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Veja ! Reflexão, Fotossíntese e as Plantas, Aves Aquaticas e que Voam, Vegetação Brasileira, Curiosidade em um Ovo, Tuberculose, Doenças Entérias na Maternidade Suina, Consócio de Ovelhas e Plantações e Plantas Trepadeiras... PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Lívio Chaves   
Qua, 13 de Maio de 2015 23:30

 

Reinventar a roda ou não reinventá-la, eis a questão.

 

Tem-se falado sempre nesse negócio de “reinventar a roda”. Trata-se de um termo que é sempre trazido à baila quando o assunto é discutir a literatura de gênero nacional em comparação com a estrangeira. Usa-se normalmente quando surgem questões que tentam explicar porque um autor nacional não consegue nenhuma visibilidade lá fora ou porque esse mesmo autor nem deve tentar essa visibilidade.

“Quem vai conseguir ser notado lá fora se o que se faz aqui dentro é a reinvenção da roda?”

Ou seja, traduzindo:

“Se o que se faz aqui dentro é repetir a mesma fórmula consagrada lá fora, sem sequer extrapolá-la em originalidade?”.


O Brasil acabou de ver um extremo Sul ressequido, utilizando carros-pipa, beirando a tragédia social. Além dos ventos gelados, de períodos glaciais, também sofreu o arrocho dos preços internacionais da lã, crise da qual vem se recuperando lentamente. O Homem tenta se reinventar: abandonou a produção de lã e migrou para a produção de carne, mais segura diante dos flagelos. O governo sul-riograndense tem dado apoio, liberando algum dinheiro para o campo. Ainda não prestigiou, nem de longe, as ovelhas, como elas bem merecem, mas esse dia ainda chegará.

No Nordeste, novamente, uma seca pré-anunciada volta a flagelar os sertanejos e, ao mesmo tempo, multiplica os lucros dos espertalhões que chafurdam nos palácios governamentais, ressuscitando em cada episódio a famigerada indústria da seca. As miunças são banqueteadas, antes de morrerem ao léu e se transformarem em pó. Já se sabe o que virá a seguir: o Nordeste irá comprar cabras leiteiras no Sudeste e onde mais houver, para um novo recomeço. Todos os governos regionais irão lançar planos redentores alicerçados em caprinos e ovinos, por algum tempo. Eterna comédia em que os sertanejos são diáfanos e sem qualquer representatividade.

No momento, produtores de cabras leiteiras do Sudeste já procuram “representantes” para distribuir animais aos nordestinos, quando - antes - acontecia o contrário. As cabras leiteiras do Nordeste salvaram milhões de crianças da morte certa. Agora, pitorescamente, em pleno momento de flagelo, eis que a Paraíba resolve condenar os produtores de leite que conseguem mais de 14 litros por dia. Punição aos melhores, ao invés de recompensa! Cenas dantescas, com Sísifo e Prometeu como protagonistas na mais estudada e massacrada região brasileira.

Tudo isso, porém, não é novidade no Brasil, pois está na própria História. Um país que foi proibido de criar ovelhas, no passado, para não competir com a Inglaterra, diante de um suserano acovardado. Por falta de criação de ovelhas, o Brasil deu no que deu! Ao invés de fabricar seu próprio vestuário tinha que importá-lo. Um país que não seguiu a cartilha de “assumir o próprio chão”, até hoje, proibido de produzir seu vestuário e sua alimentação. Um país que desmonta suas ferrovias e, agora, de novo, vai recomeçar a implantá-las, com enorme atraso e custo social. Um país que vive algemado ao petróleo e tem notável carga de luz solar, ventos e biomassa à disposição para gerar energias alternativas. Um país em que o setor rural carrega o setor urbano nas costas, sem quase nada receber em troca. Ainda se lembra dos tempos em que a polícia e o exército confiscavam bois no pasto e, hoje, o país ostenta o maior rebanho do planeta! Paradoxos. Um país que coloca a culpa da inflação no ingênuo chuchu, na frágil abobrinha, no inocente pepino e nunca nos que dilapidam o tesouro público em orgia de gastos que está sempre escancarada nas televisões. Um país onde o fantástico caminha ao lado do bizarro, onde se dinamitam as caatingas, impunemente, a troco de votos e se prende um pai-de-família que caça um tatu para matar a fome dos filhos. País do futuro, sempre do futuro.

 

u Cabra & Ovelha - Os restaurantes estão servindo, como nunca, pratos de cordeiro para todos os gostos. Os churrascos de final de semana sempre têm carneiro no cardápio e, ao mesmo tempo, o IBGE sequer conseguiu contar quantas cabeças existem no país! Multiplicam-se os frigoríficos e abatedouros, sem haver produção suficiente de animais e logo fecham as portas. O Governo lança programas de leite de cabra na merenda escolar e, depois, ele mesmo os desestimula!

O Brasil, repetindo Darcy Ribeiro, continua crescendo aos trancos e barrancos. Dá no que dá, ou seja, no que é possível. Embora em crise permanente, o país vai crescendo, ocupando espaços, tentando escapar da extorsão dos burocratas e do império de leis defasadas. Os brasileiros são heróis anônimos que, apesar dos espertalhões que ocupam as poltronas e os altos escalões, seguem construindo o que podem rumo ao futuro.

Nesse momento, na ovinocultura é preciso evitar novos gargalos que possam gerar desestímulo. É momento de acelerar e não de frear. Qualquer iniciativa que represente um novo custo dentro das porteiras é um perigo à vista. Criação de ovelhas e cabras é negócio de pequena e média propriedade, por enquanto e, como tal, não suporta grandes custos. Que a alta tecnologia seja adotada, sim, pelos que podem e que estão dispostos a pagar por ela. No momento, o importante é aumentar a produção de carne, cada vez mais. Não é difícil profetizar que qualquer “milagre tecnológico” irá trazer um período de letargia logo a seguir para todos. É hora de somar esforços e não de desagregar.

A aritmética do sucesso é simples: produzir mais carne, em menos espaço, em menos tempo, com as ferramentas disponíveis, com mais eficiência no manejo e controle rigoroso dos custos.

Não é preciso traçar uma nova geografia de ovinocultura, como tem sido pregado por alguns empresários. Os lanados dominam e dominarão, sempre, o extremo Sul gelado; tanto quanto os deslanados irão dominar sempre o Semiárido. Estas duas regiões podem apresentar 70% da genética necessária ao cenário brasileiro. Se o extremo Sul e o Nordeste conseguirem se autoabastecer e ainda venderem uma boa genética já será uma grande vitória para o país.

O restante do território nacional: Norte, Sudeste e Centro-Oeste é o palco de produção de carne para o consumo interno e para exportações. Nelas cabem mais de 200 milhões de cabeças, com tranquilidade, para abastecer o mundo. A estas regiões basta cruzar as genéticas do extremo Sul e as do Nordeste para obter sucesso. Não há o que inventar, portanto. Apenas acelerar rumo ao futuro, utilizando as potencialidades do Nordeste, do Sul e outras poucas alternativas que estão esperando para embarcar para o Brasil.

Imagens/Google.

O mundo continua olhando para o país, com olhos gulosos. Aqui está a solução para a fome mundial e, se os brasileiros não cuidarem de cultivar o solo com competência, outros virão fazê-lo. A produção de alimentos é a maior mola que move as civilizações e ninguém entende como um país dadivoso como o Brasil ainda pode ter pessoas famintas, desempregadas e esperando um lugar ao sol.

Que surjam empresários dispostos a segregar 20 ou 30 produtores de carne em cada microrregião, dando a eles um preço digno e justo.

É momento da logística, da distribuição da produção, gerando muitas marcas próprias. A seguir, sim, estes empresários do mercado poderão introduzir altas tecnologias como Tomografia Computadorizada, exames de DNA, enquadramentos genômicos, etc. Antes de inventar a roda é importante ter a estrada segura.

 

 

FOTOSSÍNTESE E AS PLANTAS

 


Fotossíntese é o fenômeno natural mais importante para a vida vegetal e animal, o qual consiste na assimilação do gás carbônico da atmosfera, com auxílio da energia luminosa.
É uma reação química que se processa nas folhas das plantas verdes, isto é, providas de clorofila. Sem a fotossíntese não seria possível a vida, porque a fixação do carbono é necessária para: a) para a síntese das substâncias orgânicas ( amido, açúcares, proteínas, lipídeos, etc.); b) para o armazenamento de energia, que é posteriormente liberada através da respiração.
       As plantas que não possuem clorofila e, portanto, não realizam fotossíntese, tirando as substâncias necessárias ao seu desenvolvimento de outros seres vivos, são chamadas heterófitas. Por outro lado, as plantas com folhas verdes ( clorofila ) e que fazem fotossíntese, recebem o nome de autótrofas.
         As plantas heterófitas que se alimentam de restos de organismos mortos chamam-se saprófitas; e as que tiram substâncias orgânicas de organismos vivos chamam-se parasitas. No caso de plantas verdes que se desenvolvem sobre as árvores sem parasitá-las, aplica-se o nome epífitas.
        As saprófitas são representadas principalmente por fungos e bactérias. Entre as  plantas epífitas incluem-se as orquídeas, os filodendros e a maioria dos cipós. Como exemplos de plantas parasitas de outras plantas tem-se: cuscuta, erva-de-passarinho, cipó-chumbo.

        Finalmente, autótrofas são todas as plantas com folhas verdes e que, portanto, realizam fotossíntese, abrangendo a maior parte das plantas superiores (ervas, arbustos e árvores ).


CONHECENDO AS AVES AQUÁTICAS E QUE NÃO VOAM

 


            A maioria das aves é terrestre e  apta para o voo. Porém, existem muitas aves adaptadas para a vida aquática, principalmente as chamadas Palmípedes, isto  é, que têm os dedos das patas unidos por uma membrana natatória, tais como: pato, marreco, ganso, cisne, albatroz, gaivota, pelicano,etc. Existem ainda outras aves que, sem serem exclusivamente aquáticas frequentam os pântanos, beiras de rios e lagoas, ou praias. As mais conhecidas são as chamadas  "aves ribeirinhas", tais como: saracura, garça, cegonha, jaburu,etc.
         Existem também várias aves que não voam. O grupo mais importante  é constituído pelas Ratitas - grandes aves corredoras, tais como: avestruz, ema, seriema, casuar da Austrália, kiwi da Nova Zelândia.Outro grupo é constituído por: perdiz, inambu, jaó, macuco,etc., encontrados no Brasil.Há ainda outro grupo, representado pelos pinguins, nos quais as asas se transformaram em aletas adaptadas á vida aquática.

      Finalmente, existem ainda aves com pouca aptidão para o voo, tais como:galinha, peru, pavão, faisão,etc.

 

 

Conhecendo a vegetação Brasileira

 


A vegetação natural do Brasil se distribui, primeiramente, em função do regime de chuvas; e, em segundo lugar, em função da natureza dos solos. Assim, distinguem-se:
           a) Zona da floresta amazônica, abrangendo 40% do território nacional. É uma floresta
exuberante, composta por vários andares de árvores latifoliadas, isto é, de folhas largas, entremeadas de trepadeiras, epífitas e parasitas.Dentre as inúmeras espécies de árvores, destacam-se: castanheira-do-Pará, mogno, caucho, seringueira, etc.
             b) Zona das caatingas do Nordeste, composta de plantas xerófitas como Cactáceas
e Bromeliáceas; e árvores caducifólias, isto é, que deixam cair as folhas na estação seca, co-
mo a barriguda.
            c) Zona das matas costeiras, onde ocorre vegetação higrófita ( de ambiente úmido),
que inclui a Mata Atlântica. Entre outras plantas, destacam-se: jequitibá, ipê, cacaueiro, coqueiro-da-Bahia, etc.
             d) Zona das florestas temperadas, abrangendo a parte sul do país, onde se encontram: pinheiro-do-Paraná, imbuia, cedro, erva-mate, etc.
               e) Zona dos campos, que ocorre no Brasil Central, onde se encontram: campos cerrados e campos limpos. Os campos cerrados caracterizam-se  pela presença de árvores e arbustos tortuosos e de casca grossa, disseminados em meio a uma cobertura de gramíneas, representada principalmente pela barba-de-bode. Entre as árvores e arbustos destacam-se: pau-santo, barbatimão, faveiro,etc.  Os campos limpos caracterizam-se pela presença de poucos arbustos e da palmeirinha indaiá, em meio à cobertura de barba-de-bode.
            f) Zona das formações litorâneas, que  compreende o " jundu " ou " nhundu " e os manguezais.

 

Galinha põe ovo gigante que escondia outro ovo dentro

Caso ocorreu em Evington, no Reino Unido.
'Ambos estavam totalmente formados', disse britânica.

 

Ovo tinha outro perfeitamente formado dentro. (Foto: Reprodução)Uma família de Evington, no Reino Unido, ficou surpresa depois que uma de suas galinhas colocou um ovo medindo 11,1 centímetros e pesando 157 gramas - em média, o ovo de galinha pesa 63 gramas, segundo o jornal "Leicester Mercury".

Galinha colocou ovo de 11,1 centímetros e 157 gramas.

A descoberta, porém, não ficou por aí. Ao quebrá-lo, Sheetal Mistry, de 36 anos, descobriu outro ovo perfeitamente formado dentro. "Ambos estavam totalmente formados e saudáveis", disse Sheetal, que é professora de ciência em uma escola local.

A mulher contou que seus filhos gêmeos Anushka e Anaya chegaram a ficar preocupados se galinha tinha ficado ferida ao colocar o ovo gigante. "No dia seguinte, a galinha colocou um ovo normal e parecia bem", afirmou ela.

Ovo tinha outro perfeitamente formado dentro.

 

O que é e Como se Identifica a Tuberculose Bovina

 



Conceituação: doença infecciosa bacteriana crônica não contagiosa caracterizada pela forma pulmonar ou localizada (linfonodos) ou mesentérica. É uma zoonose importante.

Agente etiológico: o agente da tuberculose (TB) bovina é o Mycobacterium bovis, que possui uma adaptabilidade ao hospedeiro bovino quando comparado ao M. tuberculosis e M. avium, embora possa infectar o homem.

Distribuição geográfica: a TB está muito disseminada pela maioria dos países do mundo. Nos países desenvolvidos, a prevalência é baixa ou foi quase que totalmente erradicada.
Importância econômica e saúde pública: mais importante é a queda da produção de carne e leite; a doença é classificada como zoonose e traz grandes prejuízos econômicos para os países onde ocorre.

Prevalência: nos bovinos de corte, a morbidade é mais baixa. Em bovinos de leite, a incidência aumenta com o progredir da idade, em razão do prolongado tempo de exploração econômica.

Hospedeiros: os principais hospedeiros são o bovino, o bubalino (M. bovis) e o homem (M. tuberculosis).

Fatores predisponentes: animais de raças de origem européia, rebanhos melhorados e animais estabulados.

Patogenia: a porta de entrada é a mucosa oral e a nasal. Quando a transmissão é aerógena, é comum observar lesão na porta de entrada e no aparelho respiratório. Varia quanto ao tipo e localização, como a forma miliar (consiste em lesões nodulares discretas que acometem vários órgãos). Quando da infecção oral, tem-se a doença no aparelho digestivo.

CADEIA EPIDEMIOLÓGICA

Fonte de infecção: doentes típicos, portador em incubação e portador convalescente.

Vias de eliminação:
secreção oronasal, fezes, leite, urina.
Vias de transmissão:
aerógena (poeira e gotículas de Flügge), leite, alimentos e água contaminados.
Porta de entrada:
mucosa oronasal.
Suscetíveis:
bovinos, bubalinos, suínos, caprinos, ovinos e animais domésticos de estimação (cães e gatos), animais silvestres e homem.

PROFILAXIA

Medidas relativas às fontes de infecção:
  • Bovinos e bubalinos: identificação pela tuberculinização periódica e sacrifício;
  • Homem: identificação e tratamento;
  • Outras espécies: evitar acesso aos bovinos.
Medidas relativas às vias de transmissão: disposição adequada de dejetos animais, limpeza de instalações e fômites.

Medidas relativas aos suscetíveis: medidas de promoção da saúde.

Medidas relativas aos comunicantes: quarentena e tuberculinizaçao.

Medidas gerais de profilaxia: educação sanitária para orientar os produtores na adoção das medidas de profilaxia recomendadas pelo Programa Nacional de Controle e Erradicação da Tuberculose.
 
 
 

Doenças Entéricas na Maternidade Suina

 


Na suinocultura intensiva atual, caracterizada pelo sistema de produção em escala e muitas vezes de forma não planejada, as doenças entéricas na fase de maternidade são um desafio constante. A manifestação clínica principal é a ocorrência de diarréia, acompanhada de perda no ganho de peso e em alguns casos, mortalidade. Além disso, somam-se às perdas econômicas, os gastos com o uso de medicamentos para o tratamento dos animais. As causas das diarréias são relacionadas a agentes infecciosos (bactérias, vírus, protozoários), a ambiência, manejo de limpeza e desinfecção e imunidade deficiente.

AGENTES ETIOLÓGICOS E CARACTERÍSTICAS DAS DIARREIAS:

Os agentes patogênicos mais comuns que afetam os leitões na maternidade são: Escherichia coli, Clostridium perfringens, rotavírus e Isospora suis.

A colibacilose neonatal acomete animais logo após o nascimento causando diarréia aquosa de coloração branco-amarelada, desidratação e prostração. O leitão adquire a Escherichia coli através da contaminação fecal-oral após o nascimento a partir do ambiente contaminada ou das fezes da matriz. Pode ocorrer mortalidade elevada da leitegada.

Clostridum perfringens é uma das causas mais comuns em leitões na primeira semana de vida, podendo acometer leitões com 12 horas pós-nascimento.

Raramente a doença manifesta-se em animais com mais de 1 semana de vida, pois o agente é inativado pela produção da enzima gástrica tripsina, que já ocorre em animais com esta idade. As Clostridioses são causadas por 3 tipos de Clostridium: C. perfringens tipo C , que causa diarréia aquosa hemorrágica com fragmentos necróticos e desidratação severa; C. perfringens tipo A que causa diarréia mucóide não hemorrágica, sendo que algumas vezes sem diarréia, mas com lesões na mucosa do intestino delgado , determinando uma forma subclinica da doença.

Outra forma recente da infecção ocorre pelo Clostridium difficile, com sinais de leve depressão e inapetência e diarréia pastosa à aquosa de coloração amarelada, raramente acompanhada de sinais respiratórios, edema facial e morte súbita. Segundo pesquisas recentes, leitões infectados pelo C. difficile apresentam redução no desempenho (peso ao desmame) de até 15%.

A rotavirose (infecção pelo Rotavirus) acomete principalmente leitões entre duas e seis semanas de idade, podendo estar acompanhada por febre, redução de apetite, apatia e vômitos ocasionais, tendo como conseqüência desidratação e morte, que pode atingir a 20% dos leitões afetados.

O Isospora suis é um protozoário que parasita as células intestinais e provoca uma doença chamada coccidiose que é caracterizada por uma diarréia amarelada com alta morbidade e baixa mortalidade. É uma das causas de diarréia de difícil controle, pois não há vacina preventiva, não responde a antibiótico, e o agente resiste à temperatura ambiente por mais de 15 meses e é resistente a maioria dos desinfetantes. Apesar de não causar mortalidade os danos que este protozoário causa nas células intestinal são irreversíveis, causando atraso no crescimento deste animal até o abate.

 

A criação de ovelhas em consórcio com plantações de frutas vem dando certo

 


A frutiovinocultura é uma das modalidades da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), formada pelo consórcio de plantas frutíferas com a criação de ovelhas. Ela tem sido implantada no Nordeste brasileiro como uma alternativa viável para aumentar a produtividade e a rentabilidade das áreas de cultivo irrigado de frutas. No Vale do Submédio São Francisco, a maior parte dos consórcios acontece em áreas de cultivo de uva e de manga, que são os principais produtos de exportação da região.

O consórcio usando ovinos é o mais recomendado, pois os animais causam menos danos aos pomares, em comparação com caprinos e bovinos. A criação também é aconselhável por eles terem menor porte que os bovinos e por privilegiarem o pastejo de plantas herbáceas e não da copa das árvores, como os caprinos.

Entre as diversas vantagens da frutiovinocultura, está a maior eficiência no uso da terra, pelo aproveitamento da mesma área com duas atividades, pela incorporação de mais uma fonte de renda e atenuação do problema da sazonalidade da agricultura, já que, com a criação de ovinos, a propriedade pode comercializar os animais todos os meses do ano. O consórcio possibilita ainda a redução de custos com capinas manuais, roçagens mecânicas e aplicação de herbicidas, uma vez que os animais se alimentam das plantas daninhas. A médio e longo prazos também diminuem os custos com adubação química, face a deposição dos dejetos nas áreas, além do esterco que é retirado no aprisco.

 

Conhecendo As Plantas Trepadeiras

 




Dá-se o nome de trepadeiras às plantas que crescem apoiando-se em um suporte qualquer, inclusive outras plantas.
            Nas florestas tropicais são freqüentes as lianas ou cipós, que pendem das  árvores ou nelas se enroscam, tais como: cipó-caboclo, cipó-cabeludo, cipó-chumbo, etc. Este  último ocorre também como parasita de plantas cultivadas.
          Certas trepadeiras se utilizam de gavinhas, como: ervilha, chuchuzeiro, maracujá, etc. Outras trepadeiras enrolam o seu caule em torno do suporte, subindo mais a cada volta que executam ( caule volúvel ), como: feijoeiro, glicínia, soja perene, etc.
         Algumas trepadeiras sobem com o auxílio de espinhos que se prendem em tudo que possa servir de suporte, como a roseira e a primavera. Outras, ainda, utilizam-se de pequenas raízes, que crescem de espaço em espaço, ao longo de seus caules, como a hera, o que lhes permite subir em muros.
 
 
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