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Veja ! Produção de Leite, Criando Galinhas , Mastite ( Sanidade), Soro de Leite, Raios no meio Rural, Jumentos, Manejo de Vacas, Curiosidades e Culinária Bodistica... PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Lívio Chaves   
Sex, 19 de Junho de 2015 00:34

Produção de leite: a pastagem de produção intensiva frente a extensiva tradicional

 

A produção intensiva de leite a pasto engloba uma série de processos e manejos, com adoção de alta tecnologia em todas as etapas. O pasto pode produzir 20 vezes ou mais de matéria seca do que uma pastagem extensiva tradicional, graças à adoção de adubação, de manejo geral correto, de animais de bom padrão genético e com ótimas condições de sanidade, de alimentação suplementar para seca, eliminando ou reduzindo significativamente a queda de produção e a entressafra. Tudo isso leva a altos índices de produtividade, com produção de 30 mil litros de leite por hectare, comparados com cerca de 1.500 litros por hectare no manejo extensivo tradicional.

Outro benefício dos sistemas intensivos é a abordagem ambiental, pois a produção intensiva a pasto permite o aumento de produção por meio da produtividade, sem necessidade de mais terra e de derrubada de vegetação nativa. O manejo intensivo inclui ainda a adoção de boas práticas agropecuárias e do bem-estar animal. Este último, além da questão ética, é também fator de aumento da produção e da produtividade. É o que defende o médico veterinário da Embrapa Pecuária Sudeste, Marco Aurélio Bergamaschi.

Segundo pesquisas da Embrapa Pecuária Sudeste, a adoção de tecnologias, processos e manejos que levam a altíssimas produtividades, não significa necessariamente que o produtor tenha de investir altos valores. O pequeno produtor familiar de leite pode ter acesso a todo esse pacote tecnológico, com orientação técnica e de maneira gradual, conforme comprovam diversas experiências  bem sucedidas, em vários Estados do Brasil, que utilizam, entre outros, os sistemas de produção intensiva de leite.

 

Criar galinhas ajuda na rentabilidade da propriedade rural

 


O sistema de produção alternativo de frangos de corte e galinhas de postura deve contribuir para a sustentabilidade da propriedade rural, nos aspectos ambientais, econômicos e sociais. A proposta do sistema de produção alternativa de carne e ovos é complementada pela utilização das linhagens coloniais de frangos de corte e galinhas de postura, desenvolvidas pela Embrapa Suínos e Aves.

Desde 2008, o frango é a carne mais consumida no país, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Produtores de Pintos de Corte. De acordo com o estudo, só no ano passado, cada brasileiro consumiu 44 quilos e meio de carne de frango, o que equivale a mais ou menos cem gramas por dia. Segundo a Embrapa Suínos e Aves a avicultura que viabilizou esse sucesso de consumo é a industrial. Foi ela que deu qualidade e preço acessível à carne de frango. O mercado brasileiro, no entanto,  também tem espaço para outros tipos de frango. É para essa fatia que a Embrapa Suínos e Aves tem apresentado o frango alternativo.

O técnico da Embrapa Suínos e Aves, Márcio Saatkamp, esclarece que o frango alternativo é todo aquele produzido fora do processo de uma grande indústria, em sistemas menores de produção e que busca atingir nichos de mercado especiais. Dentre as diversas denominações que este tipo de produção recebe incluem-se caipira,  orgânico, agroecológico e colonial. “Em função desses vários nomes, optamos por chamar tudo isso de frango alternativo”, esclarece Saatkamp.

A Poedeira Colonial Embrapa 051 oferece produção superior às aves coloniais rústicas. Ela atinge, em condições adequadas de manejo e biosseguridade, produção média de 280 a 300 ovos no período de vida útil compreendido entre 20 e 80 semanas de idade.

O Frango de Corte Colonial Embrapa 041, apresenta características coloniais, preservando todas as vantagens do frango de corte comercial, como biosseguridade na origem, controle sanitário na produção e qualidade de carne. O Frango Embrapa 041 alcança idade de abate aos 84 dias, com peso vivo médio de 2,7 kg, em condições normais de criação.

“No quesito de produção, temos material genético muito bem desenvolvido, com indíces zootécnicos muito bons. Porém, o produtor deve seguir orientações básicas sobre manejo, nutrição, saúde das aves e segurança do alimento”, destaca Saatkamp.Ele chama atenção para a questão da segurança do alimento. “Ao final, tendo essas aves prontas é preciso realizar um abate com algum tipo de inspeção, seja ela estadual ou municipal. É justamente essa inspeção que vai garantir a presença de um médico veterinário para inspecionar a carcaça de ave, aquela carne, e dizer que ela está boa para o consumo”.

 

CAUSAS DA MASTITE AMBIENTAL CAUSADA POR COLIFORMES

 


Os microrganismos causadores de mastite presentes no ambiente de permanência das vacas são chamados de patógenos ambientais - crescem em condições de alta temperatura e umidade e em presença de matéria orgânica, os mais comumente encontrados são espécies de bactérias gram-negativas, principalmente os coliformes. Bactérias gram-negativas são os agentes etiológicos mais frequentemente isolados de casos clínicos agudos de mastite, sendo responsáveis por aproximadamente 40% dos casos clínicos de mastite. O termo coliformes compreende as bactériasEscherichia coliKlebsiella sp eEnterobacter sp.

A transferência de bactérias gram-negativas de glândulas mamárias de vacas infectadas para vacas não infectadas parece mínima comparada com a constante exposição ao meio ambiente contaminado. Bactérias coliformes ocupam muitos habitat no ambiente da vaca. Escherichia coli são habitantes normais do trato gastrointestinal de animais. Klebsiella sp e Enterobacter sp estão presentes nos solos, nos grãos, na água e no trato intestinal dos animais.

A porta de entrada para bactérias coliformes dentro da glândula mamária é o canal do teto em contato com o ambiente contaminado.Fatores de virulência dos coliformes permitem o crescimento e multiplicação no canal do teto e invasão das defesas do hospedeiro. Os coliformes multiplicam-se nas secreções no interior da glândula mamária, geralmente, sem se fixarem nas superfícies epiteliais.Embora a glândula mamária não seja considerada habitat natural para os coliformes, muitas cepas são capazes de sobreviver e se multiplicar nas glândulas mamárias.

As infecções por coliformes tendem a ser de curta duração durante a lactação e raramente causam elevada CCS do tanque.As infecções por coliformes são as causas mais comuns de mastite com apresentação clínica sistêmica, sendo responsáveis por 60 a 70% dos casos clínicos agudos de mastite.

A taxa de novas infecções causada por coliformes é maior durante o período seco do que durante a lactação, podendo ser de três a quatro vezes maiores durante o período seco do que durante a lactação. A susceptibilidade para infecções é maior nas duas semanas após a secagem e nas duas semanas antes do parto. Durante a lactação, infecções intramamárias por bactérias coliformes são mais frequentes durante os três primeiros meses e, especialmente, no primeiro mês de lactação. Nesse estágio de lactação os efeitos da mastite causada por coliformes são, geralmente, mais pronunciados.Pesquisas mostram 65% dos casos que ocorrem nos dois primeiros meses de lactação são causados por coliformes e por infecções intramamárias que originaram durante o período seco.

 

 

Pesquisadores estudam melhor aproveitamento do soro de leite

 

O soro de leite é uma substância rica em proteínas, mas quando lançado no meio ambiente torna-se um poluente de difícil degradação. Por falta de tecnologias adequadas, muitas agroindústrias acabam descartando o soro o que interfere negativamente no ecossistema. A Embrapa Agroindústria de Alimentos está investindo em pesquisas nessa área para obter do soro um ingrediente funcional capaz de atuar como coadjuvante em tratamentos para hipertensão e problemas cardiovasculares.

De acordo com a pesquisadora Lourdes Maria Corrêa Cabral, da Embrapa, o soro quando fracionado dividi-se em água, proteína, açúcares e sais minerais. Da proteína obtêm-se os peptídeos, moléculas de aminoácidos indispensáveis para o bom funcionamento do organismo e que possuem efeito antihipertensivo dentre outras propriedades. “A ideia é concentrar os peptídeos bioativos na forma de pó para utilizá-lo como ingrediente na formulação de alimentos funcionais como iogurtes, por exemplo”.

Também é possível trabalhar com os outros elementos fracionados (água, sais minerais e açúcares) para elaboração  de novos ingredientes. No entanto, para o momento, o foco das pesquisas estará na obtenção de peptídeos em pó. Esse trabalho deve consumir três anos de pesquisas para torná-lo viável técnica e economicamente. “O que hoje é um passivo ambiental pode tornar-se um produto de alto valor agregado para a agroindústria e benéfico para o consumidor”, ressaltou Lourdes Cabral.

 

PROTEÇÃO CONTRA RAIOS NO MEIO RURAL

 



O raio ou faísca é considerado um dos principais fenômenos destrutivos da natureza. Sua descarga elétrica pode chegar a mais de 100.000 (A) Ampères e a milhões de Volts (V) com duração instantânea em menos de um segundo. O Brasil é um dos países com maior incidência desse fenômeno. 

A ação e o efeito do raio podem causar diversos danos, provocando a morte ou paralisia de milhares de pessoas e animais, prejuízos materiais em máquinas, equipamentos, edificações, redes de transmissão e distribuição de energia elétrica, destruição de linhas telefônicas e grande parte dos incêndios florestais. 

Apesar de todos os esforços, não se consegue evitar que um raio caia sobre determinado local. No entanto, todos os cuidados são para orientá-lo na sua queda, obrigando-o a seguir uma trajetória pré-determinada para a terra por meio de pára-raios e seus componentes.

RAIO, RELÂMPAGO E TROVOADA

O raio é uma gigantesca faísca elétrica, dissipada rapidamente sobre a terra, causando efeitos danosos. Relâmpago é a luz gerada pelo arco elétrico do raio. Trovoada é o ruído produzido pelo deslocamento do ar devido ao súbito aquecimento causado pela descarga do raio.

ONDE HÁ MAIOR INCIDÊNCIA DE RAIOS

Os raios procuram sempre encontrar o menor caminho de resistência elétrica entre a nuvem carregada e a terra. Por isso, eles incidem, geralmente, nos pontos mais altos, tais como: topo de morros e montanhas, torres, árvores altas, torres de igreja, edifícios, ponta de pára-raios, casas, antenas de TV, principalmente aquelas instaladas no topo de morros, caixas d'água elevadas, silos metálicos e secadores verticais. 


Dentro de um carro, por exemplo, as pessoas estão protegidas, pois além de existir isolamento em relação ao solo, não há condições de acúmulo exagerado de cargas elétricas na parte metálica.

ACIDENTES COM PESSOAS E ANIMAIS

Ao atingir a superfície do solo, a corrente da descarga se difunde radialmente. Assim, as pessoas ou animais não precisam ser diretamente atingidos por um raio para ocorrer acidente. As correntes superficiais são elevadas e provocam tensão entre os pés da pessoa ou animal, que pode levar à morte. 


Os bovinos, pela distância entre as patas dianteiras e traseiras, estão sujeitos a uma tensão de passo maior do que o homem e, portanto, mais suscetíveis a acidentes fatais. Além disso, o raio cai durante uma tempestade e a chuva deixa o solo molhado. Deste modo, as patas dos bovinos ficam mais enterradas, produzindo um bom aterramento. 

Após uma tempestade com trovoada, é comum a morte de animais, principalmente a do gado criado a campo e que se abriga sob árvores. Árvore alta e isolada em uma pastagem é um verdadeiro pára-raios natural. Ela forma um caminho condutor à terra, havendo maior probabilidade de ocorrer raios.

SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA RAIOS

As técnicas empregadas têm como objetivo facilitar o caminho do raio da melhor maneira possível. 


Os sistemas de proteção são constituídos de três componentes básicos: 1) captores de raio, que, por sua situação elevada, facilitam o "recebimento" das descargas atmosféricas; 2) cabos de descida, que são condutores metálicos que estabelecem a ligação entre o captor e o aterramento; e 3) o sistema de aterramento, que é composto pelo material que estabelece o contato elétrico entre a instalação do pára-raios e a terra e tem a finalidade de conduzir as correntes dos raios para o solo, sem provocar danos materiais ou pessoais. O bom funcionamento dos pára-raios e a adequada proteção contra sobretensão estão associadas a um sistema de aterramento eficaz.
 
 
 
 

Jumentos: uma classe de animais em extinção

Historicamente vinculados ao trabalho no campo, os animais perdem a serventia e o rebanho despenca no Brasil. Campanha na web quer salvar os jumentos


Editora Globo
“Jumento não é o grande malandro da praça. Trabalha, trabalha de graça. Não agrada ninguém. Nem nome não tem. É manso e não faz pirraça, mas quando a carcaça ameaça rachar, que coices, que coices que dá” (Trecho da canção O Jumento, de Chico Buarque)

A canção O Jumento, escrita por Chico Buarque em 1977, já revelava as tristes condições de vida do animal. O trecho inicial diz: “Jumento não é o grande malandro da praça. Trabalha, trabalha de graça. Não agrada ninguém. Nem nome não tem. É manso e não faz pirraça, mas quando a carcaça ameaça rachar, que coices, que coices que dá”. 

Nos mais de 30 anos que se passaram desde a composição, pouca coisa mudou no cotidiano do jumento, animal típico nordestino também conhecido como jegue. Recentemente alvo de uma grande polêmica, depois que aChina sinalizou a intenção de comprar no Brasil 300 mil animais para destiná-los à produção de cosméticos, os jumentos atraíram a atenção de uma das mais célebres defensoras de animais do mundo: a atriz Brigitte Bardot, que, em carta, pediu à presidente Dilma Rousseff que evitasse tal carnificina. 

De acordo com Fernando Viana, agrônomo e presidente da Associação Brasileira dos Jumentos Nordestinos, no entanto, a intenção da China de adquirir os animais do Nordeste do Brasil, que responde por mais de 90% do rebanho brasileiro, não se concretizou na prática. “Foi assinado um protocolo de intenções entre uma missão de chineses e o governo do Rio Grande do Norte, mas não há registro de comércio”, disse.

Em carta à Dilma, Brigitte Bardot sai em defesa dos jegues brasileros.

Ainda que os animais nordestinos não estejam virando cosméticos, sua miserável existência não foi amenizada com a chegada da modernidade. Trata-se de uma classe de animais fadada ao trabalho no campo. “Um jumento forte e bom para o trabalho não tem preço”, diz Viana. Em compensação animais não tão fortes já foram comercializados pelo valor de uma galinha, lembra o agrônomo. 

A sorte dos mais fracos, no entanto, é serem abandonados nas beiras das estradas e morrer de inanição ou atropelamento. “A tradição do jumento é o trabalho rural e, depois que os tratores de pequeno porte chegaram ao campo, os animais migraram para a cidade ou foram abatidos de maneira indiscriminada, o que fez o rebanho brasileiro cair mais de 70% nas ultimas quatro décadas, de 2,7 milhões de cabeças em 1967 para apenas 590 mil cabeças em 2010. Nas cidades eles tiveram serventia no transporte de objetos e pessoas até a chegada das motocicletas. “Parece não haver saída para a recuperação do rebanho do Brasil”, diz Viana. Uma alternativa, segundo ele, seria o governo federal obrigar a destinação de jumentos para trabalhos em assentamentos rurais, mas em época em que o bem estar animal é altamente respeitado, dificilmente essa idéia tomará alguma forma e sensação é de que a classe caminha a passos largos para extinção no Brasil. “Em países subdesenvolvidos o rebanho cresce ou se mantém, diferente do que ocorre nos países em desenvolvimento ou desenvolvidos, onde a queda é contínua”. 

A importância de secar a vaca dois meses antes do parto

 

 


A secagem da vaca no final da gestação proporciona melhor saúde ao bezerro. A chamada secagem de vacas é uma técnica simples usada para fazer com que o animal interrompa a lactação. O objetivo é proporcionar um descanso à vaca no fim da gestação para que o animal possa gerar uma cria saudável. Segundo os pesquisadores da Embrapa Gado de Leite, em Juiz de Fora, Minas Gerais, vacas que procriam dando leite, produzem bezerros fracos e não apresentam condições corporais durante o parto, o que pode ocasionar sérios problemas para a vaca e o bezerro e, consequentemente, gerar prejuízos para o produtor.

 A secagem é recomendada até dois meses antes do parto. Mas os especialistas aconselham adotar o procedimento quando a produção de leite do animal fica muito baixa, tornando antieconômico manter o animal em lactação. Outra vantagem de efetuar a secagem é o fato de ela proporcionar maior produção de colostro, alimento fundamental para que o bezerro cresça de forma saudável.

A secagem é feita por meio do esgotamento do úbere. É importante que o produtor observe se há mamite antes de iniciar a secagem para evitar maiores complicações durante o processo, o que aumentaria o custo do tratamento.

 

 

Curiosidades
VARIEDADES 

Você sabia...?

... que os caprinos têm um verdadeiro horror de lama? Se pudessem escolher livremente não pisar na lama, com certeza, eles estariam sem verminoses e parasitas.

... que a formiga pode erguer 50 vezes seu próprio peso? E pode puxar 30 vezes seu peso? E sempre cai do lado direito?

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Provérbios

- O amor novo vai e vem, mas o velho se mantém.

- Consciência limpa é sinal de memória fraca.

- O amor é como a lua, quando não cresce, míngua.

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Ditados

- Quem em um ano quer ser rico, em seis meses estará enforcado.

- Moça com velho casada, como velha se trata.

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Ditado Esquisito

- Banguela não encurta o caminho, encurta a vida.

 

 

CULINÁRIA - Bode do Bom Sertão


Ingredientes:

- 3 cebolas

- 3 tomates

- 3 pimentões verdes

- 4 dentes de alho

- Suco de 1 limão

- 2 pimentas-de-cheiro

- Coentro

- sal a gosto

- 1 litro de água

- 2 colheres de extrato de tomate

- 5 quilos de bode salgado e seco

 

 

 

 

 

Modo de fazer:

Refogar todos os temperos e acrescentar o bode.

Deixar refogar por 10 minutos. Acrescentar a água e levar tudo para panela de pressão por 30 minutos.

Servir com feijão tropeiro e arroz branco.

 
 
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    Viva plenamente!!!
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