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Veja ! Tecnicas na Produção de Leite, Normativa 51, Importancia da Água para Bovinos, Boa noite Cinderela, Adesivos como Prontuario Medico e Sandalias para Vacas... PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Lívio Chaves   
Qui, 04 de Junho de 2015 18:32

 

Técnicas que ajudam a aumentar a produção de leite na fazenda

 


A pecuária de leite é uma atividade produtiva de grande importância social e econômica. Ela é praticada, principalmente, por pequenos e médios produtores rurais e a maioria dos sistemas de produção de leite emprega apenas a mão-de-obra familiar. As tecnologias, desenvolvidas e/ou adaptadas pela Embrapa Acre estão ajudando os produtores a elevar a capacidade produtiva, a rentabilidade e a qualidade do leite produzido.

As inovações envolvem um conjunto de tecnologias que vem contribuindo para resolver problemas como a superlotação do pasto, o baixo padrão genético do rebanho e a degradação das pastagens, principais fatores que impedem o desenvolvimento da pecuária de leite em várias regiões.

Destacam-se oito tecnologias - o pastejo rotacionado, uso de cerca elétrica, suplementação com cana e uréia, arborização de pastagens, consorciação de pastagens com amendoim forrageiro, inseminação artificial, controle zootécnico e financeiro da propriedade e as boas práticas na ordenha manual –que têm contribuído para garantir retorno financeiro e ganhos ambientais.

O melhoramento genético do rebanho é outro fator da maior relevância e que produtores estão adotando. Eles aprenderam com técnicos da Embrapa Acre as facilidades e vantagens da inseminação artificial e passaram a utilizar sêmen de touros provados de raças leiteiras em cruzamentos. Em algumas propriedades, a produção de leite por lactação aumentou de 662 kg/vaca para 1.329 kg/vaca e a produção anual aumentou de 14.312 kg de leite para 20.518.

 

Produtores de leite tem  Dificulldade de se Adequar a Normativa 51

 


Produtores de leitel do nosso país estão enfrentando dificuldades para se adequar a uma determinação do Ministério da Agricultura que busca melhorar as instalações e o modo de trabalho nas propriedades. A medida, chamada de Instrução Normativa 51, começou a valer no dia 1º de julho.

A sala de ordenha na propriedade do produtor rural Edgar Giachini, foi reformada e os equipamentos modernos facilitam o manejo dos animais. Ele só conseguiu fazer tudo isso com um financiamento  que deve começar a ser pago em janeiro do ano que vem.

– O leite no mercado vem disparando de preço já faz uns quantos meses e para nós são cinco meses sem um centavo de aumento. E não há previsão de melhora. Se continuar do jeito que está, nós não vamos pagar o financiamento. Não temos como – lamenta ele. Os vizinhos de Giachini enfrentam o mesmo problema. Todos vivem no interior.

– O preço do leite hoje não paga o custo. A gente está pagando para trabalhar. Se a gente não trabalha de 12 horas a 15 horas por dia hoje, até o rancho do fim do mês não sai mais – constata o produtor rural Erico Toniolo.


– Eu fiz o projeto e aí vi que não tinha condições de pagar, em função do preço do leite. Se tiver que fazer as mudanças, devido às exigências, vou ter que parar a produção.
Em menos de três meses, o governo vai exigir que as instalações das ordenhas estejam todas adequadas às exigências do Ministério da Agricultura. As boas condições de higiene são para reduzir quase pela metade a quantidade de bactérias no leite.

– Se o preço não der mais uma reagida, manter a qualidade do leite, que eles exigem, não será fácil.
Os produtores que não se enquadrarem nas regras correm o risco de ter o leite recusado pelos laticínios e cooperativas.

 

Importancia da Água para Bovinos de leite



Em se tratando da produção de leite a água é o alimento de maior requisição quantitativa para o gado leiteiro. Pesquisa aponta que uma vaca em lactação, necessita de mais água em relação a seu peso vivo do que as outras categorias de animais. O leite de uma vaca contém 87% de água. A Embrapa Gado de Leite aponta que o corpo adulto de uma vaca representa de 55% a 70% de água, chegando essa percentagem de 80% a 85% no animal jovem e até 90% no recém-nascido. Um animal pode perder até 100% de sua gordura (tecido adiposo) e mais de 50% de sua proteína corporal que ainda sobrevive. Mas se perder de 10% a 12% de sua água corporal, ele morre.

Durante os meses mais quentes, as vacas sofrem estresse pelo calor e elevação da unidade, aumentando o consumo de água, com elevação na excreção de urina e alterando a composição dos dejetos.
Na tabela abaixo segue o consumo de água pelo gado leiteiro, litros/cab/dia (litros por animal por dia), nas condições de Brasil – Central em criação semi-extensiva.

A água deve ser limpa, fresca, possuir níveis baixos de sólidos e alcalinidades e ser isenta de compostos tóxicos. Uma concentração de 2% de sal na água pode ser considerada tóxica para bovinos. Assim, uma fonte abundante de água limpa e de alta qualidade deve ser prioridade em uma propriedade rural.

Para a produção de leite, o consumo é de aproximadamente 10.000 litros de água/kg; e para carne, de 20.000 a 50.000 litros de água/kg . Esse volume total de água se baseia na necessidade para produção de pastagens e alimentos concentrados utilizados pelos bovinos, além da quantidade ingerida pelos animais.

A ingestão diária de água é afetada pelo tamanho, idade, atividade e produtividade da vaca, bem como pelo ambiente.

Em muitos casos, a solução de problemas relacionados à quantidade e qualidade da água permite aumentos de produção da ordem de 10% a 20%, assim como a quantidade e qualidade da água está diretamente relacionada com a queda de produtividade de leite.

O acesso à água é especialmente crítico após a ordenha e a alimentação. Portanto, se faz de extrema importância a colocação de bebedouros na saída da “sala “ de ordenha.

 

 

Boa noite, Cinderela: empresa faz leite para dormir

Em pequenos sachês, leite de vaca especial dá sono e reduz o estress em seres humanos


Fornecedores retiram o primeiro leite do dia, mais rico em melatonina, e enviam à Synlait para processamento

Cantebury, Nova Zelândia - Um leite de vaca especial, mais rico em uma substância chamada melatonina por ser coletado logo nas primeiras horas da manhã, promete ser a coqueluche dos pobres seres humanos que sofrem de insônia ou de estresse. O Sleeping Milk, ou Night Milk, chegará ao mercado em março do ano que vem, primeiramente na Nova Zelândia, na Austrália e na China. A novidade foi criada pela empresa Synlait, especialista em produzir leite em pó com valor nutricional elevado, localizada em Rakaia, na região de Cantebury, na Ilha do Sul da Nova Zelândia.

Segundo Tony McKenna, diretor geral de desenvolvimento de negócios da empresa, o leite para dormir, em pó, será vendido em sachês e indicado para quem tem sono agitado, sofre de insônia ou estresse. "A melatonina é uma substância natural que todos os animais têm, inclusive os seres humanos, mas nestes, a quantidade de melatonina diminui ao longo dos anos, com o avanço da
idade", explica. "Então, após inúmeras pesquisas, nossos especialistas concluíram que as vacas Holandesas produzem esta substância em maior quantidade durante a noite, em seu leite", diz.

Os fornecedores de leite da Synlait - uma espécie de associação de criadores de gado Holandês chamada Synlait Farms - coletam este leite especial todos os dias, às quatro horas da manhã (primeira ordenha do dia) e enviam o produto à fábrica. Lá, os especialistas isolam a melatonina para processa-la e transforma-la em pó. Em seguida, a substância é adicionada, em doses eterminadas, a outros tipos de leite em pó, normal ou desnatado. "A melatonina é o principal ingrediente do leite para dormir neozelandês", afirma o executivo.

Simon Causer, gerente de pesquisas da empresa explica diz que a melatonina, por ser natural, é menos prejudicial à saúde dos seres humanos. "A melatonina tem um papel importantíssimo para ajudar os humanos a regular os ciclos dia/noite e a ordenha de leite produzido pelas vacas durante a noite permitiu que criássemos um auxiliar de sono 100% natural".

Por ser vizinho da Austrália e parcerios comerciais da China (a Synlait tem sócios chineses e na Ásia, a empresa leva o nome de Bright), o leite para dormir deve chegar primeiro nestes países, mas McKenna acredita que seu potencial é grande e pode ser útil a todas as sociedades modernas. "As pessoas hoje em dia tem muitos problemas para dormir, estão estressadas. Precisam voltar a seguir o conselho de suas avós e tomar um leitinho quente para dormir bem", diz ele. "Não é por acaso que existe este ditado, de que o leite dá sono. Ele dá mesmo". Além da Ásia, McKenna acredita que o produto terá sucesso na Europa, devido à idade elevada da população, e na América do Sul, devido ao ritmo frenético de trabalho.

Causer diz que a empresa vem realizando testes para comprovar a eficácia do leite para dormir há alguns anos. Durante um período, adultos tomaram um copo do leite 30 minutos antes de irem para a cama e aí, a qualidade de seu sono passou a ser monitorada e comparada aos que tomaram o leite convencional. Segundo Causer, os resultados foram um sucesso. Uma empresa alemã e uma japonesa também estão estudando inserir o "leite do sono" no mercado.

 

Na Nova Zelândia, vacas usam adesivos coloridos no bumbum

Em diferentes cores, os adesivos para vacas são colados na traseira e funcionam como um prontuário médico


 

Reprodução/Shoof
Vacas leiteiras usam adesivos coloridos no bumbum

Hamilton, Nova Zelândia - Nas fazendas da Nova Zelândia, país localizado na Oceania, as vacas Holandesas, Jerseys ou Kiwi-cross, todas raças leiteiras, têm uma particularidade: elas andam com adesivos coloridos grudados no corpo, geralmente na parte traseira, em cima ou ao lado do rabo. Isso porque os fazendeiros acreditam que, usando os adesivos próprios para grudar no pêlo delas, o manejo fica
mais fácil e eficiente.

O acessório é um patch similar ao utilizado em tratamentos para parar de fumar, grudado na pele das pessoas. Neste caso, o produto vai direto no pêlo. "É um adesivo próprio para ser aplicado nos animais e nele, é possível fazer anotações, tais como dias de tratamento, estágio de desenvolvimento, horário que a medicação deve ser administrada", explica o empresário Ron Woolerton, proprietário da
Shoof,uma empresa neozelandesa especialista em criar soluções. "Com o adesivo, que tem diferentes cores, qualquer funcionário da fazenda pode identificar mais facilmente os animais, separa-los e ministrar medicamentos no horário certo, no dia certo", diz ele.

Em todo o país, várias empresas estão investindo na fabricação deste patch com a finalidade de facilitar o manejo do rebanho. "É possível anotar informações importantes no traseiro das vacas", avalia o fazendeiro Murray Shaw, dono da Bella Vista Farm, uma das fornecedoras de leite da Fonterra, que é a maior companhia leiteira do mundo.

Shaw usa os adesivos em todas as suas vacas para anotar o dia e o horário em que foram inseminadas. "Temos, claro, todas estas informações no computador, mas na hora que você está no campo, é só olhar o adesivo, ler e fazer o que é preciso".

 

Empresa cria sandália para vacas

Acessório pode ser colado nas patas do animal para tratamento de problemas higiênicos de cascos


Editora Globo 
Disponíveis em várias cores, as sandálias são coladas nos cascos. A cola, porém, não afeta a saúde das vacas

Hamilton (Nova Zelândia) - Uma empresa neozelandesa apresentou nesta semana, durante a 44ª Fieldays, feira de agrotecnologia que acontece em Hamilton, na Nova Zelândia, duas novidades muito simples, funcionais e que mesclam um pouco de glamour ao mundo animal: sandálias e aparadores de pelos de rabo. Os dois lançamentos são, na verdade, produtos criados para a saúde das vacas leiteiras do país, mas podem ser aplicados também em touros, cavalos e búfalos de todos os países que investem em pecuária. "São idéias muito simples, mas demoramos anos para criá-las de fato, já que inumeros materiais foram pesquisados", explicou Ron Woolerton, diretor de negócios internacionais da Shoof, a empresa que criou estes produtos.

Woolerton afirma que, por ouvir tantas reclamações de produtores rurais, os engenheiros da Shoof pensaram em uma sandália para os animais que ao mesmo tempo fosse eficiente, fácil e de baixo custo. "Chegamos ao produto feito com E.V.A, que é leve, resistente a água e pode ser feito em várias cores, o que facilita na hora do produtor rural saber identificar o problema ou animal que está usando o acessório", diz ele. Para ser fixado na pata, a sandalinha é colada (sim, com cola) na sola do casco.

"É uma super cola, mas também foi elaborada com produtos que não prejudicam a sua saúde", afirma o executivo. Woolerton explica que, para usar o acessório, o produtor deve limpar o casco e raspá-lo. "Você passa a cola no acessório, fixa-a na sola do casco do animal e espera cinco segundos. Quando a vaca pisar novamente no chão, o produto será moldado ao formato exato do seu casco e o membro não estará em contato com o solo. É possível tratar várias doenças de casco desta forma".

As sandálias são aplicadas aos cascos quando estes necessitam ser tratados. Como os animais passam a maior parte do dia pastejando, pisam na água, na lama e o medicamento acaba saindo em pouco tempo. 'Com este produto, o medicamento fica mais tempo agindo".

Outra novidade inventada pelos engenheiros da Shoof é um aparador de pelos de rabo. A engenhoca é colocada na ponta do rabo e em segundos, elimina os pelos que atraem moscas e estressam o bicho. "É como ir ao barbeiro", brinca Woolerton. "Moscas no rabo são capazes de estressar o animal a ponto da produção de leite diminuir muito, então, vamos aparar esses pelinhos",diz.

Os produtos geniais da empresa ainda não estão à venda no Brasil, mas Woolerton espera que o mercado possa se abrir o mais breve possível. "Exportar ao Brasil ainda é caro, os impostos são muito altos para nós", lamenta. "Esperamos que isso (a exportação) aconteça o mais rápido possível porque temos alguns produtos específicos para o rebanho brasileiro."

Nesta lista de itens "ideais" para as vacas brazucas estão uma engenhoca que facilita testes para mastite, moldes numéricos para marcação de animais com tinta específica para este fim, e adesivos-anotações que grudam nos pelos e não caem. "A vaca pode andar com todas as anotações grudadas em seu traseiro e todos os peões da fazenda podem ler. É como um prontuário médico", diz Woolerton.

 
 
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    Viva plenamente!!!
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