Lá pelo mês de novembro, esta braquiária é dessecada, para a execução do plantio direto de grãos.

A braquiária costuma ser plantada no final da estação chuvosa, em fevereiro ou março. Ela germina, mas com o sombreamento provocado pela soja ou pelo milho ela não consegue crescer. Logo após a colheita, aproveitando as últimas chuvas da temporada, o pasto apresenta um crescimento vigoroso. Assim, a pastagem pode ser utilizada cerca de 30-40 dias depois, no final de maio ou início de junho. O cuidado que deve ser tomado pelo agricultor é retirar os animais da área de lavoura no início de outubro, para que o pasto possa crescer e formar a massa que o plantio direto necessita para ter sucesso.

 

 

 

O manejo correto de pastagens garante lucros na integração com lavouras.

 

A espécie preferida pelos agricultores para essa cobertura de inverno é a braquiária ruziziensis que, para sorte dos criadores de ovelhas, é também a braquiária de melhor qualidade nutricional. Assim, conseguem-se pastagens de bom valor nutricional e que podem manter lotações significativas, de 25-40 ovelhas adultas por hectare, preferencialmente animais solteiros, ovelhas que não estejam com cria ao pé. Eventualmente, também borregas de recria. Ou seja, existe um recurso forrageiro abundante, à disposição das ovelhas durante a época em que as pastagens perenes diminuem sua produção.

Os criadores do Centro-Oeste têm aproveitado esta possibilidade de integração de duas formas principais. A mais comum é que o criador de ovelhas acerte com o agricultor um valor para colocar seus animais na área de lavoura/pastagem. Para este ano de 2011, o valor praticado no Centro-Oeste variou de R$ 2 a 4 por ovelha adulta por mês.

 

Outra versão - Mas outro formato de negócio tem ganhado força nos últimos tempos. Vários agricultores têm-se tornado, também, criadores de ovelhas. Durante a época de chuvas, as ovelhas são criadas de forma intensiva em pastos situados nas chamadas áreas marginais de lavoura. São partes da propriedade que não se prestam para a produção de grãos, mas são ótimas para pastagem. Durante a seca, os animais são transferidos para as áreas onde foi plantado braquiária, ajudando a preservar os pastos perenes da propriedade.

Assim, a integração agricultura com ovinos no Centro-Oeste tem proporcionado benefícios diretos aos criadores de ovelhas, com alimentação disponível na época seca e aos agricultores, com uma renda nada desprezível em aluguel de pasto em áreas que antes não rendiam nenhum centavo.

Mas é interessante observar como esta disponibilidade de pastagem durante a seca também serve como atrativo para a entrada de novos investidores na ovinocultura. E sempre é importante lembrar que os agricultores costumam apresentar boa capacidade de gestão e gostam de exploração econômica que possibilite obter grande escala de produção. Com isto podemos antever que em breve deveremos ter carne ovina de boa qualidade e em abundância à disposição do consumidor, mantendo a ovinocultura como a atividade pecuária que mais cresce no Brasil.

 

Cordeiro com apricots


Ingredientes:

- 1/2 colher (chá) de sementes de cominho

- 1 xícara de óleo

- 1 pedaço grande de canela

- 3-4 cardamomos

- 2 colheres (chá) de cominho em pó

- 1 cebola grande (finamente picada)

- 2 colheres (chá) de alho (picado)

- 2 colheres (chá) de gengibre ralado

- 1 kg de cordeiro desossado cortado em cubos

- 1 colher (chá) de açafrão

- 2 colheres (chá) sal

- 2 tomates (picados)

- 4 pimentões verdes (picados)

- 4 damascos frescos (cortados em pedaços)

- 2 colheres (sopa) de hortelã (fresco/picado)

- 1 colher (chá) de coentro (picado)

 

 


 

Modo de fazer:

- Aquecer o óleo e adicionar a canela, carda­momo e cravo. Adicionar a cebola, o alho e o gengibre e cozinhar lentamente até a cebola começar a ficar marrom claro.

- Adicionar o cominho, o coentro, o cordeiro, o sal e o açafrão e cozinhar mexendo lentamente ­durante cerca de 10 minutos.

- Adicionar o tomate, a hortelã, o apricots e os pimentões; cozinhar por mais 5 minutos. Adi­cionar cerca de 1/2 xícara de água e cozinhar sob pressão por aproximadamente 15 mi­n.

- Retirar a pressão, misturar bem e cozinhar por mais 5-7 minutos até que o molho fique espesso e bastante seco. Adicionar o coentro.

- Serve 4 pessoas.

 

Cabrito ao vinho seco


Ingredientes:

- 2 kg de cabrito (em pedaços)

- 4 tomates

- 1 folha de louro

- 1 dente de alho

- 1 cebola picada

- 1 xícara (chá) de vinho branco seco

- 3 colheres (sopa) de óleo

- 1 colher (sopa) de manteiga

- 1 pitada de mostarda (em pó)

- 1 colher (café) de pimenta-do-reino moída

- Sal a gosto

 

 

 

 

Modo de Fazer:

- Corte o cabrito em pedaços não muito pequenos e deixe de molho em água com 2 colheres (sopa) de vinagre, durante 1 hora. Lave bem para que saia toda a gosma. No momento de cortar, retirar a glândula que fica entre o tendão e o osso da perna.

- Leve uma panela ao fogo com o óleo, a cebola e os tomates, refogue por 15 minutos, junte o cabrito com os outros temperos. Abafe a panela e deixe secar toda a água. Adicione a manteiga e deixe fritar até ficar bem corado. Acrescente uma xícara de água e deixe cozinhar em fogo brando.

- Caso não cozinhe com essa água, vá acrescentando mais água aos poucos até ficar pronto. Deve ficar com pouco caldo.

 

 

 ROTAÇÃO DE CULTURAS

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A monocultura ou mesmo o sistema contínuo de sucessão do tipo trigo-soja ou milho safrinha-soja, tende a provocar a degradação física, química e biológica do solo e a queda da produtividade das culturas. Também proporciona condições mais favoráveis para o desenvolvimento de doenças, pragas e plantas daninhas. Nas regiões dos Cerrados predomina a monocultura de soja entre as culturas anuais. Há a necessidade de introduzir, no sistema agrícola, outras espécies, de preferência gramíneas, como milho, pastagem e outras.

A rotação de culturas consiste em alternar, anualmente, espécies vegetais, numa mesma área agrícola. As espécies escolhidas devem ter, ao mesmo tempo, propósitos comercial e de recuperação do solo.

As vantagens da rotação de culturas são inúmeras. Além de proporcionar a produção diversificada de alimentos e outros produtos agrícolas, se adotada e conduzida de modo adequado e por um período suficientemente longo, essa prática melhora as características físicas, químicas e biológicas do solo; auxilia no controle de plantas daninhas, doenças e pragas; repõe matéria orgânica e protege o solo da ação dos agentes climáticos e ajuda a viabilização do Sistema de Semeadura Direta e dos seus efeitos benéficos sobre a produção agropecuária e sobre o ambiente como um todo.

Para a obtenção de máxima eficiência, na melhoria da capacidade produtiva do solo, o planejamento da rotação de culturas deve considerar, preferencialmente, plantas comerciais e, sempre que possível, associar espécies que produzam grandes quantidades de biomassa e de rápido desenvolvimento, cultivadas isoladamente ou em consórcio com culturas comerciais.

Nesse planejamento, é necessário considerar que não basta apenas estabelecer e conduzir a melhor seqüência de culturas, dispondo-as nas diferentes glebas da propriedade. É necessário que o agricultor utilize todas as demais tecnologias à sua disposição, entre as quais destacam-se: técnicas específicas para controle de erosão; calagem, adubação; qualidade e tratamento de sementes, época e densidade de semeadura, cultivares adaptadas, controle de plantas daninhas, pragas e doenças.

 

REGRAS DE UMA BOA PRATICA PARA VACINAÇÃO CORRETA EM SUINOS




Armazenamento 

1. Mantenha uma área limpa para armazenamento de vacinas e Medicamentos.
2. Utilize um refrigerador com bom funcionamento, limpo e de uso exclusivo para as vacinas. Nenhum outro item (comidas, bebidas, amostras) pode estar compartilhando o local.
3. Descongele o refrigerador regularmente, para evitar o entupimento das mangueiras com o excesso de gelo, o que prejudica a manutenção da temperatura adequada.
4. Utilize o sistema PEPS (primeiro a entrar, primeiro a sair) para evitar o vencimento dos produtos armazenados.
5. Mantenha a temperatura sempre entre +2ºC e +8ºC, verificando regularmente com ajuda de termômetros.
6. Não permita que as vacinas congelem, pois isso compromete a eficácia do produto. 

Utilização 

7. Verifique com freqüência a data de validade das vacinas, e descarte imediatamente as vencidas.
8. Utilize a vacina assim que ela for reconstituída (geralmente dentro de 2 horas).
9. Não permita que a vacina seja aquecida durante a vacinação. Evite exposição solar, locais quentes, etc.
10. Utilize tamanhos de pacotes adaptados de acordo com o número de suínos que serão vacinados.
11. Compare o número de doses usadas com o número de leitões, regularmente. 

Equipamento 

12. Utilize equipamentos limpos e adaptados à vacinação, sem qualquer resíduo químico (anti-sépticos, desinfetantes, etc.) 
a. Seringas 
Leitões: suínos de engorda: seringa automática (revolver), ou aplicador
Porcas: seringa descartável. 
b. Agulhas. Reta, limpa e afiada.
De tamanho adaptado ao suíno a ser vacinado. 

Condições gerais 

13. Vacine suínos saudáveis (sem febre).
14. Contenha os animais adequadamente em área bem iluminada. 

Injeções 

15. Inocule a vacina no local adequado. Injeção intra-muscular 
a.Em suínos pesando de 25 a 60 kg: 5 cm abaixo da linha da coluna e 5cm atrás da orelha
b. Em marrãs, porcas e cachaços: 10cm abaixo da linha da coluna e 10cm atrás da orelha. 
16. Descarte as agulhas em local adequado. 

Programa de vacinação 

18. Siga o programa prescrito pelo médico veterinário, ou de acordo com o fabricante. 

Limpeza e desinfecção do equipamento 

19. Limpe bem o equipamento após cada sessão de vacinação.
20. Esterilize o equipamento de inoculação, em água fervente, autoclave, incubador químico ou solução desinfetante (enxágüe e seque antes de usar novamente), e armazene o equipamento em armário limpo.

 

Cuidados com as crias na ovinocaprinocultura

 

As boas práticas no manejo de crias de ovinos e caprinos devem começar com a atenção do produtor a partir do momento em que se confirma a gestação até a desmama dos filhotes, que necessitam de cuidados especiais. Essa atenção e cuidados são, sobretudo, quanto à alimentação e à higiene das instalações.

Ao fazer uso das boas práticas no manejo dos cordeiros e cabritos, o produtor ganha na redução da mortalidade e na proteção contra doenças, além de preparar o animal para ser mais produtivo e alcançar retorno financeiro mais consistente.

O médico veterinário Samuel Figueiredo de Souza, da Embrapa Tabuleiros Costeiros, mostra como práticas de manejo simples e de baixo custo podem aumentar a produtividade e a qualidade dos rebanhos, agregando valor à atividade e contribuindo para a melhoria do rebanho no país e para a saúde dos consumidores de derivados da ovinocaprinocultura.

 

Cana-de-açúcar é bom silo para alimentar o gado na época da seca

 

 

A silagem de cana-de-açúcar é uma das alternativas para alimentar o gado bovino na época das secas, quando os pastos ficam altamente prejudicados, em volume de alimento e em qualidade nutritiva. Muitos pecuaristas utilizam a cana fornecida diretamente ao gado, picada logo após a colheita. Mas a silagem de cana traz algumas vantagens, como a concentração de do corte,  da picagem, e do transporte em poucos dias, com  melhor eficiência de colheita e manejo dos canaviais e dos rebanhos.

A silagem é feita também quando ocorrem sobras nos canaviais ao final da safra, sendo também indicada como solução de emergência na ocorrência de incêndios e geadas, para evitar a perda total da forragem.

Um aspecto que dificulta a silagem de cana, mas que pode ser solucionado adotando técnicas e manejo adequados, é o fato de fermentar intensamente, devido à atividade de leveduras que utilizam os açúcares para seu crescimento, produzindo etanol. O teor de etanol em silagens de cana pode chegar a 23%, acarretando perdas de até 30% da matéria seca durante a fermentação, com grande redução no valor nutritivo da silagem. Desta forma, para que a produção de silagem de cana-de-açúcar seja viável, é fundamental o uso de aditivos capazes de controlar a fermentação alcoólica nestas silagens.

Diversos aditivos têm sido avaliados com vistas ao controle da fermentação alcoólica em silagens de cana-de-açúcar. Entre os mais estudados estão a ureia, os inoculantes bacterianos e a cal virgem micro pulverizada. Resultados da pesquisa indicam que silagens de cana-de-açúcar aditivadas podem ser utilizadas sem problemas na alimentação de vacas leiterias, bovinos de corte e ovinos, permitindo bons índices de desempenho dos animais. O custo adicional que os aditivos representam são altamente compensados pelo menor custo da silagem em si, quando comparada com a silagem de milho, por exemplo.

 

Batata-doce é excelente alimento para a galinha caipira

 

http://3.bp.blogspot.com/-9-doGG1haKQ/TYuP4spXDII/AAAAAAAAGIQ/6OgOqiIV2jg/s400/galinhas%255B1%255D.jpgEm busca de aproveitar resíduos disponíveis nas propriedades rurais para garantir maior agregação de valor à agricultura familiar, a Embrapa Clima Temperado, de Pelotas, está indicando o uso da ração a base de farinha de batata-doce, especialmente, na criação de frangos coloniais.

Trocar o milho por batata-doce é a estratégia para diminuir custos para o produtor, ter maior renda de produção, simplificar a oferta de alimento às aves, facilitar o manejo e contribuir com a preservação do meio ambiente. “Estamos trabalhando com o sistema colonial de produção de frangos, abatidos após 85 dias, onde a ração das aves deve ser adaptada à idade do animal.

Toda a ração deve fornecer energia, encontrada no milho e na própria batata-doce, proteína, que está no farelo de soja ou girassol ou farinha de folhas de mandioca, vitaminas, minerais e aminoácidos essenciais”, esclarece João Pedro Zabaleta, pesquisador responsável pelo projeto de pesquisa com aves coloniais.

A ração a base de batata-doce para aves é viável pelo fato de que o produtor comercializa a parte nobre da batata-doce para o consumo humano e os resíduos que ficam na lavoura transformam-se em farinha, que adicionada a uma formulação adequada com vitaminas, minerais, proteínas e aminoácidos é oferecida às aves. “O resíduo é transformado em energia, ou seja, em carnes e ovos, com custo muito baixo, está se aproveitando o que se tornaria lixo”, adverte o pesquisador João Pedro Zabaleta.

Essa farinha passa por um processo de trituração, secagem ao sol, moagem e  embalagem, que possuem uma durabilidade de até dois anos.  Há ainda benefícios econômicos, sociais e ambientais. Para o agricultor familiar que cultiva batata-doce o uso dos resíduos  é mais conveniente que a aquisição de milho, ou mesmo do plantio do milho. A sua utilização permite que o produtor tenha maior renda e ainda diversifica a oferta de alimentos para os consumidores, através da produção de frangos coloniais.

Última atualização em Dom, 26 de Outubro de 2014 07:36
 
Veja ! O ABC da Caprino-ovinocultura, Conhecimentos dos Produtores e Tratadores, Doenças de Cavalos, Mandamentos da Boa Nutrição, Dicas e Curiosidades... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 24 de Outubro de 2014 10:06

O ABC da caprino-ovinocultura sem arodeios



Fábrica boa é fábrica pintada, limpa, funcional, econômica, com olho no  by Browser_Apps_Pro">FUTURO - assim também é a criação de ovinos e caprinos.

 

Em roteiro pelo Sertão, resumindo os principais conhecimentos para garantir sucesso na criação. Aqui estão os principais momentos do dia a dia.

 

O reprodutor

 

Os reprodutores precisam ser de origem provada, com linha dorsolombar larga e reta, os aprumos retos e firmes e as costelas bem arqueadas. Seus testículos e escroto são simétricos e bem inseridos.

Ads by Browser_Apps_Pro× A relação deve ser 1 reprodutor para cada 30 fêmeas no campo. Já num sistema de monta controlada 1 reprodutor pode servir até 100 fêmeas. Deve-se levar a matriz no cio até o reprodutor, duas vezes, com intervalo de 12 horas.

 

 

O que é necessário para funcionar a máquina?

 

- Forragem de qualidade;

- Leguminosas e gramíneas verdes;

- Leguminosas e gramíneas armazenadas (silagem ou feno) – estratégia e economia.

- Ração complementar (suplementação);

- Mistura mineral (sal comum e outros elementos);

- Água limpa e de boa qualidade.

 

Como alimentar a máquina animal

 

 

As fêmeas devem ser secas antes da entrada do cio (15 dias). O sistema do manejo é mantido por aproximadamente 30 dias e elas são encaminhadas ao campo para passarem 60 a 70 dias. O crescimento fetal está no pico - 70% no terço final da gestação, sendo necessária a suplementação alimentar.

 

 

 

Como proceder com os produtos?

 

Acompanhar as matrizes no momento do parto (baia maternidade). O corte e desinfecção do umbigo devem ser feitos com uso de material limpo e iodo (10%), 3 vezes/dia por 2 dias.

 

Como proceder o desmame?

 

 

Colocar as crias (machos e fêmeas) juntamente com as matrizes em pastagem verde e se preciso suplementar no cocho até os 60 dias. O desmame deve se feito entre 60 a 70 dias. Quando os animais chegarem a 25-30 kg de peso vivo, o criador separa os machos para venda e as fêmeas para reprodução.

 

 

 

 

 

Estrutura das áreas de campo

 

 

A estrutura deve ser no mínimo dois cercados na vegetação nativa para as matrizes paridas e não-paridas. Um cercado verde, sempre que possível, para as matrizes prenhes e recém-paridas e também para as crias desmamadas e reservadas para a venda.

 

 

 

 

 

 

Estrutura - áreas de campo

 

 

Cochos para suplementação alimentar e água são características no planejamento de estruturas no campo. Neste caso:

- Ração e sal – cocho na sombra.

- Água – cocho no sol.

Nunca colocar cochos de ração, sal ou mistura múltipla no campo desprotegidos da chuva e sol.

 

 

 

 

 

Estrutura – Aprisco

 

 

O aprisco é um abrigo fechado para os animais jovens, protegendo-os das correntes de vento. Eles têm áreas de sombra (sem sol hora nenhuma) e varredura com cal virgem, uma vez por semana.

Abrigos separados e limpos para todas as categorias. Eles são indicados para:

- Matrizes (baias para maternidade e amamentação);

- Reprodutores;

- Animais jovens (currais coletivos).

 

 

 

Sanidade - verminoses

 

- Controle das parasitoses : Helmintos e protozoários;

- Método Famacha – tratamento individual (Haemonchus);

- Inóforos – Salinomicina (Eimeria).

 

 A estratégia de vermifugação, além da aplicação, depende de:

- Instalações limpas;

- Fezes retiradas dos arredores das instalações;

- Evitar aglomerados de animais;

- Separar os animais por faixa etária;

- Promover quarentena para animais adquiridos.

 

 

Sanidade - mineralização

 

O uso de minerais, como o enxofre, e principalmente de aditivos ionóforos como a Salinomicina são a principal forma de profilaxia contra a Eimeriose.

 

Sal comum  .................................   25kg

Micromineral (Suprafós) ................ 1kg

Enxofre ........................................ 250g

Salinomicina ................................ 300g

Fosfato Bicálcico/Farinha de osso ... 3kg

 

 

Sanidade - vacinação

 

 

- Profilaxia contra as Clostridioses (Enterotoxemia)

Animais jovens (30 a 45 dias) – aplicar 2mL intramuscular e repetir com 30 dias.

Animais adultos – aplicar 2mL i.m. - anualmente.

 

 A perspectiva da vacinação é sanar doenças como: linfadenite caseosa, ectima contagiosa e pododermatite.

 

 

 

 

 

Sanidade - tratamentos quimioterápicos

 

Os tratamentos quimioterápicos são utilizados nas seguintes doenças:

- Doenças respiratórias;

- Linfadenite Caseosa – Mal-do-caroço;

- Pododermatite – Podridão do pé, manqueira, mal dos cascos;

- Ectima contagioso – Boqueira;

- Ceratoconjuntivite.

 

Sanidade - doenças exóticas ou multissistêmicas

 

São doenças exóticas ou multissistêmicas:

- CAEV;

- Micoplasmose;

- Maed-visna;

- Scrapie;

- Conidiobolomicose.

 

Sanidade - principais causas de morte

 

As principais causas de mortalidade nas crias são:

–Subnutrição;

–Enterites (bactérias e protozoário – Eimeria);

–Broncopneumonias;

–Infecções umbilicais.

 

Recomenda-se a administração de soro caseiro para reidratação, além dos antibióticos e sulfas no tratamento das diarreias.

 

Sanidade - acompanhamento no dia-a-dia

 

Observar:

 

 

- Condição corporal dos animais (animais magros);

- Os sinais (se o animal está arrepiado, mancando, por exemplo);

- Presença de bicheiras;

- Se o animal está andando devagar e não acompanha o grupo;

- Fêmeas que abortam ou rejeitam as crias;

- Corte dos cascos;

- Presença de caroços (linfadenite caseosa);

- Ferimentos em torno da boca.

 

 

 

Considerações Finais

 

O aprisco deve ser suspenso, se assim pode ou é exigido pela região.

Pode-se ver a idade dos caprinos e ovinos pelos dentes.

Os animais são separados por categorias para garantir o bom desempenho na criação.

Quanto à nutrição, colocar a ração aos poucos e continuamente ao longo do dia.

A mistura de S.S.S.F.O.U. é importante para a sanidade animal e o pedilúvio na limpeza da entrada de currais. Deve-se fazer a coleta de fezes para exame quanto à saúde do animal.

O melhoramento do rebanho é feito pela seleção, mantendo a rotina de escrituração (anotações diárias) e o mesmo sendo acompanhado e suplementado.

 

 

“O conhecimento empírico do produtor e do tratador jamais deverá ser menosprezado.”

 

Cuidados na alimentação de Vacas e Cabras no Pré-parto evitar a hipocalcemia


 

Muito frequente na pecuária leiteira, a hipocalcemia, também conhecida como “síndrome da vaca caída”, é um mal que se caracteriza pela falta de cálcio no sangue do animal e sua maior consequência é a fraqueza e a incapacidade de se levantar.

A carência de magnésio, assim como a do cálcio, principalmente no terço final da gestação, podem causar mudanças metabólicas, fisiológicas e imunitárias, nas vacas gestantes, deixando negativo seu balanço energético. Reduz sua capacidade digestiva, causando a debilidade física do animal.

  Alertamos para a reposição inadequada de cálcio que, erroneamente os produtores costumam fazer, antes mesmo que seja necessária. Afirma que o organismo do animal faz a regulação negativa, portanto, essa ação se torna muito perigosa. Ela provoca um desequilíbrio na absorção do cálcio, comprometendo a saúde dos animais.

Assim, quando a vaca realmente necessita de cálcio, ela não consegue obter. Nesses casos, em vez de prevenir a hipocalcemia, os produtores a provocam”, alerta.

Evitar o estresse do gado e fornecer uma alimentação saldavel e equilibrada, com as práticas adequadas de manejo são as melhores medidas para se evitar o mal da “vaca caída”, segundo Mello. Quando a hipocalcemia for diagnosticada, o tratamento deve ser rápido. A recomendação é o uso de medicamentos indicados em casos de esgotamento físico por parto, excesso de trabalhoe de produção. É preciso atentar para uma  by Browser_Apps_Pro">DIETArica em vitaminas e sais minerais.
 
 

Doença incurável deixa criadores de cavalos em alerta

Há casos confirmados de mormo no Ceará e em São Paulo e possível foco em Minas Gerais

 

Kenji Honda
Os animais acometidos com a doença devem ser sacrificados, como prevê a legislação 

Uma doença perigosa para equinosasininos,muares e para o homem, por se tratar de uma zoonose, assusta criadores de cavalos de todo o Brasil. Há casos confirmados de mormo no Ceará e em Araçariguama, no interior de São Paulo, além de duas suspeitas em Avaré/SP e outro possível foco ainda em análise em Pará de Minas (MG). O mormo é transmitido pela bactéria Burkholderia mallei e não possui tratamento ou cura, podendo gerar grandes impactos econômicos. 

Os animais acometidos devem ser sacrificados, como prevê a legislação. A única forma de prevenção é evitar o contato entre animais sadios e doentes ou com aqueles que apresentem sintomas semelhantes. Em caso de suspeita de foco, o local onde está o animal é interditado para quarentena e o trânsito de animais fica suspenso, com a formação de corredores sanitários, assim como acontece com a febre aftosa em bovinos. Caso o cavalo esteja saindo de uma área de risco para seguir para exposições, ele precisa fazer o exame preventivo e só poderá circular se o laudo for negativo para a doença, informação que deverá constar na GTA. 

Quando da suspeita de mormo, o animal é submetido a um exame de rotina chamado fixação de complemento (FC). Mesmo se o resultado for positivo, pode ser realizado um reteste, com a inoculação de maleína (uma proteína sintética), o procedimento mais indicado e definitivo. Foi assim que aconteceu com as duas suspeitas em Avaré/SP, que deram positivo no primeiro teste e negativo no segundo, sendo os animais e o parque de exposições liberados posteriormente. Entretanto, a coleta de amostras e exames só pode ser feita por médicos-veterinários e laboratórios credenciados pela Agência de Defesa Sanitária do Estado. 

Sintomas
 

A doença se manifesta sob três formas e, normalmente, os muares e asininos são acometidos na forma aguda, enquanto os cavalos, na forma crônica. Na forma nasal, os animais apresentam febre alta, tosse e descarga nasal com úlceras nas narinas, podendo ocorrer úlceras e nódulos nos membros e abdome. 

A forma pulmonar, mais comum nos cavalos, pode causar uma pneumonia crônica acompanhada de úlceras na pele dos membros e na mucosa nasal. A forma cutânea se apresenta sob a forma de nódulos e úlceras na região interna dos membros com presença ou não de secreção amarelada escura. 

A transmissão dá-se por meio do contato com secreções de animais doentes, especialmente a nasal e o pus dos abcessos, que contaminam o ambiente e, principalmente, comedouros e bebedouros. A bactéria também pode penetrar a pele e mucosas, necessitando de cuidados especiais com esporas, freios e arreios. 

Controle 

As medidas de controle e erradicação envolvem: 
Sacrifício dos animais positivos às provas de diagnóstico; 
Enterro ou incineração dos cadáveres; 
Desinfecção das instalações e de todo material que esteve em contato com os animais doentes; 
Interdição da propriedade e saneamento do foco; 
Notificação obrigatória de qualquer suspeita ao serviço de defesa sanitária animal do Estado.

 

 

Os 10 Mandamentos da boa nutrição

 

  1. Garantir água sempre limpa e de boa qualidade, de fácil acesso para todos animais, desde cordeiros recém-nascidos até animais adultos. Observar a altura dos bebedouros para que todos alcancem a água.

 

  1. Fazer sempre rodízio e manejo de pastagem. O pastejo contínuo aumenta a infesta­ção parasitária e então cai a qualidade da forragem. 

 

  1. Respeitar os períodos de descanso das gramíneas, pois é essencial para a rebrota.

 

  1. Evitar as braquiá­rias pois podem causar fotossensibilização no rebanho. Se não for possível, fornecer mineral com níveis de Zinco (Zn) acima de 3.500 mg (PPM) no rótulo do sal (níveis de garantia por kg do produto). O zinco é protetor do organismo e mantém a integridade da pele contra os raios  by Browser_Apps_Pro">SOLARES.

 

  1. Pastagens consorciadas de gramíneas e leguminosas são mais nutritivas. Têm mais proteínas, energia, etc.

 

  1. Fazer sempre feno e silagem com o excesso de forragem do verão pa­ra evitar queda na produção durante o período da estiagem, quando não haverá pasto.

 

  1. Se for possível, então cultivar milho, sorgo, milheto, etc., para baixar o custo da ração. Estes produtos são essenciais para a fabricação de alimentos concentrados e ri­cos.

 

  1. Nunca deixar o rebanho sem sal mineral, pois é fundamental para todas as funções vitais do organismo animal.

 

  1. Nunca fornecer mineral de bovinos, pois o Cobre (Cu) é muito alto e pode causar graves intoxicações e distúrbios renais nos machos. O ideal são níveis entre 300 a 600 mg (PPM) no rótulo (Níveis de garantia por kg do produto). Não se esquecer também da relação cál­­cio/Fósforo 2:1 (uro­li­tíase)

 

  1. Sempre testar novos alimentos com alguns animais, para ter certeza da confiabilidade. Só depois do teste, introduzir para todo o rebanho.
 
Dicas e Curiosidades
 
Hora de acasalar

 

A puberdade nos caprinos ocorre, normalmente, entre cinco e sete meses. Mas para a época de acasalamento, o ideal é esperar o desenvolvimento completo da fêmea, o que acontece aos 12 meses de vida, ou quando ela atinge 70% do peso adulto.



 

Bovinos X ovino

 

Os bovinos demoram tr ês anos para chegar ao peso de 400 Kg, e ficar prontos para o abate. No mesmo período de tempo e no mesmo espaço, podem ser criados 72 ovinos, pesando o total de 2.880 Kg. No quesito alimentação, a mesma quantidade diária de volumoso necessária para um bovino adulto de 450 Kg é suficiente para alimentar oito ovinos adultos. 

 

 

 
Sua realeza o bode

 

Em Cabaceiras, no interior da Paraíba, Bode vira rei. A coroação acontece durante a tradicional Festa do Bode Rei depois do animal passar pelo julgamento e ser avaliado por um júri composto de produtores e técnicos em caprinocultura e autoridades do governo. O animal vencedor desfila nos quatro dias da festa, em carro aberto, acompanhado da cabra rainha, da garota do bode rei, do bode-príncipe, da cabra-princesa e dos bodes-súditos. O trono do monarca fica na praça do Bode Rei, onde foi erguida uma estátua do animal e acontecem os shows.

 

 

Cabras na passarela


Na Ásia, as cabras selvagens dão um show de moda. Por mais de mil anos, o fio pashmina, produzido a partir do sub-pêlo da barriga desses animais, é sonho de consumo tanto da realeza como da plebe. Transformado em blusas, cobertores, xales e mantas, esse artigo esbanja glamour. No entanto, o pashmina é bastante fino e, para completar um xale pequeno, é preciso um fio de mais de três quilômetros. Isso significa sete animais para produzir uma única peça... muita cabra pra pouco pano!
 

Bode histórico

 

 

 

Na Grécia Antiga, o bode já era figura de destaque. Nos rituais dedicados ao deus Dionísio, por exemplo, um dos momentos mais esperados era o sacrifício do bode. Acompanhado por uma procissão, o caprino era levado até o altar ao som de um coro cujos integrantes vestiam roupas feitas com a pele do animal. Movimentos dramáticos e hinos apropriados também faziam parte do festival que era tradição em Atenas.  

 

 



Cidadão Cearense

Fortaleza não é só a cidade das praias e do turismo. Por lá, já passaram histórias interessantes como a do bode Ioiô. Amigo dos boêmios e escritores, o caprino que tomava cachaça e tinha preferência pelas moças ainda hoje é um dos ícones famosos entre os cearenses. Com a popularidade em alta, Ioiô participou de atos políticos em coretos, praças e saraus literários, por volta de 1920. Foi também à inauguração do Cine Moderno, assistiu a uma peça no Theatro José de Alencar, passeou de bonde, perambulou pelas igrejas e até pela Câmara Municipal. Era um cidadão com tamanha importância que, hoje, esses e outros relatos estão presentes no Museu Histórico e Antropológico do Ceará.

 

 
Da caatinga às geleiras

É incrível a facilidade de adaptação dos caprinos. Enquanto alguns alimentam os sobreviventes da seca, outros vivem em regiões como a tundra gelada da Lacônia. O fator determinante dessa capacidade é a presença de quatro estômagos, o que proporciona a digestão de quase todos os alimentos ingeridos. Pesquisas realizadas na Alemanha constataram cientificamente essa característica, colocando à disposição 576 variedades de plantas das quais 476 alimentaram os bodes. 

Primeiro amigo

 

Muita gente nem imagina, mas o cachorro não foi o primeiro animal domesticado. Na verdade, a cabra é que foi o primeiro amigo do homem. Os relatos dão conta de que isso aconteceu há 10 mil anos, na região do Crescente Fértil, no Oriente Médio. Os povos da região sempre apreciaram as cabras por causa da produção de leite, pele e pêlos. Já as ovelhas tinham como objetivo a produção de lã, do leite, pele e carne. Hoje, caprinos e ovinos podem ser encontrados nos mais distintos cantos do globo.


 

Clima e lã

Desde os tempos antigos, os ovinos foram divididos em dois grupos: lanados e deslanados. Em geral, os lanados são encontrados nas regiões frias e se prestam à produção de fibras longas, a lã. Os deslanados, por sua vez, são mais adaptáveis a áreas de clima quente e se destacam como produtores de carne e pele. Daí a predominância da raça Santa Inês no Nordeste Brasileiro.
 
Veja ! Hortaliças Esquecidas, Cultura do Maracujá, Terrariums, Oração pela Terra e Anemias em Cavalos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 22 de Outubro de 2014 06:36

 As hortaliças que foram esquecidas pelos agricultores podem voltar

 

 

www.tocadacotia.comAs hortaliças tradicionais também conhecidas como não convencionais são espécies de olerícolas bastante cultivadas no Brasil, no passado, mas que perderam espaço na cadeia produtiva em virtude de vários fatores, como a migração urbana e a padronização nos hábitos alimentares. Caracterizam-se por sua rusticidade, sendo geralmente conduzidas sob manejo orgânico, ocorrendo algumas como plantas espontâneas.

Atualmente, taioba, maxixe, serralha, ora-pro-nóbis e araruta são hortaliças pouco conhecidas e foram praticamente descartadas da cadeia produtiva. Mas elas já fizeram parte da dieta dos brasileiros. Segundo o pesquisador da Embrapa Nuno Rodrigo Madeira, as hortaliças não convencionais têm distribuição limitada, restrita a determinadas localidades ou regiões, e a proposta da pesquisa é difundi-las entre comunidades de produtores do Brasil.

O projeto da Embrapa Hortaliças, em parceria com a Emater-MG, o MAPA e a Epamig, está resgatando essas espécies e promovendo a manutenção, a multiplicação de materiais genéticos e o consumo de mais de 20 dessas hortaliças. O material é preservado pela Embrapa Hortaliças e enviado à extensão rural, que o repassa a agricultores interessados. Assim, o material é multiplicado e poderá ser cedido aos municípios onde houver interesse pela produção das hortaliças não convencionais.

 

 

Produtores começam a descobrir a prodção da cultura do maracujá

 


O Brasil produz 85% do maracujá consumido no mundo e a fruta é a terceira mais consumida, perdendo apenas para a laranja e o caju. Só o Estado do Rio de Janeiro tem sete agroindústrias de suco e polpa de maracujá. Todas operam de forma ociosa e importam frutos de outros Estados como Bahia, Espírito Santo e São Paulo para atender boa parte da demanda.

De acordo com dados do pesquisador  Eder Resende, da UENF, o Estado do Rio de Janeiro produz sete mil toneladas de maracujá/ano. Cerca de 2,4 ton viram suco e geram R$ 9,8 milhões na economia local. Se a totalidade da pectina da casca fosse aproveitada outros R$ 6,3 milhões seriam gerados. Na produção de óleo, algo em torno de 64 ton comercializados a R$ 15 o quilo, outros R$ 972 mil. “Isso mostra o potencial da região que ainda não está sendo aproveitado”.

“O maracujá exige cuidados como a escolha correta de mudas (enxertadas se necessário), adubação, irrigação, polinização e poda. Mas é uma cultura que dá muito retorno”, afirmou José Roberto. Uma das técnicas de produção que estão sendo testadas e adotadas pelos produtores é a enxertia de mudas sobre a cultivar de maracujá doce. A prática garante maior sobrevivência da planta em função da resistência aos ataques de doenças do solo. A Pesagro e a Embrapa, em parceria com produtores, criou quatro unidades demonstrativas no Rio de Janeiro para avaliar os resultados.

As pesquisas para novas cultivares não levam em consideração apenas os aspectos agronômicos (boa produtividade e resistência a pragas e doenças), mas também características que interessam ao mercado como frutas com propriedades funcionais, ornamentais, doces ou azedas.

Um produtor que acabou de ter a sua primeira experiência com a cultura revela surpresa. José Roberto de Oliveira, dono de uma pequena área de meio hectares, em Ubá, no Rio de Janeiro,  consorciou maracujá com laranja. “Eu não tinha experiência com maracujá e tratei de aproveitar os espaços e seguir as recomendações técnicas. Também plantei do tipo comum para comparar com o maracujá da Embrapa. Estou muito satisfeito com os resultados”. Ele diz que em 420 pés deverão ser produzidos 20 t/ha  o que oferecerá uma renda aproximada de R$ 35mil.

A estratégia adota por José Roberto faz parte do projeto APL Maracujá que prevê a recuperação da cultura na região por meio de trabalhos em rede com instituições de pesquisa, ensino e extensão, com o objetivo de fomentar a cooperação técnica, a promoção da inovação mais o diálogo permanente para superar os gargalos da cadeia produtiva.

 

 

TERRARIUMS

 

 
 
Um  recipiente   fechado   ou   semifechado onde  seja  possível  cultivar  plantas é denominado terrarium  ou  terrário  e fornece  um  excelente  meio  para cultivo de jardins  em  escala  miniatura. É  possível  desfrutar  das  belezas de  uma  pequena floresta,  num  ambiente  fechado, que complemente  com  um  toque  de natureza qualquer  canto  de  um  ambiente, quer  seja  numa sala de  estar, num  terraço ou varanda.
 
Solo

Mistura esterilizada de solo para plantas, disponível em lojas especializadas ou no campo natural.

Brita, cacos de telhas ou argila expandida para drenagem.
Carvão ativado.

Recipiente
Pode-se usar garrafas de diversos tamanhos e formatos com tampas ou rolhas, aquários, recipientes diversos, transparentes ou de cor clara. Entretanto, é bom verificar a largura da abertura do recipiente, para que se possa introduzir as plantas com facilidade.


Observar um terrarium é uma atividade relaxante.


 
 


Tente, invente. Como adoro plantas, meu olhar investigador, sempre vê possibilidades para uma mudinha crescer nos mais improváveis recipientes.
Com carinho, tudo brota.
 
 
 
 
 


ORAÇÃO PELA TERRA
 

Agradecemos-te Senhor,
Pelo nosso pequenino planeta terra
Que tu fizeste azul para espelhar o céu,
Pela energia viva que dele emana
E pelas primaveras que, deveras,
Veraneiam os invernos de nossos outonos.
Entristecemo-nos Senhor,
Pela fumaça profana que faz arder este santuário
Pela crueldade fétida impingida aos rios e oceanos,
E pelos desertos áridos tornados terras malditas.
Ajuda-nos Senhor,
Em nome do arco-da-íris do nosso olhar,
Em nome dos animais que ainda pastam solenemente,
E em nome da nuvem que navega no vento,
A trabalhar como irmãos do Sol e da Lua
Para que toda a natureza volte a ser o rosto risonho de Deus.
E assim,
Quando voltarmos um dia para o seio da mãe-terra,
Pois de lá viemos e para lá retornaremos,
Possamos nós ter deixadas vivas a esperança e a saudade
De quem buscou constantemente o novo céu e a nova terra.
 
 
 

Controlar a anemia infecciosa valoriza a criação de cavalos

 

Roberto Pinheiro/DivulgaçãoEvitar a reutilização de seringas e quaisquer outros objetos que possam ter sido contaminados com sangue é uma das principais estratégias para se evitar a transmissão da AIE (Anemia Infecciosa Equina), uma doença infectocontagiosa que atinge eqüídeos, além de cavalos,também pode atingir muares e asininos, e que provoca a destruição maciça de hemácias, as células vermelhas do sangue.

Os fazendeiros que conseguiram o controle a AIE, conseguem ainda  valorizar a equideocultura.  A principal precaução tomada por estes fazendeiros é evitar o contato de um equídeo com o sangue de outro, já que o sangue contaminado é a principal fonte de infecção desta enfermidade. A medida não só evita que a AIE se espalhe, caso algum animal seja infectado, como também previne o contágio por outras doenças que podem ser transmitidas desta mesma forma.

Na prática, isto significa utilizar agulhas hipodérmicas e seringas estéreis, preferencialmente descartáveis, esporas não pontiagudas e higienizar freios e quaisquer outros utensílios que possam ter tido contato com o sangue do animal. Esta é a tecnologia proposta pela Embrapa Pantanal para a prevenção e o controle das doenças transmitidas pelo sangue de equídeos infectados a equideos sadios, com ênfase na prevenção e controle da AIE. Um aspecto também muito importante a ser considerado nesta tecnologia é o descarte apropriado das agulhas após a sua utilização.

 
Veja ! Produtos Orgânicos, Morfologia Equina, Instalações Rurais, Comportamentos de Cães, Pragas Agricolas, Queimadas, Cães Mentem? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 21 de Outubro de 2014 08:28

Orgânicos:mais sabor com menos aditivos

 

Ninguém quer comprar uma goiaba com bicho ou, pior ainda, encontrar a metade dele em uma mordida. Esse exemplo pode parecer estranho, mas é para evitar pragas como o famoso bicho da goiaba que a agricultura convencional usa agroquímicos. Para resolver a mesma questão, um dos procedimentos utilizados pela produção orgânica é ensacar cada fruta ainda no pé para que a larva não se reproduza.”A agricultura orgânica é uma agricultura de paciência “resume a engenheira agrônoma e professora da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Ingrid de Barros.
A frase é uma ótima forma de definir a produção de alimentos sem o uso de fertilizantes sintéticos ou agroquímicos, que, ao mesmo tempo, não pode ser resumida a uma simples troca de adubo. Por exemplo, o uso de esterco de vaca, de acordo com Ingrid, não é considerado uma forma de agricultura orgânica. O cuidado com as sementes utilizadas, a atenção ao comercio justo, a não admissão de mão de obra infantil, a policultura e a preocupação com os resíduos são exigências de quem produz orgânicos. ”Não é voltar para o passado como muita gente pensa, é outra forma de produzir”esclarece a engenheira agrônoma.
Por todas essas questões, a extensão da produção orgânica no Brasil passa obrigatoriamente pelo investimento em pesquisa e apoio técnico e financeiro para os pequenos produtores. Hoje, os orgânicos vendidos principalmente no varejo carregam um selo nacional que garante a qualidade do produto. Já os feirantes que passaram pela auditoria federal têm um número de cadastro que pode ser consultado no site do Ministério da Agricultura.
Por isso, o esforço do Ministério do Desenvolvimento Agrário é para fornecer conhecimento e técnicas para que os produtores sejam certificados e eventos como a Copa de 2014 tenham seu potencial de venda absorvido ao máximo.”O estímulo tributário e o apoio do varejo também são questões fundamentais para o crescimento”afirma o diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)

 


Morfologia Equina

 

 

 
 
Segurança nas instalações rurais

 

 
É necessário que protejamos o sítio, fazenda ou empresa rural, de maneira geral, para evitar a sua invasão por animais e, principalmente, por ladrões e outros maus elementos. Além disso, há necessidade de evitarmos a saída ou fuga de animais, a saída de crianças menores e também o "desvio" de materiais, frutas ou animais.

Para obtermos essa segurança, podemos lançar mão de algumas técnicas, como as que se seguem:

Cercas

A medida de segurança, talvez a mais importante em uma propriedade rural é mantermos suas cercas externas sempre firmes e seguras, não permitindo a passagem de homens ou animais. Conforme a localização da propriedade, devem ter, no mínimo, 1,70m de altura, formando um ângulo para o exterior, na sua parte superior.

Os mourões podem ser de achas de madeira, madeira serrada, madeira roliça, cimento armado, canos de ferro, etc., de acordo com as necessidades e com o fator econômico (preço). Podem ser de arame farpado de 8 a 12 fios, conforme a necessidade e até de 4 fios, quando se tratar de conter somente grandes animais (bois, cavalos, etc.); tela de arame e de bambu, taquaras, etc. A cerca pode ser, ainda, de tábuas de madeira bem trabalhadas.

Para as cercas internas, quando for para conter os grandes animais, bastam 4 fios de arame farpado e 7 a 12 para os médios, como as cabras. Por medida de economia de tempo e de dinheiro, não devemos ficar mudando cercas de lugar e só o fazemos quando for absolutamente necessário.

Vigia

Toda fazenda ou sítio deve ter, no mínimo, um empregado residente, de preferência casado, pois além do trabalho normal, ainda serve de vigia dia e noite, pois tem que zelar por sua própria segurança e a de sua família. Em caso de haver mercadoria estocada, de valor, que pode ser alvo de furto, em alguns casos, torna-se necessária a contratação de seguranças que trabalhem 24 horas por dia ou somente à noite, quando todos os outros funcionários tenham ido embora, mesmo que haja um que resida na propriedade.

Cães de guarda

Sua presença é de grande importância, pois evitam a entrada de elementos estranhos e indesejáveis que eles denunciam e atacam, quando conseguem penetrar no imóvel, inclusive animais domésticos ou selvagens. Devem ser, de preferência, de raças puras especializadas para tal tarefa, como o Pastor alemão, o Dobermann, etc.

Gansos

Essas aves podem ser transformadas em bons vigias, desde que localizadas estrategicamente, pois começam a gritar alto e estridente, ao menor ruído ou barulho estranho, além de quase não dormirem, ficando sempre alertas.

Luzes

A claridade espanta os ladrões. Por isso, quando possível, é melhor manter lâmpadas acesas, durante a noite, em pontos estratégicos. Para economia, no entanto, podemos instalar lâmpadas nesses locais, de maneira tal que possam ser acesas em casos de necessidade, como barulhos estranhos, vistorias, etc. Naturalmente, isso só é possível quando há eletricidade ou uma outra maneira ou sistema de iluminação.

Muros

De acordo com as circunstâncias, possibilidades ou mesmo necessidades, as cercas podem ser total ou parcialmente substituídas por muros de alvenaria, blocos de cimento ou de pré-moldados (chapas) de cimento ou mesmo por materiais mais baratos ou produzidos na propriedade.

Grades e segurança eletrônica

Se a propriedade rural ficar situada em uma região muito sujeita a assaltos e roubos, podemos utilizar uma segurança mais eficiente e ostensiva. Grades nas janelas e forro do teto sem passagem livre para ladrões são essenciais nesses casos.

A utilização de alarmes eletrônicos e sensores de presença, como os de infravermelho, podem detectar e avisar sobre a presença de intrusos. Outra possibilidade, também, é a instalação de cercas eletrificadas em torno da casa.
 
 

CORRIGINDO CÃES QUE MASTIGAM O QUE NÃO DEVE


5 Passos para Corrigir Cães que Mastigam Coisas Inapropriadas


fisioanimal
Este tipo de comportamento é comum em cães jovens e vem do fato dos filhotes usar suas bocas para explorar o mundo ao seu redor.

Mastigar é um comportamento normal para filhotes, mas torna-se indesejável quando direcionada a objetos inapropriados, como seus sapatos, mobilha, ou até mesmo seus pés e mãos. Se este comportamento não for corrigido, pode levar à destruição em larga escala na propriedade, problemas médicos e deterioração dos laços entre humano e animal.

Os dentes decíduos do cão nascem entre três e oito semanas de idade e, entre quatro e seis meses, são gradualmente substituídos pelos dentes permanentes. Este é um processo doloroso e os filhotes mordem mais neste período, pois as gengivas ficam muito irritadas, e mastigar alivia o desconforto.

O comportamento de mastigar acontece com mais frequência nesta época do aparecimento da dentição, mas se não for corrigido pode persistir, até mesmo depois da época dos dentes permanentes aparecerem.

Para isso, observe estas 5 regras:

1 – Descarte problemas médicos: deficiências nutricionais causadas por dietas pobres em nutrientes, problemas gastrointestinais ou parasitas intestinais podem levar ao distúrbio alimentar que pode levar à mastigação.

2 – Ambiente à prova de filhotes: procure por perigos em potencial para o seu filhote curioso. Mantenha produtos de limpeza fora do alcance, assim como plantas tóxicas. Cabos de energia devem ser protegidos para evitar choque elétricos. Esconda objetos como sapatos, brinquedos de criança e restrinja o acesso à cômodos que não foram preparados para o filhote.

3 – Encoraje-o a mastigar o que ele deve: disponibilize brinquedos apropriados para que ele possa mastigar. Cada cão tem sua preferência. Tome cuidado com ossos e brinquedos que possam sem quebrados em pequenas partes, o cão pode engolir e se machucar, se algum pedaço perfurar alguma estrutura interna ou interromper o fluxo normal de alimento e ar. Procure adquirir brinquedos adequados ao tamanho do seu animal, de maneira que ele consiga abocanhá-lo facilmente, sem forçar uma abertura exagerada da boca. Evite dar ao cão um objeto que lembre outro que ele não deveria mastigar, como um sapato velho; ele não conseguirá distinguir entre aquele que ele pode mastigar e o que ele não pode.

4 – Desestimule a mastigação em objetos inapropriados: se você pegar seu cão mastigando algo que não devia, esconda o objeto e direcione a atenção do cão para o objeto que ele pode mastigar. Às vezes pode ser difícil desencoraja-lo se este padrão já estiver estabelecido. Você pode aplicar algo que tenha um gosto ruim ao objeto, para ajudar.

5 – Gaste algum tempo para brincar com seu cão: um cão cansado é um bom cão! Reserve um tempo para brincadeiras e exercício com seu cão regularmente. Isto não só reforça os laços entre você e seu cão, mas gasta e energia do cão em algo positivo, e não a direciona para a mastigação e comportamento inapropriado.
 
 
 
 

Consultório agrícola: formigas apodrecem a goiabeira

É possível combater a praga e salvar a planta com formicidas

 

 Shutterstock
Para combater o apodrecimento da goiabeira provocado pelo ataque de formigas, recomenda-se o uso de calda bordalesa (Foto: Shutterstock)
Quais são os métodos eficientes para afastar as formigas que estão entrando pelo tronco da goiabeira e se espalhando por toda a planta, levando-a ao apodrecimento?


R: As formigas são responsáveis por grandes perdas na agricultura. Para combatê-las no ataque à goiabeira, utilize formicidas à base de sulfuramida ou fipronil. No mercado, há disponíveis as versões dos produtos na forma granulada, em pó e em solução. Em geral, a solução está pronta e conta com aplicador (borrifador). É importante seguir as orientações do fabricante, quanto ao uso e à utilização de equipamentos de proteção. Em relação ao apodrecimento, utilize na região afetada calda bordalesa, que é uma solução de cal com sulfato de cobre, eficiente contra bactérias e doenças fúngicas e repelente para diversas pragas. A calda também é facilmente encontrada em casas que vendem produtos agropecuários.


Legislação Federal deve proibir queimada em canaviais do nordeste

 

O problema, segundo a União Nordestina dos Produtores de Cana, é a topografia da região, que deve inviabilizar as movas práticas sugeridas. A difuldade será enfrentar o que já está decidido. As queimadas na colheita da cana de açúcar nordestina estão com os dias contados. O que falta é a data que será definida pela legislação federal.

Os representantes da Associação de classe, prevê no entanto que, em função das condições naturais da região e da limitação tecnológica, a lei promoverá significativo desemprego e queda produtiva, ampliando prejuízos econômico e social. A tese será defendida pela União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), junto ao Supremo Tribunal Federal (STF).  

Atualmente, a mecanização da colheita é capaz de substituir a prática manual que necessita da queima da palha da cana. Entretanto, o corte da cana crua ainda não é uma realidade eficaz para a região devido a topografia acidentada. Apenas 39% das terras dos canaviais podem ser colhidos por máquinas. “Não temos tecnologia capaz de realizar o corte na maior parte das áreas. É preciso um grande investimento financeiro, o que é inviável para os 22 mil pequenos e médios produtores de cana nordestinos”, conta Alexandre Andrade Lima, presidente da Unida.

 A previsão, segundo a Unida, é de que com a nova lei os pequenos e médios produtores ficarão impedidos de continuar a atividade. A situação implicará na extinção de 218 mil postos de trabalho. A produção regional é substancialmente em regime de econômica familiar. Dos 24 mil fornecedores nordestinos, 22 mil produzem apenas até mil toneladas. “A lei provocará uma reforma agrária às avessas”, diz Lima, lembrando que o agricultor será obrigado a vender suas terras improdutivas ao grande produtor.

 

 

Os Animais Mentem?

Se fazer de doente ou desinteressado em algo são algumas das trapaças dos bichos
 
Segundo a psicóloga e especialista em comportamento animal, Hannelore Fuchs, os bichinhos mentem sim, mas é uma mentira um pouco diferente da dos humanos. Ela conta que, na verdade, os bichos mais trapaceiam do que mentem. Um exemplo dado por ela é quando os cachorros fingem estar desinteressados em algum brinquedo e, quando o dono se afasta, o totó corre e pega o brinquedo de novo. Outro exemplo é quando os bichos, principalmente os cães, fingem estar mancando outossindo para chamar a atenção do dono.
A psicóloga ressalta que a mentira nada mais é que um situação social em que um quer tirar vantagem sobre o outro e exemplifica isso também quando um pássaro solta um grito de alerta aos outros companheiros do bando para que eles fujam e ele fique com a presa.
Hannelore também revela que os pets sabem quando mentimos para eles e cita o velho hábito de os donos prometerem algo aos bichos para que eles saiam do sofá ou de dentro de casa e não cumprem a promessa. “Quando o dono freqüentemente promete algo ao bicho e não cumpre, depois de algum tempo, os animais param de obedecer pois percebem que não há recompensa”, conta a especialista
 
 
Muitas histórias contadas sobre a saúde de seu totó são puras invenções

1. Os cães devem ter uma ninhada antes de serem esterilizados

Isso não é verdade. Os cães que têm uma ninhada antes de serem esterilizados não são melhores por isso de qualquer forma. Na verdade, os cães castrados têm menor risco de câncer de mama e infecções uterinas.

2. Os cães estão doentes quando seus narizes estão quentes

A temperatura do nariz dos cão não indica se ele está saudável ou doente. Também não indica se eles têm febre. Há um "conto da carochinha" que diz que nariz frio ou molhado indica uma boa saúde e que o nariz quente ou seco indica febre ou doença. O único método preciso para medir a temperatura de um cão é com um termômetro. A temperatura normal do cão é entre 38ºC e 39º C.

3. Vira-latas são sempre mais saudáveis ​​do que os cães de raça pura

Isso não é verdade. Ambos, os vira-latas e cães de raça pura, podem ser saudáveis. No entanto, vira-latas em geral não têm muitas das doenças genéticas que podem ser comuns em linhas puras.

4. Todos os cães gostam de ser acariciados na cabeça

Alguns cães gostam de ser acariciado na cabeça mas muitos não.

5. Cães, quando felizes, abanam a cauda

Isso pode ser verdade, mas os cães agressivos, muitas vezes, abanam o rabo também. Há vários movimentos do corpo físico e pistas que ajudam os cães a comunicarem a sua intenção. Um rabo abanando podem significar tanto agitação ou excitação. Um cão que abana o rabo devagar é, geralmente, um totó amigável.

6. Apenas os machos levantam a perna para urinar

Isso não é verdade. Cadelas, principalmente as dominante, levantam a perna para urinar. Isso pode ser verdade mesmo em cadelas castradas.

7. Os restos de alimentos são bons para os cães

Alguns alimentos como ossos e pedaços de gordura podem ser perigosos para alguns animais de estimação. Os cães não podem digerir os ossos e a gordura pode causar problemas gastrontestinais, tais como pancreatite.

8. O alho evita pulgas

Alho não foi comprovadao útil para o controle de pulgas. Grandes quantidades de alho podem até ser prejudiciais.

9. Cães domésticos não precisam de treinamento

Isso não é verdade. Todo cão deve ser treinado.

10. Os cães comem grama quando estão doentes

Os cães descendem de lobos e raposas selvagens que comiam todas as partes da mata. Isto incluiu o conteúdo do estômago de muitos animais que comeram frutas e ervas. Muitos cientistas acreditam que a grama era uma vez parte da dieta normal do cão e que era normal eles comerem pequenas quantidades de grama.

11. Os cães gostam de comida saborosa

Os cães têm paladar muito pobre e comem principalmente baseados em seu olfato.

12. Lambidas de cachorro curam

É natural um cão lamber suas feridas, mas isso não necessariamente garante sempre a "cura". Muitas vezes a lambida pode inibir a cura.

13. Cães vão demonstrar quando estão doentes

Isso não é verdade. Cães geralmente são muito bons em esconder que eles estão doentes por instinto de sobrevivência e não parecerem mais vulneráveis ​​à presa. Muitas vezes, pelo tempo que eles escondem que estão doentes, a doença pode estar bastante avançada.

14. Cães que ficam somente no interior das casa não precisam de prevenção de dirofilariose

Isso não é verdade. Animais de estimação interior também estão em risco de dirofilariose, que é transmitida por mosquitos que podem entrar nas casas.

15. Os cães comem pedras, concreto ou lambem suas fezes ou de outros animais por causa de desequilíbrios nutricionais

Ninguém sabe por que cães comem "coisas" que não devem comer. Alguns veterinários acreditam que alguns cães que comem estas "coisas" podem estar tentando chamar a atenção ou tentando escapar do tédio. É importante para que os cães tenham uma dieta bem equilibrada, que atenda as suas necessidades alimentares e nutricionais e pratiquem exercícios físicos.

16. Os cães não precisam guia - eles naturalmente sabem para onde ir

Ah ... se isso fosse verdade. Você precisa treinar seu cão para onde ir. Essa preferência acontece quando você começa em uma idade jovem e incentiva o cão positivamente para trabalhos bem feitos.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 20 de Outubro de 2014 08:40

As doenças respiratórias


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As doenças respiratórias representam a segunda causa de perdas econômicas em um sistema de produção de ovinos, perdendo apenas para as verminoses.

As bactérias e vírus são os maiores responsáveis por essas enfermidades, que se manifestam com a presença dos fatores predisponentes de estresse, tais como: transporte; variações climáticas; ventilação inadequada; desequilíbrio nutricional; confinamento e desmama. Geralmente ocorre uma virose com consequente infecção secundária por bactérias.

 


Pasteurelose

 

É causada pela bactéria Pasteurella haemolytica e se destaca como a principal enfermidade pulmonar em ovinos. Os surtos começam com mortes súbitas e sem a presença de sinais clínicos característicos. O envolvimento respiratório torna-se mais evidente ao longo do surto, aparecendo quadros de pneumonia aguda, febre, depressão, perda de peso, secreção nasal, tosse e ruídos pulmonares anormais.

O animal pode ser acometido em qualquer idade, independente da raça e do sexo, sendo que cordeiros entre 2 semanas a 2 meses de idade são os mais acometidos. A transmissão ocorre por inalação de partículas contaminadas e também pode ocorrer por contato direto. Um exemplo deste último é um cordeiro lactente infectado através de uma ovelha portadora de mastite causada por P. Haemolytica.

A taxa de morbidade pode chegar a 40% e de mortalidade a 5%. O curso da doença geralmente é de três dias, embora possa ocorrer morte em apenas 12 horas. A recuperação total dos animais pode ser observada em 14 dias (se forem corretamente tratados).

O diagnóstico é feito através dos achados clínicos, necropsia (hemorragia pulmonar e lesões ulcerativas na faringe e laringe), exame histopatológico e isolamento da bactéria.

 

Micoplasmose

 

Também é uma doença respiratória de grande importância para ovinos. Conhecida como pneumonia enzoótica, é causada pela bactéria Mycoplasma sp. Acomete animais de diferentes idades, porém, cordeiros com menos de um ano geralmente são os mais infectados (maior incidência entre 5 a 10 semanas de vida).

Os cordeiros contaminados apresentam tosse crônica e dificuldade para respirar, além de secreções nasais mucopurulentas e febre. Realiza-se a necropsia, exame histopatológico e Elisa (método de detecção de anticorpos) para um diagnóstico mais preciso.

 

Tratamento e prevenção das doenças respiratórias bacterianas

 

As doenças infecciosas do trato respiratório, como mencionado anteriormente, são causadas pela combinação de agentes infecciosos (bactérias e vírus) e causas predisponentes (estresse).

Uma conduta racional para o controle e prevenção das doenças respiratórias seria a obtenção de diagnóstico clínico e laboratorial preciso e técnicas de manejo que minimizem as causas de estresse.

Devem-se utilizar antibióticos como tratamento principal, assim como toda patologia de origem bacteriana. As oxitetraciclinas de longa ação apresentam bons resultados contra a Pasteurelose.

Está se tornando cada vez mais difícil obter um diagnóstico etiológico específico, pois os problemas respiratórios parecem estar sendo causados por infecções múltiplas. Nestes casos, recomenda-se utilizar antibióticos de amplo espectro, como as cefalosporinas.

Métodos profiláticos apresentam boa eficiência no controle e profilaxia dessas infecções. São exemplos:

1) a minimização das alterações climáticas;

2) manejar os cordeiros e suas mães em galpões cobertos durante as primeiras semanas de vida;

3) taxa de lotação adequada dos galpões-maternidade e de confinamentos;

4) boa ventilação dos galpões.

 

 

História

 

História do Queijo

 

 

A arte da fabricação de queijos tem seu início perdido num passado remotíssimo, nada menos do que há 12 mil anos antes do nascimento de Cristo, num período conhecido como paleolítico superior. Segundo a lenda, o queijo teria sido descoberto por um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei da Arcádia.

 

 

 

 

 

 

Queijo

 

 

O queijo primitivo era apenas o leite coagulado, desprovido de soro e salgado. A partir da Idade Média, a fabricação de queijos finos ficaria restrita aos mosteiros católicos, com novas receitas desenvolvidas por seus monges. A técnica de produção queijeira modernizou-se no decorrer do tempo. Utilizam-se, em alguns queijos, esporos de fungos n' água e adicionados ao leite.

 

 

Queijo

Os egípcios estão entre os primeiros povos que cuidaram do gado e tiveram, no leite e no queijo, fonte importante de sua alimentação. Isso foi possível porque o fértil vale do Nilo possuía pastagens cheias de gado . Tão importante era o bovino para os egípcios que a simbologia desse povo eternizou sua importância colocando chifres de vaca sobre a cabeça da deusa Hathor. Queijos feitos de leite de vaca, de cabra e de ovelha também foram encontrados em muitas tumbas egípcias.

Passagens bíblicas registram o queijo como um dos alimentos da época. Na Europa, os gregos foram os primeiros a adotá-lo em seus cardápios, feito exclusivamente com leite de cabras e de ovelhas, animais que criavam. Entretanto, os romanos foram os responsáveis pela maior divulgação dos queijos pelo mundo. Na expansão de seu Império eles levaram vários tipos à Roma. Elevaram o nível do queijo, transformando-o de simples alimento para uma iguaria indispensável nas refeições dos nobres e em grandes banquetes imperiais. Os romanos apreciavam o queijo, do qual fabricavam inúmeras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no na alimentação dos soldados e atletas.

Com uma relação profunda com a mitologia e as divindades, o leite e o queijo tiveram maior abrangência na antiga Suméria, passando pelas civilizações Babilônica e Hebraica, e acabando na Antiga Grécia e na civilização romana. Na Idade Média os queijos atingiram um dos pontos mais altos no que se refere à higiene. Certas ordens religiosas ganharam reputação por causa da qualidade dos seus queijos, devido às rígidas regras de higiene em sua manufatura. Tanto que o nome queijo deriva do termo medieval formatium, ou “queijo colocado na forma”.

Com o advento das feiras e mercados nos séculos XIV e XV, algumas queijarias de regiões remotas ficaram mais visadas. No século XIX aconteceu o grande boom no consumo do queijo, afinal, a sua produção que era artesanal passou para a ordem industrial. Paralelamente, um fato também encorpou essa virada: a pasteurização.

Ao longo dos tempos, o queijo evoluiu até os que conhecemos hoje. E se tornou um produto de consumo de eleição com apreciadores espalhados pelos quatro cantos do mundo. Esse alimento nada mais é do que um derivado do leite concentrado através da coagulação e da eliminação da parte líquida (soro). Esses processos de coagulação e de eliminação do soro se convertem, assim, nas fases que caracterizam a produção de todas as variedades de queijo.

 

Classificação dos Queijos

 

Queijo

Definição

Entende-se por queijo o produto fresco ou maturado que se obtém por separação parcial do soro do leite ou leite reconstituído (integral, parcial ou totalmente desnatado), ou de soros lácteos, coagulados pela ação física do coalho, de enzimas especificas, de bactéria específica, de ácido orgânicos, isolados ou combinados, todos de qualidade apta para uso alimentar, com ou sem agregação de substâncias alimentícias e/ou especiarias e/ou condimentos, aditivos especificamente indicados, substâncias aromatizantes e matérias corantes.

Queijo fresco

Queijo fresco o que está pronto para consumo logo após sua fabricação.

Queijo maturado

Queijo maturado o que sofreu as trocas bioquímicas e físicas necessárias e características da variedade do queijo.

A denominação QUEIJO está reservada aos produtos em que a base láctea não contenha gordura e/ou proteínas de origem não láctea.

Classificação

A seguinte classificação se aplicará a todos os queijos e não impede ao fabricante de denominações e requisitos mais específicos, característicos de cada variedade de queijo que aparecerá, nos padrões individuais.

Quanto ao conteúdo de matéria gorda (gordura) no extrato seco:

Extra Gordo ou Duplo Creme: quando contenham o mínimo de 60%.

Gordo: quando contenham entre 45,0 e 59,9%.

Semi-gordo: quando contenham entre 25,0 e 44,9%.

Magros: quando contenham entre 10,0 e 24,9%.

Desnatados: quando contenham menos de 10,0%.

Exemplo:

Gordura do queijo: 28%

Extrato seco total (EST): 50%

Gordura no extrato seco (GES) = gordura = 28÷50 = 56% => queijo gordo EST

Quanto ao conteúdo de umidade

Queijo de baixa umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa dura): umidade de até 35,9% (queijo parmesão, grana).

Queijos de média umidade (geralmente conhecidos como queijo de massa semidura): umidade entre 36,0 e 45,9%(queijo prato).

Queijos de alta umidade (geralmente conhecido como de massa branda ou "macios"): umidade entre 46,0 e 54,9%(queijo minas padronizado).

Queijos de muita alta umidade (geralmente conhecidos como de massa branda ou "mole"): umidade não inferior a 55,0% (queijo cottage, frescal).

Quando submetidos ou não a tratamento térmico logo após a fermentação, os queijos de muita alta umidade se classificarão em:

  • Queijos de muita alta umidade tratados termicamente.
  • Queijos de muita alta umidade.

 

O queijo certo para cada receita

 

Conheça os tipos mais comuns de queijo e em quais pratos eles caem bem

 

Divulgação

Confira qual é o tipo de queijo ideal para você preparar receitinhas saborosas e irresistíveis!

Queijo é uma delícia, independentemente sua variedade. Mas, por conta de suas características, cada tipo de queijo combina mais com um ou outro prato. Conheça os mais comum e como usá-los no dia a dia

Pecorino (1)
É um tipo de parmesão italiano de leite de ovelha usado em massas frescas e molhos. Também é indicado para ser ralado sobre as massas e combina bem com Talharim com manjericão e Talharim à carbonara  

Gruyère (2)
De origem suíça, o gruyère é firme. Possui buracos pequenos e dispersos e é bom quando combinado com sopas e gratinados. Experimente usá-lo no preparo de Legumes ao molho mornay ou do Filé mignon assado com farofa  

Emmental (3)
Suíço, o emmental também é firme, tem sabor suave e buracos grandes. É muito bom servido puro e no fondue. Aprenda receitas gostosas com emmental  

Mussarela (4)
Tradicionalíssima, a mussarela de leite de vaca é firme e boa para pizzas e recheio de massas. Confira várias receitas gostosas com mussarela 

Provolone (5)
Queijo italiano, o provolone é forte e feito com leite de búfala ou de vaca. Perfumado, é delicioso sozinho, em sanduíches ou frito. Saiba preparar pratos incríveis com provolone  

Gorgonzola (6)
O gorgonzola tem origem italiana, apresenta veias azuis e sabor forte. Bom em molhos e pastas. Quer provar? Prepare receitas com o queijo

Cheddar (7)
Criação inglesa, embora muitos achem que seja americano, o cheddar é firme e ótimo em sanduíches. Vá para a cozinha e prepare receitas com esse queijo pra lá de saboroso

Chèvre (8)
Francês, é muito macio e feito com leite de cabra. Tem sabor e textura variados, sendo bom em saladas e em pastas. 

Saint Paulin (9)
Francês, é firme, porém cremoso. O Saint Paulin é excelente em massas. 

Roquefort (10)
Tem veias azuis, é francês e feito com leite de ovelha. Macio, o roquefort fica ótimo em molhos, como você pode conferir na receita de Fusilli com molho de roquefort 

Brie (11)
Um dos franceses mais antigos, o brie é cremoso. Combina bem com uva Itália, torradas e em risotos. Experimente como ele é delicioso nessa Bruschetta crocante de pêra com brie e salada 

Gouda (12)
Holandês, o Gouda é macio e tem sabor suave. É muito usado como aperitivo, mas também pode ser usado em molhos, como na receita de Gratinado de pão com três queijos 

Camembert (13)
Macio, este francês tem uma casca de mofo e é muito apreciado como aperitivo. Mas faz bonito em massas, como nesta Panqueca de camembert 

Mussarela de Búfala (14)
Italiana, a mussarela de búfala vem em bolinhas, na salmoura ou no soro. Bom ao natural e em saladas. Aprenda receitinhas com esse queijo

Grana Padano (15)
Parmesão italinao de excelente qualidade. É usado ralado em massas e no carpaccio e pode incrementar pratos, como neste Risoto de flor de abobrinha 

Parmesão (16)
Italiano, é feito com leite desnatado e vai bem quando servido ralado sobre as massas em geral. Confira como ele combina com vários pratos

 

 

Conhecendo os Animais com nome " Peixe"

 



Peixe é a designação geral de uma classe de animais vertebrados aquáticos, que compreende cerca de 20.000 espécies. Acrescida de qualificativos, a palavra é usada para indicar espécies de peixes com características especiais e também duas espécies de mamíferos aquáticos. Vejamos alguns exemplos:
1. Peixe-agulha. Nome de um peixe escombrídeos, de forma cilíndrica e alongada.
2. Peixe-boi. Mamífero aquático da ordem dos sirênios.
3. Peixe-boto. Mamífero aquático da ordem dos cetáceos.
4. Peixe-cachorro. Nome de vários peixes de água doce, da família dos caracídeos.
5. Peixe-de-briga. Peixe asiático da família dos ananubatídeos, frequentemente criado em aquários.
6. Peixe-elétrico. O mesmo que poraquê.
7. Peixe-espada. Nome de vários peixes com prolongamento da nadadeira caudal.
8. Peixe-lua. Grande peixe discóide, quase sem cauda.
9. Peixe-martelo. Espécie de cação com a cabeça prolongada lateralmente, assemelhando-se a um martelo.
10. Peixe-mulher. A fêmea do peixe-boi.
11. Peixe-serra. Peixe que possui na parte frontal da cabeça um prolongamento ósseo chamado " rostro " , tendo nos bordos várias saliências ou dentes, assemelhando-se a uma serra.
12. Peixe-voador. Nome dado a várias espécies de peixes marinhos que, para escapar de seus predadores, saltam para fora d'água e planam no ar com auxílio de suas grandes nadadeiras peitorais.
 

Conhecendo os tipos de Precipitação Atmosférica

 



Precipitação atmosférica é o nome que se dá ao fenômeno de queda ao solo, do vapor d'água contido na atmosfera e que resulta dos processos de : a) condensação; b) congelamento; c) saturação. O conceito abrange, portanto, não somente a chuva, que é a precipitação líquida, mas também a neve, o granizo, o nevoeiro, o orvalho e a geada.
Do ponto de vista prático é a chuva ou precipitação pluvial que apresenta maior interesse, pois dela depende o abastecimento de água para as plantas, os animais e o homem.
A chuva cai em forma de pequenas gotas que resultam da condensação do vapor d'água. Essa queda pode ocorrer de diversos modos, distinguindo-se: a) chuva leve; b) chuva forte; c) temporal. A intensidade ( mm/h ), o diâmetro das gotas ( mm ) e a velocidade de queda ( m/seg ) aumentam de (a) para (c).
O granizo ou chuva de pedra ocorre por congelamento das gotas d'água, quando a temperatura se aproxima de zero grau. A neve ocorre nas regiões frias, resultando da mudança da fase gasosa diretamente para a fase sólida, sem a passagem pela fase líquida.
Orvalho é a precipitação que ocorre por condensação da umidade do ar junto à superfície do solo ou de objetos expostos.
A geada se forma pelo congelamento do orvalho à temperatura de zero grau.
Um tipo especial de precipitação é o nevoeiro, que se forma próximo ao solo, afetando a visibilidade; resulta da saturação do ar pelo esfriamento ou evaporação. Ao nevoeiro tênue dá-se o nome de neblina; e ao nevoeiro espesso, de cerração.

Conhecendo os Bovinos

 



Os bovinos constituem a família Bovídeos, que são mamíferos quadrúpedes, herbívoros e ruminantes, ungulados ( que têm os dedos das patas protegidos por cascos). Possuem os cascos fendidos e, em geral, um par de chifres. O estômago, volumoso, ocupa quase ¾ partes da cavidade abdominal e divide-se em 4 compartimentos: a) rúmen ou pança; b) retículo; c) folhoso; d) coagulador, este último o verdadeiro estômago.
São animais de grande porte, incluindo espécies domésticas e selvagens.
Dentre as espécies domésticas destacam-se três, muito exploradas como animais de trabalho na agricultura e como transporte, ou como produtoras de carne e leite:a) boi europeu; b) zebu ou boi indiano; c) búfalo. Distribuem-se por todo o mundo, havendo numerosas raças, especializadas para várias finalidades.
Dentre as espécies selvagens destacam-se: a) bisão norte-americano; b) bisão europeu; c) iaque, das regiões do Himalaia e do Tibete; d) banteng, que vive em Java, Bornéo e Indochina; e) gaial, habitante das selvas da Índia e da Indochina; f) gaur, que vive nas florestas da Índia e da Birmânia; g) gnu, nas savanas da África.
No Brasil, criam-se principalmente raças de boi europeu ( Holandesa, Jersey ) para a produção de leite; e raças zebuínas ( Gir, Nelore, Guzerá, etc. ) para a produção de carne.
 

Conhecendo a Litosfera

 



Dá-se o nome de litosfera ao envoltório sólido da Terra. Antigamente, era considerada sinônimo de " crosta terrestre ", mas atualmente é conceituada como a " esfera rochosa ", incluindo a crosta terrestre e também a parte externa, sólida, do manto. Portanto, a litosfera compõe-se de uma parte externa ou crosta e da capa externa
do manto, estendendo-se a uma profundidade de 100 km da superfície.
A maior parte da superfície da litosfera - cerca de três quartas partes - fica submersa nos mares e oceanos. Daí a distinção entre: a) crosta oceânica, mais delgada; b) crosta continental, emersa e mais espessa.
A litosfera é composta por duas camadas, denominadas sial e sima. O sial é a camada externa, encontrada nos continentes e ilhas, e constituída predominantemente por rochas graníticas, nas quais os componentes principais são o silício e o alumínio, daí o seu nome. O sima é uma camada constituída predominantemente por rochas basálticas, formando o piso dos oceanos e estendendo-se sob o sial, nos continentes. Os componentes principais das rochas do sima são o silício e o magnésio, donde se originou o nome desta camada.
A litosfera não é tão estática quanto parece. Na realidade, passa por constantes modificações causadas por: a) forças internas, que causam intrusões de magma, erupções vulcânicas, terremotos e outros processos que provocam soerguimentos, afundamentos, falhamentos e dobramentos das camadas de rochas; b) forças externas ( água, vento, gelo, etc. ) que causam intemperismo - desagregação e decomposição das rochas; e erosão - remoção e transporte de material de um local para outro.
Esses processos são responsáveis pelas modificações que ocorrem no relevo terrestre.

Conhecendo os Suínos

 


Suínos é a denominação geral dos mamíferos da família Suídeos, possuidores de cascos nas extremidades dos dedos, sendo o casco sulcado ou dividido. São onívoros, digerindo bem todos os alimentos, exceto os celulósicos. Podem ser domésticos, como o porco; ou selvagens, como o porco-do-mato e o javali.
As duas espécies brasileiras selvagens são o cateto e a queixada, que se distinguem do porco doméstico por terem as pernas mais longas e a cauda curta ou inexistente. Outras espécies selvagens são o javali europeu, o javali indiano e a babirussa da Ásia. O javali possui presas ( dentes caninos ) longas e afiadas, chegando a medir 30 cm.
Precoce e prolífico, o porco doméstico é utilizado para a produção de carne e banha sendo grande transformador de produtos agrícolas e sub-produtos da indústria vegetal em produtos de alta qualidade alimentar, exigindo pouco espaço para a sua criação. Existem raças especializadas para a produção de mais carne e menos banha, ou vice-versa; sendo as raças exóticas as mais indicada. O Brasil é um dos maiores criadores de porcos do mundo.

Conhecendo os Animais Anfíbios

 




A palavra anfíbio ( do grego " amphi=duas; e " bios " = vida ) geralmente é usada com dois significados diferentes: a) animal que vive tanto na água como na terra ou que vive na zona limítrofe entre esses dois meios; b) classe de animais vertebrados que vivem parte da sua vida na água e parte na terra, e que põem ovos que são fertilizados na água.
De acordo com o primeiro conceito, são anfíbios : hipopótamo, foca, golfinho, pato, pinguim, jacaré, crocodilo, etc.
De acordo com o segundo conceito, os Anfíbios constituem uma classe do reino animal que compreende cerca de 4.000 espécies, distribuídas em três subclasses: a) Ápodes - sem patas, exemplificados pelas cecílias ou cobras-cegas; b) Urodelos - com cabeça, tronco e caudas distintos, compreendendo salamandras, tritões, etc.; c) Anuros ou Batráquios - com cabeça e tronco fundidos, sem cauda, como sapos, rãs e pererecas.
Embora os Anfíbios adultos vivam em ambiente terrestre, na época da reprodução voltam à água e nela realizam a postura e a fecundação dos ovos, seguidas pelo desenvolvimento das larvas ou girinos. Estes possuem um par de brânquias, que mais tarde são substituídas por pulmões. Assim, passam a primeira parte da vida na água e depois passam a viver em terra.
A pele tem especial importância para os Anfíbios, uma vez que funcionam como uma superfície respiratória e precisa ser mantida úmida. Os pulmões, presentes na maioria porém não em todos os Anfíbios, têm uma estrutura simples, em forma de um saco que se liga com a cavidade oral por meio de um tubo.
 

Conhecendo a Oceania

 



Oceania é o nome dado a uma das sub-divisões das massas continentais, correspondente ao Novíssimo Continente, que abrange a Austrália e um grande número de ilhas e arquipélagos situados no oceano Pacífico. Costuma-se subdividir a Oceania em 4 áreas distintas: a) Australásia; b) Melanésia; c) Micronésia; d) Polinésia.
A. Australásia. Compreende a Austrália e as ilhas maiores: Tasmânia, Nova Zelândia e parte da Nova Guiné, que formam um grande retângulo.
B. Melanésia. Está localizada à nordeste da Austrália e compreende o grupo de ilhas situadas a NE da Austrália que, estendendo-se em arco, abrange o NE da Nova Guiné e vários arquipélagos, entre os quais se incluem os de Bismark, Salomão, Novas Hébridas e várias ilhas.
C. Micronésia. É assim chamada por abranger grande número de pequenas ilhas, estando localizada ao norte da Melanésia. Entre outras, inclui as ilhas Marianas, Carolinas, Marshall, etc.
D. Polinésia. Como indica o seu nome,a Polinésia é constituída por numerosas ilhas, que cobrem vasta área triangular do oceano Pacífico, dentre as quais as ilhas Hawaí e as ilhas Christmas.
A Austrália corresponde a 9/10 da área total de terras emersas da Oceania, sendo que a superfície oceânica ocupa uma enorme área -167.000.000 km2.

Conhecendo as Plantas para Papel e Celulose

 



Além do fornecimento de madeira, lenha e carvão, muitas espécies vegetais são utilizadas para obtenção de matéria-prima para a fabricação de papel e celulose.
Nos países europeus e norte-americanos, onde a indústria de papel é mais desenvolvida, a matéria-prima provém de espécies do gênero Pinus e de outros pinheiros.Na Austrália empregam-se várias espécies de eucalipto para a mesma finalidade.
No Brasil, utilizam-se as seguintes espécies para a fabricação de papel e celulose: a) Araucaria angustifólia, o nosso pinheiro-do-Paraná; b) Eucalyptus saligna e E. tereticornis, de origem australiana; c) Cunninghamia lanceolata, muito cultivado em Caieiras ( SP ); d) Pinus elliotti e P. taeda, espécies exóticas e precoces: enquanto o eucalipto é cortado aos 7-8 anos, estes Pinus podem ser cortados aos 5 anos; e) Agave sisalana - o sisal, cultivado principalmente no Nordeste brasileiro.
Além dessas plantas, deve ser citado o aproveitamento de alguns resíduos de indústrias agrícolas, como por exemplo: a) bagaço de cana - um resíduo da indústria açucareira; b) palha de cera - resíduo da indústria de cera de carnaúba.
 
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Escrito por Lívio Chaves   
Sáb, 18 de Outubro de 2014 08:58

Curiosidades do Reino Mineral

 




          a) O mercúrio e a água são os únicos minerais considerados líquidos; o petróleo, constituido por uma mistura de vários compostos  hidrocarbonados e não sendo, portanto, homogêneo, não é considerado uma espécie mineral.
         b) Vários minerais não ocorrem como unidades independentes, encontrando-se intimamente ligados uns aos outros, constituindo as rochas, que são agregados de minerais. Dentre os minerais que assim se comportam, destacam-se o quartzo, os feldspatos ( ortoclásio, microclina, albita, anortita, etc. ), as micas, os piroxênios. Os anfibólios, as olivinas, etc.
           c) Chama-se diafaneidade a propriedade  que possuem alguns minerais de permitirem que a luz os atravesse. De acordo com essa propriedade, os minerais podem ser transparentes,  translúcidos e opacos.
           d) A atividade econômica conhecida como mineração consiste na extração e beneficiamento de minerais que se encontram no estado sólido, como o carvão, líquido como o petróleo e gasoso, como o gás natural.

 

 CONHECENDO AS PLANTAS CARNÍVORAS

 



Normalmente, as plantas servem de alimento para muitos animais, principalmente os herbívoros. Entretanto, algumas plantas invertem essa regra do jogo ecológico e devoram pequenos animais, principalmente insetos ( larvas e adultos ), sendo por isso chamadas plantas carnívoras ou insetívoras. Elas possuem folhas modificadas, isto é, transformadas em armadilhas para capturar insetos e outros pequenos animais; também segregam enzimas que digerem os animais capturados.
A maioria dessas plantas crescem nos pântanos, e algumas em solos pobres em nutrientes minerais. As principais plantas carnívoras são as seguintes:
1. Drósera. Planta herbácea comum nos terrenos pantanosos, com ampla distribuição
mundial. Possuem folhas redondas providas de longos pêlos pegajosos, aos quais ficam presos os insetos que nela pousam; e em seguida, são digeridos.
2. Nepenthes. Gênero de plantas trepadeiras e epífitas, que ocorrem nas matas, cujas folhas se modificaram formando urnas pendentes e cheias de água, nas quais os insetos são aprisionados e digeridos.
3. Dionéia. É uma planta herbácea cujas folhas são dobradas em duas lâminas com bordos denteados. Quando um inseto pousa sobre uma das lâminas, a folha se fecha subitamente e os bordos denteados se entrelaçam, aprisionando o pequeno animal que é digerido. Dias após, a folha volta a se abrir.
4. Utriculária. É uma planta herbácea aquática, cujos caules submersos possuem folhas profundamente modificadas, formando urnas ou ascídeas que têm na parte superior uma abertura com alçapão coberto de pêlos. Ao contato com um inseto, o alçapão se abre e o animalzinho cai no interior da urna. A seguir o alçapão se fecha e a presa é digerida.
Êta plantinhas danadas!

 

 

CONHECENDO AS ARANHAS





As aranhas são Artrópodes ( pés articulados ), apresentando o corpo dividido em cefalotórax e abdome, sendo conhecidas mais de 20.000 espécies. Têm um par de quelíceras, um par de pedipalpos e quatro pares de patas. O abdome possui glândulas elaboradoras do fio elástico e resistente, com o qual tecem teias que capturam pequenos animais para a sua alimentação, principalmente pequenos insetos, que matam com as quelíceras. Estas, que substituem as mandíbulas, funcionam como agulhas hipodérmicas, por terem a ponta dura e afiada, na qual desembocam as glândulas produtoras de veneno, localizadas no cefalotórax.
Muitas aranhas devoram os machos, após a fecundação. Há várias espécies cuja picada pode causar dores fortes e paralisantes nas mãos, pernas ou outras regiões do corpo humano. Entre as espécies perigosas podem ser citadas: armadeira, tarântula, caranguejeira, viúva-negra, etc. O Instituto Butantã fabrica soros específicos contra as picadas de aranhas.

 

   CONHECENDO OS TIPOS E EFEITOS DE QUEIMADAS




O uso do fogo como prática agrícola é tão antigo como a própria agricultura. Existem vários tipos de queimadas, a saber:
a) Queimada após a derrubada da mata. É feita uma única vez, para desimpedir o terreno. Além disso, a ação do fogo libera os nutrientes minerais contidos na biomassa, tornando-os disponíveis à absorção pelas raízes.
b) Queimada anual dos restos de culturas. Neste caso, a prática não se justifica, pois tais resíduos podem ser enterrados pelas operações de preparo do solo, deixados em cobertura sobre a superfície o solo ou enleirados acompanhando as curvas de nível (para evitar a erosão ).
c) Na cultura do algodoeiro, os restos devem ser arrancados e queimados, medida obrigatória por lei para o controle de pragas.
d) Queima da cana em pé, antes do corte. É prática generalizada nas lavouras canavieiras, mais como uma exigência da mão-de-obra, porque aumenta o rendimento de corte manual (praticamente o dobro daquele do corte da cana se queimar). Todavia, lei recentemente aprovada proíbe esse tipo de queimada, estabelecendo prazos para a sua completa eliminação.
e) Queimada anual das sobras de capim (macega). É prática usual, principalmente nas pastagens naturais ( cerrados e campos ), a fim de eliminar a macega não-palatável e estimular o crescimento de novos brotos. Esse tipo de queimada é um processo rápido e, por isso, admite-se que seja menos prejudicial que a queima anual dos restos de culturas. No entanto, deve-se procurar evitá-la mediante um manejo adequado, que inclui a divisão das pastagens e a rotação do pastejo.
Quando a queima ocorre fora de controle, é denominada incêndio, sendo mais frequentes os incêndios florestais.
O fogo tem sido usado pelo homem desde os primórdios, na abertura e limpeza de áreas com vegetação natural ou restos de culturas, preparando o terreno para a construção de moradias ou instalação de culturas e pastagens. O processo de queima da vegetação segue o sentido inverso da fotossíntese: enquanto esta se caracteriza pela construção de cadeias de compostos orgânicos, o fogo provoca a sua destruição, transformando-as em cinzas.
Há muita controvérsia sobre os efeitos das queimadas. Os partidários dessa prática, principalmente os agricultores, apontam as seguintes vantagens:
a) meio mais fácil e econômico de conseguir, após a derrubada da mata, a limpeza do terreno para a instalação de culturas.
b) processo rápido e econômico de eliminar as sobras de capim e estimular a brotação nas pastagens.
c) modo de facilitar as operações de preparo anual do solo.
d) medida profilática de controle de pragas (caso do algodoeiro ).
e) meio de simplificar a colheita manual da cana-de-açúcar.
f) liberação de nutrientes minerais ( fósforo, potássio, cálcio, magnésio, etc. ) que estavam imobilizados na biomassa e passam às cinzas que, assim, têm ação fertilizante.
Os que são contrários à tal prática, principalmente os técnicos, apontam as seguintes desvantagens:
a) destruição da matéria orgânica, de grande importância para a fertilidade do solo.
b) perda de nitrogênio e enxofre, por volatilização.
c) redução do número de pequenos animais, inclusive microorganismos.
d) degradação da estrutura do solo, provocando a diminuição da aeração, permeabilidade e resistência à erosão.
e) aumento do deflúvio ( enxurrada ) e das perdas por erosão.
f) redução da produtividade das culturas e das pastagens.
g) poluição do ambiente pela emissão de fuligem e gases tóxicos.
h) risco de fugir do controle e se transformar em incêndio.

 

 

CONHECENDO OS ANIMAIS PRÉ-HISTÓRICOS





É grande o número de animais que existiram sobre a superfície terrestre ou no mar e depois desapareceram. Porém, a sua existência é comprovada pelos fósseis que deixaram.
Os geólogos dividem a história da erra em dois grandes períodos, de duração desigual e denominados "eons " : a) Eon Criptozóico ( do grego " vida oculta " ); b) Eon Fanerozóico (do grego " vida visível " ).
O Eon Criptozóico abrange o longo período que vai desde os primórdios até cerca de 600 milhões de anos atrás, ou seja, durou aproximadamente 3 bilhões de anos. Já o Eon Fanerozóico tem duração bem menor, pois iniciou-se há 600 milhões de anos, estendendo-se até hoje.
As rochas criptozóicas - granitos, gnaisses e xistos - revelam poucos fósseis desse longo período. Os animais eram predominantemente aquáticos e poucos deles possuíam partes duras, como carcaças, conchas e ossos que pudessem ser fossilizadas. Porém, os poucos vestígios encontrados permitem admitir que a vida surgiu no mar.
O Eon Fenerozóico é subdividido em três eras: a) Paleozóico ( do grego " vida antiga " ); b) Mesozóico ( do grego " vida intermediária " ); c) Cenozóico ( do grego " vida recente " ).
Assim como o eon antigo foi muito mais longo do que o mais recente, as três eras apresentam durações diferentes. A era Paleozóica teve a duração de 370 milhões de anos; a era Mesozóica durou apenas 167 milhões de anos ; e a era Cenozóica iniciou-se apenas há 63 milhões de anos.
Dentre os animais do início da era Paleozóica, destacam-se os trilobitas - artrópodes primitivos; em seguida apareceram moluscos cefalópodes (amonites), corais e os primeiros peixes, anfíbios e répteis.
Na era Mesozóica surgiram os dinossauros - grandes répteis que passaram a dominar, tanto na terra como no mar; surgiram também as primeiras aves ( arqueópterix ).
A maioria dos dinossauros eram herbívoros, como o diplodoco, o brontossauro e o estegossauro. Porém, alguns eram carnívoros vorazes, como o ictiossauro, o alossauro e o tiranossauro. Passados 100 milhões de anos, extinguiram-se os dinossauros e multiplicaram-se os pequenos mamíferos primitivos. A seguir, surgiram os mamíferos de porte maior, entre eles os macacos antropóides. Finalmente, surgiu o homem primitivo (pitecântropo ).
A era Cenozóica caracteriza-se pelo grande desenvolvimento dos mamíferos e do homem. Dentre os mamíferos extintos, destacam-se o mamute e o tigre-de-dentes-de-sabre.
 
 
 

Criar codornas, uma proposta grandiosa.

 

A maior vantagem da criação de codorninhas (Coturnix coturnix japonica) é a rapidez com que o investimento retorna. Essas aves, que não devem ser confundidas com a codorna do campo, ave silvestre brasileira de tamanho maior, crescem e se reproduzem em 45/50 dias e com 5 ou 6 semanas de vida estão prontas para abate. Além disso, precisam de muito pouco espaço: na área ocupada por uma só galinha podem ser criadas 42 codornas. Supondo-se que esse plantel seja composto de 21 fêmeas e 21 machos, ele produzirá, diariamente, 21 ovos com 10 a 12 gramas cada um, o que equivale a 5 ovos de galinhas.
O preço de comercialização dos ovos e da carne oscila muito em função dos custos da ração e dos produtos veterinários, mas, em qualquer situação, é sempre melhor que o do frango.


Manejo - Um galpão de alvenaria, com 16m2 e 3 metros de altura abriga 2.000 codornas. O forro desta construção pode ser tábua, as paredes devem ser caiadas e o chão de barro, tijolos ou cimento. As aves ficam acomodadas em gaiolas de arame com 1 metro de comprimento, 30cm de profundidade e largura. cada uma dessas gaiolas comporta 18 fêmeas. Como as codorninhas botam no chão, é importante que o piso tenha ligeira inclinação na direção de uma calha forrada de serragem para a coleta dos ovos.
A temperatura do ambiente deve girar entre 18 a 19 graus.

Reprodução - Após o 21o. dia, o macho tem plumagem do peito lisa, enquanto nas fêmeas surgem pintas da cor-de-chumbo e pretas. Além disso, quando adulto, o macho chega a pesar de 70 a 100 gramas; as fêmeas de 70 a 80 gramas.

O acasalamento pode ocorrer durante o ano inteiro e se dá na proporção de 1 macho para cinco fêmeas. O macho deve ficar 12 horas com a fêmea; depois é isolado 24 horas, para, em seguida, se acasalar com outras fêmeas. É aconselhável que as fêmeas já fertilizadas fiquem distantes dos machos, pois as suas "cantadas" insistentes estressam as aves e acabam prejudicando a sua produção.

Os ovos devem ser armazenados a uma temperatura entre 10 e 16 graus e com umidade relativa entre 75 e 80%, por um período máximo de 12 dias. A incubação dura 16 dias.

A ração é a mesma de galinhas, devendo-se acrescentar um pouco de verdura. A vacinação contra doenças próprias das aves é necessária, bem com a sua proteção contra umidade, ventos e excesso de ruídos. Elas são sensíveis.



A codorna existe desde a antiguidade na Europa como ave migratória - de plumagem cinza-bege e pequenas listas brancas e pretas - foi levada primeiramente para a Ásia - China, Coréia e, depois, para o Japão. A codorna, hoje criada em cativeiro, é o resultado de vários cruzamentos efetuados, no Japão e na China, a partir da sub-espécie selvagem Coturnix coturnix, de origem européia. Já no ano de 1300 d.c. a codorna foi domesticada pelos japoneses em função do canto melodioso dos machos. Na primeira década do Século XX os japoneses conseguiram, após inúmeras tentativas, promover sua criação de forma racional, em pequenas gaiolas, com produção em série, com vistas à exploração comercial. Graças à sua alta fertilidade, abundante postura de ovos e exigência de pouco espaço para seu confinamento, mais a facilidade de transporte, a codorna tornou-se uma das principais fontes de alimentação para os vietnamitas durante a guerra contra os Estados Unidos. No Brasil, as codornas foram trazidas por imigrantes italianos e japoneses na década de 50. A partir daí sua produção vem se consolidando, tornando-a uma importante alternativa alimentar no país.

Mercado

A criação de codornas (coturnicultura) tem apresentado um desenvolvimento bastante acentuado nos últimos tempos. Os principais fatores que contribuem para isso são: o excepcional sabor exótico de sua carne, responsável por iguarias finas e sofisticadas; o baixo custo para implantar uma pequena criação, podendo se tornar uma fonte de renda complementar dos pequenos produtores rurais. Do lado técnico-econômico, torna-se ainda mais atrativa, ao verificar-se o rápido crescimento e atingimento da idade de postura, a elevada prolificidade e o pequeno consumo de ração.

Vantagens da criação de codornas

Este tipo de criação apresenta algumas vantagens, tais como:- Rápido crescimento;- Precocidade sexual;- Alta postura;- Elevada rusticidade;- Baixo consumo alimentar

A criação

A criação de codornas pode ser em dois níveis, que são:- Criação Doméstica: É aquela feita em residências ou em apartamentos, não exige um rigor técnico acentuado, porém, são necessários alguns cuidados básicos, como por exemplo com os dejetos.- Criação Comercial: É aquela feita em grande escala, onde o objetivo do criador será a comercilaização do produto final.
 

O Manejo

Divide-se em: - Manejo de Reprodução. As codornas de reprodução devem, preferentemente, ser mantidas em gaiolas coletivas de macho e fêmea. Semanalmente, o macho de um abrigo deve ser trocado de lugar com o macho do abrigo vizinho e assim sucessivamente. Recomenda-se um macho para cada 2 a 3 fêmeas. Devido à grande sensibilidade das codornas à consangüinidade, com marcados efeitos nocivos, recomenda-se evitar os cruzamentos entre parentes próximos. Os ovos férteis de codornas podem ser incubados naturalmente com galinhas anãs ou pombas, muito embora seja um método de pouca eficiência, devido às grandes perdas. O mais recomendável é através da incubação artificial. - Manejo do Pintinho. Decorridas as primeiras 24 horas da eclosão, os pintinhos devem receber aquecimento, ração e água à vontade. A temperatura inicial de criação deve ser 38ºC. A partir do terceiro dia de vida, procede-se à redução diária de 1ºC até que a temperatura se torne ambiente. O piso da criadeira é forrado com papel durante os três primeiros dias de vida. A ração será distribuída na própria forração de papel por sobre o piso, nos três primeiros dias. Depois oferecida em cochos do tipo bandeja. Os bebedouros devem ser lavados e sua água trocada, no mínimo, duas vezes ao dia. - Manejo da Recria. A recria compreende o período entre 16 e 45 dias de idade. Nesta época, as aves continuam recebendo ração e água à vontade. - Manejo de Postura. A quantidade de ração por ave deve ser de 30 a 35 gramas, e a água deverá ser fornecida a vontade. Para um índice elevado de postura, o ambiente da criação das codornas em produção deve ser iluminado na base de uma lâmpada incandescente de 15 WATTS para cada 5 metros quadrados de galpão. - Manejo dos Ovos. Os ovos serão colhidos duas vezes ao dia. A primeira coleta realizada pela manhã e a outra, à tarde. Eles devem ser acondicionados nos pentes próprios, mantidos sobre refrigeração, para que as suas qualidades nutritivas sejam conservadas. Os ovos destinados à incubação serão mantidos em ambiente fresco, arejado e nunca por um período superior a 7 dias.
 
 
SAÚDE      
   
 

Saiba quais trocas fazer na dieta para reduzir ou evitar o colesterol alto

Pequenas mudanças feitas hoje têm grande impacto na saúde no futuro.
Alimentos ricos em fibras ajudam a controlar o colesterol; veja mais dicas.


Nunca é tarde para mudar os hábitos – porém, o quanto antes, melhor para a saúde no futuro. Pequenas trocas na alimentação, por exemplo, já podem ajudar a prevenir o colesterol alto e também diversas outras doenças e problemas cardiovasculares, além de evitar que o paciente se torne refém de remédios e consultas médicas no futuro, como explicaram os cardiologistas Roberto Kalil e Raul Dias dos Santos no Bem Estar desta terça-feira (19).

Uma das substituições recomendadas é a troca dos refinados por integrais – no caso do pão, o integral tem mais fibras que ajudam no controle do colesterol, assim como a aveia. Por isso, no café da manhã, a dica é optar sempre pelo pão integral, além do queijo branco, peito de peru, leite desnatado e também as frutas.

Colesterol valendo (Foto: Arte/G1)

O suco de uva também é uma ótima escolha porque tem resveratrol, que pode aumentar os anos de vida e também aumentar o colesterol bom (HDP) – mas, segundo os médicos, para que isso aconteça, a pessoa precisa beber diariamente 500 ml de um bom suco, ou seja, não funciona com os em pó ou de caixinha.

Outra troca boa tem relação com a cor dos alimentos – cebola, repolho e alface brancos podem ser substituídos pelos mesmos alimentos na cor roxa. Isso acontece porque há antocianina, um corante natural e antioxidante, presente na maioria dos alimentos roxos, que pode ajudar a evitar o colesterol alto.

Além disso, os médicos recomendam trocar também salgadinhos por castanhas, sal por ervas e alho, molho branco por molho de tomate, chocolate ao leite por meio amargo, pipoca de microondas por pipoca de panela, manteiga por margarina e também frango com pele por sem pele. Isso porque o colesterol aumenta com a ingestão desses alimentos, além de outros, como carnes gordas, leite e derivados (iogurte e queijos), frios, embutidos, creme de leite, tortas de massa podre, folhados, biscoitos amanteigados, sorvetes de massa, banha animal, frutos do mar e miúdos, como fígado e coração de galinha.

Da mesma maneira que as pessoas se acostumam a contar calorias na hora de fazer uma dieta, faz bem também contar o colesterol – para uma dieta equilibrada e saudável, a recomendação da nutricionista Adriana Ávila é ingerir, no máximo, 300 mg por dia. Porém, fazer as contas não é fácil e, por isso, é importante saber em que alimentos estão o colesterol para atingir essa meta.

Por outro lado, há também os triglicérides, que aumentam quando há excesso no consumo de carboidratos, como por exemplo, açúcar, doces em geral, refrigerante com açúcar, bebida alcoólica, frutas e sucos de frutas, massas, pães, entre outros. O aumento dessa gordura também está relacionado ao excesso de peso e, por isso, se a pessoa emagrece, a taxa de triglicérides diminui.

info colesterol (Foto: arte / G1)

Hipercolesterolemia familiar
Há também a condição genética para o colesterol alto, causada por um problema de metabolização das gorduras no sangue, chamado de hipercolesterolemia familiar. Os sinais da doença são bolinhas de gordura na pele, taxas elevadas de colesterol ruim (LDL) ou colesterol total no exame de sangue, além do histórico familiar, logicamente.

Por isso, quem tem predisposição ao problema, como a família Cartolari mostrada no programa pela repórter Daiana Garbin (veja no vídeo), deve realizar exames com mais freqüência. No caso dessa família, alimentação equilibrada e atividade física não conseguem sozinhas tratar o problema e, muitas vezes, é preciso usar remédios por toda a vida.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia recomenda que, ao completarem 10 anos, as crianças façam ao menos uma triagem com o teste da ponta de dedo - é uma picada na ponta do indicador que mede o colesterol total.

Se o resultado for superior a 150 mg/dl, é importante estimular a atividade física e uma dieta mais saudável. Se o resultado for superior a 170, é indicado procurar um médico para fazer um exame mais completo.

 

 

Cássia finaliza o desafio 'Eu Atleta no Bem Estar' com corrida de 5 km

Ela seguiu à risca rotina de treinos e preparação do aplicativo Eu Atleta.
Cássia emagreceu, perdeu medidas e teve diversos benefícios à saúde.


Para conseguir se manter dentro de uma rotina saudável, é preciso superar muitos obstáculos, como a preguiça, o cansaço, a gula, a frustração e também as críticas.

Depois de 2 meses de treino e preparação, a Cássia Araújo, personagem da série ‘Eu Atleta no Bem Estar’, voltou ao programa nesta segunda-feira (18) para contar o resultado de toda sua trajetória – mudanças que a fizeram conseguir terminar o trajeto de 5 km da Meia Maratona de São Paulo, que aconteceu neste domingo (17).

O tempo estimado pela equipe que a acompanha para finalizar esse percurso era de 48 minutos, entre corrida e caminhada - porém, ela conseguiu terminar a corrida em 37 minutos, superando todas as expectativas. No programa desta segunda-feira (18), Cássia contou que passou a se conhecer mais e aprendeu a gostar mais de si mesma. Fora isso, ela disse que malhar "não é o fim do mundo" e que traz resultados muito bons, principalmente na balança.

Exercícios (Foto: Arte/G1)

No entanto, para dar início à nova vida, ela teve que realizar uma série de exames, extremamente importantes para quem quer começar.

Quando foi ao Bem Estar pela primeira vez, Cássia contou que já havia se matriculado em várias academias, mas nunca conseguia manter o hábito de se exercitar. Em julho de 2012, ela descobriu que estava com pressão alta, o que a fez perceber que precisa sair do sedentarismo.

Porém, depois das 8 semanas de treinamento, ela retornou ao médico e viu toda a mudança em sua saúde - o colesterol baixou de 144 para 128 e o consumo de oxigênio melhorou em 30%. De acordo com o cardiologista Nabil Ghorayeb, Cássia teve muitos benefícios além da perda de peso e sua capacidade física passou de uma pessoa sedentária para a de uma pessoa atleta.

Para o cardiologista, é importante manter a rotina saudável de exercício físico e alimentação para que o corpo não se desacostume - segundo o médico, em 15 dias, o corpo já começa a perder os resultados e logo a pessoa pode voltar a ser sedentária. Segundo a nutricionista Cristiane Perroni, é essencial dar o primeiro passo e nunca voltar atrás - ela mostrou no programa fotos da mudança nas medidas no corpo de Cássia.

O exercício físico, seja ele qual for, é sempre importante - andar ou correr por, pelo menos, 30 minutos diários já traz enormes benefícios para o coração. A caminhada, no entanto, é uma ótima opção para quem quer começar porque não exige treinamento, técnica, equipamentos ou instrutores. Já a corrida exige avaliação médica e tem mais riscos de problemas ortopédicos e cardiovasculares e, por isso, é preciso mais cuidado.

No caso da Cássia, ela teve que seguir à risca o treino montado por uma equipe e, durante a semana, só podia tirar o domingo para descansar. Fora isso, ela teve uma folga também na segunda e terça-feira de Carnaval, o que mostra que, dos 50 dias úteis, Cássia praticou atividade física em 47 deles - 94% de aproveitamento. Além disso, os especialistas mostraram que durante todo esse tempo ela percorreu 128 km entre corrida e caminhada. 

A determinação de Cássia atingiu também os membros de sua família que, juntos, perderam 70,4 kg durante todo o desafio. No programa desta segunda-feira (18), a participante da série recebeu várias mensagens de apoio de familiares e também internautas que se inspiraram no desafio e se emocionou bastante.

Em uma enquete feita no site do Bem Estar, os internautas responderam qual o maior obstáculo na busca pela vida saudável. Os campeões foram a preguiça e o cansaço - veja o resultado abaixo:

 

 
Veja ! Conhecimentos Gerais em Carnívoros, Plantas Suculentas, Marsupiais, Fósseis, Bactérias, Planeta Vênus, Cobras, Curiosidades Geográficas, Plásticos, Linha Imaginária, Flores, Amazônica, Solo, Roedores, Idade das Árvores, Corpo Humano e Desertos... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 17 de Outubro de 2014 09:13

Conhecendo os Carnívoros



O termo carnívoro é usado com dois significados: a) todo animal que se alimenta de carne; b) uma ordem de mamíferos terrestres portadores de unhas em forma de garras e dentes especializados para dilacerar e mastigar a carne dos animais que caçam. Geralmente comem herbívoros, ou outros carnívoros.
Embora sejam predominantemente predadores, alguns também se alimentam de plantas; e apenas um membro dessa ordem é herbívoro - o panda-gigante. Podem ser terrestres ou aquáticos.
Os carnívoros terrestres dividem-se em duas grandes superfamílias - canídeos e felídeos, centrados no cão e no gato, respectivamente.
Os canídeos incluem: cães, lobos, ursos, raposas, etc. Os felídeos abrangem: gatos, hienas, leões, tigres, leopardos, onça, jaguatirica, lince, etc.
As focas, leões-marinhos e morsas costumavam ser incluídos entre os carnívoros, mas atualmente são classificados numa outra ordem - Pinípedes. São piscívoros ( comem peixe ).
Os ursos são carnívoros, mas praticamente comportam-se como onívoros ( que comem tanto alimentos animais como vegetais ). Alguns carnívoros também comem insetos e frutos.
De acordo com o conceito mais amplo, são carnívoros os cetáceos - baleia, boto, cachalote, etc. e também as aves de rapina - falcão, gavião, águia, coruja, etc.
 

Conhecendo as Plantas Suculentas

 



Denominam-se plantas suculentas aquelas que armazenam água em certos órgãos, que se apresentam espessos e carnosos, com muito suco. O exemplo clássico são os cáctos, adaptados à vida em ambiente seco e, por isso, contêm muita água armazenada em seus caules.
Não só em caules, mas também em raízes e folhas, podem ser feitas as reservas de água. Por exemplo, a beldroega, uma planta herbácea, tem folhas suculentas, consumidas como verdura; o umbuzeiro, uma árvore da caatinga do Nordeste, forma em suas raízes grandes tubérculos que armazenam muita água, que permite à planta sobreviver em períodos de seca prolongada.
Assim, as plantas suculentas encontram-se, de preferência, nos lugares onde costuma haver falta de água no solo, como nos desertos. No Brasil não existem desertos, mas há a caatinga do Nordeste, com estação seca prolongada, onde ocorrem numerosas cactáceas, que podem ser pequenas como a coroa-de-frade, ou grandes, como o facheiro, o xique-xique e o mandacaru.
Não só as cactáceas são suculentas. Por exemplo, na caatinga do Nordeste encontra-se uma planta aparentada com a paineira - a barriguda, assim chamada porque seu caule armazena água e fica intumescido, dando a impressão que a planta é barriguda. Aliás, a própria paineira chega, por vezes, a apresentar o mesmo fenômeno
 


Conhecendo os Marsupiais

 



A palavra marsupial é de origem grega e significa " que tem bolsa ". É empregada para designar os mamíferos da ordem Marsupial, que se caracterizam por terem as fêmeas uma bolsa abdominal onde guardam os filhotes recém-nascidos, que aí recebem amamentação e completam o seu desenvolvimento.
Os marsupiais se diferenciam de outros mamíferos também pelo seu processo reprodutivo, já que os filhotes não são alimentados no útero pela placenta, mas nascem prematuramente. Grande parte do seu crescimento acontece dentro da bolsa, que é uma dobra da pele localizada na frente do corpo, encobrindo as tetas.
A maior parte dos marsupiais vive na Austrália, como o canguru e o coala. Na América do Sul e Central encontram-se o gambá e a cuíca-d'água
Os cangurus se locomovem como bípedes, andando e pulando no solo com as patas traseiras, bem maiores que as dianteiras. Os coalas são arborícolas, assim como os gambás. Já a cuíca-d'água é anfíbia, tal como a lontra.
Sua alimentação é variada: o coala come folhas de eucalipto; o lobo-da-Tasmânia é carnívoro. Algumas espécies de pequeno porte são insetívoros; e outras, comem tudo o que encontram, como o gambá.
 

Conhecendo os Fósseis

 



Dá-se o nome de fósseis aos restos ou vestígios de plantas e animais antigos, preservados no gelo ou em rochas sedimentares. Há quatro tipos principais de fósseis: a) restos originais; b) restos substituídos; c) moldes; d) impressões.
Restos originais. Em casos raros, os fósseis são os restos verdadeiros de animais e plantas. Nas regiões de gelo eterno da Sibéria, por exemplo, foram encontrados corpos inteiros de mamutes ( ancestrais dos elefantes ), em bom estado de conservação, que viveram numa época primitiva chamada Pleistoceno. Outros exemplos são os ossos e dentes de dinossauros e outros animais de épocas passadas.
Restos substituídos. Muitos fósseis não contêm os materiais originais que os formavam, embora pareçam intatos. É que os restos originais foram substituídos, no decorrer dos séculos, por minerais duros, como por exemplo a sílica e o ferro. Um bom exemplo são as árvores petrificadas do Arizona ( Estados Unidos ): a madeira em decomposição foi aos poucos substituídas por sílica.
Moldes. Outras vezes, conchas de moluscos e ossos de vertebrados dissolveram-se completamente no interior da rocha que os conservou, deixando um molde que mostra apenas a forma do organismo desaparecido.
Impressões. São as pegadas que os animais deixam na areia ou na lama, que foram conservados quando o sedimento se transformou em rocha. Em depósitos de xistos, por exemplo, foram encontradas pegadas de dinossauros e outros animais pré históricos
Importância. Os fósseis prestam-se ao estudo da vida no passado e também para a datação e correlação das camadas que os contêm.
 

Conhecendo as Bactérias

 



As bactérias são vegetais primitivos ( Talófitas ), unicelulares e microscópicas, pertencentes à classe Esquizomicetos, figurando entre os menores seres vivos conhecidos. Suas dimensões variam de 0,5 a 15 micros ( 1 micro = milésima parte do milímetro ).
São encontradas por toda parte, livres ou de vida fixa, inclusive na neve e no intestino. A estrutura das bactérias é simples: uma célula constituída de protoplasma com membrana e núcleo difuso. A sua forma pode ser: a) esférica ( cocos ); b) bastonete ( bacilos ); c) espiralada ( espirilos ); d) filamentosa ( colônias ), etc.
As bactérias desempenham papel ecológico importante, atuando em vários fenômenos, tais como: a) decomposição da matéria orgânica; b) fixação biológica do nitrogênio do ar atmosférico; c) liberação do nitrogênio para a nutrição das plantas; d) transformações do fósforo, do enxofre, do ferro e de outros compostos inorgânicos; e) intervém na digestão intestinal de vários animais superiores, principalmente dos ruminantes. Também desempenham papel importante na preparação de muitos produtos derivados do leite, bem como em processos industriais que envolvem fermentações
Grande parte das bactérias necessita de oxigênio, chamadas bactérias aeróbias; outra parte se adapta à ausência de oxigênio, sendo denominadas anaeróbias.
Muitas bactérias são patogênicas, isto é, causam doenças tanto no homem e nos animais, como nas plantas. Dentre as doenças que causam no homem podem ser citadas: tétano, tifo, difteria, etc.
 

Conhecendo o Planeta Vênus

 
 
 
 
Venus é o segundo planeta a partir do Sol, do qual dista 106 milhões de quilômetros. Seu nome é uma homenagem à deusa do amor e da beleza, na mitologia romana. Depois do Sol e da Lua, é o astro que se apresenta com brilho mais intenso, sendo também chamado Vésper - a estrela vespertina, ou Estrela d'Alva - a estrela matutina.
Venus descreve uma trajetória quase circular, levando 225 dias para completar uma órbita. Quase do tamanho da Terra, seu diâmetro vale 0,966 ; sua massa, o,818; a densidade média, o,91 e a gravidade, 0,88 ( dados comparativos com os da Terra ).
Possui uma atmosfera formada por densas nuvens, sujeita a fortes ventos. Na sua composição predominam gás carbônico e oxigênio. Sua pressão superficial é 91 vezes a da Terra e a temperatura superficial mantém-se em torno de 475 graus centígrados devido ao efeito estufa.
As sondas Venera 9 e 10, da antiga União Soviética, forneceram as primeiras imagens da superfície de Venus em 1.975. As duas sondas pousaram suavemente e enviaram imagens mostrando paisagens desérticas e pedregosas. Estudos recentes com radar sugerem que essa paisagem é típica de todo o planeta e que a sua superfície é marcada por inúmeras crateras e cadeias de montanhas.
Venus não possui satélites naturais.
 

Conhecendo as Cobras

 


Cobras ou serpentes é a designação geral dada aos animais pertencentes à ordem Ofídios, da classe Répteis, representados por cerca de 2.500 espécies, vivendo na terra, na água e nas árvores.
Possuem corpo alongado, coberto de escamas, desprovidos de pata, locomovendo-se por reptação, isto é, arrastando-se no chão. A boca é facilmente dilatável, permitindo engolir presas maiores do que o seu tamanho. Seus dentes, virados para trás, não servem para mastigar, mas sim para prender as vítimas, que são engolidas inteiras.
As cobras mudam de pele frequentemente. Algumas põem ovos ( ovíparas ); outras chocam os ovos dentro do seu oviduto ( ovovivíparas ), podendo as cobrinhas nascerem antes da postura dos ovos ou depois da mesma, no exterior. As crias, desde o momento que nascem são capazes de cuidar de si mesmas.
As cobras alimentam-se de pequenos mamíferos ( principalmente roedores ), aves, lagartos, rã e peixes. A maioria das cobras pode passar vários dias sem se alimentar, porque a digestão é lenta.
Podem ser venenosas ou não-venenosas. As venenosas picam suas vítimas para matá-las ou paralisá-las, antes de engoli-las, como a cascavel. As não venenosas geralmente matam suas vítimas por constrição ( aperto ), como a sucuri.
Entre as cobras venenosas estão: cascavel, jararaca, coral-venenosa, naja, etc. Entre asa cobras não-venenosas incluem-se: jibóia, sucuri, coral não-venenosa, piton, etc.
A muçurana é uma cobra que se alimenta de outras cobras.

 

 CURIOSIDADES GEOGRÁFICAS

 



1. A cidade italiana de Veneza foi construída sobre um arquipélago formado por 118 ilhas e ilhotas, possuindo 160 canais e 400 pontes.
2. Alguns países são formados por arquipélagos ou conjunto de ilhas, destacando-se: a) Indonésia, com 13.700 ilhas; b) Filipinas, com 7.107; c) Maldivas, com 1.196.
3. Os continentes ocupam apenas 1/3 da superfície do globo terrestre; os oceanos e mares ocupam 2/3.
A Lagoa dos Patos, situada no litoral do Rio Grande do Sul, é a maior lagoa do Brasil e a segunda da América Latina. Contudo, não tem patos, só um ou outro grupo de marrecos. O seu nome está ligado às tribos de índios que habitavam essa região.
5.O menor país do mundo é o Vaticano, encravado dentro da cidade de Roma, servindo como sede do Papa. Possui apenas 44.000 metros quadrados e menos de 800 habitantes.
6. Escandinávia é o nome de uma grande península situada no norte da Europa, a qual inclui a Suécia, a Noruega e a Dinamarca
 

 CONHECENDO OS PLÁSTICOS

 



Plásticos são compostos sintéticos que se caracterizam por conterem como ingrediente principal um polímero, isto é, uma substância orgânica de elevado peso molecular. O processo para a obtenção dos plásticos chama-se polimerização, que é feita a partir de resinas e gomas naturais.
Os primeiros plásticos produzidos foram: o celulóide, o raion e a borracha sintética. Atualmente, é grande o número de produtos plásticos, que são muito úteis pela sua versatilidade, podendo adquirir a rigidez dos metais, a elasticidade da borracha natural, a transparência do vidro, a leveza da cortiça e muitas outras propriedades. Por isso, encontram grande aplicação como sucedâneos de vários tipos de materiais, inclusive tecidos ( nylon, tergal, etc. ), sendo considerados a substância do século XX.
De acordo com sua reação ao calor, podem ser divididos em dois grupos: a) termo-
plásticos; b) termofixos.
Os termoplásticos são fundíveis, amolecendo quando aquecidos e endurecendo ao
esfriarem. Exemplos: nylon, polietileno, etc. Os termofixos são infundíveis a pressões ordinárias. Exemplos: fórmica, baquelita, etc.
Outra classificação baseia-se na sua composição química. Assim, os que derivam de fenóis e aldeídos classificam-se como plásticos fenólicos, como por exemplo a fórmica.
Exemplos de materiais plásticos: fórmica, poliestireno, polietileno, PVC ( cloreto de polivinila ), baquelita, celulóide, poliéster, borracha sintética, silicone, etc.
Como desvantagem dos plásticos, os produtos descartáveis, como certas embalagens são de difícil decomposição.
 

 CONHECENDO AS LINHAS IMAGINÁRIAS DA TERRA

 

 

a) Equador. Círculo máximo, situado no meio do globo terrestre, dividindo-o em dois hemisférios: norte e sul.
b) Paralelos. Linhas orientadas na direção leste-oeste ( horizontais no mapa ), perpendiculares ao equador, que servem para determinar as latitudes. O equador corresponde ao ponto zero e os pólos, a 90 graus, norte ou sul. Um grau de latitude corresponde a 111 quilômetros.
c) Meridianos. Linhas situadas na direção norte-sul ( verticais no mapa ), perpendiculares ao equador, que servem para determinar as longitudes. O ponto correspondente a zero graus de longitude fica na cidade inglesa de Greenwich. A longitude é usada juntamente com a latitude para localizar, no seu cruzamento, qualquer ponto da superfície da Terra.
d) Trópico de Câncer. Linha paralela de latitude que marca 1/4 da distância entre o
equador e o pólo norte.
e) Trópico de Capricórnio. Outra linha paralela de latitude que indica 1/4 da distância entre o equador e o pólo sul. No Brasil, o Trópico de Capricórnio passa pelos estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul.
f) Círculo Polar Ártico. Círculo paralelo ao equador que indica 3/4 da distância entre o equador e o pólo norte.
g) Círculo Polar Antártico. Círculo paralelo ao equador que marca 3/4 da distância
entre o equador e o pólo sul.

 

 
CONHECENDO AS PLANTAS QUE PRODUZEM FLORES

 




As plantas que produzem flores, chamadas Fanerógamas, abrangem as formas vegetais mais evoluídas; são as plantas predominantes, com mais de 250.000 espécies. Compreendem dois grandes grupos: a) Ginospermas; b) Angios-´permas.
As Angiospermas distinguem -se das Ginospermas ( como as Coníferas ), por produzirem uma ou mais sementes abrigadas dentro de um ovário transformado em fruto; enquanto as Ginospermas produzem sementes nuas, isto é, presas a folhas modificadas, como acontece nas araucárias, pinheiros, etc.
As plantas floríferas se distribuem por quase todos os habitats, exceto geleiras e oceanos, compreendendo a maioria das plantas cultivadas. Apresentam grande diversidade de formas e tamanhos, com alturas variando desde alguns centímetros até cerca de 100 metros ( sequóia, eucalipto ), sendo que alguns exemplares de baobá, na África, chegam a medir mais de 20 metros de circunferência.
A flor completa é composta por uma série de estruturas concêntricas, incluindo: sépalas, pétalas, estigmas com ovário contendo óvulos e estames com bolsa de grãos de pólen. Os óvulos são os gametas femininos e os grãos de pólen, os gametas masculinos.
A polinização ocorre quando um grão de pólen, proveniente dos estames da própria planta ou de flores de plantas vizinhas da mesma espécie, transportado pelo vento ou por insetos, é depositado no estigma e estende o tubo polínico até o ovário. Após a fecundação, o ovário se desenvolve formando o fruto, dentro do qual estão uma ou mais sementes, contendo o embrião de uma nova planta.
 

 CONHECENDO A FLORESTA AMAZÔNICA

 



A floresta amazônica é a maior floresta tropical do mundo, ocupando cerca de 40% do território brasileiro, além de partes expressivas de outros países - Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela e Guianas.
Nela se encontra a maior rede fluvial do mundo, constituída pelo Rio Amazonas e seus numerosos afluentes.
Também chamada de Hiléia Amazônica, ela pode ser dividida em três partes: a) mata de igapó; b) mata de várzea; c) mata de terra firme.
A mata de igapó fica inundada cerca de 10 meses durante o ano e é rica em palmeiras, como a açaí.
A mata de várzea só é inundada por ocasião das enchentes dos rios; tem muitas espécies de valor comercial e de madeiras brancas, destacando-se a seringueira, o cacaueiro, a copaíba, a sumaúma e o gigantesco acaçu. Esses dois últimos tipos de florestas possuem árvores de folhas perenes.
Os rios e igapós são habitados por abundante fauna de peixes e animais aquáticos,
dos quais os mais conhecidos são o pirarucu, o tucunaré e o peixe-boi, este último um mamífero aquático em vias de extinção. Acrescentando-se as várzeas, devem ser incluídos os répteis anfíbios, como o jacaré, as tartarugas ( também ameaçadas de extinção ) e certas serpentes, como a sucuri.
A mata de terra firme nunca fica inundada, correspondendo a mais de 90% da área total da Hiléia. Essa mata é composta por 3 ou 4 andares de vegetação, além de cipós e epífitas ( como as orquídeas ) e vegetais inferiores - cogumelos, liquens, fungos e musgos. Entre as árvores, destacam-se a castanheira, a balata, o mogno e o pau-rosa. É habitada por: a) mamíferos - onça, jaguatirica, macacos, preguiça, quati, roedores, etc.; b) aves - arara, papagaio, tucano, periquito, gavião, etc.; c) répteis - cobras, como a jibóia, lagartos, etc.; d) outros pequenos animais, principalmente insetos
 

 CONHECENDO O SOLO

 



Solo é um corpo natural desenvolvido na porção superior do regolito ou manto de intemperismo. Se a rocha subjacente está próxima da superfície, o solo corresponde a todo o regolito.
A conceituação de solo não é fácil, ficando na dependência do ponto de vista considerado, que pode ser: físico, químico, biológico, pedológico.
Do ponto de vista físico, solo é um corpo sólido, poroso e trifásico. Seu volume se distribui quase quase igualmente entre matéria sólida e poros. Além da fase sólida, o solo contém uma fase líquida ( água ) e uma fase gasosa ( ar ). A fase sólida consta de partículas minerais originadas do intemperismo das rochas, as quais podem se apresentar na forma de grãos simples ( areia, seixos ) ou reunidas em agregados ( argilas ). Os poros compreendem: a ) macroporos, ocupados pelo ar ; b ) microporos, que retêm a água, ou melhor, a solução do solo.
Do ponto de vista químico, solo é uma associação de: a) minerais primários - remanescentes da rocha que lhes deu origem; b ) minerais secundários - formados no solo. Os primeiros compõem principalmente a fração areia; e os segundos, a fração argila. À parte mineral acrescentam-se proporções variáveis de matéria
orgânica, constituída por restos vegetais e animais em diferentes graus de decomposição. A
fração argila tem propriedades coloidais, sendo a sede de uma infinidade de reações químicas.
Do ponto de vista biológico, solo é o ambiente para o desenvolvimento das raízes, permitindo a fixação das plantas e a absorção de água e nutrientes minerais, necessários á nutrição das plantas.
Do ponto de vista pedológico, solos são corpos naturais diferenciados em camadas ou horizontes apresentando propriedades diferentes no tocante a: espessura, cor, textura, fertilidade, etc., disso resultando diferentes capacidades de uso agrícola.
 

 CONHECENDO OS ROEDORES

 


A ordem dos Roedores é a mais numerosa dentre os Mamíferos, com aproximadamente 6.000 espécies distribuídas em 30 famílias, correspondendo a cerca de 40% das espécies de mamíferos conhecidas. Além de serem os mamíferos mais numerosos, são também os de mais ampla distribuição, encontrando-se em todos os continentes, com exceção da Antártida.
Todos possuem uma arcada dentária semelhante e dois pares de incisivos, um superior e outro inferior, separados dos molares por um espaço ( não possuem caninos ). Em todas as espécies, os incisivos crescem continuamente, durante toda a vida do animal; são recobertos por esmalte apenas na face externa, gastando-se rapidamente na face interna, possuindo bordas cortantes.
Os roedores são basicamente vegetarianos, alimentando-se de folhas, frutos, sementes, raízes, tubérculos, etc. A maioria é de pequeno porte, embora a capivara atinja o tamanho de um carneiro. Como exemplos, podem ser citados: esquilo, castor, marmota, rato, camundongo, cobaia, coelho, lebre, etc.
Muitos são fossadores e alguns chegam a construir tocas complexas, inclusive com barragens de galhos para represar a água de cursos d' água, como o castor.
Destaque para os ratos, que são nocivos, quer pelos estragos que provocam, quer
pelas doenças que transmitem aos humanos,das quais são portadores.
 

  CONHECENDO A IDADE DAS ÁRVORES

 



É possível saber a idade de uma árvore examinando-se o número de anéis anuais de
crescimento do seu tronco. O crescimento transversal do tronco de uma árvore se dá numa delgada camada de células que há entre o lenho e a casca, chamada câmbio.
O cerne do tronco, constituído de lenho maciço, não pode expandir-se. É evidente que o crescimento também não poderá realizar-se na casca da árvore. A camada intermediária de câmbio produz células dos dois tipos, isto é, células de lenho, voltadas para dentro; e células de casca, voltadas para fora. Assim,o lenho vai se tornando cada vez mais largo, enquanto a casca vai se afastando progressivamente do centro.
Em regiões de clima com inverno frio ou com uma estação seca, as árvores têm uma fase de repouso, na qual o crescimento em espessura do tronco cessa durante a estação desfavorável. Assim, durante um ano, formam-se dois anéis, um delgado e outro mais espesso. Examinando a sequência de anéis anuais do tronco, os especialistas conseguem avaliar a idade da árvore. Na Califórnia ( Estados Unidos ), por exemplo, existem sequóias com mais de 3.000 anos de idade.
Por outro lado, nas regiões de cima tropical úmido sem estação seca definida, como na floresta amazônica, o crescimento do tronco em espessura é relativamente uniforme e os anéis pouco nítidos, o que dificulta a avaliação da idade das árvores.
 

 CURIOSIDADES DO CORPO HUMANO

 




a) As unhas das mãos crescem 1 centímetro a cada 28 dias. Elas crescem aproximadamente quatro vezes mais rápido do que as unhas dos pés.
b) Considerando-se as unhas das mãos e dos pés, cada pessoa corta, no decorrer da
sua vida, cerca de 58 metros de unhas. Se uma pessoa cortar a s unhas das mãos e dos pés
duas vezes por mês, aos trinta anos terá acumulado 7 quilos de unhas.
c) Quando uma pessoa espirra, o ar saído seu nariz com uma velocidade média de 160 km/hora. Os homens espirram mais do que as mulheres.
d) O intestino delgado mede 6 a 9 metros de comprimento. O intestino grosso tem apenas 1,5 metro, mas é três vezes mais grosso.
e) A água constitui cerca de 70% do corpo humano. Dentro dele, a água transporta alimentos, resíduos e sais minerais; lubrifica tecidos e articulações, conduz glicose e oxigênio para o interior das células e regula a temperatura do corpo.
 
 
 
 
 
 

 CONHECENDO AS DIFERENÇAS ENTRE ANIMAIS SEMELHANTES

 



Alguns animais são tão semelhantes, que chegam a causar confusão entre os leigos. Vejamos alguns exemplos.
a) Camelo e dromedário. Apesar de ambos terem duas corcovas, no dromedário uma
delas é muito pequena e quase não aparece. Por isso, costuma-se diferenciá-los dizendo que
o dromedário tem uma corcova e o camelo,duas.
b) Crocodilo e jacaré. Ambos são da classe Répteis, mas pertencem a famílias diferentes. Os crocodilos são maiores, têm o focinho alongado e, quando fecham a boca, deixam alguns dentes à mostra. Os jacarés possuem focinho mais largo e não expõem nenhum dente ao fecharem a boca.
c) Coelho e lebre. O coelho é menor e tem orelhas curtas. A lebre é maior e tem orelhas mais compridas até mesmo que a sua cabeça.
d) Borboleta e mariposa. A mariposa tem hábitos noturnos, corpo mais robusto e, ao pousar, deixa as asas abertas na horizontal. A borboleta tem hábitos diurnos, asas mais vistosas e, ao pousar, mantém as asas juntas, na vertical.
e) Sapo, rã e perereca. Os três pertencem à mesma ordem - Anuros, porém são de
famílias diferentes. Os sapos são maiores e têm pele rugosa e seca; as rãs têm pele fina e úmida; e as pererecas têm discos digitais nas patas, os quais funcionam como ventosas.
f) Vaga-lume e pirilampo. Ambos são besouros da mesma família. O pirilampo possui dois olhinhos luminosos na cabeça; enquanto o vaga-lume possui luminescência no abdome.
 

 CONHECENDO OS DESERTOS

 


Deserto é a designação que se dá às regiões onde as chuvas são escassas e a cobertura vegetal é praticamente ausente ou, então, reduzida a algumas plantas adaptadas à seca. Geralmente ocorrem nas regiões áridas, onde a precipitação média é inferior a 250 mm/ano. Também ocorrem nas regiões muito frias.
Distinguem-se três tipos de desertos: a) quentes, como o deserto do Saara, no norte da África; b) temperados, como o deserto de Atacama, na costa do Peru e do Chile; c) frios, ou Tundra, no norte do Canadá e da Sibéria.
A Tundra se caracteriza pela presença do "permafrost" ou subsolo permanentemente congelado e pela cobertura de musgos e liquens na superfície do solo.
Os desertos típicos são constituídos predominantemente por areias, podendo conter pedras e oásis. Neles a ação do vento ( erosão eólica ) ocorre de forma intensa. Quando formados de areia e pedras pequenas, o vento leva as partículas de areia e deixa os seixos, dando origem ao chamado " pavimento de deserto ", uma espécie de pedreira. Em geral, as areias finas são transportadas e vão sedimentar fora do deserto, enquanto as areias grossas sedimentam-se no próprio deserto, formando as dunas.
Os desertos pedregosos normalmente apresentam pedras, às vezes maciços rochosos, com formas e altitudes muito variáveis.
Oásis são pequenas áreas úmidas,no meio do deserto, onde a cobertura vegetal
é mais desenvolvida, sendo freqüente a presença de tamareiras.
Poucas plantas são adaptadas às condições de aridez do deserto, sendo chamadas xerófitas, representadas principalmente pelas Cactáceas e Bromeliáceas.
 
Veja ! Conhecimentos Gerais em : Animais com Caldas, Correntes Marinhas, Historia de Noé, Barragens, Lenda de Aquiles, Armadilhas do Espanhol, Maiores Megalópoles, Crateras, Associações Biológicas, Árvores e Plantas Cítricas... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 15 de Outubro de 2014 06:29
CONHECENDO OS ANIMAIS COM CAUDA

 



Dá-se o nome de cauda ou rabo ou apêndice posterior, mais ou menos comprido, do
corpo de vários animais.
Nos vertebrados, geralmente existe uma cauda vertebral, atrás da bacia. Quando longa, essa cauda é musculosa, às vezes preênsil (camaleão, macacos da América), ou que pode soltar-se (lagarto, lagartixa).
Alguns macacos sul-americanos, como o macaco-peludo, macaco-aranha e guariba, têm cauda preênsil tão forte que pode suportar o peso do corpo, pendurado numa árvore.
É bem conhecida a reação de auto-amputação da cauda nos lagartos, quando em situação de perigo; a qual pode regenerar-se, posteriormente.
Nos morcegos, a cauda serve às vezes de extensora da membrana da asa. Nos carnívoros e animais ungulados (com cascos), não chega a ser mais que um espanta-moscas, aliás muito eficiente.
Por outro lado, a cauda desempenha um papel importante na locomoção dos cangurus. Quando se movem lentamente, a cauda funciona como um quinto membro, apoiando-se no chão. Porém, quando aceleram a marcha, saltam sobre as duas patas traseiras, com o corpo equilibrado pela cauda, esticada para trás.
As aves têm apenas uma curta cauda vertebral, sobre a qual se inserem as penas retrizes, que usam para voar (andorinha), ou para ostentação (pavão).
Os peixes cartilaginosos (esqualo, arraia) têm uma potente cauda vertebral natatória, enquanto os peixes ósseos (arenque, salmão) possuem uma nadadeira caudal frequentemente bifurcada, em forma de " rabo de peixe", que lhes serve de leme. Os mamíferos aquáticos (cetáceos ) também possuem cauda de forma semelhante.
 
 

Conhecendo as Correntes Marinhas

 


As correntes marinhas são verdadeiros rios de água salgada, que se deslocam na massa líquida dos oceanos e mares. Podem aparecer tanto junto aos litorais como em pleno oceano; podem ser pequenas ou grandes, locais ou de grande extensão. Possuem salinidade, temperatura, densidade e, às vezes, até cor característica. Em geral, sua velocidade e direção variam durante o ano.
As correntes marinhas podem ser de dois tipos: a) correntes de superfície; b) correntes de profundidade.
Admite-se que são duas as causas das correntes marinhas: a) forças internas, devidas às diferenças de temperatura, salinidade e, consequentemente, diferenças de densidade da própria água; b) forças externas, como o vento e a pressão atmosférica. A velocidade da corrente diminui gradativamente com a profundidade.
As correntes distinguem-se também pela sua temperatura. Assim, a corrente do Brasil, que se dirige do equador para o sul, ao longo da costa brasileira, é uma corrente quente; ao passo que a costa da Argentina é sujeita a uma corrente fria ( corrente das Falklands ), dirigida do sul para o norte.
A corrente do Golfo ( Gulf Stream ) circula no Atlântico Norte, de noroeste para sudeste, influenciando a própria navegação. Ela torna mais rápida a travessia do Atlântico de oeste para este, do que de este para oeste.
A circulação das correntes marinhas, estabelecendo trocas de água entre as regiões quentes e frias ajuda a manter o equilíbrio térmico do nosso planeta.
 

Conhecendo a História de Noé

 


Noé é um personagem bíblico, filho de Lameque e o décimo em geração direta de Adão. Seu nome é lembrado por ser o principal protagonista do Dilúvio.
Por ter sido íntegro e justo, foi escolhido para perpetuar a espécie humana, quando Deus resolveu destruí-la por causa de sua maldade e seus pecados.
Por orientação divina, Noé construiu uma grande arca de madeira, na qual, chegada a ocasião, abrigou-se com a esposa, seus filhos e respectivas mulheres, e um casal de cada espécie animal. Então choveu ininterruptamente durante 40 dias e 40 noites, até que toda a terra ficou coberta pelas águas durante 150 dias.
Quando a água finalmente a água baixou, a arca pousou sobre o monte Ararat, na Armênia. Com a terra seca, Noé saiu com seus familiares e os animais.. Como sinal de seu perdão, Deus fez aparecer no céu o arco-íris. Seus três filhos - Sem, Cam e Jafet, são considerados pela bíblia os ancestrais das três raças humanas: amarela, negra e branca, respectivamente.
 

 
CONHECENDO AS BARRAGENS E SUAS FINALIDADES

 


(Barragem da cidade de Barra Bonita SP)


Barragem é o represamento das águas de um curso d'água por meio de um dique construído transversalmente ao seu leito, de modo a formar uma represa ou reservatório de água, também chamado açude.
As barragens geralmente são construídas em locais onde existe uma garganta estreita, tendo à montante um bolsão ou espraiado para armazenar a água represada. Podem ser construídas com terra, alvenaria ou concreto e devem possuir um vertedouro ou " ladrão " para dar saída à água em excesso.
A água armazenada serve para várias finalidades, tais como: a) abastecimento urbano ( residencial e industrial ); b) geração de energia elétrica; c) irrigação de culturas; d) bebedouro para animais; e) embelezamento e recreação; f)criação de peixes; g) controle de inundações; h) navegação; i) regularização da vazão do rio, etc.
Evidentemente, uma mesma barragem pode servir para várias finalidades.
Na natureza, os castores constroem pequenas barragens com galhos e troncos de árvores e arbustos, cimentados com lama; e constroem seus abrigos abaulados, constituídos por uma câmara com respiradouro e saída sub-aquática.
 

Conhecendo a Lenda de Aquiles



Aquiles foi um herói da mitologia grega, filho de Peleu e de Tétis, ninfa marinha ( que não se deve confundir com Tétis, a deusa do oceano ). Como as Parcas profetizaram que o filho morreria cedo, sua mãe mergulhou-o nas águas do rio Estige para torná-lo invulnerável. Realmente, todo o seu corpo, exceto o calcanhar por onde o segurou, adquiriu invulnerabilidade.
Aquiles tornou-se um jovem forte e belo, o mais veloz nas corridas. Participou da Guerra de Tróia, comandando uma frota grega de 50 navios e tornou-se o mais famoso dos guerreiros. No décimo ano de luta, capturou a jovem Briseida, que lhe foi arrebatada por Agamenon, chefe supremo dos gregos. Agastado com essa afronta, retirou-se da guerra. Sentindo a falta de seu valioso auxílio, os gregos conseguiram persuadi-lo a ceder sua armadura e os seus guerreiros a seu amigo Pátraco. Este, porém, foi morto por Heitor, que se apoderou de sua armadura.
Sedento de vingança, Aquiles reconciliou-se com Agamenon. De armadura e escudo novos, forjados por Vulcano, voltou à luta e matou Heitor. Pouco depois
Páris, irmão de Heitor, lançou contra Aquiles uma flecha envenenada que, guiada por Apolo, atingiu o seu calcanhar, a única parte vulnerável do seu corpo.
O tema das proezas desse herói é tratado na Ilíada de Homero, que relata a Guerra de Tróia. A morte de Aquiles e seu funeral são tratados na Odisséia, também escrita por Homero.
 

Armadilha do Espanhol

 


Existem muitas palavras que, embora tenham semelhança gráfica, têm significados diferentes em espanhol e em português. Exemplos:

Espanhol Português

1. aborrecer............. odiar
2. apelido................ sobrenome
3. apurado.............. apressado
4. berro................... agrião
5. borrar.................. apagar
6. cena................... ceia
7. contestar............ responder
8. cuello................. pescoço
9. embarazada........ grávida
10. jubilación............ aposentadoria
11. largo................... comprido
12. pronto................. logo
13. rato.................... momento
14. rojo.................... vermelho
15. rubio.................. loiro
16. sitio................... local
17. sobrenome......... apelido
18. taller................... oficina
19. taza.................... xícara
20. zurdo.................. canhoto.
 

Conhecendo as Maiores Megalópoles do Mundo

 

(Foto a cidade de São Paulo)


Megalópoles Milhões de habitantes

1. Tóquio ( Japão ) .................... 35,2
2. Cidade do México ( México )... 19,4
3. New York ( Estados Unidos )... 18,7
4. São Paulo ( Brasil ) ................. 18,3
5. Bombaim ( Índia ) ................... 18,2
6. Nova Déli ( Índia ) ................... 15,o
7. Xangai ( China ) ...................... 14,5
8. Calcutá ( Índia )........................ 14,3
9. Jacarta ( Indonésia ) ............... 13,2
10. Buenos Aires ( Argentina ) ..... 12,6

Fonte: Os 10 mais, 2.008
 

 CONHECENDO AS CRATERAS

 



Cratera é uma depressão fechada, basicamente circular, na superfície terrestre ou de um planeta, ou satélite, causada por erupção vulcânica ou impacto de meteorito.
A. Crateras vulcânicas. Em geral, têm formato de cone ou funil. Pode ser central quando aparece no cume de um vulcão; ou adventícia quando surge nos flancos. Algumas crateras podem atingir grandes dimensões, como por exemplo a do Pichincha ( Equador), que tem 1.600 metros de diâmetro. Outras crateras, principalmente de vulcões extintos, podem transformar-se em lagos, devido ao acúmulo de águas de chuva.
B. Crateras de impacto. São causadas por meteoritos, geralmente largas e rasas. A borda é íngreme no lado interno, mas suave ou inexistente no lado de fora.
Em virtude da erosão, poucas crateras de meteoritos sobrevivem por muito tempo, como a cratera do Arizona ( Estados Unidos ); mas na Lua, onde não
há atmosfera e, portanto nem erosão, milhões delas permanecem preservadas. Também foram localizadas em grande número em Mercúrio, Marte, Vênus e na maioria dos satélites.
Crateras vulcânicas, tais como as encontradas na superfície da Terra, também existem na Lua, em Marte e em Vênus.
 

 CONHECENDO AS ASSOCIAÇÕES BIOLÓGICAS

 


Nenhum organismo vive isolado na natureza, e sim relacionado não só com outros da mesma espécie como de espécies diferentes, com os quais está em cooperação ou competição. A interdependência de animais e vegetais e suas relações com o ambiente conduzem a vários tipos de associações.
A reprodução sexual, a cadeia alimentar, a proteção individual, etc. levam à formação de agrupamentos sociais diversos. A simples reunião de vários organismos em local restrito não constitui uma associação, e sim uma população. Entretanto, quando se estabelecem relações recíprocas de interdependência entre os seres envolvidos e o meio físico, temos uma biocenose.
Em uma biocenose, as relações entre os indivíduos são de vários tipos. Pode haver relações de nutrição ( comedores e comidos ), relações de competição, etc.
Pode haver também relações privilegiadas entre indivíduos da mesma espécie, quer fixos - colônias, quer livres - agregações; ou ainda, entre indivíduos de espécies diferentes - simbiose, comensalismo, parasitismo.
As colônias são constituídas por grupos de indivíduos da mesma espécie que vivem associados por muito tempo. As colônias podem ser formadas por : a) organismos unicelulares - maioria das bactérias; b) organismos pluricelulares - maioria dos fungos.
As agregações são associações de organismos livres, nas quais há individualismo perfeito, isto é, cada indivíduo trabalha para si. Exemplo: nuvem de gafanhotos.

 

CONHECENDO AS ÁRVORES
 
 


Dá-se o nome de árvore a toda planta lenhosa, perene, de grande porte ( mais de 4m de altura ), com caule bem definido chamado tronco. O tronco pode não ter ramos, como nas palmeiras, ou ramificar-se e formar uma copa geralmente arredondada, com ramos ( ou galhos ) e folhas. Flores e frutos são produzidos nos ramos
Quando as árvores crescem muito juntas, como nas florestas ou nas plantações florestais, tendem a crescer mais no sentido vertical. Em lugares abertos, porém, desenvolvem-se mais os ramos horizontais.
As árvores mais altas são as sequóias que chegam a atingir 100 metros de altura, nas regiões de clima temperado; mas algumas espécies de eucalipto, na Austrália, chegam a alturas semelhantes.
Nas regiões de clima temperado predominam as Coníferas ( pinheiro, cedro, sequóia, etc. ). Nas regiões de clima tropical, como o Brasil, predominam as Dicotiledôneas ( figueira-branca, jacarandá, seringueira, etc. ).
As árvores desempenham, sobretudo quando reunidas em comunidades florestais, importante papel na manutenção do equilíbrio ecológico, oferecendo abrigo e alimentos para a fauna silvestre e protegendo o solo contra a erosão.
Além disso, fornecem produtos úteis, como madeira, lenha, polpa para papel, etc.
Muitas árvores são frutíferas, sendo cultivadas para essa finalidade ( mangueira, laranjeira, macieira, etc. ); outras são ornamentais, sendo empregadas em paisagismo ( palmeiras, ipê, flamboiã, etc. ).
 

 CONHECENDO AS PLANTAS CÍTRICAS

 



Citros ou plantas cítricas é a designação usual de diversas espécies frutíferas pertencentes ao gênero Citrus, típicas das regiões tropicais e subtropicais, como laranjeira e limoeiro.
Os citros são árvores de porte médio ( 4 a 8m de altura ), com ramos espinhosos , folhas aromáticas e persistentes. Abrangem várias espécies e muitas variedades, algumas delas produzindo frutos muito apreciados e de alto valor alimentar, ricos em vitamina C. Destacam-se os seguintes grupos:
1. Laranjas doces, divididas em: a) com frutos normais - laranja-lima, laranja-pera, piralima, etc.; b) com frutos de umbigo - laranja-bahia, laranja-baianinha, etc.
2. Limões: limão-galego, limão-tahiti, etc.
3. Tangerinas: laranja-cravo, poncã, mexerica, etc. ( frutos de casca solta ).
4. Limas: lima-da-Pérsia, lima-de-umbigo.
5. Pomelos ou " grape-fruits " : frutos grandes, suculentos, de casca grossa.
6. Cidras: redonda, comprida.
7. Laranjas azedas: laranja-da-terra, bergamota. Utilizadas na fabricação de doces.
 
Veja ! Dicas de Churrasco, Oscilações Climáticas, Curiosidades, Cortes de Frango, Leite, Plantas Trepadeiras, Cipós e Lianas, Plantas Caducifólias e Perenifólias, Conhecendo a Eletricidade... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Ter, 14 de Outubro de 2014 08:41

PARA REFLEXÃO

                               Anuncio de Venda de um Sítio

 

Sereno-da-noite_1490

O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua: Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. 

Será que o senhor poderia redigir o anúncio para o jornal? Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu. 

" Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. 

A casa banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda". Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio. Nem penso mais nisso, -disse o homem- quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha! As vezes, não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás de miragens e falsos tesouros. 

Valorize o que você tem, a pessoa que está ao seu lado, os amigos que estão perto de você, o emprego que Deus lhe deu, o conhecimento que você adquiriu, a sua saúde, o sorriso, enfim tudo aquilo que nosso Deus nos proporciona diariamente para o nosso crescimento espiritual. Tenha um Bom Dia nesta terça-feira 14 de outubro!

 

Duas viradas e pronto: no ponto

Carne de boa qualidade, sal grosso e grelha com fogo controlado. Depois, é só deixar sete minutos de um lado, do outro, e servir


Editora Globo

"Eu já fiz churrasco no meio do mato, usando galho de árvore como espeto, e ficou bom”, diz Sylvio Lazzarini Neto, especialista em carnes e proprietário dorestaurante Varanda Grill, em São Paulo. A simplicidade com que ele descreve o preparo rústico, em uma ocasião inusitada, parece ser mesmo o que melhor define a origem e o ato de assar uma boa carne na brasa

O surgimento da técnica – ou seria do evento, ou do alimento? – não é claro. Uma coisa é certa: o domínio do fogo na pré-história mudou tudo, inclusive o prazer de comer. Após uma exaustiva caçada, não seria merecido devorar uma carne macia? Com a percepção de que o processo tornava o alimento agradável, o homem não parou mais de convocar o grupo para uma reunião em torno da fogueira e do assado. 

Churrasco é simples. Você pode até requintar o ambiente com música clássica, grandes vinhos, mas o que vai prevalecer é a turma reunida ao redor do fogo, a carne queimando, o som que você está ouvindo... É isso que importa”, conta Sylvio. Essa é a filosofia que o orienta em seu restaurante, onde também segue algumas dicas para que o que serve fique ainda mais saboroso. Com elas, fica fácil transformar o churrasquinho caseiro em um sucesso de churrascaria. 

A primeira coisa, segundo ele, é comprar boa matéria-prima. “É uma regra sem exceção”, afirma. “Não existe um churrasco de alto nível com uma carne mais ou menos.” Deixar o supermercado de lado ou mesmo o açougue do bairro e apostar em uma boutique de carnes, especializada em cortes específicos para o preparo, pode ser uma boa. Além disso, de acordo com o empresário, o preço compensa. “Muitas vezes, sai pelo mesmo valor do mercado ou até 20% mais barato.” Procurar um fornecedor confiável, que ofereça carne de qualidade, é garantir grande parte do resultado. “O Brasil já evoluiu bastante e a pecuária de 2012 é muito diferente da de 20 anos atrás. Então, é possível encontrar carne especial”, ensina Sylvio. 

Fique atento à cor do produto, que indica saúde e deve ser de um vermelho-cereja, além da quantidade de sangue na embalagem. Quanto mais líquido fora da carne, mais se perde a suculência na hora do churrasco. Outro ponto é o ponto. “Bem passada é quase uma ofensa à carne”, brinca o especialista. Mas ele diz que é uma escolha: 80% dos consumidores preferem ao ponto, 10% preferem mal passada e 10% além do ponto, bem passada ou não têm preferência. 

chef Fábio Lazzarini, filho de Sylvio, voltou há poucas semanas de uma temporada na Itália, onde aprendeu novas técnicas, mas é a carne na grelha sobre o carvão que não deixa erro, ele garante. “Grelhasim, porque no espeto tem o inconveniente de furar a carne, fazendo com que se perca o suco pelo furo. Entretanto, para peças grandes e churrascos de proporções maiores, o espeto é o mais indicado”, afirma Fábio. 

“O ideal é sempre usar churrasqueira com carvão. A elétrica até pode ser utilizada em apartamento, mas não dá o gostinho de churrasco. Nada substitui o cheiro e o sabor do preparo tradicional.” No caso da grelha, o ideal é cortar bifes – no sentido contra a fibra – de dois dedos de altura e colocar para assar. “O segredo é fazer duas viradas. Deixe de cinco a sete minutos de um lado e vire. Depois, mais cinco a sete minutos do outro, e aí você vai perceber que a carne começa a soltar um líquido na superfície, isso quer dizer que está na hora de tirar e servir”, explica. 

Sobre o preparo antes de ir para o fogo, pai e filho concordam: o corte comprado resfriado no mercado não deve ser congelado. Mantenha na geladeira, mas sem congelar. Se ela veio congelada do frigorífico, não tem problema. “Uma coisa é congelar a carne quando ela está na unidade frigorífica, quando é feito um processo a 40 °C negativos. Em casa, o congelamento no freezer é lento e isso compromete a textura e o sabor final”, diz Sylvio. 

Na hora de temperar, é importante manter a simplicidade. Para Fábio, apenas sal é o suficiente. O tempero de um dia para o outro, que é conhecido por dar mais sabor à carne, não funciona para o preparo. No livro A Culinária da Carne e o Churrasco Brasileiro, Sylvio até brinca com o tema. “Lembro-me dos meus primeiros churrascos temperados de um dia para outro, com bifes ‘emborrachados’. Estes, na verdade, só prestavam para matar a fome e serviam como motivo de gozação dos gaúchos, há muito tempo acostumados a comer churrasco com sal grosso”, conta na publicação. Fábio recomenda também temperar com flor de sal, se possível, que é mais delicado e suave e não mascara o sabor, mas é um detalhe a mais. No geral, o que deve ser utilizado, ele diz, é sal grosso moído sobre a carne e pronto. 

Carnes exóticas não são muito bem quistas para preparo com a técnica. São mais exigentes no cozimento e pedem modos de preparo específicos. Para Sylvio, o javali é aceitável, mas deve ser criado em cativeiro, pois rende um sabor melhor. Cabrito e cordeiro são cada vez mais solicitados e os bons cortes para churrasco são pernil, paleta e carré. Já os melhores cortes de bovinos para churrasco são da região lombar do animal. “O bife de chorizo, o bife ancho... A região lombar tem 13 vértebras, seis ficam no filé da costela e sete no filé do lombo. Essas são as principais. Depois vêm a picanha, a alcatra, a maminha e a fraldinha”, explica Sylvio, deixando a sensação de que, se feito em churrasco, qualquer um dos cortes é irresistível.

 

Editora Globo

 

 

As oscilações climáticas prejudicam o produtor rural brasileiro

 


As alterações do clima atribuídas à ação do homem, somadas à urbanização crescente e desordenada, são apontadas como as causas principais das oscilações climáticas. Conhecer, portanto, a dimensão disso é essencial para a adoção de medidas que possam contribuir para evitar impactos econômicos negativos à agropecuária brasileira.  No Brasil, desastres como enchentes no Sudeste, a seca no Sul e no Nordeste, para citar os mais recentes episódios, ocorridos entre o final do ano passado e ao longo de 2012, acenderam o sinal de alerta do Ministério da Agricultura, que mobilizou seus departamentos para tratar do assunto considerado prioridade.

 O aumento da frequência e da intensidade dos eventos climáticos extremos no País elevou o patamar do debate sobre como minimizar esses impactos sobre a produção agrícola e pecuária brasileira. Por isso, o governo criou o Grupo de Trabalho para monitorar as adversidades climáticas e fornecer informações antecipadas aos agentes do agronegócio brasileiro.

“Vamos subsidiar as decisões dos produtores rurais em relação às intenções de plantio, por exemplo, contratação de seguro agrícola e aquisição de crédito rural. Queremos assim minimizar os impactos que podem ser gerados pelas adversidades climáticas”, salientou o secretário da SDC, Caio Rocha.

Com a ação, o governo espera reduzir o crescente volume anual de recursos despendidos nas respostas a esses acontecimentos e, posteriormente, no apoio para a recomposição do mercado impactado por inundações, alagamentos, estiagens, erosões, vendavais, entre outros fenômenos da natureza. Além dos servidores da SDC, integram o GT dois servidores do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), dois servidores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e um servidor da Secretaria de Política Agrícola (SPA). O GT tem caráter permanente devendo entregar informações semanais sobre o tema até o dia 31 de dezembro deste ano.

 


Curiosidades
VARIEDADES 


Você sabia...?

... que, perto de parirem, as cabras e ovelhas afastam-se do rebanho?

... que no Nordeste, os animais são selecionados para carne, pele e rusticidade? Pois, a sobrevivência nas caatingas é exigência primordial.

... que a cabra ou ovelha urina entre 1,5 a 3,0% do peso corporal? Equivale a 1,0 ou 2,0 litros diários.

... que, perto de parirem, as cabras e ovelhas afastam-se do rebanho?

... que a cabra ou ovelha urina entre 1,5 a 3,0% do peso corporal? Equivale a 1,0 ou 2,0 litros diários.

... que o pedilúvio deve ser utilizado uma vez por semana no período de chuva? No período seco, uma vez por mês.

... que o tempo ocupado na ruminação equivale a três quartos do tempo total na alimentação de todo dia?

 

 

Ditado

- Guardando a língua, se guarda a concórdia.

- Caxumba nos pescoço dos outros não dói.

 

Provérbio

- Perder dinheiro é perder pouco, perder confiança é perder muito, mas perder a coragem é perder tudo, por­que perderá a si mesmo. Portanto, mantenha a coragem como o bem mais precioso da vida. Dinheiro não é tudo, nem o mais importante da vida. Ele deve vir naturalmente a você, como fruto do seu trabalho honrado.(Masutatsu Oyama)

 

Vocabodário

Corna - Espécie de meio bastião, nas fortificações. O mesmo que corno. Chavelho de boi, aplicado a recipiente de líquidos ou comestíveis e a outros usos. Colher de ponta de cabra. Buzina, para convocar assembleia local. Espécie de meia lua, feita de tecido consistente, e com que se conservavam erguidos os penteados. (De corno).

Enchiqueirado: Animal que está sem contato com fêmea.

 

Cortando e Separando as partes do Frango



Você sabe fazer isso? Não? Você conhece as partes do frango? Não? Então vem cá que eu vou te ensinar!




Separe o material: Uma faca MUITO BOA, uma tábua de corte e uma tigela para colocar os pedaços. A seguir, retire o frango do pacote. Abra as suas pernas e retire um pacotinho que vem dentro, contendo pés,  pescoço, moela, fígado e coração!
Abra o pacotinho e coloque as carnes na tigela - antes, retire a traqueia do pescoço. 

A maneira clássica de cortar o frango ou galinha consiste em dividir a ave segundo sua própria anatomia, separando-a pelas juntas. Não é preciso força, serrar, usar o martelo.  Antes de cortar, procure sentir exatamente o ponto de junção dos ossos, onde será dado o talho.

A seguir, corte as laterais no sentido de onde estava a coxa para os ombros. Separe-o em duas partes: peito e costas. 

Pegue as costas pelas duas extremidades e mexa-a. Você vai ver que tem um lugar que as costas tem uma maleabilidade. Ali você a corta, dividindo-a em duas partes. Ainda nas costas, Divida de novo a parte de baixo ao meio.
Tudo o que for sendo cortado, vá colocando na tigela.

Pegue o peito. Retire TODA  a sua pele. Jogue-a fora...ela só faz mal!!! Ou mantenha-a nele se seu objetivo for assá-lo. Seguindo...Depois de retirar a pele, Passe os dedos por cima e sinta o osso do meio. Ao lado deste osso, bem coladinho , no sentido longitudinal você vai cortar os bifes do peito do frango - dos dois lados do peito.  Tire com o máximo de carne que conseguir. Coloque na tigela. Guarde o Osso do peito. Dá caldo. 

Então, agora vamos separar: 

* Coloque em saquinhos separados e CONGELE - se o frango for RESFRIADO ( se já tiver sido congelado antes, ATENÇÃO: NÃO PODE SER CONGELADO DE NOVO!!!):

1 - Coxas  (assados, molhos, cozidos...)
2 - Sobre-cochas (assados, molhos, cozidos...)
3 - Asinhas - Sem as pontas (assadas, molhos, cozidos,...)
4 - Peito inteiro ( sem osso) ou fatiado em bifes (bifes, cozidos, assados, sopas,...)
5 - Costas, pontas das asinhas, pescoço,  pés - e cabeça, se quiser (sopas e caldos)
6 - Miúdos ( moela, coração, fígado)  ( Sopas, molhos e caldos)

 

Além de cálcio: Leite auxilia o desenvolvimento do sistema nervoso

 

A Bebida ajuda o organismo a processar açúcares e ácidos graxos
Todo mundo sabe que o leite é o alimento natural com a maior concentração de cálcio - mineral essencial para a formação e a manutenção da integridade dos ossos, o que acontece da gestação até cerca dos 25 anos. Depois disso, o cálcio é necessário para manter a integridade dos ossos. O que poucos sabem que o consumo da bebida auxilia ainda no desenvolvimento do sistema nervoso. 

  Por ser rico em riboflavina, o leite é um importante aliado do organismo para que as atividades nervosas sejam realizadas. 

— O leite integral, por exemplo, é um bom fornecedor de energia para as atividades do dia a dia — explica. 

  Especialistas ressaltam ainda que o hábito de beber leite precisa ser estimulado nas crianças pelos pais. 

— O é ideal é que as crianças bebam três copos diários de leite, o que atende a 25% das suas necessidades diárias de calorias — revela. 

  O cálcio do leite, em função de sua forma química e da presença da lactose, é mais facilmente absorvido pelo organismo do que em outros alimentos. 


Conheça outros benefícios da bebida: 

:: Proteínas: importante por numerosas funções orgânicas: vital para o desenvolvimento cerebral e crescimento dos tecidos corpóreos; 

:: Vitamina A: mantém a normalidade da visão e da pele. Ajuda a regular o crescimento das células e integridade do sistema imune; 

:: Vitamina B12: essencial para o crescimento e saúde do sistema nervoso. Ligada à atividade normal do ácido fólico e envolvida na formação do sangue; 

:: Vitamina D: promove a absorção do cálcio e fósforo, e influencia a mineralização óssea, o fortalecimento dos ossos; 

:: Potássio: regula o equilíbrio dos fluidos corporais e pressão sanguínea. É necessário também para a atividade muscular e contrações; 

:: Fósforo: ajuda a gerar energia nas células do corpo e influencia a mineralização óssea, o fortalecimento dos ossos; 

:: Niacina: mantém o funcionamento normal das enzimas e ajuda o organismo a processar açúcares e ácidos graxos. É importante também para o desenvolvimento do sistema nervoso.

 

 

Conhecendo as Plantas trepadeiras

 

Planta trepadeira ou escandente é a denominação que se dá às plantas que crescem apoiando-se em um suporte qualquer, inclusive em outras plantas.
Certas trepadeiras possuem gavinhas, que são folhas ou ramos modificados, as quais permitem a fixação ao suporte; elas crescem formando espirais que se enrolam no suporte. Exemplos: videira, ervilha, chuchuzeiro, etc.
Outras trepadeiras possuem raízes adventícias, que se fixam até em muros e paredes, como a hera. Outras ainda, possuem o caule volúvel, isto é, que cresce dando voltas em torno do suporte, como os cipós ou lianas.
Os cipós são plantas herbáceas ou arbustivas pertencentes a várias famílias botânicas, de pequeno e médio porte, geralmente fibrosas. Encontram-se frequentemente nas florestas tropicais, pendentes ou enroscadas nas árvores. 
Existem centenas de espécies, podendo ser anuais ou perenes.
Algumas plantas trepadeiras são parasitas de outras plantas, como o cipó-chumbo. O guaranazeiro é um arbusto trepador, primitivamente encontrado na floresta amazônica.Muitas trepadeiras possuem belas flores, sendo empregadas como plantas ornamentais, tais como: maracujá, alamanda, glicínia, primavera, etc. O maracujá, por exemplo, além de lindas flores, produz frutos muito apreciados.


Esclarecendo algumas dúvidas

 


a) Por que o Brasil é chamado " terra dos papagaios?
A explicação é a seguinte: o navio que levou a notícia do descobrimento ao rei de Portugal, Manuel I, foi carregado de objetos, plantas e animais da região. Entre os bichos, os que mais chamaram a atenção da corte foram os papagaios. Por isso, o Brasil ganhou o seu primeiro apelido: " terra dos papagaios ".
b) Qual a origem do nome Amazonas?
Essa denominação foi dada pelo explorador espanhol Francisco de Orellana ao grande rio, em 1.541. Ao descer o rio, ele travou combate com uma tribo indígena da qual faziam parte várias mulheres guerreiras, que comparou às amazonas - mulheres lendárias da antiguidade, habitantes das margens do mar Negro. Assim, " amazonas " primeiro designou o rio, depois a região e, por fim, o estado.
c) Por que a Holanda é chamada " Países-Baixos " ?
A Holanda, nome que significa " país côncavo ", é também chamada " Países-Baixos " porque o seu território corresponde a uma grande depressão formada por extensas planícies, semelhantes a um grande delta onde desembocam os rios Reno, Mosa e Escalda. Sua altitude média não ultrapassa 45 metros, sendo que um quinto do território fica abaixo do nível do mar; são terras conquistadas ao mar mediante a instalação de " polders ", que são constituídos por um complexo sistema de diques, canais, drenos e bombas para a retirada de água.


Conhecendo cipós e lianas

 


A denominação cipó é aplicada às plantas sarmentosas ou trepadeiras, isto é, capazes de crescer usando como suporte os caules e demais partes de outra planta de crescimento ereto. Por lianas são conhecidas os cipós de consistência lenhosa, embora alguns autores as considerem como qualquer vegetal que, enraizado no solo, pode expandir a sua folhagem em condições de luminosidade favoráveis, longe do solo, por meio de ramos longos e flexíveis.
O fato de a liana ou cipó escorar-se em outras plantas é mera questão de disponibilidade, porquanto em situações diferentes podemos encontrá-los alçando-se sobre rochas, ou suportes propiciados pelo homem, como pérgulas e caramanchões.
Mais de 90% das lianas e cipós ocorrem nas florestas tropicais, principalmente na floresta Amazônica.
Algumas famílias vegetais apresentam-se muito ricas em lianas e cipós, como a das Bignoniáceas, na qual se destacam duas trepadeiras muito conhecidas: o cipó-de-são-joão e o cipó-cravo. Na Amazônia destaca-se o guaranazeiro. Algumas espécies possuem propriedades medicinais, como o cipó-azougue e o cipó-cabeludo. 
Há também o cipó-chumbo, do gênero Cuscuta, desprovido de clorofila e que, por essa razão, vive como parasita de outras plantas.

Conhecendo as plantas caducifólias e perenifólias

 


Denominam-se plantas caducifólias aquelas que derrubam as folhas no inverno ou na estação seca; e plantas perenifólias ou sempre-verdes as que mantêm, permanentemente, folhas verdes.
Nas regiões onde há uma estação muito fria, com inverno rigoroso, alternada com estação quente, a maioria das plantas perde as folhas no outono, antes da chegada do inverno. Passam esta estação em repouso, num estado de dormência. Chegada a primavera, brotam e retornam à atividade, com novas folhas que perduram no verão e parte do outono, em cujo término caem. Porém, nessas regiões há plantas que persistem sempre-verdes, isto é, não perdem as folhas no inverno. São , em geral, coníferas, de folhas duras e aciculares, como os pinheiros.
Nas regiões tropicais não há essa nítida distinção de estações, pois as temperaturas não são, em geral, muito baixas. Assim, a maior parte das plantas 
pode ter folhagem sempre verde, como a laranjeira. Contudo, na caatinga do Nordeste Brasileiro, a maioria das plantas são decíduas ou caducifólias, isto é, derrubam as folhas. Mas, neste caso, a queda das folhas não é causada pelo frio, e sim pela falta de água no solo.
Nos demais tipos de vegetação, as plantas não derrubam todas as folhas de uma só vez. Persistem sempre enfolhadas, sendo chamadas sempre-verdes. É que renovam suas folhas paulatinamente, substituindo as folhas velhas que caem, por outras folhas novas.
Dentre as espécies nativas, por exemplo, são perenifólias : pau-brasil, figueira-branca, pinheiro-do-paraná, etc.; são caducifólias: paineira, jequitibá, ipê,etc.

Conhecendo a Eletricidade

 


Eletricidade é o termo coletivo para manifestações de cargas elétricas e efeitos que elas produzem quando se deslocam como corrente elétrica. Há dois tipos de carga, formados por partículas sub-atômicas: a) prótons, de carga positiva; b) elétrons, de carga negativa. 
Um corpo está carregado positivamente quando apresenta excesso de prótons, ou seja, deficiência de elétrons; e está carregado negativamente quando apresenta excesso de elétrons. As cargas elétricas apresentam mobilidade, movimentando-se através de condutores metálicos.
Costuma-se atribuir às cargas elétricas dois tipos de efeitos: a) efeitos estáticos, isto é, que não envolvem deslocamentos de cargas e que se caracterizam pelas ações de campos elétricos; b) efeitos dinâmicos, com deslocamento de cargas e caracterizados pelas correntes elétricas.
O que chamamos corrente elétrica nada mais é do que um movimento de elétrons, de um lugar onde haja maior quantidade de elétrons para outro com menos elétrons.
A eletricidade pode ser produzida por vários processos: a) por atrito; b) por contato; c) por variação de temperatura; d) por radiação; e) por usina hidroelétrica, etc.
Os fenômenos devidos à eletricidade são muito numerosos, estando presentes nos circuitos de nossas casas: a) acionando as máquinas domésticas , como a enceradeira, o liquidificador, a geladeira, etc.; b) aquecendo a resistência do ferro elétrico e o filamento das lâmpadas incandescentes; c) aquecendo as válvulas dos receptores de rádio e televisão; d) produzindo as faíscas que provocam a explosão dos gases nos cilindros dos automóveis; e) acionando as inúmeras máquinas industriais; f) provocando fenômenos atmosféricos como raios, relâmpagos e trovões; etc.
 
Veja ! Conhecimentos Gerais em : Satélites Artificiais, Propagação de Plantas, Meios de Comunicação, Animais na Defenciva e Ofenciva, Pigmentos dos Organismos, Caule das Plantas, Plantas Epifitas e trepadeiras, Definições, Frutos Botanicamente... PDF Imprimir E-mail
Escrito por Lívio Chaves   
Seg, 13 de Outubro de 2014 07:26

Conhecendo os Satélites Artificiais

 




              Satélite natural, ou simplesmente satélite, é todo corpo celeste que gira em torno de um planeta. Exemplo: a Lua, que gira ao redor da Terra.
             Satélite artificial é um engenho feito pelo homem e lançado para gravitar em torno da Terra, da Lua, ou de outro astro.
            O lançamento de um satélite artificial requer, basicamente, duas operações: a) elevação, por meio de um foguete; b) colocação em órbita, que depende de atingir velocidade adequada para contrabalançar a força de atração  do astro em torno do qual deve girar.          
Equipados com emissores e receptores de dados, os satélites artificiais são empregados para duas finalidades principais: a) científica ou coleta informações sobre a atmosfera ou sobre os astros ao redor dos quais orbitam; b) tecnológica ou de aplicação, utilizando os dados obtidos para previsão do tempo, cartografia, telecomunicações, navegação, estudo dos recursos naturais da Terra, etc.
            A esses tipos básicos devem ser acrescentados os satélites do observação ou satélites- espiões.
       Quando os satélites são tripulados, recebem o nome de sondas espaciais. Quando são de grandes dimensões e destinados a permanecer em órbita por longo tempo, são chamados de estações orbitais ou estações espaciais.
Quando destinados à exploração do espaço interplanetário, são denominados astronaves ou sondas espaciais.
         Os Estados Unidos e a Rússia são os países que lançaram maior número de satélites artificiais. O primeiro satélite - Sputnik I, foi colocado em órbita 4/10/1957, pela Rússia. O
primeiro satélite tripulado - Vostok I, também foi lançado pela Rússia, em 12/04/1961. levando a bordo o major Iuri Gagarin.
 

Conhecendo os Métodos de Propagação de Plantas

 



Entende-se por propagação de plantas os processos de multiplicação das espécies vegetais. A propagação é feita natural ou artificialmente ( pelo homem ). A eficiência dos métodos naturais é comprovada pelo fato de que por toda parte encontram-se plantas crescendo  e multiplicando-se livremente. Dos métodos naturais, o mais geral é, sem dúvida, a propagação por sementes. As plantas inferiores geralmente e propagam por meio de esporos.
      A propagação artificial é feita pelo homem com as plantas cultivadas, cujos métodos podem ser divididos em dois grupos: a) propagação sexuada; b) propagação assexuada.
      A propagação sexuada é feita por meio de sementes, que são distribuídas diretamente em covas ou sulcos e cobertas com terra. Este método é utilizado para os cereais ( trigo, arroz, milho, etc. ), leguminosas ( soja, feijão, amendoim, etc. ), mamão, tomate, etc. Outras plantas são semeadas em viveiros, com o objetivo de formar mudas que, posteriormente, são transplantadas para o local definitivo, como é o caso do cafeeiro, eucalipto, pinheiro, etc.
       Quando se deseja preservar uma qualidade instável ou híbrida, recorre-se á propagação assexuada, que emprega métodos vegetativos, ou seja, que utiliza partes da planta ( estacas, bulbos, tubérculos, rizomas ou pedaços de caules ). Quando esses órgãos são difíceis de enraizar ou quando se deseja uma floração e frutificação precoces, recorre-se á enxertia.
        Exemplos de propagação: a) por  estacas: cana-de-açúcar ( toletes ), mandioca  (manivas ); b) por tubérculos: batatinha, dália; c) por bulbos: cebola, lírio; d) por pedaços de rizoma ( filhotes ): bambu, bananeira; e) por estolões ( brotos laterais do caule ): gramas, morangueiro; f) ramas: batata-doce.
       A enxertia é geralmente utilizada para: laranjeira, videira, roseira, etc.
 

Conhecendo os Meios de Comunicação
 
 


Comunicação é a transmissão de mensagens ou informações entre duas ou mais pessoas, ou entre dois sistemas: um que transmite ( jornal, rádio, televisão, etc. ) e outro que recebe a informação (destinatário ou público ).
           Meios de comunicação, também chamados canais ou veículos de comunicação, são
os condutos através dos quais determinadas mensagens atingem seus destinatários.
            A transmissão e recepção de informações por meio de fios, rádio, eletricidade, luz ou microondas recebe o nome de telecomunicação.
           O desenvolvimento dos meios de comunicação é um dos fatores básicos para o progresso da civilização. Como tantas outras conquistas do homem, as comunicações são causa e efeito do progresso humano.
          O processo de comunicação consta, basicamente, de quatro componentes: a) fonte ou emissor; b) veículo ou canal; c) mensagem ou informação; d) destinatário ou receptor. 
           Os veículos de comunicação variam muito, podendo ser a voz humana, um filme, um jornal, um programa de rádio ou televisão,  um cartaz de rua, um livro ou revista, etc. Cada tipo de veículo ou meio de comunicação utiliza, para atingir os destinatários, um tipo de linguagem ou código. Uma pessoa falando utiliza sua imagem e voz; o filme estiliza e recria a imagem e a voz humana, dentro de novas convenções; a televisão também utiliza a figura e a voz humana; o jornal e o livro utilizam palavras escritas; um cartaz de rua comunica-se através de imagens e palavras escritas.
            Cada sistema de transmissão de informações usa um código que a fonte transmite e o destinatário, devidamente condicionado, descodifica para entender a mensagem. Os códigos e veículos mais facilmente perceptíveis são aqueles que mais se aproximam da natureza: as figuras e os sons que estão à nossa volta.
          À medida que o homem progredia, foram sendo inventados novos meios de comunicação e códigos mais requintados. Assim, depois de inventar a linguagem e a imprensa, o homem passou a utilizar jornais e revistas. Depois vieram o sistema postal (correio), telégrafo  e telefone; a seguir, vieram o cinema, a radiodifusão e a televisão. Finalmente, entre os sistemas modernos de comunicação, destacam-se os computadores e os satélites artificiais.


Conhecendo os animais com adaptações Defensivas  e Ofensivas

 




    
  A luta pela vida obrigou muitos animais a desenvolverem adaptações ofensivas e defensivas. Na verdade, a eficiência no ataque e na defesa é uma necessidade básica para a sobrevivência dos animais.
         Distinguem-se três formas de ataque defesa, a saber: a) estruturas físicas especializadas; b) especializações menos evidentes; c) comportamento.
                a) Estruturas físicas especializadas: 1) para ataque   - garras e dentes: felinos ( leão, tigre, onça, etc. )
                 - garras e bicos curvos: aves de rapina ( gavião, águia, falcão, etc. )
                 - chifres: boi, búfalo, carneiro, etc.
                 - presas: elefante, javali, morsa, etc.
                 - ferrão: abelha, vespa, escorpião
                 - língua pegajosa: camaleão, tamanduá, etc.
                 - órgãos golpeadores: cauda ( lagarto ), tromba ( elefante )
                  2) para defesa:
                   - carapaça: tatu, jabuti, tartaruga
                   - concha: caracol, caramujo, ostra
                   - espinhos: ouriço, porco-espinho
                   - pêlos urticantes: taturana ou bicho-de- fogo
                   b) Especializações menos evidentes
                    1) para ataque:
                     - glândulas produtoras de veneno: aranha, escorpião, cascavel,etc.
                     - músculos constritores ( para estrangulamento ): jibóia, sucuri,etc.
                     - órgãos sugadores de sangue: morcego, sanguessuga, barbeiro ou chupança
                     2) para defesa:
                      - glândulas produtoras de substâncias repelentes: cangambá, zorrilho
                      - camuflagem: certas borboletas, girafa, leopardo,etc.
                      - mudança de cor ( para confundir-se com o ambiente ): camaleão
                     c) Comportamento
                  1) táticas de ataque:
                      - emboscada, para surpreender a presa: felinos
                      - ataque em grupo: formiga- correição, piranha, leão, lôbo, etc.
                      2) táticas de defesa:
                       - dar coices: cavalo, boi, zebra
                       - fugir correndo: maioria dos animais quando ameaçados
                       - levantar voo: insetos com asas, aves voadoras
                       - entrar na toca: coelho, rato, tatu
                       - subir em árvore: animais arborícolas: macacos, esquilo,raposa,etc.
 
 

Conhecendo os Pigmentos dos Organismos
 
 

Os pigmentos são substâncias corantes de natureza diversa, na maioria dos casos proteínas, que exercem determinadas funções e dão coloração aos tecidos vegetais e animais.
São eles responsáveis pela profusão de cores no mundo vivo.
            Numerosas substâncias têm a propriedade de absorver ou refletir a luz solar em
diferentes comprimentos de ondas, provocando a sensação de cor. O pigmento mais abundante no reino vegetal é a clorofila - pigmento verde, que absorve os raios luminosos, principalmente os vermelhos, utilizando essa energia para realizar certas reações da fotossíntese. A seguir devem ser citados os pigmentos complementares das algas marinhas ( algas azuis, algas pardas, algas vermelhas, etc. ) - ficoeritrina, ficofeina,  ficocianina, etc. , que absorvem os raios luminosos não-vermelhos, únicos presentes nas profundezas dos oceanos e mares.
          Os carotenóides constituem, em ordem de importância, o segundo grupo de pigmentos vegetais. São pigmentos de côr vermelha, alaranjada ou amarela, cujo nome deriva da cenoura ( Dacus carota ), muito rica em caroteno.
Outros pigmentos deste mesmo grupo são o licopeno ( tomate ), a criptoxantina  ( frutas ), a zeaxantina ( milho ), a violaxantina ( mamão ) e  a xantofila ( frutas cítricas ). Os carotenóides ingeridos pelos animais são transformados em vitamina A.
          O terceiro grupo de pigmentos vegetais é o das antocianinas, corantes cujos tons vão do rosa suave ao púrpura, passando pelo vermelho-vivo. Portanto, são basicamente corantes ornamentais ( gerânio, papoula, etc. ).
          Dentre os pigmentos encontrados nos animais, destacam-se: a) melanina ( na pele ) - pigmento escuro; b) hemoglobina ( no sangue ) - pigmento vermelho. Este último desempenha papel importante no transporte de oxigênio desde o pulmão até as células do corpo.
 

Conhecendo o Caule das Plantas

 




As plantas superiores têm o corpo basicamente dividido em duas partes: a) sistema radicular, geralmente subterrâneo, que fixa a planta ao solo e absorve a água e os nutrientes nela dissolvidos; b) sistema aéreo, representado pelo caule juntamente com os ramos, portadores das folhas . O caule e suas ramificações estabelecem a necessária ligação entre as folhas  e as raízes .
         O caule e os ramos sustentam as folhas, assegurando-lhes a possibilidade de entrar em contato com a luz solar, essencial para a realização da fotossíntese; leva-lhes a seiva bruta, também chamada seiva mineral ou ascendente; e transporta em sentido contrário a seiva elaborada, também chamada seiva orgânica ou descendente, resultante da atividade elaboradora das folhas.
       Basicamente, a estrutura do caule apresenta, em corte transversal: a) casca ou tecido protetor; b) um sistema de transporte de seiva, constituído por tubos, distinguindo-se o lenho ou xilema que transporta a seiva bruta e  o líber ou floema que transporta a seiva elaborada; c) parênquima ou tecido de enchimento.

         De acordo  com suas diferentes características, distinguem-se vários tipos de caule: a) tronco - caule lenhoso e ramificado, como o das árvores; b) estipe - caule lenhoso e não ramificado, como o das palmeiras; c) haste – caule de pouca consistência e herbáceo, como o das ervas e trepadeiras; d) colmo - caule dividido em  gomos, que podem ser cheios ( cana-de-açúcar ) ou ocos  ( bambu ); e) bulbo - caule subterrâneo, armazenador de reservas alimentícias ( cebola ); f) tubérculo - caule subterrâneo ou aéreo, rico em reservas e brotos  ( batata ); g) rizoma - caule horizontal, geralmente subterrâneo, rico em reservas e que emite folhas  para cima e raízes pa-a baixo: h) estolho  - caule rastejante, capaz de formar, vegetativamente, outras plantas ( morangueiro ).

 

 

Conhecendo as Plantas Epífitas e Trepadeiras

 
 

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Epífitas (do grego " epi " = superfície + " fito " = planta ) é a designação dada às plantas que nascem e se desenvolvem sobre outras, porém sem parasitá-las. Portanto. são plantas autótrofas, isto é, capazes de produzir compostos orgânicos a partir de inorgânicos (fotossíntese ), ao contrário das plantas parasitas, que são heterótrofas ( incapazes dessa função ).
                 A água de chuva e os restos vegetais que se acumulam nas árvores de casca grossa, favorecem a formação de um estrato, principalmente de musgos, que permitem a sobrevivência das plantas epífitas.
                 As epífitas são comumente confundidas com parasitas, devido ao local se  encontram, porém, na verdade elas funcionam de maneira completamente diferente.
                 Entre as principais epífitas conhecidas têm-se as orquídeas e as bromélias (destas últimas existem também espécies terrestres). Alguns filodendros vivem, indiferentemente,  em árvores ou no solo, dependendo do local onde nascem.
                Trepadeiras é a denominação dada às plantas que crescem apoiando-se em um suporte qualquer, inclusive em outras plantas.Certas trepadeiras possuem gavinhas, que são caules ou folhas modificadas, que permitem a fixação ao suporte; algumas se agarram por meio de ventosas, enquanto outras, com caule volúvel, se enrolam ao redor do suporte.
               Geralmente as trepadeiras são plantas de jardim, mas também crescem em estado selvagem, como os cipós. Existem espécies  anuais e perenes. Nos dois grupos encontram-se exemplares com belas flores, como o maracujá, que produz frutos muito apreciados. Outra planta trepadeira muito conhecida é o chuchuzeiro. Algumas sobem até em paredes ou rochas, como a hera, que se fixa ao suporte por meio de pequenas e numerosas raízes que nascem, de espaço em espaço, ao longo dos seus caules. 
 

Definições incompletas

 



            Ilha - porção de terra cercada de água por todos os lados... ( menos por
cima ).
         Cão - melhor amigo do homem ... ( e também da mulher e das crianças ).
          Ladrão - amigo do alheio... ( e também do que é nosso ).
          Deputado - político eleito representante do povo no congresso para legislar
sobre as relações públicas... ( e também legislar em causa própria ).
           Lula - molusco marinho cefalópode... ( e também o Ex- presidente  do
Brasil ).
 

Conhecendo os Frutos Botanicamente

 



Do ponto de vista botânico, fruto é o órgão vegetal resultante do desenvolvimento  do ovário da flor, após a fecundação; e os óvulos contidos no ovário transformam-se  em  sementes.
     A parte essencial do fruto é, evidentemente a semente, responsável pela propagação das plantas superiores.
    O fruto é chamado deiscente quando se abre para liberar a semente madura  ( vagem do feijão ); e indeiscente quando não  se abre ( maçã ).
     Os frutos deiscentes e indeiscentes, por sua vez, subdividem-se em secos ( noz )  e carnosos ( mamão ).
       Os frutos indeiscentes secos podem ser dos tipos: aquênio, núcula, cariópse; os carnosos são: baga e drupa.
      Chama-se aquênio o fruto seco  e indeiscente em que a semente única se prende à parede do fruto em um só ponto ( girassol ).Quando a parede do fruto é lenhosa e o fruto pequeno, este  é chamado núcula ( noz, amêndoa ). O fruto denominado cariópse apresenta  a  semente soldada com a parede do fruto ( cereais ). As bagas são frutos carnosos indeiscentes, freqüentemente com várias sementes ( uva, tomate ). Já a drupa é um fruto carnoso com caroço  ( pêssego, manga ).
        Os frutos deiscentes seco são: folículo, legume, cápsula; os carnosos são representados pela cápsula carnosa.
       O folículo é um fruto seco deiscente que se abre pela sutura do único carpelo de que é formado, podendo conter uma ou mais sementes. O legume é semelhante ao anterior, com número variável de sementes ( vagem de feijão ). A cápsula  é um fruto deiscente, em geral  com várias sementes ( algodão ). A cápsula carnosa é típica das Cactáceas.
          Dá-se o nome de infrutescência ao fruto originado das diversas flores de uma inflorescência ( abacaxi, figo ); e de pseudo-fruto àquele que, procedente de uma única flor, tem desenvolvida qualquer outra parte que não o ovário; por exemplo, o pedúnculo, no caso  do caju.
           Popularmente, os frutos comestíveis são chamados de " frutas ".


Conhecendo os Animais com Barbatanas

 




Chamam-se barbatanas ou nadadeiras os órgãos membranosos de certos animais que lhes permitem nadar, isto  é, locomover-se na água. Alguns desses animais se deslocam nas águas do mar e outros, nas águas de rios e lagos.
    As barbatanas são órgãos típicos dos peixes, animais adaptados à vida aquática; mas também são encontradas em alguns mamíferos da ordem Cetáceos e nos pinguins.
    Nos peixes, conforme a sua localização, são denominadas: a) dorsais; b) peitorais; c) ventral; d) anal; e) caudal. Podem ser pares ( peitorais e ventrais ) ou ímpares ( dorsal, anal e caudal ). As nadadeiras pares e a caudal servem para  a propulsão, enquanto que as ímpares servem para direção e estabilização.
       Os cetáceos são mamíferos que têm as patas dianteiras transformadas em barbatanas, corpo pisciforme ( em forma de peixe ), sem patas traseiras e dotados de uma nadadeira caudal. Exemplos: baleia, orca, foca, golfinho, boto, etc.
         Os pinguins são aves marinhas, incapazes de voar, mas que podem nadar porque as asas se transformaram em  nadadeiras. Também podem se locomover em terra, usando as duas patas.
 

Conhecendo as Plantas Herbáceas

 




As plantas herbáceas ou simplesmente ervas são plantas não lenhosas, cujas partes aéreas vivem menos de um ano ( as partes subterrâneas podem ser perenes ), o que limita  o
seu tamanho. Compreendem grande número  de plantas cultivadas, com destaque para:
               a) Cereais - trigo, arroz, milho, aveia,centeio, cevada, etc.
               b) Plantas forrageiras - alfafa, capim-colonião, capim-jaraguá, capim-gordura, etc.
               c) Outras culturas - cana-de-açúcar, algodoeiro, mandioca, etc.
               d) Leguminosas - feijão, amendoim, ervilha, soja, etc.
               e) Hortaliças - tomate, batata, couve, repolho, etc.
               f) Floríferas - cravo, dália, lírio,  roseira,etc.

    Cabe mencionar também as chamadas ervas daninhas - que crescem em locais onde sua presença não é desejada, como entre as plantas cultivadas. As ervas daninhas prejudicam   cultura pela concorrência em água e nutrientes o solo. Exemplos: picão, carrapicho, caruru, tiririca, etc.

 

 
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