Sertânia-PE-Sob a Proteção
de Nossa Srª. da
Imaculada da Conceição

Ricardo Fotografias

Para reflexão

Perfil

 

Engenharia Elétrica

Visitas

2002502
HojeHoje31
OntemOntem566
Esta SemanaEsta Semana1721
Este MêsEste Mês18282
TodasTodas2002502

Luiz da Silva Dodô

Banner

Raimundo Sá Laet (Mundico)

Banner

Marcos Cordeiro

Banner

Waldemar Cordeiro

Banner

 

comício

Veja ! Riqueza Rural - Cabras e Ovelhas, Manejo de Crias Ovinas, Instalações e Fases dos Caprinos, Dentição, Caprinos Alternativa Economica, Fotossintése, Aves Aquaticas e que Voam e Vegetação Brasileira... PDF Imprimir E-mail
Avaliação do Usuário: / 2
PiorMelhor 
Escrito por Lívio Chaves   
Dom, 31 de Maio de 2015 20:45

Riqueza rural, cabras & ovelhas

 

 

O setor rural, mais uma vez, é o motor do progresso. No momento em que a economia dá sinais de enfraquecimento, com a previsão de crescimento menor em 2014, o agronegócio caminha no sentido oposto, esbanja fôlego, disposição e promete ser, de novo, o salvador da balança na história. Começa uma nova safra e um novo ciclo econômico, não apenas no campo, como nas cidades. Renovam-se as apostas nas economias rural, urbana, nacional e globalizada que compõem o PIB e sustentam a geração de riquezas de um país agroindustrial. O país já quer sair da meta de 170 milhões de toneladas para 175, com total respeito ao ambiente. Crescimento autossustentável.

u Dinheiro rural leva ao progresso rural, modernizando outras alternativas dentro das porteiras. Olhar o solo onde se pisa, com respeito pela eternidade. Essa é a consciência que constrói uma nação.

u Caprinos e ovinos são uma formidável alternativa de renda nas pequenas e médias propriedades. Faz parte da própria história da civilização. Nações que produziam seus alimentos (carne e leite) e vestuários (peles e lã), por meio de cabras e ovelhas, foram bem sucedidos e hoje desfrutam um bom lugar no cenário mundial. Os que desprezaram, ficaram muito atrasados. Isso é olhar o solo onde se pisa, mantendo o foco no futuro das gerações.

u O Brasil teve uma colonização pitoresca. No período colonial, perseguiu cabras e ovelhas, chegou a proibir sua criação para favorecer a indústria da Inglaterra. Deu no que deu: regiões empobrecidas, fatalismo popular, programas de esmolas viciantes, no lugar de uma sociedade trabalhadora e próspera. No Nordeste, os governos instalaram uma “indústria da seca” para favorecer a urbanização dos litorais, com sentido de atrair turistas. Os dinheiros dos sertões foram drenados (e continuam sendo) para os litorais. Enquanto isso, a cabra & ovelha continuam lá, como exemplo do que poderia ter sido feito, não foi, e continua esperando dias melhores. Isso é desviar o olhar do solo onde se pisa, procurando o imediato e adiando o futuro.

u Os produtores avançaram até onde podiam: implantaram ovinos e caprinos no país inteiro, por arrojo de alguns pioneiros nordestinos, no início, secundados pela vigorosa revista O Berro. Por falta de tecnologia, houve barreiras poderosas, mas, hoje, empresários já distribuem carne nos melhores restaurantes do país, depois de ser incluída no cardápio das famílias.

 

Segundo estágio - Falta, porém, organizar o setor, para garantir justiça ao suor do produtor rural. É preciso que a atividade seja considerada uma ferramenta de desenvolvimento e bem-estar social. Falta olhar o solo onde se pisa e transformar essa atividade numa bandeira de desenvolvimento social.

u Nos países de pecuária avançada, há entidades e empreendimentos que alavancam a atividade, desde a propriedade até o mercado exterior. Há a “cultura” da caprino-ovinocultura lucrativa.

u Assim como o Nordeste está descobrindo muitos caminhos para conviver com a Seca, por meio de iniciativas privadas, irrigadas com benfazejos recursos públicos, também o RS está vivendo uma boa fase, investindo em ovinos, para retornar à glória de antigamente. Todos os Estados têm programas de estímulo à cabra & ovelha.

 

 Vendilhões do templo - Em matéria de desenvolvimento, tudo é questão do cifrão. Havendo recursos para o que é certo, o resto acontece, pois o ser humano é o maior construtor que o planeta já viu.

u Ao mesmo tempo, seguindo a cartilha eleitoreira, transformando os sertões em currais eleitorais, políticos no trono usurparam a própria Constituição, inventando “Bolsa Isso”, “Bolsa Aquilo”, evidenciando que o país continua no mau caminho. Qualquer economista sabe que o correto seria distribuir uma porcentagem do PIB brasileiro para as classes mais pobres e tais classes impulsionariam a base popular da economia doméstica. Essa “revolução”, porém, deveria estar anotada na Constituição, com validade por um longo prazo e jamais ser feudo de um ou outro político, ou partido. “Bolsa Isso”, ou “Bolsa Aquilo” apenas algemam as pessoas a partidos políticos e pseudo-deuses: é a consolidação de mitos, de pessoas “milagreiras”, apenas outro exemplo de estelionato cultural das massas. Na verdade, os “donos de Bolsas” deveriam ser punidos por estragarem a moral, a ética, o senso de trabalho, o senso de produção, o aviltamento do emprego, etc. Tímidas pesquisas já mostram que, onde há Bolsas, cresce a inércia, a violência generalizada, a consciência de classe, de casta, de cor, a consciência antifamília, antirreligião, anti-moralidade. É um preço duro a ser pago pela sociedade.

u É preciso acabar com a “indústria da ilusão politiqueira”. O Brasil está viciado em siglas de programas redentores. A todo momento um novo programa está sendo divulgado. Por exemplo: a presidente Dilma acabou de lançar um “fabuloso” programa de R$ 133 bilhões em 25 anos, sendo R$ 23,5 bilhões nos próximos 5 anos, para a fragilizada infraestrutura brasileira. Tal programa, no entanto, é uma farsa: num país de PIB igual a R$ 4,14 trilhões, o investimento mínimo em infraestrutura é de 2% do PIB, ou R$ 80 bilhões por ano. Para recuperar o atraso, seria necessário investir 4% do PIB (R$ 160 bilhões ao ano), mas o pacote de Dilma eleva a tão somente 2,077%. Ou seja, o “fabuloso programa”, tão divulgado e badalado, é de apenas 0,077% - uma mixaria! Irrisório para tantos fogos e destaques nos noticiários. Aritmética em mãos de políticos é perigosa, pois anestesia as massas. Isso é estelionato cultural contra os cidadãos, no país que mais fala em “cidadania”.

 

O fazedor de riquezas - O ser humano é a principal ferramenta do progresso e não as iniciativas de um ou outro partido político. Garantam-se dignidade e justiça ao ser humano, tendo à frente aquele que produz riquezas (gera empregos), e tudo o mais virá como presente. 

u Não adianta dar o peixe: é preciso colocar o homem a pescar. É preferível, então, fornecer a vara, a linha, o anzol e a boa informação. Depois, garantir o prêmio para os melhores. A cabra & ovelha são um bom começo para a modernização do setor rural, via introdução de tecnologia, como já aconteceu em muitos países.

- No Nordeste, qualquer sertanejo sabe que a cabra & ovelha são as ferramentas para convivência com as secas que sempre estão e estarão na porteira. No extremo sul brasileiro, qualquer gaúcho sabe que as ovelhas são a melhor ferramenta para ocupar os campos, ao lado das vacas.

u O que falta, ainda, é o esclarecimento a nível governamental. Trabalho para os que estão dentro das Câmaras Setoriais, para empresários que tenham visão adequada.

u Cadê os minifrigoríficos, minilaticínios, caminhões-abatedouros, programas de estímulo a Núcleos Produtores, novos medicamentos, insumos, etc.?

u Os produtores já fizeram muito, no correr da História. Como mostram as grandes exposições do Brasil: Expointer, Feinco, Feicorte, Feileite, Agrishow, etc. Devido às dimensões continentais, todavia, tudo que foi feito garantiu apenas um primeiro degrau no progresso das cabras & ovelhas, no panorama internacional, ávido para comprar carne de boa qualidade do Brasil. Por enquanto, o país sequer produz para seu próprio consumo.

u Investindo em cabra & ovelha, nos sertões e ao redor de grandes núcleos urbanos, estaria sendo criada uma “Bolsa Riqueza” que beneficiaria produtores e consumidores, com olhar no solo onde pisam e foco nas futuras gerações. Essa é uma boa receita de felicidade social.

 

Manejo de crias de ovinos: do nascimento à desmama

 

 

Segundo Samuel Souza, analista da Embrapa Tabuleiros Costeiros, as práticas de manejo no contexto da cabrino-ovinocultura aborda, de maneira direta e objetiva, os cuidados necessários durante uma determinada fase da produção dessas espécies que apresenta grande necessidade de procedimentos especiais com os animais. “Desde a fase de gestação, estes animais vêm sofrendo influências diretas e indiretas quanto ao manejo da fêmea gestante. Portanto, devemos iniciar os cuidados desde a fase de gestação, mais especificamente no seu terço final, até o completo desaleitamento do animal, momento em que se encerra o período denominado ‘fase de cria’”, ressalta. Esses cuidados geram  redução das perdas produtivas por mortalidade de animais durante essa faixa etária, garantem a proteção imunológica passiva, previne contra enfermidades oportunistas, possibilita o controle zootécnico de maneira a organizar e monitorar a produção e garante melhor desenvolvimento dos animais preparando-os para a vida produtiva.

 

Instalações e fases dos caprinos



A disponibilidade de alimento, o manejo eficiente e as instalações adequadas formam um tripé de sustentação da ovinocultura.

Recomendações da Embrapa Meio-Norte. O chiqueiro ideal para o manejo dos caprinos deve ser rústico. Comumente utilizam-se materiais existentes na propriedade, tais como madeira redonda e palha de babaçu ou carnaúba para a cobertura, com piso de chão batido.

O tamanho do chiqueiro deve ser definido de acordo com a dimensão do rebanho, recomendando-se uma área útil de, em média, 1,0 (um) m² para cada animal adulto.

É importante que o chiqueiro apresente, internamente, pelo menos quatro divisões, destinadas para lotes de animais nas seguintes fases de desenvolvimento:

- Cabras em estado avançado de gestação (próximas à parição) e cabras recém-paridas.

- Animais em fase de reprodução (matrizes e reprodutores).

- Cabriteiro (animais em lactação).

- Cabritos desmamados.

A primeira divisão deve dar acesso a um piquete com pastagem nativa ou cultivada. Esta área permite manejar adequadamente as cabras próximas à parição e as cabras recém-paridas, evitando a ação de predadores e a ocorrência de miíases (bicheiras) nos animais recém-nascidos.

Em cada uma das divisões reservadas tanto aos lotes de cabras próximas à parição e ao lote das recém-paridas, quanto para os animais em reprodução e desmamados, devem ser colocados cochos para sal mineral para a suplementação dos animais.

Os cochos podem ser feitos de pneus, de tábuas ou de troncos ocos encontrados na propriedade e devem ficar posicionados a uma altura de 0,50 m do solo, podendo, sobre eles, ser colocado um protetor, constituído por ripa ou arame, a uma altura de cerca de 0,30 m acima da altura do cocho, para evitar a entrada de animais.

 

Dentes


 

 

Na hora de verificar a magreza dos animais é bom dar uma espiada nos dentes. Animal sem dentes, ou com dentes ruins, sempre irá comer menos.

 

 

 

 

 

 

Caprinos são alternativa econômica e social

-

Criação que não exige grandes extensões de terra ou grandes recursos para sua aquisição e instalação, a caprinocultura, hoje, é a alternativa agropecuária economicamente mais indicada para o Nordeste. A carne é o principal alimento infantil e de idosos das classes sociais mais pobres, nas regiões do Semiárido. O caprino vem encontrando, nos últimos tempos, um mercado em que a demanda é bem maior do que a oferta regional, como é o caso do leite, que nos grandes centros não supre a procura. A busca pela carne nas feiras livres e mercados é quase igual à da carne bovina.

Esse cenário faz com que a caprinocultura atraia interesses de grandes e médios produtores e também de agricultores familiares, abrindo mercados e despertando a atenção de investidores. O Governo da Paraíba percebe nessa atividade uma alternativa econômica que pode ser um investimento social, sustentável e altamente produtivo, já que pode gerar emprego, melhorar renda e levar qualidade de vida às comunidades do interior.

A experiência da Emater-PB começou como uma atividade de extensão rural, de caráter eminentemente educativo, atraindo adolescentes de origem pobre, principalmente das regiões do Agreste e do Cariri, para incrementar o antigo Projeto Cabra de Corda. A iniciativa foi bem aceita pelo pequeno número de criadores, mas não teve a difusão e a amplitude que se esperava. Foi a partir de 1978, com a criação do Centro Nacional de Pesquisa de Caprino, em Sobral, por meio da Embrapa, que surgiram as empresas estaduais de pesquisas na área de caprinos. A partir de então, a cabra passou a ser vista com cuidados técnicos. Na Paraíba, coube à Empresa Paraibana de Pesquisa Agropecuária (Emepa) o direcionamento das pesquisas. Hoje, os excelentes resultados com a caprino-ovinocultura alcançam repercussão internacional, resultado do melhoramento genético, sanidade animal e difusão dessas informações pela Emater-PB.

 

 

FOTOSSÍNTESE E AS PLANTAS

 


Fotossíntese é o fenômeno natural mais importante para a vida vegetal e animal, o qual consiste na assimilação do gás carbônico da atmosfera, com auxílio da energia luminosa.
É uma reação química que se processa nas folhas das plantas verdes, isto é, providas de clorofila. Sem a fotossíntese não seria possível a vida, porque a fixação do carbono é necessária para: a) para a síntese das substâncias orgânicas ( amido, açúcares, proteínas, lipídeos, etc.); b) para o armazenamento de energia, que é posteriormente liberada através da respiração.
       As plantas que não possuem clorofila e, portanto, não realizam fotossíntese, tirando as substâncias necessárias ao seu desenvolvimento de outros seres vivos, são chamadas heterófitas. Por outro lado, as plantas com folhas verdes ( clorofila ) e que fazem fotossíntese, recebem o nome de autótrofas.
         As plantas heterófitas que se alimentam de restos de organismos mortos chamam-se saprófitas; e as que tiram substâncias orgânicas de organismos vivos chamam-se parasitas. No caso de plantas verdes que se desenvolvem sobre as árvores sem parasitá-las, aplica-se o nome epífitas.
        As saprófitas são representadas principalmente por fungos e bactérias. Entre as  plantas epífitas incluem-se as orquídeas, os filodendros e a maioria dos cipós. Como exemplos de plantas parasitas de outras plantas tem-se: cuscuta, erva-de-passarinho, cipó-chumbo.

        Finalmente, autótrofas são todas as plantas com folhas verdes e que, portanto, realizam fotossíntese, abrangendo a maior parte das plantas superiores (ervas, arbustos e árvores ).


CONHECENDO AS AVES AQUÁTICAS E QUE NÃO VOAM

 


            A maioria das aves é terrestre e  apta para o voo. Porém, existem muitas aves adaptadas para a vida aquática, principalmente as chamadas Palmípedes, isto  é, que têm os dedos das patas unidos por uma membrana natatória, tais como: pato, marreco, ganso, cisne, albatroz, gaivota, pelicano,etc. Existem ainda outras aves que, sem serem exclusivamente aquáticas frequentam os pântanos, beiras de rios e lagoas, ou praias. As mais conhecidas são as chamadas  "aves ribeirinhas", tais como: saracura, garça, cegonha, jaburu,etc.
         Existem também várias aves que não voam. O grupo mais importante  é constituído pelas Ratitas - grandes aves corredoras, tais como: avestruz, ema, seriema, casuar da Austrália, kiwi da Nova Zelândia.Outro grupo é constituído por: perdiz, inambu, jaó, macuco,etc., encontrados no Brasil.Há ainda outro grupo, representado pelos pinguins, nos quais as asas se transformaram em aletas adaptadas á vida aquática.

      Finalmente, existem ainda aves com pouca aptidão para o voo, tais como:galinha, peru, pavão, faisão,etc.

 

 

Conhecendo a vegetação Brasileira

 


A vegetação natural do Brasil se distribui, primeiramente, em função do regime de chuvas; e, em segundo lugar, em função da natureza dos solos. Assim, distinguem-se:
           a) Zona da floresta amazônica, abrangendo 40% do território nacional. É uma floresta
exuberante, composta por vários andares de árvores latifoliadas, isto é, de folhas largas, entremeadas de trepadeiras, epífitas e parasitas.Dentre as inúmeras espécies de árvores, destacam-se: castanheira-do-Pará, mogno, caucho, seringueira, etc.
             b) Zona das caatingas do Nordeste, composta de plantas xerófitas como Cactáceas
e Bromeliáceas; e árvores caducifólias, isto é, que deixam cair as folhas na estação seca, co-
mo a barriguda.
            c) Zona das matas costeiras, onde ocorre vegetação higrófita ( de ambiente úmido),
que inclui a Mata Atlântica. Entre outras plantas, destacam-se: jequitibá, ipê, cacaueiro, coqueiro-da-Bahia, etc.
             d) Zona das florestas temperadas, abrangendo a parte sul do país, onde se encontram: pinheiro-do-Paraná, imbuia, cedro, erva-mate, etc.
               e) Zona dos campos, que ocorre no Brasil Central, onde se encontram: campos cerrados e campos limpos. Os campos cerrados caracterizam-se  pela presença de árvores e arbustos tortuosos e de casca grossa, disseminados em meio a uma cobertura de gramíne
 
 
Banner
Banner

Banner

    Viva plenamente!!!
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner