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Veja ! Tecnicas para Qualidade da Água, Rastreabilidade do Gado, Georreferenciamento dos Imoveis Rural, Fazendo um Bom Manejo e Estratégia de Cruzamento para Bovinos de Leite... PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 07 de Maio de 2015 08:49

 

Técnica simples e eficiente para melhorar a quantidade de água na propriedade

 

É a integração de barraginhas e lagos, uma técnica capaz de garante água em propriedades rurais.  Esse integração de barraginhas e lagos de múltiplo uso permite aumentar a disponibilidade de água nas propriedades rurais. O uso complementar das duas tecnologias sociais permite aos agricultores amenizar problemas causados por estiagens e ter reservatórios para irrigação, abastecimento ou criação de peixes.

O sistema de barraginhas consiste em construção de miniaçudes em áreas de pastagens, lavouras e beiras de estradas. Essas covas de captação de água de chuva ficam distribuídas na propriedade de modo que retenham as enxurradas, evitando erosões e amenizando enchentes. O sistema ajuda aproveitar, de forma eficiente, a água das chuvas irregulares e intensas. Ao barrar as enxurradas, as barraginhas darão tempo para que a água se infiltre no solo recarregando o lençol freático. A recarga do lençol freático abastece os mananciais, permitindo a revitalização de córregos; eleva o nível de cisternas e umedece o solo, podendo propocionar o aparecimento de minadouros.

O aproveitamento da maior quantidade de água disponível na propriedade pode se dar com o abastecimento de pequenos lagos. Os lagos são impermeabilizados com lona plástica, a construção é de custo baixo e podem ser utilizados como reservatório para irrigação de hortas, abastecimento de comunidades e como criatório de peixes.

 

 

Novo sistema de rastreabilidade e identificação do gado

 


Para garantir a qualidade e a origem da carne que chega à mesa do consumidor a Embrapa Pecuária Sudeste desenvolveu um sistema de rastreabilidade e identificação animal, o TAG Ativo. O sistema começa com a identificação do animal assim que ele nasce, por meio do brinco eletrônico, fixado na orelha do bezerro. Um sinal de radiofrequência ativa o brinco, que transmite o número do animal para um leitor portátil com memória para armazenar milhares de informações.

O sistema de identificação e rastreabilidade vai além da porteira, e funciona também no transporte dos animais. Ele pode ser lido com o caminhão em movimento, permitindo que o fiscal conheça todos os dados do transporte, como quantidade de animais, identificação de cada um, peso, idade, origem, destino, hora e data de embarque, além de informações do veículo.

O Tag Ativo, tecnologia patenteada para identificação e monitoramento do trânsito de animais, foi elaborado em parceria com a empresa AnimallTag. O dispositivo eletrônico substitui os documentos em papel exigidos no transporte de gado, como atestados de vacina. É um sistema de baixo custo, que automatiza o processo de fiscalização nos postos de controles da sanidade animal, mesmo em regiões afastadas, sem infraestrutura. Ele traz benefícios para o consumidor final e para o produtor - O manejo do gado fica mais fácil, e o pecuarista tem o seu produto valorizado -, além de colocar o Brasil numa posição mais competitiva.

 

 

Novos Prazos para o Georreferenciamento dos Imóveis Rurais

 


 
O Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (CNIR) foi criado pela Lei nº 10.267 de 28 de agosto de 2001, regulamentada pelo decreto 4.449 de 30 de outubro de 2002 que foi alterado pelo decreto 5.570 de 31 de outubro de 2005. Esta referida lei torna obrigatório o georreferenciamento do imóvel para inclusão da propriedade no CNIR, condição esta necessária para que se realize qualquer alteração cartorial da propriedade.

O georreferenciamento de imóveis rurais tem como principal objetivo a descrição dos limites e confrontações do imóvel, através da coleta das coordenadas de todos os vértices e georreferenciando-os ao sistema geodésico brasileiro com precisão posicional fixada pelo Instituto Nacional de Reforma Agrária - INCRA.

Este procedimento é obrigatório para os proprietários que detêm o domínio direto e útil dos imóveis rurais que desejarem realizar alterações cartoriais como desmembramento, parcelamento, remembramento, qualquer tipo de transferência ou em caso de utilização da propriedade para fins de financiamento e hipoteca.

As propriedades que não possuírem o georreferenciamento no prazo determinado em lei não poderão realizar qualquer transcrição de matrícula do imóvel. Além disso, as propriedades que não tiverem o georreferenciamento poderão ter seus imóveis incluídos na lista de imóveis passiveis de incorporação para ações de reforma agrária, de acordo com o item 1 do artigo 2º da Instrução Normativa do INCRA n°9 de 13/11/02.

Os prazos para realização deste procedimento em propriedades rurais com área inferior a 500 hectares foram prorrogados pelo Decreto nº 7.620/2011.

O decreto traz prazos diferenciados pelo tamanho dos imóveis rurais, tais como:

• Para os imóveis com área entre 250 a 500 hectares o prazo termina em novembro de 2013;

• Os imóveis com área de 100 a menos de 250 hectares são de treze anos expirando em novembro de 2016;

• O prazo é de dezesseis anos para os imóveis com área de vinte e cinco a menos de cem hectares, ou seja, até novembro de 2019;

• O maior prazo é dos imóveis com área inferior a vinte e cinco hectares, sendo necessário o georreferenciamento a partir de novembro de 2023;

Para os imóveis com área superior a 500 hectares não houve alteração nos prazos, permanecendo os mesmos fixados pelos Decretos nº 4.449/2002 e 5.570/2005. Ressalta-se que esses prazos já expiraram, ou seja, para qualquer alteração na matrícula desses imóveis é obrigatório o georreferenciamento do imóvel rural.
 
 
 
“Sou dono das minhas
 
ideias e não me permito andar por outras pernas”.

 
"Flexível sim, não manobrável"

 

 

 

Informações importantes para fazer um bom manejo de crias na ovinocaprinocultura

 

 

 

As boas práticas no manejo de crias de ovinos e caprinos devem começar com a atenção do produtor a partir do momento em que se confirma a gestação até a desmama dos filhotes, que necessitam de cuidados especiais. Essa atenção e cuidados são, sobretudo, quanto à alimentação e à higiene das instalações.

Ao fazer uso das boas práticas no manejo dos cordeiros e cabritos, o produtor ganha na redução da mortalidade e na proteção contra doenças, além de preparar o animal para ser mais produtivo e alcançar retorno financeiro mais consistente.

Mostra como práticas de manejo simples e de baixo custo podem aumentar a produtividade e a qualidade dos rebanhos, agregando valor à atividade e contribuindo para a melhoria do rebanho no país e para a saúde dos consumidores de derivados da ovinocaprinocultura.

 

 

 

 

 

 

Estratégia de Cruzamento Bovino de Leite


 
 
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